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Mais Notícias : Brasil passa Índia proporcionalmente em doses da vacina da Covid-19 aplicadas
Enviado por alexandre em 24/01/2021 19:10:57

O Brasil ultrapassou a Índia em doses da vacina contra Covid-19 aplicadas, proporcionalmente, de acordo com o site Our World in Data

Segundo o levantamento, o país já vacinou 0,25 pessoa a cada 100 habitantes (1 a cada 400), enquanto a Índia administrou 0,11 (quase 1 a cada 900). 

A Índia começou a campanha de vacinação no último sábado (16) e o Brasil, no domingo (17). 

O site leva em conta um boletim que considera que 604.374 pessoas já receberam o imunizante no Brasil. No entanto, dados compilados pela CNN junto a prefeituras e governos estaduais que divulgam o balanço preliminar mostram que mais de 700 mil pessoas já foram vacinadas no país

Isso equivaleria a 0,33 pessoa a cada 100 habitantes.

É importante enfatizar, porém, que isso não significa, necessariamente, que essas pessoas já estão imunizadas, uma vez que é preciso duas doses para obter a eficácia total. 

Outra observação é que, com uma população de quase 1,4 bilhão, a Índia tem mais de seis vezes o número de habitantes do Brasil. Para vacinar 10% da população, o país asiático precisa aplicar o imunizante em um número de pessoas que é quase equivalente à população dos estados das regiões nordeste e sudeste do Brasil.

Só o grupo prioritário da Índia, composto por profissionais de saúde, idosos, pessoas com comorbidades graves, policiais e soldados, soma 300 milhões de pessoas— mais que toda a população brasileira.

De acordo com o ministério da Saúde indiano, 1.582.201 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra Covid-19. 

Aplicação da vacina contra Covid-19, Coronavac, em São Paulo
Aplicação da vacina contra Covid-19, Coronavac, em São Paulo
Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo (17.jan.2021)

Mais Notícias : Enfermeiros denunciam suborno para aplicar vacinas em 'fura-filas' no Rio
Enviado por alexandre em 22/01/2021 08:56:46

Os relatos foram realizados por representantes do conselho em 46 dos 92 municípios fluminenses, incluindo a capital. Nesta sexta-feira (22), a presidente do Coren, Lilian Behring, se reúne com o secretário estadual de saúde, Carlos Alberto Chaves, para apresentar formalmente as denúncias.

Em entrevista à produção da CNN, a presidente do Conselho relatou que autoridades públicas, incluindo políticos, e integrantes das equipes médicas de algumas unidades de saúde estão furando a fila da vacinação para serem imunizados. Eles estariam usando do cargo para coagir os profissionais da atenção básica, principalmente dos auxiliares e técnicos de enfermagem, que são os responsáveis pela aplicação das doses. Alguns auxiliares relatam ter recebido propostas para vender as próprias doses e aplicar em pessoas que não estão no grupo prioritário da vacinação.

Enfermeiros e técnicos que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 dos hospitais municipais Miguel Couto, na zona Sul e Ronaldo Gazolla, na zona Norte, também relatam que estão sendo preteridos a receber a primeira dose da vacina no lugar de outros profissionais, contrariando a determinação do Plano Nacional de Imunização.

Frasco da vacina contra Covid-19 Coronavac
Frasco da vacina contra Covid-19 da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan
Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo (17.jan.2021) 

Secretário promete investigar

Nessa quinta-feira, a presidente do Coren se reuniu com o secretário municipal de saúde, Daniel Soranz para pedir que sejam tomadas providências. De acordo com Lilian Behring, o secretário garantiu que vai apurar todas as denúncias e punir quem praticou desvio de conduta. Se ficar constatado que o profissional ou autoridade pública furou a fila, ele não receberá a segunda dose do imunizante. O que poderia comprometer a eficácia da vacina.

O conselho também orienta os profissionais de enfermagem a acionar a força policial caso seja necessário. A presidente do Coren ressalta que há como identificar aqueles que tomaram a vacina sem autorização, através das listagens dos grupos prioritários de cada unidade de saúde.  A enfermagem compõe 63,8% dos trabalhadores do setor da saúde no estado do Rio, cerca de 263 mil profissionais.

Segundo o planejamento da Secretaria municipal de saúde, a fase atual de vacinação contemplará 34% dos profissionais de saúde.

A prefeitura afirmou que, dentro desse recorte, serão vacinados todos os profissionais que estão na linha de frente de combate contra o Covid-19, os trabalhadores de grupos de risco, que agora poderão retomar ao trabalho, e aqueles que estão atuando na campanha de vacinação, o que significa quase a totalidade das equipes de Atenção Primária. Isso corresponde a 159.523 profissionais da saúde.

Mais Notícias : Anticorpos podem ficar mais fortes 6 meses após a Covid-19
Enviado por alexandre em 21/01/2021 08:52:58

Cientistas monitoraram a evolução dos anticorpos em pacientes durante seis meses Foto: Reprodução

Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira pela Revista Nature aponta que, após 6 meses da infecção por Covid-19, os anticorpos contra o vírus tendem a tornar-se mais resistentes. O estudo foi elaborado pela Universidade Rockefeller, de Nova York (EUA).

No total, foram selecionados 87 voluntários, de 18 a 76 anos, já infectados pelo vírus. Cada um deles foi monitorado pelos cientistas ao longo de 6 meses.

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Os resultados revelaram que, apesar dos níveis de anticorpos diminuírem com o tempo, as células B ficam ainda mais potentes. Elas têm a função de reconhecer o vírus no organismo e de acionar a resposta imune do indivíduo.

– As respostas de memória são responsáveis pela proteção contra reinfecção e são essenciais para uma vacinação eficaz. A observação de que as respostas das células B de memória não decaem após cerca de 6 meses, antes continuam a evoluir, é fortemente sugestivo de que os indivíduos que são infectados pelo SARS-COV-2 podem apresentar uma resposta rápida e eficaz ao vírus após a reexposição – afirma a pesquisa.


Vacina da Pfizer pode evitar transmissão da Covid-19, diz estudo israelense


Da CNN

Vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech
Estudo analisou a vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech
Foto: Charles Platiau/Reuters (30.dez.2020)


Resultados iniciais de um estudo sorológico do Sheba Medical Center, localizado em Israel, mostram que, uma semana após receber a segunda dose da vacina Pfizer-BioNTech contra a Covid-19, os níveis de anticorpos dos indivíduos não só aumentaram de 6 a 20 vezes, mas também foram maiores do que os pacientes que já se recuperaram da doença. 

“Isso significa que a vacina funciona maravilhosamente”, disse o professor Gili Regev-Yohai, diretor da Unidade de Prevenção e Controle de Infecções do Centro Médico Sheba e chefe do estudo.

“Os resultados do estudo são consistentes com a pesquisa da Pfizer, e até superou as expectativas ... Certamente há motivos para otimismo”, complementou.

De acordo com Regev-Yohai, as descobertas sugerem que os indivíduos que receberem ambas as doses da vacina não só ficarão protegidos da infecção por Covid-19, mas também evitarão se tornar portadores do vírus e, assim, podem ajudar a prevenir a propagação da doença.

O estudo conduzido em Sheba consistiu em 102 indivíduos que receberam duas doses da vacina Pfizer-BioNTech contra a Covid-19, das quais 100 apresentaram um aumento significativo nos níveis de anticorpos do patógeno no sangue. Dos dois indivíduos restantes, um era conhecido por ser imunocomprometido.

Israel lidera o mundo em inoculações per capita, tendo ultrapassado a marca de 2 milhões no fim de semana, incluindo mais de 400 mil que já receberam a segunda dose.

Mais Notícias : Brasil precisaria ter 30 milhões de doses para concluir 1º fase de vacinação
Enviado por alexandre em 20/01/2021 08:22:26

O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Júlio Croda afirmou, em entrevista à CNN, que, para que se conclua a primeira fase da vacinação contra a Covid-19, no Brasil, serão necessários 30 milhões de doses de imunizantes.

“Para essa primeira fase, a gente teria que vacinar, além da população indígena, pessoas que vivem em asilos e casas de apoio, profissionais de saúde e pessoas acima de 75 anos. Nós só vamos vacinar, com esses seis milhões de doses, 34% dos trabalhadores de saúde que estão na linha de frente”, diz. 

“E nesse momento de crise, se a gente não inicia [a vacinação no] grupo de risco, idosos e em pessoas com comorbidade, não vamos ter controle sobre a pressão nos serviços de saúde.”

“Para a primeira fase, que dura um mês, nós teríamos que ter 30 milhões de doses. Temos perto de 30% de previsão dessas doses, juntando os 4,8 milhões de doses que o Butantan está guardando”, completa.

A grande preocupação de Croda é que o Brasil tenha que interromper o cronograma de imunização, em algum momento, por falta de vacina.

“Isso gera um prejuízo muito grande, em termos de vida, pressão sob o sistema de saúde e comunicação também.”

Mais cedo, o coordenador do Centro de Contingência da Covid-19 no estado de São Paulo, João Gabbardo, manifestou o mesmo receio do pesquisador da Fiocruz.

Gabbardo afirmou que, em algum momento, a vacinação contra o novo coronavírus terá de ser reduzida, e até mesmo paralisada, por falta de doses no país.

"O processo de vacinação não vai ser contínuo. O Brasil tem condições de vacinar dois, três milhões de pessoas por dia. Nós temos aí 6 milhões de doses, isso seria suficiente para vacinar em três dias de uma forma plena, com todas as unidades de saúde funcionando. É muito pouco”, disse.

“A população vai ter que estar preparada para isso. Os gestores, secretários de Saúde e governadores vão ter que estar preparados para isso. Nós vamos começar e, em alguns momentos, a vacinação vai ter que ser paralisada ou reduzida aguardando a chegada de novas doses. É certo que vai acontecer isso", afirmou Gabbardo.

(Publicado por Sinara Peixoto)

 

Mais Notícias : Por erro médico, idosa recebe 5 doses de vacina contra a Covid
Enviado por alexandre em 19/01/2021 09:40:50

Paciente está bem e não apresentou efeitos colaterais

Caso aconteceu em Jerusalém Foto: GERJ/Clarice Castro

Um erro médico fez com que uma idosa de 67 anos recebesse cinco doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. O caso aconteceu em Jerusalém, na última quinta-feira (14). Apesar da superdosagem, a mulher passa bem e não apresentou efeitos colaterais. Ela segue em observação no Centro Médico Shaare Zedek.

Segundo informações do jornal The Jerusalem Post, a paciente recebeu 150 microgramas da vacina, sendo que cada dose corresponde a 30 microgramas. O erro aconteceu porque os frascos do imunizante da Pfizer são maiores por uma questão de logística. Por desatenção, a enfermeira encheu a embalagem inteira, em vez de depositar apenas parte do líquido.

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Esse não é o primeiro incidente do tipo no Oriente Médio. Em dezembro, um profissional médico recebeu cinco ou seis doses ainda no início da campanha de vacinação. Ele ficou sob monitoramento, mas também não apresentou nenhuma reação.

De acordo com Cyrille Cohen, chefe do laboratório de imunoterapia da Universidade Bar-Ilan, a Pfizer testou três a quatro doses a mais em pacientes durante os testes clínicos, a fim de atestar a segurança, e a quantidade foi tolerada pela maioria dos pacientes.

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