Regionais - Moradores abrem cobra e acham corpo de homem desaparecido - Notícias
(1) 2 3 4 ... 6211 »
Regionais : Moradores abrem cobra e acham corpo de homem desaparecido
Enviado por alexandre em 29/03/2017 11:43:19


Moradores de uma vila em Sulawesi, na Indonésia, fez uma triste descoberta ao matarem e abrirem uma píton que rondava a região: encontraram o corpo de um homem que estava desaparecido.

De acordo com informações do Daily Mail, Akbar Salubiro, de 25 anos, estava sumido desde o último domingo (26). Suspeitando que a cobra de sete metros teria relação com o desaparecimentos, amigos e familiares caçaram o animal e o abriram no dia seguinte.

Em um vídeo que circula na internet é possível ver o momento em que um homem usa uma faca para abrir o estômago da cobra e encontra o corpo do homem, coberto por uma gosma.

O homem, que era casado, morreu sufocado ao ser engolido pelo réptil ao sair de casa para participar de uma colheita. Munu, a esposa dele, só soube da morte ao ver as imagens. -

BBC

Regionais : Templo oferece túmulos conjuntos para casais homossexuais
Enviado por alexandre em 29/03/2017 11:41:00


Um templo budista de Tóquio decidiu oferecer pela primeira vez túmulos para casais do mesmo sexo, algo incomum no Japão, país que não reconhece o casamento homossexual e normalmente não permite que casais, que não são casados, compartilhem a mesma sepultura.

"Desde que você está mudando o conceito de padrão de família hoje em dia, deveria variar também a forma dos cemitérios", disse à Agência Efe um porta-voz do templo Shodaiji, em Tóquio, responsável pela iniciativa.

No Japão é costume guardar as cinzas de um casamento na mesma tumba, embora não há restrição legal para que um casal que não seja casado possa fazer isso.

No entanto estes enterros são pouco frequentes, por conta da oposição das famílias ou dos funcionários do cemitério.

O templo da corrente budista Jodo Shinshu, um dos maiores do Japão, pretende mudar esta dinâmica, de modo que desde outubro do ano passado, oferece sepultura conjunta para todo tipo de pessoas, sem importar sua religião, país de procedência ou relacionamento legal entre os mortos.

Por enquanto, dez dos 200 túmulos disponíveis para pessoas não casadas foram contratados, embora nenhuma deles foi adquirido por casais homossexuais.

A quantia para este tipo de sepultamento é a partir de 1,2 milhão de ienes (cerca de US$ 10,8 mil) para o plano básico, que permitiria guardar as cinzas por até seis anos depois da morte do último falecido, após este período, seriam transferidas para um túmulo coletivo.

A Constituição japonesa define o casamento como "união baseada só no consentimento mútuo de pessoas do sexo oposto", enquanto a legislação civil nacional não reconhece o direito de casais homossexuais.

No entanto algumas autoridades japonesas - como o distrito de Shibuya, em Tóquio -, começaram a reconhecer as uniões civis homossexuais, e inclusive o templo budista de Shunkoin, em kyoto, começou em 2014 a realizar casamentos de casais do mesmo sexo.


Fonte: IG

Regionais : Correios em crise fecham agências e encomendas não chegam
Enviado por alexandre em 29/03/2017 11:38:47


Há uma crise sem fim nos Correios, uma empresa que tinha selo de qualidade e, agora, virou dor de cabeça para os brasileiros. Por todo o Brasil, os carteiros estão sumindo, as encomendas não chegam e agências anunciam fechamento.

A empresa está mergulhada em dívidas e é alvo de críticas pela gestão política. Uma empresa que levou o título de mais confiável do país. A própria figura do carteiro sempre inspirou em nós essa confiança, credibilidade, mas agora a realidade é bem outra.

Os tempos são outros. Aquele carteiro que a gente topava com ele na rua todo dia, não tem mais. Em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, ele só vai de casa em casa no sábado.

Em Poços de Caldas, interior de Minas, é dia sim, dia não. E não é preguiça do carteiro, é decisão dos Correios.

Já no Rio, em Benfica, cada um virou carteiro de si mesmo. Correspondência, só indo na agência. E o pessoal atrasa conta.

Está faltando carteiro e está faltando agência. A 15 quilômetros do centro do Brasília, para a professora Sara Bianciotto o que tem atrasado não é conta, são as cartas para a avó, lá da Itália.

“É difícil, não tem uma agência próxima aqui, seria muito mais fácil ter uma agência próxima da gente”, diz Sara.

Não tem e não vai ter. Pelo contrário. Os Correios estão é fechando agências. Só um exemplo: em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, uma agência de mais de 40 anos vai deixar de existir. Outras duas também encerram os trabalhos até junho.

“Não só a minha comunidade, como toda ao redor, porque tem muita gente que pega a correspondência aqui, vai ser bem complicado”, queixa-se a agricultora Deise Valentin.

O que levou a empresa com o título de mais confiável do país a uma crise dessas? A empresa disse que teve prejuízo de R$ 2 bilhões em 2015 e quase isso em 2016. E em janeiro e fevereiro deste ano, vermelho de novo.

A atual direção justifica que a atividade postal está em decadência, que as tarifas postais ficaram anos congeladas por causa da inflação e que a empresa não avançou para outra área de atuação como fizeram as do mesmo ramo no mundo.

“Hoje a atividade postal se restringe basicamente às comunicações judiciais e as operações comerciais, boleto, cobranças. Fora disso, a atividade mudou e mudou muito, com uma grande queda nos nossos serviços”, disse o presidente dos Correios, Guilherme Campos.

Perguntamos ao presidente, também, se a crise dos Correios tem a ver com os gestores que partidos políticos sempre puderam indicar para os cargos de direção.

“Eu sou suspeito de falar, sou uma indicação política, assim como o foram, ao longo dos 354 anos de história dos Correios, indicações políticas. É uma empresa pública. Vamos acabar com as indicações políticas só privatizando”, afirmou Guilherme Campos.

O presidente foi uma escolha do PSD, um dos aliados do governo Temer.

Este ano a Justiça chegou a afastar seis vice-presidentes por falta de comprovação de qualificação técnica. Mas eles voltaram aos postos também por decisão judicial.

Para a Federação dos Empregados, o preenchimento dos cargos por políticos colaborou para a ruína da empresa.

“Entra partido e sai partido e os Correios não conseguem se manter num foco, num alinhamento realmente de empresa, a qual ela hoje é considerada uma empresa mundial. O problema é o trabalhador? Não, o problema não é o trabalhador, o problema é a administração, que infelizmente não segue o que deveria ser feito, realmente, para manter essa empresa sustentável”, diz Susy Cristiny, da Federação Nacional dos Empregados dos Correios.

As férias de quem trabalha nos Correios foram suspensas por um ano. Foi aberto um programa de demissão incentivada. Saíram 5,5 mil servidores. Só que eram esperados 8 mil. Agora a empresa fala em demissão motivada. A forma está sendo estudada e os representantes dos trabalhadores já foram avisados. Para eles, isso é um assédio moral e que vai abrir um precedente para outros concursados de outras estatais. Isso em um cenário que já tem carteiro há seis meses fazendo sozinho o trabalho de três pessoas.

“Falta um companheiro meu, eles me tiram do bairro em que eu estou e me mandam para outro. Eu faço aquele bairro, termino aquele bairro, volto para o meu bairro acumulado. Ao longo do tempo, vai desgastando a gente e a gente vai tendo problema de saúde”, reclama um carteiro.

O presidente dos Correios disse que, hoje, dois terços da receita da empresa são usados para pagar despesas com pessoal.

No interior de São Paulo, já tem agência importante fechada em Bauru.

Duas agências em Bauru, em bairros populosos, já foram fechadas, uma delas no bairro Mary Dota, onde moram mais de 30 mil pessoas.

Quem vai até a agência procurar atendimento encontra um cartaz informando que já não existe mais atendimento à população. A outra agência mais perto fica em um bairro vizinho a dois quilômetros.

Outra agência que também já fechou fica no distrito de Tibiriçá, um bairro importante na Zona Rural de Bauru, onde moram mais de 1.500 pessoas. Agora, esses moradores têm que se deslocar 20 quilômetros para mandar e receber cartas e encomendas.

Segundo os Correios, 12 agências em todo o estado de São Paulo vão ser fechadas para contenção de despesas.
Em Santa Catarina, o atraso nas entregas já atinge dez cidades. No litoral norte tem gente recebendo as encomendas com 20 a 30 dias de atraso – isso quando recebe.

E o principal motivo é a falta de funcionários. Como a empresa não faz um concurso público há seis anos, muitas vagas não estão sendo substituídas. Os

Correios também confirmaram que cinco agências vão ser fechadas em Santa Catarina.O Procon, inclusive, denunciou o caso ao Ministério Público Federal.

O déficit de carteiros em Sergipe chega a 30%.Por causa dessa carência, as correspondências que tem até setes dias para serem entregues costumam demorar até meses para chegar à casa do morador.

Os Correios, nos últimos três anos, aderiram três vezes ao plano de demissão voluntária. Além disso, o órgão cortou horas extras.

Os Correios disseram, também, que não há previsão de contratação temporária nem há planos de a assessoria disse que não há planos para a realização de concursos no estado.

Para minimizar as queixas, que são muitas, a saída tem sido priorizar a entrega das cartas e das contas.

Fonte: G1

Regionais : Mãe se desespera ao ver filho de 12 anos levado a delegacia por tráfico
Enviado por alexandre em 29/03/2017 11:35:59


Quem passou na porta da 13ª DP (Ipanema) na manhã desta terça-feira e viu uma mãe desesperada bater numa criança, um menino franzino de cerca de 12 anos, não poderia imaginar a luta daquela mulher para salvar filho. O garoto tinha acabado de ser apreendido por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro Pavão-Pavãozinho, comunidade que fica entre os bairros de Ipanema e Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Os policiais detiveram o menino porque ele estaria envolvido com o tráfico de drogas na comunidade. A moto que ele conduzia quando foi apreendido, segundo a polícia, pertence ao pai da criança, que está preso. Depois de ser encontrado na parte alta do morro, o menino foi levado para a Rua Sá Ferreira, onde estavam concentrados os policiais.

No momento em que os agentes colocavam a criança dentro do carro, a mãe apareceu com um pedaço de madeira na mão. Ela se identificou e ameaçou bater no menino. Logo a seguir, o garoto foi levado para a delegacia. Na porta, a mãe continuava incontrolável e deu vários tapas no filho. Muito nervosa, ela falava:

“Quem vai bater nele sou eu. Não vai ser a polícia. Não quero ver o meu filho preso igual ao pai dele”, justificou a mãe, que foi contida pela avó da criança.

O menino acabou sendo liberado para voltar para casa, acompanhado da mãe e da avó.

- Agora, se ele apanhou em casa não tem como a gente saber - disseram os policiais.

A apreensão do menino ocorreu após um intenso tiroteio com traficantes. Policiais da UPP trocaram tiros com bandidos e ficaram encurralados na localidade chamada 5ª Estação. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) seguiram para a comunidade após a operação.

O GLOBO

Regionais : Sebrae e Governo do Estado oferece oficina “Negociar no Campo”, para produtores rurais de Ouro Preto
Enviado por alexandre em 29/03/2017 10:34:47


Sebrae e Governo do Estado oferece oficina “Negociar no Campo”, para produtores rurais de Ouro Preto
Aconteceu esta semana no Auditório da Emater/RO escritório local de Ouro Preto do Oeste uma oficina denominada “Negociar o Campo”, ministrada pelo Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas de Rondônia – SEBRAE em parceria com o governo do Estado por meio da Secretaria Executiva Regional de Governo polo IV. A abertura do evento foi feita pela secretária Executiva Regional de Governo polo Ouro Preto do Oeste Maria Araujo de Oliveira, Sebastião Oliveira, analista do Sebrae/RO e Vinicius Cruz médico veterinário chefe do escritório local da Emater/RO.
Victor Paiva, zootecnista, consultor Sebrae/RO há 19 anos, foi responsável pela oficina que teve uma duração de 4 horas que explicou o foco da oficina: Facilitar o dia a dia do Produtor Rural e que, adotando planos de negociação ele possa obter melhores resultados e relacionamentos comerciais mais saudáveis e duradouros. O Conteúdo programático da oficina teve inserido: O que é negociação, Os desafios de uma boa negociação, Negociar e compartilhar resultados, Limites da Negociação, Preparando-se para negociar e Princípios para uma boa negociação.

Incentivar a busca por uma relação ganha-ganha nos negócios, facilitar a compreensão dos aspectos básicos e da importância do produtor como protagonista do processo de negociação. Os princípios, características, objetivos e desafios de uma boa negociação; simulação e reflexão sobre negociações; e como negociar pode ser sinônimo de compartilhar resultados.

“A oficina Negociar no Campo apresenta as vantagens da negociação e como ela pode ser aplicada no cotidiano de uma propriedade rural. Com esta solução, os produtores rurais aprendem a ser protagonistas do processo de negociação e a buscar uma relação onde todos ganham”, disse o palestrante Victor Paiva.

O analista do Sebrae/RO Sebastião Oliveira explicou que tão importante quanto produzir é saber comprar e vender bem. A oficina Negociar no Campo o produtor rural aprende a negociar bem, com ganhos para todos tendo conhecimentos de conceito de negociação, seus limites e benefícios.

Um dos participantes da oficina o produtor rural Anderson Barbosa, é referência na atividade de piscicultura na região central do Estado. Ele investe em tanques construídos em sua propriedade localizada na zona rural do município de Vale do Paraíso e se ocupa em ajudar outros produtores, repassando as informações que recebe em cursos, oficinas, treinamentos e consultorias oferecidas pela parceria governo do Estado e Sebrae. “Sou muito grato à essa parceria. Esses eventos ajudam, e muito, na hora de comercializar nosso peixe – no meu caso, o tambaqui. Agora é colocar tudo na ‘ponta do lápis’, afinal, nossa atividade agora é um negócio. Temos que anotar tudo”, disse Anderson Barbosa que é presidente da Associação de Criadores de Vale do Paraíso – Ascrivale

Para a secretária de Governo Maria Araujo de Oliveira, é necessário aperfeiçoar o negócio rural e ampliar sua competitividade, para que os resultados sejam sempre melhores. “Buscamos uma maneira de pensar juntos e interagir com as entidades rurais representativas, de modo que o conjunto de soluções educacionais oferecidas e as ações programadas possam surtir resultados e efeitos nos negócios. Ao final, o nosso público-alvo tem que sair diferente”, afirmou a secretária, destacando as parcerias existentes entre governo do Estado e Sebrae/RO como fundamentais para o desenvolvimento das políticas públicas para o setor rural.


Fonte

Texto: Alexandre Araujo

Fotos: Alexandre Araujo

Secom – Governo de Rondônia

(1) 2 3 4 ... 6211 »