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Política : Realidade
Enviado por alexandre em 12/01/2011 10:11:59



JN no Ar mostra situação precária de hospitais públicos em Rondônia


Logo na entrada de um dos hospitais, um susto: A sala, que deveria ser a sala de espera está lotada de pessoas internadas, inclusive os que estão sentados.

A equipe do JN no Ar foi a Porto Velho, Rondônia, para mostrar a situação crítica dos hospitais do estado, que levou o governador a decretar calamidade na saúde.

A situação dos hospitais visitados pela equipe do JN no Ar é grave e foram registradas cenas dramáticas. As pessoas estão realmente sofrendo, sem que tenha acontecido nenhum problema grave que justifique um amontoado de pacientes nos dois principais hospitais do estado à espera de atendimento.

Ao todo são sete profissionais e 400 quilos de equipamentos. O avião do JN no Ar decolou do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim na última segunda-feira (10), às 21h15. O avião atravessou 2,7 mil quilômetros, voou três horas e meia até Porto Velho para acompanhar a crise da saúde em Rondônia.

A reportagem começa em Porto Velho no único hospital público do estado, com uma emergência preparada para atender a casos mais graves como vítimas de acidentes de trânsito, pessoas com ferimentos à bala ou faca. É o Hospital Estadual João Paulo II. Às 7h, a equipe entrou para ver como está a situação.

Logo na entrada, um susto: a sala que deveria ser a sala de espera do hospital, um lugar em que as pessoas esperam sentadas para serem atendidas pelo médico está lotada. Todas as pessoas que estão no local estão internadas, inclusive, as que estão sentadas: um rapaz está sentado tomando soro, esperando uma vaga no quarto para ser internado.

Ao lado, uma situação ainda pior: um senhor deitado no chão esperando uma vaga no quarto, tomando o soro, que está pendurado na parede. Seu Arthur, de 65 anos, está sobre um lençol. Não consegue nem falar de tanta dor no peito e no abdômen.

“Estou esperando ele ter uma melhora para levar ele para Minas”, conta a mulher de Artur, Cícera José dos Santos.

O servente de pedreiro Francisco está oficialmente internado há 24 horas na cadeira. Parece cenário de guerra. O Hospital João Paulo II tem 150 leitos, todos lotados. Os pacientes não param de chegar e vão ocupando macas e colchões de ar espalhados pelos corredores.

Raniete, de 28 anos, tinha acabado de sofrer um acidente de trânsito grave. "Não tem vaga. Não tem onde atender. O atendimento vai ser no chão, sempre é no chão", lamenta o enfermeiro Romes Mamede.

O hospital recebe, em média, 200 pacientes por dia. A maioria vem de cidades do interior do estado. Mas eles chegam também do sul do Amazonas, do Acre e até da Bolívia.

Seu Joaquim não conseguiu atendimento na cidade dele. Viajou 300 quilômetros para tratar um câncer na próstata. Agora está no chão, em frente à porta da UTI, sem esperança.

O neurocirurgião diz que há três dias tenta levar um paciente para fazer o exame em uma clínica conveniada. O doente está entre a vida e a morte. "A situação é que nós temos pacientes graves. Na minha especialidade, minutos representam uma vida”, conta o neurocirurgião Marcos Madeira.

“Claro que eu me sinto humilhado. Sou trabalhador, sou um cidadão brasileiro”, reclama um paciente enquanto aguarda o atendimento.

Porto Velho tem outros hospital de grande porte e está lotado. No Hospital de Base, quase mil pessoas estão na fila de espera para operar. E das nove salas de cirurgia, cinco estão fechadas.

Um homem, acorrentado à cama é um preso, que, segundo a direção do hospital, espera uma cirurgia há dez meses. Ele está com as duas pernas quebradas.

Dona Isolina, de 100 anos, espera há um mês. "Não sei como eu faço mais, estou desesperada", lamenta a filha de Dona Isolina, Esmerinda da Graça de Jesus.

No Hospital João Paulo II, das três salas de cirurgia, uma está fechada. No local, há mais de 300 pacientes na fila.

A UTI é considerada pelos médicos como a mais tranquila do hospital. Por incrível que pareça, a UTI é a única parte do pronto-socorro que está funcionando de maneira adequada. São 14 leitos, todos ocupados. O problema é conseguir vaga no lugar.

O governador recém-empossado, Confúcio Moura (PMDB) é médico e já foi secretário de Saúde de Rondônia. Ele decidiu decretar estado de calamidade na saúde. "Uns dão prioridade à educação, outros ao transporte, outros à questão ambiental, mas em Rondônia, a saúde não foi prioridade em quase nenhum governo", afirmou.

O governador pediu ajuda ao Governo Federal. Quer um hospital de campanha com médicos e enfermeiros para fazer um mutirão de cirurgias. Enquanto a situação não melhora, os profissionais fazem o que podem. "A cada dia que viemos aqui trabalhar, morremos a cada dia um pouco, porque estamos vendo a situação e não podemos fazer nada”, diz uma enfermeira.

Pelo menos seis representantes do Ministério da Saúde, da Defesa e da Integração Nacional são esperadas em Porto Velho para verificar toda a situação mostrada pelo JN no Ar. O governador disse que vai investir em caráter emergencial para a contratação de médicos, enfermeiros e, também, para a compra de equipamentos e medicamentos para a saúde pública em Rondônia.


Autor: Jornal Nacional

Política : Caos
Enviado por alexandre em 11/01/2011 13:11:18



Equipamentos do JN no AR já estão sendo montados no Hospital João Paulo II

EQUIPE DA REDE GLOBO TRANSMITIRÁ AO VIVO NO JORNAL NACIONAL DE HOJE CALAMIDADE EM QUE SE ENCONTRA O HOSPITAL JOÃO PAULO II DE PORTO VELHO

A aeronave da Rede Globo de Televisão, que percorre o Brasil realizando reportagem para o Jornal Nacional, se encontra em Porto Velho para conhecer a verdadeira situação da saúde do estado e principalmente do Hospital e Pronto Socorro João Paulo II. O Jornalista e editor do Jornal Nacional William Bonner, tomou a decisão de enviar a aeronave a Rondônia depois da declaração de calamidade pública na saúde do estado feita pelo o governador Confúcio Moura.

Logo cedo a equipe do JN no Ar esteve no Palácio Getúlio Vargas sede do Poder Executivo estadual gravando entrevista com o governador do estado Confúcio Moura (PMDB), onde foi feito um relato da atual situação de aos que se encontra a Saúde pública no estado. Diante do quadro cai por terra tudo aquilo que pregava o então governador do estado e senador diplomado Ivo Cassol (PP) que arrotava grosso e dizia que a saúde estava em boas mãos pode até ser em boas mãos, mas vai lá saber em que mãos são estas, certamente a Justiça deverá tomar uma atitude contra aqueles que deixaram em estado de penúria a saúde pública em Rondônia.

Fonte: Alexandre Araujo direto de Porto Velho

Fot: Ney Cunha

Política : Justiça
Enviado por alexandre em 10/01/2011 17:09:52



Governador Confúcio Moura participa da abertura do ano judiciário do Tribunal de Justiça





Porto Velho, 10 de janeiro de 2011 - O Ano Judiciário 2011 do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) foi aberto nesta segunda-feira (10). O governador Confúcio Moura participou da sessão solene, que foi presidida pelo desembargador Cássio Rodolfo Sbarzi Guedes.



Em entrevista aos jornalistas que cobriram a solenidade Confúcio disse que sua presença na cerimônia “demonstra claramente a aproximação com o Judiciário para estabelecer nexos de cordialidade e estreitamento da relação”.


Em seu discurso, o desembargador Cássio falou dos projetos do Tribunal para 2011. Em Cacoal, queremos iniciar a construção do Fórum daquela importante comarca para o Estado. Precisamos concluir os fóruns de Ariquemes e Jaru, ainda este ano. É preciso investir na aquisição de um lugar para abrigar os Fóruns Cível e Criminal de Porto Velho, facilitando ao cidadão acesso aos serviços da Justiça”, enumerou.



O presidente do TJ/RO disse ainda que atualmente há um deficit de cerca de mil servidores. “São as pessoas que fazem a Justiça. Por isso vamos fazer em 2011 concurso público para juiz e para serventuário da Justiça estadual”, garantiu.



Sobre o Tribunal da Justiça



O Judiciário atende ao jurisdicionado rondoniense em 23 comarcas pelo Estado, com Varas Cíveis, Criminais, genéricas e especializadas, no primeiro grau de jurisdição, além dos juizados especiais, antigo juizado de pequenas causas. No segundo grau da Justiça, os processos, geralmente recursos contra as decisões do juízes (1º grau), são julgados por desembargadores que foram as câmaras cíveis e criminais (são duas cada), além das especiais e câmaras reunidas. Há ainda o Tribunal Pleno, formado por todos os desembargadores, que julga questões judiciais e administrativas do âmbito do Poder Judiciário estadual.





Foto: Marcos Freire



Matéria do DECOM com a colaboração da

Assessoria de Comunicação do TJ/RO

Política : Lero lero
Enviado por alexandre em 07/01/2011 14:10:42



Promessa de Político: Regional de Ouro Preto não fechou

O governador Confúcio Moura (PMDB) continua desagradando o povo de Ouro Preto sobre tudo os membros do diretório municipal do seu partido. Depois de anunciar via seu blog que as secretarias regionais seriam extintas (exceto a de Vilhena) o que se viu é totalmente o contrario que foi propagado pele chefe do Poder Executivo estadual, em relação à Secretaria Estadual Regional de Ouro Preto que continua do mesmo jeito que vinha funcionando no governo de João Cahulla/Cassol, ou seja, um cabide de empregos, com sérios vícios que locupletam o erário público.

Segundo o governador Confúcio o motivo para o fechamento das Secretarias Regionais é que os servidores em sua maioria esmagadora eram ocupantes de cargos de comissão os chamados portariados. E o Ministério Público do Trabalho de posse de um Termo de Ajuste de Conduto (TAC) já havia estipulado prazos para encerramento de muitas atividades finalísticas (pedreiros, carpinteiros, eletricistas, mecânicos, lavadores de carros e outros tantos) veda completamente a continuidade e recomenda a abertura de concurso público para as atividades. Assim sendo, as regionais, com os ajustes de concepção, deverão ser abertas tão logo tenha atendido às recomendações da justiça. Porque a idéia é boa.

Mas a realidade da SER de Ouro Preto é outra o órgão foi criado para servir de cabide de emprego um dos exemplos é que os serviços de pedreiros, pintor entre outras tarefas eram executadas por apenados do sistema prisional de Ouro Preto, outro exemplo é que a SER tinha em seu quadro a figura de um assessor de imprensa que nenhum um órgão de comunicação recebeu algo produzido pelo profissional (exceto o DECOM do governo anterior). E como nenhum dos funcionários da SER de Ouro Preto foi exonerado os carros oficiais continuam sendo dirigidos pelos “aspones” da era Cahulla/Cassol e tudo isso com o dinheiro do povo é como diz o ditado popular “promessa de político acaba na primeira esquina” e mais adiante “quem tem voto a partir de agora é os deputados”.

Autor: Alexandre Araujo

Fonte: ouropretoonline.com

Política : Fortalecimento
Enviado por alexandre em 06/01/2011 18:24:49



Plano de desenvolvimento sustentável é discutido em reunião na Sedes



Com o objetivo de discutir o plano de desenvolvimento sustentável de Rondônia para os próximos anos, o governador Confúcio Moura visitou na manhã desta quinta-feira (6) a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social (SEDES).

Moura, o titular da pasta Edson Vicente, o adjunto Allann França e alguns técnicos da SEDES discutiram as metas a serem desenvolvidas em curto e médio prazo.

“Os projetos são grandiosos e necessários. Quero a dedicação e o empenho de todos para fazer a coisa acontecer” afirmou o governador.

Entre os programas estruturantes que foram discutidos na reunião destacam-se a nova matriz energética para o estado, a possibilidade de implantação do setor ceramista, a redução no consumo de óleo diesel na termoelétrica de Porto Velho, a possibilidade de instalação de uma indústria de fertilizantes, a capacitação dos servidores do estado, a criação do Instituto de Regularização Fundiária, a modernização do porto e construção de um novo terminal portuário, a internacionalização do aeroporto de Porto Velho e a implantação da Fundação de Apoio à Pesquisa de Rondônia.

Entre os programas de cunho ambiental a discussão centralizou na recuperação de áreas com pastagens em processo avançado de esgotamento, na implantação de um programa de reflorestamento e na arrecadação das áreas de Unidades de Conservação da União para o Estado.

Os programas de industrialização, serviços e turismo foram discutidos ao final da reunião. Uma das ações imediatas é dotar o Distrito Industrial de infra-estrutura e mecanismos de atração de novos empreendimentos. Outras medidas cuja adoção foram discutidas na reunião são a instalação de uma Zona de Processamento de Produtos para Exportação, o apoio aos pólos emergentes, como o de confecção em Pimenta Bueno e Cacoal, a implantação do polo calçadista em Ariquemes, a implantação no Distrito Industrial de uma Incubadora de Empresas, a instalação do Portal de Negócios de Rondônia e o estímulo ao turismo ecológico, cultural e de aventura.



Fonte decom

Fotos: Marcos Freire



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