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Política : Sem foto
Enviado por alexandre em 13/01/2011 18:18:54



Confúcio não quer sua foto em repartições publicas estaduais

O governador do estado Confúcio Moura (PMDB) anunciou através do seu blog que não quer sua foto oficial em repartições públicas estaduais. Com esta medida o governador Confúcio faz o inverso do então governador e senador diplomado Ivo Cassol (PP) e seguido pelo seu sucessor João Cahulla (PPS) que obrigaram qualquer recinto do governo estado a terem suas respectivas fotos.

A submissão era tanta que mesmo depois de deixar o governo para se candidatar a senador a foto de Ivo Cassol foi mantida em muitas repartições públicas estaduais, tendo inclusive duas escolas em Ouro Preto do Oeste ainda ostentarem em suas paredes a foto de Cassol, quando o governador é Confúcio Moura. Ao ser questionado um funcionário de uma das escolas que não quis ter o seu nome divulgado temendo represália informou que a chefia da Representação de Ensino – REN não tinha passado qualquer determinação para retirar a foto de Cassol. A mesma chefia da REN teria repreendido uma diretora em razão de a mesma ter retirado a fotos de Cassol e Cahulla, logo no inicio deste mês de janeiro.

Veja o que escreveu o governador Confúcio Moura em seu blog

Sem foto na parede

Não me vejam, por favor, como um camarada que fura o cerimonial e usos e costumes. O ritual da foto oficial nunca me agradou. Fui Prefeito e não tirei nenhuma foto oficial para expor no Gabinete. Vou deixando o tempo passar e esqueço.


O pessoal já me procurou para tirar a foto para ser exposta nas repartições do Estado. Claro que vou deixar apenas uma na galeria dos ex-governadores. Não sei ainda se é colocada agora ou depois de sair do governo. No lugar de minha foto que se coloque uma Bandeira de Rondônia. Ou quem sabe uma foto dos Lagos de Cuniã,bem mais bonito, não acha?


Postado por Blog do Confúcio Aires Moura às 04:16

Autor: Alexandre Araujo

Política : Crise
Enviado por alexandre em 13/01/2011 10:23:21



Governador fala da crise na saúde e as prioridades de sua gestão


O governador Confúcio Moura foi o entrevistado da primeira edição do ano do programa Rede de Opiniões, que vai ao ar semanalmente pela RedeTV/Rondônia. O programa foi exibido na terça-feira ao vivo, a partir de 21h.

O governador iniciou a entrevista agradecendo à apresentadora Alisângela Lima a oportunidade de participar ao vivo do programa e de poder interagir com o telespectador.

A apresentadora abriu o primeiro bloco questionando sobre a saúde pública, em especial sobre o decreto de estado de iminente perigo e calamidade pública no sistema hospitalar de Rondônia. “Começamos o ano atribulado, o senhor já sabia disso. Até mesmo na campanha o senhor teve contato direto com pessoas que suplicavam em relação à saúde pública, o nosso péssimo atendimento, onde o descaso durante muito tempo deixou chegar a este ponto. Por que o senhor teve que decretar o estado de calamidade, isso realmente foi preciso?”, perguntou Alisângela.

Em sua resposta Confúcio disse que era preciso chamar a atenção das autoridades e das pessoas para o problema, principalmente no setor de urgência e emergência do Hospital de Pronto Socorro João Paulo II. “A atual situação do hospital é de profunda indignidade, então coube a mim essa possibilidade de mostrar pro Brasil inteiro a situação real, não quis esconder nada. Eu creio que pudemos fazer diferente e vamos começar a colocar em ordem a saúde pública de Rondônia. Solicitamos sim apoio federal, mas o Estado fará sua parte. Nossas ações serão de curto, médio e longo prazos”, respondeu Confúcio.

Ainda em sua resposta sobre a crise na saúde o governador disse que cada município tem que aplicar 15% dos recursos próprios e o estado também tem seu percentual de investimento na saúde, que é de 12%. “Os recursos aumentaram bastante, mas também houve o aumento de diversas situações, em que os prefeitos e municípios passaram a fazer seu dever, mas grande parte enche as ambulâncias com pacientes e mandam para a capital”, afirmou.

O telespectador José Pereira, que participou através do telefone, disse que em sua opinião cada prefeito deve fazer sua parte e ajudar o estado na questão da saúde pública. “Essa é a hora de unirmos forças para melhorarmos a saúde de todo o estado. Temos que fortalecer a capacidade de resolver a situação de cada paciente na sua localidade. Qualquer município do estado tem a capacidade de resolver 80% das doenças com a atenção básica da saúde”, comentou Confúcio a observação do telespectador.

O governador disse ainda que o estado precisa implantar o sistema de regulação, que trata do agendamento de cirurgias para os pacientes que podem esperar pelo processo operatório. “Se a pessoa tem um problema cirúrgico que não é urgente, que pode ser programado, ele é agendado. O hospital de qualquer cidade do interior entra em contato com o sistema de Porto Velho, verifica a data em que o leito estará vazio, agenda e o paciente já vem com os exames e hospitalizado para operar”, explicou Confúcio.

Durante a entrevista o governador informou que marcou para o próximo dia 17 uma reunião com os prefeitos de todo o estado para tratar de três temas, entre eles a saúde publica, para que cada município assuma a sua responsabilidade.

“Governador, o senhor pegou o estado enxutinho, tudo direitinho, limpinho, arrumadinho?”. Esta foi uma das perguntas feitas pela apresentadora, à qual o governador respondeu que o estado é viável, mas existem áreas - como a saúde, segurança púbica e educação - que precisam melhorar. “Não vou culpar as administrações passadas, este é um processo histórico de arruinamento. Cada governador escolhe em sua gestão a área de prioridade. Uns priorizam a agricultura, outros as estradas, produção, desenvolvimentos, mas nós temos que fazer tudo isso, sem esquecer a base de tudo, que é a educação, a saúde e a segurança pública”, respondeu o governador.

Durante o programa os telespectadores interagiram com o governador e a apresentadora fazendo perguntas pelo telefone e através de ferramentas digitais como o Twitter e Msn.


Autor: Decom

Política : Aventura
Enviado por alexandre em 12/01/2011 17:39:32



3º Trilhão de Ouro Preto supera expectativas
No final do 3º Trilhão todos os pilotos participaram de um churrasco no Clube Tocari



Obstáculos por encostas de morros, trecho de trilhas com muita lama e travessia de igarapés marcaram o 3º Trilhão que foi realizado no último domingo em Ouro Preto do Oeste. A chegada do 3º Trilhão foi no clube do Parque Recreativo Tocari, na Linha 80, que fica a 05 quilômetros da cidade. Em torno de 60 motociclistas (categorias nacional e importada), das cidades de Ouro Preto, Castanheiras, Ji-Paraná, Jaru, Mirante da Serra e de Vale do Paraíso participaram do 3º Trilhão, segundo o organizador Anex Mineiro, que teve o propósito de oferecer entretenimento e interação esportiva aos motociclistas fora das vias urbanas.





A Polícia Militar prestou apoio ao evento fazendo a segurança durante o percurso de ruas urbanas da competição e até o Clube Tocari. No final do 3º Trilhão todos os pilotos participaram de um churrasco no Clube Tocari. Uma pista foi montada numa quadra de terra do clube para os pilotos realizarem manobras. O empresário Edson Vicente, secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Social (Sedes) prestigiou o encontro de pilotos da região e participou da entrega da premiação.





De acordo com Anex Mineiro, o evento recebeu o apoio do jornal Correio Central, oportalro, ouropretoonline e ouropretodooeste.com.


Autor: Edmilson Rodrigues
Fotógrafo: Crescencio Júnior

Política : Realidade
Enviado por alexandre em 12/01/2011 10:11:59



JN no Ar mostra situação precária de hospitais públicos em Rondônia


Logo na entrada de um dos hospitais, um susto: A sala, que deveria ser a sala de espera está lotada de pessoas internadas, inclusive os que estão sentados.

A equipe do JN no Ar foi a Porto Velho, Rondônia, para mostrar a situação crítica dos hospitais do estado, que levou o governador a decretar calamidade na saúde.

A situação dos hospitais visitados pela equipe do JN no Ar é grave e foram registradas cenas dramáticas. As pessoas estão realmente sofrendo, sem que tenha acontecido nenhum problema grave que justifique um amontoado de pacientes nos dois principais hospitais do estado à espera de atendimento.

Ao todo são sete profissionais e 400 quilos de equipamentos. O avião do JN no Ar decolou do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim na última segunda-feira (10), às 21h15. O avião atravessou 2,7 mil quilômetros, voou três horas e meia até Porto Velho para acompanhar a crise da saúde em Rondônia.

A reportagem começa em Porto Velho no único hospital público do estado, com uma emergência preparada para atender a casos mais graves como vítimas de acidentes de trânsito, pessoas com ferimentos à bala ou faca. É o Hospital Estadual João Paulo II. Às 7h, a equipe entrou para ver como está a situação.

Logo na entrada, um susto: a sala que deveria ser a sala de espera do hospital, um lugar em que as pessoas esperam sentadas para serem atendidas pelo médico está lotada. Todas as pessoas que estão no local estão internadas, inclusive, as que estão sentadas: um rapaz está sentado tomando soro, esperando uma vaga no quarto para ser internado.

Ao lado, uma situação ainda pior: um senhor deitado no chão esperando uma vaga no quarto, tomando o soro, que está pendurado na parede. Seu Arthur, de 65 anos, está sobre um lençol. Não consegue nem falar de tanta dor no peito e no abdômen.

“Estou esperando ele ter uma melhora para levar ele para Minas”, conta a mulher de Artur, Cícera José dos Santos.

O servente de pedreiro Francisco está oficialmente internado há 24 horas na cadeira. Parece cenário de guerra. O Hospital João Paulo II tem 150 leitos, todos lotados. Os pacientes não param de chegar e vão ocupando macas e colchões de ar espalhados pelos corredores.

Raniete, de 28 anos, tinha acabado de sofrer um acidente de trânsito grave. "Não tem vaga. Não tem onde atender. O atendimento vai ser no chão, sempre é no chão", lamenta o enfermeiro Romes Mamede.

O hospital recebe, em média, 200 pacientes por dia. A maioria vem de cidades do interior do estado. Mas eles chegam também do sul do Amazonas, do Acre e até da Bolívia.

Seu Joaquim não conseguiu atendimento na cidade dele. Viajou 300 quilômetros para tratar um câncer na próstata. Agora está no chão, em frente à porta da UTI, sem esperança.

O neurocirurgião diz que há três dias tenta levar um paciente para fazer o exame em uma clínica conveniada. O doente está entre a vida e a morte. "A situação é que nós temos pacientes graves. Na minha especialidade, minutos representam uma vida”, conta o neurocirurgião Marcos Madeira.

“Claro que eu me sinto humilhado. Sou trabalhador, sou um cidadão brasileiro”, reclama um paciente enquanto aguarda o atendimento.

Porto Velho tem outros hospital de grande porte e está lotado. No Hospital de Base, quase mil pessoas estão na fila de espera para operar. E das nove salas de cirurgia, cinco estão fechadas.

Um homem, acorrentado à cama é um preso, que, segundo a direção do hospital, espera uma cirurgia há dez meses. Ele está com as duas pernas quebradas.

Dona Isolina, de 100 anos, espera há um mês. "Não sei como eu faço mais, estou desesperada", lamenta a filha de Dona Isolina, Esmerinda da Graça de Jesus.

No Hospital João Paulo II, das três salas de cirurgia, uma está fechada. No local, há mais de 300 pacientes na fila.

A UTI é considerada pelos médicos como a mais tranquila do hospital. Por incrível que pareça, a UTI é a única parte do pronto-socorro que está funcionando de maneira adequada. São 14 leitos, todos ocupados. O problema é conseguir vaga no lugar.

O governador recém-empossado, Confúcio Moura (PMDB) é médico e já foi secretário de Saúde de Rondônia. Ele decidiu decretar estado de calamidade na saúde. "Uns dão prioridade à educação, outros ao transporte, outros à questão ambiental, mas em Rondônia, a saúde não foi prioridade em quase nenhum governo", afirmou.

O governador pediu ajuda ao Governo Federal. Quer um hospital de campanha com médicos e enfermeiros para fazer um mutirão de cirurgias. Enquanto a situação não melhora, os profissionais fazem o que podem. "A cada dia que viemos aqui trabalhar, morremos a cada dia um pouco, porque estamos vendo a situação e não podemos fazer nada”, diz uma enfermeira.

Pelo menos seis representantes do Ministério da Saúde, da Defesa e da Integração Nacional são esperadas em Porto Velho para verificar toda a situação mostrada pelo JN no Ar. O governador disse que vai investir em caráter emergencial para a contratação de médicos, enfermeiros e, também, para a compra de equipamentos e medicamentos para a saúde pública em Rondônia.


Autor: Jornal Nacional

Política : Caos
Enviado por alexandre em 11/01/2011 13:11:18



Equipamentos do JN no AR já estão sendo montados no Hospital João Paulo II

EQUIPE DA REDE GLOBO TRANSMITIRÁ AO VIVO NO JORNAL NACIONAL DE HOJE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O HOSPITAL JOÃO PAULO II DE PORTO VELHO

A aeronave da Rede Globo de Televisão, que percorre o Brasil realizando reportagem para o Jornal Nacional, se encontra em Porto Velho para conhecer a verdadeira situação da saúde do estado e principalmente do Hospital e Pronto Socorro João Paulo II. O Jornalista e editor do Jornal Nacional William Bonner, tomou a decisão de enviar a aeronave a Rondônia depois da declaração de calamidade pública na saúde do estado feita pelo o governador Confúcio Moura.

Logo cedo a equipe do JN no Ar esteve no Palácio Getúlio Vargas sede do Poder Executivo estadual gravando entrevista com o governador do estado Confúcio Moura (PMDB), onde foi feito um relato da atual situação de aos que se encontra a Saúde pública no estado. Diante do quadro cai por terra tudo aquilo que pregava o então governador do estado e senador diplomado Ivo Cassol (PP) que arrotava grosso e dizia que a saúde estava em boas mãos pode até ser em boas mãos, mas vai lá saber em que mãos são estas, certamente a Justiça deverá tomar uma atitude contra aqueles que deixaram em estado de penúria a saúde pública em Rondônia.

Fonte: Alexandre Araujo direto de Porto Velho

Fot: Ney Cunha

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