Regionais - Atriz de ‘Salve Jorge’ perde 9kg em 25 dias com a dieta Detox e chá verde quente - Notícias
(1) 2 3 4 ... 2662 »
Regionais : Atriz de ‘Salve Jorge’ perde 9kg em 25 dias com a dieta Detox e chá verde quente
em 25/05/2013 21:01:46

Clarissa Brandão





















A atriz Jeniffer Setti, que viveu uma das mulheres traficadas para a Turquia de “Salve Jorge”, secou 9 quilos em 25 dias com a Dieta Detox. Um hábito simples também contribuiu para que ela saísse dos 62kg para os 53kg: tomar chá verde bem quente depois das refeições.

- Sempre tive uma alimentação regrada. Já não como carne vermelha ou de frango há uns cinco anos. Na minha dia-a-dia a única proteína que como é peixe. Mas na dieta Detox tiro a proteína também. Começo o dia com dois copos de suco verde e como muitas verduras e frutas (tudo orgânico) e bebo, pelo menos dois litros d’água por dia - explica a atriz que faz a desintoxicação de 15 em 15 dias.

Atriz de ‘Salve Jorge’ perde 9kg em 25 dias com a dieta Detox e chá verde quente

Na semana seguinte, fica liberada para o carboidrato integral e filés de peixes e salmões. Sua dieta passa a ser de 1200 calorias.

- É quando eu como bem. Adoro um arroz com feijão - confessa.

Outro grande aliado de Jennifer para manter a forma é o hábito de tomar chá verde bem quente depois das refeições.

- Morei cinco anos no Japão e aprendi essa técnica por lá! Os especialistas japoneses explicam que o chá verde quente ajuda a quebrar as moléculas de gordura. E acredito nisso porque os japoneses comem muito e são tão magrinhos - brinca.

Para cuidar do corpo, Jeniffer malha três vezes por semana com um personal trainer, na casa que mora com o filho e o marido, o técnico de futebol Oswaldo de Oliveira. O Power Plate é o seu principal aliado.

- Conheci o equipamento também no Japão e trouxe de lá, antes de fazer sucesso aqui no Brasil. Perco cerca de 500 calorias por dia fazendo os exercícios em cima dele - conta a moça que também faz tratamentos estéticos para o corpo para a carboxiterapia.

FONTE: Extra

Comentários?
Regionais : Ganso se casa no litoral de São Paulo; Neymar é padrinho
em 25/05/2013 20:57:54

O jogador de futebol Paulo Henrique Ganso se casou com a noiva, Giovanna Costi, em um hotel de Caraguatatuba, no litoral de São Paulo, na noite deste sábado (25). Entre os convidados da festa estavam o humorista Evandro Santo, a panicat Carol Dias e o também jogador Neymar, que chegou ao local em seu helicóptero particular.

A festa para 500 convidados prometia ser animada, com dois DJs e shows de Buchecha e do cantor sertanejo Diego Faria. O craque do São Paulo e a noiva estão juntos há três anos.

Ganso se casa no litoral de São Paulo; Neymar é padrinho
O jogador de futebol Paulo Henrique Ganso e a noiva, Giovanna Costi com Neymar
























Ganso se casa no litoral de São Paulo; Neymar é padrinho































Ganso se casa no litoral de São Paulo; Neymar é padrinho

FONTE TERRA

Comentários?
Regionais : Políticos têm de acertar filiação até 5 de outubro
em 25/05/2013 19:38:33

Políticos que quiserem concorrer às eleições de 2014, quando será definido o novo presidente da República, têm até 5 de outubro deste ano para se filiarem a um partido. O prazo vale também para as novas legendas estarem registradas e poderem disputar o pleito.

A data é especialmente importante para uma pré-candidata ao Palácio do Planalto, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Ex-integrante do PT e do PV, teve 20 milhões de votos há três anos e agora tenta criar o partido Rede Sustentabilidade para disputar as eleições de 2014. Seus adversários devem ser a atual presidente, Dilma Rousseff (PT), além do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Marina corre contra o tempo para conseguir as assinaturas necessárias para criar o partido. O prazo é 5 de outubro, decidiu esta semana o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com apoio do PT e do PMDB, o Congresso quase aprovou um projeto de lei que limita a atuação dos novos partidos políticos, como de Marina. Ao serem criados, só terão o valor mínimo do fundo partidário e tempo de TV na propaganda eleitoral. Aprovado na Câmara a toque de caixa, o projeto só não foi aprovado pelo Senado porque o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a interrupção da votação.

O caso ainda reabriu crise entre o Congresso e o Judiciário. Autor de uma PEC que limita os poderes do Supremo, o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) disse ao Congresso em Foco que, se fosse o presidente da Câmara, mandaria prender Gilmar Mendes: “Eu não pensava duas vezes”.

As convenções do ano quem vem devem acontecer em clima de Copa do Mundo. De 10 a 30 de junho, os partidos deverão escolher seus candidatos. A partir desse período, políticos escolhidos em convenção não poderão mais apresentar programas de rádio e TV.

As eleições acontecem em 5 de outubro de 2014. O segundo turno, somente para candidatos a presidente e governador, está marcado para 26 de outubro do ano que vem.

PRINCIPAIS DATAS DAS ELEIÇÕES

Sábado, 5 de outubro de 2013 – Prazo máximo para partido estar registrado e poder disputar eleições do ano seguinte. Prazo máximo para político estar filiado a um partido e poder disputar as eleições. Também é o prazo máximo para político registrar seu domicílio eleitoral no estado em que pretende concorrer.

Quarta-feira, 1º de janeiro de 2014 – Os institutos de pesquisa devem registrar todos os seus levantamento na Justiça Eleitoral.

De terça-feira, 10 de junho, a segunda, 30 de junho de 2014 – Realização das convenções partidárias, quando as legendas escolherão seus candidatos. Emissoras de rádio e TV ficam proibidas de transmitir programas apresentados por candidato escolhido em convenção.

Sábado, 5 de julho de 2014 – Prazo máximo para candidatos pedirem o registro de suas candidaturas aprovadas nas convenções.

Domingo, 6 de julho de 2014 – Começa a propaganda eleitoral, como comícios e propaganda na internet (gratuita)

Domingo, 5 de outubro de 2014 – 1º turno das eleições para presidente, governador, senador, deputados estaduais e federais

Domingo, 26 de outubro de 2014 – Caso seja necessário, haverá 2º turno das eleições para presidente e governador.

Congresso em Foco

Comentários?
Regionais : Médicos sem Revalida
em 25/05/2013 19:31:47

Foto: O ARTIGO DO DIA........</p><br /><p>Médicos sem Revalida </p><br /><p>EDITORIAL GAZETA DO POVO - PR</p><br /><p>Não é razoável pensar que por terem suas ações limitadas a regiões carentes do país, não haja necessidade de que os médicos estrangeiros comprovem sua capacidade técnica de exercer a Medicina</p><br /><p>Não é de hoje que o Brasil sofre com o caos no sistema público de saúde. Filas em postos, estrutura precária e a falta de médicos fazem parte do cotidiano da maior parte da população há décadas. Mas em vez de buscar políticas públicas capazes de contornar a situação, o governo insiste em ações imediatistas e questionáveis.</p><br /><p>A panaceia da vez é a contratação de médicos estrangeiros. Inicialmente, foi anunciado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, um possível acordo de cooperação entre o Brasil e Cuba para a contratação de médicos cubanos, 6 mil ao todo, para atuar em regiões carentes. Após a enxurrada de protestos de entidades de classe – o Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a chamar a medida de uma agressão à nação –, o governo voltou atrás, e agora defende a entrada de médicos formados em outros países, principalmente em Portugal e Espanha.</p><br /><p>A proposta em estudo pelo governo federal prevê que os médicos recrutados no exterior passem por um teste de proficiência em português, mas dispensa a realização de prova técnica de conhecimentos. Segundo o próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha, isso não significaria a validação automática do diploma, uma vez que os profissionais receberiam apenas um registro provisório, permitindo o exercício profissional somente nas periferias ou locais afastados de interesse do governo federal e por um período determinado. Também só seriam admitidos médicos formados em faculdades reconhecidas em seus países de origem. As regras para a concessão do registro e atuação dos médicos seriam fixadas por meio de uma medida provisória.</p><br /><p>Embora os detalhes do projeto do governo federal ainda não sejam conhecidos, sabe-se que a mera contratação de médicos não resolve a situação da saúde brasileira. Contratar médicos – sejam brasileiros ou estrangeiros – e não oferecer as condições mínimas de infraestrutura para que os profissionais possam exercer dignamente sua profissão é uma medida praticamente nula, cujo único resultado prático será o de disponibilizar alguém para ouvir os pacientes – sem que possa fazer algo para realmente curá-los.</p><br /><p>Grave também é a distribuição de registros provisórios aos médicos estrangeiros sem que estes tenham de passar pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida, exigido de todos os médicos formados no exterior – incluindo brasileiros – que queiram exercer a Medicina no país. Na edição 2012 do Revalida, dos 884 candidatos inscritos no teste, apenas 77 foram aprovados, evidenciando a precariedade de ensino de muitas faculdades estrangeiras. Não é razoável pensar que por terem suas ações limitadas a regiões carentes do país, não haja necessidade de que os médicos estrangeiros comprovem sua capacidade técnica de exercer a Medicina. Mesmo que o Revalida não esteja inume a críticas – alguns defendem que o exame seria rigoroso demais – a avaliação é uma maneira de equalizar a qualidade dos médicos que trabalham no país, independente de suas origens.</p><br /><p>Curioso notar que até os brasileiros que estudam no exterior precisam passar pelo teste caso queiram exercer a profissão no Brasil. Matéria de ontem da Gazeta do Povo mostrou a preocupação dos 594 brasileiros que estudam na Escola Latinoamericana de Medicina (Elam), em Cuba, e que depois de formados terão de passar pelo Revalida se quiserem trabalhar no Brasil. É irônico pensar que – pelo menos se depender do governo federal – casos eles fossem cubanos e não brasileiros, poderiam ser simplesmente dispensados do teste e trabalhar tranquilamente em nosso país.

Editorial Gazeta do Povo - PR

Não é razoável pensar que por terem suas ações limitadas a regiões carentes do país, não haja necessidade de que os médicos estrangeiros comprovem sua capacidade técnica de exercer a Medicina

Não é de hoje que o Brasil sofre com o caos no sistema público de saúde. Filas em postos, estrutura precária e a falta de médicos fazem parte do cotidiano da maior parte da população há décadas. Mas em vez de buscar políticas públicas capazes de contornar a situação, o governo insiste em ações imediatistas e questionáveis.

A panaceia da vez é a contratação de médicos estrangeiros. Inicialmente, foi anunciado pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, um possível acordo de cooperação entre o Brasil e Cuba para a contratação de médicos cubanos, 6 mil ao todo, para atuar em regiões carentes. Após a enxurrada de protestos de entidades de classe – o Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a chamar a medida de uma agressão à nação –, o governo voltou atrás, e agora defende a entrada de médicos formados em outros países, principalmente em Portugal e Espanha.

A proposta em estudo pelo governo federal prevê que os médicos recrutados no exterior passem por um teste de proficiência em português, mas dispensa a realização de prova técnica de conhecimentos. Segundo o próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha, isso não significaria a validação automática do diploma, uma vez que os profissionais receberiam apenas um registro provisório, permitindo o exercício profissional somente nas periferias ou locais afastados de interesse do governo federal e por um período determinado. Também só seriam admitidos médicos formados em faculdades reconhecidas em seus países de origem. As regras para a concessão do registro e atuação dos médicos seriam fixadas por meio de uma medida provisória.

Embora os detalhes do projeto do governo federal ainda não sejam conhecidos, sabe-se que a mera contratação de médicos não resolve a situação da saúde brasileira. Contratar médicos – sejam brasileiros ou estrangeiros – e não oferecer as condições mínimas de infraestrutura para que os profissionais possam exercer dignamente sua profissão é uma medida praticamente nula, cujo único resultado prático será o de disponibilizar alguém para ouvir os pacientes – sem que possa fazer algo para realmente curá-los.

Grave também é a distribuição de registros provisórios aos médicos estrangeiros sem que estes tenham de passar pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos, o Revalida, exigido de todos os médicos formados no exterior – incluindo brasileiros – que queiram exercer a Medicina no país. Na edição 2012 do Revalida, dos 884 candidatos inscritos no teste, apenas 77 foram aprovados, evidenciando a precariedade de ensino de muitas faculdades estrangeiras. Não é razoável pensar que por terem suas ações limitadas a regiões carentes do país, não haja necessidade de que os médicos estrangeiros comprovem sua capacidade técnica de exercer a Medicina. Mesmo que o Revalida não esteja inume a críticas – alguns defendem que o exame seria rigoroso demais – a avaliação é uma maneira de equalizar a qualidade dos médicos que trabalham no país, independente de suas origens.

Curioso notar que até os brasileiros que estudam no exterior precisam passar pelo teste caso queiram exercer a profissão no Brasil. Matéria de ontem da Gazeta do Povo mostrou a preocupação dos 594 brasileiros que estudam na Escola Latinoamericana de Medicina (Elam), em Cuba, e que depois de formados terão de passar pelo Revalida se quiserem trabalhar no Brasil. É irônico pensar que – pelo menos se depender do governo federal – casos eles fossem cubanos e não brasileiros, poderiam ser simplesmente dispensados do teste e trabalhar tranquilamente em nosso país.

Comentários?
Regionais : Influência religiosa dificultou aprovação da lei do divórcio, conclui especialista em Direito de Família
em 25/05/2013 16:04:00


 
Influência religiosa dificultou aprovação da lei do divórcio, conclui especialista em Direito de Família
Foto: Reprodução
No Brasil, o divórcio é um procedimento judicial relativamente simples. No entanto, durante muito tempo houve grande resistência por parte da sociedade brasileira em admitir a possibilidade da separação definitiva. Apesar das tentativas que ocorriam desde os anos 60, a aprovação do primeiro texto sobre o tema só ocorreu em 1977. Contudo, a matéria continha grandes restrições, como a necessidade de três ou cinco anos de separação judicial para se chegar ao divórcio de fato. A lei que atualmente regulamenta a prática só foi implantada em 2010. Em conversa com o Bahia Notícias, o advogado de direito da família, Rodrigo da Cunha Pereira, autor do livro “Divórcio Teoria e Prática”, atribui as dificuldades que a lei de divórcio enfrentou à forte influência da religião na cultura do país. “Houve algumas restrições impostas pela bancada religiosa, na época católica. Eles falavam ‘olha, nós deixamos passar o divórcio, mas católico que é católico não vai se divorciar’, portanto, manteve-se o desquite, que passou a se chamar separação judicial. Essa separação só acabou agora com a emenda constitucional 66 de 2010”, relatou. O causídico também criticou o dispositivo da separação judicial, que ele chamou de “desnecessária”. “A separação judicial é um purgatório, é um limbo, não é nem casado nem divorciado, uma inutilidade, é apenas uma regra moral católica”, diz. Pereira também esclareceu sobre outras regras que suscitam dúvidas quanto ao procedimento no divórcio. Ele afirma que o fato de, na maioria das vezes, a guarda da mãe ficar com a criança não é uma norma prevista em lei e se baseia em um tradicionalismo que aos poucos acabará. “Tanto o homem como a mulher têm a guarda como uma expressão de poder. Mas quando alguém olha pra uma mulher e diz: ‘olha, ela não tem a guarda’, todo mundo pensa que há alguma coisa errada com ela. Quando o homem não tem ninguém fala nada. As mulheres têm muito medo de abrir mão da guarda por causa desse pensamento”, explicou. Com relação à pensão alimentícia, o advogado diz que ela só é necessária quando há um filho ou um dos cônjuges estabelece um condição de dependência irrevogável com o outro. O benefício pode ser pago pelo marido ou pela esposa, embora o último caso ainda seja mais raro. “O marido paga para mulher quando ele a sustentava dentro do casamento e depois da separação ela não tem como se manter. Mas tem que ser um casamento longo de 10 ou 20 anos. No caso de uma união curta a pensão só é um direito quando a esposa se muda para outro local ou deixa o emprego por causa do casamento", detalha.  "E pensão não é só para alimentação mas também para educação, saúde, lazer e moradia”, completa. O causídico afirma que a simplificação do processo de divórcio não “destruiu famílias”  como muitos que eram contra a lei imaginavam. “Essa facilitação trouxe mais responsabilidade para as pessoas. É mais fácil, mas o divórcio traz muitas responsabilidades. As pessoas percebem isso e não vão casando e se separando a toa”, concluiu. 

Comentários?
(1) 2 3 4 ... 2662 »