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Mais Notícias : Formação superior em Optometria é lançada no Rio
Enviado por alexandre em 18/02/2018 21:19:42


Rio - Nem todo mundo sabe, mas muitos problemas de visão poderiam ser resolvidos em uma consulta com um optometrista. Ele é o profissional que trata dos cuidados primários da saúde ocular, detectando e resolvendo de forma imediata dificuldades mais simples de percepção visual, como miopia, hipermetropia e astigmatismo. O salário médio de um profissional de Optometria está em torno de R$ 5 mil. A formação superior é inédita no Rio, e foi implantada pela Universidade Braz Cubas, que mantém um polo educacional no Centro. A primeira turma prepara-se para iniciar o segundo semestre.

A coordenadora da instituição, Elizabeth Chaves, explica que o modelo do curso inclui aulas presenciais e a distância. "A Optometria é o primeiro curso superior na área de saúde no país a ter modalidade híbrida. A proposta é termos um sistema com disciplinas práticas presenciais, cursadas no polo Rio, e também conteúdos e disciplinas teóricas em ambiente online", diz.

De acordo com o IBGE, aproximadamente 19% da população brasileira tem algum problema de visão. Por meio de exames de função visual e prescrição do uso de lentes e óculos, o optometrista é capaz de resolver os casos mais simples, encaminhando pacientes com doenças mais complexas para o médico oftalmologista.

A graduação tem duração de sete semestres, que equivalem a três anos e meio. A grade curricular é focada na área de óptica, com disciplinas que incluem Anatomia e Fisiologia Ocular, Bioquímica da Visão, Ortóptica e Prótese Ocular, além de 480 horas de estágio supervisionado. "Os estudantes vão adquirir competências e habilidades fundamentais para trabalhar com a saúde ocular por meio de técnicas e recursos específicos", explica Elizabeth.

Segundo a coordenadora, o aluno sai preparado para trabalhar em óticas como responsável técnico, no Sistema Único de Saúde (SUS), na prestação de consultorias, pesquisas, pareceres legislativos ou como profissional liberal. De acordo com a Universidade Braz Cubas, a possibilidade é grande de os recém-formados encontrarem colocação imediata no mercado, principalmente em clínicas especializadas e em óticas. Além disso, o setor tem tido novas áreas de atuação, como as optometrias desportiva, pediátrica, geriátrica e ocupacional. "O mercado nessa área ainda é pouco explorado e com muitas oportunidades", explica a coordenadora.

Para Elizabeth, o campo de trabalho é grande no Sudeste, pois a região concentra 48% das óticas do Brasil. No Rio, há previsão para novas lojas. A ótica Gassi, por exemplo, pretende abrir cinco filiais na cidade este ano.

Apesar de ser pouco conhecida no Brasil, a profissão representa a primeira barreira contra a cegueira, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Porém, se o paciente tiver algum distúrbio ou doença, deverá ser encaminhado para o médico oftalmologista. Ele é quem deve tratar e indicar medicamentos", explica o estudante Luciano Medeiros, de 30 anos, que começou o curso na polo carioca da Braz Cubas, que fica na Rua Araújo Porto Alegre.

o dia

Mais Notícias : Fala de Segovia aprofunda clima de tensão interna na PF
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:26:38

Fala de Segovia aprofunda clima de tensão interna na PF

Postado por Magno Martins

Entrevista levou diretor a perder apoio em meio a discussão de reforma do órgão

Rubens Valente - Folha de S.Paulo

A crise que atinge o comando da Polícia Federal ocorre no momento em que o diretor-geral, Fernando Segovia, luta para resgatar o apoio que recebeu de delegados da PF na época da posse, em novembro. Com as declarações dadas à Reuters na sexta (9), Segovia viu a adesão ao seu nome rapidamente diminuir entre os colegas. Delegados que até poucos dias atrás defendiam Segovia agora pedem sua saída. Na entrevista, ele criticou o inquérito sobre o presidente Michel Temer na área dos portos e, na avaliação dos colegas, não teria defendido, com a ênfase que esperavam, a autonomia do delegado responsável pelo caso.

As declarações coincidem com um momento delicado na PF, que é uma discussão interna determinada por Segovia para uma reestruturação administrativa do órgão. A proposta preliminar distribuída às entidades representativas de delegados, peritos, agentes, papiloscopistas e escrivães, prevê subordinação dos outros cargos ao delegado e criação de um novo cargo na PF, de nível médio, para guarda de fronteiras e tarefas administrativas.

Esses dois pontos provocaram uma reação negativa das outras categorias. Agentes consideram que o cargo de nível médio vai, a médio prazo, ser usado pelos delegados para esvaziar a categoria, bastando que não se abra mais concursos públicos para agentes. Nesta semana, os problemas gerados pelas declarações ganharam contornos de crise de autoridade e de disciplina interna.

Em um episódio inédito na história recente da PF, revelado pelo Painel, um grupo de delegados da unidade destinada a casos de foro privilegiado no STF dirigiu ofício ao diretor-geral ameaçando recorrer a pedidos de "medidas cautelares", que incluem pedidos de prisão, se forem "concretizadas ações" que configurem crimes, como "prevaricação, advocacia administrativa, coação no curso do processo e obstrução de investigação de organização criminosa".

O nosso: deputados abastecem com colega Abel Galinha



Metade da bancada de Roraima gastou R$ 70 mil em rede depostos de Abel Mesquita (DEM), o Abel Galinha.

Thais Bilenky – Folha de S.Paulo

Quatro dos oito deputados federais de Roraima abastecem no posto de gasolina Abel Galinha, do colega da bancada na Câmara Abel Mesquita Jr. (DEM). No último mandato, até dezembro de 2017, os quatro gastaram R$ 70 mil da cota parlamentar na empresa do conterrâneo, sendo que Shéridan Oliveira (PSDB) respondeu por R$ 50 mil do total.

Hiran Gonçalves (PP) gastou R$ 13 mil, Maria Helena (PSB), R$ 1.500 e Edio Lopes (PR), R$ 4.000. Os valores foram corrigidos pela inflação. As normas da Câmara proíbem que um deputado use recursos da Casa em empresas próprias ou de familiares, mas não há menção a situações como a de Roraima.

O preço cobrado pelo litro de gasolina no posto Abel Galinha é mais caro que o praticado na cidade de Boa Vista. Segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo), a média municipal no final de janeiro era de R$ 4,086 e o estabelecimento do deputado cobra R$ 4,10. Mas, quando a Folha esteve um dos postos da rede, na avenida Ville Roy, no dia 17 de janeiro, havia uma placa anunciando "promoção de gasolina comum" a R$ 4,20. Órgãos do governo federal em Roraima também usam o posto do deputado.

Segundo a base de dados Datascópio (dados.org), o montante repassado pelo governo federal ao posto do deputado soma R$ 7,6 milhões desde 2015, quando assumiu a cadeira na Câmara.

A rede Abel Galinha foi importante financiadora de campanhas do deputado em 2014. Repassou R$ 140 mil de um total de R$ 237 mil.

Mesquita não abastece em seu próprio posto, mas, quando era vereador, gastou R$ 80 mil da Câmara na rede, segundo o "Fantástico" (TV Globo). "E eu ia comprar de quem?", reagiu na ocasião.

Titular até dezembro da comissão especial de regulamentação de postos de combustível, o deputado não tem proposição legislativa aprovada. Seus dois projetos versam sobre o setor elétrico. Ele gastou, em 2017, R$ 42 mil em postos de combustível --média mensal de R$ 3.500.

Huck fora, Alckmin quer seu lugar no namoro com o PPS



Aliados do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) não conseguiram esconder o alívio que sucedeu a notícia de que Luciano Huck havia desistido da candidatura à Presidência. A informação é de Daniela Lima, na coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta sexta-feira

A simples presença do apresentador nas análises sobre o cenário, disseram aliados de Alckmin, prejudicava o tucano.

Com Huck fora do páreo, Alckmin quer acelerar as tratativas com o PPS, partido que flertava com o apresentador.

Deseja anunciar logo aliança com a sigla.

Por sua vez, em uma conversa recente, Silvio Santos disse que queria testar sua popularidade nas pesquisas eleitorais. “Com absoluta certeza”, brincou, apareceria “bem à frente” do apresentador da Globo.

Mais Notícias : Governo decide intervir na Segurança Pública do Rio
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:24:06

Governo decide intervir na Segurança Pública do Rio

Postado por Magno Martins

Com a decisão, as Forças Armadas assumirão as atividades de segurança do Estado

O presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro. Com isso, as Forças Armadas assumirão as atividades de segurança do Estado. A ideia do governo é que a ação dure até dezembro deste ano, mas os últimos detalhes do texto do decreto serão definidos nesta sexta (16). O interventor em nome do Exército, segundo a Folha apurou, será o general Braga Neto.É necessária a aprovação do decreto pelo Congresso Nacional em um prazo de dez dias, conforme diz a Constituição Federal.

O decreto foi preparado durante reunião na noite de quinta (15) do presidente com os ministros da Defesa, Raul Jungmann, do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, da Fazenda, Henrique Meirelles, do Planejamento, Dyogo Oliveira, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco. O encontro contou ainda com a participação do governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

De acordo com presentes à reunião com Temer, seria a primeira intervenção do tipo desde a aprovação da Constituição de 1988. Na mesma reunião, o presidente discutiu com os presentes a criação de um Ministério da Segurança Pública. A nova pasta poderá ser anunciada nesta sexta.

O assunto já vinha sendo tratado pelo governo nos últimos meses, mas ganhou força com a onda de violência vivida pelo Rio durante o carnaval.

Para tentar reduzir críticas sobre a criação de um novo Ministério, a ideia é que isso seja feito em caráter extraordinário, ou seja, com prazo de validade e seja extinta quando arrefecer a crise na segurança pública. O mesmo modelo foi adotado pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso.

Na reunião, a equipe econômica apresentou dados sobre o impacto da nova estrutura para a máquina pública. Um novo encontro deve ocorrer nesta sexta para fechar o formato da pasta.

COTADO

O nome mais cotado para assumi-la é o do ex-secretário estadual do Rio de Janeiro José Beltrame. Segundo a Folha apurou, Temer escalou auxiliares presidenciais para convidá-lo.

A indicação dele conta com o apoio dos ministros palacianos e das bancadas carioca e gaúcha do MDB na Câmara.

Além de ser considerado um nome técnico e de prestígio na área, Beltrame é delegado aposentado da Polícia Federal.

A aposta é de que a nomeação dele reduza a resistência na corporação com a eventual saída da Polícia Federal da Justiça. Nos bastidores, delegados tem criticado a mudança e afirmado que ela pode interferir nas investigações em andamento.

Pelo esboço feito pelo Palácio do Planalto, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional iriam para o controle da nova pasta, o que esvaziaria a Justiça.

Temer também chegou a avaliar o nome de Jungmann, mas tem esbarrado na dificuldade em encontrar um substituto para o comando da Defesa.

O receio dele é de que uma troca possa causar revolta e desconforto com as Forças Armadas, que já manifestaram contrariedade em reunião com o presidente na quarta-feira (14).

A criação da nova pasta faz parte de estratégia do presidente de criar uma marca para seu governo na área de segurança pública. Segundo pesquisa interna do MDB, o tema é um dos que mais preocupa os brasileiros para o processo eleitoral deste ano.

A ideia do presidente, que cogita disputar a reeleição neste ano caso melhore seus índices de aprovação, é de se antecipar ao pré-candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que já disse que criará a pasta caso seja eleito presidente.(Foha de S.Paulo - Talita Fernandes , Gustavo Uribe e Rubens Valente)

Ação de Huck causava desconforto na cúpula da Globo



De Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo

A movimentação de Luciano Huck para ser candidato causava desconforto na cúpula do Grupo Globo.

Embora tivesse negado mais de uma vez, internamente, a pretensão de participar da campanha —inclusive em uma peça judicial enviada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) —, o apresentador protagonizou nas últimas semanas movimentos erráticos, em outra direção.
A dubiedade já teria causado danos institucionais ao grupo, consideram alguns de seus integrantes.
A emissora determina que candidatos não podem permanecer no ar.
Questionados, Huck e a Globo não se manifestaram.

Mais Notícias : Lula insiste: R$1 milhão em indenização de Dallagnol
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:22:39

Lula insiste: R$1 milhão em indenização de Dallagnol

Postado por Magno Martins

A defesa do ex-presidente Lula recorreu da decisão da Justiça paulista que negou pedido do petista por uma indenização de R$ 1 milhão pela já famosa apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol.

Alega que “ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações”.

Enquanto isso, antes de redigir o memorando inédito com uma ameaça pública ao diretor-geral da PF, delegados do Grupo Especial de Inquéritos do órgão cobraram de dirigentes da associação da classe um pedido de demissão de Fernando Segóvia.

Mais Notícias : Previdência: se derrotado, Temer desmonta balcão
Enviado por alexandre em 16/02/2018 09:21:42

Previdência: se derrotado, Temer desmonta balcão

Postado por Magno Martins

Temer deve cancelar ‘balcão’ e admitir base menor se Previdência for derrotada

Como a aprovação da reforma da Previdência parece mais improvável a cada dia que passa, auxiliares de Michel Temer foram obrigados a desenhar um plano para evitar que o governo se torne obsoleto já no fim de fevereiro. Esses aliados dizem que, se a principal agenda for mesmo derrotada, ele deverá mudar o padrão de sua relação com o Congresso, requalificando a base e admitindo-a menor, para dar seguimento a pauta menos audaciosa e dependente do Legislativo, mas pragmática.

Os interlocutores de Temer dizem que, até que um nome consiga projetar expectativa real de poder aos partidos da base a partir de 2019, o presidente ainda terá cacife para direcionar o debate político.

Numa leitura bastante otimista, esses aliados afirmam que o emedebista pode usar a derrota para firmar um novo marco, uma relação “mais leve” com o Congresso, cancelando compromissos firmados em função da votação da reforma e redirecionando cargos e verbas aos mais fiéis. (Daniela Lima – Folha Painel)

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