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Mais Notícias : Defesa de Lula e o vazamento sobre FHC
Enviado por alexandre em 19/06/2019 07:54:10

Defesa de Lula e o vazamento sobre FHC

Exploradas na  última reportagem do The Intercept sobre mensagens da Lava Jato, as doações da Odebrecht ao Instituto FHC foram usadas pela defesa do ex-presidente Lula para apontar que as transações feitas entre a empreiteira e o Instituto Lula eram similares às realizadas entre a empresa e a entidade do tucano.

contestou o tratamento dado pelos investigadores às doações da Odebrecht ao instituto do petista em maio de 2018. As transações da empreiteira com a entidade de FHC foram usadas como exemplo de que não era possível tratar contribuições a entidades, de partida, como ilegais.

Três anos antes, em 2015, os integrantes da força-tarefa da Lava Jato falaram sobre o assunto, como mostrou o Intercept. Uma ala dos procuradores sugeriu investigar as transações de FHC para evidenciar que sua atuação não tinha viés partidário.

A ideia foi abortada, segundo publicou o The Intercept, porque rapidamente os procuradores perceberam que uma investida sobre o IFHC sem suspeita de crime de corrupção poderia, na verdade, dar argumentos à defesa de Lula.(Daniela Lima – Painel FSP)



Moro, quem diria, hoje na berlinda do Senado

Coluna de Carlos Brickimann

Moro, quem diria, já esteve no Programa do Ratinho, o que ninguém iria imaginar. Hoje vai ao Senado, diante de uma plateia majoritariamente hostil, para defender a Lava Jato e o Projeto Anticrime. O projeto anticrime já ficou para o segundo semestre. No caso Lava Jato, terá o apoio dos evangélicos, mas de novo as bancadas governistas permitiram que a oposição ocupasse a maior parte das posições entre os debatedores. Apesar disso, Moro só tem de se manter sereno para sair-se bem. Se perder a calma, entrar em bate-bocas, jogará contra seu próprio time. O que neste Governo, aliás, não é novidade.

A linha de defesa

Moro deve adotar, no debate, algumas posições do tipo “meu time é que tem razão”. Tentará deixar de lado o conteúdo das mensagens, dando grande importância à maneira como foram obtidas, que classificará de inaceitável, ilegal.  Pode desmentir uma ou outra transcrição, certamente pedirá que seja publicada a íntegra da interceptação, talvez diga que, mesmo verdadeiras, as mensagens não indicam nenhuma violação da lei. Moro tem uma situação privilegiada: com ou sem transcrições, mantém alto nível de popularidade.


PT no pé do depoimento de Moro: primeiro eu

O PT pretende madrugar na fila da Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta (19) para a oitiva de Sergio Moro (Justiça). Vai tentar repetir a estratégia adotada com Paulo Guedes (Economia), na Câmara, de monopolizar as intervenções no início da sessão.

A despeito da lista tríplice formada por procuradorespara a sucessão de Raquel Dodge na PGR, um nome ganhou atenção no mundo político. Integrante do Conselho Nacional do Ministério Público e ex-procurador-geral da Justiça Militar, Marcelo Weitzel tem sido citado em Brasília como o favorito da família de Bolsonaro.  (Folha Painel)

Mais Notícias : Bolsonaro vai à Marcha Para Jesus. Moro convidado
Enviado por alexandre em 18/06/2019 08:38:13

Bolsonaro vai à Marcha Para Jesus. Moro convidado

Moro foi convidado pelo deputado Marco Feliciano (Pode-SP) para participar da Marcha Para Jesus, na quinta (20), em SP. É o maior evento evangélico do Brasil –em 2018, a marcha reuniu 1,5 milhão de pessoas. Bolsonaro já confirmou participação na marcha, segundo os organizadores.

E a bancada evangélica defende que Bolsonaro nomeie alguém do grupo para comandar a Secretaria-Geral da Presidência –caso, como esperado, o general Floriano Peixoto deixe o cargo.

Feliciano seria o nome natural —é da bancada, está próximo de Bolsonaro, é amigo de Olavo de Carvalho, guru do presidente, não faz sombra para Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e se dá bem com Fabio Wajngarten, da Secom (Secretaria de Comunicação).

Um outro nome que passou a circular para assumir a articulação política é o de Rogério Marinho, secretário especial da reforma da Previdência e braço direito do ministro Paulo Guedes, da Economia. Depois da reforma, ele passaria a trabalhar no palácio, como articulador de outros temas.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)



Moro terá ambiente hostil em audiência no Senado

Dos 54 deputados que integram a CCJ, 23 devem bater duro no ex-juíz

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

O ministro Sergio Moro, da Justiça, deve enfrentar ambiente hostil na audiência da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, na quarta-feira (19). Dos 54 parlamentares que a integram, 23 devem bater duro no ex-juiz. E 8 estariam dispostos a defendê-lo de forma enfática.

escândalo das mensagens apenas aprofundou, segundo senadores, uma resistência a Moro que já estava consolidada no Senado.

 “Se Jair Bolsonaro indicar o nome de Moro para ser ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), assistiremos a algo inédito: a rejeição, no Senado, de um candidato do presidente à corte”, diz o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que sempre foi um apoiador da Lava Jato.

SOU FÃ

Depois de gravar entrevista com o apresentador Ratinho, do SBT, Moro almoçou com Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos, na segunda (17). Ela é fã do ministro. 



Folha corrida: esqueceram de onde Montezano veio

A versão da equipe econômica para a escolha de Gustavo Montezano para o BNDES é a de que, “pela primeira vez”, o BNDES terá um banqueiro no comando. “Guido Mantega, Carlos Lessa, Luciano Coutinho, nenhum deles era banqueiro”, disse um auxiliar de Paulo Guedes, mencionando nomes da era PT.

Ele esqueceu, porém, que Maria Silvia Bastos Marques, que comandou o Goldman Sachs, Persio Arida, que foi sócio do BTG, e Francisco Gros, que começou em Wall Street, também passaram pela cúpula do banco estatal.

Padrinho mágico -  Vindo da área bancária, Gustavo Montezano era um executivo discreto. A principal referência mencionada por colegas do setor foi o trabalho ao lado de Salim Mattar, na Secretaria de Desestatização. Para a equipe de Guedes, Montezano pode fazer uma dobradinha com o ex-chefe e fazer andar a agenda de privatizações. 

Publicitários acreditam que a saída do general Santos Cruz da Secretaria de Governo abrirá as torneiras do governo Bolsonaro à mídia tradicional. O agora ex-ministro travou muitas batalhas para conter gastos com comunicação, desagradando inclusive a equipe econômica, que queria bombar propagandas pela reforma da Previdência.(Daniela Lima – Folha)

Mais Notícias : Bancada evangélica com Moro de forma incondicional
Enviado por alexandre em 17/06/2019 08:09:21

Bancada evangélica com Moro de forma incondicional

"Ele está blindado por nós", diz o deputado Pastor Marco Feliciano”

Mônica  Bergamo – Folha de S.Paulo

bancada evangélica da Câmara dos Deputados, a mais próxima de Jair Bolsonaro, decidiu apoiar o ministro Sergio Moro, da Justiça, de forma incondicional.

 “Ele está blindado por nós”, diz o deputado Pastor Marco Feliciano (Pode-SP).

FICA TRANQUILO  - Na quarta (12), cerca de trinta parlamentares evangélicos se encontraram com Moro. “Fizemos uma oração e abençoamos a vida dele. Pedimos que Deus dê tranquilidade ao ministro”, diz o parlamentar.

Feliciano viajou com Bolsonaro e Moro para Belém na quinta (13), onde participaram da celebração dos 108 anos da Assembleia de Deus no Brasil. “Ele foi ovacionado.”




Os advogados de Lula e as mensagens com Moro

Os advogados de Lula estão seguros de que não vão aparecer trocando mensagens com Moro no escândalo revelado pelo site The Intercept Brasil. Eles não tinham sequer o número do telefone celular do ex-juiz.

O uso de aplicativos como o Telegram, adotado pelo procurador Deltan Dallagnol para conversar com Sergio Moro e colegas do MPF (Ministério Público Federal), já serviu mais de uma vez para reforçar condenações no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), onde tramitam, em segunda instância, os processos da Lava Jato.

Em uma das decisões, o desembargador Thompson Flores integrou à sua sentença o argumento de que o réu mantinha “intensa comunicação por meio de aplicativos velados, a exemplo do Telegram”. 

Em outra sentença, o desembargador Leandro Pausen afirmou que o réu, processado por tráfico de drogas, se comunicava principalmente por diversos meios eletrônicos —entre eles, o Telegram— “a fim de dificultar o rastreamento”.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)




Longe do teto do INSS

A reforma da Previdência acaba com o regime de aposentadoria especial para senadores e deputados federais a partir da próxima legislatura. Por isso, 180 deputados dos 513 já se anteciparam e requereram esse direito. Hoje, com apenas dois mandatos, suas excelências têm o direito à aposentadoria proporcional.

Pelo Plano de Seguridade Social dos Congressistas, eles contribuem mensalmente com R$ 3.713,93, valor correspondente a 11% do salário, que é de R$ 33.763,00. Aprovada a reforma, os políticos da próxima legislatura passarão a seguir as mesmas regras do setor privado, cujo teto de aposentadoria do INSS é de R$ 5.839, 45.

Com apenas seis anos de mandato, senadores e deputados já conseguem uma aposentadoria com valores superiores ao teto do INSS, porque a cada ano o parlamentar tem direito a 1/35 (um trinta e cinco avos) do salário total. Se ele contribuir por 35 anos, se aposenta com R$ 33.763,00.

Quem requereu – Dos 180 deputados que se preocuparam em antecipar o pedido do regime especial de aposentadoria, 13 são de Pernambuco: André de Paula, André Ferreira, Augusto Coutinho, Carlos Veras, Daniel Coelho, Eduardo da Fonte, Fernando Filho, Fernando Rodolfo, Gonzaga Patriota, Marília Arraes, Raul Henry, Túlio Gadelha e Wolney Queiroz. Mais da metade da bancada.

Mais Notícias : Moro quer Lava Jato respondendo defesa de Lula
Enviado por alexandre em 15/06/2019 09:21:30


Novos divulgados por site Intercept

Novo trecho de mensagens vazadas que foram trocadas entre o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato mostra que o então juiz teria incentivado a emissão de uma nota oficial para comentar o então depoimento do ex-presidente Lula sobre o tríplex do Guarujá, caso que posteriormente levaria o petista à prisão. Nas mensagens divulgadas na noite desta sexta-feira, 14, pelo site The Intercept Brasil, Moro sugere ao procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima uma nota rebatendo o que classificou como “showzinho” da defesa do petista.

“Talvez vocês devessem amanhã editar uma nota esclarecendo as contradições do depoimento com o resto das provas ou com o depoimento anterior dele. Porque a defesa já fez o ‘showzinho’ dela”, diz supostamente Moro em mensagem enviada no dia 10 de maio de 2017. A ideia acabou compartilhada por Santos Lima em outros grupos da Lava Jato e teve a eficácia de medida contestada pelos assessores do MPF. Nas mensagens, Deltan Dallagnol classificou que era importante apontar as contradições de Lula no depoimento. No final, Moro acabou atendido e a Lava Jato emitiu uma nota sobre o depoimento do ex-presidente.  (Estadão   BR 18)



Bolsonaro sobre gays contraria mercado de trabalho

Painel S.A - Folha de S.Paulo

Presidente diz que criminalização da homofobia dificulta contratação de homossexuais

A declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta (14) de que a criminalização da homofobia pelo STF (Supremo Tribunal Federal) vai dificultar a contratação de gays não tem respaldo nas estatísticas sobre desempenho empresarial.

Um estudo da consultoria McKinsey, considerado a bíblia da diversidade nas empresas, aponta que as companhias com alta variedade de gêneros, etnias e orientação sexual em suas equipes são 33% mais propensas a ter maior rentabilidade.

Mais Notícias : Bolsonaro chama “meu pitbull” novo general do governo
Enviado por alexandre em 14/06/2019 08:50:45

Bolsonaro chama “meu pitbull” novo general do governo

Luiz Eduardo Ramos, chefe do Comando Militar do Sudeste, é crítico de Olavo de Carvalho

O general que vai substituir Santos Cruz no Palácio do Planalto é chamado de “meupitbull ” por Jair Bolsonaro . A expressão remete à amizade e lealdade do militar ao presidente, e não a um comportamento radical por parte do novo ministro. Pelo contrário: o general quatro estrelas Luiz Eduardo Ramos, que chefia o Comando Militar do Sudeste e agora assumirá o cargo de ministro da Secretaria de Governo, tem posições moderadas em relação a assuntos como a ditadura militar e, a exemplo de Santos Cruz, demitido nesta quinta-feira, é crítico de Olavo de Carvalho, o ideólogo de direita.

O novo ministro é um militar que detém grande poder no Exército: é da ativa, chefia o Comando Militar do Sudeste e integra o alto comando da Força. Ramos desfruta de amizade com Bolsonaro, o que sempre fez questão de repetir e demonstrar a seus interlocutores. A relação próxima, inclusive, desperta ciúmes entre colegas, uma vez que ele tem convívio com o presidente, comandante supremo das Forças Armadas.

Ele costuma contar que fez com o presidente o passeio de moto no Guarujá, litoral paulista, durante o feriado de Páscoa, em abril. Um dos vídeos que circularam na época teria sido feito por um major do Exército que estava sentado na parte de trás da moto pilotada pelo general.

Ramos e Bolsonaro se conhecem há 46 anos. Eles foram da mesma turma na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas (SP), a partir de 1973. Sentavam lado a lado. Já na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), Bolsonaro foi da turma de 1977 e Ramos, do grupo de 1979.

O novo ministro da Secretaria de Governo tem opinião semelhante à de Santos Cruz sobre Olavo de Carvalho: enxerga radicalismos e entende que não se deve confrontar um ideólogo que nem mora no Brasil. A visão de Ramos é que a maior ligação com Olavo se dá por parte dos filhos, não do presidente.

Leia reportagem na íntegra clicando ao ladoGeneral escolhido para substituir Santos Cruz é chamado de 'meu ...


Filho de Bolsonaro: senha para queda de Santos Cruz

A senha de que ela estava próxima foi dada por Carlos Bolsonaro no Twitter

Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

queda do general Carlos Alberto dos Santos Cruz da Secretaria de Governo já era esperada há mais de um mês pelas principais lideranças do Congresso e por integrantes do governo.

A senha de que ela estava próxima foi dada por Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, em uma mensagem no seu perfil do Twitter.

No último domingo (9) Carlos escreveu: “Aonde (sic) estão os ‘super generais’ para defender o presidente de mais um ataque”, referindo-se à resistência para a aprovação do projeto que abria crédito extra de R$ 248 bilhões para o governo.

Carlos foi além e disse que, para “fazer cartinha atacando quem sempre nos ajudou”, os generais eram “rápidos”.

Em uma das crises envolvendo Santos Cruz, em maio, o general Alberto Villas Boas, ex-comandante do Exército e assessor do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), postou uma carta no Twitter atacando Olavo de Carvalho (guru de Jair e Carlos Bolsonaro), que por sua vez atacava Santos Cruz.

A aposta é de que o próximo a ser demitido é o general Floriano Peixoto, ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Ele é muito ligado a Santos Cruz.

O cargo ocupado por Santos Cruz já era um dos mais esvaziados do governo. Ele cuidava da articulação política. “Como ela não existe, isso e nada é a mesma coisa”, diz uma das principais lideranças do Congresso.




Filhos degolam quem querem

Um Governo no qual os filhos metem a colher e reinam não pode ser levado a sério. A queda do general Santos Cruz, da Secretaria de Governo, ontem, dá sequência ao filme da degola que não tem bandidos, só artistas: os próprios filhos de Bolsonaro. Quem não rezar pela cartilha deles, mancomunados pelo ideólogo neoamericano Olavo de Carvalho, dança feio.

Foi assim primeiro com Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, e em seguida Ricardo Veléz, este indicado pelo próprio Olavo. Nas palavras de um colega de governo, Santos Cruz “sempre falou o que pensava ao presidente Jair Bolsonaro, mas nunca foi desleal”.

Há uma disputa também entre os militares e os evangélicos, até agora vencida pela bancada cristã, embora os que vestem farda sejam considerados os mais preparados do Governo. A escolha do substituto de Santos, general Luiz Eduardo, parece ter sido no sentido de evitar atrito com a ala militar do Governo.

De volta – Derrotado duas vezes na corrida pelo Governo do Estado, o ex-senador Armando Monteiro Neto já começou a fazer articulações com vistas a fortalecer o PTB nas eleições do próximo ano. Sua meta é estimular a candidatura a prefeito de pelo menos 60 trabalhistas nas diversas regiões. O PTB ocupa, hoje, 19 prefeituras, entre as quais a de São Lourenço, no Grande Recife.

Algoz – O deputado Daniel Coelho, líder do Cidadania na Câmara, é o algoz dos governadores na reforma da Previdência. É dele a autoria da emenda na Comissão Especial que exclui Estados e Municípios do parecer lido ontem e que será votado na própria instância e depois remetido ao plenário da Câmara dos Deputados. Com um detalhe: ele comemora como uma vitória.

Nem um pio – Relatora das contas do ex-presidente Temer no Tribunal de Contas da União, a ministra Ana Arraes desembarcou, ontem, no Estado, para passar o fim de semana, mas evitou dar declarações sobre o seu trabalho. Seu relatório apresentou oito ressalvas, 26 recomendações e cinco alertas, além de apontar dez distorções nas contas de 2018.

Longa espera – O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse a deputados do Nordeste, em almoço na casa do líder do SD na Câmara, Augusto Coutinho, que Bolsonaro só vai nomear os dirigentes dos cargos regionais, como Chesf e BN, depois de aprovada a reforma da Previdência.




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