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Coluna Mulher : Aborto legal: falhas na rede de apoio penalizam meninas e mulheres
Enviado por alexandre em 18/06/2024 16:56:03

Pesquisadoras dizem por que algumas gestações chegam a 22 semanas

As desigualdades sociais no Brasil podem explicar a razão para que meninas e mulheres busquem apoio para o aborto legal também após 22 semanas de gestação, alertam pesquisadoras no tema. O Projeto de Lei 1904, em discussão no Congresso Nacional, equipara a interrupção da gravidez após esse período ao crime de homicídio.

 

A proposta gerou reações na sociedade. No ano passado, o Brasil registrou 74.930 estupros, o maior número da história. Desses, 56.820 foram estupros contra vulneráveis. Atualmente, gravidez decorrente de estupro é uma das situações que autoriza o aborto no país.

 

No Brasil, houve no ano passado um total de 2.687 casos de aborto legal, segundo informou o Ministério da Saúde. Desse número, 140 foram de meninas até 14 anos de idade - o número mais que duplicou em relação a 2018, quando foram registrados 60 procedimentos. Na faixa etária de 15 a 19 anos, foram 291 abortos. Há cinco anos, foram 199 procedimentos.

 

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A socióloga e pesquisadora Jacqueline Pitanguy explica que meninas na puberdade ou até antes desse período que são estupradas, muitas vezes violentadas por pessoas com quem convivem, como pais, padrastos ou familiares, nem imaginam que podem estar grávidas “Há muitas que não percebem que estão grávidas. Nem sabem o que é gravidez”, exemplifica a professora.

 

A pesquisadora, que é coordenadora na Ong Cepia (Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação), enfatiza que a legislação brasileira em vigor não estabelece prazo para interrupção da gravidez em caso de estupro e que, quanto mais cedo for feito um abortamento em vista da violência, melhor. Ela entende que a gestação avança no tempo em função das desigualdades sociais a que estão submetidas crianças, adolescentes e também mulheres adultas. “É um marcador de falha do sistema público de saúde em prover serviços de atenção à saúde que sejam acessíveis às mulheres na imensidão desse Brasil”.

 

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Segundo ela, é normal que exista demora para que pessoas próximas percebam uma mudança no corpo. “A barriguinha nessas meninas só aparece mais tarde. Elas não têm menstruação regular. Então, essas meninas são absolutamente vulneráveis ao fato de que a gravidez avance”, exemplifica.

 

VULNERABILIDADE


Outra pesquisadora, a enfermeira obstétrica Mariane Marçal enfatiza que há uma estimativa de que 20 mil meninas menores de 14 anos tenham engravidado, por ano, na última década, sendo que 74% delas são negras. “Gestações de menores de 14 anos são frutos de estupro. Há uma epidemia de gestação infantil. Acompanhamos muitas meninas que nem sabiam o que havia ocorrido. O risco de morrer em uma gestação tão precoce é cinco vezes maior em meninas de menos de 14 anos”, diz a enfermeira, que trabalha na coordenação de projetos da ONG Criola, que atua pelo direito de mulheres negras.

 

A pesquisadora exemplifica que fez um levantamento da mortalidade materna de mulheres negras na Baixada Fluminense com casos ocorridos entre 2005 e 2015. “Os casos de adolescentes são muito comuns”. Ela explica que, também nas comunidades, há julgamentos morais sobre as meninas. A enfermeira recorda o episódio em que acompanhou uma menina de 8 anos de idade estuprada, que nunca havia menstruado, e engravidou.

 

LONGE DO DIREITO


Além da infância, mulheres adultas também têm dificuldades em realizar aborto legal no Brasil. “Ela tem mais capacidade de perceber e começa a procurar um lugar para interromper a gestação, mas ela mora em um município que não tem serviço”, lamenta a socióloga Jacqueline Pitanguy. Ela explica que esses obstáculos ocorrem antes de 22 semanas de gestação, mas são vítimas de adiamentos no sistema de saúde e também em ordem judicial.

 

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“Em geral, uma mulher pobre, muitas vezes desprovida de meios até para esse deslocamento, no desespero de interromper aquela gestação e quando ela finalmente consegue chegar a um serviço, ela está com 23 semanas. Há uma falha no sentido de atender o direito à saúde e os direitos reprodutivos das mulheres ao não colocar serviços o suficiente”. Esses obstáculos costumam ser citados no sistema de saúde como “objeção de consciência”, de profissionais de saúde e agendamento de seguidas consultas sem uma decisão breve de profissionais, como exemplifica a pesquisadora Mariane Marçal.

 

A coordenadora do Grupo Curumim (PE), Paula Viana, lamenta que apenas 3,6% dos municípios no Brasil possuam o serviço de abortamento legal, o que aumenta a dificuldade de mulheres que moram longe dos grandes centros e também nas periferias. “A pessoa vai se dirigir a um serviço de atendimento à vítima de violência sexual e lá ela vai ser atendida. Se for o caso de interrupção da gravidez, ela vai ser informada sobre isso e os tipos de tratamento. Em geral, quando é mais precoce, o tratamento é muito seguro. É um tratamento que, por exemplo, no Uruguai, na Argentina, é feito em casa”, diz Paula, que também é enfermeira obstétrica.

 

ESTIGMAS


O reduzido número de municípios com serviços de abortamento tem como consequência a invisibilidade de crimes e da real situação de mulheres vítimas de violência. “Infelizmente, o estigma do aborto é tão grande no meio da sociedade que afasta as pessoas dos seus direitos. Muitas vezes as pessoas não sabem o direito que têm de interromper aquela gravidez que é totalmente indesejada. Nos casos de risco de morte ou nos casos de malformação, como a anencefalia, isso é tratado no âmbito da saúde”.

 

Segundo Paula Viana, o estigma é abastecido por proposições semelhantes ao PL 1904. “A gente monitora o Congresso e tem mais de 40 proposições muito parecidas com essa. O estigma faz com que as pessoas tenham medo. A pessoa fica grávida de um estupro e, mesmo assim, acha que está errada”.

 

ABORTO LEGAL


A legislação em vigor no Brasil prevê que a mulher tem direito ao aborto nos casos de gravidez decorrente de estupro, se a gestação representar risco de vida à mulher e se for caso de anencefalia fetal (esta situação, desde 2012). “Nós temos mulheres que engravidaram, que buscaram ajuda após estupro. Até o diagnóstico e a busca dessa ajuda, com certeza, o tempo vai ser maior que 22 semanas”, diz a médica Albertina Duarte, coordenadora do Programa Saúde do Adolescente do Estado de São Paulo e chefe do Ambulatório de Atendimento de ginecologia da Adolescência do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

 

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Fotos: Reprodução

 

“Se a mulher for estuprada, pode procurar imediatamente o serviço de saúde. Não necessita de boletim de ocorrência. A palavra da mulher é fundamental. O serviço especializado já tem protocolos”, afirmou.

 

PROTEÇÃO


A psicóloga Marina Poniwas, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), acrescenta que, além de não necessitar de boletim de ocorrência, a própria equipe de saúde deve preencher os documentos necessários. “O Sistema de Saúde deve atender, acolher e orientar a vítima e realizar o procedimento de forma protetiva e segura, nos casos previstos em lei”.

 

Ela reitera que o aborto legal deve ser garantido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “O problema que enfrentamos é a desinformação de profissionais de saúde e também a atuação baseada em crenças ideológicas que promovem uma segunda violência às meninas e mulheres que buscam o serviço”.

 

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Ela avalia que uma confusão parece ocorrer pelo termo utilizado como sendo aborto legal, sendo que o abortamento, por definição, é a interrupção da gravidez até a 20ª e 22ª semana de gestação. “Ocorre que a lei não fixou limite de idade gestacional para a interrupção de gestação, de modo que é permitida a interrupção também a partir da 22ª semana. Laudo médico e exames só serão necessários em casos de gestação de risco e de gestação de anencéfalo”, afirma Marina Poniwas. 

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Coluna Mulher : Adeus grisalho: Receita caseira com 3 ingredientes faz cabelo crescer e elimina fios brancos
Enviado por alexandre em 17/06/2024 11:28:24

Os cabelos brancos tendem aparecer depois dos 30 anos e podem ser o incômodo na vida de muitas mulheres. Há aquelas que não tem problema contra o aparecimento dos fios brancos e até assumem.

Os fios brancos costumam aparecer depois dos 30 anos e podem ser o incômodo na vida de muitas mulheres. Há aquelas que não tem problema com o cabelo grisalho, enquanto outras gostam mais da cor escura das madeixas.

 

Por conta disso, algumas mulheres usam tintas que, com o passar do tempo, podem se mostrar danosas ao fios. Para te ajudar a se livrar de tratamentos com química, o TV Foco selecionou uma receita caseira que cobre os fios brancos e faz o cabelo crescer. As informações são do site Informe Brasil.

 

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INGREDIENTES


Meia cebola
Uma colher de café
Um dente de alhoCorte a cebola em pedaços pequenos junto com o alho. Em seguida, coloque os dois ingredientes no liquidificador para obter um líquido. Passe esse líquido por uma peneira e misture o restante com o café.

 

Cabelo branco / Cabelo castanho - Montagem TVFOCO

Foto: Repodução

 

Posteriormente, despeje a mistura no shampoo e mexa bem.Lave o cabelo a cada três dias com este shampoo para estimular o crescimento até 7 centímetros e escurecer os cabelos grisalhos.
Massageie suavemente o couro cabeludo para estimular o crescimento.
Deixe agir por 30 minutos.

 

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Em seguida, enxágue com água e aplique o condicionador.Por conta de um ou outro componente prejudicial à saúde, como metais pesados e substâncias alergênicas, as tintas de cabelo vão fazer mal. Mas, o conselho é escolher as menos prejudiciais, conforme informações do site Vida Simples.

 

Fonte: Alto Astral

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Coluna Mulher : Comissão aprova projeto que inclui mulher com deficiência no rol exemplificativo da Lei Maria da Penha
Enviado por alexandre em 15/06/2024 15:12:41

Atualmente, a legislação lista possíveis fatores diferenciadores entre as mulheres

 A Comissão de Defesa das Pessoas com Deficiência aprovou o Projeto de Lei 4343/20, que inclui a mulher com deficiência no rol exemplificativo constante da Lei Maria da Penha. A proposta é de autoria do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e da ex-deputada Tereza Nelma.

 

Atualmente, a legislação lista possíveis fatores diferenciadores entre as mulheres, para que não haja dúvidas de que todas devem gozar de direitos humanos fundamentais. Pelo texto vigente, toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, deve ter asseguradas as oportunidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.

 

A relatora, deputada Rosangela Moro (União-SP), afirmou que a Lei Maria da Penha tem ensinado as mulheres a se protegerem e se defenderem judicialmente diante da violência e, ao mesmo tempo, afirmarem sua voz e sua dignidade diante da sociedade.

 

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“Como, muitas vezes, essas mulheres desconhecem os seus direitos fundamentais, precisamos ampliar as formas de divulgação das regras em vigor, que as protegem de todo o tipo de arbitrariedade e violência praticada, na maioria das vezes, pelos homens”, defendeu.

 

PRÓXIMOS PASSOS

 

Foto: Reprodução/Internet

 

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O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Coluna Mulher : Botox natural com arroz estimula o colágeno em peles maduras; aprenda
Enviado por alexandre em 12/06/2024 16:18:12

Esta receita de botox natural com arroz estimula a produção de colágeno, além de ajudar a amenizar as rugas e manchas da pele

Nos últimos anos, o botox tornou-se o queridinho das mulheres. O procedimento é utilizado para tratar doenças e até reduzir rugas e linhas de expressões.

 

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INGREDIENTES

 

1 xícara de água
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
2 colheres de sopa de farinha de arroz

 

A?gua de arroz e gra?os (Foto: Reprodução / Freepik)

 

COMO FAZER

 

Ferva uma xícara de água em uma panela;
Em seguida, adicione 2 colheres de sopa de sementes de linhaça e 2 colheres de sopa de farinha de arroz;
Cozinhe em fogo baixo até a mistura se transformar em um creme espesso;
Por fim, deixe o creme esfriar.

 

Mulher com e sem rugas, e relo?gio (Fotos: Reproduções / Freepik)

Fotos: Reprodução

 

HORA DE USAR

 

Coloque a misturinha caseira no rosto e deixe agir por 25 minutos;
Enxágue com água morna.
De acordo com o portal, a misturinha com arroz pode ajudar na produção de colágeno e combater as rugas e manchas na pele.

 

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Mas, lembre-se, o ideal é utilizar a receitinha nas mãos antes de colocá-la no rosto para ter certeza de que não possuí nenhuma alergia.Além disso, o botox caseiro é apenas uma dica que poderá ajudar a acabar com as imperfeições. Para efeitos mais intensos, o ideal é consultar uma especialista. 

 

Fonte: Tv Foco

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Coluna Mulher : Hipertrofia feminina: os melhores alimentos para ganhar massa muscular
Enviado por alexandre em 11/06/2024 10:22:07

Saiba como usar a alimentação a favor dos seus objetivos para construir um físico atlético

Não importa se é homem ou mulher: o ganho de massa muscular é essencial para a saúde e condição física. Porém, o caminho não é igual para todas as pessoas, e é importante escolher os alimentos certos para ajudar no processo de hipertrofia.

 

“Para ganhar massa muscular, as mulheres devem consumir proteína de forma adequada e levar em consideração não apenas a quantidade, mas também a distribuição ao longo das refeições”, explica a nutricionista Serena del Favero, do Hospital Albert Einstein.

 

Também existem diferenças na composição do cardápio para quem está no início da vida adulta, adolescente, adulta e idosa. As principais influências são o crescimento, exercício físico, metabolismo e mudanças hormonais.“Por exemplo: se comparadas às adultas e idosas, as adolescentes têm uma necessidade energética maior devido ao rápido crescimento e desenvolvimento. Nas mulheres adultas, a ênfase é na manutenção da saúde em geral e as necessidades podem variar dependendo do estilo de vida.

 

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A preocupação maior nas idosas é com a saúde óssea, manutenção da massa muscular e prevenção de doenças crônicas”, detalha Serena.“Com o objetivo de ganho de massa muscular, o foco deve ser maior na inclusão do que na exclusão, mas sempre bom evitar alimentos processados e ricos em açúcares adicionado, bebidas açucaradas e refrigerantes, gorduras saturas e trans e o excesso de bebidas alcoólicas”, orientou.

 

Musculação e hipertrofia: aumento da massa com exercícios - Lion Fitness

Foto: Reprodução

 

O surgimento dos resultados vai de acordo com a condição de uma pessoa, como a genética, intensidade do treinamento, dieta, idade e nível de condicionamento físico inicial.“Estabelecer expectativas realistas é fundamental. O ganho de massa muscular ocorre em um ritmo mais lento do que a perda de gordura. Por isso, definir metas alcançáveis e mensuráveis ajuda a manter a motivação”, finalizou Serena del Favero.

 

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Treino bem elaborado, tempo de descanso e hidratação são “itens” indispensáveis para esse objetivo. “É necessário fazer exercícios físicos, principalmente musculação, regularmente e seguir uma dieta rica em proteínas e carboidratos”, aconselhou em contato com o Sport Life a nutricionista Jéssica Rodrigues.“A massa magra compõe as partes do corpo humano que não são formadas por gordura, como músculos, ossos e órgãos. Ela deixa o corpo mais definido e ainda ajuda a prevenir várias doenças, a fortalecer os ossos e a acelerar o metabolismo”, termina Jéssica.

 

Fonte: Sport Life

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