Justiça - SEM PROVAS - Notícias
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Justiça : SEM PROVAS
Enviado por alexandre em 06/12/2019 08:31:39

PGR pede que STF não analise suspeição de Moro por diálogos
Por Da Redação

 

Em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que não vê elementos que comprovem suspeição de Sergio Moro no processo que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da operação Lava Jato. O órgão sustenta, ainda, que não há irregularidades nas falas de Moro em diálogos vazados pelo site The Intercept.

A manifestação é assinada pelo subprocurador-geral da República José Adonis Callou de Araújo Sá, coordenador da Lava Jato na PGR, que solicitou a rejeição de novos requerimentos apresentados pela defesa de Lula em habeas corpus, nos quais aponta a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro.

Para o subprocurador, não cabe análise de mérito neste momento, já que o habeas corpus da defesa de Lula ainda não foi apreciado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, o magistrado afirma que não há indícios que apontem para conduta parcial de Moro.
Na petição, José Adonis afirma, ainda, que os diálogos vazados envolvendo Sergio Moro não podem ser utilizados em um eventual julgamento de suspeição do ex-juiz “em virtude de seu caráter ilícito e por não ser possível aferir sua autenticidade e integridade”.  O subprocurador acrescenta que, mesmo se essa conferência fosse possível, o material não demonstra qualquer conduta ilícita que pudesse justificar a suspeição do ex-juiz.

“Ainda que fossem lícitas e autênticas (as mensagens), não demonstram conluio ou suspeição e as decisões proferidas pelo juiz estão embasadas em fatos, provas e na lei e, embora intensamente questionadas no Judiciário, foram confirmadas”, pontuou em um dos trechos.

“[A atuação de Moro no caso de Lula] observou o mesmo tratamento dado aos demais casos no âmbito da Operação Lava Jato, estando amparada em fatos, provas e em interpretações legítimas da lei”, acrescentou José Adonis.


Doria promete revisar protocolo da PM e anuncia ação cultural

O tucano se disse chocado após a divulgação de um vídeo que mostrou agressões de um policial a jovens em um baile funk.

O governador de São Paulo, João Doria (Valter Campanato/Agência Brasil)

Da Redação da Veja

 

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quinta-feira, 5, que pediu a revisão de todos os protocolos da Polícia Militar e afirmou que circunstâncias de violências policiais devem ser punidas.

Durante entrevista a jornalistas, o governador negou que o seu discurso mais duro com relação à segurança pública possa estar contribuindo para o aumento da letalidade policial no estado. Segundo ele, o aumento da letalidade em São Paulo ocorre pelo aumento da eficiência e de ações mais amplas das policias de combate ao crime. Doria também negou que a violência policial nas periferias seja uma rotina, mas admitiu estar chocado com vídeo divulgado das agressões. Na última segunda-feira, Doria havia dito que não seriam feitas mudanças nos procedimentos policiais.

“Circunstâncias pontuais que representam falhas no procedimento da polícia têm que ser corrigidas de imediato. Aqueles que falharam e proporcionaram violência e o uso desnecessário de força, com vítimas, devem ser punidos. É inaceitável que a melhor polícia do Brasil utilize de força desproporcional e desnecessária, sobretudo quando não há nenhuma reação de agressão. Como governador do estado não aceito que esse tipo de procedimento exista. Faremos de tudo para que isso não aconteça. Revisar protocolos e treinamentos para que nenhum policial militar aja dessa maneira”, disse Doria.

Ele também orientou todos os seus secretários para criar um conjunto de propostas sociais – envolvendo ações nas áreas de lazer, cultura, esporte, cidadania e até formação profissional – para as comunidades carentes de Paraisópolis e Heliópolis. O anúncio ocorre quatro dias após a morte de dez pessoas em pancadões (bailes funks) na capital paulista – nove delas em Paraisópolis e uma em Heliópolis, ocorridas no último domingo, 1º.
O tucano se disse chocado após a divulgação de um vídeo que mostrou agressões de um policial a jovens em um baile funk. Ele afirmou que os casos de violência desproporcional devem ser punidos: “Isso é incompatível com o respeito à corporação. É inaceitável que a melhor polícia do Brasil utilize de violência ou de força desproporcional, sobretudo quando não há nenhuma reação de agressão”.

Segundo Doria, as ações serão desenvolvidas junto com a prefeitura e deverão ser apresentadas em breve. Ele disse ainda que as duas comunidades receberão unidades das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e que conversou com a Sabesp, empresa de água e saneamento, para que sejam priorizadas ações envolvendo melhorias no saneamento básico nessas comunidades.

Na noite de segunda, Doria recebeu familiares das vítimas de Paraisópolis e líderes comunitários. Segundo o governador, as famílias pediram que as investigações prossigam, sejam rigorosas e tenham transparência, além de que sejam acompanhadas pela Defensoria Pública, pela Promotoria e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “O compromisso do nosso governo é para que haja isenção na investigação”, disse.

Outro pedido feito pelas mães e parentes das vítimas é para que o governador garanta que eles não sofram represálias. “Eu assegurei que elas não precisam temer nada”, disse.

Uma nova reunião foi marcada entre o governador e as famílias para a próxima segunda-feira, 9.

Defensoria Pública

Um plantão judiciário da Defensoria Pública foi instalado no Centro Educacional Unificado (CEU) de Paraisópolis para atender, entre hoje (5) e amanhã (6), moradores do local e frequentadores do baile funk. Segundo Ana Carolina Schwan, coordenadora do Núcleo Especializado da Infância e do Adolescente da Defensoria Pública de São Paulo, haverá equipes multidisciplinares para prestar atendimento psicológico e assistência jurídica.

Segundo ela, o atendimento será amplo. “Aquela pessoa que tiver uma lesão física ou psicológica decorrente do evento ou ainda pessoas que tiveram algum dano patrimonial em razão do acontecido, como um carro que possa ter sido quebrado, ou pessoas que estavam no evento e que tenham alguma coisa para relatar ou que considere importante”. A Defensoria vai garantir o sigilo sobre o atendimento.

De acordo com a defensora, os moradores de Paraisópolis poderão fazer denúncias e relatar episódios ocorridos nos pancadões na comunidade e, caso desejem, suas denúncias poderão constar nos inquéritos que já foram abertos. “Só se for da vontade dessas pessoas é que essas informações serão passadas para os órgãos responsáveis pelas investigações”, disse Ana Carolina, que reforçou que a Defensoria vai acompanhar os inquéritos policiais sobre as mortes nos bailes funk.

Drones
Doria anunciou também que a polícia do estado recebeu um equipamento antidrone para barrar tentativas de acesso ao espaço aéreo dos presídios de São Paulo. O antidrone conta com um sistema que combina detecção de frequências e ondas de rádios, áudio e sensor óptico. Após a localização e confirmação do drone invasor, entra em ação o sistema do antidrone, que embaralha a comunicação entre o equipamento clandestino e seu operador.

É a primeira vez que a solução é instalada num presídio na América Latina. Segundo o governo paulista, no mundo todo há cerca de 40 unidades prisionais com o sistema em funcionamento. Doria anunciou também que a Polícia Militar recebeu 100 drones e 100 bicicletas elétricas, que vão ajudar nas ações preventivas de segurança no estado. Os novos drones vão captar imagens em tempo real que serão transmitidas ao Centro de Operações da PM.

“São 145 equipamentos. Uma parte foi doado por empresas chinesas e outra parte foi adquirido por meio de um processo licitatório. O investimento total é de R$ 3 milhões”, disse o governador.

Em breve, o governo de São Paulo deve anunciar também a aquisição de bodycams, câmeras instaladas nos uniformes dos policiais que devem acompanhar ao vivo e monitorar as ações policiais.

Com Agência Brasil

Justiça : SÓ MUÍDO
Enviado por alexandre em 04/12/2019 08:44:05

Renan vira réu em processo no STF

Senador é investigado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação. 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Da Agência Brasil

 

Lava Jato

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira, 3, denúncia apresentada contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

Por 3 votos a 2, o colegiado entendeu que há indícios suficientes para tornar o senador réu em um processo criminal. A Turma julgou denúncia apresentada em 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que foi baseada na delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, empresa da Petrobras na época.

Nos depoimentos, Machado disse que Calheiros e outros políticos do partido teriam recebido valores de empresas que tinham contratos da estatal para repassar a diretórios do MDB. De acordo com a acusação, os supostos repasses teriam ocorrido por meio de doações eleitorais a três diretórios, do MDB no Tocantins e Aracaju e do PSDB em Alagoas, em troca de benefícios na Transpetro.

Na semana passada, no início do julgamento, o ministro Edson Fachin, relator do caso, entendeu que há indícios dos crimes, mas somente no repasse feito ao diretório de Tocantins. Nos casos envolvendo os demais diretórios, não há provas suficientes para abertura da ação penal contra o senador.

Segundo o ministro, em 2010, a empresa NM Engenharia e Serviços, cujos sócios também assinaram delação, repassou R$ 150 mil em forma de doação eleitoral oficial ao diretório de Tocantins, após solicitação de Renan Calheiros. A doação foi direcionada a um apoiador do senador, o então deputado Leomar Quintanilha.

Na sessão desta terça, os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia acompanharam o relator, formando a maioria pela abertura da ação penal contra o senador.

Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes discordaram do relator e entenderam que a denúncia da PGR é genérica e não apontou as condutas pormenorizadas que teriam sido cometidas pelo senador.

Segundo Gilmar, a denúncia se baseou somente na delação premiada de Sérgio Machado e não apontou os meios que teriam sido empregados para obtenção dos recursos, além de não indicar se houve pedido de Renan Calheiros para que as doações fossem realizadas.

“Não especifica de forma concreta o ato de ofício ou relativo às atribuições institucionais do senador que teria sido indevidamente mercadejado, sustentando-se apenas em um genérico fornecimento de apoio político”, afirmou Mendes.

Com a abertura da ação penal, Calheiros deverá prestar depoimento e poderá indicar testemunhas de defesa. Ao final do processo, caberá ao ministro Fachin elaborar uma sentença para condenar ou absolver o senador. Não há prazo para decisão.

Defesa

A defesa do senador negou as acusações e afirmou que a denúncia foi feita pelo ex-procurador Rodrigo Janot antes do término da investigação pela Polícia Federal. “A própria Polícia Federal, de forma expressa, disse que as provas não comunicam entre si e que elas são desencontradas”, afirmou Luiz Henrique Alves, advogado do senador.

Justiça : TESTONI O DOBRO
Enviado por alexandre em 02/12/2019 09:20:00

Alex Testoni lidera a corrida eleitoral em Ouro Preto do Oeste com folga

ALEX TESTONI: O DOBRO DO SEGUNDO

Um dos líderes empresariais e políticos que protesta com veemência sobre o que teria sido uma terrível perseguição policial contra ele, o ex prefeito Alex Testoni, não quer nem ouvir falar em política, ao menos até que tudo o que houve de problemas na sua vida, nesse contexto, se esclareça. Mas só não voltará por cima se não quiser. Pesquisas que têm sido realizadas em Ouro Preto, deixam claro que numa nova disputa pela Prefeitura, ele seria eleito com o dobro das intenções de votos do segundo colocado. Como há suspeita, pelas gravações até agora descobertas, que Testoni poderia ter sido alvo de perseguição política, o resultado da amostragem da opinião púbica da sua cidade torna-se ainda mais importante. Significa que o povo de Ouro Preto o considera realmente inocente em todo o episódio. Na última pesquisa informal, feita na semana passada, se a eleição municipal fosse hoje, Alex Testoni teria 38,34 por cento dos votos válidos e o segundo colocado, o atual Prefeito, Wagno Panyssoly, teria 18,66 por cento (lembrando que o atual gestor municipal só ganhou as eleições municipais de 2016, graças ao apoio incondicional de Alex Testoni que colocou seus apoiadores para apoia-lo faltando apenas 18 dias para as eleições. O apoio de Testoni e seu grupo foi decisivo para consolidar a vitória de Panisoly sobre a ex deputada estadual e ex vereadora Rosária Helena que tinha o apoio dos chamados "sapatinhos de ouro", um grupo de falsas lideranças que se intitula donos de empório político na cidade que na verdade entra eleição e sai eleição e este mesmo grupo só serve para motivos de chacotas já que não são capazes de eleger nem porteiro de prostíbulo de beira de BR quanto mais um prefeito de Ouro Preto do Oeste e o que se viu nas eleições de 2016 foi o mesmo que ocorreu nas eleições municipais de 2004 quando o grupão se reuniu para apoiar a esposa do ex deputado estadual Haroldo Santos, a então vereadora Dinorá e um desconhecido mas, fanfarão chamado Irandir de Oliveira apoiado pelo então deputado estadual Ronilton Capixaba deu uma peia de votos nos chamados "sapatinhos de ouro", e este fato se repetiu nas eleições federais de 2018, quando este mesmo grupo se dividiu uma parte apoiou o então deputado estadual e candidato a reeleição Marcelino Tenório e o médico Perly Dorneles e ambos ficaram apenas no "cheirinho", e o que o se viu foi o município de Ouro Preto do Oeste ficar pela primeira vez sem um representante na ALE/RO, diante deste quadro é bom que os pretensos candidatos à prefeito de Ouro Preto do Oeste queira distância desse grupo que repito são "rolando lero" em matéria de agregar votos no candidato ou candidata que eles apoia são "bichos de pé" que precisam ser extirpado o quanto antes). Alex só não volta a comandar a sua cidade, onde teve dois mandatos de sucesso, se realmente tiver decidido de que, definitivamente, a vida pública não está mais nos seus planos. Mas é bom que o multi empresário de afaste dessa turma porque pode ser a próxima vítima a cair no descrédito do eleitor, eleitor esse que já mostrou com número que quer a volta de Alex Testoni a prefeitura de Ouro Preto do Oeste e o jogo é jogado o resto é só balão de ensaio.

 

Fonte: Alexandre Araujo com informações da coluna do Sérgio Pires

 

Justiça : BEIÇOLA
Enviado por alexandre em 29/11/2019 09:22:21

Gilmar Mendes troca as bolas

No afã de atacar a Lava Jato, Gilmar Mendes confundiu alhos com bugalhos durante seu voto, ontem, sobre o compartilhamento de dados da Receita e UIF com o Ministério Público.

Em dado momento, disse que “recentemente foi demitido o procurador-geral da Suíça, por envolvimento, por irregularidades cometidas na investigação da Fifa e também investigações feitas em relação à Lava Jato no Brasil”.

Não é fato.

Em setembro, Michael Lauber, no cargo desde 2012, foi reeleito pela segunda vez, para um mandato de mais dois anos.

No processo de recondução, parlamentares chegaram a questionar reuniões extraoficiais que ele teve em 2016 e 2017 com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, investigado pelo MP suíço.

Não houve nenhum questionamento em relação à atuação de Lauber na Lava Jato. Ao contrário, foi ele o responsável pelo bloqueio de US$ 1 bilhão desviados para os bancos da Suíça.


O APERITIVO DE LAVA TOGA
Enfim, o combate à corrupção avança no território inexplorado do Judiciário

Caro leitor,

A Lava Jato colocou atrás das grades dois ex-presidente da República, um ex-presidente da Câmara, ex-governador, ex-parlamentares poderosos, um senador em pleno mandato…

Nenhum juiz.

Não à toa, o Judiciário é visto como um território (ainda) não explorado na luta contra a corrupção.

Há sinais consistentes, porém, de que a fronteira foi rompida.

Apuração exclusiva dos repórteres Fabio Leite e Fabio Serapião revela detalhes dos casos em que o combate à corrupção no Judiciário avança:

A face mais visível disso são duas operações da PF: Appius e Faroeste.

Ambas as operações investigam suspeitas de crimes semelhantes: um grande empresário interessado em decisões judiciais favoráveis, um juiz disposto a conceder tais veredictos e, entre eles, escritórios de advocacia construindo acordos escusos.

O caso investigado pela operação Appius é emblemático desse arranjo.

O juiz supostamente interessado em conceder a sentença favorável era ninguém menos do que César Asfor Rocha, então presidente do STJ, a segunda mais alta corte do país.

A intermediação teria ficado por conta do próprio filho de Asfor Rocha, Caio César Rocha.

A grande empresa interessada na decisão judicial favorável é a Camargo Correa, que teria pago R$ 5 milhões para que Asfor Rocha anulasse a operação Castelo de Areia — que apurava o pagamento de propina a políticos.

Os investigadores apuram ainda a participação na negociata de ex-ministro lulista Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014.

Leia um trecho da reportagem:

Asfor paralisou a Castelo de Areia no dia 14 de janeiro de 2010, em pleno recesso forense, concedendo uma liminar inédita a pedido da defesa da Camargo, coordenada por Thomaz Bastos. O argumento foi não ser possível autorizar grampos telefônicos em uma investigação baseada apenas em uma denuncia anônima. Quinze dias depois, ele indeferiu um pedido semelhante feito por advogados de funcionários do Incra e despachantes do Mato Grosso acusados de corrupção…

A Lava Jato paulista suspeita que Caio Rocha tenha sido o operador do pai enquanto Asfor esteve no STJ. O filho é sócio de oito das noves empresas da família que tiveram o sigilo bancário e fiscal quebrado pela Justiça Federal, conforme revelou Crusoé. Uma das empresas de administração de bens, a CCVR Participações, foi aberta em dezembro de 2010 e hoje acumula capital de 26 milhões de reais…

A reportagem dá detalhes dos negócios suspeitos.

E também da venda milionária de sentenças apurada pela operação Faroeste.

É um aperitivo de Lava Toga.

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Não se trata de um trocadilho gratuito.

Num país em que os mais torpes argumentos são usados para escamotear o assalto aos cofres públicos…

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Significa repudiar a velha política, aquela que foi derrotada em 2018 nas urnas.

Os representantes dessas práticas não têm colher de chá na Crusoé. Vale para Lula, para o PT, para o Renan…

Ser uma revista de direita significa, principalmente, defender valores e ações como:

  • A Democracia Representativa, em que os políticos legitimamente eleitos agem em nome do eleitor e são por ele fiscalizados. Nada de comitês e afins, dominados por partidários dos poderosos, como quer a esquerda;
  • A Livre Iniciativa, o direito dos cidadãos de se associarem livremente para aproveitar oportunidades e solucionar desafios contemporâneos, gerando negócios e riqueza. Governos não induzem prosperidade: quem o faz são os cidadãos empreendedores e as empresas, cabendo ao Estado estabelecer regras claras. Ou seja, nada do Estado gigante que controla tudo e nada entrega, como prega a esquerda;
  • A Liberdade de Expressão e de Acesso à Informação, o que inclui a liberdade da imprensa de revelar ao público o que os poderosos gostariam de esconder. Foi assim que o Brasil afastou do poder uma presidente que arruinou as finanças e colocou atrás das grades um ex-presidente corrupto que lavava dinheiro. “Controle social da mídia”, como pregam o PT e seus satélites, nada mais é do que uma ferramenta para intimidar e calar a imprensa que não se ajoelha diante do poder.
  • O Jornalismo Independente. Repetimos: a Crusoé, assim como O Antagonista, não aceita dinheiro de qualquer órgão público ou empresa estatal. Não há negociação nesse ponto. Mario Sabino costuma dizer que a publicidade estatal tem funcionado como um “mensalão”, por meio do qual governistas de plantão compram apoio de “jornalistas”. A prática aniquila o poder de fiscalização da imprensa sobre o governo. É um tiro na democracia. Foi assim nos governos petistas, que se associaram a blogs sujos. Que isso nunca mais se repita.

A Crusoé é, portanto, uma revista que tem coragem de admitir sua posição.

Mas isso não significa dar paz aos políticos de direita.

O atual governo já demonstrou que tem a pauta certa para modernizar o Brasil: uma profunda reforma econômica (que inclui a previdenciária) e uma intransigente política de combate ao crime.

A população felizmente concedeu um mandato a Jair Bolsonaro para que ele implemente essas mudanças.

Mas o presidente não tem uma carta em branco.

É preciso fiscalizar seu governo, e nós o fazemos.

É preciso um jornalismo independente para fiscalizar os poderosos e impedir que eles façam o que bem entendem com o dinheiro do imposto que você paga. 

Temos a equipe mais preparada para essa tarefa.

Na linha de frente, está Rodrigo Rangel, editor-executivo da revista Veja em Brasília até o início de 2018.

Rodrigo possui três prêmios Esso e foi autor de algumas das reportagens mais impactantes sobre a Operação Lava Jato.

Com seu rigor jornalístico, suas reportagens contribuíram para colocar na cadeia o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, o ex-presidente Lula e muitos outros políticos corruptos.

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Como a reportagem que jogou luz sobre a vida luxuosa dos filhos de Lula (confira a capa abaixo). Os negócios da prole do presidente preso por corrupção e lavagem de dinheiro foram tema de uma extensa matéria logo na edição de estreia da revista.

Outra a matéria revelou ao Brasil que uma das linhas de investigação da Polícia Federal sobre o atentado a Jair Bolsonaro apontava para o Primeiro Comando da Capital, a maior facção criminosa do país (capa abaixo). Advogados que defenderam Adélio Bispo de Oliveira, o autor da facada em Bolsonaro, ficaram sob a lupa das autoridades.

E mais:

  • revelamos que o então presidente da Petrobras, Pedro Parente, mantinha sociedade com empresas que tinham negócios com a estatal (capa abaixo). Dias depois da revelação, Parente deixou a estatal;

  • revelamos que a PF reunira indícios de que a petista Gleisi Hoffmann havia recebido R$ 5,3 milhões em recursos ilegais (capa abaixo);

  • também revelamos um plano de Cuba para ajudar Dilma a se reeleger em 2014 (capa abaixo). O plano teve a participação ativa dos profissionais cubanos do programa Mais Médicos, que atuavam como cabos eleitorais da petista.

Você quer que esses políticos sejam fiscalizados?

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Equipe Crusoé

Justiça : A VERGONHA
Enviado por alexandre em 26/11/2019 14:21:20

As hienas do STF envergonha o Brasil e torna o país da impunidade e da corrupção
Hoje mais uma vez me envergonho de ser brasileiro e também me envergonho mais ainda pela elasticidade da justiça em facilitar a vida de ladrões, de corruptos , de enganadores do povo brasileiro, por decisões da justiça que contrariam frontalmente a vontade dos brasileiros de tornar o pais uma nação de bem estar e de segurança.....segurança e do direito. Mais uma vez o SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA delibera em seu colegiado que criminosos julgados comprovadamente culpados com milhares de provas materiais e testemunhais, julgados em primeira e segunda estâncias, são liberados das prisões aonde estavam confinados por uma decisão inconsequente do STF, influenciado pelos corruptos políticos de nosso pais. O que se pode esperar de um pais que solta um ex-presidente, cúmplice e mandante de centenas de crimes de lesa pátria, de má administração, de corrupção, de propinagem....dde pratica de favorecimento de seus filhos em negociatas extremamente perniciosas para nossa pátria.

É um escarnio ao povo brasileiro, escarnio este promovido e defendido pela esquerda que nada fez em prol do pais, exceto se beneficiar criminosamente , sucateando a economia, a educação, a medicina e assistência social de seus nascidos no solo brasileiro. Que os brasileiros dos mais pobres aos mais ricos se lembrem disso ao votarem e que não escolham candidatos que prometem prometem e nada mais fazem do que comprar votos com pequenas beneces e que na realidade se locupletam empoderados em orgãos governamentais da justiça e que só beneficiam os poderosos e corruptos para se beneficiarem mais ainda materialmente e ajudar seus amiguinhos.O PT destruiu e economia do pais, corrompeu a administração do pais, corrompeu a justiça, e seus juizes escarneam de seu povo e de quem juraram proteger. NOSSOS JUÍZES DO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NOS ENVERGONHAM E CONTRARIAM FRONTALMENTE A VONTADE DO POVO E DE SEUS NACIONAIS.

Publicado por


O.N. GERALDO R. DA SILVA JUNIOR
O.N. GERALDO R. DA SILVA JUNIOR

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