Regionais - Atacante Hulk Paraíba doa R$ 150 mil em cilindros de oxigênio para ajudar hospitais de Manaus - Notícias
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Regionais : Atacante Hulk Paraíba doa R$ 150 mil em cilindros de oxigênio para ajudar hospitais de Manaus
Enviado por alexandre em 24/01/2021 21:22:57


Valor equivale a 75 unidades do insumo e foi destinado para compra dos equipamentos por meio do perfil "Borajudar"

O atacante brasileiro Hulk entrou na campanha para ajudar o estado do Amazonas, que sofre com um novo surto de covid-19, agravado pela falta de oxigênio e leitos nos hospitais, além do grande número de sepultamentos e cemitérios lotados.

 

O jogador, que atualmente atua no Shanghai SIPG, da China, doou R$ 150 mil para uma das diversos projetos sociais de Manaus. O valor é equivalente a 75 cilindros de oxigênio. De acordo com a assessoria do jogador, por meio das redes sociais, o atleta doou 75 cilindros de oxigênio. A nota diz ainda que o dinheiro para a compra dos equipamentos foi destinado ao perfil "Borajudar", que lançou a campanha para ajudar o Amazonas.

 


Crise sanitária

 

O Amazonas enfrenta colapso no sistema de saúde por falta de oxigênio nos hospitais, que estão lotados em meio a um novo surto de Covid-19.

A vacinação contra a doença foi suspensa em Manaus, nesta quinta, após denúncias de "fura-fila" na prioridade. A imunização deve ser retomada nesta sexta-feira. O estado já registra mais de 241 mil casos e 6,7 mil mortes.


Regionais : Carregamento com 160 mil m³ de oxigênio vindo de Porto Velho chega a Manaus
Enviado por alexandre em 24/01/2021 21:11:29

Porto Velho chega a Manaus

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Carga de oxigênio medicinal
Produto foi doado por duas empresas privadas e embarcado na cidade de Porto Velho (Foto: Rodrigo Santos/Secom)
Da Redação

MANAUS – Um carregamento de 160 mil metros cúbicos de oxigênio chegou a Manaus no início da tarde deste domingo, 24, para atender a demanda da rede de saúde do Amazonas. A carga foi transportada em caminhões vindos de Porto Velho (RO) pela rodovia BR-319, e chegaram a Manaus em duas balsas.

O oxigênio é da empresa de gases Air Liquide Brasil e foi transportado pela empresa IC Transportes. A primeira frota saiu na quarta-feira, 20, e a segunda na quinta-feira, 21, de Porto Velho.

De acordo com a superintendente do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), Arlene Lamego, toda a logística do transporte envolveu uma equipe de engenheiros e máquinas pesadas, a fim de garantir a segurança do oxigênio até a chegada à capital. Ela explica que a rodovia tem trecho com restrições ambientais de pavimentação e a existência de atoleiros.

“Nós conseguimos trazer o segundo comboio, que saiu na quinta-feira à tarde, e chegou hoje, no domingo, aqui em Manaus, então foi rápido e com um volume muito grande. Isso mostra a importância da rodovia 319 para o Dnit, a importância dela para o Ministério da Infraestrutura, para o governo federal e, sobretudo, nesse momento a função humanitária que ela está exercendo para contribuir para que o povo do Amazonas, o povo manauara saia dessa calamidade de saúde que se instalou”, disse Lamego.

Em Manaus, as carretas foram escoltadas pela Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal até o depósito do Dnit, onde ficarão armazenadas. A empresa Air Liquide Brasil ficará responsável pela distribuição do oxigênio, conforme a necessidade das unidades de saúde.



Regionais : O impeachment de Bolsonaro é escolha ótima?
Enviado por alexandre em 24/01/2021 20:59:36


Por Adriano Oliveira*

Não restam dúvidas de que o presidente Bolsonaro ofertou inúmeras razões para sofrer o impeachment. Jair Bolsonaro ignorou a pandemia da Covid-19. Desconsiderou a vacina. Atacou as instituições. Incentivou ataques à democracia. Entretanto, é escolha ótima para o futuro do Brasil o impeachment do presidente Bolsonaro? 

Fui contra ao impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Sou contrário, neste instante, ao impeachment de Jair Bolsonaro. A razão para o impeachment de Dilma foi irrelevante – pedalada fiscal justificável. Contudo, Rousseff estava à época inserida em um ambiente de forte turbulência política: 1) A exagerada Lava Jato; 2) Denúncias de corrupção contra o ex-presidente Lula; 3) Crise econômica; 4) Um inimigo na presidência da Câmara dos Deputados; 5) Eleitores nas ruas. 

As 5 razões elencadas explicam o impeachment de Dilma Rousseff. Porém, os defensores do impeachment esqueceram das consequências dele. Se Dilma não tivesse sido impedida de governar, Bolsonaro venceria a eleição de 2018? Indagação que não requer resposta. Mas reflexão. Quais as consequências do impeachment do presidente Bolsonaro? Antes da reflexão, ofereço possíveis respostas. 

O ambiente que o governo Bolsonaro está inserido tem as seguintes variáveis: 1) Crise econômica; 2) Forte crise sanitária; 3) Ineficácia do Plano de Vacinação contra a Covid; 4) Pessoas mortas por falta de oxigênio; 5) Ausência de diálogo com os governadores. Ambiente político perfeito para o impeachment. Mas o debate sobre o impeachment do atual presidente da República reforçará a crise que o país vive. O ambiente ficará insuportável. 

Imagina o combate à Covid-19 no decorrer do debate sobre o impeachment de Bolsonaro na Câmara dos Deputados? Imagina parcela do eleitorado nas ruas defendendo, legitimamente, o presidente da República? Qual será a posição das Forças Armadas sobre o impeachment? E os militares estaduais defenderão o presidente? Considere ainda que com o impeachment as reformas Tributária e Administrativa, essenciais a qualquer governo, não serão prioridades. E o novo Auxílio Emergencial também. 

A escolha ótima para o presidente Bolsonaro é ceder novamente, assim como fez no 1° semestre de 2020. Em 2020, Bolsonaro cedeu ao Centrão e às instituições. Isto foi bom para o Brasil. Novamente, o presidente Bolsonaro precisa recuar, ceder. O seu recuo é a melhor saída para o Brasil.

*Doutor em Ciência Política. Professor do Departamento de Ciência Política da UFPE. 



Uma nação acéfala

Por Weiller Diniz*

O isolamento do capitão vai se adensando. O impeachment voltou a ser reverberado, reacendeu manifestações e afinou as panelas. Os desastres em todas as áreas vão empilhando derrotas ao governo. As apostas de Bolsonaro, internas e externas, malograram. Seus comparsas da direita perderam as eleições pelo mundo, no pleito municipal em 2020 o capitão foi o grande derrotado, a economia está destruída e Bolsonaro acaba de intubar seu maior fiasco na guerra das vacinas.

Perdeu no tom, no marketing, na estratégia ideologizada, no timing e na condução da crise, onde se esmerou em sabotar a ciência e debochar das milhares de mortes. Com gabinete do ódio, impulsionamentos em redes sociais, mentiras e bravatas de ruptura, o ajuntamento governamental não consegue mais camuflar a inépcia generalizada, responsável pela necrópole assustadora e a proscrição mundial de uma Nação.

Na política externa Bolsonaro fracassou e as consequências são funestas. O capitão apostou errado nas eleições da Argentina, Bolívia, na Venezuela e no plebiscito chileno. Soçobrou com Donald Trump, repelido pelas urnas. Depois de ceder em tudo na relação vergonhosa e servil aos EUA, transformando o Brasil em um pária global, o capitão perdeu um falso aliado e a referência mundial da direita hidrofóbica e extremista. A diplomacia brasileira foi esfolada. Bolsonaro ameaçou usar “pólvora” contra Joe Biden, recém-empossado que dará o troco, como a China fez. A selvageria golpista de apoiadores na saída de Trump, barbarizando o Capitólio, ainda contou com o endosso do capitão que, macaqueando o método, resgatou a tática de nutrir sua base com fanfarronices golpistas no cercadinho da estrebaria do Alvorada.

O resultado do desastre internacional é mais trágico e mais eloquente na pandemia. Em nome da vassalagem aos EUA, Bolsonaro, os filhos, ministros e ex-ministros dispararam agressões gratuitas contra a China que usou o “V” da vingança e obrigou Bolsonaro a ajoelhar para regularizar o repasse de insumos para produção das vacinas. As ironias, gracejos preconceituosos, racismo, xenofobia, acusações infundadas já refletem num custo muito alto, pago com vidas de inocentes. O governo afastou o Brasil do estratégico BRICs e a Índia, inicialmente, priorizou a exportação do imunizante de Oxford para países asiáticos. Saímos do fim da fila indiana depois do castigo inicial. Para buscar 2 milhões de doses na Índia foi montada uma farsa adesivando um avião. Mentem como método, mentem como os nazistas.

O saldo da indefensável ideologização da diplomacia é que o Brasil está brigado com as 2 maiores potências mundiais: China e EUA. O fornecimento de insumos para as vacinas está ameaçado e o auxílio de oxigênio veio do país que Bolsonaro considera inimigo, a Venezuela, inúmeras vezes hostilizado pela seita. As mortes por asfixia no Amazonas e no Pará evocam as câmaras de gás dos campos de concentração nazistas e jamais serão esquecidas. A vacina russa, registrada em 8 países, foi negada, mas a cloroquina inútil foi recomendada por protocolos do Ministério da Saúde. O Brasil não fez nenhum pré-acordo com a vacina da Johnson & Johnson, prestes a ser aprovada nos EUA. Não temos vacina. Temos tubaína, cloroquina e uma latrina verborrágica.

O histórico do obscurantismo, do escarnecimento e desdém com as vidas é vasto em zombarias. Desde o primeiro dia o capitão minimizou inúmeras vezes a gravidade da doença, provocou e estimulou aglomerações, organizou churrascos, ofendeu os brasileiros chamando-os de “maricas”, conspirou contra a ciência e, ilegalmente, ainda hoje prescreve medicamentos sem eficácia contra a Covid-19. Na batalha das vacinas, derivada da ignorância e despreparo, perdeu todas. Um Aníbal Barca às avessas.

O Ministério da Saúde desprezou o imunizante da Pfeizer, o primeiro a ser aplicado no mundo com taxas elevadas de sucesso e segurança. Quanto ao mesmo imunizante disse: “Se você virar um jacaré, problema seu”. A aposta única, mal conduzida, foi na vacina de Oxford que atrasará ainda mais. Em pelo menos 10 oportunidades Bolsonaro detonou a Coronavac produzida pelo conceituado instituto Butantan, numa irresponsabilidade genocida. Eis o breviário da incúria e da mais abominável abjeção.

“Nós entramos naquele consórcio lá de Oxford. Pelo que tudo indica, vai dar certo e 100 milhões de unidades chegarão para nós. Não é daquele outro país não, tá ok pessoal?”(julho/2020); “E o que é mais importante nessa vacina, diferente daquela outra que um governador resolveu acertar com outro país, vem a tecnologia pra nós”(agosto/2020);“Vacina chinesa de João Dória”(setembro/2020);“Já mandei cancelar, o presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade”(outubro/2020 desfazendo a compra de 46 milhões de doses);“A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para população.

A China, lamentavelmente, já existe um descrédito muito grande por parte da população, até porque, como muitos dizem, esse vírus teria nascido lá” (1 dia depois do cancelamento da compra); “Ninguém vai tomar sua vacina na marra não, tá ok? Procura outro. E eu, que sou governo, o dinheiro não é meu, é do povo, não vai comprar a vacina também não, tá ok? Procura outro para pagar a tua vacina aí” (A João Dória em outubro/2020); “Morte invalidez, anomalia. Esta é a vacina que o Dória queria obrigar a todos os paulistas tomá-la. O presidente disse que a vacina jamais poderia ser obrigatória. Mais uma que Jair Bolsonaro ganha” (novembro/2020, sobre a morte de um voluntário sem relação com os testes); “A eficácia daquela vacina em São Paulo parece que está lá embaixo” (dezembro/2020); “Essa de 50% é uma boa?” (janeiro/2021); “Desmoralizado pela baixa taxa de sucesso” (janeiro/2021); “A vacina é do Brasil, não é de nenhum governador” (janeiro/2021).

A incompetência e idiotia desinibiram-se na pandemia. Se transformaram em colapso, caos, expondo ao ridículo mundial o atrapalhado general de 3 estrelas que desmoraliza o Exército. A caserna virou uma caverna. Ressuscitaram o obscurantismo, revelando ogros, trogloditas, brucutus e outras bestas primitivas.

O despreparo, insegurança, truculência e a mentira sobressaíram nos chiliques fardados. “A senhora nunca me viu receitar ou dizer, colocar para as pessoas tomarem este ou aquele remédio”, afirmou Eduardo Pazuello sobre o uso da cloroquina e outras inutilidades. São inúmeras as manifestações de Bolsonaro, Pazuello e Ministério da Saúde enaltecendo o medicamento.

A publicação do MS incentivando o “tratamento precoce” recebeu um alerta no twitter por disseminar informações falsas ou enganosas. As fotos irracionais do capitão com caixas de cloroquina, inclusive para as emas, são eternas, insanas e inexplicáveis.

Na economia a inflação ressurge ameaçadora, o desemprego atinge índices recordes e estratosféricos, o capital privado escafedeu-se, o real derreteu como moeda, a dívida pública explodiu e as empresas vão fechando as portas diante da abulia governamental que insiste no ilusionismo do crescimento em “V” enganoso. O fim do auxílio emergencial, que maquiou um PIB medíocre, já começou a afetar negativamente a popularidade de Bolsonaro na virada do ano. O fechamento das atividades da multinacional Ford, há mais de 100 anos no Brasil, engrossará a massa de desempregados e o desdém governamental contribuiu para o desfecho trágico para os trabalhadores e suas famílias. Antes já tinham encerrado as atividades por aqui a Mercedes, Sony, Audi, entre outras.

O próprio Bolsonaro, viciado em leviandades, chegou a anunciar em suas vadiagens pelas redes sociais que a Argentina perderia 3 grandes multinacionais após a eleição de Alberto Fernandez. Honda, L’Oreal e MWM iriam fechar suas atividades no país vizinho e migrar para Brasil: “A nova confiança do investidor vai gerar mais empregos e maior giro econômico em nosso país”, mentiu em 2019 com o despudor inconfundível. Pouco mais de um ano da mentira, a “confiança” da Ford fechou mais de 6,5 mil empregos diretos no Brasil e manteve-se na “inconfiável” Argentina, que aprovou recentemente imposto sobre grandes fortunas, apresentado como fantasma que afugentaria investidores. Mas exportamos abacate para Argentina, celebrou Bolsonaro.

Internamente, no primeiro teste eleitoral após 2018, o fiasco nas eleições municipais foi ensurdecedor, com reveses individuais e políticos. Todos os candidatos que tentaram explorar a logomarca Bolsonaro fracassaram, inclusive a fantasma Wal do Açaí e Rogéria, ex-mulher e mãe da prole problema (01,02 e 03). O 02 se reelegeu vereador, mas perdeu 34% dos votos desde a última eleição. Jagunços que basearam a campanha no ideário bolsonarista (capitão, major, coronel, delegado, juiz etc.) malograram.

O capitão pediu votos para 5 candidatos em capitais: São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Manaus e Rio de Janeiro. Os eleitores nessas capitais somam 18 milhões de votos. Os nomes de Bolsonaro só alcançaram 1,5 milhão de votos, menos do que 10% do total no 1 turno. Apenas 1 avançou para o 2 turno e foi derrotado.

A direita escolheu um quadro tosco para tentar se reabilitar no Brasil. O resultado é a ameaça recorrente à democracia, retrocessos civilizatórios, morticínio, mitificação da ignorância, banalização da barbárie, apologia a facínoras e carniceiros, reiteração da mentira, charlatanismo, impunidade para amigos e parentes, promoção das milícias e canonização do banditismo. Depois dos fracassos anteriores, o próximo round é a eleição no Congresso Nacional. Sem resistências, sem a defesa da ordem jurídica ele seguirá, mesmo agônico, por mais 2 anos em conspirações. Exatamente como fez o ícone Donald Trump. Se derrotado, o impeachment se avoluma.

Além das pregações golpistas, bravatas contra os Poderes constituídos e crimes de responsabilidade, outras premissas para o impeachment estão postas: economia em frangalhos, isolamento mundial, incapacidade de governar, inexistência de agenda e perda gradual de popularidade. A conjunção desses fatores não evitou a queda de Fernando Collor de Mello e Dilma Roussef. Ambos tinham os corsários do centrão ao lado. O Brasil se tornou uma ilha anacrônica de imoralidades, malfeitos, embustes, extremismos, infâmia, incúria, irracionalidade, golpismo e desalento. A Democracia, em longe do que diz Bolsonaro, não é uma liberalidade das Forças Armadas; é um princípio constitucional. Ao contrário de 1964, agora a Nação está, de fato, acéfala.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.

Regionais : Maia se irrita com aliada de Bolsonaro e ameaça abrir impeachment
Enviado por alexandre em 24/01/2021 20:56:30












Houldine Nascimento, da equipe do blog

A reunião da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados que ocorreu na última segunda-feira (18) foi bastante tensa. Prova disso é que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), perdeu a calma com a primeira secretária, Soraya Santos (PL-RJ). Em dado momento, o parlamentar chegou a falar em abertura de impeachment, de acordo com as notas taquigráficas do encontro, reproduzidas por Veja.

"Se o presidente continuar apoiando vocês nesse clima pesado, ele vai levar um impeachment pela frente, hoje ou amanhã. Quem garantiu a esta Casa, neste governo Bolsonaro, a liberdade de nós atuarmos, modéstia à parte, fui eu! Fui eu, porque ele queria fechar o Parlamento, ele queria fechar o Supremo Tribunal Federal. Ele foi às ruas na manifestação contra nós. Então, ninguém tem o direito de tratar desse tema comigo", disparou.

A reunião foi realizada para definir o rito eleitoral da Presidência da Câmara, que ficou marcada para 1° de fevereiro e de forma presencial, a contragosto de Rodrigo Maia.

Aliada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a deputada Soraya irritou o colega ao questionar a condução do encontro e falar em prática ditatorial. "Não podemos aceitar a ditadura em pleno século 21", disse.

"Deputada, nunca mais fale de ditadura comigo. Nunca mais! A senhora não sabe o que meu pai passou. Meu pai foi torturado, colocaram no ânus dele um cassetete, levou um tiro, e só não morreu porque estilhaçou na grade. Nunca mais trate desse tema comigo", reagiu Maia.

O presidente da Câmara prosseguiu: "Quem defende a ditadura é o presidente que vocês apoiam, o presidente da República. Não somos nós, que estamos defendendo esta Câmara independente. Vocês estão tentando sequestrar a Presidência da Câmara, e não vão sequestrá-la enquanto eu for Presidente!"

Rodrigo Maia concluiu a fala ao dizer que não aceitava uma declaração assim em razão de a Ditadura Militar brasileira ter perseguido seu pai, o ex-prefeito do Rio Cesar Maia, hoje vereador da capital fluminense pelo DEM. O presidente da Câmara nasceu em 1970, em Santiago, no Chile, onde o pai se exilou.


Bolsonaro passeia de moto e ignora perguntas sobre popularidade













O presidente Jair Bolsonaro passeou de moto por Brasília, hoje, durante cerca de uma hora. Em seu trajeto, fez breves paradas, onde cumprimentou pessoas. Sem máscara, o presidente não respondeu perguntas de jornalistas.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada por volta de 11h. Ele fez paradas em uma barraca de venda de frutas e em dois pontos da Esplanada dos Ministérios, onde falou com pessoas em frente à Catedral de Brasília e na Praça dos Três Poderes. Ele retornou para a residência oficial por volta de 12h.

Em uma de paradas realizadas, Bolsonaro foi questionado sobre sua opinião em relação à queda de popularidade do governo e sobre os protestos favoráveis ao seu impeachment realizados ontem. Ele não respondeu. Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira, 22, mostrou aumento na reprovação do governo, que passou de 32% para 40%. A aprovação também caiu, indo para 37% ante 31% em dezembro.

O mandatário também não comentou as expectativas para as eleições das presidências da Câmara e do Senado no dia 1º de fevereiro. O Planalto aposta na eleição do deputado Arthur Lira (PP-AL), líder do Centrão, e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para avançar com pautas de interesse do governo, como a regularização fundiária.

*Com informações do Estadão

Regionais : Avião com delegação de time cai e deixa seis mortos no TO
Enviado por alexandre em 24/01/2021 20:53:44
























Um avião com parte da equipe do Palmas Futebol Clube caiu na manhã de hoje, pouco tempo depois de decolar, no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional (TO). Quatro jogadores, o presidente da agremiação, Lucas Meira, e o piloto da aeronave morreram. As informações são do G1 Tocantins.

Os atletas que morreram são Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari. O piloto foi identificado como Comandante Wagner.

A equipe enfrentaria o Vila Nova pela Copa Verde em Goiânia. A partida estava programada para esta segunda-feira (25). O Vila Nova emitiu nota lamentando o acidente e informando que vai colaborar para o adiamento da partida.

Imagens feitas no local mostram que a aeronave ficou completamente destruída com o choque. Além do IML e dos Bombeiros, equipes da Polícia Militar estão no local prestando apoio.

Confira a nota divulgada pelo Palmas Futebol Clube:

"O Palmas Futebol e Regatas vem por meio desta informar que por volta das 8h15 da manhã deste domingo, 24, ocorreu um acidente aéreo envolvendo o presidente do clube Lucas Meira, quando decolava para Goiânia, para a partida entre Vila Nova x Palmas nesta segunda, 25, válida pela Copa Verde. O avião em que Lucas estava junto com o comandante Wagner e os atletas Lucas Praxedes, Guilherme Noé, Ranule e Marcus Molinari, decolou e caiu no final da pista da Associação Tocantinense de Aviação. Lamentamos informar que não há sobreviventes. Neste momento de dor e consternação, o clube pede orações pelos familiares aos quais prestará os devidos apoios, e ressalta que no momento oportuno voltará a se pronunciar."

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