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Mais Notícias : Michel quem?
Enviado por alexandre em 18/10/2018 08:49:49

Michel quem?



Helena Chagas – Blog Os Divergentes

O presidente da República, sua filha e seu amigo mais chegado foram indiciados por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e essa informação não ocupou a manchete de nenhum dos grandes jornais. Rei morto, rei posto, e todas as atenções estão focadas no poder futuro, ao menos na expectativa de poder futuro. Faz tempo que Michel Temer é um “lame duck”, aquele político que está saindo do poder e cumprindo tabela até o fim do mandato, que os americanos chamam de pato manco.

É um engano, porém, não ficar de olho em Temer e nos que o cercam nesse apagar das luzes do atual governo. Sobretudo porque cerca de metade do Congresso está em sua situação, ou seja, não se reeleger vai fazer de tudo, tudo mesmo, para garantir as melhores condições possíveis na volta para casa.

Michel Temer não deverá ser preso, nem afastado, até 1 de janeiro, quando entrega o cargo ao sucessor. O mais provável é que Policia Federal, PGR e STF continuem dosando os prazos do inquérito e da denúncia por mais dois meses, quando menos para evitar um abalo maior na instituição da presidência da República. Há também o detalhe de que o inquérito entregue ontem ao STF, e imediatamente remetido à PGR, trata da edição de um decreto de 2017 na área de portos, mas aponta sobretudo para supostos crimes cometidos antes disso, e portanto antes de Temer assumir a presidência. Em tese, só pode responder por eles quando sair do cargo.

E aí é que está. Nesses dois meses, Temer e os deputados e senadores que não lograram se reeleger terão tempo suficiente para mudar a legislação e amenizar a situação para eles próprios. Por exemplo, mudando o instituto da prerrogativa de foro para ex-presidentes da República – o que poderia ter até o apoio do PT porque beneficiaria também Lula.

Os exageros da Lava Jato, que voltaram à cena inclusive durante a campanha em ações de juízes e procuradores com claro viés eleitoral, podem servir agora de justificativa suprapartidária para aprovação de leis restringindo a delação premiada e outros instrumentos.

Resumo da ópera: Michel e mais três centenas de parlamentares podem estar se preparando para ir para o outro lado da lua, mas até lá ainda têm a caneta e o voto. E vão usá-los em plenitude enquanto todo mundo está distraído olhando para o futuro.

Mais Notícias : Passado que assombra
Enviado por alexandre em 18/10/2018 08:49:09

Passado que assombra



Blog do Kennedy

Bolsonaro dispensou o elogio de David Duke, um dos mais importantes representantes da Ku Klux Klan _movimento de extrema-direita do EUA que defende a supremacia branca. Duke disse que Bolsonaro “soa como nós”. A “BBC Brasil” fez reportagem a respeito.

Como o candidato do PSL está numa estratégia de moderação no segundo turno, ele se manifestou contra Duke numa rede social. No entanto, a declaração do americano reflete todo o histórico de Bolsonaro no que se refere a declarações racistas dadas ao longo de sua carreira política. Afinal, um apoio da Ku Klux Klan é ruim para qualquer candidato.

Articulador do candidato a presidente do PSL, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse com todas as letras que Bolsonaro não participará de debates no segundo turno. A justificativa é médica, mas a principal razão é política. Fugir de situações arriscadas em confrontos com Haddad.

Mais Notícias : Centrão faz fila para o bote salva-vidas de Bolsonaro
Enviado por alexandre em 18/10/2018 08:48:35

Centrão faz fila para o bote salva-vidas de Bolsonaro

Postado por Magno Martins

Valdemar, Kassab e companhia preparam entrada na base aliada do presidenciável

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

No grande naufrágio partidário de 2018, os primeiros da fila para o bote salva-vidas são Roberto Jefferson, Pastor Everaldo, Valdemar Costa Neto e Gilberto Kassab. Os caciques do centrão, que sustentaram governos de todas as cores, decidiram se alinhar a Jair Bolsonaro (PSL) em busca de sobrevivência.

O PSD não é de esquerda, nem de direita, nem de centro (como definiu Kassab ao criar a legenda), mas já está afinado com o radicalismo de Bolsonaro. O fundador da sigla disse nesta quarta (17) que, se o candidato do PSL for eleito, “evidentemente” apoiará seu governo no Congresso.

A condição é que as pautas tenham convergência com as crenças do PSD, mas a adaptação não será muito difícil. Kassab foi ministro de Dilma Rousseff, pediu demissão para apoiar o impeachment e, em menos de um mês, pegou as chaves de outro ministério com Michel Temer.

O PR não quis apoiar Bolsonaro no primeiro turno, mas agora planeja um consórcio com o presidenciável. Caso sua eleição se confirme, o partido de Valdemar estará na base governista e lançará ao comando da Câmara o deputado Capitão Augusto, um policial que diz que o regime militar não foi uma ditadura.

“Houve alternância no poder, o Congresso manteve-se aberto, o Judiciário manteve-se aberto e até a imprensa tinha liberdade”, disse, em 2015. Quatro mentiras, se considerarmos que a ditadura aposentou ministros do STF e tutelou o tribunal.

O time pró-Bolsonaro tem ainda a companhia do PTB de Roberto Jefferson, do PSC do Pastor Everaldo e de outros partidos que acreditam farejar vitória no campo do PSL.

A corrida atrás de um candidato que se beneficiou do derretimento da política soa como ironia, mas não surpreende. Se for eleito, Bolsonaro precisará dessas siglas para aprovar uma pauta especialmente amarga de equilíbrio das contas públicas.

Embora o candidato prometa não distribuir cargos, tudo parece negociável. Há dois dias, Bolsonaro pediu à bancada ruralista uma indicação para o Ministério da Agricultura.

Mais Notícias : Boa notícia: Renan não quer comandar o Senado
Enviado por alexandre em 18/10/2018 08:44:29

Boa notícia: Renan não quer comandar o Senado



Reeleito numa eleição em que os brasileiros jogaram ao mar velhos caciques da política, Renan Calheiros retornou a Brasília expressando-se como uma espécie de ex-Renan. O velho senador já não apoia nem a si mesmo. Diante de notícias sobre seu interesse em reassumir o comando do Senado, Renan apressou-se em anotar no Twitter:

“Não sou candidato à presidência do Senado. Não cogito e não quero. Já fui presidente quatro vezes, sendo o senador que mais se elegeu para esse cargo desde a redemocratização. A presidência não pode ser um fim em si mesmo e não há escassez de bons nomes. Essa agonia é para fevereiro.”

O desinteresse de Renan é uma notícia muito boa. Mas convém retardar o estouro dos fogos até fevereiro. A experiência mostra que, mais cedo ou mais tarde, Renan acaba correspondendo aos que não têm nenhum motivo para confiar nele. (Josias de Souza)

Mais Notícias : Servidores do TSE reclamam de ataques à instituição
Enviado por alexandre em 18/10/2018 08:43:42

Servidores do TSE reclamam de ataques à instituição

Postado por Magno Martins

Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Funcionários da Justiça Eleitoral fizeram chegar à presidente do TSE, Rosa Weber, uma insatisfação com a paralisia da corte diante do que consideram atentados institucionais. Coube a um dirigente de associação dos servidores levar o recado à ministra, que depois repassou aos colegas de plenário.

O mensageiro fez um relato das ameaças e acusações que pairam sobre o trabalho do tribunal e afirmou que o funcionalismo se sentia ofendido. Por fim, pediu que ela, em nome deles, reagisse.

Rastilho de pólvora - Segundo um integrante do TSE, Weber também foi informada de registros de manifestações ofensivas em frente a tribunais regionais eleitorais e de que a equipe de inteligência detectou ameaças a outros magistrados nas redes.

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