Trânsito Legal - Trânsito matou meio milhão de pessoas em dez anos - Sergio Pires - Notícias
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Trânsito Legal : Trânsito matou meio milhão de pessoas em dez anos - Sergio Pires
Enviado por alexandre em 20/08/2014 10:25:16

Dados da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostram um número inacreditável: de 2003 a 2012, um total de 536 mil brasileiros morreram em acidentes de trânsito. Em centenas de casos, as tragédias dizimaram famílias inteiras, em cada quadrante deste país. Dez vezes mais do que todos os americanos mortos durante a Guerra do Vietnam, uma das mais violentas do Século 20. Números de 2003: cerca de 35 mil mortos. E no último ano pesquisa, 2012: 60.700 vidas levadas nos acidentes. O responsável pela pesquisa faz uma análise crua sobre esses números apavorantes. O professor Paulo César Ribeiro lembra que o número de vidas perdidas neste período é como se tivesse desaparecido completamente, toda a população de uma grande cidade brasileira, como Campinas. Ou mais do que toda a população de Porto Velho, na faixa das 450 mil pessoas. Numa outra conta, se contabilizaria  que o número é igual a um terço de todos os habitantes do estado de Rondônia, homens, mulheres, velhos, jovens e crianças.... Para o professor, o mais grave é que "morreu toda essa multidão e ninguém está dando bola para isso". As pessoas e, principalmente as autoridades, acham que essa tragédia é uma coisa normal da vida...

O resultado da pesquisa é assustador por si só. Mas o pior é que não se vê ações profundas, concretas e realistas, de curto, médio e longo prazos, para reduzir drasticamente essa mortandade.  As medidas paliativas tomadas nos últimos anos, nunca deram resultado concreto. Quando um país, numa década, perde mais de meio milhão de pessoas e não parte para ações drásticas, para acabar com essa tragédia, é porque não está, mesmo, priorizando a vida humana. É urgente que encontremos um caminho para que nunca mais se perca tantas vidas, nas rodovias, estradas, ruas e avenidas brasileiras.

Trânsito Legal : O Trânsito no Brasil Hoje
Enviado por alexandre em 19/07/2014 11:45:26

Por: JORGE LUCENA

Dirigir nos dias de hoje aqui no Brasil, é um ato de extremo risco, parece até exagero de minha parte, mas quem enfrenta todos os dias o trânsito no Brasil, sabe o que estou querendo dizer, apesar de possuirmos um código de trânsito, com leis pré determinadas e aprovadas, por todas as instâncias responsáveis, e por mais que se tente seguir a risca todas as leis e regras do trânsito, na atualidade, sempre nos deparamos com irresponsáveis, estressados e sem nenhum tipo de comprometimento, com as leis e as regras de trânsito.

Infelizmente verdadeiras máfias, se formam dentro dos Detrans de todo o País, onde a corrupção impera, e por mais que se tente acabar, com esse tipo de prática, sempre após certo tempo, outros da mesma espécie chegam, e começa tudo de novo. Já às pessoas que desejam retirar a sua CNH, de forma honesta são maltratadas, e mal informadas, ao passo que todos que aceitam pagar a terceiros, para facilitar determinadas ações burocráticas, são tratados de forma mais prazerosa, quanto maior for o poder aquisitivo do candidato, menos provas e burocracia ele terá de enfrentar. Contribuindo assim, para a formação de um futuro motorista leigo, no tocante as regras e as leis de trânsito, formando e colocando nas ruas e estradas de nosso País um verdadeiro (a) homicida ou suicida impotêncial.

É público e notório, os relatos feitos pelos órgãos públicos, referentes ao crescente número de acidentes, causados pela imprudência de algum motorista, ou pela irresponsabilidade ao volante, em estado de embriaguez ou utilizando aparelho celular. O número crescente de vítimas inocentes, no nosso trânsito chega a proporções alarmantes, e ai fica a nossa indagação: O que as autoridades devem fazer, para mudar essa realidade? Será que apenas punir, os funcionários corruptos, dentro das instituições e manter a vigilância resolverão?

Por não oferecer a população, um transporte público de qualidade, dentro das cidades, é que estamos presenciando um notável aumento, da quantidade de veículos transitando dentro de nossas cidades, conseqüentemente, o número de acidentes e de verdadeiros “BARBEIROS(AS)”, que saem dos Detrans sem os reais conhecimentos, das regras e do código de transito nacional, infelizmente também aumentam. Essa infeliz realidade torna se mais alarmante ainda, quando adicionamos a tudo isso, a imprudência e a falta de noção, dos condutores dos veículos ciclomotores, que fazem ultrapassagens de forma irresponsáveis e criminosas, colocando de forma real, em risco a vida dos pedestres, dos outros condutores de veículos, e até a sua própria. 

Como se não bastasse todos esses problemas, ainda enfrentamos enormes engarrafamentos, em determinados horários de pico. É necessário que se tome uma iniciativa, principalmente a partir das autoridades responsáveis por esse setor, no sentido de pelo menos, minimizar parte desses problemas, seja melhorando a qualidade do transporte público, ou procurando fiscalizar de forma enérgica os detrans, no sentido de acabar de uma vez por todas, com essas máfias de terceirização, colocando pessoas capacitadas, e habilitadas pelos órgãos públicos, com a finalidade de orientar, tratar bem, e informar o que se deve fazer, para regularizar ou adquirir de forma honesta, os seus documentos no DETRAN.

Chega a ser revoltante e ridícula, a forma com que somos tratados, quando vamos ao DETRAN, se não formos acompanhados, de algum “DESPACHANTE” para regularizar algum emplacamento, ou tirar a CNH. Se a figura do despachante é necessária, porque então, não se regulariza essa profissão por concurso público? Modificando pelo menos, a forma de tratamento, dispensada ao usuário que procura aquela instituição.

Deixamos aqui, a nossa crítica realista e construtiva, na esperança de comover as nossas autoridades, a juntos com a nossa sociedade, tomarmos as devidas providências, no sentido de melhorar o transporte público, e acabar com a corrupção dentro dos Detrans, mesmo que para isso, seja necessário a intervenção do governo federal.

Trânsito Legal : BRAÇO ESTENDIDO PODE SER ADOTADO COMO SINAL DE TRÂNSITO
Enviado por alexandre em 08/07/2014 16:10:57

Projeto em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) altera o Código de Trânsito Brasileiro (CBT) para normatizar a travessia de pedestres em faixa sinalizada. Pela proposta da Câmara dos Deputados (PLC 26/2010), os pedestres terão de fazer gesto com o braço para solicitar a parada dos veículos antes de cruzar a pista. O aceno seria exigido para travessias de faixas onde não existam semáforos.
A intenção da autora, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), é motivar todas as cidades brasileiras a seguirem uma prática habitualmente observada nas vias de Brasília. Na capital do país, os pedestres estendem o braço quando desejam atravessar as faixas e normalmente os motoristas concedem preferência de passagem.
Em análise favorável à proposta, o relator, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), destacou que a inovação adotada na capital federal resultou em ganhos objetivos para a segurança do transeunte. Com o gesto, assinalou, o motorista percebe claramente a intenção de quem está ao lado da faixa.
“Entendemos que se trata de medida simples e que não implica custos adicionais, podendo ser facilmente replicada de norte a sul do Brasil”, argumentou.
Emendas
Mesmo recomendando a aprovação, o relator sugeriu emenda para retirar do texto dispositivo que determina ao pedestre a espera por outras pessoas para atravessar “vias de grande fluxo”. Valadares argumenta que o texto não estipula o conceito de “vias de grande fluxo”, nem a quantidade de pessoas que devem atravessar em bloco.
Também observou que, nas vias onde a paralisação ocasionada pela travessia dos pedestres é mais constante, outras medidas de resolução dos conflitos podem ser adotadas. Como exemplo, ele citou a instalação de semáforo para pedestres, a presença de um agente de trânsito nos períodos mais críticos ou mesmo a instalação de um túnel ou passarela.
Outra emenda suprimiu a indicação para que o “gesto do pedestre” passe a constar do Anexo II do CTB. O relator observa que o anexo é ilustrado por figuras e que o projeto não encaminha o desenho a ser inserido. Por isso, sugeriu que o Conselho Nacional de Trânsito seja responsável por ajustar o anexo, “na forma que entender ser a tecnicamente mais apropriada”.

Trânsito Legal : Principais Leis de Trânsito
Enviado por alexandre em 14/06/2014 17:51:24

A palavra lei, em seu sentido mais amplo significa sempre ordenação através de regularidades. A lei 9.503/97 é que regulamenta o trânsito no Brasil através do CTB – Código de Trânsito Brasileiro  e suas resoluções complementares. Os estados da nação brasileira complementam o CTB e suas resoluções por meio de portarias e decretos. Além disso, os órgãos de cada município normatizam os detalhes do trânsito.

Dentre as principais leis de trânsito, podemos destacar a de sinalização, afinal, é de extrema importância ter as vias corretamente sinalizadas para obter uma perfeita orientação do condutor e, como conseqüência, o melhor trânsito possível (segurança). A sinalização deverá ser legível e visível durante o dia e a noite. Os sinais de trânsito são classificados como verticais, horizontais, luminosos, sonoros, dispositivos auxiliares de sinalização e gestos do agente de trânsito.

Outra lei que merece destaque é a que diz respeito à educação no trânsito, pois só através de condutores bem educados e conscientes é que se pode ter uma postura de direção pautada pela prudência e respeito. As campanhas de educação no trânsito serão promovidas desde a pré-escola até o final do ensino superior, por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades da educação e do Sistema Nacional de Trânsito. Os meios de comunicação como a televisão e o rádio são obrigados a difundir as campanhas de educação no trânsito de forma gratuita. São os órgãos competentes do Sistema Nacional de Trânsito que determinam a freqüência destas campanhas.

A habilitação do condutor também é uma lei extremamente importante e lhe será entregue após os exames realizados junto ao órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito Federal. Para tanto o candidato deverá ser legalmente imputável, ser alfabetizado, ter carteira de identidade (ou algo equivalente). As informações do candidato serão registradas no RENACH (Registro Nacional de Carteira de Habilitação). As categorias de habilitação podem ser: A (habilitação para dirigir veículos de duas ou três rodas); B (condutor de veículo não abrangido pela categoria A, cujo peso total não ultrapasse os 3500 kg e o número de ocupantes não seja maior que 8 – além do motorista); C (Motorista de veículo motorizado usado em transporte de carga e cujo peso bruto total não passe dos 3500 kg); D (condutor de veículo motorizado usado no transporte de passageiros, cuja lotação passe dos 8 lugares, além do motorista) e categoria E (condutor de combinação de veículos cuja unidade tratora se encaixe nas categorias B,C e D e cuja unidade acoplada (semi-reboque, reboque, articulada) tenha 6000 kg ou mais de peso bruto total e cuja lotação ultrapasse os 8 lugares.

Leia mais:

Trânsito Legal : A maior arma do trânsito é o ser humano
Enviado por alexandre em 18/05/2014 22:34:46

Considerado como problema de saúde pública, trânsito tem estatísticas ampliadas em função do fator humano

 

O psicólogo holandês Reinier Rozestraten define no livro “Psicologia do Trânsito: conceitos e processos básicos”, o trânsito como um “conjunto de deslocamento de pessoas e veículos nas vias públicas, dentro de um sistema convencional de normas, que tem por fim assegurar a integridade de seus participantes”. Buscando responder por que o trânsito é uma das principais causas de morte no planeta, profissionais das mais diversas áreas de atuação e do conhecimento, como psicólogos, engenheiros, educadores, médicos e agentes de trânsito têm se empenhado para determinar o fator causal dos acidentes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o trânsito como um problema de saúde pública, já que ele é a principal causa de morte, especialmente entre os jovens. Segundo dados de 2013 do Ministério da Saúde, em Curitiba, o trânsito é a segunda principal causa morte, perdendo apenas para as agressões. Além de representarem um problema para a saúde, os acidentes de trânsito correspondem ao custo anual de 1 a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para os países menos desenvolvidos. No caso do Brasil, o custo social e material dos acidentes de trânsito é próximo a 1% do PIB. Os acidentes de trânsito expõem todos os usuários do espaço público, e o fator humano, estudado no campo da Psicologia, é apontado o principal responsável por esses acidentes.

 

Fator humano
O fator humano, também conhecido como ergonomia, é definido como o conjunto de interações entre pessoas e máquinas, pessoas e procedimentos, pessoas e o meio ambiente e, por fim, entre pessoas e pessoas. Cada ser humano tem um comportamento próprio de acordo com a situação, experiência de vida, escolaridade, nível socioeconômico, ideais e valores. Essas características costumam ser carregadas para o trânsito e influenciam diretamente nas ações do condutor.

Por isso, o fator humano é apontado como o responsável pela maioria dos acidentes. As extensões dos seus efeitos nos incidentes de trânsito mostram algumas atitudes inadequadas, por parte de alguns condutores, prejudicam o bom desempenho do trânsito, colocando em risco as pessoas que estão na via pública e eles próprios. Com isso, a movimentação de todos os componentes que formam o trânsito vão se estabelecendo e acontecendo conforme a atitude e o comportamento do ser humano.

O trânsito no Brasil é considerado um dos mais perigosos do mundo. Em média, ocorre um acidente para cada 410 veículos em circulação, enquanto que na Suécia, país com uma das menores taxas de acidentes, é de um para cada 21,4 mil veículos. Enquanto nos países desenvolvidos existe um esforço para o controle dos acidentes de trânsito, nos países em desenvolvimento, como o Brasil, o problema é cada vez maior.

Segundo a OMS, os países de baixa e média renda concentram o índice de 80% das mortes no trânsito. Apenas 7% da população mundial têm leis adequadas para fatores de risco no trânsito. Eliana Bueno de Sá, diretora de ensino de uma autoescola de Curitiba, que atua na área de educação do trânsito há 40 anos, explica que o excesso de velocidade que diminui o tempo de reação para os imprevistos: “Dirigir sob efeito de álcool e drogas causa diminuição de reflexos e retarda o tempo de reação. A imprudência de pedestres, de ciclistas e de motociclistas em relação ao não uso da faixa de pedestres, de cinto, de capacete, mecanismos de retenção para crianças, são pouco aproveitados para reduzir a gravidade e a frequência dos acidentes. O exemplo mais típico é o não uso do cinto no banco traseiro”.


Serviço
O Instituto Paz no Trânsito (IPTRAN) surgiu com a função social de contribuir ativamente para a redução do número de vítimas de acidentes de trânsito. Por isso investe em projetos que promovam conscientização e responsabilidade em motoristas e outros atores envolvidos no trânsito, a partir de ações educativas que instiguem o comprometimento com a vida, o maior valor defendido pela instituição.

O IPTRAN presta atendimento psicológico gratuito a vítimas de acidentes de trânsito, familiares e motoristas envolvidos em acidentes e/ou crimes de trânsito. Para mais informações entre em contato pelo Facebook, pelo site oficial ou pelo telefone (41) 3023-1706.
A sede do IPTRAN está localizada na Rua Fernando Amaro, 802, Alto da XV. Há atendimentos às terças-feiras e quintas-feiras no período da tarde e às quartas-feiras durante todo o dia. 

 

Mahara de Gouvêa é estudante do 7º Período do curso de Jornalismo da UniBrasil.

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