Educação Em Foco - Os Estudantes e a Escolha da Profissão - Notícias
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Educação Em Foco : Os Estudantes e a Escolha da Profissão
Enviado por alexandre em 15/02/2015 02:58:44

Os Estudantes e a Escolha da Profissão

 

Ao longo da vida escolar, principalmente no ensino médio, nossos estudantes têm um único objetivo: a escolha de uma profissão.

Alguns estudantes crescem determinados desde a infância, sabendo em que irão trabalhar, mas muitos, em razão da pouca idade e experiência de vida, não conseguem definir o caminho a seguir.

Realmente não é uma decisão fácil, mas algumas atitudes podem ajudar, o fundamental é conhecer as diversas profissões existentes no mercado, bem como especializações, ou seja, as diferentes opções que existem.

Para isso, buscar informações sobre uma profissão, não só no que diz respeito ao exercício da mesma, mas como está o mercado de trabalho, a faixa salarial para o profissional que a exerce, o campo de atuação profissional, como a mesma é aceita e inserida na sociedade, é fundamental.

Fazer um passeio por faculdades/universidades também pode ajudar na escolha, pois durante as visitas o jovem terá a oportunidade de ver de perto como são as aulas, as estruturas das faculdades, o que lhe dará um bom suporte.

À medida que formar opinião sobre as profissões que interessam mais, o aluno poderá buscar os locais onde existam esses profissionais e explicar que quer conhecer a forma como trabalham. Ver de perto os procedimentos de uma carreira é uma excelente forma de descobrir aquilo que gosta ou não.

É comum ver estudantes que lutam por vários anos, mas quando ingressam na faculdade/universidade descobrem que não gostam daquilo, perdem o encanto com a carreira escolhida. Por isso é fundamental fazer um primeiro contato com o mundo profissional, para se certificar bem e não cometer erros.

Correr atrás, buscar o máximo de informações possíveis sobre os mais diversos cursos, pedir ajuda aos pais, trocar informações com amigos e parentes, procurar ampliar os conhecimentos, são atitudes necessárias.

É necessário perguntar muito, sem ter medo nem tampouco vergonha, pois o erro poderá resultar em prejuízos futuros.

 Luiz Carlos Polini

Colaborador do Ouropretoonline
Graduado em Geografia e História
Especialista em Educação e Gestão Ambiental

 

Educação Em Foco : ESTELIONATO NA EDUCAÇÃO! GOVERNO MUDA AS REGRAS DO FIES
Enviado por alexandre em 12/02/2015 18:27:22

ESTELIONATO NA EDUCAÇÃO! GOVERNO MUDA AS REGRAS DO FIES

No apagar das luzes de 2014, o governo federal decidiu mudar as regras do financiamento do ensino superior, uma das bandeiras de campanha do PT, sem justificativa, sem negociação com os estudantes ou com as instituições de ensino envolvidas.
As novas regras estabelecidas pelo Ministério da Educação para o Fies prevêem que o subsídio estatal será concedido apenas aos alunos que obtiverem uma nota mínima de 450 e que não tirem zero na redação no Enem. Além disso, o governo alterou os pagamentos para as universidades estabelecendo um intervalo mínimo de 45 dias, feitos mensalmente anteriormente. Com isso, ao final do ano, essa instituições terão recebido o pagamento das mensalidades apenas de janeiro a julho. As demais serão reembolsadas somente em 2016!
A irresponsabilidade do governo é tamanha que não deixou tempo hábil para que os estudantes pudessem se preparar, ou seja, as regras foram mudadas no meio do jogo prejudicando milhares de jovens, que não sabem se vão conseguir efetivar as matrículas, e promovendo um verdadeiro calote às universidades.
Para piorar a situação, o site do Ministério da Educação (MEC) ficou dias fora do ar impossibilitando que os estudantes pudessem solicitar a renovação dos contratos. Muitos dos alunos que ficarão de fora do Fies são de baixa renda. Até o momento apenas os estudantes com contratos já existentes podem solicitar o aditamento. Novos alunos terão de esperar pela boa vontade do MEC.
Em tão pouco tempo o governo Dilma trai novamente o seu eleitor descumprindo mais uma promessa de campanha! Uma bandeira forte do marketing do PT, que era não mexer NUNCA nos programas sociais.
Apesar de ter negado durante meses, todos sabíamos da necessidade de um ajuste fiscal num governo irresponsável, que gasta além dos limites e ainda que gasta mal. Mas por que não começar os cortes no próprio Executivo, excluindo ministéros, cortando cargos, diminuindo o orçamento?
Não, o governo da "Pátria Educadora" optou por cortar o efetivo para a Educação: foi justamente o ministério que mais sofreu cortes no seu orçamento.
Fica a pergunta: isso pode, Dilma?

Educação Em Foco : Nove em cada dez municípios não atingem meta de aprendizado
Enviado por alexandre em 12/02/2015 14:28:29

Nove em cada dez municípios não atingem meta de aprendizado


Aproximadamente nove em cada dez municípios brasileiros não atingiram o percentual mínimo de alunos com desempenho adequado em matemática no 9º ano do ensino fundamental, segundo os parâmetros do movimento Todos pela Educação para 2013. De acordo com os dados, 10,8% dos municípios atingiram a meta intermediária calculada para que, em 2022, bicentenário da Independência do Brasil, pelo menos 70% dos alunos tenham aprendizado adequado. O Todos pela Educação considerou os resultados da Prova Brasil de 2013, os últimos disponíveis. Em matemática, 10,8% atingiram a meta intermediária. Em português, esse percentual foi 29,6% dos municípios. As metas variam de acordo com o ano, a disciplina e a localidade. As metas intermediárias podem ser consultadas no site do movimento. Desde 2011, a organização tem verificado a queda no percentual dos municípios que conseguem cumprir as metas intermediárias em ambas as disciplinas. Para se ter ideia, em 2009, 83,7% dos municípios cumpriram a meta para o ano em português no fim do ensino fundamental e 42,7%, em matemática. "Não é que os municípios estejam piorando, mas o que estamos observando é que não estamos melhorando", analisa a coordenadora-geral do Todos Pela Educação, Alejandra Meraz Velasco. "Isso acende um alerta. Tinha-se a expectativa de que os bons resultados que vêm sendo observados nos anos iniciais teriam repercussão nos anos finais, que começariam a melhorar, mas não é isso que vem se verificando. Chega ao ensino médio um aluno que não tem condições de acompanhar a etapa", acrescenta.O Brasil não tem, oficialmente, metas claras do que deve ser aprendido em cada nível de ensino. Em matemática, no 9º ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) considera nove níveis de desempenho na Prova Brasil, sem definir qual é o adequado. Para o movimento Todos pela Educação, o desempenho adequado é igual ou maior que 300, que corresponde, no mínimo, ao nível cinco do Inep. Para português, o desempenho considerado adequado é igual ou superior a 275, que corresponde no mínimo ao nível quatro dos oito considerados pelo Inep. Segundo Alejandra, "não há bala de prata para solucionar a questão". Ela defende que esses resultados reforçam que é preciso pensar políticas públicas específicas para os anos finais do ensino fundamental. A formação de professores e a definição de uma base nacional comum seriam questões-chave. "A formação dos professores é, sem dúvida, a mais importante, a que mais se aproxima de uma bala de prata. Uma base nacional comum ajuda a definir melhor o currículo de formação dos professores e ajuda o professor a ter clareza do que trabalhar em sala, além dos pais, a terem uma ideia mais objetiva do que deve cobrar da escola." Nos anos iniciais do ensino fundamental, segundo o movimento, 48% dos municípios atingiram a meta intermediária para o ano em português e 61,7%, em matemática, com base no desempenho do 5º ano. (Agência Brasil)

Educação Em Foco : Ministro lançará consulta pública sobre as novas regras para o Enem
Enviado por alexandre em 31/01/2015 01:36:48

Ministro lançará consulta pública sobre as novas regras para o Enem


O ministro da Educação, Cid Gomes, disse nesta sexta (30.01) que colocará em consulta pública, nas próximas semanas, um novo modelo de realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O novo formato prevê a criação de um banco digital de questões e permitiria o agendamento da prova, que passaria a ser online. O exame, obrigatório para ingressar em universidades federais, é aplicado simultaneamente, em todo o país, e teve 8,7 milhões de inscritos em 2014. Cid Gomes destacou que a consulta pública será um "pré-requisito para se pensar em um Enem online, que é ter um grande banco de questões”. No Rio de Janeiro, o ministro visitou o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ). “Se a gente tiver, para cada uma das áreas, cerca de 8 mil perguntas, se eu tiver esse banco de dados, ele pode ficar aberto ao público, é uma grande fonte de estudo”, acrescentou. Ele disse que a proposta é que o aluno possa acessar o banco de dados para estudar e aprimorar os conhecimentos. As questões da prova do Enem, segundo ele, seriam sorteadas pelo sistema online. “Se a pessoa aprender, com base nesse banco de dados, de 8 mil questões, ótimo. Se ela for capaz de decorar [as respostas], sem entender 8 mil quesitos é um gênio e merece uma vaga nas melhores instituições de ensino”, disse. Outra vantagem a seu ver é que as provas online seriam exclusivas, compostas por questões do banco e não mais um único modelo como é atualmente. Cid Gomes disse que o novo modelo de prova do Enem inibiria denúncias de vazamento, como o ocorrido na última edição, no Piauí. Sobre o caso, que foi investigado pela Polícia Federal, o ministro esclareceu que o tema da redação foi antecipado para cerca de 30 pessoas de um grupo de rede social privada em telefones celulares, minutos antes da prova. “Ficou muito claro que essa antecipação, de 15 minutos, não permitiu benefício para ninguém”, disse. “Há de se convir que 15 minutos [de antecipação de tema] não permite uma pessoa ter um desempenho melhor [na redação]”. Por causa do vazamento, o Ministério Público Federal no estado pediu a anulação da prova, recusado pela Justiça. Ainda em fase de discussão, o Enem online foi inspirado nos exames de legislação do Detran, que já podem ser agendados com antecedência, de acordo com a conveniência do aluno. Para dar certo, esclarece Gomes, o ministério designaria os locais de prova para cada estudante.

Educação Em Foco : Cid Gomes defende cortes na Educação: "somos solidários ao ajuste, vamos cortar até o osso"
Enviado por alexandre em 28/01/2015 16:20:17

Cid Gomes defende cortes na Educação: "somos solidários ao ajuste, vamos cortar até o osso"

Empenhado em preservar a imagem do governo Dilma, o ministro da Educação, Cid Gomes (PROS), saiu em defesa do corte de verba – de quase R$2 bilhões ao mês – nos 39 ministérios, determinado pela presidente no início de janeiro de 2015. 

Cid se diz "solidário ao ajuste" e disposto a "cortar até o osso", pois o início de um novo governo é o único momento em que ajustes podem ser feitos e gorduras podem ser poupadas. 

"Não faço coro ao discurso contra os cortes, eu sempre pratiquei esforços fiscais para diminuir despesas meios", afirmou o cearense, referindo-se a despesas como conta de energia, água, diárias, viagens, hospedagens, dentre outros. 

Para o ministro, os R$ 7 bilhões anuais que serão subtraídos do orçamento destinado à Educação podem ser economizados apenas com a contenção dessas despesas de custeio. Com isso, as medidas de ajuste não afetarão nem os principais programas, nem as demandas mais urgentes da pasta, cuja área foi anunciada pela presidente Dilma Rousseff (PT) como a "prioridade das prioridades" de seu segundo mandato.

"Somos solidários ao ajuste e vamos cortar até o osso no que for despesa meio, mas os programas finalísticos do ministério não serão afetados. A diretriz é ir até o limite no que não é programa fim. Temos cerca de R$ 121 bilhões que são imunes a cortes, então vamos procurar atingir a meta que foi colocada no planejamento da Fazenda sem afetar o que é principal, como bolsas de estudo, capacitação de professores, transporte escolar e tudo o que é direto na escola", argumentou Cid Gomes. 

Fonte: Cearanews7 c/ O Globo.

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