Trânsito Legal - Motorista que matou quatro pessoas após beber é condenado a 92 anos de prisão - Notícias
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Trânsito Legal : Motorista que matou quatro pessoas após beber é condenado a 92 anos de prisão
Enviado por alexandre em 01/09/2014 00:18:01

Motorista que matou quatro pessoas após beber é condenado a 92 anos de prisão
Foto: Reprodução / TV Tem
O motorista Luciano Rosa Macedo, 36 anos, foi condenado na última terça-feira (26) a 92 anos de prisão pela morte de quatro pessoas e por lesões corporais em outras duas. O júri popular decidiu classificar o crime como homicídio doloso – quando há a intenção de matar – já que, segundo a polícia, ele dirigia embriagado. Para o Ministério Público, não há precedentes para o tamanhão rigor de uma sentença em casos do tipo. Geralmente, penas tão altas são dispensadas a pessoas envolvidas em chacinas. De acordo com a Folha de S. Paulo, os advogados acreditam que a Justiça passa por uma tendência de endurecer a punição para quem comete crimes no trânsito sob efeito de álcool ou em acima da velocidade permitida na via. O caso aconteceu em maio de 2012, quando Macedo dirigia em uma estrada de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ele tentou fazer uma ultrapassagem em local proibido e bateu de frente em um Corsa. A mulher dele e três sobrinhos morreram e ocupantes do outro veículo ficaram gravemente feridos.

Trânsito Legal : EM UM PAÍS SEM LEIS, ADMINISTRA-SE A MORTE, E NÃO A VIDA
Enviado por alexandre em 28/08/2014 12:03:07

Nos últimos 32 anos (1980-2012), o crescimento da mortandade no trânsito foi de 125% no número de mortes absolutas; considerando-se a taxa de mortes por 100 mil habitantes, o aumento foi de 37,5%, o que torna o Brasil o campeão mundial de mortes no trânsito. A média de crescimento anual de mortes no trânsito, para este período, é de 2,77%. Faz 32 anos que os óbitos estão aumentando fortemente e não se vê nenhuma política pública radical de prevenção de mortes (é uma prova inequívoca do quanto as políticas públicas não valorizam a vida). As autoridades sempre empurram o problema com a barriga (são, portanto, administradores de mortes, não de vidas).

Trânsito Legal : Trânsito matou meio milhão de pessoas em dez anos - Sergio Pires
Enviado por alexandre em 20/08/2014 10:25:16

Dados da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostram um número inacreditável: de 2003 a 2012, um total de 536 mil brasileiros morreram em acidentes de trânsito. Em centenas de casos, as tragédias dizimaram famílias inteiras, em cada quadrante deste país. Dez vezes mais do que todos os americanos mortos durante a Guerra do Vietnam, uma das mais violentas do Século 20. Números de 2003: cerca de 35 mil mortos. E no último ano pesquisa, 2012: 60.700 vidas levadas nos acidentes. O responsável pela pesquisa faz uma análise crua sobre esses números apavorantes. O professor Paulo César Ribeiro lembra que o número de vidas perdidas neste período é como se tivesse desaparecido completamente, toda a população de uma grande cidade brasileira, como Campinas. Ou mais do que toda a população de Porto Velho, na faixa das 450 mil pessoas. Numa outra conta, se contabilizaria  que o número é igual a um terço de todos os habitantes do estado de Rondônia, homens, mulheres, velhos, jovens e crianças.... Para o professor, o mais grave é que "morreu toda essa multidão e ninguém está dando bola para isso". As pessoas e, principalmente as autoridades, acham que essa tragédia é uma coisa normal da vida...

O resultado da pesquisa é assustador por si só. Mas o pior é que não se vê ações profundas, concretas e realistas, de curto, médio e longo prazos, para reduzir drasticamente essa mortandade.  As medidas paliativas tomadas nos últimos anos, nunca deram resultado concreto. Quando um país, numa década, perde mais de meio milhão de pessoas e não parte para ações drásticas, para acabar com essa tragédia, é porque não está, mesmo, priorizando a vida humana. É urgente que encontremos um caminho para que nunca mais se perca tantas vidas, nas rodovias, estradas, ruas e avenidas brasileiras.

Trânsito Legal : O Trânsito no Brasil Hoje
Enviado por alexandre em 19/07/2014 11:45:26

Por: JORGE LUCENA

Dirigir nos dias de hoje aqui no Brasil, é um ato de extremo risco, parece até exagero de minha parte, mas quem enfrenta todos os dias o trânsito no Brasil, sabe o que estou querendo dizer, apesar de possuirmos um código de trânsito, com leis pré determinadas e aprovadas, por todas as instâncias responsáveis, e por mais que se tente seguir a risca todas as leis e regras do trânsito, na atualidade, sempre nos deparamos com irresponsáveis, estressados e sem nenhum tipo de comprometimento, com as leis e as regras de trânsito.

Infelizmente verdadeiras máfias, se formam dentro dos Detrans de todo o País, onde a corrupção impera, e por mais que se tente acabar, com esse tipo de prática, sempre após certo tempo, outros da mesma espécie chegam, e começa tudo de novo. Já às pessoas que desejam retirar a sua CNH, de forma honesta são maltratadas, e mal informadas, ao passo que todos que aceitam pagar a terceiros, para facilitar determinadas ações burocráticas, são tratados de forma mais prazerosa, quanto maior for o poder aquisitivo do candidato, menos provas e burocracia ele terá de enfrentar. Contribuindo assim, para a formação de um futuro motorista leigo, no tocante as regras e as leis de trânsito, formando e colocando nas ruas e estradas de nosso País um verdadeiro (a) homicida ou suicida impotêncial.

É público e notório, os relatos feitos pelos órgãos públicos, referentes ao crescente número de acidentes, causados pela imprudência de algum motorista, ou pela irresponsabilidade ao volante, em estado de embriaguez ou utilizando aparelho celular. O número crescente de vítimas inocentes, no nosso trânsito chega a proporções alarmantes, e ai fica a nossa indagação: O que as autoridades devem fazer, para mudar essa realidade? Será que apenas punir, os funcionários corruptos, dentro das instituições e manter a vigilância resolverão?

Por não oferecer a população, um transporte público de qualidade, dentro das cidades, é que estamos presenciando um notável aumento, da quantidade de veículos transitando dentro de nossas cidades, conseqüentemente, o número de acidentes e de verdadeiros “BARBEIROS(AS)”, que saem dos Detrans sem os reais conhecimentos, das regras e do código de transito nacional, infelizmente também aumentam. Essa infeliz realidade torna se mais alarmante ainda, quando adicionamos a tudo isso, a imprudência e a falta de noção, dos condutores dos veículos ciclomotores, que fazem ultrapassagens de forma irresponsáveis e criminosas, colocando de forma real, em risco a vida dos pedestres, dos outros condutores de veículos, e até a sua própria. 

Como se não bastasse todos esses problemas, ainda enfrentamos enormes engarrafamentos, em determinados horários de pico. É necessário que se tome uma iniciativa, principalmente a partir das autoridades responsáveis por esse setor, no sentido de pelo menos, minimizar parte desses problemas, seja melhorando a qualidade do transporte público, ou procurando fiscalizar de forma enérgica os detrans, no sentido de acabar de uma vez por todas, com essas máfias de terceirização, colocando pessoas capacitadas, e habilitadas pelos órgãos públicos, com a finalidade de orientar, tratar bem, e informar o que se deve fazer, para regularizar ou adquirir de forma honesta, os seus documentos no DETRAN.

Chega a ser revoltante e ridícula, a forma com que somos tratados, quando vamos ao DETRAN, se não formos acompanhados, de algum “DESPACHANTE” para regularizar algum emplacamento, ou tirar a CNH. Se a figura do despachante é necessária, porque então, não se regulariza essa profissão por concurso público? Modificando pelo menos, a forma de tratamento, dispensada ao usuário que procura aquela instituição.

Deixamos aqui, a nossa crítica realista e construtiva, na esperança de comover as nossas autoridades, a juntos com a nossa sociedade, tomarmos as devidas providências, no sentido de melhorar o transporte público, e acabar com a corrupção dentro dos Detrans, mesmo que para isso, seja necessário a intervenção do governo federal.

Trânsito Legal : BRAÇO ESTENDIDO PODE SER ADOTADO COMO SINAL DE TRÂNSITO
Enviado por alexandre em 08/07/2014 16:10:57

Projeto em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) altera o Código de Trânsito Brasileiro (CBT) para normatizar a travessia de pedestres em faixa sinalizada. Pela proposta da Câmara dos Deputados (PLC 26/2010), os pedestres terão de fazer gesto com o braço para solicitar a parada dos veículos antes de cruzar a pista. O aceno seria exigido para travessias de faixas onde não existam semáforos.
A intenção da autora, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), é motivar todas as cidades brasileiras a seguirem uma prática habitualmente observada nas vias de Brasília. Na capital do país, os pedestres estendem o braço quando desejam atravessar as faixas e normalmente os motoristas concedem preferência de passagem.
Em análise favorável à proposta, o relator, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), destacou que a inovação adotada na capital federal resultou em ganhos objetivos para a segurança do transeunte. Com o gesto, assinalou, o motorista percebe claramente a intenção de quem está ao lado da faixa.
“Entendemos que se trata de medida simples e que não implica custos adicionais, podendo ser facilmente replicada de norte a sul do Brasil”, argumentou.
Emendas
Mesmo recomendando a aprovação, o relator sugeriu emenda para retirar do texto dispositivo que determina ao pedestre a espera por outras pessoas para atravessar “vias de grande fluxo”. Valadares argumenta que o texto não estipula o conceito de “vias de grande fluxo”, nem a quantidade de pessoas que devem atravessar em bloco.
Também observou que, nas vias onde a paralisação ocasionada pela travessia dos pedestres é mais constante, outras medidas de resolução dos conflitos podem ser adotadas. Como exemplo, ele citou a instalação de semáforo para pedestres, a presença de um agente de trânsito nos períodos mais críticos ou mesmo a instalação de um túnel ou passarela.
Outra emenda suprimiu a indicação para que o “gesto do pedestre” passe a constar do Anexo II do CTB. O relator observa que o anexo é ilustrado por figuras e que o projeto não encaminha o desenho a ser inserido. Por isso, sugeriu que o Conselho Nacional de Trânsito seja responsável por ajustar o anexo, “na forma que entender ser a tecnicamente mais apropriada”.

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