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Regionais : Americana garante que vai deixar o crime após 60 anos
Enviado por alexandre em 18/10/2017 13:35:45

Americana garante que vai deixar o crime após 60 anos

EXTRA

Aos 87 anos, a mulher considerada "a mais bem-sucedida ladra de joias" garantiu em tribunal que vai deixar o crime. Conhecida por seis décadas de furtos e pelas 20 páginas de ficha criminal, Doris Payne foi presa em julho ao sair de uma loja de departamentos sem pagar produtos no valor de R$ 272. No mais recente julgamento, a idosa firmou à juíza que ele não a veria voltar ao banco dos réus.

Segundo o diário "Independent", a protagonista do documentário "A Vida e os Crimes de Doris Payne" furtou mais de US$ 2 milhões de joias e objetos (R$ 6,3 milhões) em diferentes lugares do mundo, como Monte Carlo e Tóquio. Durante as seis décadas, a americana nunca teria ferido alguém: usava apenas as mãos e uma bolsa. No furto à loja do Walmart, ela usava uma tornozeleira eletrônica após furtar colar de R$ 6,3 mil.

"Não volte, Sr Payne", pediu a juíza Angela Duncan, da Corte Municipal de Chamblee. "Eu não voltarei", sustentou a ré, que se declarou culpada pelo furto de julho. A advogada da idosa explicou ao "Independent" que Doris foi liberada da queixa e "ficou livre para fazer o que quisesse".

A "Fox News" reportou que a americana reforçou a intenção de deixar o ímpeto criminoso para trás. "Eu vou seguir com o sonho da minha vida de ajudar crianças adotadas", argumentou.

O documentário, lançado em 2013 por Kirk Marcolina e Matthew Pond, sugere que a criminalidade entrou na vida de Doris para ajudar a mãe, que seria abusada pelo pai. A ideia era que os artigos furtados dessem renda suficiente para a mãe se separar do abusador e se sustentar. Uma das ocorrências mais célebres de Doris ocorreu em uma joalheira de Monte Carlo, na qual ela furtou um colar avaliado em R$ 1,5 milhão e foi detida.

"Eu não me arrependo de furtar joias. Eu me arrependo de ter sido pega", ressalta no filme a idosa, que usou múltiplos pseudônimos e números de seguridade social para escapar da polícia.

Regionais : Médico se irrita e dá chute na cabeça de paciente que aguardava mais de 3 horas na fila
Enviado por alexandre em 18/10/2017 13:31:39


A Polícia Militar foi chamada para atender um caso de agressão dentro do Hospital Evangélico, em Curitiba. A denúncia, feita por várias testemunhas, é de que um médico teria chutado a cabeça de um homem que esperava por atendimento há cerca de três horas e gritava de dor.

O profissional também teria arrancado o extintor de incêndio da parede e jogado no chão.

“Nunca vi uma coisa dessas. O médico saiu lá de dentro, disse que não ia atender ninguém dali e chutou a cabeça do homem que estava no chão chorando, implorando por ajuda. Ele gritava de dor há horas. Gente, isso aqui é um açougue? Somos bichos? Matam e jogam no chão? “, disse Eliane Schimidt, uma das testemunhas, que aguardava no local o atendimento à filha.

De acordo com informações apuradas no local, várias pessoas aguardavam atendimento desde o início da tarde, na recepção do Hospital Evangélico. O pedreiro Valdeci Silva chegou por volta das 14 horas, amparado por colegas de trabalho. Ele gritava e dizia que estava sentindo muita dor nas costas. Uma das pernas estava travada, relatam testemunhas.

Outra testemunha confirmou a agressão. Simone Evelin de Castro foi até o hospital com o irmão, que estava ferido após um acidente de moto. Segundo ela, todos ali se comoveram e se revoltaram com a situação do pedreiro. “Eu vi tudo. Estamos aqui desde às 14 horas e por mais de três horas ninguém foi atendido. Este homem chegou passando muito mal. Imploramos pra que ele fosse atendido. Ele gritava e chorava de dor e o médico saiu lá de dentro e chutou a cabeça dele. Fiquei tão nervosa que nem acreditei”, afirmou.

O Hospital Evangélico emitiu a seguinte nota:

Sobre informações publicadas em site de notícias de Curitiba acerca de uma suposta agressão a um paciente, o Hospital Evangélico de Curitiba, mantendo sua postura de transparência e buscando evitar a desinformação, esclarece à sociedade que abriu inquérito administrativo interno e está investigando através de todos os meios disponíveis detalhes sobre o ocorrido na tarde desta sexta-feira. Tão logo se esclareça a verdade dos fatos, o Hospital tomará as providências cabíveis necessárias.

O Hospital Evangélico de Curitiba é o maior hospital filantrópico do Paraná, tendo mais de 95% de seus atendimentos voltados a pacientes do SUS, é o único centro de queimados do estado e recebe mais de 50% de todas ocorrências de trânsito da cidade. Uma instituição essencial na manutenção da saúde pública de Curitiba e Região Metropolitana, que tem o compromisso de prestar o melhor atendimento dentro do possível e respeitando as prioridades das classificações de risco. A direção do Hospital Evangélico tem trabalhado fortemente junto à equipe em todos os níveis da instituição a sua missão: colocar as necessidades do paciente sempre em primeiro lugar. Estes compromissos serão mantidos.

24horasnews

Mais Notícias : Corporativismo ou zelo à Constituição?
Enviado por alexandre em 18/10/2017 13:28:23

Corporativismo ou zelo à Constituição?

Após a decisão do Senado de derrubar o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato, parlamentares que fazem oposição ao senador tucano falaram em "corporativismo" e criticaram a votação. Aliados de Aécio, por outro lado, falaram em respeito à Constituição e negaram que a decisão signifique impunidade. Por 44 votos a 26, o plenário do Senado derrubou a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e, com isso, Aécio poderá retomar as atividades parlamentares.

O tucano foi afastado por pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), que denunciou o senador com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS. O senador Álvaro Dias (PR-Pode) foi um dos que classificaram como corporativista a decisão do plenário. "O corporativismo instalado estabelece como regra a defesa de seus integrantes e não a defesa de sua instituição. Estamos na contramão do desejo da sociedade brasileira", defendeu.

Humberto Costa (PT-PE) disse que a decisão só retirou o afastamento porque se tratava de Aécio. "Caso fosse alguém do PT estaria cassado”, declarou. "O senado abriu mão de fazer justiça e cada um vai ter que pagar pelo seu voto", acrescentou. Os senadores tucanos, no entanto, disseram que o Senado apenas respeitou a Constituição e que o processo contra Aécio deverá continuar no Supremo Tribunal Federal, por isso, não há impunidade.

Para o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), a derrubada da decisão do Supremo “de forma alguma” representa impunidade. “O senador Aécio Neves agora terá o direito ao contraditório e à ampla defesa. O processo contra ele continua. O que o Senado fez foi obedecer ao que determina a Constituição”, afirmou.

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) defendeu que é preciso ter "prudência" no andamento da Constituição e da democracia brasileira e que isso não pode ser "confundido" com impunidade. "O Senado apenas entendeu que não caberia as medidas cautelares", disse. Logo após a decisão, a nome de Aécio voltou a constar na lista de senadores em exercício. Segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) a decisão agora será encaminhada ao STF. "O plenário é soberano, é uma decisão às claras, e não tenho o que fazer além de respeitar e encaminhar", declarou.

TEMER CORDENOU– A operação que salvou Aécio Neves no Senado, ontem, foi coordenada pessoalmente pelo presidente Michel Temer (PMDB). Desde a semana passada, Temer havia entrado em campo para garantir que Aécio não fosse afastado do mandato. A interlocução de Temer foi com os comandos dos PMDB e do PSDB, além de pedir ajuda ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Segundo o blog apurou, Temer pediu por Aécio Neves a Eunício durante conversa na noite da última segunda-feira. Temer procurou o presidente do Senado na véspera da votação. Eunício, oficialmente, negou que Aécio tenha sido assunto da conversa. Mas fontes relataram que o caso do senador tucano foi um dos temas da conversa.

Fernando a favor, Humberto contra– Dos três senadores de Pernambuco, um votou a favor de Aécio Neves – o peemedebista Fernando Bezerra Coelho – outro, Humberto Costa (PT), votou e trabalhou contra o tucano e o terceiro, Armando Monteiro Neto (PTB), não participou da votação por se encontrar em viagem oficial aos Emirados Árabes representando o Senado juntamente com o senador Cristovam Buarque (PPS-DF). Dos 81 senadores que integram a Casa, nove não compareceram à sessão e dois não votaram – Eunício Oliveira (PMDB-CE), na condição de presidente, e Aécio Neves (PSDB-MG), afastado.

Paparico aos socialistas– Em meio à crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente Michel Temer fez, ontem, uma nova ofensiva em relação a deputados do PSB. Pela manhã, recebeu a líder do PSB na Câmara, Tereza Cristina (MS), e o deputado Fabio Garcia (MT), cujos processos de expulsão do partido estão sob análise do diretório nacional. Temer também almoçou na casa do deputado Heráclito Fortes (PI), outro nome que deseja deixar o PSB. No mês passado, Maia fez duras críticas a Temer depois que o senador pernambucano Fernando Bezerra se filiou ao PMDB. Na época, cobrou lealdade do peemedebista e disse que não poderia "ficar levando facada nas costas". O presidente da Câmara tenta há meses atrair os descontentes do PSB para fortalecer o seu partido, o DEM.

Obra suspensa – Medida cautelar imposta pelo TCE, a Prefeitura de Paulista, suspendeu a construção de uma marina no Terminal Hidroviário localizado às margens do rio Timbó, em Maria Farinha. Foram constatadas irregularidades como favorecimento de uma empresa no processo de concessão para obras e exploração por 20 anos da marina. Segundo o TCE, desde fevereiro de 2016, o Ministério Público vem acompanhando o caso. Foram constatadas irregularidades como a não apresentação de estudos de viabilidade econômica, requisitos ambientais colocados como “pontuação técnica” para a escolha do melhor projeto, indícios de emprego de recursos federais em obras pré-existentes no local e suspeita de que antes da realização do processo licitatório a empresa responsável pelo processo já realizava obras no local.

Adutora de Serro Azul – O governador Paulo Câmara assinou, ontem, o edital de licitação para a construção da adutora de Serro Azul. Com um investimento de R$ 213 milhões, a obra tem o objetivo de levar água da barragem Governador Eduardo Campos/Serro Azul, na Mata Sul do estado, a 1,5 milhão de pessoas em dez cidades do interior. O evento aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, e teve a participação de prefeitos de cidades a serem beneficiadas pela obra e de secretários estaduais. A partir da assinatura da ordem de serviço, a Compesa tem 15 meses para concluir a obra.

CURTAS

TRANSPORTE E MERENDA– A falta de coleta de lixo não é o único problema que atinge os moradores de São Lourenço da Mata, no Grande Recife. O transporte escolar está em situação precária e não há merenda para os estudantes, de acordo com a prefeitura. O prefeito em exercício, José Gabriel Neto, admitiu, ontem, os problemas e garantiu que vai fazer novas licitações para contratar empresas para normalizar os serviços.

OCUPAÇÃO– Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam, ontem, a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), na Zona Norte do Recife. Os sem-terra disseram que a ação assinala o Dia Internacional de Luta pela Alimentação Saudável, celebrado na segunda-feira passada. A sede do Incra fica na Avenida Conselheiro Rosa e Silva, nos Aflitos, área nobre da Zona Norte da cidade.

Perguntar não ofende: Se Aécio fosse petista teria sido cassado, conforme disse o senador Humberto Costa?

Mais Notícias : Ministros são exonerados para voltar à Câmara
Enviado por alexandre em 18/10/2017 13:27:28

Ministros são exonerados para voltar à Câmara



Foram publicadas no "Diário Oficial da União" de hoje as exonerações dos ministros Raul Jungmann (Defesa) e Fernando Coelho Filho (Minas e Energia). Os dois retornam temporariamente a seus mandatos na Câmara dos Deputados. A mudança pode frustrar os planos de uma ala do PSB que planejava uma manobra para conseguir indicar opositores do presidente Michel Temer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A CCJ pode votar nesta quarta o parecer sobre a denúncia contra o peemedebista. Jungmann e Bezerra voltarão para o ministério após a votação.

Com a ida temporária dos ministros para a Câmara, perderão os mandatos os suplentes Severino Ninho (PSB-PE) e Creuza Pereira (PSB-PE). Os dois assinaram um pedido de destituição de Tereza Cristina (PSB-MS), aliada de Temer, da liderança do partido na Casa.

A ideia era retirar a deputada e, com um novo líder no comando, fazer indicações à CCJ de deputados que votariam contra Temer. Porém, com a saída dos dois suplentes, não haverá assinaturas suficientes para que a destituição seja efetivada.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que coordena a tentativa de destituição, disse que a exoneração dos ministros é uma “manobra clara” do Palácio do Planalto, que “interferiu dentro da bancada” para impedir as mudanças na CCJ.

“Se a gente conseguisse fazer essa destituição, nós iríamos alterar dois membros que, na primeira denúncia, votaram a favor do Temer”, afirmou.

“Nós vamos tentar reverter essa atitude do governo de intromissão clara dentro do partido, no desejo de blindar o senhor Michel Temer. É uma interferência, tirando ministros para que possa alterar a votação de um parecer aqui na CCJ”, enfatizou Delgado.

Mais Notícias : Quem é escravo, segundo Temer?
Enviado por alexandre em 18/10/2017 13:25:36

Quem é escravo, segundo Temer?


Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo

O QUE É TRABALHO escravo? Ficou mais difícil de saber desde que o ministro do Trabalho de Michel Temer baixou portaria que parece emendar o artigo 149 do Código Penal, no qual se define esse horror, em vez de apenas regulamentar sua aplicação. No mínimo, abriu-se a porteira para contestações judiciais.

A portaria foi criticada pela própria secretária Nacional de Direitos Humanos do governo federal, Flávia Piovesan, também presidente da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).

O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho recomendaram formalmente a revogação da norma. Advogados ouvidos por este colunista deram interpretações contraditórias sobre seu efeito (se restringe ou não o conceito de trabalho escravo), embora concordem que o governo tomou liberdades com o Código Penal.

A Frente Parlamentar da Agropecuária e setores da indústria da construção civil ficaram felizes com o entendimento que o governo Temer tem a respeito de escravidão. A bancada ruralista é liderada pelo deputado tucano Nilson Leitão. João Doria, prefeito tucano de São Paulo, endossou "plenamente" a posição do confrade e líder ruralista.

No Código Penal está escrito que é crime "reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto."

O que pegou?

Primeiro, a publicação da "lista suja" escravagista, na qual se registra o nome de pessoas e empresas autuadas pelos fiscais (depois de defesa em processo administrativo), que passa a depender de ordem expressa do ministro do Trabalho, ora Ronaldo Nogueira (PTB).

Segundo, a portaria qualifica de modo mais estrito os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva, condição degradante ou de submissão à condição análoga à de escravo.

A redação da norma dá a entender que o crime depende da "privação" do direito de ir e vir, entre outras exigências que reduzem "drasticamente o alcance do conceito de trabalho escravo, ao praticamente limitá-lo às situações de restrição de liberdade e de escolta armada, esvaziando o núcleo elementar de condições degradantes e jornada exaustiva, em direta ofensa ao artigo 149 do Código Penal".

Ao menos um advogado da área diz que a portaria não restringe os casos que podem ser caracterizados como trabalho escravo, mas enumera várias possibilidades, embora observe que a história do "direito de ir e vir" seria mesmo uma excrescência.

Terceiro, o processo apenas pode ir em frente se for registrado boletim de ocorrência policial, o que tiraria a independência dos fiscais. Quarto, o Ministério Público do Trabalho fica fora da discussão dos Termos de Ajuste de Conduta.

O número de trabalhadores libertados de situações análogas à da escravidão foi em média de 2.300 por ano entre 2011 e 2014. Caiu para pouco mais de mil em 2015 e pouco menos de 900 no ano passado. Segundo sindicalistas e militantes, o número de resgates não chegaria à metade disso neste ano, por falta de meios de trabalho. Agora, deve minguar mais,

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