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Coluna Meio Ambiente : ANSA/ Timmermans: Vamos ajudar Lula a salvar a Amazônia
Enviado por alexandre em 01/02/2023 00:26:08

"Creio que a União Europeia deve construir uma aliança com o presidente Lula para salvar a Amazônia e interromper o desmatamento". O vice-presidente da Comissão Europeia, o socialista holandês Frans Timmermans, comissário de Ação Climática do bloco, em entrevista à ANSA ao término de sua viagem pelo Brasil, Colômbia e México, alertou.

 

"Se continuarmos nesse ritmo, chegará o momento - não muito distante - em que a Amazônia começará a se transformar em uma savana. Precisamos fazer de tudo para evitá-lo e colaborar, de modo mais intenso, com os países interessados: está em jogo o pulmão do planeta".

 

"Depois dos anos do governo Bolsonaro a situação é extremamente complicada" na Amazônia, "mas o empenho do presidente Lula para colocar fim a destruição da floresta e oferecer oportunidade melhor às pessoas" que vivem e trabalham "tem uma importância política enorme", acrescentou Timmermans.

 

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"Penso que Lula merece todo o nosso apoio neste esforço e uma cooperação mais estreita", reforça. Em particular, o vice-presidente da Comissão Europeia apoia plenamente a iniciativa do líder brasileiro de unir forças com as outras nações que abrigam sua floresta tropical (Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname) em uma Conferência sobre a Amazônia, que provavelmente será realizada no início de maio.

 

"A UE deve se empenhar com os países latino-americanos sobre o desmatamento e para salvaguardar a biodiversidade", afirmou.

 

Nestes 10 dias de viagem pelo Brasil, Colômbia e México, pude ver uma incrível riqueza natural, mas também toda a sua vulnerabilidade. Protegê-la é uma responsabilidade global. As crises da biodiversidade e das mudanças climáticas são profundamente ligadas e, se há um lugar onde isso se vê com clareza, é aqui mesmo", declarou, exortando: "Este é o momento de aproximar a UE e a América Latina".

 

Por outro lado, ambas as regiões "enfrentam exatamente os mesmos desafios, e a transição verde acontecerá quer seja organizada ou não. É nosso dever que ninguém seja deixado para trás. E os governos dos três países que visitei têm no coração políticas contra a pobreza, para garantir que todos encontrem um lugar melhor na sociedade. Na Europa se chama 'transição justa'. Pode ser chamado de outras formas, mas o ponto não muda".

 

Timmermans também analisa a possibilidade de colaborações em energia limpa, do hidrogênio verde à energia eólica, solar, com investimentos e know-how europeu, por meio de um "mais intenso e concreto" com os governos latino-americanos. Mas as políticas de combate ao desmatamento na América do Sul também andam de mãos dadas com a possibilidade de destravar o acordo comercial UE-Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai), paralisado por quatro anos, depois de 20 de negociações.


"Espero muito que aqueles que ainda têm dúvidas na Europa percebam que há um compromisso sincero de nossos parceiros na Amazônia, e que isso tire as últimas hesitações. Precisamos desse entendimento o quanto antes. Devemos criar as bases para um acordo comercial que não seja de livre comércio, mas justo e sustentável".

 

 

Por este motivo, Timmermans é a favor também da ideia de enriquecer o tratado UE-Mercosul com um documento. "Que trata-se de um adendo ou de um protocolo, é bom que o compromisso "sobre o meio ambiente" seja codificado. Isso ajudará a remover os temores persistentes do lado europeu de que o acordo possa aumentar o desmatamento. Não é assim. A intenção é combater. E por esta razão espero um pleno apoio." .

 

Fonte: Terra

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Coluna Meio Ambiente : Iceberg gigante do tamanho da cidade de São Paulo se desprende da Antártica
Enviado por alexandre em 26/01/2023 10:02:55

Apesar de a região estar ameaçada pelo aquecimento global, o desprendimento não está relacionada à mudança climática

Um iceberg com tamanho equivalente à área da cidade de São Paulo se desprendeu no domingo de uma plataforma de gelo próxima a uma estação científica do Reino Unido na Antártica, anunciou um grupo de cientistas na segunda-feira (23).

 

Apesar de a região estar ameaçada pelo aquecimento global, o desprendimento não está relacionada à mudança climática, afirma o British Antarctic Survey (BAS), um órgão que estuda as regiões polares.

 

O bloco de gelo, de 1.550 km² (a cidade de SP tem cerca de 1.520 km²), se desprendeu da camada flutuante entre 16h e 17h de domingo, no horário de Brasília, depois que a maré forte na região aumentou a fenda que já existia na plataforma de gelo, informou o BAS.

 

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Há dois anos, outro iceberg de tamanho similar já havia se desprendido nessa mesma região, batizada de plataforma de gelo Brunt, onde está localizada a base científica britânica Halley VI.

 

As grandes fissuras nas plataformas de gelo vêm aumentando na última década, segundo os glaciologistas.

 

Em 2016, o BAS decidiu mover a base Halley VI para outro lugar, a cerca de 20 quilômetros de distância, por temer que a estação ficasse à deriva sobre um iceberg.

 

"Este desprendimento era esperado e é parte do comportamento natural da plataforma de gelo Brunt. Não está vinculado à mudança climática", explicou o glaciologista Dominic Hodgson, citado em uma nota.

 

O continente, no entanto, sofre as consequências do aquecimento global. No ano passado, foram registradas temperaturas recorde na região.

 

Em fevereiro de 2022, a extensão de gelo nessa parte alcançou o mínimo já registrado em 44 anos de observações de satélite, indicou recentemente o relatório anual do programa europeu sobre mudança climática Copernicus.

 

Uma visão aérea do iceberg do tamanho da cidade de SP que desprendeu na Antártica. — Foto: European Union/Copernicus Sentinel-2 Imagery/Processed by DG DEFIS/Handout via REUTERS

Foto: Reprodução

 


Em 2021, o derretimento de um iceberg, 4.000 km ao norte do lugar de onde se desprendeu, em 2017, liberou mais de 150 bilhões de toneladas de água doce misturada com nutrientes, o que preocupou os cientistas por seu impacto em um ecossistema frágil.

 

Fonte: G1

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Coluna Meio Ambiente : Estudo revela plantas e frutos com capacidade de acelerar o crescimento dos filhotes de quelônios
Enviado por alexandre em 20/01/2023 00:32:31


Projetos inovadores tem ganhado destaque com o desenvolvimento de estratégias de sustentabilidade, especialmente em comunidades de reservas extrativistas na Amazônia. Uma das pesquisas mais recentes colaborou com o desenvolvimento de uma metodologia capaz de melhorar o manejo alimentar de filhotes e juvenis de quelônios.

A pesquisa contou com apoio de cerca de 400 comunitários, entre eles ribeirinhos, agroextrativistas e seringueiros que se dedicaram a aprender técnicas para melhorar a alimentação dos filhotes de tartarugas e tracajás. O estudo foi realizado em comunidades do interior do Amazonas e o resultado mostra plantas, frutos e sementes que foram encontradas e testadas para agregar nessa alimentação com seus valores nutricionais.

Portal Amazônia conversou com o coordenador do projeto, Paulo César Machado Andrade, doutor e pesquisador da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), que explicou mais sobre a metodologia, principais resultados e a importância das unidades de conservação comunitária.
Foto: Paulo César/Acervo pessoal

A pesquisa compõe o projeto 'Pé-de-pincha', idealizado como forma de incentivo a conservação comunitária das populações de quelônios em municípios do Amazonas, as primeiras unidades demonstrativas ficam localizadas em Carauari e Barreirinha. Além da UFAM, desde 2018 o projeto conta com o incentivo da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapeam) e colaboração do Instituto Federal do Amazonas (IFAM).

Com o desenvolvimento sustentável e a utilização de recursos naturais como as plantas, sementes e frutos, o estudo revelou quais são ricos em nutrientes com capacidade de estimular o crescimento dos filhotes e juvenis de tartarugas e tracajás. Os estudos existentes, até então, mostravam apenas a composição de itens alimentares na alimentação dos adultos.

"A escolha dos filhotes foi impulsionada devido a maioria dos estudos sobre itens alimentares que as tartarugas e tracajás consomem na natureza ter sido feita com animais adultos, existindo muitas dúvidas sobre a questão alimentar do filhote na natureza. Nosso trabalho ficou dividido entre identificar o que os filhotes e juvenis comiam na natureza e tentar montar uma dieta para ser utilizada nos filhotes em cativeiro, criados pela comunidade. A ideia era ter uma alimentação local mais próxima de itens e valores nutricionais da dieta da natureza e que também fosse uma ração com valor mais acessível", destacou Paulo César.

Além de beneficiar filhotes de 2 anos de idade e juvenis entre 3 e 4 anos, o estudo também barateia o custo com alimentação, devido a utilização de recursos naturais. Com a coleta de sementes e extração de óleo, é gerado um resíduo, formando uma "torta residual", e assim são formados produtos altamente proteicos.

"A ideia é ter uma alimentação, dieta a base de ração artesanal que faça eles crescerem mais rápido e em menos tempo, sendo uma ideia para que o animal tenha uma capacidade produtiva maior e com isso baratear o custo de produção desse animal. Com a redução do custo com ração, é gerada uma maior expectativa de renda para as comunidades, e assim também incentivar que elas continuem protegendo a natureza. A criação comunitária serve como uma estratégia de conservação muito importante para esses animais, que vai permitir com que as comunidades continuem fazendo esse trabalho de proteção, gerando renda e garantindo com que essa espécie sobreviva por mais tempo",

esclareceu o pesquisador.

Metodologia da pesquisa

A primeira etapa do estudo contou com a identificação dos frutos, sementes, flores e folhas, além da participação de comunitários que auxiliaram na coleta das amostras desses frutos e, a partir disso, identificação das suas propriedades científicas e valores nutricionais.

"A segunda fase foi a captura desses quelônios, tracajás e tartarugas para ver o que eles comiam, utilizamos uma técnica com uma sonda, no qual os animais vomitavam e analisamos o conteúdo que eles tinham no estômago. Nós identificamos assim, a porcentagem proteica de origem vegetal e animal. O etnoconhecimento local também contribui com a evolução da ciência. Através das informações disponibilizadas pelos comunitários, pudemos avançar na pesquisa", explicou Paulo.

A última etapa foi a avaliação das respostas dos filhotes dentro das criações comunitárias, analisando como o fornecimento desses alimentos afetaria o crescimento desses filhotes. Para isso, foi necessário coletar biometria e realizar pesagem mensal dos filhotes durante seis meses para acompanhar o crescimento de cada um.

"Para o teste usamos comparação entre os animais que se alimentavam com a ração artesanal e a comercial, dividindo os animais em lotes, e assim analisamos a diferença de crescimento entre eles. Além do experimento em campo nas comunidades, realizamos um experimento de controle no laboratório da UFAM para acompanhar o desempenho desses animais", informou. 

Quelônios no Amazonas

No Amazonas, dentre os organismos aquáticos mais criados comercialmente, os quelônios assumem o quarto lugar, ficando atrás apenas do Tambaqui, Matrinxã e Pirarucu. Tradicionalmente, os quelônios (tartarugas e tracajás) são utilizados como uma iguaria culinária, tradição que surgiu a partir da chegada dos portugueses, que foram os primeiros a explorar comercialmente este recurso.

"No processo de exploração, eram retirados os ovos para a fabricação de óleo, esse óleo também era utilizado para a iluminação pública nos lampiões de Manaus e Belém. O consumo permaneceu por muito tempo. Assim, algo que ameaçava a preservação dessa espécie era a exploração e saqueamento das praias onde essas tartarugas costumam se reproduzir", revelou o pesquisador Paulo.

Com o passar dos anos, em 1967 foi instaurada a lei de proteção à fauna, que passou a proibir a comercialização de animais silvestres, dentre os animais estão as tartarugas, tracajás e quelônios. A lei também estabeleceu a possibilidade da criação desses animais de forma legal. Por meio de registro em órgão ambiental, são permitidos criadouros para a comercialização de quelônios. 

O artigo 'O conhecimento ribeirinho que vêm do Igapó: Plantas consumidas por quelônios, no rio Andirá, Amazonas', da Universidade Federal do Pará (UFPA), desenvolvido pelo pesquisador Paulo Cesar Machado Andrade em parceria com Paulo Henrique Guimarães de Oliveira, José Ferreira da Silva, Joari Costa de Arruda e Aldeniza Cardoso Lima, aprofunda o tema. Confira:

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Coluna Meio Ambiente : Desmatamento do Cerrado cresce 20% em 2022, aponta Ipam
Enviado por alexandre em 19/01/2023 00:25:55

Levantamento mostra que área desmatada supera o tamanho do Distrito Federal; Maranhão fo o líder em área desmatada no ano passado

O desmatamento no Cerrado cresceu 20% em 2022 em comparação com o ano anterior, informam os dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

 

As informações derivam de um levantamento do Sistema de Alerta de Desmatamento do Cerrado ( SAD Cerrado ), uma ferramenta desenvolvida pelo Ipam em parceria com rede MapBiomas, LAPG e Universidade Federal de Goiás (UFG).

 

De acordo com a pesquisa do SAD Cerrado, foram desmatados 815.532 em 2022 – uma área maior que a do Distrito Federal. Em 2021, foram cerca de 680 mil hectares desmatados.

 

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Em dezembro, o último mês da gestão Jair Bolsonaro (PL), o ritmo do desmatamento acelerou e a prática teve uma alta de 89% em relação ao mesmo mês de 2021.

 

Foram 83.998 hectares devastados em dezembro de 2022, contra 44.486 hectares no mesmo mês em 2021.

 

A ferramenta constatou que as áreas de savanas foram as mais afetadas, concentrando 65% da área desmatada no período.

 

No ranking dos estados que mais desmatam, o Maranhão ocupa o primeiro lugar. Só em Balsas (MA) foram mais de 24 mil hectares desmatados, contra 14 mil no ano anterior, alta de quase 60%.

 

 

Em 2022, cerca de 80% da área desmatada foi identificada em propriedades privadas, seguida de vazio fundiário (13,5%), assentamentos (4,5%) e áreas protegidas (3,6%).

 

Fonte: IG

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Coluna Meio Ambiente : Pesquisa apoiada pelo Governo do Amazonas capacita sobre manejo alimentar de quelônios
Enviado por alexandre em 12/01/2023 09:22:07

Aproximadamente 400 comunitários, entre ribeirinhos, agroextrativistas, seringueiros, além de professores e alunos de comunidades de reservas extrativista e de desenvolvimento sustentável fizeram parte da pesquisa: “Alimentação de filhotes e juvenis de tartarugas e tracajás na natureza e em sistemas de criação comunitários no Amazonas”, a qual contou com o apoio do Governo do Estado, por meio do Programa Universal Amazonas, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

 

O número estimado de comunitários que podem ser beneficiados direta ou indiretamente pelos resultados do estudo pode chegar a 32 mil ribeirinhos, conforme dados do coordenador do projeto, Paulo César Machado Andrade, pesquisador da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

 

O estudo buscou avaliar a alimentação de filhotes e juvenis de tartarugas na natureza e em sistemas de criação comunitária nos municípios de Barreirinha e Carauari (a 331 e 788 quilômetros da capital, respectivamente).

 

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A pesquisa, especificamente, foi realizada em sete comunidades: nas criações comunitárias da RDS Uacari e Reserva Extrativista Médio Juruá, em Carauari, nas comunidades do Manarian, São Raimundo, Vila Ramalho, Xibauazinho e Nova União. Também em comunidades de Barreirinha, no rio Andirá, na Granja e no Piraí. Outra parte ocorreu no Laboratório de Animais Silvestres, da Ufam, em Manaus, como informou o coordenador.

 

“O principal impacto social foi a capacitação dos comunitários que acompanharam os ensaios em unidades experimentais. Os ribeirinhos aprenderam sobre o manejo alimentar adequado dos filhotes em cativeiro, sobre quais frutos, sementes e folhas que são alimentos destes quelônios na natureza e, com esses ingredientes, aprenderam os procedimentos para a fabricação de ração artesanal, o que ajudará a baratear os custos de produção nessa atividade”, acrescentou o pesquisador.

 

De acordo com os resultados da pesquisa, o impacto científico mais importante é a definição de uma lista de plantas, frutos, sementes e outros itens alimentares das dietas de juvenis de tartarugas e tracajás na natureza. Os estudos existentes, até então, mostravam apenas a composição de itens alimentares na dieta dos adultos.

 

“Nós identificamos o que eles comiam na natureza e passamos a usar alguns destes ingredientes na alimentação em cativeiro, substituindo as rações comerciais”, observou Paulo César.

 

Com a pesquisa, também foi possível obter a redução dos custos com a alimentação dos filhotes nas criações comunitárias, além do potencial de geração de renda quando ocorrerem as futuras vendas dos animais criados.

 

“O apoio da Fapeam foi fundamental para que essa pesquisa pudesse ser realizada nas comunidades do interior, graças aos recursos para o apoio logístico e o transporte, para que nossos acadêmicos, técnicos e pesquisadores pudessem chegar até aquelas distantes localidades e implementar os experimentos. A Fapeam tem nos apoiado muito no desenvolvimento da linha de pesquisa de criação e manejo de quelônios, principalmente em comunidades ribeirinhas do interior do Amazonas”, concluiu.

 

METODOLOGIA

 

Foto: Reprodução

 

Segundo o coordenador, uma das metodologias da pesquisa foi a avaliação do crescimento dos filhotes de tartarugas e tracajás nas criações comunitárias, de acordo com a alimentação fornecida. Outro método foi a marcação, a biometria e o monitoramento do crescimento dos filhotes nas criações comunitárias. Em Carauari e Barreirinha foram acompanhados 4.648 filhotes de tartaruga e 1.938 de tracajá.

 

 

MAIS APOIO

 

Além da Fapeam, a pesquisa teve o apoio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), da Associação dos Moradores Agroextrativistas da RDS Uacari (Amaru) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Maués.

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