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Mais Notícias : Militares confeccionam máscaras, toucas e aventais
Enviado por alexandre em 08/04/2020 14:20:24

Por Estadão Conteúdo

Depois de trabalharem pelo aumento da produção de álcool em gel e de cloroquina em suas unidades, militares das Forças Armadas estão trabalhando na confecção de máscaras de tecido, toucas e aventais descartáveis, para a proteção de suas tropas na prevenção contra o coronavírus.

O Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar do Exército, localizado em Santa Maria (RS), está produzindo cerca de 200 máscaras por dia. Em Curitiba, outro quartel também adquiriu insumos, e está fabricando cerca de 300 máscaras por dia – nos próximos dias, espera dobrar a produção.

Os militares estão recebendo instrução do Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis para confeccionar máscaras de proteção em acrílico. O material será doado às instituições que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, no Rio Grande do Norte.

Cerca de 25 mil homens das Forças Armadas estão sendo empregados em todo o País, usando 60 embarcações, 800 viaturas e 26 aeronaves. Além de trabalharem na produção de equipamentos, as Forças Armadas estão ajudando na arrecadação de alimentos para famílias de baixa renda, impedidas de trabalhar pelo isolamento social; na capacitação de militares para desinfecção de espaços públicos; na doação de sangue e no transporte de materiais de saúde.

Nesta segunda-feira, 6, por exemplo, a Aeronáutica transportou respiradores hospitalares, vacinas e material de saúde para Palmas (TO), Macapá (AP) e Belo Horizonte (MG). No Rio de Janeiro (RJ), militares doaram sangue para reforçar os estoques do Hemorio. Em Ponta Grossa (PR), o Comando Conjunto Sul coordenou campanha de doação de sangue, contribuindo para o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná.



Brasil tem mais de 100 mortes por Covid-19 em um dia

Por G1

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 20h50 desta terça-feira (7), 14.049 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 687 mortes pela Covid-19.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde desta terça-feira (7), aponta 13.727 casos confirmados e 667 mortes.

O Rio de Janeiro chegou a 1.688 casos confirmados da doença e 89 mortes. São Paulo registra 5.682 casos e 371 mortes.

A Bahia confirmou sua 14ª morte e chegou a 462 casos confirmados. Amazonas está com 23 mortos pela doença e no Maranhão o número de mortos passou de 4 para 8. O Paraná contabiliza 15 fatalidades e o Distrito Federal, 12.

No Ceará são 40 mortos pela Covid-19 e Minas Gerais tem registro de 11 mortes. Pernambuco chegou aos 352 casos e 34 mortos pela doença, e o Amazonas alcançou 636 casos, sendo que já são três indígenas infectados pelo novo vírus.

Na segunda-feira, (6) o Acre registrou a primeira morte e, agora, apenas o Tocantins não apresenta casos fatais.

Nesta manhã, o Rio Grande do Sul atualizou o número de casos para 508 e Sergipe, para 36. No início da tarde, a secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul divulgou um aumento de 21% no número de casos em 24 horas. Estado tem 80 infectados confirmados.

Coronavírus no mundo

A China não registrou morte por Covid-19 nas últimas 24 horas, algo inédito desde o início da publicação de estatísticas sobre a epidemia do coronavírus em janeiro, informaram as autoridades de saúde nesta terça-feira.

O país asiático, onde o novo coronavírus, o Sars-Cov-2, surgiu no fim de 2019, informou sua primeira morte por Covid-19 no dia 11 de janeiro. Desde então, registrou 3.331 óbitos. Porém, o número diário de mortes está caindo há semanas e na segunda-feira (6) ocorreu apenas uma morte.

Mais Notícias : Cientistas: Covid-19 será ameaça global por dois anos
Enviado por alexandre em 07/04/2020 09:46:28


O Globo 

À medida que China, Coreia do Sul e Cingapura veem casos novos de Covid-19 emergirem, em sua quase totalidade importados, cresce o temor de uma segunda onda da pandemia. Cientistas estão convencidos que o vírus continuará a ser uma ameaça global por muito mais tempo, num período que pode chegar a dois anos, segundo algumas previsões. Mas a gravidade de novas ondas em cada país dependerá das medidas de contenção que eles tomarem agora, alertam especialistas.

O Brasil, que está só no início da subida da primeira onda, ainda não consegue fazer testagem em massa, que tem tido êxito global. E as medidas de isolamento social para aqueles que podem ficar em casa, defendidas pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e governadores, enfrentam a resistência de parte da população e do presidente Jair Bolsonaro. Sem isolamento severo e testes, mostram todos os países que baixaram a curva de ascensão da epidemia, é impossível conter o coronavírus.

Uma projeção do grupo "Covid-19 Brasil", que reúne universidades brasileiras e acertou todas as análises até agora, diz que o Brasil tem hoje, na verdade, 82 mil pessoas infectadas e não 12.056 como indica o governo. As novas projeções levam em conta a estrutura etária da população com base nos dados do IBGE.

Confira a íntegra aqui: Coronavíruspara cientistas, vírus continuará a ser uma ...



Coronavírus: UTI aérea vira salvação para cidades no AM

Do UOL

O avanço do coronavírus no interior do Amazonas se tornou uma preocupação para autoridades de saúde dos municípios pobres e isolados pela floresta Amazônica. Sem estrutura para tratar pacientes com dificuldades respiratórias, as cidades precisam contar com UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) aéreas, que estão levando os suspeitos e doentes para a capital, Manaus.

Desde o início do surgimento dos casos de covid-19 no estado, seis pacientes já foram levados em uma UTI aérea para receber atendimento. Um dos que precisaram do serviço foi o comerciante e pescador esportivo Geraldo Sávio, 49. Ele foi levado de Parintins (cidade a 366 km de Manaus) em estado grave para a capital amazonense, onde ficou internado por quatro dias na UTI, mas acabou morrendo no dia 24.

O presidente do Cosems (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde) do Amazonas, Januário da Cunha Neto, admite que o cenário das cidades amazônicas é preocupante para enfrentamento da covid-19. "Nós não estamos preparados para lidar com os casos mais graves", diz.

Segundo ele, a maioria dos municípios não tem equipamentos para garantir suporte ventilatório a uma insuficiência respiratória grave. Além disso, há ainda hoje uma dificuldade para comprar produtos usados no atendimentos nas unidades de saúde.

"Temos problema sobretudo em relação à aquisição de equipamentos de proteção individual e os insumos necessários. Está muito difícil comprar. O mundo todo nesse momento está interessado na mesma coisa. A gente está fazendo racionamento do uso desses equipamentos. Não seria o cenário ideal; mas precisamos para poder garantir pelo menos por mais tempo", explica.

Para tentar conter a chegada do coronavírus, os municípios fortaleceram a atenção básica e montaram uma espécie "barreira sanitária nos portos, aeroportos e rodovias para que as pessoas que sejam oriundas de áreas comprovadamente de circulação do vírus não possam adentrar."

No caso de Parintins, a prefeitura decretou toque de recolher. 

"Muitos municípios já decretaram estado de calamidade e outros optaram pelo lockdown [bloqueio de emergência que impede a saída das pessoas] e estão completamente fechados por 15 dias", afirma Januário.

Diante desse cenário, o presidente do Cosems afirma que é fundamental que a população tenha consciência de que o distanciamento social é a melhor forma de prevenir a doença. "Essa é barreira mais eficiente para evitar a transmissão", alerta.

Estado tem três aviões 

O secretário-executivo adjunto de Atenção Especializada ao Interior da Secretaria de Saúde do Amazonas, Cássio Espírito Santo, afirma que o estado tem de três modelos de aeronaves que são utilizadas conforme a distância do município onde está o paciente.

Cada aeronave leva todo aparato para realizar os atendimentos — equipamentos, insumos e profissionais —, com capacidade para transportar até dois pacientes.

"Temos um jato, um avião para pista pequena e um hidroavião, para atender às diversas realidades dos nossos municípios. E, através de um sistema de regulação, esses pacientes são informados e removidos para a capital. A ambulância vem na própria pista, retira o paciente e leva para a unidade de saúde de destino", disse.

Até ontem, o Amazonas registrou 532 casos da covid-19, com 19 mortes. O número de registros chama a atenção em relação aos vizinhos, já que o número de infectados supera a soma de todos os demais seis estados da região Norte. O estado é o quarto do país em número total de pessoas com casos de covid-19.

Segundo relatório divulgado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave está em um nível "muito alto considerando o histórico do Estado".

Mais Notícias : China ajuda Brasil a comprar insumos contra Covid-19
Enviado por alexandre em 06/04/2020 09:11:31


Época - Coluna Guilherme Amado

Em meio à disputa internacional para se comprar insumos para enfrentar a pandemia, a China tem ajudado empresas brasileiras a adquirir os produtos de maneira mais rápida.

Multinacionais brasileiras que se ofereceram ao governo brasileiro para comprar respiradores, máscaras e kits de teste da China têm ganhado prioridade nos trâmites.

Para isso, a compra passa pelo aval do Itamaraty, que avisa a embaixada de Pequim sobre o interesse do negócio e o posto diplomático envia ao governo chinês como um pedido do governo brasileiro, acelerando o processo de compra.

JBS e Marfrig já usaram do expediente.



Covid-19: Brasil testará tratamento com plasma

Por Estadã Conteúdo

Os Hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), testarão o uso de plasma sanguíneo de pacientes já recuperados da covid-19 em doentes que ainda têm a infecção. As instituições receberam anteontem o aval da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para fazer o estudo em humanos e iniciarão nesta segunda-feira, 6, a triagem de possíveis doadores de plasma.

A autorização para a pesquisa brasileira veio um dia após a Food and Drugs Administration (FDA), agência de medicamentos americana, autorizar estudo similar com pacientes dos Estados Unidos.

Poderão receber infusões de plasma dentro da pesquisa pacientes graves internados em leitos de UTI ou na unidade semi-intensiva, em um período anterior ao da intubação e que ainda não tenham apresentado nenhuma resposta imunológica durante o pico da doença.

Rizzo explicou ao Estado que serão considerados doadores aptos pessoas que: 1) tiveram covid-19 há mais de 15 dias e há menos de 45 dias; 2) não apresentam mais sintomas; e 3) tiveram confirmação laboratorial prévia de infecção pelo vírus, mas que não apresentam mais o material genético do vírus em seu organismo.

Os possíveis doadores devem ainda apresentar anticorpos neutralizantes, moléculas capazes de combater a infecção. O protocolo brasileiros é baseado no da Universidade Johns Hopkins, que fará os estudos com plasma nos EUA.

Após a aprovação da pesquisa americana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota afirmando que estudos com plasma "têm sugerido resultados promissores, porém derivam de análises não controladas e com tamanho limitado de amostras". Para o órgão, os estudos feitos até agora são insuficientes para comprovar a eficácia, o que requer pesquisas mais aprofundadas.

Os cientistas acreditam que o plasma de um indivíduo em recuperação pode ajudar um paciente doente por já conter anticorpos contra a infecção. "Essa pesquisa é baseada em experiências anteriores que, há mais de cem anos, identificaram que o plasma de convalescentes podia ser útil no tratamento de pessoas ainda durante a infecção", explica Luiz Vicente Rizzo, diretor-superintendente de pesquisa do Einstein. "Este conceito é denominado transferência passiva de imunidade. Se a terapia funcionar, ela poderá fornecer os anticorpos necessários para aqueles que ainda não os têm em níveis capazes de protegê-los, levando a uma melhora dos sintomas e à diminuição do vírus no organismo."




Mais Notícias : Pesquisador: "Ideia de levar pleito para 2022 é absurda"
Enviado por alexandre em 04/04/2020 17:03:01


Por Estadão Conteúdo

Com o avanço do número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil e a recomendação de que o isolamento social, na ausência de vacinas e tratamentos comprovados, é a principal medida para prevenir o contágio, o debate sobre a viabilidade das eleições municipais de outubro ganha cada vez mais espaço.

Mexer no calendário eleitoral, no entanto, não é de fácil implementação, seja do ponto de vista legal ou do político. Para o cientista político Jairo Nicolau, pesquisador da Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da FGV, a melhor solução seria tentar realizar o pleito até dezembro ou nas primeiras semanas de 2021. “Não vejo sentido em estender mandatos”, disse ele.

Nicolau ainda considera um risco esvaziar por completo o fundo eleitoral. “Não deixar nenhum dinheiro para financiar campanhas é abrir as portas para o caixa 2 e para o sucesso dos candidatos ricos que podem se autofinanciar.”

Diante da pandemia, é possível dizer que as eleições já estão comprometidas?

Precisamos de mais uns dias para avaliar melhor. Minha sugestão é que o Congresso Nacional e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) organizem uma comissão para avaliar a probabilidade de a eleição acontecer em 4 de outubro e pensar em alternativas. É preciso lembrar que o processo eleitoral demora meses, e algumas mudanças exigem emendas à Constituição. Para dar um exemplo: as convenções partidárias para escolha de candidatos devem acontecer até 4 de agosto. Será que é plausível reunir dezenas de pessoas para a escolha dos candidatos já no mês de julho e começo de agosto?

Qual a melhor solução em caso de adiamento da eleição? Estender mandatos?

A melhor solução seria tentar adiar para acontecer ainda esse ano, talvez em dezembro, ou, no máximo, nas primeiras semanas de 2021. Não vejo sentido em estender mandatos.

O que acha da proposta de adiar o pleito para 2022?

A ideia de adiar o pleito para 2022 é absurda. Os atuais prefeitos foram eleitos para ficar quatro anos, com possibilidade de reeleição. Particularmente, acho as eleições locais separadas das estaduais e nacionais excelente. Em 1982, tivemos a única experiência da história em que votamos para prefeito e governador – presidente ainda não era permitido – e não funcionou. A agenda dos temas municipais foi completamente apagada pela discussão dos temas estaduais. Uma eleição geral exigiria até nove escolhas do eleitor, e a discussão sobre os problemas municipais provavelmente vai ficar em segundo plano.

Quem ganha e quem perde com o eventual adiamento das eleições municipais? O presidente Jair Bolsonaro, que não conseguiu montar um partido a tempo de participar da eleição em outubro, seria um dos favorecidos?

O adiamento não significa uma mudança de outras partes da legislação. A lei diz que, para concorrer, um candidato deve estar filiado em um partido até 4 de abril desse ano. A meu juízo, não vejo justificativa para mudar essa regra. Portanto, o Aliança (pelo Brasil, partido que o presidente pretende criar) não está apto a concorrer. Não consigo ver nenhum partido ou político que ganhe ou perca com o adiamento do pleito.

O fundo eleitoral pode ter sua finalidade modificada? Pode ser usado na Saúde, por exemplo?

Nesta crise, todos os recursos públicos estão sendo alvo de escrutínio. O fundo eleitoral, cujo recurso será gasto somente no segundo semestre, poderia tranquilamente ser reduzido. Por conta da crise, provavelmente tenhamos menos candidatos concorrendo. Mas não deixar nenhum dinheiro para financiar campanhas é abrir portas para caixa 2 e para o sucesso dos candidatos ricos que podem se autofinanciar.

O mesmo poderia ocorrer com o Fundo Partidário?

Legendas utilizam recursos do Fundo Partidário para viagens, reuniões e seminários. Muitas dessas atividades estão suspensas. Como o recurso é distribuído ao longo do ano, creio que haja espaço para que parte do dinheiro tenha outro destino. Mas não saberia dizer como viabilizar isso em termos legais.



Não estamos em ano eleitoral

Por José Nivaldo Junior*

As pessoas, principalmente as que ocupam os mais altos cargos, não gostam de receber críticas, reparos, sequer sugestões. Por isso, o diálogo fica tão difícil e o entendimento distante. Justo no momento em que deveríamos estar todos juntos para enfrentar o inimigo invisível que está devastando o mundo.

A JUSTIÇA ELEITORAL HABITA EM MARTE

No meio de uma confusão dessas, a justiça eleitoral insiste em manter os seus prazos como se nada estivesse acontecendo. Esta semana, foi um corre corre generalizado, reuniões sucesdivas porque chegou ao fim o prazo de filiações partidárias. Suspenderam o futebol. Mas o jogo político continuou a todo o vapor.

REFLETIR PARA ACERTAR O RUMO

O ano eleitoral impõe uma série de restrições à atuação do poder executivo municipal. Como os prefeitos vão conseguir atender situações de emergência, especialmente na saúde, economia e assistência social com as mãos atadas por regras draconianas? 
Para quem está contaminado, o vírus não tem partido. Para quem está com fome, o pão não tem ideologia.

PROTOCOLOS E BUROCRACIAS

O Brasil vive amarrado a um cipoal de leis que nesta hora imobilizam o país. A rigor, todos são prisioneiros dos seus protocolos, estão acorrentados ao seu mundo particular de regras, normas, dispositivos.
Some-se a isso à mentalidade fiscalista que se instalou no país. Na prática, todo gestor é suspeito até prova em contrário. Um absurdo que, neste momento, virou ameaça ao bem-estar e até à sobrevivência das pessoas. 

O BRASIL DA FANTASIA

É tradicional a distância entre o que se decide em Brasília ou nos palácios estaduais e a mesa do pobre. Os de cima governam para um mundo irreal. Essa distância é a receita para o caos, caso o vírus se alastre e a necessidade do confinamento prossiga por semanas, talvez meses.
Um exemplo patético: o ministro Paulo Guedes anunciou na televisão que sua prioridade era garantir uma blindagem jurídica para os atos de atendimento à população. Através de uma PEC. Se este for o caminho, bote tempo.

A HORA DO BOM SENSO

Tenho em mão documentos de orientação para os gestores públicos que tem tantos considerandos, pressupostos, citações legais que ninguém consegue decifrar.

CASOS DRAMÁTICOS

Ouvi relatos de casos dramáticos: a merenda escolar está se deteriorando e os representantes locais do Ministério Público ameaçam prender prefeitos por “abuso do poder econômico em ano eleitoral” caso distribuam para os famintos alunos da rede pública. Cestas básicas já compradas mofam nos depósitos pela mesma razão. Enquanto isso, aumenta a fome e a impaciência do povo.

ESTADO DE CALAMIDADE

Prisioneiros dos seus protocolos, do Presidente da República ao delegado municipal,  a maioria das autoridades ao invés de ajudar está atrapalhando a ação das prefeituras, que lidam com o mundo real.

FORA BUROCRACIA

Depositem sem demora o dinheiro dos benefícios nas contas cadastradas. Mandem o dinheiro dos informais para os gestores que estão na frente de batalha. Parem de exigir providências sem disponibilizar os meios. Flexibilizem a burocracia infernal na saúde e no atendimento social.

ANO DA SOBREVIVÊNCIA 

Nunca, nos últimos 100 anos, tantos lutaram pela direito de continuar vivos. Nesse contexto, autoridades em geral, por favor, pensem com grandeza no que restará do nosso país quando o pesadelo acabar. 

ANO DE GUERRA

Pensem que simplicidade, confiança e objetividade podem evitar muitos efeitos colaterais dessa calamidade. Sejam generosos e tolerantes. 

Afinal, não estamos em ano eleitoral. Estamos em ano de pandemia.

NOTA DO BLOG

Para acompanhar os pontos de vista de José Nivaldo, assine O PODER: http://www.jornalopoder.com.br

* Historiador. Consultor em comunicação

Mais Notícias : Informe Legislativo da Câmara Municipal de Ouro Preto do Oeste
Enviado por alexandre em 01/04/2020 11:11:30

A 9ª Sessão Ordinária ocorreu na manhã desta segunda-feira (30)




Durante a 9ª Sessão Ordinária, que ocorreu na manhã de 30 de março de 2020, foi realizada a leitura para conhecimento do Projeto de Lei n° 2.546 e a leitura, discussão e votação dos Projetos de Lei n° 2.521 e 2.545. Também foi lida uma indicação.

Indicação

- O vereador Bruno Brustolon (PSDC) indicou o cascalhamento,alteraçãodos pontos críticos e drenagem com saídas de água nas seguintes vias: linha 37, km 04, lado esquerdo; linha 81, km 20, lado direito e linha 81, km 20, lado esquerdo. O parlamentar ressaltou que os locais citados encontram-se com muito barro e atoleiros devido ao grande volume de água que passa na região. Por esses motivos precisa ser realizado o cascalhamento e a saída das águas antes que tudo piore com as fortes chuvas.

Projetos

- Projeto de Lei Complementar n° 39, de 11 de março de 2020, que institui o Código Ambiental da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste, que tem por objetivo regulamentar a Política Ambiental do Município com as suas diretrizes e forma de aplicação, disciplinando todas as ações possíveis de competência da área da preservação da qualidade ambiental no âmbito municipal;

- Projeto de Lei n° 2.521/20, de 03 de fevereiro de 2.020, que dispõe sobre a alteração da Lei nº 1.843, de 25 de abril de 2.012, que visa à alteração da Lei que autorizou o Município a firmar compromisso de dívidas oriundas de fornecimento de água/ou esgoto e serviços prestados pela CAERD;

- Projeto de Lei n° 2.544, de 19 de março de 2020, que dispõe sobre a alteração de dispositivos da Lei n° 1.728, de 12 de julho de 2011, em que autoriza o Poder Executivo a prestar assistência aos proprietários de imóveis rurais e urbanos com a concessão de horas-máquina e outros serviços;

- Projeto de Lei nº 2.545, de 19 de março de 2020, que altera dispositivo da Lei nº 2.594, de 27 de março de 2.019, que alterou o Artigo 1º da Lei nº 2.397, de 09 de outubro de 2017. Com isso fica criado o Programa de Agilização das Atividades Escolares - PAE, autorizando o Poder Executivo a proceder, em caráter facultativo, a transferência automática dos recursos financeiros vinculados ao Programa em favor das unidades executoras, Conselhos Escolares - CEE's, instituídos nas Escolas do Sistema Municipal de Ensino - SME, nas zonas urbanas e rural, a custo/aluno/mês, na base de R$ 8,00, para cada aluno/mês, matriculado no ano de 2020;

- Projeto de Lei n° 2.546, de 26 de março de 2020, que autoriza o Poder Executivo a abrir no orçamento vigente crédito adicional suplementar no valor de R$ 10.604,00 para atender às necessidades da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Agricultura e Meio Ambiente - SEMINFRA, para pagamentos de verbas rescisórias e aquisição de grama.

Votação

No transcorrer da 9ª Sessão Ordinária, foi lido, discutido e votado em primeira votação o Projeto de Lei n° 2.545 e em segunda votação o Projeto de Lei n° 2.521. O Projeto de Lei Complementar n° 39 e o Projeto de Lei n° 2.544 foram retirados da ordem do dia.

ASCOM

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