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Mais Notícias : Nova suspeita de abuso ronda a PF
Enviado por alexandre em 08/12/2017 09:40:00

Nova suspeita de abuso ronda a PF



Operação na UFMG lembra episódio em SC

Blog do Kennedy

No Brasil de hoje, é preciso dizer algumas obviedades. É claro que suspeitas de desvio de recursos públicos devem ser investigadas. É papel da Polícia Federal fazer isso. No entanto, abusos não podem ser cometidos durante a investigação.

Há indícios de excessos numa operação da Polícia Federal realizada ontem em Belo Horizonte. Ocorreram protestos de estudantes, servidores e professores contra a operação.

Chamada de “Esperança Equilibrista”, a investigação apura supostos desvios de R$ 4 milhões na construção do Memorial da Anistia Política do Brasil _obra financiada pelo Ministério da Justiça e executada pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Houve ontem conduções coercitivas de cinco integrantes da cúpula da UFMG. Foram levados a depor o reitor, Jaime Arturo Ramirez, a vice-reitora, Sandra Regina Goulart Almeida, o presidente da Fundep (Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa), Alfredo Gontijo de Oliveira, e as ex-vice-reitoras Rocksane de Carvalho Norton e Heloisa Gurgel Starling. Servidores públicos também foram alvo de condução coercitiva.

Tem havido um excesso de conduções coercitivas no Brasil. É uma moda inaugurada pela Lava Jato que se vulgarizou e traz dano de imagem a pessoas sobre as quais não há culpa formada. Quem não se recusa a colaborar com uma investigação não deveria ser alvo de condução coercitiva.

No caso do reitor Luiz Carlos Cancellier, estão evidentes hoje as fragilidades das provas contra ele, que chegou a ser preso. Ele se suicidou por não suportar a desonra pública.

É ótimo combater a corrupção, mas é fundamental respeitar a honra e a presunção de inocência das pessoas. É irônico que, ao investigar supostos desvios num memorial sobre abusos da ditadura militar, agentes públicos tenham atuado de forma autoritária numa democracia.

O uso de métodos de estado policial deve ser criticado. Não é democrático nem legal desrespeitar direitos civis, montar circos policiais e recorrer a processos de humilhação social. Além de uma tragédia, o suicídio do reitor Luiz Carlos Cancellier deveria ter servido de alerta em relação a abusos que não podem ser praticados pelos investigadores da polícia e do Ministério Público nem por magistrados.

É preciso que o novo diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Segóvia, que gosta de dar entrevistas, dê uma resposta. No mínino, é necessária uma sindicância para investigar o que houve ontem em Belo Horizonte.

Mais Notícias : Meirelles decide candidatura em março
Enviado por alexandre em 08/12/2017 09:31:54

Meirelles decide candidatura em março

Cotado como um possível nome para o Planalto em 2018, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), voltou a dizer que a decisão sobre sua candidatura à Presidência da República só será tomada no fim do primeiro trimestre.

"A data de decisão sobre candidatura para quem ocupa cargo público é o final de março. O que vou fazer é me dedicar 100% ao trabalho como ministro da Fazenda e no fim de março, aí sim, vou avaliar essa situação e tomar uma decisão sobre um possível passo seguinte", disse Meirelles, filiado ao PSD.

Durante um encontro com empresários em Manaus, ontem, o ministro foi perguntado sobre a recuperação da economia e frisou: “O Brasil voltará a crescer no próximo ano”.

O ministro realçou em sua fala a necessidade da continuidade do que chamou de "ciclo de reformas" para que essa previsão otimista seja concretizada. Depois das mudanças na aposentadoria, em negociação no momento, ele disse que o encaminhamento da reforma tributária será o próximo passo. Ponderou, porém, que a proposta de simplificação do sistema tributário não está pronta. "Tão logo esteja pronta, vamos apresentar à Câmara"

Na noite de ontem, o ministro participou da noite de louvor em celebração ao centenário da igreja Assembleia de Deus no Amazonas. Na ocasião, Meirelles pediu para que os evangélicos orassem pela economia brasileira.

Operação Papai Noel – A presença reforçada da Polícia Militar nas ruas está garantida neste fim de ano, com a Operação Papai Noel 2017. De 8 a 25 de dezembro, os centros comerciais de 33 municípios da Região Metropolitana ao Sertão do Estado estarão com 3.812 militares em escala extra, incrementando o policiamento ostensivo. A Operação l trará reforço para os 14 municípios da RMR, 8 do Agreste, 7 do Sertão e 4 da Zona da Mata. No Recife, o 11º, 12º, 13º, 16º e 19º Batalhões, assim como a CIATUR, destacarão efetivo especificamente para essa ação.

Dinheiro desbloqueado – O juiz federal Sérgio Moro determinou, ontem, que sejam desbloqueados R$ 63.702,54. A quantia pertence ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o juiz, a defesa comprovou que o dinheiro era proveniente da aposentadoria do petista. O dinheiro tinha sido bloqueado a mando de Moro, depois que ele condenou o ex-presidente a nove anos e meio de prisão, por ter recebido um apartamento triplex em Guarujá, no litoral paulista. Segundo a sentença, o imóvel serviu como pagamento de propina da OAS a Lula.

Obras inacabadas – O TCE divulgou, ontem, um relatório sobre obras paralisadas/inacabadas em Pernambuco no ano de 2016 com base em dados fornecidos pelos seus próprios jurisdicionados (Governo do Estado e Prefeituras). O diagnóstico foi apresentado pelo auditor de controle externo, Pedro Teixeira e o chefe do Núcleo de Engenharia, Ayrton Guedes Alcoforado. De acordo com o Tribunal, existiam em Pernambuco, no final do ano passado, 1.547 obras paralisadas/inacabadas, cujos contratos totalizam R$ 6,2 bilhões, dos quais cerca de R$ 2 bilhões já foram pagos às empresas que venceram as licitações.

Confraternização – O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, foi convidado especial do ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG) para a cerimônia da 24º edição do prêmio de jornalismo da CNT (Confederação Nacional do Transporte), em Brasília. Segovia e sua mulher se sentaram para jantar em uma mesa reservada especialmente para Andrade, que renunciou ao mandato de senador em 2014. Andrade preside a CNT e é réu no processo do chamado mensalão tucano, em Minas Gerais. Sua renúncia foi interpretada na ocasião como um gesto para levar o processo do STF (Supremo Tribunal Federal) à primeira instância da Justiça. O diretor-executivo da PF, Sandro Avelar, número 2 do comando da polícia, acompanhou Segovia no evento da CNT. Após a cerimônia de entrega do prêmio, Avelar e Segovia jantaram com Andrade na mesa principal da cerimônia, próxima à pista de dança.

Luto e alívio – Em uma aula aberta na Casa do Saber, na noite de ontem, o apresentador Luciano Huck afirmou que ter desistido de considerar uma candidatura presidencial trouxe "uma mistura de luto e alívio". O apresentador também afirmou que, nesse momento, "é preciso encontrar uma candidatura viável de centro". E que os candidatos que hoje despontam nas pesquisas não estão entre as suas escolhas. Ao ser instigado a responder sobre os candidatos que estão postos na disputa, Huck falou que Geraldo Alckmin e Marina Silva são bons nomes – mas não empenhou apoio para nenhum deles. Huck também espera que apareça algum nome novo e de fora da política. "Tem que aparecer", disse.

CURTAS

MORRO – Na manhã de hoje, Geraldo Julio e Paulo Câmara participam, mais uma vez, da tradicional Festa do Morro, que este ano chega à sua 113ª edição, com o tema "Muitos Nomes, Uma Só Mãe". Os políticos acompanham a celebração das 6h, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição. Antes disso, a partir das 5h15, eles sobem o Morro da Conceição desde o Largo Dom Luiz.

TÁXI – Com o objetivo de atender ao aumento da demanda de passageiros durante as festas de fim de ano e as prévias de carnaval, os taxistas do Recife podem circular na área de Olinda e vice-versa devido à assinatura de um convênio entre as duas cidades. A permissão para os motoristas de táxis dos dois municípios é válida até as 12h do dia 14 de fevereiro de 2018, a Quarta-feira de Cinzas.

Perguntar não ofende – A operação Papai Noel passará mais segurança aos pernambucanos?

Entrou mudo....



Antonio Imbassahy, que é o responsável pela articulação política e seria um nome natural para a tarefa, ficou de fora. Ele, aliás, foi o único ministro que não discursou no jantar promovido pelo presidente, quarta (6), em defesa das mudanças na aposentaria.

Já o prefeito de SP, João Doria, vinha se preparando para, em discurso na convenção nacional do PSDB, neste sábado (9), dar a sinalização mais explícita de sua vontade de disputar o governo do Estado em 2018. Com a queda de sua avaliação na capital, pode ser obrigado a mudar de tática.

Doria reforçou a agenda na periferia na tentativa de reaver alguns pontos com o eleitor paulistano. Tem feito questão de ir a locais onde sua popularidade caiu.

O presidente do PSDB em SP, Pedro Tobias, quer chamar os pré-candidatos ao governo estadual para conversar logo após a convenção nacional. Nem Doria nem José Serra querem disputar prévias. Novatos, como Luiz Felipe d’Avila, reivindicam a consulta aos filiados. (Daniela Lima – Folha Painel)

Padilha tem o pente-fino: perdão e prêmio a traidores



Michel Temer deixou nas mãos de Eliseu Padilha (Casa Civil) e do líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o pente-fino que determinará quais os deputados que votaram contra o presidente nas denúncias receberão de volta cargos que tinham para destravar a nova Previdência.

Tucanos da bancada mineira voltaram a pressionar o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) a disputar o governo do Estado.

Apontaram a necessidade de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ter um palanque forte em Minas e disseram que ele tem força para minar a reeleição de Fernando Pimentel (PT). (Folha – Painel)

Mais Notícias : Sob cerco, Lava Jato restitui dinheirama roubada
Enviado por alexandre em 08/12/2017 09:29:13

Sob cerco, Lava Jato restitui dinheirama roubada


Josias de Souza

Noutros tempos, dinheiro roubado do Estado era como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta era algo impensável. A Lava Jato criou um novo paradigma. A verba surrupiada —ou parte dela— agora faz o caminho de volta. O Ministério Público Federal devolveu R$ 653,9 milhões para a Petrobras.

No total, já retornaram aos cofres da estatal R$ 1,47 bilhão. E a cifra pode aumentar para R$ 10,8 bilhões. Isso, evidentemente, se a aliança entre políticos desonestos e magistrados desconexos não atrapalhar a formalização de acordos de delação dos corruptos e de leniência das empresas corruptoras.

Se os últimos acontecimentos provam alguma coisa é que não se deve subestimar o complô suprapartidário que se montou contra o combate à corrupção no Brasil. Congelam-se investigações contra Temer e seus ministros, transfere-se para o Senado o poder para livrar a cara de Aécio, trama-se no Supremo facilitar a vida de condenados em segunda instância, como Lula está prestes a se tornar.

Há dois caminhos possíveis. Num, recupera-se o dinheiro roubado. Noutro, restaura-se a impunidade. E o último a sair rouba a luz.

Mais Notícias : Fechar questão e perder é desmoralizante
Enviado por alexandre em 08/12/2017 09:28:27

Fechar questão e perder é desmoralizante

Postado por Magno Martins

Helena Chagas – Blog Os Divergentes

Fechar questão numa votação é sempre uma jogada de risco. Pode ter efeito positivo e deixar à vontade deputados que estavam pressionados pelas bases a votar de uma forma – ganham a desculpa da disciplina partidária para votar do jeito que o governo e o partido querem. Quando usado na base do desespero, porém, o recurso pode ter efeito contrário, expondo dissidências e divisões, e enfraquecendo mais ainda o Planalto e os partidos aliados.É que pode acontecer agora no caso da Previdência.

Fechar questão e perder – ou não conseguir votar, que é uma espécie de derrota – é desmoralizante. E pode destroçar de vez um governo e sua base. É uma medida extrema que pode acelerar a percepção de que o rei está nu.

Há muitos e muitos anos, nos idos de 1984/85, foi o que aconteceu nos estertores do regime militar, acelerando sua deterioração, quando o então partido do governo, o PDS, fechou questão pelo voto em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral que acabou elegendo Tancredo Neves.

Naquele jogo de cartas marcadas, o PDS teria maioria numérica para derrotar Tancredo, não fossem as dissidências no próprio partido, formadas pelo grupo que acabou intitulado Frente Liberal – o pai do extinto PFL, hoje DEM -, integrado por José Sarney, Marco Maciel, Guilherme Palmeira e outros. A direção do PDS fechou questão e chegou a recorrer à Justiça argumentando que os votos dados a Tancredo, contrários à orientação partidária, não poderiam sequer ser computados. Coisas da ditadura. Mas perdeu todas no TSE, expôs a deterioração do regime e Tancredo foi eleito pela aliança entre o PMDB e os dissidentes.

Guardadas as diferenças de tempo, espaço, objeto e motivação, a consequência de um fracasso na estratégia do fechamento de questão determinada pelo Planalto para a Previdência pode ter um resultado parecido: expor a deterioração política do governo Michel Temer e mostrar que o rei está nu.

Mais Notícias : Chefe da PF curte prévia com réu do mensalão tucano
Enviado por alexandre em 08/12/2017 09:27:47

Chefe da PF curte prévia com réu do mensalão tucano

Postado por Magno Martins

Revista Forum

Réu no chamado “mensalão tucano”, o ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG) parece estar bem tranquilo com relação as acusações contra ele. O peemedebista participou, na noite desta quarta-feira (6), da cerimônia da 24º edição do prêmio de jornalismo da CNT (Confederação Nacional do Transporte), em Brasília, e convidou para a festa o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia – aquele que afirmou que mala de dinheiro não comprova crime.

Clésio e Segóvia sentaram na mesma mesa, jantaram juntos, dançaram e cantaram ao som dos sertanejos Leonardo e Eduardo Costa.

O peemedebista renunciou ao mandato de senador em 2014 diante das investigações do “mensalão tucano” com o objetivo de tirar o processo do Supremo Tribunal Federal (STF) e levá-lo à primeira instância.

Andrade, que foi vice-governador no primeiro mandato de Aécio Neves (PSDB) em Minas Gerais, é acusado pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro na denúncia que apontou desvios de R$ 3,5 milhões de estatais em Minas para financiar, em 1998, a campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo, do PSDB.

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