Regionais - Carolina Portaluppi impressiona seus seguidores com cliques na cama e dispara: 'Sou feliz assim'. VEJA - Notícias
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Regionais : Carolina Portaluppi impressiona seus seguidores com cliques na cama e dispara: 'Sou feliz assim'. VEJA
Enviado por alexandre em 22/04/2021 08:57:08


A loira esquentou o clima na web

Carolina Portaluppi colecionou elogios de seus seguidores na noite de terça-feira (20), ao postar uma sequência de fotos pra lá de ousadas em seu perfil do Instagram. Nos cliques, a loira surgiu posando bem à vontade na cama, usando uma lingerie azul e esquentando o clima na web. “Sou feliz assim”, escreveu a musa na legenda da publicação.

 

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Fotos: Reprodução 

 

Fonte: Metropolitana



OUSADA! Modelo Luiza Marquez faz live erótica no OnlyFãs e interage com assinantes: 'Sem censura e sem frescura'. VEJA FOTOS

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Foto: Darlan Alves

Luiza Marquez

Luiza Marquez tem dado o que falar com as suas lives no OnlyFãs. Além de fotos sensuais e eróticas, a modelo está fazendo uma love por semana, onde interage com assinantes e realiza fantasias dos pagantes.

 

“O meu intuito é trazer para mais perto os meus fãs, brincando com o imaginário deles e satisfazendo os desejos que eles, por algum motivos, ainda não realizaram. Temos a semana do bumbum, a semana do pé, a semana dos peitos e por aí vai”, conta.


Aos assinantes, Luiza garante conteúdos exclusivos e, segundo ela, jamais vistos em outra conta. A modelo, que recebeu o título de Beldade do Grêmio, faz de tudo nas lives.

 

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“Já que a pessoa está pagando, ela merece um conteúdo exclusivo, de qualidade e que surpreenda de maneira positiva as expectativas. Os meus vídeos são interativos e dirigidos por eles, os meus assinantes. Tem muita gente repetindo conteúdo, poses e até copiando. Comigo é tudo novo, sem censura e sem frescura”, disse Luiza Marquez

 

 

 

 

 

 

 Fotos: Darlan Alves

Regionais : Jovem de 17 anos queimado após se recusar a fazer sexo a três morre
Enviado por alexandre em 22/04/2021 08:51:41


Jean Alexandre dos Santos, de 17 anos, teve o corpo incendiado por José Augusto Ludwinsky dos Santos, de 21 anos, que foi preso

O jovem Jean Alexandre dos Santos, de 17 anos, morreu na madrugada dessa segunda-feira (19/4), no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após 14 dias internado. Ele teve o corpo incendiado por dois homens no dia 6 de abril, após se negar fazer sexo com a dupla, no município de Pedro da Cipa.

 

Após o crime, a vítima foi socorrida e encaminhada para um hospital de Jaciara (143 km de Cuiabá). Por causa da complexidade, acabou sendo levado à capital do estado, com queimaduras de 2º e 3º graus, que atingiram cerca de 50% do seu corpo. José Augusto Ludwinsky dos Santos, de 21 anos, foi preso suspeito de praticar o crime.

 

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Entenda o caso


De acordo com as investigações, José e um outro homem estavam na casa dele, no bairro Vila Érica, ingerindo bebida alcóolica, quando a vítima chegou ao local. Em certo momento, houve uma discussão entre o suspeito e Jean, que mantinham um relacionamento.

 

O homem que estava na casa tentou intervir para acabar com a briga, contudo, José disse para ele não se meter. Em seguida, dentro do banheiro da casa, José pegou álcool, jogou na cabeça do jovem e ateou fogo usando um isqueiro. Jean conseguiu caminhar até um vizinho e pedir socorro, mas por causa das graves lesões, não resistiu.

 

Fonte: Metrópoles

Regionais : IMAGENS FORTES! MULHER É EXECUTADA COM TIROS NA CABEÇA
Enviado por alexandre em 22/04/2021 08:49:59


A mulher tentou fugir dos assassinos mas quando entrou no beco foi executada a tiros

Uma mulher que ainda não está identificada foi perseguida e executada com tiros na cabeça na tarde desta quarta-feira, 21, em um beco da Rua Natal, bairro da Compensa 2, Zona Oeste de Manaus.


Dois homens desconhecidos desceram de uma motocicleta e saíram correndo atrás da mulher que entrou no beco tentando fugir gritando por socorro, mas de nada adiantou, porque foi alcançada e assassinada com três disparos na cabeça.


Os moradores da Rua Natal lembraram que um homem também foi executado com tiros na cabeça naquele mesmo beco, no final da tarde do último sábado, 17, supostamente pela mesma dupla de assassinos que hoje matou a mulher.

 

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Há uma informação que ainda não foi confirmada pela polícia de que a mulher assassinada era namorada e comparsa de venda de drogas naquela área, do mesmo homem assassinado no sábado naquele local e que ambos eram ligados a uma facção criminosa que atua na Compensa.

 

A mulher chegou a descer os degraus da entrada

do beco mas foi assassinada de forma brutal pelos

dois homens desconhecidos


O assassinato da mulher, neste feriado em que se comemora o Dia de Tiradentes, aconteceu por volta das 14h e moradores informaram para os policiais da Delegacia de Homicídios que os dois assassinos já tinham sido vistos várias vezes passando na motocicleta pela Rua Natal.


Os dois homens estariam a procura da mulher e quando ela apareceu na rua, iniciaram a perseguição que só teve fim, quando ela foi executada deforma brutal, ficando caída na entrada do beco, de bruços, com muito sangue jorrando das perfurações de bala em sua cabeça.


A polícia não tem quase nenhuma dúvida que o assassinato da mulher que ainda não teve o nome identificado, tem ligação com a disputa de pontos de vendas de drogas entre as facções criminosas que travam tiroteios e cometem crimes de homicídios quase que diariamente no bairro da Compensa.


As equipes de períci do Instituto Médico Legal (IML) estava sendo aguardadas para o exame técnico-científico de local de crime e no final ser realizada a remoção do corpo da mulher, que até às 16h permanecia sem nenhuma identificação.

 

ATENÇÃO! IMAGENS FORTES!

 

 

 

  

VEJA VÍDEOS: https://portaldozacarias.com.br/site/noticia/imagens-fortes--mulher-a-executada-com-tiros-na-cabeaa-no-mesmo-beco-onde-um-homem-foi-assassinado-no-altimo-final-de-semana-no-bairro-da-compensa--zona-oeste-de-manaus.-veja-vadeos/

Regionais : Menina de 6 anos é hospitalizada após ser torturada pela namorada da mãe
Enviado por alexandre em 22/04/2021 08:46:36

Sessão de tortura contra menina de 6 anos durou três dias no interior do Rio de Janeiro. Mãe e avó da criança também foram presas. Estado de saúde da menina é gravíssimo

menina agredida

Uma menina de apenas 6 anos foi violentamente agredida pela companheira da mãe durante três dias na cidade de Porto Real, no Rio de Janeiro. As agressões começaram na sexta-feira (16) e só terminaram na segunda (19).

De acordo com a polícia, a criança está internada em estado gravíssimo. A mãe da menina e a companheira dela foram presas e irão responder por tortura.

As sessões de tortura contra a criança teriam começado após a menina ter bebido um copo de leite sem autorização. A avó da menina, sogra da mãe, contou como tudo aconteceu.

“A mãe dela ‘corrigiu’, mas não bateu muito não. Só deu uma chinelada e pôs ela [criança] de castigo. Aí minha filha não se contentou. Minha filha já tinha bebido bastante álcool e falou assim: ‘se você não bater nela, eu vou bater’. Na hora que eu levantei pra falar ‘não’, minha filha falou: ‘não se mete’. Aí voltei pra trás”, diz a avó.

“Minha filha pegou a menina e levou pra lá [pra fora da casa]. Aí jogou a menina lá no buraco, de uns sete metros. A mãe dela [criança] tentou segurar ela e caíram as duas. [Depois disso] Ela bateu, bateu e bateu na menina, aí trouxe a menina pra dentro [de casa].”, relatou.

Após três dias de agressões, a criança ficou agonizando até amanhecer e a mãe resolveu chamar o Samu. Segundo a polícia, além de ser jogada em um buraco a menina recebeu socos, empurrões, pisões, pontapés e sofreu lesões provocadas por um fio de TV, que foi usado como chicote. O fio foi apreendido como instrumento do crime.

A sogra da mãe da menina foi autuada por omissão de socorro. Ela vai responder em liberdade e alega que foi ameaçada pela filha caso tentasse fazer algo para socorrer a criança.

“Escutei ela pegar a menina, batendo na parede, batendo a cabeça da criança na parede, fazendo um barulhão. Eu não podia fazer nada, porque, se eu fizesse, minha filha já tinha avisado: ‘se a senhora sair daqui pra chamar o vizinho pra socorrer, eu vou matar a senhora’. Eu pensei e agora, como eu vou fazer? […] Ela pegou meu celular”.

O delegado responsável pelo caso afirma que a companheira da mãe sentia ciúmes da criança e o ‘copo de leite’ foi apenas uma faísca para justificar a covardia. “A companheira começou a sentir ciúmes da criança, o que foi piorando o relacionamento, até chegar agora às agressões”, contou Marcelo Nunes Ribeiro.

Na delegacia, a mãe da criança afirma que também era agredida pela companheira desde outubro do ano passado. Até a publicação deste texto, a menina permanece internada na UTI do Hospital Neovida Resende.

Regionais : Professor de Direito diz que vítimas de estupro 'colaboram' com o crime
Enviado por alexandre em 22/04/2021 08:37:53

Delegado aposentado e coordenador do curso de Direito: "Vamos pensar: o que é mais fácil estuprar? Uma freira de hábito ou aquela menininha com a cinta larga? Fala para mim. Que vítima colabora mais com a prática do crime de estupro?"

Professor de Direito diz que vítimas de estupro colaboram crime violência mulher
Professor Fábio Alonso

O professor de direito penal Fábio Alonso “ensinou” a seus alunos de uma universidade particular em Ourinhos (interior de São Paulo) que uma vítima de estupro “colabora” com o crime pela roupa que estiver usando.

Vamos pensar: o que é mais fácil estuprar? Uma freira de hábito ou aquela menininha com a cinta larga? Fala para mim. Que vítima colabora mais com a prática do crime de estupro? Eu estou falando em tom de brincadeira, mas eu quero que vocês imaginem isso“, afirmou o docente, que também é coordenador do curso.

Em outra parte da aula, o professor alega que mulher submissa “apanha menos”.

Quem apanha mais? A mulher passiva, que fica quietinha, que vê quando o marido chegou de cara cheia, ou aquela que começa ‘ bebeu de novo, trabalhar que é bom você não quer, né seu vagabundo?’ Quem apanha mais: a quietinha ou a bocuda?”, questionou.

Inicialmente, o professor justificou ao portal G1 que o trecho foi retirado de contexto para viralizar nas redes sociais. Ele ainda disse que em momento algum imaginou que poderia ter sido interpretado dessa forma e que utiliza esse exemplo nas aulas há pelo menos 15 anos.

O que eu fiz não foi para ofender ninguém, foi com fins didáticos, e seria algo no mínimo deselegante querer associar com qualquer instituição. A instituição não tem nada com isso. E, em momento algum, eu fiz referência à condição de mulher como vítima“, explicou.

Depois, em entrevista à Tv Tem (afiliada da Globo), Fábio Alonso reconheceu o erro e disse que foi infeliz ao usar o exemplo do crime de estupro.

Eu gostaria de me retratar e de pedir desculpas às pessoas que tiveram acesso ao vídeo, porque fui infeliz no exemplo que foi dado. […] Eu estava dizendo que o juiz, no momento em que ele vai dosar a pena, tem que analisar as circunstâncias judiciais que estão expressamente previstas no artigo 59 do Código Penal, que dizia: a pessoa pode ter bons antecedentes e pode ter maus antecedentes, pode agir com maior ou com menor culpabilidade“, declarou.

O Centro Universitário das Faculdades Integradas de Ourinhos (Unifio) publicou uma nota no site da instituição sobre o ocorrido:

A Unifio esclarece que repudia qualquer tipo de discriminação ou ato de preconceito, seja por deficiência física ou mental, cultura, religião, nacionalidade, raça, classe social ou identidade de gênero. Assim, após tomar conhecimento da divulgação do ocorrido pelas redes sociais, a Unifio está apurando os fatos para análise de eventual necessidade de adoção de providências, sempre respeitando o devido processo legal e os princípios do contraditório e da ampla defesa.”

Ainda na nota publicada, a universidade disse que irá propor um workshop para debater o tema com profissionais da área e a comunidade, com o intuito de promover mais conhecimento e cumprir com o seu papel educacional.

“A fim de cumprir o propósito de promover o melhor ambiente de estudos, entendemos salutar fomentar amplo debate de caráter científico, de forma que organizaremos, promoveremos e divulgaremos um workshop para debate do tema com a comunidade acadêmica e jurídica, propiciando a participação dos integrantes da sociedade, aproveitando assim o episódio que causou polêmica para viabilizar a discussão do assunto em todas as suas vertentes, sob a ótica jurídico-científica atual, e, dessa maneira, contribuir para o aprimoramento científico, que é o objetivo da nossa instituição educacional.”

Professor de Direito vítimas de estupro colaboram crime violência mulher

Alunos pedem afastamento

Os alunos do curso de direito publicaram uma carta de repúdio e pediram o afastamento do professor que viralizou e causou polêmica nas redes sociais ao dizer que o comportamento da vítima de estupro pode “colaborar” com o crime.

Leia a íntegra:

Nós, alunos do curso de Direito da UNIFIO, vimos a público nos manifestar com esta Nota de Repúdio acerca do tratamento dado pela reitoria da instituição com o caso das falas machistas e misóginas lançadas por um de nossos professores, que hoje ocupa a coordenação de nosso curso.

Por mais que a gente tenha conversado já com o professor sobre o ocorrido, as recentes entrevistas por ele dadas aos meios de comunicação, que agora estão sendo divulgadas, demonstram que o que foi exposto pelos alunos ainda não foi por ele compreendido, sendo este o primeiro ponto de nossa nota. Em nenhum momento, nós alunos, queremos censurar ou impedir que determinados temas sejam tratados dentro de sala de aula. O que nos incomodou profundamente foi, além do exemplo utilizado para explicar determinado conceito jurídico, a forma como esse exemplo foi dado. Explicaremos.

A aula em questão, que teve o vídeo amplamente divulgado, versava sobre circunstâncias judiciais de primeira fase de dosimetria, um ponto que o juiz da causa deve levar em consideração quando está definindo a quantidade da pena a uma pessoa que cometeu um crime, previstas no artigo 59 de nosso Código Penal. Uma dessas circunstâncias é o comportamento da vítima, que pode ser levado em conta para, em determinados casos, deixar mais leve, a pena a ser imposta – mas isso nao significa que ela nao será aplicada.

O primeiro ponto que repudiamos a fala do professor é justamente aqui. A doutrina penalista mais moderna, exemplificada pelo professor Cléber Masson, um dos maiores penalistas de nosso país, deixa claro que o comportamento da vítima do crime de estupro não deve mais ser levada em consideração pelo juiz. Dito de outra forma: não importa quem era a vítima, onde estava andando, que horas estava na rua, com que roupa estava. Nada disso importa como enquanto “comportamento da vítima” para atenuar pena de estuprador. O fato de o professor mencionar em suas entrevistas (G1, Jornal Atual) que usa esse mesmo exemplo há 15 anos só demonstra o quanto seu conhecimento está ultrapassado e ainda defende posicionamentos machistas e retrógrados. Isso não deve mais ser levado em consideração e é extremamente ofensivo para as mulheres que assistem sua aula.

Ainda pode-se considerar que alguns doutrinadores tratam desse exemplo, que alguns magistrados consideram que o comportamento da vítima é uma atenuante do crime de estupro, mas aqui entra nosso segundo ponto de indignação: o modo como o assunto foi tratado em sala de aula. Nós já fomos alunos do professor Fábio em outras ocasiões e sabemos a forma pela qual ele trata essas questões. Ainda que diga que não compactua com a conduta, sempre trata o tema do estupro de maneira jocosa, debochada, em tom de piada. Prova disto é o que consta do próprio vídeo que está sendo divulgado. Além disso, a fala do professor é clara: “quem contribui mais para o estupro?”, deixando claro que ambas as mulheres a seguir mencionadas contribuíram, mas, em sua opinião, uma mais, outra menos.

Já não é de hoje que existem reclamações acerca do modo que o professor trata determinados temas em sala de aula, ao contrário do que defende em sua posição ao Jornal Atual. Ex-alunos relatam que, em tempos de aulas presenciais, não gravadas, alguns comentários desnecessários e desrespeitosos eram corriqueiros, principalmente com mulheres.

As situações são as mais diversas. Já se disse “não adianta fazer cara feia”, em tom de riso, para alguma aluna que reclamou de determinado comentário. Quando alguma aluna saia da sala em decorrência de algum comentário desrespeitoso, ele se dirigia à toda sala: “olha lá, não gostou da brincadeira” e incentivava o riso contra a aluna que nem ali mais estava. Os exemplos desrespeitosos, como estes que aparecem no vídeo são corriqueiros e podem ser comprovados por diversas turmas de ex-alunos.

Nosso terceiro ponto, é a forma como a reitoria da universidade tratou a questão, merecendo total repúdio:

“Lavaram as mãos”! A Universidade declarou que defende a “liberdade de cátedra” de seus professores e que o assunto deveria ser tratado por estes. Eles que deveriam deliberar o que fazer com o professor. Vale lembrar que, hoje, o professor Fábio é coordenador do Curso de Direito, aquele que atribui as aulas para os demais professores.

Como esperar que os professores, alguns que estão ali com ele desde o início e são seus amigos pessoais, votassem contra ele? Desde quando a reitoria precisa se submeter à decisão dos professores? Isso foi apenas uma tática para tirar a responsabilidade de suas costas e jogá-la aos professores, sabendo que eles nunca votariam a favor do afastamento do professor em questão. Eles mesmos nos ensinam acerca da suspeição. Sobre a liberdade de cátedra, ainda é bom apontar que ela não autoriza o ensino equivocado, de visões do direito que não foram recepcionadas pela Constituição, além da propagação clara de preconceitos enraizados de nossa sociedade, cujo nosso objetivo é diariamente combatê-lo.

Sendo assim, sem mais nos alongar, serve a presente nota de repúdio para cobrar da reitoria um posicionamento sobre a questão, para que afaste imediatamente o professor de suas atividades, docentes e de coordenação. Uma das turmas, ao final de uma aula, tentou conversar com o professor e explicar a situação, o ponto de vista dos alunos, mas o tom das mais recentes entrevistas por ele dadas demonstra que ele não entendeu em nada o que foi explicado, ainda culpando os alunos pela divulgação e pela não compreensão de sua parte. Isso é inadmissível nos tempos em que vivemos e, por sermos aqueles que mantêm essa instituição com nossas mensalidades, queremos, o quanto antes, que o professor Fábio Pinha Alonso seja imediatamente afastado de suas funções.

Alunos das turmas 1° matutino, 1° noturno, 3° noturno (11 a favor, 6 contra), 5° matutino, 5° noturno, 7° matutino (24 a favor, 11 contra), 7° noturno, 9° matutino e parte do 9° noturno, do Curso de Direito do Centro Universitário das Faculdades Integradas de Ourinhos.

Ourinhos/SP, 17 de abril de 2021.
Centro Universitário de Ourinhos

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