Política - COURO DE BOI - Notícias
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Política : COURO DE BOI
Enviado por alexandre em 21/07/2018 13:26:15

Plano “do delírio” para soltar Lula

A possibilidade de Lula esticar a corda na Justiça até 7 de outubro, dia da eleição, e não indicar outro candidato para substituí-lo ganha adeptos no PT.

De acordo com um dos conselheiros do partido na área jurídica, a ideia saiu do plano “do delírio” para o da possibilidade a ser estudada.

Em posicionamentos recentes, a defesa do ex-presidente já vem esgrimindo dados que mostram que, em 2016, 145 prefeitos se elegeram sem o registro deferido —70% acabaram revertendo a inelegibilidade e hoje governam suas cidades. (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

Política : O MUÍDO É DOIDO
Enviado por alexandre em 20/07/2018 08:43:18

TSE: Lula candidato ou não? A novela Mexicana

Ideia de negar liminarmente registro de candidatura de Lula perde força no TSE

Tribunal deve dar o prazo regulamentar para que o ex-presidente defenda a candidatura

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve dar a Lula o prazo regulamentar para que ele defenda a própria candidatura presidencial, depois do pedido de registro, no dia 15 de agosto. A ideia de negar liminarmente o registro começa a ser descartada mesmo por magistrados que chegaram a defendê-la.

Integrantes da corte ouvidos pela coluna afirmaram que o processo pode durar pelo menos 15 dias —ou até mais. “Podem criar todo tipo de incidente. A criatividade dos advogados é infinita”, diz um dos magistrados.

Ainda que dê alguma instabilidade ao início da campanha, a conclusão a que se está chegando é que o processo garantiria que a decisão final —de impedimento da candidatura, como é mais provável— não seja contestada.

O grande debate será o que Lula poderá fazer no período de discussão do registro. Será a primeira vez na história que se definirá como, e se, um candidato a presidente preso participará de atos de campanha até que seu processo chegue ao fim.


Política : O PALHAÇO AFINOU
Enviado por alexandre em 20/07/2018 08:40:28

PR convence Tiririca a disputar a reeleição

Coluna do Estadão – Andreza Matais

O PR convenceu o deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, a disputar a reeleição. Em dezembro de 2017, ele anunciou que sairia da vida pública. A candidatura do comediante é mais um ativo do partido, que se tornou protagonista nas negociações em torno de aliança na eleição presidencial. Em 2014, Tiririca foi o terceiro mais votado do País. O 1,016 milhão de votos obtidos por ele ajudaram o PR a eleger seis parlamentares em São Paulo. Sem Tiririca, a legenda prevê que conseguiria emplacar apenas três deputados federais no Estado.

No único discurso que fez em sete anos de mandato, Tiririca justificou sua decisão de não disputar mais cargos públicos. “Eu saio totalmente com vergonha do que eu vi nestes aqui. Estou decepcionado com a política brasileira.” Ele não foi encontrado ontem.

Política : ISOLADOS?
Enviado por alexandre em 19/07/2018 09:16:45

Siglas oficializam candidatos: PT e Bolsonaro isolados

Ciro e Alckmin correm para fechar apoios de partidos do chamado centrão

Marina Dias – Folha de S.Paulo

As convenções partidárias começam nesta sexta (20) em cenário inusitado: os dois líderes na corrida presidencial, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), seguem sem condições políticas de fechar um arco de alianças, enquanto nomes que não chegam a 10% nas pesquisas devem firmar os acordos mais expressivos.

As convenções, que reunirão filiados para oficializar as candidaturas até 5 de agosto, devem ocorrer sem o anúncio do vice na maioria dos casos, e as coalizões só serão conhecidas em definitivo perto do prazo final para o registro das chapas, em 15 de agosto.

Na ponta das pesquisas, Lula e Bolsonaro têm afastado potenciais aliados e serão aclamados candidatos mais para tentar mostrar força do que para apresentar suas coligações e programa de governo.

O PSL, por exemplo, lançará o capitão reformado neste domingo (22), no Rio, após o fracasso das negociações com PR e PRP para a escolha de um vice —Magno Malta (PR) e o general Augusto Heleno (PRP) declinaram do convite.

Com cerca de 20% nas pesquisas, Bolsonaro tem oito segundos de tempo de TV e parece não conseguir convencer os políticos de que é uma opção segura para esta eleição.

Detentor de uma estrutura partidária muito mais ampla e de 1 minuto e 35 segundos de tempo de TV, Lula tem 30% das intenções de voto e chances de transferir boa parte de seu espólio a outro nome caso não possa concorrer. Condenado e preso em Curitiba, porém, o ex-presidente deixa reticentes partidos simpáticos a ele ao manter o discurso de sua candidatura mesmo com o veto da Lei da Ficha Limpa.

A convenção do PT, inicialmente marcada para 4 de agosto em São Paulo, vai aclamar o ex-presidente como candidato, mas a cúpula do partido ainda tem dúvida sobre lançar ou não um vice durante o evento, e outros partidos não devem ser anunciados como parte da coligação.

Consultado sobre o assunto na semana passada, Lula disse que o anúncio de um vice abriria espaço para a especulação quanto a um plano B, hoje entre Jaques Wagner e Fernando Haddad, mas ainda não bateu o martelo sobre o assunto. Um nome considerado neutro, como o do ex-chanceler Celso Amorim, é opção para o posto.

Lula autorizou o PT a negociar apoio com PSB, PR e PC do B —este com candidatura própria, de Manuela D’Ávila—, mas sua inelegibilidade dificulta as conversas.

Quem busca ganhar espaço na esquerda com a ausência do ex-presidente na disputa é Ciro Gomes, que será aclamado candidato do PDT ao Planalto nesta sexta (20).

O ex-governador do Ceará está em segundo lugar nas pesquisas —empatado tecnicamente com Marina Silva (Rede)— quando Lula não está no páreo e duela com ele pelo apoio de PC do B e PSB.

Ciro também rivaliza com Geraldo Alckmin (PSDB) pelo chamado “centrão”, com DEM, PP, SD, PRB e PR. Apesar das negociações, Ciro deve ir para a convenção de seu partido sem um acordo concreto.

Com até 7% nas pesquisas, Alckmin será lançado candidato em 4 de agosto e diz contar com pelo menos quatro partidos na sua aliança: PTB, PPS, PV e PSD. Deixou, porém, o evento para o final do prazo para tentar formalizar mais apoio, principalmente de algum partido do “centrão”.

Marina aparece com até 15% das intenções de voto, mas tem tido dificuldade para se coligar a outras legendas e detém 12 segundos de TV. Assim como PT e PSDB, a Rede fará convenção em 4 de agosto.

Já o MDB, de Henrique Meirelles, fará sua convenção no dia 2 de agosto, e o desafio do pré-candidato é conseguir metade dos 629 votos para ser aclamado o nome do partido


Política : REJEITADO
Enviado por alexandre em 18/07/2018 09:22:20

Aécio deixa Senado e disputa para deputado

Cristiane Jungblut – O Globo

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) sinalizou a parlamentares mineiros que vai concorrer a deputado federal nas eleições de outubro. Segundo aliados, o tucano concluiu que não há condições políticas para tentar obter nas urnas um novo mandato ao Senado. Apesar de aparecer em segundo nas pesquisas, o senador teria um índice de rejeição elevado, o que, na avaliação dos tucanos de Minas, inviabilizaria sua candidatura. Aécio é réu em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura os crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça no episódio do repasse de R$ 2 milhões de Joesley Batista. Ele também é investigado no Supremo em inquéritos derivados da Operação Lava-Jato.

Oficialmente, a assessoria do tucano afirma que ele ainda não se manifestou sobre seu futuro político. Parlamentares do PSDB de Minas ouvidos em caráter reservado pelo GLOBO, dizem, no entanto, que Aécio, além de pensar na disputa da Câmara, tem refletido inclusive sobre a hipótese de deixar a política e não ser candidato.

— O sentimento é de que ele será candidato a deputado federal. É o que ele tem sinalizado para nós, mas ele não oficializou ainda sua posição. Temos que esperar — disse um parlamentar mineiro.

A convenção do PSDB de Minas Gerais será dia 28 de julho. O presidente do diretório mineiro, deputado Domingos Sávio, afirma que os tucanos esperam um pronunciamento formal de Aécio até lá.

— A posição que o senador Aécio tomar será respeitada. Essa dúvida sobre o destino dele (Senado ou Câmara) toma conta de todos nós, mas ele irá responder sobre isso até o dia da convenção — diz Sávio.

Os tucanos mineiros relembram que a candidatura de Aécio ao Senado começou a naufragar na negociação da cúpula do PSDB que tornou o senador Antonio Anastasia o candidato do partido ao governo de Minas Gerais. Ex-governador mineiro sucedendo o próprio Aécio no cargo, Anastasia, que foi vice do tucano, teria incluído como condição para disputar o Palácio da Liberdade o veto do partido à reeleição do ex-companheiro de governo ao Senado.

Nas conversas com tucanos de sua confiança, Aécio tem debatido a possibilidade de seguir dois caminhos: a candidatura a deputado e a desistência de disputar as eleições. A segunda opção, segundo os tucanos, agrada a própria família de Aécio, que pressionaria o tucano a deixar a política. Concorrer à cadeira na Câmara é considerada uma saída atrativa para Aécio porque ele manteria, caso eleito, as prerrogativas parlamentares que lhe asseguram tratamento especial nos casos em que é investigado.

O acerto em torno da candidatura de Anastasia contou com o aval do presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, que já confidenciou a aliados não querer "carregar" Aécio numa campanha a presidente. Alckmin é o pré-candidato do PSDB à Presidência e deve ter seu nome oficializado em convenção, no próximo dia 4 de agosto.

Em abril, pouco depois de o STF tornar Aécio réu, Alckmin afirmou afirmou que seria “ideal” para o partido que Aécio não fosse candidato ao Senado. O tucano argumentou que o veto a Aécio seria uma forma de demonstrar que o PSDB lidaria de forma diferente que o PT com as denúncias de irregularidades praticadas por seus filiados.

— Claro que o ideal é que não seja candidato, é evidente — afirmou Alckmin, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Para o PSDB mineiro, a prioridade é eleger Antonio Anastasia governador. Neste contexto, o partido poderá usar a vaga na chapa que seria de Aécio para atrair partidos que possam engrossar a aliança em torno do tucano. O PSD indicou o deputado Marcos Montes (MG) como potencial vice de Anastasia.

O cenário em Minas Gerais ainda é complicado. O PSDB gostaria de uma composição com o DEM, que também tem o deputado Rodrigo Pacheco (MG) como pré-candidato ao governo estadual. Há ainda dúvidas sobre a postura do PSB, por exemplo.


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