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Brasil : Usar tempo livre de maneira estimulante evita demência, aponta estudo

Aprender uma nova língua, participar de trabalhos voluntários e praticar jardinagem são atividades prazerosas que também trazem benefícios para o cérebro. Pesquisadores da Universidade de Brighton e da Sussex Medical School trouxeram mais evidências sobre o tema em pesquisa publicada na revista Neurology.

 

Após analisarem informações de 1.200 britânicos sobre hábitos de vida e nível educacional, os pesquisadores confirmaram que estar envolvido em atividades de educacionais, comunitárias e de lazer tem efeitos positivos para preservar a capacidade cognitiva.

 

O estudo foi realizado com pessoas nascidas em 1946 avaliadas em diferentes momentos da vida – infância, juventude, meia-idade e velhice. Aos 69 anos, os voluntários foram submetidos a um teste de habilidades cognitivas. A pontuação máxima equivalia a 100 pontos e a média geral ficou em 92 pontos.

 

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SEIS ATIVIDADES

 

Cruzando os dados obtidos no período, os pesquisadores observaram que as pessoas com diploma universitário apresentaram um desempenho melhor do que os sem educação formal. A equipe descobriu também que participar de seis ou mais atividades – como aulas de educação para adultos, clubes de interesse e trabalho voluntário – assegurava uma melhor pontuação em relação aos que realizavam até quatro atividades.

 


 

“Foi animador descobrir que o aumento da reserva cognitiva pode compensar a influência negativa da baixa cognição infantil para pessoas que podem não ter se beneficiado de uma infância enriquecedora e oferecer uma resiliência mental mais forte até mais tarde na vida”, explicou Dorina Cadar, autora do estudo. 

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : Comer um pedaço de queijo por dia pode evitar perda óssea, diz estudo

Um estudo publicado na revista BMJ Nutrition Prevention & Health, na terça-feira (2/8), trouxe uma boa notícia para os amantes do queijo. O trabalho concluiu que comer um pedacinho de Jarlsberg por dia reduz a perda óssea sem aumentar os níveis de colesterol ruim.

 

O Jarlsberg é um queijo de receita norueguesa, que tem consistência intermediária e apresenta grandes buracos na massa. Seu consumo é bastante difundido no mundo.

 

“O consumo diário de queijo Jarlsberg tem efeito positivo na osteocalcina, hemoglobina glicada e lipídios”, escreveram os cientistas no comunicado sobre os achados. Esses componentes são essenciais para a estruturação do tecido ósseo. Os níveis de cálcio e magnésio em pessoas que comeram o queijo Jarlsberg também diminuíram bastante devido à maior retenção desses minerais na formação óssea.

 

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Os pesquisadores analisaram dados de 66 mulheres saudáveis, que consumiram 57 gramas de Jarlsberg ou 50 gramas de Camembert diariamente, durante seis semanas. Ao final desse período, o grupo que ingeriu o queijo Camembert passou a comer Jarlsberg por mais seis semanas.

 

Durante o trabalho, foram recolhidas amostras de sangue das voluntárias para checar proteínas, osteocalcina e peptídeos, componentes envolvidos na composição óssea. Também foram medidas a quantidade de vitamina K2 e as taxas de gordura no sangue. Ao final do período, ficou comprovado que as pessoas que ingeriram o queijo norueguês apresentavam maior quantidade de osteocalcina e vitamina K2.

 

O queijo Camembert, produzido tradicionalmente na França, contém as mesmas propriedades de gordura e de proteína que o Jarlsberg. O queijo norueguês, no entanto, é rico em vitamina K2, que é derivada tanto de bactérias quanto de produtos animais.

 


 

“Esse estudo mostra que enquanto o cálcio e a vitamina D são conhecidos por sua extrema importância na saúde óssea, também existem outros fatores importantes a serem considerados, como a vitamina K2, que talvez não seja tão conhecida”, afirmou o professor Sumantra Ray, diretor executivo do NNEd Pro Global Centre for Nutrition and Health.

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : Médica listam dicas para melhorar a saúde e reduzir o colesterol ruim

Médica listam dicas para melhorar a saúde e reduzir o colesterol ruim

O colesterol é encarado como o grande vilão da saúde, já que é o principal fator de doenças cardiovasculares e também está relacionado a problemas nos rins e à doença aterosclerótica. No entanto, nem sempre se trata do colesterol ruim. “Temos, por exemplo, o colesterol HDL, considerado o bom colesterol, que, quando em excesso, é decomposto e removido do corpo”, explica a médica nefrologista e intensivista, Dra. Caroline Reigada.

 

“Já o colesterol LDL, conhecido como mau colesterol, pode gerar o acúmulo de placas de gordura nas artérias, impedindo ou dificultando a passagem do sangue e levando a graves complicações, como AVC ou infarto. Por não receberem o sangue suficiente para filtrar as impurezas, os rins também podem ser comprometidos, já que as artérias já se encontram obstruídas pelas placas de gordura”, acrescenta a especialista.

 

Com o estilo de vida atual, os altos níveis de LDL são comuns. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que 40% dos brasileiros têm o chamado ‘colesterol alto’. A condição deve gerar alerta, já que ela costuma agravar sem gerar sintoma nenhum. “Em alguns casos, a primeira manifestação da alta do colesterol é um evento como infarto ou derrame, quando já é tarde para prevenir”, alerta a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

 

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Além de silencioso, o colesterol ruim pode causar problemas em outros órgãos. A melhor maneira de encarar a doença é sempre com a prevenção. “A redução do colesterol é uma das medidas mais importantes para promover a saúde geral do coração. Infelizmente, poucas pessoas entendem as etapas essenciais para atingir essa meta”, destaca a Dra. Caroline Reigada.

 

Realizar exames preventivos regularmente é a melhor maneira de monitorar o avanço do colesterol e a saúde como um todo. “Aqueles que já apresentam níveis de colesterol acima do recomendado devem consultar um médico regularmente, afinal, a intensidade do controle do colesterol, com o uso de medicamentos ou apenas com a adoção de uma alimentação balanceada, depende do risco cardiovascular de cada indivíduo, variando caso a caso”, esclarece a Dra. Aline.

 

No entanto, algumas outras medidas podem controlar os níveis do colesterol ruim no organismo. Confira as dicas de especialistas!

 

EVITE AS GORDURAS NÃO-SAUDÁVEIS

 

As gorduras trans e saturadas devem ser evitadas, pois podem favorecer a inflamação do organismo e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas. “A ingestão de frituras de imersão e carnes gordas, por exemplo, deve ser reduzida, pois não fazem bem para circulação, aumentando a quantidade de colesterol nas artérias e favorecendo a aterosclerose”, diz a Dra. Aline Lamaita.

 

TOME CUIDADO COM O EXCESSO DE AÇÚCAR

 

Conforme a cirurgiã-vascular, estudos recentes apontam que os carboidratos e o açúcar são grandes agentes no aumento do colesterol. “Esses alimentos, em excesso, podem levar também ao desenvolvimento de diabetes e problemas como resistência à insulina. O açúcar em excesso acarreta maior inflamação, com consequente risco de diabetes - que é o maior fator de risco para doença renal crônica no mundo”, completa a Dra. Caroline.

 

ADICIONE BOAS FONTES DE GORDURA NA ALIMENTAÇÃO

 

É importante reforçar que nem toda gordura é ruim. “O azeite, a castanha, o abacate e os peixes, por exemplo, são ricos em gorduras benéficas para o organismo que favorecem o sistema circulatório e melhoram a qualidade de circulação, diminuindo o colesterol ruim e aumentando o colesterol bom”, aconselha a Dra. Aline.

 

O salmão, a sardinha e o atum também são ótimas pedidas, já que são fontes de DHA, substância responsável por diminuir os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar o colesterol saudável (HDL).

 

INCLUA FIBRAS NA DIETA

 

O consumo de fibras é uma excelente opção para reduzir os níveis de colesterol. “Os alimentos ricos em fibras são capazes de sequestrar a gordura alimentar no intestino, assim diminuindo a absorção do colesterol, de gorduras e de açúcares”, afirma a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Ela recomenda ainda a ingestão de aveia e frutas cítricas, fontes ricas de fibras e outras substâncias importantes no controle do colesterol.

 

APOSTE EM FITOESTERÓIS E ÔMEGA 3

 

Conforme a Dra. Marcella, há ainda outros alimentos poderosos no controle do colesterol, especialmente aqueles ricos em fitoesteróis, como: azeite de oliva, linhaça, nozes, castanhas, peixes de água fria, chocolate amargo e abacate. “Aposte também em alimentos ricos em ômega 3, como o salmão e as sementes de linhaça e chia, que é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, evitar a formação de coágulos, diminuir os níveis de colesterol total e de LDL colesterol e aumentar as de HDL”, completa.

 

FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS

 

Atitudes simples como subir escadas, se movimentar mais, fazer caminhadas e se exercitar diariamente ajudam a diminuir o colesterol. “Ser ativo por 30 minutos na maioria dos dias pode ajudar a reduzir o colesterol ruim e aumentar o colesterol bom”, explica a Dra. Caroline.

 

ABANDONE O CIGARRO

 

As inúmeras substâncias tóxicas presentes no cigarro podem oxidar o colesterol bom e transformá-lo em colesterol ruim. “Com o cigarro, os níveis de colesterol também ficam fora de controle, já que a fumaça aumenta os níveis de colesterol ruim e de gordura no sangue. Isso faz com que uma placa de gordura se acumule nas artérias, aumentando o risco de ataques cardíacos”, alerta a médica Dra. Caroline. 

 

Fonte: Saúde em Dia

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Brasil : Veja tabela com os riscos de transmissão da monkeypox

Veja tabela com os riscos de transmissão da monkeypox

Circula nas redes sociais uma tabela que classifica atividades diárias de qualquer pessoa, como ir ao supermercado, viajar de avião ou ônibus, beijar e ter relações sexuais, de acordo com o risco de transmissão da varíola dos macacos.

 

As informações foram compiladas de uma entrevista de especialistas do Departamento de Saúde Pública de Chicago (CDPH, na sigla em inglês) à NBC Chicago, veiculada na última quarta-feira (27/7), e rapidamente se espalharam.

 

No Brasil, o conteúdo foi traduzido pelo infectologista Vinicius Borges – conhecido nas redes sociais como Doutor Maravilha – e por profissionais da ONG Instituto Multiverso, que produzem conteúdos de saúde para pessoas LGBTQIA+.

 

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Tabela - varíola dos macacos

 

Aproximadamente 18 mil casos de varíola dos macacos já foram reportados em 78 países desde que o primeiro paciente foi identificado no Reino Unido, em maio deste ano. Onze mortes foram confirmadas: uma no Brasil, uma no Peru, duas na Espanha, uma na Índia e seis na África.

 

RISCO DE TRANSMISSÃO

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é transmitida principalmente pelo contato com fluidos corporais, lesões na pele ou em superfícies internas de mucosas, como boca ou garganta, gotículas respiratórias e objetos contaminados.

 

Os especialistas da CDPH foram mais além e dividiram as atividades por risco de transmissão para alertar e acalmar a população.

 

MAIOR RISCO

 

-Contato direto com lesões de pele, casquinhas e fluidos corporais;

-Contato sexual íntimo – neste caso a camisinha não é suficiente para prevenir a transmissão do vírus da varíola dos macacos.

 

“A principal fonte de disseminação é o contato direto pele a pele com erupções cutâneas ou feridas, e isso pode e tem muito frequentemente ocorrido entre nossos casos, incluído contato sexual ou íntimo”, afirmou a diretora médica de saúde ambiental do CDPH, Janna Kerins, à NBC Chicago.

 

RISCO AUMENTADO

 

-Beijar;

-Ficar agarradinho;

-Dançar em uma festa em ambiente fechado com pessoas sem camisa ou não completamente vestidas.

 

RISCO INTERMEDIÁRIO

 

-Compartilhar bebidas, talheres e utensílios;

-Compartilhar a cama, toalhas e itens e higiene;

-Dançar em uma festa em ambiente fechado com pessoas completamente vestidas.

 

RISCO BAIXO (IMPROVÁVEL)

 

-Dançar em uma festa em ambiente externo com pessoas completamente vestidas;

-Ambiente de trabalho;

-Experimentar roupas em uma loja;

-Encostar em maçanetas;

-Viajar de avião ou ônibus;

-Tomar banho ou nadar em piscinas, banheiras, rios, mar e cachoeira;

-Usar banheiro público;

-Usar transporte público;

-Ir ao supermercado, bares ou academia.

 

“Um evento ao ar livre é certamente menos arriscado do que um lugar lotado dentro de casa. Depende realmente de quanta roupa você está vestindo”, comentou o vice-comissário do CDPH, Massimo Pacilli, sobre o risco de dançar em um festival em ambiente externo.

 

Os especialistas lembraram também que, embora não seja recomendado compartilhar lençóis e toalhas de uma pessoa infectada, é improvável que o vírus seja transmitido por roupas em provadores de lojas ou contato com maçanetas.

 

 

A explicação é simples: o vírus morre facilmente em contato com substâncias desinfetantes, luz solar e não resiste por muitas horas fora do corpo humano. 

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : Você está satisfeita com sua vida sexual?

Você está satisfeita com sua vida sexual?

Para debater a importância de uma vida sexual mais satisfatória, eles criaram uma campanha com o seguinte slogan: “atinja, não finja”. No Brasil, dificuldades em atingir o ápice numa relação sexual também é uma queixa recorrente entre as brasileiras e muitas optam por fingir um orgasmo durante a relação.

 

Embora a preocupação com o orgasmo feminino e com o prazer geral das mulheres durante o sexo tenha aumentado nos últimos tempos, ainda é possível encontrar, por aí, a crença de que “o homem é quem dá orgasmo à mulher” ou que o orgasmo “certo” é aquele obtido através da penetração, quando, na verdade, não é.

 

O que faz uma mulher atingir o seu momento de prazer máximo é o clitóris, único órgão do nosso corpo capaz de realizar esse papel, e que pode ser estimulado de infinitas formas. Por isso, é fundamental que a mulher conheça o seu próprio corpo e se sinta à vontade com ele.

 

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Segundo Paola Giacomoni, consultora em bem-estar íntimo e sexual, o orgasmo é algo que se manifesta de inúmeras maneiras, de pessoa para pessoa. “Não existe somente uma região apta ao orgasmo, pois diversas são as zonas erógenas do corpo, sendo ele todo sensível aos estímulos. Basta se descobrir e experimentar novas sensações”.

 

Além do mais, muitos hormônios de bem-estar, como oxitocina, dopamina e endorfinas, são liberados durante um orgasmo e funcionam como uma ligação para promover uma maior felicidade, criando, assim, uma maior satisfação relacional e pessoal.

 

 

Por fim, vale ressaltar que, atualmente, no mercado de produtos eróticos, existem diferentes itens sexuais que auxiliam na interação entre os parceiros, no autoprazer e no próprio conhecimento sobre o corpo, basta escolher aquele que atende melhor às suas necessidades. Portanto, aproveite o dia e invista no seu próprio prazer! 

 

Fnte: Alto Astral

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