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Política : NORDESTE JÁ
Enviado por alexandre em 19/11/2018 10:24:55

Nordeste Pode Se Tornar Grande Vitrine De Bolsonaro, Declara General Augusto Heleno
NBO
Neste último domingo, 18 de novembro, segundo informações do portal “O Globo”, o general Augusto Heleno declarou que o Nordeste estará na mira do presidente eleito Jair Bolsonaro. O futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) avaliou que a região terá uma atenção especial por parte do presidente eleito.

O Nordeste, que sempre foi reduto do ex-presidente Lula, foi essencial para a vitória do Jair Bolsonaro. A região apresentou grandes números ao político do PSL. No entanto, mesmo com grande mudança no eleitorado, o candidato do PT, Fernando Haddad conseguiu vitória na maioria dos municípios.

O jornal avaliou que a intenção é transformar a região numa espécie de “vitrine” do Governo Bolsonaro.
Para isso, obras que estavam paralisadas serão retomadas e haverá a construção de ferrovias. Um exemplo de obra é transposição do Rio São Francisco que não foi finalizada na durante governos petistas
.
General Augusto Heleno disse ao portal: “Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil”. No entanto, o futuro ministro disse que essa preocupação em transformar a região em uma “vitrine” é algo secundário, pois se tornará consequência das ações do novo governo.

Além do mais, o general avaliou que não acredita que as pessoas sejam tão infantis ao ponto de pensar que o objetivo é apenas de angariar votos. Augusto Heleno disse que as pessoas podem ter outra perspectiva para o futuro, saindo do papel de “coitadinhos”.

Nova tecnologia na região

Entre algumas das metas apresentadas para a região, ocorrerá a utilização de novas tecnologias
.Segundo planejamento traçado, um dos objetivos é utilizar tecnologia israelense de retirada de sais da água para estimular a agricultura.
PT ainda é atuante na região.

Augusto Heleno admitiu que as futuras ações no Nordeste irão trazer ganhos políticos ao presidente eleito. Além do mais, poderá quebrar resistências de governadores do PT que terão atuação nos seguintes estados: Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará.

O general da reserva também reconhece que as mudanças na região não serão rápidas e não explicou como o governo irá fazer para driblar problemas fiscais. No entanto, disse que ferrovias não serão tão caras para se construir.

Outra questão envolvendo Bolsonaro e o Nordeste é que a região é a maior beneficiária do programa Mais Médicos. Entretanto, Cuba não aceitou as propostas do novo governo e retirou os profissionais do Brasil, que terão até o final do ano para deixarem a região.

Política : NEM ASSUMIU
Enviado por alexandre em 18/11/2018 02:26:55

Presidente eleito não deveria se desdizer tanto

Era melhor que pensasse mais, ouvisse mais, antes de falar

Zuenir Ventura - O Globo

Bolsonaristas estão reclamando das críticas que a imprensa faz ao presidente eleito. Acham que é má vontade. “O homem ainda nem chegou e vocês já ficam em cima. Vocês só sabem falar mal.” Que se preparem. Quando “chegar” vai ser muito pior. É a sina do eleito. Ele tem que se acostumar.

Mas, para não dizer que é implicância, quero confessar que estou bem impressionado com sua disposição e energia física. Para quem levou uma facada, foi operado, anda com uma bolsa de colostomia e ainda vai sofrer outra cirurgia, é admirável. Ele não para, tem paciência para falar com dezenas de chatos diariamente e viaja a Brasília com a frequência com que vai ao Banco pegar dinheiro para o churrasco. Deve ser efeito do pão com leite condensado.

Outra coisa muito elogiada é a facilidade com que volta atrás no que diz, no que promete e no que ameaça. Afinal, a coerência não é um valor em si. Ser coerente no erro, por exemplo, não é qualidade. Mas convenhamos que seria preferível que ele não precisasse se desdizer tanto: era melhor que pensasse mais, ouvisse mais, antes de falar. Para quem age por impulso, até que ele tem errado pouco.

Essa afirmação, porém, foi posta em dúvida com a escolha do futuro ministro das Relações Exteriores. Ficou claro o que o presidente queria dizer quando pregava para o Itamaraty o fim do que chamava de “viés ideológico”. Ele não esclarecia que o viés ideológico a que se referia era o de esquerda. O de direita era desejado.

O filho do presidente que fez uma sabatina prévia do escolhido sabia o que estava fazendo. Não só o novo chanceler Ernesto Araújo é a imagem e semelhança do capitão reformado. Trumpista declarado, militante virtual das teses mais extremadas no seu blog, ele vai além: está à direita de seu ídolo, acrescentando hipóteses meio paranoicas.

Defende, por exemplo, a teoria conspiratória segundo a qual existe um projeto “globalista” que pretende transferir o poder do Ocidente para a China, “a China maoísta que dominará o mundo”. Os colunistas Merval Pereira e Bernardo Mello Franco procuraram tranquilizá-lo, informando que o maoísmo foi abandonado em 1978. Não sei se adiantou, porque faz parte do complô também o que denuncia como “climatismo”, que na realidade é o esforço mundial de reduzir as emissões de carbono.

Essa transferência de poder global só não acontecerá porque Donald Trump não vai deixar e porque ele, nosso chanceler, se propõe — modéstia à parte — a “ajudar o Brasil e o mundo a se libertarem da ideologia globalista”.

Os colunistas Merval Pereira e Bernardo Mello Franco procuraram tranqulizá-lo...

Quer dizer: mudando de viés estamos salvos.

Política : SAUDADE DO MORO
Enviado por alexandre em 16/11/2018 11:40:09

"Lula Livre" logo, logo será trocado por ‘PT livre’

Josias de Souza

Lula descobriu há sete meses que a empáfia não tem elevador. Fez a descoberta ao despencar das alturas para o xadrez. Poderia ter aproveitado a câmara de descompressão de Curitiba para fazer a transição entre o que ele acha que é e aquilo que passou a ser. Mas o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia revelou que a ficha não lhe caiu nem depois de o antipetismo ter virado escada para Jair Bolsonaro.

Logo no início da audiência de quarta-feira na 13ª Vara Federal de Curitiba, a juíza Gabriela Hardt apresentou suas credenciais a Lula. Processado por ser beneficiário de confortos pagos com verba roubada do Estado, o interrogado tentou interrogar a magistrada sobre a propriedade do imóvel. E a juíza: “Se o senhor começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema.” Foi assim, de forma curta e didática, que Lula aprendeu a ter saudades de Sergio Moro.

A médio prazo, a consequência mais provável da deteterioração penal do presidiário será uma substituição do slogan “Lula Livre” por “PT Livre”. Uma banda do partido já discute o pós-Lula. Nada a ver com ingratidão ou abandono. Preso ou livre, Lula terá a solidariedade do partido. Mas um pedaço do petismo flerta a sério com a ideia de entregar uma autocritica que liberte o partido da agenda criminal. No momento, o único entrave é Lula, que demora a expedir um habeas-PT.

Política : OS ESCOLHIDOS
Enviado por alexandre em 15/11/2018 14:30:47

Novo chanceler foi do anúncio para a frigideira

Josias de Souza

Jair Bolsonaro inovou. Criou uma via expressa ligando a escolha de um novo ministro à frigideira. O diplomata Ernesto Araújo migrou instantaneamente do anúncio de sua indicação como novo chanceler para o óleo quente. No início da madrugada desta quinta-feira, o blog testemunhou num restaurante chique de Brasília um conciliábulo de destacados membros da Casa de Rio Branco. Dedicavam-se a organizar uma “resistência” ao que chamaram de “diplomacia do desastre”.

Convocado às pressas, o jantar reuniu oito diplomatas. Todos mais estrelados que o preferido de Bolsonaro. Na definição de um dos presentes, são “servidores sem partido.” Avaliaram que Bolsonaro chutou em gol ao escolher Ernesto Araújo. Marcou para os Estados Unidos. Tentaram enumear vantagens e desvantagens.

De vantajoso, apenas o fato de que o novo chanceler brasileiro não será convidado a tirar os sapatos para uma revista no aeroporto de Washington, como fez Celso Lafer na era FHC. Imaginam que, para poupar a saliva dos agentes da imigração americana, Ernesto Araújo já ''pisará o solo americano descalço''. No mais, tudo seria desvantajoso.

Havia sobre a mesa um tablet, aberto no blog ‘Metapolítica 17’, abastecido com textos de Ernesto Araújo. Extraíram-se previamente dos posts do novo ministro das Relações Exteriores duas aparentes prioridades: “Ajudar o Brasil e o mundo a se livrarem da ideologia globalista” e erguer barricadas contra a “China maoísta que dominará o mundo”.

Além de “envergonhar” a inteligência do Itamaraty, as pretensões seriam “inexequíveis”. O nacionalismo antiglobalista não resistiria a um embate com o ultraliberalismo do Posto Ipiranga Paulo Guedes. Quanto à dominação maoísta, a impossibilidade de ressuscitar Mao Tsé-Tung e os valores que ele representava deixam a cruzada sem alvo.

A prioridade mais “preocupante” de Ernesto Araújo foi sublinhada num artigo escrito para a revista ‘Cadernos de Política Exterior’. Ali, o novo chanceler emite sinais de que não hesitaria em encostar a diplomacia brasileira no potencial que enxerga em Donald Trump para “salvar o Ocidente.” Não há “risco de dar certo”. Salva-se não o Ocidente, mas o projeto de transformar Bolsonaro ''numa versão periférica de Trump”.

O grupo chegou a um par de conclusões: Bolsonaro colocou no comando do Itamaraty não um chanceler, mas um espelho para refletir suas próprias idiossincrasias. De resto, haverá não um, mas dois chefes do Itamaraty: o oficial, em Brasília, e seu padrinho Olavo de Carvalho, que patrocinou sua indicação desde os Estados Unidos.

Consolidou-se no grupo a ideia é ampliar a “resistência” inaugurada de madrugada utilizando uma ferramenta muito apreciada por Bolsonaro: o WhatsApp. Deseja-se transferir Ernesto Araújo da frigideira para o micro-ondas. Se funcionar, o novo ministro chegará ao dia da posse, em 1º de janeiro, já bem passado. No limite, disse um dos presentes, “o Itamaraty de Bolsonaro vai virar não uma sucursal de Washington, mas do Vietnã.”

Política : NEM NA SOMBRA
Enviado por alexandre em 15/11/2018 13:07:38

Bolsonaro diz que só confia na mãe e no pai


'Cem por cento só confio no meu pai e na minha mãe', diz Bolsonaro sobre Onyx

Presidente eleito afirmou que ministro é a melhor pessoa para explicar suspeita de caixa dois

Daniel Gullino, Eduardo Bresciani e Mateus Coutinho – O Globo

O presidente eleitoJair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, é a melhor pessoa para responder sobre a suspeita de que ele tenha recebido R$ 100 mil em caixa dois da J&F, controladora da JBS, nas eleições de 2012. Questionado se ainda tinha 100% de confiança em Onyx, que foi indicado para ocupar a Casa Civil, Bolsonaro disse que só tem esse nível de confiança no seu pai e na sua mãe. Parte superior do formulário

— O Onyx é a pessoa mais adequada para responder à pergunta de vocês. Ele é a pessoa mais adequada. Pelo que sei, ele não é réu em nada. 100% (de confiança), ninguém. 100% só confio no meu pai e na minha mãe — afirmou Bolsonaro, durante entrevista coletiva no Centro Cultura Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, onde a equipe de transição está se reunindo.

No ano passado, Onyx confirmou ter recebido R$ 100 mil da empresa em 2014, não declarados à Justiça Eleitoral, conforme dito por delatores. No entanto, de acordo com o jornal “Folha de São Paulo”, uma planilha entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) indica que ele teria recebido outros R$ 100 mil em 2012, também via caixa dois. Naquele ano, Onyx não disputou a eleição, mas era presidente do DEM no Rio Grande do Sul.



Viviane Senna cotada para o Ministério da Educação


Viviane Senna tem reunião secreta com equipe de Bolsonaro

Presidente do Instituto Ayrton Senna é nome mais lembrado para o MEC

Talita Fernandes e Gustavo Uribe – Folha de S.Paulo

Cotada para assumir o Ministério da Educação, Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, se reuniu na manhã desta quarta-feira (14) em Brasília com a equipe de Jair Bolsonaro (PSL).

O encontro foi confirmado à Folha pela assessoria do instituto por meio de nota. "O Instituto Ayrton Senna foi convidado pela equipe do governo eleito para apresentar um diagnóstico e caminhos de melhoria da educação brasileira."

Segundo pessoas que integram o gabinete de transição, o nome de Viviane é estudado para assumir a Educação do próximo governo. Ainda durante a campanha, a presidente da ONG visitou Bolsonaro em sua casa, no Rio de Janeiro.

Viviane é irmã de Ayrton Senna, piloto tricampeão brasileiro de Fórmula 1 que morreu em acidente em maio de 1994 enquanto competia na Itália.

Com o objetivo de não chamar a atenção, Viviane se reuniu com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em uma agenda secreta, fora do escritório da transição.

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