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Política : CAPACITADO
Enviado por alexandre em 01/08/2021 00:05:19

O presidente Bolsonaro é um homem muito capacitado no que faz

Pr. Josué Valandro Jr. deu declarações em uma rede social

Pr. Josué Valandro Jr. ao lado do presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro Foto: Reprodução

Neste sábado (31), o pastor Josué Valandro Jr., líder da Igreja Batista Atitude, usou as redes sociais para defender o presidente Jair Bolsonaro. O religioso rebateu críticas que o governo federal recebe por conta de decisões.

Valandro destacou que para presidir o país, alguns acordos são necessários. Ele disse ainda que Bolsonaro “é um homem muito capacitado no que faz”.

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– Será que é tão difícil entender que para presidir este país, alguns acordos são necessários, se goste ou não? Quando se tem um xeque mate prestes a acontecer no xadrez, retirar uma peça do tabuleiro desarma o inimigo. Pense! O presidente é um homem muito capacitado no que faz – declarou.

Publicação do Pr. Valandro sobre Bolsonaro Foto: Reprodução

Bolsonaro: “Queiroga se adaptou à minha maneira de trabalhar”

Presidente também teceu críticas à CPI da Covid-19

Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (31), durante agenda em Presidente Prudente (SP), que o ministro da Saúde Marcelo Queiroga não demorou a se adaptar à sua maneira de trabalhar. Como exemplo da parceria entre os dois, o chefe do Executivo citou a realização da Copa América.

– Queiroga se adaptou rapidamente à minha maneira de trabalhar. Liguei para o Queiroga e falei: Nós vamos ter que Copa América, ele falou: “Presidente, precisamos de um protocolo”. Eu falei: Quanto tempo vai demorar Queiroga? “Ah, poucos dias”. Queiroga, é agora, é o protocolo da Libertadores. “Sim, senhor presidente”. E resolvemos em 10 minutos a questão da Copa América – relatou.

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Bolsonaro também teceu críticas ao relator da à CPI da Covid-19, e o relator da Comissão, senador Renan Calheiros, que às vésperas da competição disse que o Brasil sediaria o “campeonato da morte”.

– Logicamente, naquela CPI do além, do circo, o presidente com 17 inquéritos no Supremo falou que eu ia realizar a copa da morte. Trinta dias depois, infelizmente não fomos campeões, porque a única rivalidade que temos com a Argentina é no futebol, no mais torcemos muito para eles, mas terminamos com o número de óbitos praticamente a metade e continua reduzindo – argumentou.

O presidente declarou ainda que sempre alerta o ministro da Saúde sobre a possibilidade do surgimento de irregularidades na pasta, que possui grande orçamento.

– Sempre digo ao Queiroga: pode ser que apareça algum problema no ministério dele, afinal de contas, o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados – afirmou.


Política : INOPORTUNO
Enviado por alexandre em 31/07/2021 23:57:15

Temer diz que ataques de Bolsonaro ao TSE e STF são inúteis e inconstitucionais

O ex-presidente Michel Temer afirmou que os ataques do presidente Jair Bolsonaro ao processo eleitoral, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) são "inúteis e inconstitucionais". A afirmação foi feita em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste sábado (31).


"Claro que, depois de fazer os ataques, ele os nega. É absolutamente inútil e inconstitucional. A Constituição diz que os Poderes são independentes, mas são harmônicos entre si. Toda vez que há desarmonia há uma inconstitucionalidade", declarou Temer.

 

O ex-presidente também afirmou que Bolsonaro chegou ao poder com "uma certa onipotência", o que fez com que ele demorasse a perceber que precisava do Congresso para governar. "Não existe a possibilidade de o presidente comandar tudo. Só comanda com o apoio do Congresso Nacional, e não é apenas porque o presidente queira trazer o Congresso para governar junto, mas porque a Constituição assim o determina. Ele (Bolsonaro) percebeu e começou a tentar trazer o Congresso, que é fundamental para a governabilidade", comentou, falando sobre a escolha de Ciro Nogueira (PP-PI) para a Casa Civil.

 

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Na entrevista, Temer ainda disse que acredita que vai haver uma terceira via nas eleições presidenciais de 2022, e que isso seria "uma homenagem ao eleitor". Para ele, um candidato de centro precisa cumprir a Constituição Federal, ter experiência e trazer a ideia de união dos brasileiros.

 

"O Brasil não pode continuar mais com esta guerra entre brasileiros e entre as próprias instituições", disse o ex-presidente, que acredita que o país vive a maior crise desde a redemocratização.

 

 

Temer ainda declarou que a discussão a respeito do voto impresso é inútil. "O voto eletrônico no Brasil serviu de exemplo para outros países. Tecnicamente, não conheço essa questão, mas não vejo como se possa violar a urna eletrônica. Em face do sucesso que se verificou, tenho a sensação de que essa discussão não deveria ser colocada em pauta".

 

Fonte: iG

Política : DEMOCRACIA JÁ
Enviado por alexandre em 31/07/2021 23:54:24

Com impopularidade de partidos políticos, defesa da democracia direta ganha adeptos

Em 1796, o presidente americano George Washington criticou os partidos políticos por permitirem que "homens ardilosos, ambiciosos e sem princípios" "subvertessem o poder do povo".

A acusação dele parece fortemente oportuna hoje, apenas alguns meses depois de 147 congressistas republicanos dos EUA contestarem publicamente os resultados da mais recente eleição presidencial americana.

Mas, mesmo bem antes disso, vários americanos compartilhavam da preocupação de Washington.

A popularidade dos partidos está no fundo do poço nos EUA, com os partidos Democrata e Republicano sendo amplamente condenados por não apenas não serem representativos, como também por terem sido sequestrados pelas elites.

Na verdade, uma parcela cada vez maior de eleitores americanos — 38% em 2018 — se identifica como não filiada a nenhum dos partidos.

Essa proporção é agora maior do que a parcela de eleitores que se identificam com republicanos ou democratas.

Parece ser um fenômeno internacional.

Na Europa, por exemplo, partidos tradicionalmente poderosos de centro-esquerda estão sendo acusados ​​de ignorar seus eleitores, contribuindo potencialmente para uma reação que ajudou a empurrar o Reino Unido para o Brexit (saída da União Europeia).

A crescente animosidade em relação aos partidos inspirou debates entre cientistas políticos.

Os defensores do sistema partidário tradicional afirmam que a democracia depende de facções políticas fortes, organizadas e confiáveis.

"As pessoas na política muitas vezes tentam contornar os partidos, ir diretamente às pessoas. Mas sem os partidos, teríamos o caos", diz a cientista política Nancy Rosenblum, da Universidade de Harvard, nos EUA, que analisa os desafios que os partidos políticos enfrentam hoje.

Mas um pequeno grupo de acadêmicos, muitos deles jovens, afirma que é hora de começar a visualizar uma democracia mais aberta e direta, com menos mediação de partidos e políticos profissionais.

Propostas como essas eram vistas como "completamente marginais" até uma década atrás, diz Hélène Landemore, cientista política da Universidade de Yale, nos EUA.

Mas, segundo ela, certos eventos — incluindo a crise econômica de 2008 e a eleição de Donald Trump para a Presidência em 2016 — ampliaram o escopo do debate.

Várias tendências aceleraram o declínio da popularidade e do poder dos partidos nos Estados Unidos.

Os esquemas de clientelismo partidário que recompensavam os apoiadores com empregos públicos há muito tempo deram lugar a sistemas mais meritocráticos.

O surgimento de comitês independentes de ação política deu aos candidatos uma fonte de financiamento de campanha — cerca de US$ 4,5 bilhões na última década — fora dos canais do partido que antes dominavam o acesso ao dinheiro da campanha.

Isso tornou muitos candidatos mais empreendedores e menos dependentes da burocracia partidária.

Em terceiro lugar, os partidos agora determinam seus candidatos por meio de eleições primárias, em vez de reuniões com membros do partido.

Apenas 17 primárias foram realizadas em 1968 — hoje, cada Estado americano tem uma primária ou caucus.

Essa mudança para as primárias universais transferiu a influência de veteranos do partido para ativistas mais radicais, que são mais propensos do que a média dos eleitores a votar nas primárias, diz Ian Shapiro, cientista político de Yale.

Em 2018, o Comitê Nacional Democrata reduziu até mesmo a influência dos superdelegados, centenas de integrantes VIPs do partido que também tinham votos na seleção de candidatos.

Isso foi para assegurar os eleitores de que estavam sendo ouvidos pelos dirigentes do partido, declarou o vice-presidente do comitê na época.

Em muitas partes dos Estados Unidos, o "gerrymandering" partidário contribuiu para tornar os candidatos menos representativos de seus eleitores, ao criar "cadeiras seguras" para ambos os partidos.

Isso significa que os vencedores são, de fato, decididos nas primárias que colocam democratas contra democratas e republicanos contra republicanos.

Esse fenômeno ajuda a explicar a eleição ao Congresso, em 2018, de Alexandria Ocasio-Cortez, uma socialista democrata de 28 anos que nunca havia exercido um cargo eletivo antes, diz Shapiro.

Pessoa escrevendo em cédula de votação

Crédito, Yasuyoshi Chiba/AFP/Getty Images

Legenda da foto,

A escolha entre candidatos e os partidos políticos que eles representam se tornou uma característica definidora da maioria das eleições democráticas

Ocasio-Cortez derrotou um democrata influente já estabelecido em uma primária à qual menos de 12% dos eleitores compareceram.

Nem todos concordam que os partidos políticos são mais fracos hoje do que antes.

A polarização extrema de hoje significa que grande parte da população está mais fortemente ligada ao seu próprio partido, diz Rosenblum, e os esforços liderados pelos partidos de supressão ou mobilização de eleitores, na verdade, tornam os líderes partidários mais poderosos do que nunca.

Ainda assim, Shapiro e muitos outros especialistas acreditam que os partidos políticos sofreram uma grande perda de influência, que por sua vez foi uma perda para a democracia em geral.

"Os partidos políticos são a instituição central da responsabilidade democrática porque os partidos, não os indivíduos que os apoiam ou os constituem, podem oferecer visões concorrentes de interesse público", escreveram Shapiro e sua colega de Yale, Frances Rosenbluth, em um artigo de opinião de 2018.

Os eleitores, argumentam eles, não têm tempo nem experiência para pesquisar os custos e benefícios das políticas e pesar seus interesses pessoais em relação ao que é melhor para a maioria no longo prazo.

Para mostrar o que pode dar errado com uma votação de questão única sem orientação partidária, Shapiro e Rosenbluth citam a notória Proposição 13 da Califórnia, uma iniciativa eleitoral de 1978 que restringiu drasticamente os aumentos de impostos sobre propriedades.

A princípio, a medida pareceu uma vitória para muitos eleitores.

No entanto, ao longo dos anos, a nova regra também dizimou os orçamentos locais a ponto de os gastos escolares por aluno da Califórnia ocuparem agora quase as últimas posições do ranking dos 50 Estados americanos.

Os partidos desempenham muitas outras funções importantes, incluindo facilitar acordos, diz Russell Muirhead, cientista político da Universidade de Dartmouth, nos EUA, e coautor de Rosenblum.

Como exemplo, Muirhead cita a lei agrícola (Farm Bill), que os dois partidos renegociam aproximadamente a cada cinco anos.

Cada vez que eles se sentam para negociar, "os democratas querem ajuda alimentar para a população urbana, e os republicanos querem ajuda para os agricultores e, de alguma forma, eles sempre chegam a um acordo", diz ele.

Partidários de Al Gore e George W. Bush com cartazes

Crédito, Bill Greenblatt/Getty Images

Legenda da foto,

Apesar da política partidária tensa e muitas vezes combativa em vários países, os partidos políticos também encontram espaço para acordos e para trabalhar juntos

"A alternativa é favorecer um lado ou simplesmente não passar nada."

E talvez o mais importante, os dois principais partidos dos Estados Unidos tradicionalmente cooperam no reconhecimento da legitimidade de seus oponentes, como escrevem Rosenblum e Muirhead.

Outros países, como Tailândia, Turquia e Alemanha, baniram partidos políticos que seus governos consideraram desestabilizadores demais para a democracia.

A cooperação dos partidos americanos ajudou a manter a paz, garantindo aos eleitores americanos que, mesmo que percam hoje, podem muito bem vencer amanhã.

Agora, no entanto, essa regra fundamental está sendo quebrada, dizem Rosenblum, Muirhead e outros, com alguns líderes partidários acusando até mesmo seus oponentes de traição.

"A principal coisa que está acontecendo agora é que temos um argumento explícito de que o partido da oposição é ilegítimo", afirma Rosenblum.

"Trump vem chamando os democratas de inimigos do povo e ilegítimos, e dizendo que a eleição é fraudulenta. Este é o caminho para a violência, já que não há como corrigir isso com outra eleição."

Os partidos políticos em todo o mundo perderam considerável boa fé e influência, diz Shapiro. Mas ele sugere que, em vez de bani-los ou minar ainda mais seu poder, devemos fortalecê-los e torná-los mais confiáveis.

Ele e seus colegas defendem a reforma do financiamento de campanha, para acabar com as atuais guerras de lances caóticas pela lealdade dos candidatos, embora esse objetivo continue a ser elusivo.

Para combater a ascensão do extremismo, eles também pedem que o trabalho de redistribuição de distritos eleitorais seja feito por comissões apartidárias, em vez do "gerrymandering".

Para reduzir ainda mais o risco de as primárias aumentarem a polarização, Shapiro propõe que os líderes partidários tenham permissão para escolher os candidatos se o comparecimento nas eleições primárias for abaixo de 75% do comparecimento nas eleições gerais anteriores.

Landemore e seus seguidores afirmam que essas ideias não correspondem à urgência do dilema atual.

Ela convida as pessoas a imaginarem como a democracia pode funcionar com menos ou até mesmo zero dependência de partidos políticos e, particularmente, sem campanhas eleitorais dispendiosas e potencialmente corruptas.

Uma possibilidade, diz ela, seria nomear aleatoriamente grupos de cidadãos, escolhidos como os júris de hoje, para liderar o governo, enquanto se alternam por períodos fixos por meio de uma "Casa do Povo" permanente.

Essas assembleias de cidadãos seriam mais representativas do que o atual Congresso americano, escreveu Alexander Guerrero, filósofo da Universidade Rutgers, nos EUA, em um artigo de opinião de 2019, no qual ele defendia a escolha dos representantes por sorteio.

"Nos Estados Unidos, 140 das 535 pessoas servindo no Congresso têm um patrimônio líquido superior a US$ 2 milhões, 78% são homens, 83% são brancos e mais de 50% eram anteriormente advogados ou empresários", ele observou.

Vários países europeus já tentaram alternativas à democracia partidária. Em 2019-2020, a França realizou uma Convenção Cidadã sobre o Clima, convocando 150 cidadãos escolhidos aleatoriamente para ajudar a conceber formas socialmente justas de reduzir os gases de efeito estufa.

Em dezembro de 2020, o presidente francês concordou em realizar um referendo sobre uma das sugestões da convenção, a inclusão da proteção climática na Constituição federal.

E em 2016, o Parlamento irlandês reuniu 99 cidadãos para deliberar sobre questões persistentes, incluindo a proibição constitucional do aborto.

A maioria da assembleia propôs que a proibição fosse derrubada, o que foi confirmado posteriormente por um referendo nacional, e a lei foi alterada — e tudo isso foi alcançado sem o envolvimento dos partidos políticos estabelecidos.

Apesar do impacto limitado desses esforços até agora, Landemore diz que a maré da opinião pública está mudando.

Há apenas cinco anos, colegas zombaram da ideia de uma "democracia aberta" em uma conferência de ciência política, diz ela, que acrescenta:

"Daqui a cinco anos, acho que seremos absolutamente a corrente principal".

* Esta reportagem foi publicada originalmente na Knowable Magazine e foi republicada aqui sob uma licença Creative Commons.

Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.

Política : TIRO NO PÉ?
Enviado por alexandre em 29/07/2021 08:51:26

Janaina diz que Bolsonaro cavar a própria cova ao nomear Ciro Nogueira para a Casa Civil

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) classificou como “movimento errado” o presidente Jair Bolsonaro ter nomeado Ciro Nogueira para o cargo de ministro da Casa Civil. Nas palavras da deputada, o objetivo seria enfraquecer Paulo Guedes, o que pode provocar descontentamento entre os eleitores. Com isso, Bolsonaro estaria “cavando a própria cova”.

– Qual a lógica desse movimento? A única lógica, a única racionalidade é enfraquecer o Paulo Guedes. É uma desculpa, vamos dizer assim, “falta emprego”, ou “temos que dar uma pasta para o Onyx; o Onyx é fiel”, ou qualquer coisa que o valha. Mas o objetivo parece ser enfraquecer o Paulo Guedes. Então, é mais uma fragilização de bandeiras do governo. É muito ruim. As pessoas que votaram nele [Bolsonaro] estão cada vez mais descontentes. Eu penso que ele [Bolsonaro] está cavando a própria cova – declarou a deputada, em entrevista ao UOL News nesta quarta-feira (28).

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A parlamentar disse também que Bolsonaro “parece que gosta de errar”. Ao citar a situação aparentemente desgastada entre o presidente e seu vice, Hamilton Mourão, Janaína avalia que a postura de Bolsonaro indica insegurança relacionada à “luz própria” do general.

Bolsonaro declarou nesta semana que Mourão faz o seu trabalho, atrapalha um pouco, mas é “igual cunhado”, sendo, portanto, necessário “aturá-lo”. Mourão, por sua vez, respondeu um singelo “sem comentários”.


PSB cobra na Justiça R$ 102 mil de senadora do próprio partido

Partido cobra contribuição mensal que é devida por parlamentares que são detentores de mandato


Leila Barros é alvo de ação do PSB Foto: Agência Senado/Pedro França

O Diretório Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) ingressou com uma ação no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) cobrando R$ 102,5 mil da senadora Leila Barros (PSB-DF). De acordo com a legenda, a parlamentar deixou de pagar a contribuição mensal de detentores de mandato eletivo.

No processo, que tramita na 22ª Vara Cível de Brasília, o partido alega que o repasse de 10% do rendimento bruto é previsto no Estatuto do PSB. Entretanto, de acordo com a sigla, Leila não pagou R$ 3.376,30 mil por mês, entre março de 2019 e junho de 2021, somando uma dívida de R$ 102.481,75, já contando com a correção dos valores.

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– Ao ingressar no Partido Socialista Brasileiro e disputar eleições sob a legenda partidária, a requerida estava plenamente ciente das disposições contidas no Estatuto partidário e de seus deveres como filiada – argumentou o Diretório Nacional do PSB.

Recentemente, o partido obteve decisão favorável em uma ação semelhante. A sigla cobrou R$ 94,7 mil do senador Veneziano Vital do Rêgo (PB), que saiu do PSB e filiou-se ao MDB. Na ocasião, a legenda alegou que o parlamentar não pagou a contribuição partidária entre maio de 2018 e setembro de 2020. Em maio deste ano, a Justiça condenou o senador ao pagamento da quantia.

Atualmente, Leila se prepara para deixar o PSB. A congressista já comunicou a decisão aos líderes de seu atual partido e deve filiar-se ao Cidadania. Em nota, a assessoria da senadora afirmou que ela não foi notificada pela Justiça sobre a ação.

– A parlamentar tratará do assunto apenas na Justiça. Informamos ainda que a senadora Leila preza pelo diálogo respeitoso e manterá essa posição durante todo o processo de desfiliação do partido – diz a nota.

Política : LULA ENGANADOR
Enviado por alexandre em 29/07/2021 08:43:24

Ciro expõe Lula:"Vai continuar protegendo os mais ricos"

Pedetista lançou vídeo alertando para perfil elitista do presidente


Ciro atacou Lula em vídeo nas redes sociais Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes voltou a atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em mais uma de suas críticas, Ciro agora afirmou que Lula, se eleito, continuará “protegendo os mais ricos”.

A declaração veio em um vídeo no qual o ex-governador do Ceará acusa Lula de não ter coragem de taxar grandes fortunas no Brasil.

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– Não há mais dúvida que Lula vai continuar protegendo os mais ricos, como fez em seu governo. Ele criticou a taxação de grandes fortunas e admitiu que pretende deixar tudo como está. A máscara do Lula caiu e revelou que suas ideias estão mais velhas do que nunca – disparou.

– O PT sempre defendeu esta taxação, e nunca teve coragem de implantá-la em seus governos. Fazer os super-ricos pagarem impostos não é só possível, mas absolutamente necessário – defendeu, em vídeo em que elenca as políticas que pretende implementar para “recuperar” o Brasil.


VEJA VÍDEO:https://pleno.news/brasil/eleicoes-2022/ciro-expoe-lula-vai-continuar-protegendo-os-mais-ricos.html

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