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Mais Notícias : Lei Anticorrupção
Enviado por alexandre em 24/11/2014 11:43:13

Regulamentação da Lei Anticorrupção cobrada de Dilma

 A regulamentação pela presidente Dilma Rousseff da Lei Anticorrupção, em vigor desde janeiro de 2014, é cobrada pela revista Veja, em reportagem deste final de semana. A revista afirma que, pela falta de regulamentação, a lei não pode ser utilizada para punir os empresários e empreiteiras envolvidas na operação “lava jato”.

Mas observa a revista que  inovações como os acordos de leniência devem ser colocadas em prática pela Controladoria-Geral da União para mapear detalhes do esquema, exigir ressarcimento dos cofres públicos e fixar multas milionárias às companhias.


Saqueadores: só uma merreca de bilhões  Pode parecer bobagem a diferença entre uma quantia e outra, mas R$ 3 bilhões resolveriam boa parte dos problemas até mesmo de gente riquíssima. De acordo com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, COAF, órgão federal, os desvios nesse caso chegam perto de R$ 24 bilhões. Os bancos consultados falam em R$ 21 bilhões.

Não é nada, não é nada, mas isso pagaria mais de dez vezes a devolução recorde do gerente da Petrobras Pedro Barusco. 

Por falar em trocados, o COAF vinha estranhando a movimentação financeira de algumas pessoas e empresas hoje investigadas na Operação Lava-Jato, umas oito mil, já há quatro anos. Mas ninguém deu atenção às informações do COAF.  (Carlos Brickmann)


Lava Jato: o cerco da PF agora é aos sem mandato

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Depois de mandar para a cadeia lobistas, executivos, diretores da Petrobras e grandes empreiteiros do País, a nova fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal, vai cercar os políticos sem mandato – e pode ocorrer a partir de Janeiro, quando alguns dos citados nas delações premiadas perderão o foro privilegiado. São pelo menos 70 parlamentares, entre senadores e deputados, envolvidos até agora pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da petroleira Paulo Roberto Costa.

O cenário explica a luta do deputado federal André Vargas, ex-PT, para se manter na Câmara e evitar a cassação. E

Pelos relatórios da PF, Vargas é o deputado escancaradamente citado por Youssef, que pagou até viagem de jatinho. Vargas não disputou eleição, e pode ser preso em Janeiro.

Outros alvos da PF são ex-deputados e atuais parlamentares que se despedem do Congresso este ano, a maioria deles do PP, que visitavam Youssef.


Caos em grandes obras: governo e TCU exageram

 O cenário de caos nas grandes obras de infraestrutura nacionais, anunciado pelo presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Augusto Nardes (foto), e por interlocutores do governo, é exagerado, segundo especialistas ouvidos pelo jornal Gazeta do Povo. Isso porque caso as companhias se tornem inidôneas, a administração pública federal tem capacidade e liberdade para facilitar a atuação de outras empresas no mercado de grandes obras, contemplando duas opções: chamar empresas de fora do país ou empresas nacionais de médio porte.

Por outro lado, punição a empreiteiras da lava Jato não colocaria o andamento de obras públicas em risco, de acordo com reportagem da Folha de S.Paulo. Segundo a reportagem, se for considerada inidônea, uma empresa pode ficar até cinco anos proibida de contratar qualquer órgão público, “mas a lei e o bom senso permitem que as obras em andamento sigam normalmente”.

O jornal afirma que quando se comprova que um contrato tem preços acima do mercado, é possível renegociá-los. Nessa hipótese, as empresas concordam com a repactuação e seguem as obras. Em alguns casos, o órgão público e a companhia levam a questão à Justiça sem parar a obra. O jornal afirma também que as empreiteiras envolvidas não respondem por um grande número de obras do governo federal.


Corrupção pode levar país à recessão, diz jornal

 Os escândalos de corrupção na Petrobras podem levar o país à recessão em 2015, segundo reportagem do jornal Correio Braziliense. Estatal responde por 13% de todas as riquezas produzidas anualmente no país. A cada R$ 1 que a empresa investe, R$ 3 são adicionados à economia. Se o escândalo de corrupção afetar investimentos, o nível de atividade despencará, diz a reportagem.

Enquanto isso, o jornaL O Globo registra que a Petrobras gastou R$ 765 milhões em 56 transações extrajudiciais. O mecanismo permite a fornecedores fazerem acordos com a contratante quando os contratos já estão encerrados e evita que divergências sobre pagamentos cheguem à Justiça.


Todos os homens da Presidente

 

 

 

 

 

 

 

 

O 2º mandato não começou, mas os líderes aliados já desenham o núcleo de poder de Dilma.

 Estão nesse time os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário) e o governador Jaques Wagner, que ainda não tem pasta definida.

É com esses petistas, além do ex-presidente Lula, que Dilma debate os rumos e os dramas a serem superados nos próximos 4 anos. (O Globo - Ilimar Franco)


Corrupção pode levar país à recessão, diz jornal

 Os escândalos de corrupção na Petrobras podem levar o país à recessão em 2015, segundo reportagem do jornal Correio Braziliense. Estatal responde por 13% de todas as riquezas produzidas anualmente no país. A cada R$ 1 que a empresa investe, R$ 3 são adicionados à economia. Se o escândalo de corrupção afetar investimentos, o nível de atividade despencará, diz a reportagem.

Enquanto isso, o jornaL O Globo registra que a Petrobras gastou R$ 765 milhões em 56 transações extrajudiciais. O mecanismo permite a fornecedores fazerem acordos com a contratante quando os contratos já estão encerrados e evita que divergências sobre pagamentos cheguem à Justiça.


Mais Notícias : Brasil à beira do precipício
Enviado por alexandre em 24/11/2014 11:38:35

Corrupção na Petrobras põe Brasil à beira do precipício

O sistema é simples, diabólico e eficaz: um acusado de corrupção reduz sua pena se delatar outros, que por sua vez podem receber o mesmo tratamento, com o que o caso se ramifica ao infinito.

É a maneira que o juiz brasileiro Sérgio Moro tem para reconstruir o rastro da bilionária corrupção que domina de cima a baixo a maior empresa pública da América Latina, a Petrobras, e que sacode o país: contratos forjados no valor de bilhões de reais, obras superfaturadas para a construção de refinarias.

Também contas bancárias repentinamente esvaziadas para que não sejam congeladas, arrependidos que fazem acordos após pagar quase 100 milhões de reais, maletas com notas de dinheiro que vêm e vão, jatinhos levando somas estonteantes, um tesoureiro do PT envolvido na trama e intermediários que se entregam após passar dias foragidos da polícia.

E, além disso, vários dos maiores empresários do país, todos detidos na mesma carceragem sob a acusação de suborno, dividindo espaço e destino com o delator, Alberto Youssef, que tudo sabe e tudo conta…

O sonoro nome que a Polícia Federal deu à última fase da operação, Juízo Final, é sintomático. Tudo no Brasil gira atualmente em torno dessa gigantesca empresa pública e das venenosas revelações que surgem a cada manhã.  (Do El País - Antonio Jiménez Barca)

Leia mais clicando aí:  Corrupção da Petrobras põe o Brasil à beira do precipício



TCU: sobrepreço de 1 bilhão no Clube das Empreiteiras

 As empreiteiras suspeitas de integrar o esquema de corrupção na Petrobrás ganharam de outros órgãos e empresas federais obras com valores que podem ter sido inflados em ao menos R$ 1,1 bilhão, segundo relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) analisados pelo Estado.

De acordo com auditorias abertas a partir de 2003, o chamado “clube vip” de empreiteiros teve contratos superfaturados em 20 grandes empreendimentos, como a construção de ferrovias, rodovias, aeroportos e canais da Transposição do Rio São Francisco.

As auditorias e relatórios técnicos ainda não chegaram a render conclusões do TCU. Isso porque, na maioria dos casos, as empreiteiras contestam, por meio de recursos, os critérios usados pelo tribunal.

De acordo com os técnicos do TCU, tanto na Petrobrás quanto em obras de outras áreas do governo, o sobrepreço em planilhas de materiais e serviços é a principal fonte de prejuízos nos empreendimentos tocados pelas construtoras, que tiveram parte de executivos presa na sétima fase da Operação Lava Jato, batizada de Juízo Final e deflagrada no dia 14.  (De O Estado de S.Paulo -Fábio Fabrini)

Leia mais clicando aí: TCU aponta sobrepreço de R$ 1,1 bilhão em 20 obras do 'clube' de empreiteiras




Operação Porto Seguro: 2 anos depois nada resolvido
Veja - Ana Clara Costa, Luís Lima e Marília Carrera

Enquanto o país assiste, estarrecido, ao desenrolar da Operação Lava Jato, que apura o desvio de bilhões de reais da Petrobras para os cofres de partidos políticos, outra investigação que começou com o mesmo estardalhaço caminha a passos lentos, sem que punições tenham sido aplicadas aos principais envolvidos.

Trata-se da Operação Porto Seguro, que completa dois anos neste domingo. Segundo a Polícia Federal, o esquema viabilizava a negociação de pareceres técnicos com a ajuda de servidores de diferentes esferas da República: desde o número dois da Advocacia-Geral da União (AGU) até a chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha.

Nesse período, 23 pessoas foram indiciadas pela PF e 24 foram denunciadas pelo Ministério Público. Contudo, entre os 15 funcionários públicos envolvidos, nove continuam recebendo salários do governo.

Mais Notícias : Kátia Abreu, o tiro no pé de Dilma
Enviado por alexandre em 24/11/2014 11:37:17

Kátia Abreu, o tiro no pé de Dilma, diz 'Blog da Dilma'

 O Blog da Dilma, um dos maiores portais pró-presidente, publicou no sábado um artigo criticando a indicada para a Agricultura. 'Dilma e um tiro no pé chamado Kátia Abreu' é o título. A informação é de Vera Magalhães, na Folha de S.Paulo desta segunda-feira.

Enquanto o PT ainda age para tentar derrubar a indicação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura, -- diz a ci=olunista -- a senadora do PMDB e presidente da Confederação Nacional da Agricultura antecipou a aliados a disposição de implementar um plano que integre políticas para grandes, médios e pequenos agricultores. Pelo projeto que ela desenha para a pasta, assentados seriam tratados como microempreendedores e, assim, passariam a ser atingidos pelas políticas do ministério.


PF investiga Odebrecht num inquérito à parte  A Polícia Federal dividiu a Operação Lava Jato e abriu inquérito para apurar "eventuais crimes de peculato [desvio de recursos] e lavagem de dinheiro" cometidos por controladores do grupo Odebrecht, dono da maior construtora do país, com receita bruta de R$ 97 bilhões. A empreiteira foi alvo de mandados de busca e apreensão na sétima fase da operação, no dia 14, mas não chegou a ter executivos detidos, como ocorreu com outras empresas --foram presos funcionários de oito delas.

O inquérito, aberto no fim do mês passado, aponta que a PF ainda está levantando informações sobre um possível envolvimento da Odebrecht com o esquema de desvio de recursos da Petrobras.

Por isso, a Justiça solicitou à construtora informações sobre contratos firmados com empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef, usadas para lavagem de dinheiro.

Em depoimento à Justiça, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa havia afirmado que recebeu "recursos ilícitos repassados pela empresa Odebrecht, citando o executivo Márcio Faria como parte integrante do esquema", de acordo com o juiz Sergio Moro.(Da Folha de S.Paulo)


Último foragido da Lava Jato deve se entregar hoje à PF

Adarico Negromonte Filho, irmão do ex-ministro das Cidades, vai se entregar à Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, nesta segunda-feira, levado por sua advogada Joyce Roysen.

Ele é considerado foragido pela Justiça do Paraná há quinze dias, quando teve a prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, como suspeito de integrar o grupo criminoso investigado pela operação Lava-Jato, que desviou pelo menos R$ 10 bilhões da Petrobrás, em licitações fraudadas e obras superfaturadas, com a participação das 13 grandes empreiteiras brasileiras.

Negromonte é acusado de transportar 'malas e sacolas' contendo grande quantidade de dinheiro, 'em espécie', do escritório do doleiro Alberto Youssef, a políticos e empresários que participavam do esquema de corrupção em torno da Lava-Jato. Em nenhum momento se fala no envolvimento de seu irmão no esquema.

Ultimamente, Adarico vem residindo em Registro, no litoral Sul de São Paulo e tem 'quase 70 anos', como diz sua advogada na petição encaminhada ao juiz Sérgio Moro na última quinta-feira, na qual pede que a prisão temporária dele seja revogada e que ele possa prestar depoimento à PF nesta segunda-feira em liberdade.


Nova equipe econômica vai criar agenda positiva

Assim que forem oficialmente integrados à equipe econômica, os economistas Joaquim Levy, que irá para a Fazenda, e Joaquim Levy, escalado para o Planejamento, além do novo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, irão trabalhar em medidas destinadas a ampliar a competitividade da economia brasileira. 

A agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, na área tributária, a unificação do PIS e do Cofins; na desburocratização, o fim da papelada no comércio exterior; e, no resgate à indústria, incentivos para renovação das fábricas. O discurso não será de arrocho

Quem antecipa as medidas é o colunista Sergio Leo, do Valor Econômico (leia aqui sua coluna). 'A agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, no terreno dos tributos, a unificação do PIS e do Cofins; no campo da facilitação de negócios, o fim da papelada no comércio exterior, substituída por documentos digitalizados; e, em investimentos, incentivos para renovação das fábricas', diz ele.

Mais Notícias : Dilma faz milagre
Enviado por alexandre em 24/11/2014 11:35:38

Milagre

Elio Gaspari

 Com jeito de quem não quer nada, a doutora Dilma congelou o projeto do trem bala, estimulado durante o governo de Nosso Guia. Antes que o BNDES mostrasse que a primeira proposta era fantasia em estado puro, a ideia chegou a encantá-la.

Se a coisa tivesse andado, acabaria num escandalo bilionário, parecido com o da Petrobras. Custaria no mínimo R$ 35 bilhões e já custou perto de R$ 70 milhões com nuvens, papéis e burocracia. Em benefício das grandes empreiteiras, foram elas quem pisaram no freio.

O primeiro comissário encarregado do projeto, José Francisco das Neves, ou 'Doutor Juquinha', passou alguns dias na cadeia em 2012, por conta de outros malfeitos.


Futuro em jogo

O processo decisório vacilante de Marina Silva paralisou a criação da Rede.Guilherme Leal, da Natura, e até a filha Mayara são contra a criação do partido já. Acham que é preciso esperar o primeiro semestre de 2015, aguardar insatisfações em outras siglas e, aí sim, montar um partido com maior representatividade.

Já a militância da Rede quer a criação do partido já no primeiro bimestre do ano que vem.

Marina não decidiu, mas já deixou claro que não pretende submergir como depois da disputa presidencial de 2010. Isso inclui participar mais ativamente das eleições municipais daqui a dois anos.

 Em 2007, então diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque recebeu a gravação de uma conversa na qual executivos de empreiteiras combinavam preços para participar de uma concorrência realizada por sua área. “Isso não prova nada”, reagiu o executivo, descartando o áudio. Por cautela, o Jurídico da estatal achou melhor encaminhar a fita ao Ministério Público Federal. Onde, pelo visto, também não lhe deram importância. A informação é de Ricardo Boechat, na revista IstoÉ.

Ao decidir abrir um processo administrativo contra Renato Duque, na quarta-feira 20, a Comissão de Ética Pública da Presidência mudou o paradigma. Passou a cobrar respostas dos ocupantes de altos cargos comissionados antes da formalização de denúncia ao órgão e do fim do processo criminal na Justiça. Um passo adiante também dará a CEP, presidida pelo advogado Américo Lacombe, quando vier a cruzar bases de dados oficiais para descobrir se houve variação significativa no patrimônio de algum burocrata, durante exercício da função – e dele cobrar explicações.

Mais Notícias : Lula este conhece
Enviado por alexandre em 24/11/2014 11:34:29

Este conhece  O ex-presidente Lula tem um talento raro no Brasil: sabe que os eleitores apreciam quando expõe fraquezas humanas que tantos políticos procuram esconder. Mais do que isso, ele as proclama. Outro dia, em Foz do Iguaçu, depois de palestrar no evento Cultivando Água Boa, ganhou de presente um vidro de mel e uma garrafa de pinga artesanal.

Olhou para o fotógrafo Roger Meireles com ar de paradisíaca felicidade e proclamou: "É dessa água que eu gosto".

Enquanto isso, os presidentes da Claro, Oi, TIM e Vivo simplesmente não apareceram na audiência pública convocada pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara Federal, para discutir as falhas nos serviços que oferecem (as quatro estão no alto do ranking de queixas de consumidores). Deixaram claro que dão às autoridades a mesma atenção que aos clientes.

Para que melhorar, se não têm concorrentes?  (Carlos Brickmann)







Lava Jato: o cerco da PF agora é aos sem mandato

Leandro Mazzini - Coluna Esplanada

Depois de mandar para a cadeia lobistas, executivos, diretores da Petrobras e grandes empreiteiros do País, a nova fase da operação Lava Jato, da Polícia Federal, vai cercar os políticos sem mandato – e pode ocorrer a partir de Janeiro, quando alguns dos citados nas delações premiadas perderão o foro privilegiado. São pelo menos 70 parlamentares, entre senadores e deputados, envolvidos até agora pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da petroleira Paulo Roberto Costa.

O cenário explica a luta do deputado federal André Vargas, ex-PT, para se manter na Câmara e evitar a cassação. E

Pelos relatórios da PF, Vargas é o deputado escancaradamente citado por Youssef, que pagou até viagem de jatinho. Vargas não disputou eleição, e pode ser preso em Janeiro.

Outros alvos da PF são ex-deputados e atuais parlamentares que se despedem do Congresso este ano, a maioria deles do PP, que visitavam Youssef.


Barbeiragens da Polícia Federal na Operação Lava Jato  O criminalista Alberto Toron se queixa de que a citação indevida do diretor da Petrobras José Carlos Cosenza não foi a primeira arbitrariedade da PF na atual fase da Lava Jato, revela Vera Magalhães, na Folha de São Paulo deste domingo.

Diz a colunista que Walmir Pinheiro, diretor financeiro da UTC, empresa que o advogado defende, e Edinaldo Alves, "um subalterno", segundo ele, foram presos e soltos cinco dias depois, "após constatarem que não tinham nada a ver com o caso".

Os escritórios criminais menos renomados se movem para pegar os "peixes médios" que começam a surgir nas delações premiadas da Lava Jato e não têm dinheiro para bancar honorários das estrelas, estimados em R$ 3 milhões iniciais.

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