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Política : Moro declara patrimônio ao TSE. Confira o valor!

Ex-juiz concorrerá às eleições pela primeira vez

Sergio Moro Foto: EFE/ Joédson Alves

Candidato ao Senado pelo Paraná, o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) registrou, nesta quarta-feira (10), sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declarou o valor de seu patrimônio. O ex-ministro da Justiça afirma ter R$ 1.589.369,94 em bens.

Moro, que está disputando as eleições pela primeira vez, diz ser dono de dois apartamentos, de veículo automotor terrestre, sala comercial em Curitiba, além de investimentos e depósitos bancários no exterior.

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CONFIRA A LISTA COMPLETA:
Depósito bancário em conta corrente no exterior: R$ 392.787,64
Outras participações societárias: R$ 5.000,00
Sala ou conjunto: R$ 45.000,00
Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.: R$ 155.000,00
Apartamento: R$ 192.060,00
Outras participações societárias: R$ 30.000,00
Outras aplicações e investimentos: R$ 50.000,00
Outras participações societárias: R$ 3.000,00
Apartamento: R$ 176.165,00
Depósito bancário em conta corrente no país: R$ 39.220,59
Depósito bancário em conta corrente no país: R$ 10.948,40
Outras aplicações e investimentos: R$ 389.778,35
Outras aplicações e investimentos: R$ 100.409,96

No início de agosto, a esposa do ex-juiz, Rosangela Wolff Moro (União Brasil), também registrou sua candidatura e declarou o valor de seu patrimônio. À Corte Eleitoral, ela afirmou ser dona de R$ 1.340.088,15 em bens. A maior parte (R$ 767 mil) diz respeito a depósitos, aplicações bancárias e dinheiro vivo (R$ 5.309).

Política : TSE pede, e Forças Armadas vão reforçar segurança nas eleições

Segundo governo federal, militares irão ajudar a garantir votação em locais definidos pela Corte eleitoral

TCU vai apurar compra de próteses penianas por parte do Exército Foto: Divulgação/Exército Brasileiro

Apesar das divergências quanto a inspeção dos códigos-fonte das urnas eletrônicas, além de uma possível contagem paralela dos votos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) requisitou, por meio de ofício, o auxílio das Forças Armadas nas eleições deste ano. Os militares irão ajudar a garantir a segurança na votação em locais específicos definidos pela Corte eleitoral.

A informação, segundo o portal Metrópoles, foi divulgada pela Secretaria-Geral da Presidência da República nesta quinta-feira (11). A expectativa é de que a medida seja oficializada por meio de uma publicação do Diário Oficial da União desta sexta (12).

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Segundo o governo federal, a medida é praxe e visa garantir “tranquilidade e a ordem pública”, em qualquer local do Brasil, durante as eleições. O contexto de 2022, entretanto, é diferente dos últimos pleitos eleitorais em que também houve a participação de militares para proteger os eleitores.

Isso porque, nas últimas semanas, as Forças Armadas, amparadas pelo Ministério da Defesa, têm atuado na fiscalização das urnas eletrônicas. O coronel do Exército Ricardo Sant’ana, inclusive, foi destituído da comissão após decisão do presidente do TSE, Edson Fachin. A decisão pela exclusão incomodou as Forças Armadas, que a consideraram “unilateral”.

Política : Sem Bolsonaro e Lula, consórcio de imprensa suspende debate

Evento em pool estava agendado para 14 de setembro, em São Paulo. Consórcio conta com g1, O Globo, Valor, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL


Presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula Foto: PR/Anderson Riedel // Divulgação Lula/Ricardo Stuckert

O debate em pool – entre candidatos à presidência da República – promovido pelo consórcio de imprensa, que estava agendado para o dia 14 de setembro, foi suspenso nesta quinta-feira (11). Os veículos que se propuseram a realizar o evento de forma simultânea eram: g1, O Globo, Valor, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL.

O consórcio tomou a decisão de suspender o debate porque os dois primeiros colocados em todas as pesquisas de intenções de voto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), não se comprometeram, até as 23h59 desta quarta-feira (10), a participar, o que fere a única premissa para a realização do evento.

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A única regra para a concretização do debate, que reuniria os quatro principais candidatos ao Palácio do Planalto em São Paulo, era reunir ao menos três dos quatro primeiros colocados em pesquisa eleitoral Ipec ou Datafolha da semana anterior ao evento.

Conforme informado em reunião realizada em 3 de agosto entre o consórcio e partidos, as campanhas tinham uma semana para confirmar a participação no debate caso preenchessem o requisito de estar entre os quatro primeiros.

As campanhas de Ciro Gomes (PDT), Leonardo Péricles (UP), Luiz Felipe d’Avila (Novo), Pablo Marçal (PROS), Simone Tebet (MDB), Sofia Manzano (PCB), Soraya Thronicke (UB) e Vera Lúcia (PSTU) confirmaram a participação; José Maria Eymael (DC) não respondeu.

Levando isso em conta, o consórcio diz permanecer aberto a voltar a discutir a possibilidade de realização do evento caso haja interesse por parte das campanhas que lideram as pesquisas.

Política : Lula “dá bolo” em empresários de SP

Geraldo Alckmin, vice na chapa, compareceu ao evento que contou com Luiza Trajano

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/Fernando Bizerra Jr.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareceu ao encontro com lideranças do setor varejista, organizado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), em um hotel de São Paulo na manhã desta quarta-feira (10). De acordo com a assessoria de imprensa da campanha, Lula teve uma indisposição estomacal.

O seu vice na chapa, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), e o coordenador do seu programa de governo, o economista Aloizio Mercadante, compareceram ao evento com 78 participantes, entre eles, Luiza Trajano (Magazine Luiza) e Flávio Rocha (Riachuelo).

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Nesta terça (9), Lula esteve em um econtro na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Diante de empresários, o petista atacou o Auxílio Brasil aprovado no governo de Jair Bolsonaro (PL), defendeu que o país “retorne à normalidade” e enalteceu sua parceria com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB). Ele também fez defesa enfática das urnas e do processo eleitoral.

*AE

Política : Moraes será relator do processo de candidatura de Bolsonaro

Ministro e o presidente protagonizam atritos entre o Judiciário e o Executivo


Presidente Jair Bolsonaro cumprimentou o ministro Alexandre de Moraes durante cerimônia de posse no TST Foto: Wilton Junior /Estadão Conteúdo

O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado para ser o relator, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do processo de candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL). O ministro será o responsável por analisar as contas eleitorais apresentadas pelo chefe do Executivo nesta terça-feira (9).

Moraes e Bolsonaro protagonizaram diversos atritos entre o Executivo e o Judiciário. No Supremo Tribunal Federal (STF), de quatro inquéritos dos quais o presidente da República é alvo, Moraes é relator de três. São eles: interferência indevida na Polícia Federal; fake news e milícias digitais; fake news sobre a vacina contra a Covid-19 e o risco de contrair o vírus HIV.

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O TSE analisa os pedidos de candidatos à Presidência e eventuais recursos até o dia 12 de setembro.

Confira os relatores das candidaturas dos demais candidatos:

– Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Carlos Horbach;

– Ciro Gomes (PDT): Carlos Horbach;

– Simone Tebet (MDB): ministro Ricardo Lewandowski;

– Vera Lúcia (PSTU): ministro Ricardo Lewandowski;

– Felipe D’Ávila(Novo): ministro Sérgio Banhos;

– Pablo Marçal (PROS): ministro Alexandre de Moraes;

– Léo Péricles (UP): ministro Mauro Campbell;

– Sofia Manzano (PCB): ministro Ricardo Lewandowski.

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