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Mais Notícias : PT banaliza o crime
Enviado por alexandre em 31/08/2015 09:25:49

PT banaliza o crime

* Por Cláudio Soares

É uma ridicularização o que o PT fez numa carta de apoio a Zé Dirceu. Foi algo banal, ridículo. Algo que torna uma chacota. É um escárnio ou zombar do povo brasileiro. Esses são os adjetivos que encontrei para mencionar sobre a banalização com que o PT trata seus criminosos. Eu falo, perplexo, diante da tamanha cara de pau do senador Humberto Costa (PT) e alguns parlamentares petistas - é bom lembrar que Humberto, também, é figura investigado na Lava Jato.

O Zé Dirceu é um criminoso condenado pela corte central deste país, o Supremo Tribunal Federal, e com trânsito em julgado, sem qualquer cabimento de qualquer recurso.  Para ratificar seu perfil criminoso, ele, depois do mensalão, voltou a ser preso por outro crime, o Petrolão. O dinheiro público desviado pela gangue do PT não é para dividir com os mais pobres, como diz a carta que Humberto Costa assinou: "Dirceu é vítima das elites, porque quis ajudar os desfavorecidos".

História para boi dormir. O dinheiro roubado pelo Dirceu foi para se locupletar e comprar carrões e mansões em Brasília. A farsa do discurso fajuto do senador Humberto Costa (PT) e os canalhas, que assinaram aquele documento em solidariedade aos marginais do PT, de querer culpar as elites pela prisão de Dirceu, Delúbio, André Vargas, Vaccari, João Paulo Cunha e tantos outros do partido dos trabalhadores, subestima a inteligência do povo brasileiro.

Ora, se existe elite neste País, ela está no PT - são tantos milhões desviados do erário por estes gatunos que se transformaram numa elite petista. Basta ver o LULA e seu filho queridinho, basta olhar e procurar saber onde foi parar os milhões que vieram da Petrobras para PT de Pernambuco e, segundo delatores, Humberto Costa teria recebido essa bagatela.

Inaceitável um senador da República não reconhecer que seu partido está mergulhado no submundo do crime, que seus companheiros de agremiação partidária instrumentalizaram a roubalheira de dinheiro público para se perpetuar no poder. Onde está a consciência do senador Humberto Costa (PT), que na farsa de seus discursos de outrora condenava peremptoriamente os maus feitos daqueles que estavam poder?

Pergunto se o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, assinou essa carta? Até duvido! A responsabilidade criminal de Zé Dirceu e a associação criminosa que se estabeleceu dentro do PT é exclusividade do nosso sistema político que o senhor senador Humberto faz pouco ou quase nada para reverter, numa necessária, autêntica e verdadeira reforma política.  Vir culpar as elites é no mínimo, estarrecedor.

Afinal, quem é elite? Sarney, Collor, Jáder Barbalho, Romero Jucá, Renan Calheiros, Lula, Marcelo Odebrecht, Sergio Cunha Mendes Júnior, O doleiro Alberto Youssef, Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, Humberto Costa, Pedro Corrêa, Paulo Maluf? Responda Humberto Costa! Vale lembrar apenas trazer à memória do senador que são essas figuras que se apoderaram do dinheiro público e hoje representam um grupo dominante dentro da República.

São essas almas criminosas supracitadas que seu partido PT se juntou e se esqueceu dos homens de vergonha, que ainda existem na política deste País. Foi o PT como disse Frei Beto: "O PT facilitou o acesso dos brasileiros aos bens pessoais, mas não aos bens sociais".  Senador Humberto Costa, tenha hombridade, tenha qualidade de senador e procure se destacar de outra forma, honre seus votos, seja honesto, e lembre-se que a humildade é o caminho da sabedoria. Portanto, peça desculpas ao povo de Pernambuco em vez de está defendendo bandidos.

*Jornalista

Mais Notícias : Não à descriminalização
Enviado por alexandre em 31/08/2015 09:23:11

Coluna da segunda-feira

    Não à descriminalização 

A descriminalização da maconha, em debate no Congresso, divide opiniões e deve envolver a sociedade num grande debate. Para o médico Carlos José Benati, a for aprovada a possibilidade de o portador de maconha ficar livre de aplicação da lei penal, o País estará dando um tremendo retrocesso.

A ponto, segundo ele, de suscitar o debate dos medicamentos de tarja preta também serem liberados. “Os efeitos colaterais e a dependência são tão relevantes quanto os da maconha”, alega ele. A descriminalização das drogas, ao autorizar o porte para uso pessoal, será, na verdade, ainda segundo ele, um desserviço à sociedade.

A revista Veja desta semana traz um depoimento de outro médico, também contrário, no qual afirma que suas declarações e posições se dão em função de experiência com um membro da sua família. O uso privado de substâncias ilícitas extrapola a liberdade constitucional de cada um ao colidir com o direito coletivo à saúde pública.

“O dependente é uma vítima, refém do traficante, porém financia e contribui para sustentar a indústria do tráfico”, diz o também médico Renato Mendes Prestes, residente em Brasília. Segundo ele, como consumidor final, o usuário também faz parte integrante do circuito econômico do crime e é corresponsável pelas mazelas patrocinadas pelo tráfico.

Trata-se de questão de saúde pública, que tem de ter resposta penal. É incompatível com a descriminalização para uso recreativo. “Não acredito, porém, que o usuário tenha de ser apenado com privação de liberdade. Ele deve ser encaminhado pela Justiça para tratamento. Assim, sem desampará-lo, o Estado cumprirá a missão de pôr limites no agir dos indivíduos, como forma de defender, principalmente, as famílias e as crianças, que são as maiores vítimas”, diz.

O Brasil pode se igualar aos demais países da América do Sul que descriminalizaram o porte de drogas hoje ilícitas e passar a ser tolerante com o consumo e com o cultivo para uso próprio. A medida depende do Supremo Tribunal Federal (STF), que deve julgar ação questionando a inconstitucionalidade da proibição.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu à Corte, alegando que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei 11.343, de 2006, não pode ser considerado crime, por não prejudicar terceiros. O relator é o ministro Gilmar Mendes. Para especialistas em segurança pública, direitos humanos e drogas, o STF tem a chance de colocar o Brasil no mesmo patamar de outros países da região e dar um passo importante para viabilizar o acesso de dependentes químicos ao tratamento de saúde, além de pôr fim à estigmatização do usuário como criminoso.

NADADORA ANTITUCANA– A nadadora Joanna Maranhão voltou a se posicionar politicamente, desta vez criticando o senador Aécio Neves (PSDB-MG), acusado pelo doleiro Alberto Youssef, durante a CPI da Petrobras, de ter recebido propina de Furnas no esquema de corrupção investigado na Lava Jato. "Denúncia de propina de seu laércio e ninguém bateu tramontina na varanda. Se ele sair, quem assume é ele mermo?", questionou, irônica, a atleta, em uma referência aos panelaços feitos contra o PT e a presidente Dilma Rousseff.

Rifando o forasteiro - Sabendo que a sua candidatura a prefeito de Jaboatão dos Guararapes está praticamente inviabilizada, o deputado João Fernando Coutinho (PSB), visto na cidade como forasteiro, espalhou que o PROS o apoiaria. Presidente da sigla, Gilson Lima diz que em nenhum momento houve qualquer aceno. "Nós seguiremos com o PSB, mas não necessariamente com João Fernando. Se o partido decidir lançar candidato próprio, estaremos junto. Se o partido decidir apoiar outra legenda, também respaldaremos”, afirmou.

Pé na estrada– Num giro pelo Sertão e Agreste, o secretário de Planejamento, Danilo Cabral, visitou obras do FEM em Arcoverde ao lado da prefeita Madalena Brito (PSB). Esteve na Praça da Cohab II, Pátio da Feira do São Cristóvão, Praça São Cristóvão, Praça Redonda, Praça José Rabelo de Vasconcelos e o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), além das instalações da Usina de Asfalto. Discutiu também a situação do Centro de Educação Física e marcou uma reunião com o secretário de Turismo, Felipe Carreras, para reformar e revitalizar o Centro.

Nem um pio– O ex-ministro José Dirceu deve permanecer calado nos dois depoimentos previstos para hoje — um na CPI da Petrobras e outro na Polícia Federal — sobre as acusações contra ele na Operação Lava Jato. Acusado por delatores da operação de receber propina oriunda de corrupção na Petrobras, o ex-ministro foi preso no dia 3 de agosto, na 17ª Fase da Lava Jato, batizada de Pixuleco. Dirceu foi apontado pelo Ministério Público Federal como o responsável por instituir o esquema na estatal do petróleo, quando era o ministro mais poderoso do Governo Lula.

E tome vaia! – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi abordado por manifestantes anti-governo Dilma Rousseff, ontem, na Avenida Paulista, durante ato contra o governo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um boneco inflável com a imagem de Lula como presidiário foi montado na Paulista e provocou discussão entre manifestantes contra e a favor do governo federal. Em entrevista, o ministro disse que "a intolerância é incompatível com a democracia" e afirmou que, ao fim da confusão, chegou a conversar tranquilamente com alguns dos manifestantes. "Eu disse a eles: é democrático vocês se manifestarem, mas xingamento ultrapassa o limite democrático", relatou.

CURTAS 

VISITA I-  O deputado Fernando Monteiro (PP) acompanha a agenda do ministro da Integração, Gilberto Occhi, hoje, no Estado. Começa por Paulista, com a assinatura da ordem de serviço para obras de dragagem e desassoreamento do Rio Paratibe, ação intermediada também pelo deputado Eduardo da Fonte (PP) em reunião com o prefeito de Paulista, Júnior Matuto.

VISITA II- No final da manhã, em companhia do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, o ministro Gilberto Occhi e os deputados Fernando Monteiro e Eduardo da Fonte visitam as obras de estabilização de barreiras e encostas com risco de desabamentos. A liberação de recursos para essas obras pelo Ministério da Integração Nacional também foi intermediada pelos dois parlamentares.

Perguntar não ofende: Não seria a hora mais adequada de Dirceu abrir o jogo hoje na CPI da Lava Jato?

Mais Notícias : Paulo Coelho versus Planeta e Andressa
Enviado por alexandre em 31/08/2015 09:21:26

Paulo Coelho versus Planeta e Andressa

Coelho:  no ataque

Coelho: no ataque

Paulo Coelho resolveu partir para cima de uma editora e de uma concorrente. Num tuíte de sexta-feira passada, tratou assim a alegada tiragem recorde de 1 milhão de exemplares de Morri Para Viver, livro de memórias da modelo Andressa Urach, lançado há duas semanas:

-  Faltam 999.555 para esgotar a tiragem de 1 MILHÃO informada p/ e divulgada por quase toda a mídia.

A fonte de Coelho para a estocada é a Publishnews, que crava apenas 445 exemplares vendidos do livro de Andressa.

A propósito, a Planeta foi a editora de Paulo Coelho entre 2005 e 2008.

Por Lauro Jardim

Chambinho vai enrolar Gleisi e Paulo Bernardo na Lava-Jato

Tempo chuvoiso

Tempo chuvoiso

O ex-vereador do PT Alexandre Romano, o Chambinho,  preso na Lava-Jato, acusado de receber dinheiro da Consist Software, responsável pela gestão de crédito consignado a servidores públicos federais, para facilitar a vida da empresa, decidiu fazer um acordo de delação premiada.
 
 
Além do que já disse sobre Luiz Gushiken, e o ex-tesoureiro Paulo Ferreira dois nomes estrelados do PT aparecerão nos depoimentos de Romano, de acordo com o que ele já contou ao seu advogado: o casal Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann
Por Lauro Jardim

Cresceu, mas…

Kindle

E-books: apenas 4% do mercado depois de três anos

As vendas de e-books da DLD, distribuidora que reúne as principais editoras do Brasil, tiveram um crescimento de 11% entre janeiro e julho em comparação com o mesmo período do ano passado.

Ainda assim, não se pode falar em explosão dos livros digitais: representam apenas 4% do mercado. Nos EUA, há três anos, o volume de e-books vendidos não cresce.

Por Lauro Jardim

Mais Notícias : Nem tudo está perdido
Enviado por alexandre em 31/08/2015 09:18:16

Nem tudo está perdido

gado

PIB de 212 bilhões de reais neste ano

Um estudo inédito da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) estima que pecuária crescerá neste ano 24% em termos de receita em comparação com 2014. O PIB do setor será de 212 bilhões de reais.

Por Lauro Jardim

O Brasil não muda

Documento de 1976 contém reflexões que servem a Levy

Documento de 1976 contém reflexões que servem a Levy

Em 1976, o Brasil penava com uma inflação de 46% ao ano e o ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen, penava com a responsabilidade de dizer “não” a um estado gastador e a um presidente, Ernesto Geisel, que apostava no investimento estatal – exatamente como Joaquim Levy em 2015.

Num caderno de anotações intitulado “agenda para despacho com o excelentíssimo senhor presidente da República”, que leva o carimbo de “secreto”, Simonsen, então com 41 anos, anotou no dia 27 de setembro: “Em matéria de política anti-inflacionária, estamos hoje no ingrato intervalo entre a aplicação dos remédios e a cura da moléstia. O que se recomenda, no momento, é a firme aplicação da terapêutica monetária e fiscal. E uma paciência algo estóica, à espera dos resultados que, pela teoria e pela experiência, necessariamente virão.”.

Guardadas as devidas diferenças de momento histórico – a inflação crônica e um grande desequilíbrio na balança de pagamentos àquela altura são duas delas – a frase contém elementos atuais.

Soa como um conselho de Simonsen a Levy: é preciso ter “paciência algo estóica” para esta travessia. A advertência serve para Dilma também.

Por Lauro Jardim

Só resta o corte de despesas

Agora que a CPMF foi para o espaço antes mesmo de ir ao Congresso e com o risco de déficit no Orçamento de 2016, Michel Temer e outros experts em Congresso têm aconselhado Joaquim Levy e outros integrantes do governo , que, frente ao estrago já feito, uma “construção política” com algum corte de despesa e outras receitas, é o caminho mais prudente.

 

A propósito, Levy nunca acreditou que a CPMF do jeito que foi apresentada pudesse emplacar no Congresso. Disse isso a Dilma Rousseff na semana passada, antes de a ideia da recriação da contribuição vazasse.  Preferia o caminho da racionalização dos gastos.

Em resumo, se a questão do Orçamento não for resolvida com rapidez aumenta a chance de o dólar disparar, assim como a expectativa de inflação, além da maior deterioração da dívida pública.
Por Lauro Jardim

Mais Notícias : Retrato do Brasil
Enviado por alexandre em 31/08/2015 09:16:14

Retrato do Brasil

Dilma

Popularidade de Dilma se esfarelou até no Nordeste

Uma pesquisa inédita encomendada pelo PMDB do Ceará ao Ibope conseguiu fazer uma fotografia sem photoshop do que aconteceu com Dilma Rousseff da eleição para cá.

Na cidade de Lavras da Mangabeira, de 31 000 habitantes, Dilma obteve a inacreditável marca de 86,6% dos votos no segundo turno, em outubro passado. Agora, de acordo com a pesquisa realizada em agosto, ou seja, dez meses depois, 76% dos habitantes reprovam o governo.

Sua popularidade, portanto, esfarelou-se, até em pequenas cidades nordestinas que a apoiaram de forma esmagadora.

Por Lauro Jardim

Crise nos honorários

Lava-Jato: crise faz investigados pechincharem com advogados

Lava-Jato: crise tem obrigado investigados a pechinchar honorários com advogados

Embora a Lava-Jato tenha aquecido numa temperatura inédita o mercado de advocacia penal brasileiro, os grandes escritórios já começam a sentir o efeito da crise econômica.

Grandes empresários estão mais exigentes na negociação sobre o preço dos honorários.  Já alguns políticos, além do suor da crise, também penam com a sequidão das fontes de financiamento.

Nas últimas semanas, uma grande banca penou para receber de um deles o pagamento acordado em contrato.

Por Lauro Jardim

Gastos sem controle

dilma e levy

CPMF foi compensada, mas vai voltar

Quando a CPMF deixou de ser cobrada, em 2008, o governo aumentou a Contribuição sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos de 8% para 15% (anteontem, o Congresso aprovou nova subida, agora para 20%) como forma de compensar esta perda.

Sem falar no IOF, que também subiu imediatamente após a CPMF ser extinta em janeiro em 2008 e hoje arrecada cerca de 30 bilhões de reais por ano (até 2007, a arrecadação com o IOF passava pouco dos 10 bilhões de reais).

Ou seja, o governo está recriando a CPMF, mesmo tendo vorazmente compensado sua extinção de outras formas, pela evidente incapacidade de controlar seus gastos.

Por Lauro Jardim

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