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Regionais : Dona de casa mata filha grávida e esfaqueia neto de 4 anos
Enviado por alexandre em 25/06/2016 19:20:55


Uma dona de casa matou a filha gestante e esfaqueou o neto de 4 anos na manhã deste sábado (25) em Ribeirão Preto (SP). Segundo a Polícia Militar, após o crime a mulher ainda tentou se matar usando uma faca e foi impedida por um vizinho, que também ficou ferido.

O motivo do crime ainda não foi esclarecido. De acordo com a PM, o crime ocorreu dentro da casa da família, no bairro Ribeirânia. A dona de casa atingiu a filha, de 31 anos, que estava grávida de sete meses, com um golpe de faca no abdômen.

Em seguida, a mulher tentou matar o neto com um golpe no pescoço. Ainda segundo informações da PM, um vizinho percebeu a ação, entrou na casa, viu a agressora tentando atingir o próprio pescoço usando a faca e conseguiu impedir o suicídio.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiro socorreram as vítimas. A grávida foi levada a um hospital particular e submetida a uma cesárea no início da tarde. Ela e o bebê não resistiram.

O garoto foi atendido na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) com um corte no pescoço e passa por cirurgia. A avó foi levada para a mesma unidade de saúde e passa por atendimento.

Segundo a Polícia Militar, o vizinho sofreu ferimentos leves nas mãos e nos braços, mas não precisou ser socorrido.

O caso está sendo registrado na Central de Flagrantes da Polícia Civil. Peritos estiveram na casa da família e apreenderam a faca usada no crime, assim como outros objetos.

Garoto de 4 anos foi atingido com golpe de faca no pescoço


Fonte: G1

Regionais : Cafeteria em permitirá que clientes peçam café com acompanhamento de sexo oral
Enviado por alexandre em 25/06/2016 19:17:59


Uma cafeteria que abrirá em Genebra (Suíça) permitirá que seus clientes peçam um café juntamente com sexo oral. O pacote vai custar 42 libras (cerca de 200 reais).

De acordo com reportagem do jornal "Le Matin", a cafeteria, ligada à empresa de escorts Facegirl, abrirá até o fim deste ano.

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Cafeteria em Genebra terá sexo oral como acompanhamento

Bradley Chavet, da direção da cafeteria, os clientes poderão, por meio de um iPad, escolher o tipo de café desejado e selecionar a prostituta que fará o serviço sexual.

"Em cinco, dez minutos, tudo será finalizado", contou.

Um serviço de escorts fornecerá a mão de obra

Foto: Reprodução / Internet

Como o serviço será feito pelas garotas de programa permanece um segredo.

A prostituição é legalizada na Suíça, mas é fortemente controlada pelo governo, a fim de evitar o tráfico de mulheres.

Fonte: O Globo

Regionais : O País do futuro
Enviado por alexandre em 25/06/2016 15:51:51

O País do futuro



Ruy Fabiano

A degradação da política brasileira, hoje no banco dos réus, mergulhou o país no vácuo do imponderável. Ninguém arrisca um palpite sobre o dia de amanhã – na verdade, nem mesmo o de hoje.

De repente, do nada, surge mais uma operação policial, encarcerando um ou mais notáveis da República, asseclas e operadores, expondo mais vísceras de algum segmento político-partidário. Ou de todos. Faz dois anos que isso acontece. Esta semana, foi a vez do ex-ministro Paulo Bernardo, do PT, que serviu a Lula e a Dilma. Sua mulher, a senadora Gleisi Hoffmann, continua servindo – e deve acompanhá-lo, em breve, na desdita.

Em Pernambuco, a Polícia Federal descobriu outra conexão criminosa, desta vez envolvendo a campanha do falecido ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência, Eduardo Campos, morto em 2014, num desastre de avião. A operação Turbulência descobriu que a aeronave acidentada havia sido adquirida com dinheiro público roubado. Os financiadores de Campos mantiveram apoio à campanha da candidata que o sucedeu, Marina Silva. E Leo Pinheiro, da OAS, em delação, disse que também doou propina da Petrobras à campanha de Marina.

Amplia-se, pois, o arco partidário sob suspeição pública e investigação policial. O PSB acaba de integrá-lo. A próxima sucessão presidencial, com sua inevitável bolsa de apostas, tornou-se tema de videntes e cartomantes. No campo da ciência política, os dados não autorizam especulações. A lógica saiu de cena.

Depende dos que sobreviverem até lá. E eis aí o temor que se instala. Num paralelo, a Operação Mãos Limpas, ocorrida na Itália, nos anos 90 – fonte de inspiração do juiz Sérgio Moro -, também produziu um haraquiri na política italiana. Mas, por falta de renovação dos quadros dirigentes de lá – e por um acordo político entre os que dela escaparam – levou a um desfecho decepcionante. E paradoxal.As pesquisas de opinião, por isso mesmo, tornaram-se vazias. E não apenas pela distância do pleito, previsto para 2018 - mas que pode ocorrer antes (ou nem ocorrer, segundo os mais pessimistas) -, e sim pela gradual saída de cena dos nomes até aqui tidos como óbvios. Como não há vazio no poder, hão de surgir outros. Quais?

Resultou na ascensão de um político burlesco – e corrupto -, Sílvio Berlusconi, que dominaria a cena política de 1994, quando se tornou primeiro-ministro pela primeira vez, até 2011, em que finalmente foi banido, após ocupar por quatro vezes a chefia do governo. Nesse período, fez aprovar leis que enfraqueceram o Judiciário, submetendo-o ao poder político.

O resultado é que a corrupção venceu e seu símbolo passou a ser exatamente um sobrevivente das Mãos Limpas (mesmo sem tê-las), ele próprio, Berlusconi. Por aqui, há sinais preocupantes.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, já se manifestou contra as delações premiadas, sugerindo que apresentará projeto de lei restringindo-as. Ninguém duvida que o atual Congresso apoiaria entusiasticamente tal iniciativa, além de outras, que reduzissem, por exemplo, os poderes do Ministério Público. Criatividade não falta.

Ao tempo da CPI dos Anões do Orçamento, em 1993/94, em que pela primeira vez parlamentares cassavam parlamentares, Antonio Carlos Magalhães reuniu-se com alguns chefes partidários para propor uma saída que impedisse o que chamou de “guerra de extermínio”. O acordo resultou na entrega de algumas cabeças coroadas para preservar as demais. Funcionou – e a nave seguiu.

A diferença é que agora o Congresso não é tribunal, mas banco dos réus. Há um juiz implacável, que infunde temor até à mais alta Corte, que, por sua vez, é mais política (e partidária) que jurídica. E há ainda uma força-tarefa, que envolve policiais federais e procuradores, que exercem seu ofício com ardor missionário. É talvez a primeira vez na história que um juiz de primeira instância se sobrepõe aos cardeais da Suprema Corte, pondo-os a nu.

O advento da internet, com suas redes sociais, estabelece ainda poderoso diferencial: enseja efetiva participação da sociedade, propiciando em curto prazo mobilizações de massa, em proporções jamais vistas. Foram necessárias cinco megamanifestações, entre 2015 e 2016, todas demolidoras contra a classe política e as instituições, para que estas acreditassem que, afinal, opinião pública existe - e já não é apenas a opinião publicada.

O mantra de que as instituições estão funcionando é verdadeiro, mas nem sempre se sabe como e para quem. Sempre funcionaram, mas naquela base. Não mudou muito, exceto quando temem a contrapartida das ruas. É por aí que há alguma esperança.

Esqueceram do Brasil



Cristovam Buarque *

A ausência do Brasil nas decisões políticas provoca um esquecimento da perspectiva de nação ao longo das décadas e séculos no futuro

Nesta semana, ouvi um professor chileno dizer: “Tenho pena do Brasil”. Esta frase me incomodou mais do que as matérias sobre as tragédias brasileiras destes tempos sombrios. Ainda mais quando imaginei a pergunta que ele não fez: “Como vocês deixaram o Brasil chegar a esta situação?” Como senador, senti constrangimento por esta pergunta não feita, e pela resposta que daria: “Há décadas, os políticos não colocam o Brasil como o personagem central de suas decisões”.

O Brasil tem sido preocupação de sociólogos, literatos, jornalistas, economistas, mas não dos políticos. A Lava-Jato está mostrando que alguns usam a política para o enriquecimento pessoal; outros, para financiar campanhas e continuarem com seus mandatos; os melhores fazem política servindo a desejos imediatos de grupos específicos dos eleitores que os apoiam; as leis são feitas para beneficiar trabalhadores, empresários, aposentados, servidores públicos, consumidores, mas raramente ao Brasil como um todo, no longo prazo.

Há parlamentares dos professores, não da educação; dos aposentados, não da aposentadoria; dos universitários, não da ciência e tecnologia; da assistência social, não da emancipação do povo; do apoio à indústria, não ao desenvolvimento industrial; dos médicos, não da saúde. Ao longo da história, querendo atender cada grupo no imediato, sem considerar o Brasil no longo prazo, relegamos a opção por prioridades: o resultado tem sido o aumento nos gastos públicos acima da disponibilidade de recursos e, em consequência, o endividamento e a inflação.

A ausência do Brasil nas decisões políticas provoca um esquecimento da perspectiva de nação ao longo das décadas e séculos no futuro. Para beneficiar cada grupo, sacrificamos todos e o país. O debate sobre o impeachment é um exemplo de que “esqueceram o Brasil”. Com opção já tomada, defende-se a cassação ou a continuidade do mandato da presidente, sem aprofundar o debate sobre o que será melhor para o Brasil.

A disputa se dá entre os que desejam a continuidade do governo do PT, depois de 13 anos, mesmo sabendo dos riscos de a volta da irresponsabilidade fiscal desestruturar ainda mais as finanças públicas e de o corporativismo vir a desarticular ainda mais o tecido social e o futuro do Brasil; os outros não querem a continuidade do governo de Dilma, sem refletir sobre as consequências da interrupção do mandato do segundo presidente entre os quatro eleitos.

Não há consideração sobre qual destas duas alternativas será capaz de consolidar nossa democracia, assegurar estabilidade fiscal e monetária, induzir o país na direção de uma economia produtiva, uma sociedade justa, um setor cientifico e tecnológico sólido, cidades eficientes, educação de qualidade igual para todos; não há consideração sobre qual será capaz de conduzir as reformas de que o Brasil necessita.

Esqueceram do Brasil, esta é a causa de o Brasil dar pena em quem observa sua tragédia atual.

* Cristovam Buarque é professor emérito da UnB e senador pelo PDT-DF

Regionais : Dilma autorizada a usar aviões da FAB, mas pagando
Enviado por alexandre em 25/06/2016 15:50:01

Dilma autorizada a usar aviões da FAB, mas pagando



Decisão liminar é da juíza federal Daniela Cristina de Oliveira Pertile e atende pedido da presidente afastada para voar fora do trecho Porto Alegre/Brasília

Estado de S.Paulo - Chico Guevara

A Justiça Federal autorizou Dilma Rousseff a utilizar novamente aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) fora do trecho Porto Alegre/Brasília. A decisão é da 6ª Vara Federal de Porto Alegre e atende um pedido da presidente afastada. No dia 2 de junho, um parecer elaborado pela sub-chefia de assuntos jurídicos da Casa Civil restringiu o uso das aeronaves pela petista apenas da capital federal à gaúcha, onde possui residência. Cabe recuso da decisão.

Segundo a liminar da juíza Daniela Cristina de Oliveira Pertile, publicada nessa quinta-feira, 23, Dilma precisará, no entanto, ressarcir os custos. A decisão garante também o mesmo direito aos assessores da presidente afastada e a manutenção da estrutura do seu gabinete pessoal.

Dilma havia ingressado com uma ação contra a União como intuito de manter a determinação feita pelo Senado no momento de seu afastamento em decorrência da instauração do processo de crime de responsabilidade. Ela alegou que o ato não implicava a limitação de algumas garantias próprias do cargo de Presidente. Em sua argumentação, a Presidente alegou a a incompetência do Executivo para rever ou limitar um ato do Senado.

O tostão e o bilhão



Às voltas com a prisão do marido, Paulo Bernardo, a senadora Gleisi, que também está denunciada na Lava-Jato, não deverá se dedicar tanto à defesa de Dilma

Luiz Antonio Novaes - O Globo

Num plenário vazio para uma quartafeira, o procurador Dallagnol, da LavaJato, apelou aos poucos deputados presentes que aprovassem o pacote do MP anticorrupção, na Câmara há meses. E citou uma estimativa astronômica, não dele, mas da ONU: o Brasil perde com desvios e fraudes R$ 200 bilhões anuais.

“A corrupção é uma serial killer que se disfarça de buracos de estrada, falta de medicamentos, crimes de ruas e pobreza”. No dia seguinte, ouvimos, no sotaque paulista da Operação Custo Brasil, que ela também se traveste de taxas irrisórias de R$1,25, retiradas pelo pró- prio governo dos contracheques de centenas de milhares de servidores e aposentados.

Segundo a denúncia, a partir do Planejamento, R$100 milhões foram desviados de empréstimos consignados, entre 2009 e 2015, para integrantes do esquema e para o PT. Se confirmado, o “escândalo do tostão”, que levou à primeira prisão de um ex-ministro de Dilma, Paulo Bernardo, terá, pela vilania de furtar trabalhadores endividados, efeito ainda mais devastador para o PT do que os bilhões roubados, via empreiteiras, da Petrobras.

A impactante Custo Brasil, que prendeu ainda um secretário de Haddad e outro ex-tesoureiro petista, além de atingir o ex-ministro Gabas, é o filhote de Curitiba que nasceu em São Paulo recolocando no foco o PT. Na terça-feira, a Operação Turbulência sacudiu Recife e o PSB de Eduardo Campos, herdado por Marina Silva na campanha de 2014.

Nas semanas anteriores quem esteve no olho do furacão foi PMDB, com a delação de Sérgio Machado, sob coordenação de Brasília. O modelo consagrado no Paraná, de atuação conjunta da forçatarefa PF-MP-Justiça, se espraia para os demais estados. No Senado, a comissão do impeachment continua em sua modorra: até um assistente de Eduardo Cardozo não resistiu e cochilou.

Às voltas com a prisão do marido, Paulo Bernardo, a senadora Gleisi, que também está denunciada na Lava-Jato, não deverá se dedicar tanto à defesa de Dilma. Esperando a retomada das ações contra Lula, o que Moro fez somente ontem à noite, o PT foi pego de surpresa e pouco reagiu ao novo escândalo — que abate sem dúvida a moral da tropa dilmista.

De moral baixa também anda Eduardo Cunha, que virou réu pela segunda vez no STF, agora pelos milhões escondidos na Suíça, e segue para o cadafalso da cassação ou da prisão.



Urgente : Lava Jato agora prepara denúncias contra Lula
Enviado por alexandre em 25/06/2016 15:42:51





Josias de Souza

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, recolocou em movimento os processos que envolvem Lula. Em despacho assinado nesta sexta-feira, Moro determinou que sejam juntadas aos autos as interceptações telefônicas que captaram diálogos do ex-presidente. A força-tarefa de Curitiba já prepara as denúncias que serão protocoladas contra Lula. Não são negligenciáveis as chances de condenação.

Em seu despacho, Moro excluiu apenas o grampo que foi anulado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Trata-se daquela célebre conversa em que Dilma Rousseff, ainda instalada no Planalto, foi pilhada informando a Lula que enviria um portador —“o Bessias”— com o seu termo de posse na chefia da Casa Civil. Como o diálogo foi captado depois que Moro já havia determinado o encerramento da interceptação, Teori considerou a gavação ilegal.

A divulgação dos grampos havia paralisado as investigações contra Lula. provocado pela defesa do ex-presidente, Teori requisitara o envio dos processos de Curitiba para Brasília. Há 11 dias, o ministro mandou devolver a Moro a maioria dos procedimentos sobre Lula. São 16 no total.

Entre eles os inquéritos que tratam dos favores monetários prestados a Lula pela Odebrecht e pela OAS em dois imóveis que o morubixaba do PT diz não possuir —o sítio de Atibaia e o triplex do Guarujá— e no aluguel de contêineres para guardar os presentes recebidos por Lula durante o seu governo.

Formou-se entre os procuradores da Lava Jato um consenso quanto à necessidade de denunciar Lula por esses fatos. Ele deve ser acusado da prática de pelo menos dois crimes: corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Também nesta sexta-feira, o ministro Teori Zavascki enviou à Justiça Federal de Brasília o processo em que a Procuradoria-Geral da República denunciou Lula como mandante da compra do silêncio do delator Nestor Cerveró por R$ 250 mil.

O caso estava no STF porque envolve Delcídio Amaral, que era senador e dispunha de foro privilegiado. Com a cassação de Delcídio, o procurador-geral Rodrigo Janot pediu que o processo fosse remetido para Sérgio Moro. No entanto, Teori preferiu enviá-lo pra a primeira instância de Brasília.

Desemprego e violência



Carlos Chagas

No interior, na periferia e no centro das cidades, a violência multiplica-se em progressão geométrica. Os meios para combatê-la sequer crescem em progressão aritmética. Importa menos se as polícias estão desaparelhadas ou se o desemprego crescente aumentou o número de marginais. A verdade é que o cidadão comum asila-se cada vez mais na própria casa. Quando dispõe de uma casa, é claro.

Dos 12 milhões de desempregados que as estatísticas indicam, mas na verdade atingem o dobro, quantos podem manter o sentimento de que vão mudar de vida? Esse é o principal obstáculo para o país recuperar-se. A esperança parece cada vez mais remota.

Por conta disso a violência progride. Prevendo que permanecerá sem trabalho, pressionado pelas necessidades primárias da família, indignado em apelar para a caridade pública, quantos resistem em tomar pela força o que lhes é negado pela falta de trabalho? Trata-se de um estímulo, além de parecer mais cômodo, exigindo menos esforço apesar de maior risco.

Entra em campo o sistema de contrapesos. As autoridades encarregadas de manter a ordem sentem-se diminuídas e impotentes. Também apelam para a violência.

O resultado é o aumento da insegurança. Com a multiplicação dos assaltos, roubos, sequestros, estupros e assassinatos, chega-se ao crime organizado. Bandos transformam-se em quadrilhas. Do outro lado, a reação é atirar primeiro para perguntar depois.

Acresce que a moda pega. Violência chama violência. Tudo em função do desemprego crescente, causa primeira da situação em que vivemos.

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