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Trânsito Legal : Faixa de Pedestres: Quem está certo o condutor ou o pedestre?
Enviado por em 12/04/2014 20:51:52

O trânsito é algo que sempre gera discussão, especialmente quando o assunto é faixa de pedestre. Quem está certo o condutor do veículo ou pedestre? Quem deve parar? De quem é a vez? O assunto é polêmico e nem sempre sabemos se devemos parar o carro ou continuar. No trânsito de Otacílio Costa não é diferente, pois existem 16 faixas de pedestres na cidade, que vão desde a entrada dos postos de gasolina até a passarela, resultando num número de acidentes ainda maior, geralmente ocorrendo atropelamentos e batidas traseiras devido às paradas bruscas dos carros.
O artigo 70 do Código Nacional de Trânsito diz que os pedestres que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas para esse fim, terão prioridade de passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as disposições deste Código.
O responsável pela Polícia Militar de Otacílio Costa, Capitão Luciano Francisco Comiotto diz que apesar de o pedestre ter prioridade, ele deve tomar os devidos cuidados na hora de atravessar uma via. “Primeiro é preciso que o pedestre pare, olhe para os lados, verifique se não está vindo nenhum veículo à pequena distância para aí sim pode fazer a travessia e não somente pôr o pé na faixa, pois correrão riscos de atropelamento”, explica.
Quanto ao fato de ocorrer uma batida em um veículo quando parar para a travessia do pedestre, a pessoa errada é quem bate atrás. “Quem está certo é o motorista que parou e quem está atrás deve tomar cuidado, pois perto de faixa de pedestres, os cuidados devem ser redobrados e a velocidade sempre reduzida”, explica.
Pedestres X Condutores
Nas ruas as opiniões se dividem, como Manoel Rogério de Souza, que diz que usa muito a faixa, mas diz que são poucos os carros que param. “Não arrisco passar, mas tem gente que não pára, uma vez aconteceu de eu quase ser atropelado quando estava atravessando”, diz.
Emiliano de Souza diz que enquanto condutor, sempre pára seu carro para que os pedestres atravessem e acredita que está agindo de forma correta. “Se eu vejo que a pessoa coloca o pé na faixa aí eu respeito, mas se ela está esperando eu passo”, diz. Geruza Pereira, diz que nunca presenciou uma batida na faixa, mas já viu pedestre indo rapidamente para atravessar a faixa. “É muito perigoso, em uma via movimentada deve-se esperar”, diz.
A senhora Eloir Chavier, que trabalha em uma loja em frente a praça do bairro Pinheiros, local de grande número de acidentes, diz que os carros respeitam a faixa somente quando a polícia está presente no local. “Se eles não estão aqui, os motoristas não costumam parar para os pedestres”, cita.
Angelita já foi atropelada
Um caso de atropelamento na faixa de pedestres ocorreu com Angelita Córdova Oliveira, há cerca de 4 meses quando estava tentando atravessar em frente a secretaria municipal de saúde. “Estava atravessando e fui atropelada, olhei para os dois lados, mas quando vi, um carro em alta velocidade veio para cima de mim e me jogou, levei um susto, o motorista disse que não me viu e me feri gravemente, pois trincou a “bacia” e perdi parte da visão”, desabafa.
Ela também cita que já aconteceu algo semelhante com sua filha Ana Cláudia. “O carro parou para minha filha atravessar e outro veio e bateu atrás dele”, conta. Quanto às medidas para que isto não ocorra, ela diz que devem ser implantados semáforos na cidade. “Tanto o motorista quanto o pedestre devem ser cuidadosos, enquanto condutor respeitar o pedestre, enquanto pedestre respeitar os veículos que estão atravessando”, finaliza.

 

Elementos essenciais para a segurança, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso. Para tanto, devem ser verificados regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, que revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.

Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

Crédito da imagem: FATE (Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48)

Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

- Sendo um elemento de borracha, o pneu resseca quando submetido a certos produtos. Não se deve estacionar sobre óleo, solventes ou qualquer derivado de petróleo. Ao aplicar produtos para estética, verificar se há esses derivados em sua composição;
- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

- See more at: http://www.transitoideal.com/pt/artigo/1/condutor/21/pneus-e-rodas#sthash.OxfJDXji.dpuf

Elementos essenciais para a segurança, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso. Para tanto, devem ser verificados regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, que revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.

Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

Crédito da imagem: FATE (Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48)

Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

- Sendo um elemento de borracha, o pneu resseca quando submetido a certos produtos. Não se deve estacionar sobre óleo, solventes ou qualquer derivado de petróleo. Ao aplicar produtos para estética, verificar se há esses derivados em sua composição;
- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

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Elementos essenciais para a segurança, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso. Para tanto, devem ser verificados regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, que revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.

Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

Crédito da imagem: FATE (Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48)

Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

- Sendo um elemento de borracha, o pneu resseca quando submetido a certos produtos. Não se deve estacionar sobre óleo, solventes ou qualquer derivado de petróleo. Ao aplicar produtos para estética, verificar se há esses derivados em sua composição;
- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

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Elementos essenciais para a segurança, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso. Para tanto, devem ser verificados regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, que revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.

Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

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Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

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- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

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Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

Crédito da imagem: FATE (Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48)

Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

- Sendo um elemento de borracha, o pneu resseca quando submetido a certos produtos. Não se deve estacionar sobre óleo, solventes ou qualquer derivado de petróleo. Ao aplicar produtos para estética, verificar se há esses derivados em sua composição;
- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

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Elementos essenciais para a segurança, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso. Para tanto, devem ser verificados regularmente, especialmente a profundidade do desenho (frisos/sulcos) da banda de rodagem dos pneus, que revelam a hora certa para a retirada de uso. Quanto menor for a profundidade restante dos sulcos, maiores serão os riscos de acidentes pela redução de aderência em piso molhado.

Para permitir a identificação do nível de desgaste existem os TWI (Tread Wear Indicators), ou indicadores de desgaste da banda de rodagem, que são filetes de borracha com 1,6 mm de altura, dispostos transversalmente em quatro a oito pontos da banda. Quando a altura dos gomos se igualar à dos TWI, a profundidade mínima foi atingida e o pneu deve ser substituído. Segundo o Contran, por meio da Resolução 558/80, de 15 de abril de 1980, os sulcos não devem ter profundidade inferior a 1,6 mm. A substituição, entretanto, só estará vinculada aos TWI se o pneu estiver em boas condições gerais. Bolhas, cortes ou desgaste irregular podem condenar o pneu antes de atingida a profundidade mínima.

O tipo de pavimento das vias tem influência direta na durabilidade dos pneus, bem como o traçado da estrada influi no rendimento. Assim é fundamental dirigir com regularidade e manter velocidades compatíveis com cada tipo de via.


Pressão de enchimento

Rodar com pressões incorretas (inadequadas) acaba trazendo grandes prejuízos. A pressão correta proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.

Quando a pressão é insuficiente, o pneu tende a se apoiar mais nas laterais da rodagem e estas se desgastam prematuramente. Além disso, o flexionamento do pneu torna-se muito acentuado, acarretando maior geração de calor e prejudicando a estrutura do pneu. Quando a pressão é excessiva, o pneu apoia-se mais na faixa central da rodagem, a qual sofre um desgaste mais rápido e o conforto do veículo é prejudicado.

Verifique no mínimo uma vez por semana as pressões nos pneus quando estiverem frios. Os pneus se aquecem durante o rodar e o calor provoca o aumento da pressão inicial.

Veja no quadro os desgastes que podem ocorrer, as causas e a forma de corrigir tais problemas:

Crédito da imagem: FATE (Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48)

Quando alinhar
- quando o veículo puxa a direção para um dos lados;
- a cada 10.000 km;
- problemas mecânicos (suspensão);
- desgaste irregular dos pneus;
- desconforto e insegurança ao dirigir.

Causas do desalinhamento
- folgas;
- desgaste prematuro das peças;
- pancadas nas rodas causadas por buracos;
- desgaste irregular e prematuro dos pneus;
- estacionar apoiando rodas na guia;
- constantes trepidações em pavimentos irregulares.

Dicas

O rodízio, a inversão de posição entre os pneus, tem como intuito prolongar sua vida útil. Deve ser realizado a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passam-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado.

Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás. Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus.

- Sendo um elemento de borracha, o pneu resseca quando submetido a certos produtos. Não se deve estacionar sobre óleo, solventes ou qualquer derivado de petróleo. Ao aplicar produtos para estética, verificar se há esses derivados em sua composição;
- Os pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual de seu veículo;
- A cada duas semanas ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do veículo e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe;
- O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas;
- É preciso cuidado redobrado com obstáculos, buracos e redutores de velocidade;
- Consertos exigem cuidados, devem ser efetuados por profissional capacitado, com ferramentas e materiais adequados.


Fontes: Associação Latino Americana de Pneus e Aros e Boletín de prensa Seguridad Vial nº 48 – ISEV

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Trânsito Legal : Trânsito: os sete pecados capitais do motorista
Enviado por em 16/02/2014 21:07:14

e cada um de nós evitar alguns maus hábitos ao volante, o
convívio nas ruas e estradas será mais seguro e menos estressante

 

Como muitos dos que leem este Editorial,  enfrentei nessas férias algumas horas de estrada. Embora evite locais, dias e horários de pico — experiência aprendida depois de alguns dissabores e muito tempo perdido —, não pude deixar de ficar atrás de carros mal dirigidos, cujos motoristas cometiam uma variedade de atitudes prejudiciais à fluidez do trânsito e ao bem-estar dos demais. Foi de onde surgiu o tema para este texto.

O trânsito, seja urbano ou rodoviário, é um complexo que exige a cooperação de todos para funcionar de forma harmoniosa. Um motorista fora do padrão — rodando devagar demais ou forçando ritmo excessivo — já começa a causar problemas; se forem vários nessa condição, pior. Entre os muitos erros que se podem cometer ao volante, alguns parecem mais comuns ou relevantes pelo efeito que causam àquele complexo, razão pela qual foram relacionados como os “sete pecados capitais” do motorista.

 

Na Alemanha roda-se a mais de 200 km/h com segurança: a velocidade inadequada, essa sim, é grande causadora de acidentes

 

1) Rodar devagar demais. A legislação brasileira estabelece como velocidade mínima a metade do limite máximo da via, ou seja, 40 km/h em uma via de 80 ou 60 km/h em uma rodovia de 120. Na prática, para não prejudicar o ritmo do tráfego, o motorista deve seguir a velocidade do fluxo de veículos, sobretudo em vias com uma só faixa de rolamento. Como exemplo, em uma rodovia de 80 km/h com pista única, rodar a 60 já pode ser devagar demais: forma-se uma fila de carros atrás, prejudica-se a fluidez, estimulam-se ultrapassagens em local não apropriado.

2) Rodar rápido demais. Não é no Best Cars que você lerá uma crítica gratuita à velocidade, tão atacada como a grande vilã dos acidentes por órgãos de imprensa, autoridades e polícias. Na Alemanha roda-se a mais de 200 km/h nas Autobahnen e o tráfego de lá é um dos mais seguros do mundo. Isso não significa que você deva sair acelerando tudo por aí: a velocidade inadequada,  essa sim, é uma grande causadora de acidentes. Mesmo que o limite da via permita andar mais rápido — como ao se deparar com veículos lentos —, evite superar o ritmo de velocidade do fluxo em mais de 20%, para dar tempo à reação dos demais motoristas.

3) “Comprar” a faixa da esquerda. Outro dia viajei com um amigo que insistia em se manter à esquerda na Rodovia Carvalho Pinto, com duas ou três faixas de rolamento (conforme o trecho) e tráfego leve de maneira geral. Para que mudasse para a direita, usando a esquerda só para eventual ultrapassagem, foi preciso insistir com ele — que alegava dirigir assim todos os dias na Via Dutra, com seu volume de caminhões. Não importa: se puder, mantenha a direita sempre. Se precisar permanecer à esquerda por causa do tráfego lento, não descuide dos retrovisores e procure dar passagem a quem vier mais rápido. É o que mandam a lei e o bom-senso.

 


 

4) Usar o celular ao volante. Sim, sei que é permitido no Brasil desde que haja um dispositivo viva-voz, hoje tão comum. Mas cada um deve fazer sua autocrítica quanto à capacidade de manter a concentração necessária ao volante quando conversa ao telefone — e, a meu ver, grande parte dos motoristas fica longe do razoável nessa capacidade. O resultado está pelas ruas: carros lentos demais, ziguezagueando, enquanto seus condutores falam ao celular, seguram o aparelho ou, pior, escrevem mensagens de texto, de e-mail ou nas redes sociais.

5) Mau uso de luzes. Faróis de neblina, como o nome diz, devem ser usados sob nevoeiro. Fora dessa condição, são aceitáveis como substitutos das luzes diurnas que alguns modelos hoje trazem, para sinalizar a aproximação do carro durante o dia — e só. Usá-los à noite, como se fossem o facho baixo, significa iluminar mal o caminho e deixar as placas de sinalização às escuras, por causa do corte de facho muito baixo. Pior é quem liga a luz traseira de neblina em condições normais de visibilidade: potente como uma luz de freio, ela causa desconforto a quem vem atrás.

 

Faça sua autocrítica quanto a manter a concentração quando conversa ao telefone: grande parte dos motoristas fica longe dessa capacidade

 

6) Dificultar passagem. Não é só “comprando a esquerda” que se atrapalha a fluidez do trânsito e se desrespeita o direito de outros motoristas. É também impedindo sua passagem quando é justa, como no caso de estreitamento de pista em rodovia. Embora a preferência seja a da faixa que será mantida, o ideal para o tráfego fluir é o princípio do zíper, muito usado em países avançados como a Alemanha — alternam-se veículos de cada faixa, um por vez. Se muitos motoristas impedem a entrada de quem vem da pista a ser fechada, os resultados são retenção desnecessária do fluxo de trânsito e risco de acidentes.

7) Desperdiçar espaço ao estacionar. Seja em vaga paralela ao trânsito, como na maioria das ruas, ou perpendicular a ele, como em geral nos centros de compras, estacionar deve tomar apenas o espaço necessário para seu carro e a manobra de saída ou, no segundo caso, a abertura das portas. Parece óbvio, mas se vê muito carro estacionado com folga exagerada à frente e atrás, enviesado em vaga perpendicular ou até tomando duas vagas, em um desperdício do espaço tão precioso, hoje, em nossas vias. Cuide disso e contribua para que mais pessoais possam estacionar. Qualquer hora dessas, é você quem precisará daqueles centímetros bem aproveitados.

A lista de “pecados” certamente poderia ir além. Há pequenos deslizes que concorrem para o prejuízo ao trânsito, como há infrações muito graves e tão óbvias que nem precisam ser relacionadas aqui — seria necessário recomendar a alguém que não use o acostamento para superar um congestionamento? Mas tenho certeza de que, quanto mais evitarmos os sete erros acima (e isso inclui conscientizar as pessoas de nosso convívio, para o que o compartilhamento deste artigo pode ajudar), mais fluido, mais seguro e menos estressante será o trânsito para todos nós.

Editorial anterior

 

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Trânsito Legal : Ciclistas devem respeitar as leis de trânsito
Enviado por em 10/02/2014 01:27:02

Para garantir a segurança, usuários de bicicletas precisam estar atentos e respeitar as regras de trânsito


 

(Por Cristina Souza)

Andar de bicicleta é bom para a saúde, para a fluidez do trânsito e muito melhor para o planeta, porém com a bicicleta sendo um veículo cada vez mais utilizado já não é mais tão difícil ouvir notícias e relatos de acidentes envolvendo ciclistas. Mesmo com todos os pontos favoráveis é preciso cuidado e atenção às leis de trânsito para que uma prática tão agradável não acabe numa tragédia.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a bicicleta é um veículo (de propulsão humana) e o ciclista, por este motivo, quando está pedalando, deve respeitar todas as regras de trânsito, como semáforos, sinalização e circulação na mão correta de direção.

Para a coordenadora da educação de trânsito do Detran, Geny Polanco, os ciclistas são mais vulneráveis e expiram maiores cuidados. “Os ciclistas devem pedalar defensivamente e estar muito atentos, pois eles são menos visíveis e menos protegidos do que os outros usuários das vias públicas”, afirma.

Segundo o CTB os ciclistas devem utilizar ciclofaixas, ciclovias ou acostamentos. Quando não houver, devem usar o bordo direito da pista, no mesmo sentido dos demais veículos. Ainda de acordo com o CTB, é proibido pedalar em calçadas, passarelas e outras vias exclusivas para pedestres.

O autônomo Carlos Batista afirma ser um ciclista consciente de seus direitos e deveres no trânsito. “Ando de bicicleta, e muitas vezes, carrego minha sobrinha na garupa, por isso me preocupo em andar bem direitinho para não ter o perigo de causa acidentes”, disse.

 

Orientações:

- Quando houver ciclovias, ciclofaixas ou acostamento devem ser utilizados, obrigatoriamente;

- A circulação de ciclistas na calçada só é permitida se houver sinalização específica autorizando;

- Cuidados especiais sob condições adversas, como: chuva, aclives, declives, tipos de pavimentos, cruzamentos, buracos, pontos cegos de visão, etc;

- Quando estiver em grupo, ande sempre em fila única;

- Use sempre capacete e óculos, para proteção da cabeça e olhos;

- Nunca pegue carona na traseira de ônibus e caminhões.

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Trânsito Legal : O turista brasileiro pode dirigir no Uruguai portando os documentos necessários e obedecendo às leis de trânsito locais.
Enviado por em 10/02/2014 01:25:32

Documentos Necessários para dirigir no Uruguai

  • Carteira de Identidade ou Passaporte válido.
  • Carteira Nacional de Habilitação ou PID (Permissão Internacional para Dirigir) emitida pelo Detran.
  • Documento do veículo. Se o veículo for financiado ou de terceiros, deve solicitar uma carta de permissão para saída do país, com firma reconhecida em cartório e validada pelo consulado uruguaio. Esta permissão poderá ser dispensada se o motorista for familiar direto (filho, cônjuge, pai ou mãe) do proprietário e se este estiver presente no mesmo veículo, viajando como passageiro.
  • Seguro internacional contra terceiros (Carta Verde) emitida pelo Banco do Brasil.

 

Informações Importantes para dirigir no Uruguai

  • O uso de faróis acesos é obrigatório a qualquer hora do dia, nas cidades e nas estradas.
  • O motorista que for flagrado alcoolizado por uma blitz no Uruguai está sujeito a multa, apreensão do veículo e da carteira de habilitação. Em caso de recusa em fazer o exame do bafômetro (espirometria), vale a palavra do policial.

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Trânsito Legal : Como se manter seguro ao pedalar nas ruas
Enviado por em 25/01/2014 18:36:52

Foto: Willian Cruz

Foto: Willian Cruz


Se você acha que essa coisa de bicicleta não é para você, tudo bem. Mas se você se dispuser a experimentar ir pedalando, um dia que seja, vai chegar no seu destino mais disposto e feliz. A endorfina liberada pelo exercício físico vai te fazer ter um dia melhor no trabalho.

Só por não ter se estressado em esperar dentro do carro (ou do ônibus) aquele sinal que abriu e fechou três vezes, você já vai sentir uma diferença enorme. Vai queimar aquelas gordurinhas que insistem em continuar ali, por mais que você reze para São Regime, vai melhorar sua capacidade respiratória e correr menos risco de infarto.Vai economizar dinheiro e provavelmente até chegará mais rápido.

Se você estiver cogitando a hipótese de usar a bicicleta, ou se já a utiliza mas ainda não se sente seguro, o Vá de Bike tem uma série de artigos para mostrar que usar a bicicleta nas ruas pode ser seguro e agradável, mesmo nas grandes cidades (veja no box ao lado).

Nesta página há recomendações sobre como se portar no trânsito. Eu sei que você já é crescido e sabe atravessar a rua, não é isso: eu quero te ajudar a não correr riscos desnecessários e a desfazer a idéia de que pedalar junto com os carros é coisa de maluco. É viável, sim, basta tomar alguns cuidados.

Iluminação

Nem sempre lembradas como item de segurança, as luzes da bicicleta têm papel essencial. Afinal, é muito mais importante evitar uma situação de risco do que se preparar para sobreviver a ela.

Para poderem ter tempo de reação e desviar de você com segurança, os motoristas precisam vê-lo. E, à noite, o ciclista se torna ainda mais invisível. Os refletivos, que a lei obriga a virem com as bicicletas, são de pouca ajuda. Use luz branca na frente e vermelha atrás, para os motoristas saberem rapidamente se você está indo ou vindo.

A luz deve ser sempre piscante, pois a intensidade luminosa das lanternas de bicicleta não é suficiente para se destacar com segurança quando acesas de modo ininterrupto. A luz piscante atrai muito mais a atenção do motorista – e é esse o objetivo.

Capacete

A condução segura da bicicleta tem um potencial de protegê-lo muito maior que o simples uso do capacete, principalmente se você não pretende fazer manobras arriscadas ou abusar da velocidade. Mas seu uso é recomendável especialmente para quem está começando, pois você ainda não terá o equilíbrio e a habilidade como fatores naturais, aumentando suas chances de cair.

Claro que um capacete diminui a chance de traumatismo craniano, assim como uma joelheira diminuiria a chance de machucar os joelhos, mas tenha em mente que ele não lhe protegerá dos carros, apenas de você mesmo. Pedale com atenção e cuidado, para não precisar colocá-lo à prova.

Luvas

Não são imprescindíveis, mas convém usar, por dois motivos. O primeiro é que a pele pode ficar irritada pelo apoio contínuo na manopla; o outro é que, se você cair, tentará parar a queda com a mão, esfolando toda a palma se estiver sem luvas. E no frio, as luvas fechadas tornam-se importantes para suas mãos não enrijecerem com o vento gelado, o que pode até atrapalhar na hora de frear.

Contramão não

Há várias razões para pedalar na mão correta e todas elas visam sua segurança. São tantos motivos que temos um artigo detalhando esse assunto, mas cito aqui os principais.

Um pedestre que vai atravessar a rua só olha para o lado de onde os carros vêm. Um carro que vai entrar em uma rua, ou sair de uma garagem ou vaga de estacionamento, também. Eles não esperam encontrar uma bicicleta vindo na contramão. Um carro fazendo uma curva à direita também não espera uma bicicleta na direção contrária, ainda mais no lado de dentro da curva. Um motorista que estacionou e vai abrir a porta, olhará só no retrovisor para ver se pode abri-la, sem ter motivos para olhar para a frente.

A velocidade em que você se aproxima de um carro é muito maior se você estiver na contramão, por ser a soma das velocidades dos dois veículos. Se você estiver a 20km/h e o carro a 40, você estará se aproximando dele a uma velocidade relativa de 60km/h. O motorista terá bem menos tempo para reagir à sua presença e desviar de você, além do fato de que uma colisão nessa velocidade faz um bom estrago. Se nesse mesmo exemplo você estiver no mesmo sentido do carro, a velocidade relativa entre ambos será de apenas 20km/h: o motorista terá mais tempo para desviar e a chance de colisão diminui muito. E, numa possível colisão, o estrago será menor.

Afaste-se das portas

Cuidado com as portas dos carros parados. Muitos motoristas olham no retrovisor procurando o volume grande de um carro e acabam não vendo a magrela chegando, principalmente à noite (outro ponto a favor da iluminação piscante). Ou o motorista olha em um ângulo que faz a bicicleta ficar em um ponto cego. E há também quem seja distraído mesmo! Tem até quem abra a porta toda de uma vez, empurrando com o pé…

Por isso, fique a uma distância que seja suficiente que uma porta abrinda não te derrube. Mantenha pelo menos um metro dos carros parados, tentando imaginar até onde iria uma porta aberta. De preferência, ocupe a faixa seguinte. Nem sempre é possível perceber uma pessoa dentro de um carro parado, não se arrisque.

Na direita, mas nem tanto

Ande sempre pela direita. Em alguns casos pode ser melhor usar a esquerda quando a via é de mão única, mas são raras exceções. Usar a faixa da direita é mais seguro, por ser a área destinada aos veículos em menor velocidade.

Não se posicione muito no canto, senão os carros tentarão passar na mesma faixa em que você está, mesmo não havendo espaço para fazer isso em segurança. Você pode se desequilibrar e cair só com o susto, sem falar no perigo de um esbarrão. O Código de Trânsito obriga os motoristas a passarem a 1,5m de você, mas muitos motoristas não sabem disso ou não entendem a importância e o motivo do 1,5m).

Ande mais ou menos na linha de um terço da pista, assim não fica tão antipático quanto ocupar a pista toda. Você terá espaço para desviar de buracos sem ter que ir mais para a esquerda e os carros terão que esperar até haver espaço suficiente para ultrapassar pela outra faixa. E, mesmo que algum motorista apressado tente forçar passagem, você terá um respiro para fugir para a direita sem ter que se jogar na calçada. Saiba por que muitos ciclistas ocupam toda a faixa e entenda por que (e como) fazê-lo com segurança.

Mas seja compreensivo com os motoristas: quando você passar por um trecho de tamanho considerável onde não houver carros parados, use a área de estacionamento para desafogar a fila de carros atrás de você. Assim, aquele motorista que está aguardando há alguns minutos sem conseguir te passar poderá ir embora antes de ficar nervoso. Apesar de você estar no seu direito, muitos motoristas não vêem dessa forma e se irritam com sua presença, esquecendo que a rua é de todos e não apenas dos carros. Mas tome muito cuidado ao retornar à faixa de rolamento: sinalize, aguarde um momento seguro e entre. Se for preciso, pare e espere todos os carros passarem antes de voltar a ocupar a faixa.

Sinalize sempre

É muito importante que os motoristas possam prever sua trajetória, por isso sempre sinalize o que pretende fazer, com sinais de mão. Peça passagem, dê passagem, sinalize que o motorista pode passar quando você decidir esperá-lo, avise quando você for precisar entrar na sua frente (e espere para ver se ele vai parar mesmo).

Sinalize com a mão esquerda em 90º quando for virar à esquerda e com a mão direita quando for virar à direita. Agiar ligeiramente a mão torna o sinal mais visível. Quando for continuar em frente em um local onde muitos carros viram à direita, sinalize com a mão em 45º, pedindo para aguardar, como a Renata Falzoni faz nessa foto. E sempre veja se o motorista vai mesmo te esperar!

Educação é uma via de mão dupla

Motoristas são bem suscetíveis a abordagens educadas. Quantas vezes já não vimos um motorista, que está se posicionando para não deixar outro entrar na sua frente, ceder a vez quando o primeiro faz um simples sinal com a mão? Pois esse sinalzinho de mão, acompanhado de um sorriso e seguido de um sinal de agradecimento, faz milagres.

Um ciclista educado é melhor recebido nas ruas. É importante também sempre agradecer quando alguém aguardar ou der passagem, porque isso criará simpatia no motorista, ajudando a vê-lo como uma pessoa e não como um entrave ao seu deslocamento, um atraso a mais em sua pressa.

Muitos motoristas que estiverem lhe vendo como “um folgado ocupando a rua” vão pensar “pelo menos o cara é educado”. Já é alguma coisa e pode ser a diferença entre uma situação de risco ou não. E esses passarão a tratar melhor o próximo ciclista que virem. Ou seja, com boas maneiras no trânsito você acaba ajudando a todos nós. Obrigado! :)

Evite as grandes avenidas

Vias expressas, ou avenidas com muito fluxo e pouco espaço, só em último caso. Avenidas com várias pistas costumam ser viáveis, mas é sempre bom optar por ruas que sigam em paralelo, principalmente quando você estiver começando a se aventurar no trânsito.

Em horários de pico pode ficar mais difícil trafegar nas avenidas. Há pouco espaço sobrando, obrigando o ciclista a usar o corredor, e os motociclistas são impacientes. E quando o trânsito andar 100 metros, os motoristas tentarão recuperar todo o atraso nesses poucos segundos, buzinando e acelerando atrás do ciclista como se fosse ele o responsável pelo congestionamento.

A escolha da rota é um item importante de segurança. Procure ruas menores, que os carros evitam por precisar parar a cada esquina em razão de lombadas, valetas ou muitos semáforos. Não pense no trajeto como se estivesse de carro: o que é ruim para os motoristas costuma ser bom para os ciclistas.  Se não souber que caminho fazer, procure ciclistas experientes no uso das ruas ou a Bicicletada de sua cidade e peça algumas dicas, ou peça a ajuda de um Bike Anjo.

Como regra, se você estiver com medo de pedalar em certa avenida, melhor não fazê-lo, mesmo porque se você estiver muito inseguro pode cometer algum erro bobo ou até perder o equilíbrio devido à tensão. Avenidas onde o fluxo de carros segue a uma velocidade alta mesmo na pista da direita são desaconselháveis, fuja de lugares assim. Ruas menores são mais seguras e muito mais agradáveis, mesmo que com isso o percurso aumente um pouco.

Calçada é para pedestres

Se precisar passar pela calçada ou atravessar na faixa de pedestres, o código de trânsito manda desmontar da bicicleta, como os motociclistas (conscientes) fazem (art.68, §1º). E essa lei não é apenas uma regra arbitrária feita por quem nunca andou de bicicleta, há motivos suficientes para não usar a calçada.

Os pedestres que estão de costas para você podem dar um passo para o lado sem te ver chegando. Um carro pode sair de dentro de uma garagem de prédio e te acertar em cheio, ou aparecer na sua frente de um modo que você não consiga desviar – e o errado (e ferido) vai ser você…

Idosos morrem de medo de bicicleta na calçada, por terem um compreensível medo de se machucar, principalmente aqueles que estão em uma idade em que um osso quebrado pode ser impossível de ser consertado. Se você passar com a bicicleta na calçada perto deles, vão reclamar e com toda razão. Comparativamente, é o mesmo que um caminhão vir na sua direção e desviar na última hora: eles podem cair só com o susto de ver a bicicleta chegando.

Quer mais um bom motivo para não andar na calçada? Uma criança pode aparecer correndo de dentro de alguma casa. Já pensou ter na consciência o atropelamento de uma criança de três anos? Péssimo, né? Melhor não correr esse risco.

Fique sempre na rua. Se precisar passar pela calçada, desmonte e vire pedestre.

Não fure o sinal

Não passe no sinal vermelho com a bike, pois pode aparecer um carro em alta velocidade na transversal e você não conseguir fugir a tempo. Ou pode aparecer um pedestre atravessando a rua correndo, olhando só para o lado de onde ele espera vir o perigo.

Os motoristas se irritam ao ver ciclistas desrespeitando a lei de trânsito e uma pessoa de má índole atrás do volante pode resolver “puni-lo” mais adiante com uma fina ou fechada.

Dica: se quiser aproveitar o sinal aberto para os pedestres, desmonte e atravesse caminhando! ;)

Corredor de ônibus não

Em corredores de ônibus, alguns motoristas não têm a menor paciência com ciclistas, porque precisam sair da pista exclusiva para ultapassá-los e os motoristas dos carros não deixam.

Nas faixas preferenciais, à direita da via e sem separação física, em algumas cidades os motoristas de ônibus já se acostumaram a encontrar ciclistas pelo caminho e sabem desviar com segurança, saindo da faixa e retornando adiante. Mas, se na sua cidade ou bairro isso definitivamente não é a regra, tente usar a segunda faixa (a primeira logo após a dos ônibus). Mas o melhor mesmo é evitar avenidas onde há faixa ou corredor de ônibus na direita.

Cuidado nas saídas à direita

Em saídas livres ou esquinas onde muitos carros viram à direita, tome cuidado adicional. De vez em quando, um carro que está na segunda pista vira rápido, porque lembrou disso na última hora ou porque não o deixaram mudar de pista antes. Quando calcula se vai dar tempo, o motorista só analisa os carros que estão vindo, pressupondo que a bicicleta é muito lenta e haverá tempo para passar à sua frente. Por isso, quando vir que muita gente vira em algum lugar à direita, sinalize com a mão que você vai seguir em frente e certifique-se de que nenhum carro vai virar mesmo assim.

Antecipe o que os motoristas farão

Sempre se adiante ao que os carros podem fazer. Olhe para trás (ou no retrovisor) para ver se não está vem vindo algum maluco, voando para entrar na rua que está cinco metros à sua frente. Veja se o trânsito está parando em uma única faixa, o que faz os motoristas saírem irritados dela sem prestar muita atenção a quem vem vindo. Fique atento ao posicionamento e trajetória dos veículos ao seu redor, usando tanto a visão quanto a audição. E evite sempre ultrapassar pela direita, alguém pode abrir uma porta para descer do carro, ou virar sem aviso para entrar em um estacionamento ou garagem.

Permita que os motoristas antecipem suas ações

Não fique fazendo zigue-zague, não entre sem olhar numa avenida e não mude de pista sem sinalizar, mesmo que o motorista mais próximo esteja lá atrás. Do mesmo modo que ele pode calcular mal sua trajetória e achar que vai dar tempo de passar na sua frente, você pode se enganar ao achar que vai dar tempo de mudar de pista antes dele chegar. Sinalizando, o motorista prevê o que você vai fazer e diminui a velocidade.

Veja, seja visto e comunique-se no trânsito.

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