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Regionais : Antonio Barra Torres critica declarações de Bolsonaro e defende veto à Sputnik V
Enviado por alexandre em 12/05/2021 09:34:39

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, prestou depoimento nesta terça-feira (11) à Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia de Covid-19 no Senado Federal.

Durante a oitiva, Barra Torres afirmou que declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vão contra o que a Anvisa defende, falou sobre a proposta de mudar bula da cloroquina e explicou as motivações da agência para negar o uso emergencial das vacinas Sputnik V e Covaxin.

 

Veja a seguir os principais pontos do depoimento de Barra Torres à CPI nesta terça-feira:

Declarações de Bolsonaro vão contra o que Anvisa defende

Ao ser apresentado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), a uma lista de declarações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro contrárias ao uso de vacinas contra Covid-19, o diretor-presidente da Anvisa disse que elas vão contra tudo o que a agência reguladora preconiza em suas declarações públicas.

"Entendemos, ao contrário do que o senhor acabou de ler, que a política de vacinação é essencial, entendemos que não é fato de vacinas que vai abrir mão de máscaras e álcool gel imediatamente", afirmou. "Temos, sim, que nos vacinar. Se todos nós estamos sentados aqui nessa sala é porque  algum dia, um responsável, ou pai ou mãe, nos levou pela mão e nos vacinou", continuou. 

"Então, discordar de vacina e falar contra vacina não guarda uma razoabilidade histórica. (...) Penso que a população não deve se orientar por condutas dessa maneira, mas principalmente pelos órgãos que estão na linha de frente do enfrentamento dessa doença.""

Antonio Barra Torres

Barra Torres confirmou em seu depoimento à CPI que uma proposta de incluir, por decreto, a recomendação para Covid-19 na bula da cloroquina foi apresentada ao presidente Bolsonaro no ano passado, como revelou na semana passada o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Ele disse ter se manifestado prontamente contra a iniciativa, que não teria cabimento considerando as regras sobre medicamento em vigor no país.

Diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres fala à CPI da Pandemia
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

“Quando houve uma proposta de pessoa física de fazer isso, me causou uma reação um pouco mais brusca, eu disse: 'olha, não tem cabimento, não pode’. E a reunião inclusive nem durou muito mais depois disso”, afirmou Barra Torres.

O diretor-presidente da Anvisa disse se recordar que participaram da reunião no Palácio do Planalto, além dele e do próprio Mandetta, o general Braga Netto (Casa Civil), a médica Nise Yamaguchi e outro médico que ele não soube identificar. No entanto, ele afirmou que não se lembra da presença dos ministros Jorge Oliveira, à época como ministro-chefe Secretaria-Geral da Presidência, e Luiz Eduardo Ramos, à época como ministro-chefe da Secretaria de Governo. Barra Torres desmentiu aindsa a presença de Carlos Bolsonaro na suposta reunião e negou ter havido uso do poder federal para interferir nas decisões sanitárias.

Em nota, Nise afirmou que “em relação à declaração do Presidente da ANVISA hoje à CPI da Covid-19, o Exmo. Dr. Almirante Barra Torres, esta não representa a realidade".

Decisões contra os imunizantes Covaxin e Sputnik V

Sobre a recusa do imunizante Covaxin, Barra Torres afirmou que a decisão técnica foi tomada com base em "eventos que acontecem em protocolos de análise" e disse acreditar que essas questões serão superadas. 

Já em relação à vacina russa Sputnik V, ele reiterou que o processo de análise encontra-se parado na Anvisa para que a farmacêutica União Química – que representa o medicamento no Brasil – forneça as informações solicitadas. Barra Torres reiterou que o processo de análise encontra-se parado na Anvisa para que União Química – que representa o medicamento no Brasil – forneça as informações solicitadas. 

O diretor-presidente da Anvisa reforçou que recusou o uso emergencial do imunizante russo com base nos documentos enviados pelos russos e disse que a agência não faz testes laboratoriais. Ainda segundo Barra Torres, "vacina não é para ter vírus replicantes" e os documentos apontam números superiores a zero.

Pressão para aprovar vacinas contra Covid-19

Barra Torres negou, em mais de uma ocasião, que a agência regulatória tenha sido pressionada a aprovar vacinas contra o novo coronavírus. Questionado pelo relator da CPI se ele sofreu pressão de autoridades federais, de outras autoridades públicas ou até mesmo da indústria farmacêutica para afrouxar critérios, ele foi enfático: "Não, senhor".

Ele disse ainda que a Anvisa já tomou todas as medidas possíveis para desburocratizar os procedimentos de aprovação de vacinas para uso no país, de forma que não havia espaço para avançar mais nesse sentido.

Medicamentos chineses

O diretor-presidente da Anvisa disse não haver dados que demonstrem que medicamentos chineses, proporcionalmente, recebem mais avaliações negativas por parte da agência do que os produzidos em outros países. Ele também afirmou que não há qualquer aspecto técnico que desabone o país asiático e seus produtos de saúde.

Questionado sobre os problemas com o fornecimento de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) vindos da China e da Índia para a produção de vacinas contra Covid-19, Barra Torres disse que eles existem, mas que ele desconhece se há "nexo causal" com declarações dadas pelo presidente, por seus filhos ou outros membros do governo.

"No mundo, hoje em dia, temos dois grandes países que detêm a primazia na produção, principalmente, do IFA. Um deles é a Índia e o outro é a China. De maneira direta ou indireta, esses países acabam influenciando na produção de medicamentos no mundo."

Regionais : Anvisa: Pedido para suspender vacinação em grávidas foi após morte de gestante
Enviado por alexandre em 12/05/2021 09:26:09

Agência afirma que ocorreu um 'evento adverso grave', o que significa que ainda não há conexão confirmada com imunizante

Guilherme Venaglia, da CNN, em São Paulo

Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19
Profissional de saúde prepara dose da vacina da AstraZeneca contra Covid-19
Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters

 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou nesta terça-feira (11), em nota, que a decisão de propor a "suspensão imediata" do uso da vacina da AstraZeneca em grávidas foi tomada após uma gestante e o feto que carregava morrerem dias após a vacinação.

A Anvisa fala em "evento adverso" e não em "efeito adverso". Ou seja, não há, ao menos até o momento, confirmação de nexo causal entre a vacina e o caso da gestante, acometida com um acidente vascular cerebral.

A agência pondera que não foram registrados outros casos semelhantes e que se baseia no "princípio da precaução". A recomendação foi enviada pela Anvisa ao Ministério da Saúde na segunda-feira (10) e levou diversos estados a suspenderem preventivamente o uso do imunizante em gestantes.

Em nota, a Anvisa reforça que o uso em grávidas não está previsto na bula da vacina, pelo imunizante não ter sido testado em mulheres gestantes. 

"O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina por gestantes sem orientação médica", diz o texto.

Regionais : Polícia Civil prende homem que planejava ataque a escola
Enviado por alexandre em 12/05/2021 09:09:04

Envolvimento de outras pessoas no plano também é investigada


SP: Polícia Civil prende homem que planejava ataque a escola (Imagem ilustrativa) Foto: Divulgação/SSP

Nesta segunda-feira (10), agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) prenderam um jovem de 19 anos que planejava invadir uma escola na Zona Sul de São Paulo. Durante a ação policial, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão em Americanópolis, e na residência do tio do rapaz, na região do Capão Redondo, onde ele foi encontrado.

A polícia apreendeu o celular do jovem. A participação de outras pessoas também está sendo investigada. As informações são do portal G1.

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O plano foi descoberto pelo setores de inteligência da 1ª Delegacia DCCiber (Fraudes Contra Instituições Financeiras), que acompanhou trocas de mensagens entre o rapaz e integrantes de um grupo de rede social.

Regionais : MP investiga empresa que presta serviço para a prefeitura de Mirante da Serra
Enviado por alexandre em 12/05/2021 01:00:42

Hospital municipal de Mirante da Serra

MP investiga empresa que presta serviço para a prefeitura de Mirante da Serra

O Ministério Público do Estado de Rondônia – MP/RO, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Ouro Preto do Oeste está investigando o contrato celebrado entre a prefeitura de Mirante da Serra e uma empresa que presta serviço de limpeza nas unidade de saúde do município mencionado. A promotora de Justiça Dra. Tereza de Freitas Maia é que conduz o inquérito civil público que tem como foco a defesa da probidade, prejuízo ao erário, ofensa aos princípios da administração pública, para apurar irregularidades no contrato de prestação de serviços de limpeza, conservação e higienização das unidades de saúde do município de Mirante da Serra.

Segundo ficou apurado o contrato de nº 764/2020 com valor de R$ 91.213,99 foi assinado na gestão do ex-prefeito Adinaldo Andrade. O contrato tem fortes indícios de irregularidades o que motivou a abertura o inquérito civil público por parte do MP que irá aprofundar as investigações e certamente o culpado ou os culpados irão responder o que preconiza a legislação vigente.

 

Fonte: Alexandre Araujo/www.ouropretooeste.com

Regionais : Comandante Geral da PMRO é chamado de incompetente por deputado na ALE/RO
Enviado por alexandre em 11/05/2021 21:40:00


Comandante Geral da PMRO é chamado de incompetente por deputado na ALE/RO – ASSISTA AO VÍDEO

O deputado estadual Laerte Gomes (PSDB) fez duras críticas ao Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de Rondônia, CEL PM Almeida, durante sessão na última terça-feira (4). A indignação do parlamentar com o comandante da PMRO é referente ao desrespeito do coronel, que não comparece à ALE/RO para tratar de assuntos de extrema importância, quando solicitado.

Conforme informou Laerte Gomes, foi feito convite ao Coronel Almeida para que ele fosse até a Assembleia Legislativa tratar sobre a situação dos produtores rurais da BR-429 que estão preocupados com ameaças de invasão em suas propriedades privadas por integrantes de bandos criminosos fortemente armados. Como resposta, Laerte foi informado que o comandante só cumpre agenda no Comando Geral, não sabendo informar se quem respondeu foi algum assessor ou o próprio comandante.

“Eu não sei se é o assessor que é prepotente e arrogante ou se é o próprio comandante. Eu estou achando que é o próprio comandante. Isso é uma falta de respeito. Todos os ex comandantes da Polícia Militar tinham o prazer de vir na Assembleia (Legislativa), até porque todas as matérias da Polícia Militar a Assembleia sempre respeitou e votou”, afirmou o deputado Laerte Gomes.

Laerte comentou ainda sobre a possível chegada de um projeto na ALE/RO, pois o Coronel Almeida deverá ir para a reserva remunerada, mas quer se manter no cargo de Comandante Geral da PMRO. “Com certeza a possibilidade de passar (o projeto) é zero”, pontuou o deputado.

O parlamentar pediu aos líderes do governo na ALE/RO que coloquem o comandante em seu devido lugar, para que ele respeite a Assembleia Legislativa e seus deputados. “Já é a terceira vez que ele age dessa forma, então nós vamos convocar, porque aí ele vai ter que vir aqui. Aí quando vem aqui, vem que nem uma mocinha, mansinho…” finalizou Laerte Gomes.

Fonte: ASSFAPOM


Associações emitem Nota solicitando do governo a necessidade de VALORIZAÇÃO dos militares estaduais

Associações emitem Nota solicitando do governo a necessidade de VALORIZAÇÃO dos militares estaduais

Carta explicativa

Fonte: ASSFAPOM


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