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Mais Notícias : EUA registram mais de 100 mil casos de Covid por dia, maior nível em dois meses
Enviado por alexandre em 07/12/2021 08:10:47

Os Estados Unidos voltaram a registrar uma média de mais de 100 mil novos casos de Covid-19 por dia após dois meses. A última vez em que isso aconteceu foi no início de outubro.

Essa marca é ultrapassada logo após o feriado de Ação de Graças, data em que milhões de americanos costumam viajar.

A média móvel de novos casos em sete dias, a partir de sábado, foi de 121.437, de acordo com dados da Johns Hopkins University (JHU).

O número de mortes por Covid-19 também está em alta, com uma média de 1.651 mortes pelo vírus todos os dias, a partir de sábado, também segundo a JHU. Esse também é o índice mais alto de mortes diárias em um mês.

A grande maioria dos novos casos nos EUA continua a ser da variante Delta, mas as autoridades de saúde dos EUA detectaram a nova variante do coronavírus, Ômicron, em pelo menos 16 estados até sábado.

O primeiro caso foi encontrado na Califórnia, na quarta-feira, e no fim de semana a variante foi identificada em 15 outros estados: Colorado, Connecticut, Havaí, Louisiana, Maryland, Massachusetts, Minnesota, Missouri, Nebraska, Nova Jersey, Nova York, Pensilvânia, Utah, Washington e Wisconsin.

A variante Ômicron tem alarmado as autoridades, porque as primeiras análises mostram que ela pode ser mais contagiosa do que a cepa original, e o número significativo de mutações que ela carrega apresenta um risco potencial de reduzir parte da eficácia que as vacinas atuais fornecem. Os cientistas estão trabalhando para determinar a gravidade e transmissibilidade do Ômicron – mas isso pode levar semanas, segundo as autoridades.

Ainda assim, os EUA estão melhor equipados para lidar com a nova variante do que no início da pandemia, disse o cirurgião-geral dos EUA, Dr. Vivek Murthy, na quinta-feira.

“Estamos em um lugar muito diferente agora do que estávamos há um ano, porque aprendemos muito mais. Temos vacinas disponíveis. Temos muito mais testes disponíveis, e o que temos que fazer para passar por este inverno é ter certeza de que estamos dobrando nossa estratégia de vacinação “, disse Murthy à CNN.

O cirurgião-geral enfatizou que, embora haja muito a aprender sobre a nova variante, os esforços de mitigação, incluindo máscaras e higienização das mãos combinadas com distanciamento físico, continuam sendo eficazes no fornecimento de alguma proteção.

Pouco menos de 60% da população total dos EUA está totalmente vacinada, e quase 23% recebeu a dose de reforço, de acordo com os dados mais recentes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

Este é um texto traduzido. Clique aqui para ler o original.

Mais Notícias : Decisão de suspender o Réveillon foi acertada, diz infectologista
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:22:03

O infectologista do Instituto Emílio Ribas Jamal Suleiman defendeu a suspensão do Réveillon deste ano, medida que já foi tomada por 23 capitais e o Distrito Federal.

“Essa decisão [de suspender o Réveillon] é plenamente acertada. A gente vem pontuando que, diante desse cenário, não é recomendável fazer essas aglomerações imensas, que são praxe nesses momentos da passagem de ano e do Carnaval.”

Suleiman destacou a capacidade de transmissão da nova variante Ômicron e também comentou a possibilidade de surgirem outras variantes.

Veja mais no vídeo acima.

Origem do coronavírus: morcego e acidente de laboratório são pontos investigados

Mais Notícias : Saiba o que dizem as fabricantes de vacina sobre a Ômicron
Enviado por alexandre em 03/12/2021 09:28:54

Alguns laboratórios já trabalham em novas versões dos imunizantes

Frasco das vacinas AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer Foto: Prefeitura de Porto Alegre/Cristine Rochol

O surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus levantou dúvidas acerca da eficácia das vacinas contra a nova cepa. Diante do cenário de incerteza, as farmacêuticas responsáveis pela produção dos imunizantes iniciaram testes com as vacinas anticovid já desenvolvidas, e algumas delas já preparam até doses específicas para combater a nova variante.

No caso da Pfizer/BionTech, os resultados do teste do impacto da Ômicron na eficácia da vacina devem estar disponíveis no mês de dezembro. A depender do estudo, a empresa pode iniciar, ou não, a produção de uma nova versão da vacina. A farmacêutica ressalta que seriam necessárias “6 semanas para o desenvolvimento e 100 dias para a produção”.

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Responsável pela vacina Janssen, a Johnson&Johnson informou que está analisando a eficácia do imunizante ao mesmo tempo que já desenvolve uma versão específica para combater a Ômicron.

– Começamos a trabalhar para projetar e desenvolver uma nova vacina contra a Ômicron e vamos progredir rapidamente em estudos clínicos, se necessário – declarou o chefe global de pesquisa da Janssen, Mathai Mammen.

O Instituto Butantan, que produz a CoronaVac no Brasil, explicou que já coletou amostras das pessoas infectadas com a nova variante e começou os testes. A previsão é de que o resultado saia entre duas e três semanas. A fabricante chinesa SinoVac também comunicou que está realizando pesquisas em torno do tema.

A AstraZeneca, por sua vez, destacou que não há evidências de que as vacinas não previnam casos graves causados pela nova cepa, mas frisou que está pronta para desenvolver uma atualização do imunizante, caso precise. A empresa já realiza pesquisas em Botsuana e em Essuatini.

O discurso da Moderna, porém, é diferente das demais farmacêuticas. Na avaliação do presidente-executivo, o cenário não é otimista, e é provável que a Ômicron escape das vacinas atuais. O laboratório já trabalha em um novo imunizante para o início de 2022.

– Não há mundo, eu acho, onde [a eficácia] é no mesmo nível que nós tivemos com a Delta. Acredito que vai ser uma queda material. Só não sei quanto, porque precisamos esperar pelos dados. Mas todos os cientistas com quem conversei estão tipo “isso não está se encaminhando para o bem” – disse Stéphane Bancel ao Financial Times.

Por outro lado, o Instituto Gamaleya, responsável pela Sputnik V, crê que a necessidade de uma nova vacina é “improvável”, mas, caso se prove real, a Rússia estará pronta para oferecer doses atualizadas no início de 2022. Para o Kremlin, a reação do mercado financeiro ao surgimento da variante foi “emocional”, sem bases científicas.

– O Instituto Gamaleya acredita que a Sputnik V e a Light neutralizarão a Ômicron, pois têm maior eficácia em relação a outras mutações. No caso improvável de uma modificação ser necessária, forneceremos várias centenas de milhões de reforços da Sputnik (contra a) Ômicron até 20 de fevereiro de 2022 – declarou Kirill Dmitriev, chefe do Fundo Russo de Investimentos Diretos (RDIF).

Mais Notícias : Vacinas e Ômicron: o que os laboratórios disseram sobre eficácia contra variante
Enviado por alexandre em 02/12/2021 08:22:32

Vacinas e Ômicron: o que os laboratórios disseram sobre eficácia contra variante

Respostas das vacinas à Ômicron, no entanto, deverão ser apresentados apenas nas próximas semanas

Ao redor do mundo, ao menos 16 países registraram casos de infecção pela variante Ômicron
Ao redor do mundo, ao menos 16 países registraram casos de infecção pela variante Ômicron 23/02/2021REUTERS/Brendan McDermid

Amanda Andradecolaboração para a CNN

Desde que foi reportada à OMS (Organização Mundial da Saúde) pela África do Sul, em 24 de novembro, a variante Ômicron tem gerado discussões sobre os impactos que poderá ter sobre a eficácia das vacinas. Embora não haja, até o momento, registro de mortes causadas pela nova cepa, ela provoca preocupação em autoridades ao redor do mundo por apresentar um número maior de mutações — o que pode torná-la mais transmissível do que as variantes anteriores.

Os laboratórios, nos últimos dias, têm se pronunciado a respeito do que sabem até o momento e de suas expectativas em relação à eventual necessidade de desenvolvimento de vacinas atualizadas. Com testes já em andamento, espera-se que em duas ou três semanas haja resultados que indiquem se será preciso que as vacinas passem por modificações.

Veja o que cada laboratório disse a respeito da variante Ômicron.

Pfizer/BioNTech

A vacina da Pfizer-BioNTech provavelmente oferece proteção contra casos graves da variante Ômicron, de acordo com Ugur Sahin, presidente-executivo da BioNTech.

Em declaração à Reuters, o CEO afirmou que as vacinas possivelmente não terão a mesma proteção contra casos leves e moderados da Covid-19 causados pela nova variante. Ele acredita, porém, que a eficácia contra a forma grave da doença (em que há necessidade de hospitalização ou tratamento intensivo) deve ser mantida.

“Para mim, não há motivo para preocupação especial. A única coisa que me preocupa no momento é o fato de que há pessoas que não foram vacinadas”, disse Sahin. Ele acrescentou que doses de reforço também poderão ajudar a evitar casos graves da Ômicron e que espera o lançamento de uma vacina atualizada, com lote inicial de 25 a 50 milhões de doses — o que deve levar cerca de 100 dias, desde que os reguladores aprovem.

Oxford/AstraZeneca

A Universidade de Oxford afirmou que não “há evidências de que as vacinas não possam prevenir casos graves de Covid-19 causados pela Ômicron” e acrescentou que está pronta para desenvolver rapidamente uma versão atualizada da vacina AstraZeneca caso seja necessário.

“Apesar do surgimento de novas variantes ao longo do último ano, as vacinas continuaram a fornecer altos níveis de proteção contra casos graves da doença, e não há evidência até agora de que seja diferente com a Ômicron”, declarou a universidade em comunicado. A instituição afirmou que avaliará com cuidado o impacto na variante sobre a sua vacina.


Moderna

A Moderna pode ter uma dose de reforço contra a Covid-19, visando o combate à variante Ômicron, testada e pronta para solicitar autorização nos EUA em março, disse o presidente da empresa, Stephen Hoge, nesta quarta-feira (1º).

Hoge afirmou acreditar que as doses de reforço transportando genes que visam especificamente mutações na variante Ômicron recém-descoberta seriam a maneira mais rápida de lidar com quaisquer reduções antecipadas na eficácia da vacina que ela possa causar. “Já iniciamos esse programa”, declarou.

A empresa também está trabalhando em uma vacina multivalente que incluiria até quatro variantes diferentes do coronavírus, incluindo a Ômicron. Isso pode levar mais vários meses, de acordo com o executivo.

Sputnik

A vacina Sputnik, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, provavelmente funciona contra a variante Ômicron, segundo Kirill Dmitriev, chefe do Fundo Russo para Investimento Direto. Ele disse, ainda, que o país estaria pronto para produzir centenas de milhões de doses de reforço, caso necessário.

Embora ainda não tenha aprovação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina está sendo aplicada em alguns países, como a Nicarágua.

Novavax

A Novavax começou a trabalhar em uma nova versão da vacina contra a Covid-19, tendo como alvo a variante Ômicron. A farmacêutica afirmou que o imunizante estaria pronto para iniciar os testes nas próximas semanas. A vacina contém proteína spike desenvolvida com base na sequência genética da Ômicron — uma versão da proteína que ativaria o sistema imune sem causar a doença.

A vacina Novavax já recebeu aprovação para uso emergencial na Indonésia e nas Filipinas e pretende solicitar aprovação nos Estados Unidos até o fim do ano. A farmacêutica também pediu aprovação no Canadá e na Agência Europeia de Medicamentos.

Mais Notícias : Dezembro Vermelho: teste seus conhecimentos sobre a transmissão do HIV
Enviado por alexandre em 01/12/2021 08:44:36

O contágio pelo HIV ainda é cercado de mitos; faça o teste e descubra como acontece a transmissão do vírus

Erasmo Salomão/MS

Lucas Rochada CNN


O diagnóstico precoce do HIV e o rápido início do tratamento reduzem as chances de complicações da doença. A campanha Dezembro Vermelho promove a mobilização nacional na luta contra o vírus HIV, a Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), chamando a atenção para a prevenção, a assistência e a proteção dos direitos das pessoas que vivem com o HIV.

O diagnóstico pode ser realizado a partir de exames de sangue e de testes rápidos oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – saiba onde fazer o teste.

O contágio pelo vírus ainda é cercado de mitos, o que contribui para a desinformação e o estigma da doença. Teste seus conhecimentos e descubra como acontece a transmissão do HIV.



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