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Mais Notícias : Bancos públicos terão que enxugar quadros e ampliar serviços
Enviado por alexandre em 06/01/2019 14:40:05

Bancos públicos terão que enxugar quadros e ampliar serviços

Edifício da Caixa Econômica Federal, em Brasília Foto: Jorge William / Globo

Com a missão de serem mais enxutos e focados em seus “objetivos sociais” sob o novo governo, os bancos públicos terão o desafio de manter a relevância mesmo com participação menor no crédito e de adaptar a estrutura para atuação mais restrita, avaliam analistas do setor bancário.

— Antes, o desafio da Caixa era sua estrutura de capital e a qualidade dos seus ativos. Hoje, é o custo em relação ao balanço que está encolhendo. Mesmo com a contribuição importante dos PDVs (Plano de Demissão Voluntária), a Caixa, por ser estatal, tem flexibilidade de pessoal restrita, disse Ceres Lisboa, da Moody’s.

Em novembro, a Caixa anunciou seu terceiro PDV, com o objetivo de abranger até 1.600 funcionários e reduzir os custos em R$ 324 milhões por ano. Esse é o terceiro PDV da Caixa em dois anos. Os dois primeiros reduziram os quadros do banco em 9%, segundo a Moody’s. A agência calcula que isso ajudou a diminuir o peso dos custos em relação às receitas da Caixa de 68,5% para 57,7% desde o fim de 2016.

Isso será ainda mais importante, segundo a analista, devido às margens menores dos segmentos de habitação e crédito consignado, que vão concentrar os esforços do banco daqui para frente. Ou seja: são áreas menos lucrativas. Desde 2014, a participação da habitação na carteira de crédito da Caixa subiu de 56% para 62%, enquanto a de grandes corporações caiu de 6,1% para 3,6%.

— O resultado é que a Caixa não pode fazer apenas habitação e consignado. Ela terá que compensar a rentabilidade menor gerando outras receitas junto ao público de mais baixa renda, como serviços, seguros etc., acrescentou Ceres.

No caso do BNDES, espera-se que o governo pressione para que o banco acelere a devolução dos R$ 280 bilhões ainda devidos ao Tesouro. Segundo Teresangela Araes, da Moody’s, há espaço para que se entregue mais que os R$ 26,6 bilhões previstos este ano, dada a redução dos desembolsos — que foram de R$ 190,4 bilhões em 2013 e devem ter fechado 2018 perto de R$ 70 bilhões. O desafio é evitar que isso comprometa a capacidade de crédito do banco. A redução da carteira de desembolso também traz desafios. Para Ceres, isso deve ser acompanhado de redução de estrutura.

No BB, privatizações

No BB, uma das intenções do novo governo é privatizar a BB DTVM, maior gestora do país. Nesse caso, o plano também pode esbarrar na rentabilidade do banco.

— Vender esse braço seria uma renúncia de receita muito grande. Eles vão analisar outras opções para reduzir o tamanho, mas não vejo o banco deixando esse bolo na mesa, afirmou Alexandre Albuquerque, que acompanha o BB na Moody’s.

Embora a tendência seja de redução da participação dos bancos públicos, como o crédito deve crescer 11% este ano, segundo a Fitch, mesmo eles vão emprestar mais, disse o diretor Claudio Gallina:

— O capital desses bancos melhorou. Logo, eles têm capacidade de expansão. A questão é saber se eles vão crescer mais que a inflação ou não. Com informações de O Globo.

Mais Notícias : Governo Bolsonaro já exonerou 3,4 mil servidores
Enviado por alexandre em 04/01/2019 11:32:06

Governo Bolsonaro já exonerou 3,4 mil servidores


Em uma tentativa de diferenciar sua gestão dos governos do PT, marcados pelo loteamento de cargos, o presidente Jair Bolsonaro atingiu na quinta-feira, no seu terceiro dia de trabalho, a marca de 3,4 mil servidores exonerados . A “despetização” da máquina federal, anunciada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, será implementada, por ordem do presidente, em todas as outras 21 pastas da Esplanada, o que pode elevar ainda mais esse número.

— Sobre o episódio da exoneração, a gente brincou em “despetização”, o presidente gostou do exemplo e todos os ministros estão autorizados a, dentro das suas pastas, proceder de maneira semelhante e ajustada. Até para desaparelhar e permitir que governo possa executar suas políticas, afirmou.

A maior parte das exonerações já encaminhadas pelo novo governo deve ocorrer nas quatro pastas que serão fundidas no novo ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes. Ontem, um decreto assinado por Bolsonaro autorizou a exoneração de 3,1 mil servidores comissionados ou lotados em funções gratificadas nas antigas pastas da Fazenda, do Planejamento, do Trabalho e da Indústria e Comércio Exterior.

As demissões serão implementadas apenas em 30 de janeiro, depois de uma triagem. Além das exonerações na área do novo ministério da Economia, a Casa Civil de Onyx já havia exonerado cerca de 300 servidores comissionados na quarta-feira. A extinção dos cargos não significa que o número de pessoas trabalhando no ministério será reduzido no mesmo montante. Isso porque a maior parte dos cargos é uma gratificação paga a servidores de carreira que ocupam cargos de chefia.

Quando o PT assumiu a máquina em 2003, uma frase do então presidente do partido, José Genoino, deflagrou a ocupação do partido na máquina estatal: “Nós fomos eleitos para mudar”, disse Genoino, ao justificar o fato de o partido ter reservado 15 mil dos 21 mil cargos comissionados disponíveis à época para petistas. Mudar os servidores do governo tucano que deixava o poder por petistas era a forma de o partido de reformular o Estado. O método marcaria o início de uma longa política de aparelhamento de entidades, sindicatos e movimentos sociais, que teriam seus quadros incorporados à administração pública em troca de fidelidade.

Na quinta-feira, na primeira reunião ministerial, Bolsonaro definiu as primeiras medidas do novo governo. Além de orientar os ministros sobre a necessidade de critério técnico na escolha de assessores do segundo e terceiro escalões, o presidente determinou um pente-fino nos atos dos últimos 30 dias da gestão de Michel Temer.

Bolsonaro também autorizou uma revisão nos conselhos da máquina federal, para reduzir ou até mesmo acabar com alguns desses colegiados, e ordenou um levantamento dos imóveis da União .

As ações foram anunciadas por Onyx , que, sem detalhar, justificou a varredura dizendo que o governo teria detectado movimentações “incomuns” na máquina federal, tanto de servidores quanto de recursos financeiros entre ministérios:

— Verificamos que houve uma movimentação incomum de nomeações e exonerações nos últimos 30 dias. Houve movimentação incomum de recursos destinados a ministérios nos últimos 30 dias. Foi solicitada a todos os ministros uma revisão de nomeações, exonerações e transferências.

O ministro afirmou que o presidente Bolsonaro receberá relatórios de cada um dos ministros sobre os atos adotados pela gestão Temer, sobretudo nos últimos 15 dias de governo. Na próxima terça-feira será realizada uma nova reunião com toda a equipe ministerial. Será nessa ocasião que serão apresentadas as propostas para as primeiras medidas do governo. Com informações de O Globo.

Mais Notícias : Entraves dificultam propostas de ministros
Enviado por alexandre em 03/01/2019 10:08:03

Entraves dificultam propostas de ministros

Ministério

Dos 22 ministros que farão parte do governo Jair Bolsonaro, 18 participaram nesta quarta-feira (02), de cerimônias de transmissão de cargos e listaram prioridades. Contudo, a maior parte das medidas anunciadas esbarra em condições como vontade política do Congresso, recursos do Orçamento ou articulação com Estados para serem colocadas em prática. Para analistas, o ideal é que propostas sejam apresentadas logo no início do governo para aproveitar o período de “lua de mel” com a sociedade e o Legislativo.

Entre as cerimônias mais concorridas do dia, a posse de Sérgio Moro no Ministério da Justiça foi marcada pelo discurso de combate à corrupção. Ele listou uma série de medidas que vai incluir em projeto que enviará em fevereiro aos parlamentares, como a previsão de início da execução da pena após condenação em segunda instância. A medida depende de alteração na Constituição.

“No caso da execução criminal após julgamento em segunda instância, acredito que esse novo governo irá tentar uma mudança por meio de emenda constitucional, que precisa de maiorias qualificadas na Câmara e no Senado. As demais propostas irão demandar mudanças em leis ordinárias, em que é preciso maioria simples. Se Moro e o governo souberem trabalhar com a força desse início de mandato poderão, sim, fazer com que essas propostas se tornem realidade”, afirmou a advogada Vera Chemim, mestre em Direito Público pela FGV.

O maior desafio do governo, porém, deverá ser na economia. Ao tomar posse no novo Ministério da Economia, Paulo Guedes reafirmou o compromisso de apresentar uma reforma da Previdência ao Congresso. Em seu discurso, o mais longo do dia – 50 minutos –, deu o direcionamento do que será prioridade e disse contar com os Três Poderes para levar seu plano de recuperação fiscal adiante. “Não existe superministro, não existe alguém que vai consertar os problemas do País sozinho, os Três Poderes terão de se envolver”, disse.

Continuidade

Nem todas as medidas anunciadas pelo primeiro escalão de Bolsonaro representam mudanças significativas, mas ampliação de iniciativas que já vinham sendo implementadas. Um dos exemplos é o pagamento de 13.º para beneficiários do Bolsa Família, promessa de campanha reafirmada ontem por Osmar Terra ao assumir o Ministério da Cidadania. Neste caso, o governo precisará incrementar a verba destinada ao programa.

Para Marilda Silveira, advogada e doutora em Direito Público do IDP-SP, qualquer alteração no programa vai implicar uma alteração na lei. “O mesmo raciocínio vale para um eventual pente-fino no programa. Além do trabalho para evitar fraudes, o governo pode querer criar regras para o recebimento do benefício. Nesse caso, de novo, será preciso mudar a lei e levar as propostas para o Congresso”, afirmou a advogada.

Para analistas e estudiosos ouvidos, o foco na educação básica e em melhorias de gestão anunciadas ontem como prioridades pelo novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, também traz pouca novidade em relação ao que o governo federal já vinha fazendo.

“A prioridade dada às diversas manifestações de analfabetismo é correta, mas não consigo ver ainda em que sentido isto será diferente da política do ministério que está saindo agora”, disse Simon Schwartzman, membro da Academia Brasileira de Ciências.

Para Leandro Tessler, especialista em educação superior da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), as intenções de fomentar modelos de gestão mais eficientes, além da qualidade na pesquisa acadêmica, é positiva. “Todos queremos”, disse Tessler, que prevê dificuldades, porém, caso o ministério insista em regular o perfil ideológico de instituições.

“O novo ministro passa a impressão de querer intervir nos rumos do ensino superior brasileiro através de ações do ministério. Acho que isso será uma tarefa muito mais difícil do que o ministro pode supor”.

Mais Notícias : Após receber faixa, Bolsonaro defende fim de corrupção e de vantagens
Enviado por alexandre em 02/01/2019 11:02:50

Após receber faixa, Bolsonaro defende fim de corrupção e de vantagens
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Logo após receber, às 17h, a faixa presidencial de Michel Temer, o presidente Jair Bolsonaro discursou no parlatório do Palácio do Planalto, de frente para o público que lotava a Praça dos três Poderes. Recepcionado aos gritos de "mito" e "o capitão chegou", Bolsonaro propôs a criação de um "movimento para restabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso pais". Ele defendeu ainda que "a corrupção, os privilégios,as vantagens, os favores politizados, partidarizados" acabem e fiquem "no passado para que o governo e a economia sirvam de verdade para a nação".

"Não podemos deixar que ideologias nefastas venha a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições. Ideologias que destroem nossas famílias, alicerces da nossa sociedade. Convido a todos para iniciarmos um movimento neste sentido. Podemos eu, você e nossas famílias, todos juntos, restabelecer os padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil", afirmou.

A primeira frase do presidente para seus apoiadores foi: "este momento não tem preço, servir a pátria como chefe do Executivo". Em seguida, prometeu "fazer o Brasil ocupar o lugar que merece no mundo e trazer paz e prosperidade para todos." O momento mais aplaudido de seu discurso de improviso ocorreu logo em seguida, quando Bolsonaro proferiu a seguinte frase: "O povo começou a se liberar do socialismo". E continuou: " Se libertar da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto", sendo novamente muito aplaudido. Bolsonaro concluiu esse trecho de sua fala dizendo que a eleição deu voz a quem não era ouvido e que a voz das ruas e das urnas foi muito clara.

Ele assegurou que fará as mudanças pleiteadas pela maioria, respeitando os princípios do estado democrático e a Constituição. Bolsonaro destacou ter sido eleito "com a campanha mais barata da história" e voltou a prometer um "governo sem conchavos e sem acertos politicos". Disse que o "time de ministros" está qualificado para transformar o país, colocando os interesses dos brasileiros em primeiro lugar. Disse que esse era o "propósito inegociável" de seu governo.
Combate ao desemprego
Pela primeira vez, o presidente mencionou a necessidade de combater "o desemprego recorde" na economia. Ele defendeu que os brasileiros tenham direito a uma vida melhor e a um governo honesto e eficiente, que não crie "pedágios e barreiras". Voltou a dizer que vai desburocratizar o Estado e melhorar a infraestrutura do país. Bolsonaro reiterou que quer " acabar com ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais".
Prometeu ainda garantir "a segurança das pessoas de bem e do direito de propriedade e da legitima defesa" e avisou que a educação básica será priorizada. Ao finalizar seu discurso, mostrou uma bandeira do Brasil e disse; "Eis a nossa bandeira que nunca será vermelha. Se for preciso (daremos) o nosso sangue para mantê-la verde e amarela."

Fonte: Agência Brasil

Mais Notícias : Bolsonaro determina pente-fino na gestão Temer
Enviado por alexandre em 28/12/2018 09:41:31

Bolsonaro determina pente-fino na gestão Temer



Presidente eleito descreve órgãos de governança como disfuncionais

Folha de S.Paulo

Em documento entregue à equipe ministerial, nesta quinta-feira (27), o governo Bolsonaro determina a realização de um pente-fino nos últimos atos da gestão Temer e descreve órgãos de governança como disfuncionais.

No texto, antecipado pelo site Poder360 e obtido pela Folha, o presidente eleito ainda se propõe a “identificar a proposta prioritária que deverá ser objeto de esforços para implementação ou envio ao Congresso Nacional nos cem dias iniciais de governo”.

Esta é a primeira vez que o governo eleito divulga um documento organizado, com metas e cronogramas, estabelecendo, inclusive, reuniões semanais —às terças-feiras— do núcleo do Planalto para acompanhar os resultados.

Um dos principais objetivos é “reavaliar os atos normativos legais ou infralegais publicados nos últimos 60 (sessenta) dias do mandato anterior”.

Entre as medidas previstas estão “encaminhar proposta de possíveis decretos e leis que devam ser revogados”, “reformular, quando necessário, o planejamento estratégico do órgão” e “verificar sobreposições ou lacunas em função da (nova) estrutura e das competências do órgão”.

No tópico intitulado “conhecer o modelo de governança do órgão”, são apontados riscos: "O sistema de governança do órgão é disfuncional, prejudicando a qualidade das políticas produzidas ou impedindo que os interesses da sociedade sejam corretamente identificados”, diz o texto.

O guia traz explicações muito básicas como o uso, por exemplo, de cartões corporativos, aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) e diárias e passagens por parte de integrantes do governo.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro comprovou doença



Fabrício Queiroz revelou ter câncer no intestino durante entrevista ao SBT

Folha de S.Paulo

O Ministério Público do Rio divulgou nesta quinta-feira (27) que os advogados do policial militar Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), apresentaram atestados médicos que comprovam "grave enfermidade" e que justificariam suas duas faltas a depoimentos marcados na promotoria nas últimas semanas.

Segundo nota divulgada pelo MP-RJ, os documentos mostram que o Queiroz irá se submeter em breve a uma cirurgia, sem especificar contudo para que tipo de doença o procedimento se trata, e que será ouvido "tão logo" tenha autorização médica.

Queiroz foi chamado a dar explicações por movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, identificadas por relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras).

Queiroz trabalhava no período como assessor parlamentar de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), tendo recebido R$ 81 mil em salários.



Fabrício Queiroz aparece, mas dúvidas persistem


Adriana Vasconcelos - Blog Oz Divergentes

Finalmente o ex-assessor de Flávio Bolsonaro deu as caras, depois de faltar, conforme ele próprio admitiu em entrevista ao SBT, quatro convites do Ministério Público para explicar as movimentações atípicas registradas pelo Coaf em suas contas bancárias.

Depois de mais de um mês de suspense, Fabrício Queiroz apareceu e rebateu as suspeitas de que o antigo chefe na Alerj e filho do presidente eleito Jair Bolsonaro tenha qualquer envolvimento com suas movimentações bancárias, que somaram R$ 1,2 milhão. Mas suas explicações, um tanto confusas, estão longe de encerrar o caso.

Orientado por advogados, Queiroz evitou dar detalhes sobre sua ação como “um cara de negócios”, que faz dinheiro. Disse que só esclarecerá ao Ministério Público do Rio os motivos que levaram pelo menos sete colegas de gabinete a fazerem depósitos em sua conta bancária. Deixou no ar que poderiam ser fruto de operações de compra e venda de veículos, um dos negócios que admitiu gostar de fazer.

Reclamou bastante da saúde, que serviu de justificativa para seu não comparecimento às duas últimas convocações do MP para depor, resultado de uma bursite no ombro e de um câncer diagnosticado no intestino. Ambos os problemas, segundo ele, o levarão à mesa de cirurgia em breve. Mas não conseguiu lembrar do nome todo do especialista que o atendeu, nem do hospital no qual foi atendido. “Sou ruim de gravar nomes”, justificou.

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