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Coluna Internacional : Na Indonésia, Governo do Amazonas apresenta modelo pioneiro de projetos de REDD+ em Unidades de Conservação
Enviado por alexandre em 24/05/2024 00:37:14

Agenda de intercâmbio a convite do Banco Mundial visa compartilhar experiências de valorização das florestas tropicais

 O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), está participando, a convite do Banco Mundial, de um fórum para apresentar as propostas de REDD+ (sigla para Redução de Emissões provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal), anunciadas pelo governador Wilson Lima em 2024. A agenda em Bali, na Indonésia, ocorre entre quinta-feira (23/05) e quarta-feira (29/05).

 

O evento propõe um intercâmbio de conhecimentos e experiências de projetos exitosos para a valorização da economia de florestas tropicais. O secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Taveira, visa mostrar o pioneirismo da proposta mercadológica de carbono no Amazonas, que pode gerar mais de R$ 8 bilhões em créditos de carbono.

 

“A gente veio compartilhar essa experiência com outros países e regiões parecidas com a nossa como uma experiência exitosa, mostrando que é possível ter economia, floresta em pé e atividades que possam remunerar e mudar a vida das pessoas que são as verdadeiras guardiãs da floresta”, explicou.

 

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O Amazonas é o primeiro estado brasileiro a trabalhar com um sistema misto de REDD+, sendo um focado na comercialização de créditos históricos (809,6 milhões de toneladas de carbono) resultantes de redução do desmatamento de anos anteriores, e outro com propostas de novos projetos em áreas de Conservação, gerando novos créditos. Este último é único no mundo.

 

“As primeiras propostas de REDD+ em Unidades de Conservação foram anunciadas em março e abril deste ano, a partir de um edital. Sete instituições e 21 propostas já foram aprovadas, e já vão começar a rodar nas nossas UCs, o que é muito proveitoso para a valorização da Amazônia no cenário global do mercado de carbono”, frisou.

 

INTERCÂMBIO DE CONHECIMENTO SUL-SUL

 

Foto: Divulgação/Sema

 

Como primeira agenda, o secretário participou de uma mesa redonda sobre Florestas Tropicais para Ações Climáticas, seguido da Cerimônia de Abertura do Intercâmbio de Conhecimento Sul-Sul, com representantes dos governos do Brasil, Indonésia e República Democrática do Congo.

 

Para Eduardo Taveira, a expectativa também é aprender com as experiências bem-sucedidas dos países participantes do intercâmbio, mas, prioritariamente, é necessário fortalecer a agenda ambiental Sul-Sul e trazê-la ao ponto focal das discussões.

 

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“Nós sabemos que a emergência ambiental afeta todos os países, mas nossas prioridades são diferentes dos países do Norte Global. Nós precisamos urgentemente mudar o centro do debate sobre meio ambiente do Norte para o Sul Global”, declarou.

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Coluna Internacional : Pentágono afirma que Rússia lançou arma espacial capaz de destruir satélites
Enviado por alexandre em 23/05/2024 00:38:39

Segundo o governo americano, equipamento russo foi colocado na “mesma órbita” que um satélite do governo dos EUA – e provavelmente já está rastreando o dispositivo espacial

 O Pentágono divulgou um alerta de que Vladimir Putin lançou um sistema de armas no espaço, capaz de destruir outros satélites. Segundo o governo americano, o equipamento russo foi colocado na “mesma órbita” que um satélite do governo dos EUA – e provavelmente já está rastreando o dispositivo espacial.

 

O objeto espacial russo que se acredita ser o Cosmos-2576 foi lançado em 16 de maio em um foguete transportador Soyuz-2.1b do Cosmódromo de Plesetsk, na Rússia, cerca de 797 quilômetros ao norte de Moscou. Está agora na mesma órbita do satélite espião americano USA 314, operado pelo National Reconnaissance Office dos EUA. Uma fonte russa não oficial afirmou que o lançamento continha um “dispositivo militar secreto”.

 

Embora tenha sido anteriormente relatado como um satélite espacial russo, os EUA alertaram agora que poderia ser uma arma antiespacial capaz de atacar outras tecnologias semelhantes.

 

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O porta-voz do Pentágono, Brig Gen Pat Ryder, fez um pronunciamento em uma coletiva de imprensa ontem: “A Rússia lançou um satélite na órbita baixa da Terra que avaliamos ser provavelmente uma arma contra-espacial. Ele foi implantado na mesma órbita de um satélite do governo dos EUA e as avaliações indicam ainda características semelhantes às cargas úteis de contra-espaço implantadas anteriormente de 2019 e 2022. Continuaremos a monitorar a situação... temos a responsabilidade de estar prontos para proteger e defender o domínio espacial e garantir apoio contínuo e ininterrupto à força conjunta e combinada."

 

A agência espacial estatal russa Roskosmos disse que o lançamento era “no interesse do Ministério da Defesa da Federação Russa”.

 

Uma autoridade dos EUA disse à CNN que os EUA esperavam o lançamento há várias semanas. Foi monitorado de perto pelo Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte, bem como pelo Comando Norte dos EUA.

 

Na terça-feira, Moscou acusou os Estados Unidos de quererem lançar armas no espaço depois que Washington vetou uma proposta russa sobre a não-proliferação às Nações Unidas. Nos últimos meses, as duas superpotências acusaram-se mutuamente de querer lançar armas no espaço. Neste contexto, Washington e Moscou apresentaram diferentes propostas de não-proliferação às Nações Unidas. A Rússia vetou a iniciativa americana em abril, enquanto a proposta de Moscou foi bloqueada pelos EUA, Reino Unido e França na segunda-feira.

 

Os EUA têm procurado cada vez mais dissuadir a Rússia de desenvolver uma capacidade de ataque nuclear espacial - temendo que isso pudesse desencadear uma enorme onda de energia que paralisasse os satélites comerciais e governamentais utilizados para celulares e para a Internet. Tal arma nuclear russa ainda não está em órbita, pelo que se sabe.

 

Os chefes de inteligência dos EUA, no entanto, alertaram em fevereiro que a Rússia planeja lançar armas nucleares no espaço que destruiriam satélites, numa ameaça “grave” à segurança mundial.

 

Especialistas militares alertaram que Putin tomaria a decisão de lançar armas se sentisse que seu poder estava ameaçado pela Ucrânia e pelo Ocidente.

 

Juliana Suess, analista de pesquisa do Royal United Services Institute (RUSI), disse ao jornal "The Sun" que seria “errado” pensar que Putin não “sacrificaria tudo” ao disparar armas nucleares para o espaço.

 

Para David Jordan, codiretor do Freeman Air & Space Institute do King's College London, Putin poderia ter a desastrosa reação instintiva de lançar armas nucleares no espaço se sentisse que a guerra na Ucrânia iria terminar com a sua remoção do poder.

 

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Já Putin – juntamente com o ex-ministro da Defesa, Sergei Shoigu – disse que Moscou “sempre foi categoricamente contra a guerra espacial e agora é contra a implantação de armas nucleares no espaço”.

 

Fonte: Extra

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Coluna Internacional : Europa cria referência global, com legislação para regulamentar IA
Enviado por alexandre em 21/05/2024 16:19:49

Regras para conter fake news e desinformação entram em vigor em junho

Regras históricas da Europa sobre inteligência artificial (IA) entrarão em vigor no próximo mês, depois que os países da União Europeia aprovaram nesta terça-feira (21) um acordo político alcançado em dezembro, estabelecendo uma referência mundial sobre essa tecnologia.

 

A Lei de IA da União Europeia é mais abrangente do que a abordagem voluntária dos Estados Unidos, enquanto a China tem como objetivo manter a estabilidade social e o controle estatal.

 

A votação dos países da UE ocorreu dois meses depois que os parlamentares europeus aprovaram a legislação sobre o tema, elaborada pela Comissão Europeia em 2021, após uma série de alterações importantes.

 

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As preocupações com a interferência da inteligência artificial para a desinformação, notícias falsas e cooptação de material protegido por direitos autorais se intensificaram globalmente, nos últimos meses, em meio à crescente popularidade de sistemas de IA generativa como o ChatGPT, da OpenAI, e o chatbot Gemini, do Google.

 

"Essa lei histórica, a primeira desse tipo no mundo, aborda um desafio tecnológico global que também cria oportunidades para nossas sociedades e economias", disse o ministro belga da digitalização, Mathieu Michel, em comunicado.

 

"Com a Lei de IA, a Europa enfatiza a importância da confiança, da transparência e da responsabilidade ao lidar com novas tecnologias e, ao mesmo tempo, garante que essa tecnologia em rápida mudança possa florescer e impulsionar a inovação europeia", disse ele.

 

TRANSPARÊNCIA

 

A Lei de IA impõe obrigações rigorosas de transparência aos sistemas de IA de alto risco, enquanto as regras sobre modelos de IA de uso geral serão mais leves.

 

A legislação restringe o uso de vigilância biométrica em tempo real em espaços públicos pelos governos a casos que envolvem determinados crimes, prevenção de ataques terroristas e buscas de pessoas suspeitas de crimes mais graves.A nova legislação terá um impacto além do bloco de 27 países, disse Patrick van Eecke, do escritório de advocacia Cooley.

 

"A lei terá alcance global. As empresas fora da UE que usam dados de clientes da UE em suas plataformas de IA precisarão estar em conformidade. Outros países e regiões provavelmente usarão a Lei de IA como modelo, assim como fizeram com o GDPR", disse ele, referindo-se às regras de privacidade digital da UE.

 

PRAZOS

 

Embora a nova legislação seja aplicável em 2026, as proibições do uso de inteligência artificial em pontuação social, policiamento e coleta não direcionada de imagens faciais da Internet ou filmagens de câmeras de circuito interno de TV entrarão em vigor em seis meses após a entrada em vigor da nova regulamentação.

 

As obrigações para modelos de IA de uso geral serão aplicadas após 12 meses e as regras para sistemas de IA incorporados em produtos regulamentados em 36 meses.

 

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As multas por violações variam de € 7,5 milhões, ou 1,5% do faturamento, a € 35 milhões, ou 7% do faturamento global das empresas acusadas de violações. 

 

Fonte:Agência Brasil

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Coluna Internacional : Assange recebe permissão para recorrer contra extradição para os EUA
Enviado por alexandre em 20/05/2024 14:47:18

Decisão foi de um tribunal de Londres,onde jornalista está detido

O jornalista e fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, recebeu permissão de um tribunal de Londres para recorrer contra o pedido dos Estados Unidos (EUA) para extraditá-lo sob acusações de espionagem, informaram nesta segunda-feira (20) familiares de Assange.

 

Centenas de pessoas protestavam na manhã desta segunda-feira (20) em frente ao tribunal na capital inglesa pedindo a libertação imediata do jornalista. Assange enfrenta 18 acusações baseadas na Lei de Espionagem dos EUA. Se condenado, pode pegar até 175 anos de prisão.

 

“Os juízes chegaram à decisão certa. Passamos muito tempo ouvindo os Estados Unidos passarem batom em um porco, mas os juízes não acreditaram. Como família, estamos aliviados. Mas por quanto tempo isso pode durar?”, questionou a esposa de Assange, Estella Assange.

 

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Após a decisão desta segunda-feira, a esposa do jornalista fez novo apelo para que o presidente americano Joe Biden desista de acusar Assange. “Os Estados Unidos deveriam ler a situação e abandonar esse caso agora. Agora é o momento de fazer isso. Basta desse ataque vergonhoso aos jornalistas, à imprensa e ao público, que já dura 14 anos”, completou.

 

O fundador do WikiaLeaks revelou 250 mil documentos militares e diplomáticos confidenciais que apontam crimes de guerra e abusos de direitos humanos ocorridos nas guerras do Afeganistão e do Iraque. As autoridades norte-americanas querem condenar Assange argumentando que suas ações no WikiLeaks prejudicaram a segurança nacional dos EUA, colocando em perigo a vida de agentes norte-americanos.

 

Para Estella Assange, à medida que o caso avança, está mais claro que Julian está na prisão “por fazer bom jornalismo, por expor a corrupção, por expor as violações de pessoas inocentes em guerras abusivas para as quais há impunidade. E além dessa impunidade, eles foram atrás do homem que colocou essa impunidade em registro público”.

 

De acordo com a agência de notícias Reuters, com a decisão da Corte de Londres, o australiano Julian Assange poderá apresentar um recurso completo contra sua extradição.

 

A defesa do jornalista argumentou que ele não poderia usar, nos tribunais dos EUA, o direito previsto na Primeira Emenda da Constituição estadunidense, que garante o direito à liberdade de expressão e proíbe limitar a liberdade de imprensa, tanto por ser estrangeiro, quanto pelo fato das acusações serem de espionagem.

 

Já as autoridades dos EUA afirmaram no tribunal que a Primeira Emenda seria suficiente para permitir a extradição e que o jornalista não seria discriminado por ser australiano, ainda segundo a Reuters.

 

A decisão de que Assange terá o direito a mais um recurso na justiça britânica animou os manifestantes presentes que pediam sua libertação. O caso de Assange é visto por organizações de jornalistas e de direitos humanos como de grande importância, por representar um ataque à liberdade de expressão e de imprensa.

 

Em comunicado publicado nesta segunda-feira, a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) afirmou que a extradição de Assange teria impacto para a liberdade de imprensa e segurança dos jornalistas em todo o mundo.

 

“O caso Assange tem implicações profundas para jornalistas de todo o mundo: devemos garantir que eles possam exercer a sua profissão sem medo de represálias desproporcionais ou de processos transnacionais”, disse o presidente da FIJ, Dominique Pradalié. Neste domingo (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou pedindo a libertação de Assange “o mais rápido possível”.

 

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“Julian Assange, o jornalista que deveria ter ganhado o Prêmio Pulitzer ao revelar segredos dos poderosos, ao invés disso está preso há cinco anos na Inglaterra, condenado ao silêncio de toda a imprensa que deveria estar defendendo a sua liberdade como parte da luta pela liberdade de expressão”, disse Lula em uma rede social. 

 

Fonte:Agência Brasil

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Coluna Internacional : Putin avalia proposta de cessar-fogo e nega planos de invasão
Enviado por alexandre em 17/05/2024 10:34:44

Presidente russo declarou que não tem planos de invadir Kharkiv, 2ª maior cidade da Ucrânia, em visita à China

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta sexta-feira (17/5) que não tem planos de invadir Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia. As tropas russas chegaram a avançar em Kharkiv nos últimos dias, mas o líder russo afirmou que a conquista não faz parte dos objetivos do governo dele, em visita à China.

 

Com as movimentações das tropas russas, em 10 de maio, aproximadamente 6 mil pessoas fugiram ou evacuaram áreas na fronteira. As tropas de Putin avançaram nas linhas de frente ao redor de Kharkiv. Mas o presidente detacou que o plano da Rússia no território é criar uma ”zona tampão”. Declaração foi feita ao ser questionado por repórteres, segundo o G1.

 

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Kiev, capital da Ucrânia, recuou sob os avanços no leste e norte.Apesar da declaração, Putin afirmou que o que está acontecendo na direção de Kharkiv ”também é culpa deles, porque eles bombarderam e continuam, infelizmente, a bombardear bairros, residências na área, incluindo a cidade de Belgorod”.

 

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O líder russo reuniu-se com Xi Jinping, em visita à China, nas últimas semanas, para discutir a proposta de trégua durante as Olimpíadas de 2024, feita pelo presidente francês, Emmanuel Macron. As Olimpíadas estão previstas para ocorrer em julho na França.O presidente russo visitou, nessa quinta-feira (16), a China, em busca de apoio militar e econômico com o presidente Xi Jinping. Ambos os líderes discutiram sobre política de paz e cessar-fogo. Putin esta sendo pressionado por outros líderes internacionais para acabar a guerra na Ucrânia.

 

Fonte: G1

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