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Educação Em Foco : Prazo para inscrição de estudantes no Enade foi ampliado para 25 de agosto
Enviado por alexandre em 14/08/2017 01:00:06


Prazo para inscrição de estudantes no Enade foi ampliado para 25 de agosto


O Ministério da Educação divulgou as novas regras para a inscrição no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), cujos prazos foram ampliados.As alterações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Agora, os coordenadores de cursos superiores têm até 31 de agosto para cadastrarem os dados dos estudantes que farão a prova. Já os registros de alunos em lotes só podem ser feitos até o dia 25 deste mês. Depois dessa data, serão aceitas apenas as inscrições individuais. O exame é destinado aos graduandos que devem concluir o curso neste ano e aos que estavam em situação irregular desde edições anteriores.

A participação no Enade é pré-requisito para a aprovação dos estudantes nos cursos de graduação. A prova consiste em uma avaliação de desempenho pessoal e em um questionário sobre as disciplinas cursadas.

Cursos
Neste ano, o exame será aplicado aos matriculados nas áreas de arquitetura e urbanismo, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia de alimentos, engenharia de computação, engenharia de controle e automação, engenharia de produção, engenharia elétrica, engenharia florestal, engenharia mecânica, engenharia química, engenharia e sistemas de informação.

Também será aplicado para os cursos que conferem diploma de bacharel e licenciatura nas áreas de ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, filosofia, física, geografia, história, letras-português, matemática e química; dos cursos que conferem diploma de licenciatura nas áreas de artes visuais, educação física, letras-português e espanhol, letras-português e inglês, letras-inglês, música e pedagogia, e dos cursos que conferem diploma de tecnólogo nas áreas de análise e desenvolvimento de sistemas, gestão da produção industrial, redes de computadores e gestão da tecnologia da informação.


Fies mantém limite de R$ 5 mil por mês no financiamento estudantil, por aluno



O governo decidiu manter o limite máximo de R$ 5 mil por mês por aluno, ou R$ 30 mil por semestre, para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A portaria com os valores para o segundo semestre deste ano foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União (DOU).

A redução no valor máximo do financiamento já tinha sido anunciada em fevereiro, e já foi aplicada no primeiro semestre deste ano. Para contratos formalizados até o ano passado, o teto do financiamento é de R$ 7 mil por mês ou R$ 42 mil por semestre.

Cabe ao estudante arcar com a eventual diferença. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a redução no teto do financiamento torna o programa mais sustentável.

Para o segundo semestre deste ano, foram oferecidas 75 mil novas vagas para financiamento de mensalidades em universidades particulares, por meio do Fies. A partir de 2018, o programa irá garantir 310 mil vagas, das quais 100 mil a juro zero para estudantes com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.

(Com informações da Agência Brasil)


MEC libera mais verbas para universidades e eleva limite de empenho



O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta sexta-feira (11/08) um aumento de cinco pontos percentuais no limite de empenho para custeio e investimento de todas as universidades e institutos federais. Assim, o limite do custeio, utilizado para a manutenção das instituições de ensino, passou de 70% para 75% e o limite de capital, usado para adquirir equipamentos e fazer investimentos, foi de 40% para 45%.

Para garantir o aumento, o MEC liberou R$ 450 milhões para universidades e institutos federais, elevando o total disponibilizado este ano para R$ 4,8 bilhões.

O aumento foi anunciado pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, em reunião com a nova diretoria da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes). Segundo o ministro, a meta do governo é concluir o ano com a liberação de 100% do limite de custeio, como ocorreu no ano passado.

Para 2017, o limite de empenho previsto inicialmente para as universidades é de 85% do valor previsto para despesas de custeio e de 60% para despesas de capital. No entanto, o MEC diz que está trabalhando para aumentar esse limite, assim como fez em 2016, quando, mesmo após o bloqueio [de verbas] feito pelo governo anterior, conseguiu liberar 100% de custeio para as universidades.

Nos últimos meses, diversas universidades federais vêm relatando dificuldades financeiras, especialmente com despesas de custeio.

Recursos

Do total de R$ 450 milhões liberados, as universidades federais receberão R$ 254,94 milhões para custeio e R$ 57,11 milhões para investimentos, somando R$ 312 milhões. Já os centros federais de educação tecnológica, o Colégio Pedro II e os institutos federais terão R$ 110 milhões para custeio e R$ 28 milhões para investimento, perfazendo R$ 138 milhões.

Os hospitais de ensino, por sua vez, receberão adicional ao limite de empenho no valor de R$ 897 mil para custeio e R$ 8,32 milhões para investimento, totalizando R$ 9,21 milhões.

O Instituto Nacional de Surdos, o Instituto Benjamin Constant e a Fundação Joaquim Nabuco terão limite de empenho adicional de R$ 3,83 milhões para custeio e R$ 535,7 mil para investimento, alcançando R$ 4,37 milhões no total.

Fonte: Agência Brasil

Educação Em Foco : Exemplo na área de educação, Finlândia atualiza currículo
Enviado por alexandre em 30/03/2016 09:55:11

Considerado um país com uma das melhores políticas educacionais do mundo, a Finlândia está atualizando seu currículo, com o objetivo de dar mais autonomia para seus professores. O novo currículo vai estimular e dar mais espaço para que o conteúdo seja trabalhado de forma interdisciplinar, permitindo que os docentes escolham os fenômenos e os assuntos que querem abordar conjuntamente nas várias disciplinas escolares.

"Nosso currículo é um dos mais avançados do mundo. Levamos décadas para montá-lo, mas em educação é preciso andar para frente, renovar, para acompanhar as mudanças do mundo. Nosso segredo sempre foi dar liberdade aos professores e é isso que esperamos promover ainda mais", disse Sanni Grahn Laasonen, ministra da Educação e Cultura da Finlândia. Ela falou sobre tendências para a educação, ontem, no Colégio Rio Branco, em São Paulo.

De acordo com Sanni, o processo de reforma do currículo envolveu todos os educadores do país, o que dá garantias da colaboração de todos para que o novo modelo seja bem sucedido. "Os professores nas nossas escolas têm muita liberdade e uma mudança curricular não poderia ser diferente. Nós vamos continuar com a política de sempre, não dizemos aos professores quais materiais devem usar, como ensinar ou onde dar aula. Eles têm de ter liberdade porque são eles que estão na sala de aula e sabem o que funciona melhor com cada aluno e turma", disse a ministra.

Formação

Para Sanni, a fórmula do sucesso da educação na Finlândia é a formação dos professores. Todos que querem ser docentes no país precisam não apenas ter graduação, mas mestrado na área educacional.

"A Finlândia é um país em que historicamente o professor é valorizado, mas nosso currículo reforça esse apreço. É por isso que conseguimos que nossos melhores estudantes virem professores", disse Sanni.

Além de o currículo finlandês focar nos projetos interdisciplinares, ele também avança no maior uso de ferramentas digitais em sala de aula. "Esse processo de digitalização não significa apenas colocar um computador em sala de aula, mas usar essas ferramentas tecnológicas para aumentar e melhorar o processo de aprendizado, por exemplo, usando jogos. Sobretudo, nós queremos que aprender seja divertido", disse.

Exemplo

Nos últimos anos, a Finlândia tem figurado nas primeiras posições do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), alternando os três primeiros lugares com Cingapura e China, com a vantagem de oferecer uma educação universalmente gratuita.

Enquanto a Finlândia reforma seu currículo, o Brasil deve terminar neste ano o seu primeiro currículo nacional, que vai estabelecer os conhecimentos e habilidades essenciais que todos os estudantes devem adquirir na educação básica.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Educação Em Foco : Metade dos jovens fora da escola não concluíram o ensino fundamental
Enviado por alexandre em 26/02/2016 00:13:17

Metade dos jovens fora da escola não concluíram o ensino fundamental


A maioria dos jovens entre 15 e 17 anos que não estão na escola sequer conseguiu concluir o ensino fundamental. São 52% dos 1,3 milhões de adolescentes nestas condições. Gravidez e necessidade de trabalhar são os principais entraves. Estas são as conclusões de um estudo realizado pelo Instituto Unibanco no boletim Aprendizagem em Foco, divulgado nesta semana. O Brasil ainda tem 2,8 milhões de crianças e adolescentes fora da escola, segundo o último balanço feito pelo Movimento Todos pela Educação (TPE) com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2014, os mais recentes. A etapa mais prejudicada é exatamente a dos adolescentes entre 15 e 17 anos: 17,4% não estavam na escola naquele ano, taxa que se mantém praticamente estagnada desde 2005, quando 21,2% dos jovens não estavam matriculados. De acordo com o estudo do instituto, os meninos evadem mais que as meninas - 14% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola e não completaram o Ensino Médio. Destes, 63% estavam trabalhando ou procurando emprego. Já entre as mulheres a proporção é de 12%. Do total de 1,3 milhão de jovens de 15 a 17 anos fora da escola sem Ensino Médio concluído, 610 mil são mulheres. Mais de um terço das jovens que deixaram de estudar já eram mães. As jovens mães que mantiveram os estudos representam 2%. A pesquisa aponta que "a repetência e o desinteresse do jovem pelos estudos, motivados pela baixa qualidade do ensino e por um currículo, especialmente no ensino médio enciclopédico e sem flexibilidade para escolhas" são fatores que aumentam o abandono escolar.~Com informações do Estadão Conteúdo.

Educação Em Foco : Municípios têm R$ 800 milhões em conta para gastar com educação, diz ministra Tereza Campello
Enviado por alexandre em 16/06/2015 22:41:11

Municípios têm R$ 800 milhões em conta para gastar com educação, diz ministra Tereza Campello


Municípios acumulam em conta R$ 800 milhões para gastar com custeio de alunos beneficiários do Programa Bolsa Família. O dinheiro equivale a 55% dos recursos transferidos pelo Programa Brasil Carinhoso, de 2012 a 2014. Os números foram apresentados hoje (16) pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, no 15º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Para a ministra, isso é muito grave. O dinheiro pode ser usado, por exemplo, com alimentação e material para os alunos. O Brasil Carinhoso é voltado para a primeira infância, até os 4 anos de idade. O programa garante que cada município receba 50% a mais do que o valor recebido do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), por estudante beneficiário do Bolsa Família. Na outra ponta, segundo a ministra, 1,2 mil municípios não criaram vagas no período para atender aos estudantes e, portanto, não estão sendo beneficiados pelo programa. O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, também participou da abertura do evento e anunciou medidas mais duras em relação às escolas que não gastaram as verbas em caixa. Aquelas com R$ 5 mil ou mais não receberam o repasse, feito hoje, do Programa Mais Educação. Ao todo, foram liberados R$ 180 milhões. O programa oferece jornada ampliada ou integral aos estudantes, e a adesão é feita por escola. "Esses recursos deveriam ter sido liberados, mas não tivemos condições de liberar antes. Há grande número de escolas que têm dinheiro na conta, e [os recursos] não estão sendo usados. Criamos a linha de R$ 5 mil. Se tem R$ 5 mil ou mais na conta, não terá liberados novos recursos, porque não está usando. Quando utitlizar esse recurso, nós liberaremos os recursos adicionais dela", explicou Janine.

O ministro destacou que o país passa por um período de redução da arrecadação, que levou a um remanejamento no Orçamento da União. A Educação teve o terceiro maior corte da Esplanada, de R$ 9,423 bilhões. "Não faz sentido que o dinheiro liberado fique parado em algum ponto, até porque sabemos que as escolas têm necessidades, então isso tem que ser atendido", disse ele. A presidenta da Undime, Cleuza Repulho, informou que vai solicitar ao governo a relação dos municípios que não estão gastando os recursos. "Podem estar com probelmas para licitar e não têm equipe, vários problemas. Vamos pedir uma relação para acionar esses municípios e ver o que está acontecendo, se estão precisando de ajuda", disse ela. O 15º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação começou hoje (16) e vai até sexta-feira (19), no município de Mata de São João (BA). Participam 1.687 representantes de 1.067 muncípios.(EBC)

Educação Em Foco : Mais educação, sim! Por: Luiz Carlos Polini
Enviado por alexandre em 19/03/2015 19:47:41

Mais educação, sim!

Em meio às manifestações contrárias ao governo federal e sua série de escândalos, um assunto que merece ser lembrado, pela importância de seu alcance e por elevar a posição do Brasil no cenário mundial, é a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).

A proposta, que é ambiciosa, prevê 20 metas a serem cumpridas nos próximos 10 anos. Entre elas está a erradicação efetiva do analfabetismo; o aumento de vagas em creches, ensino médio, ensino profissionalizante e nas universidades públicas; a universalização do atendimento escolar para crianças entre quatro e cinco anos e o ensino em tempo integral para, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.

Um fato relevante é que o PNE estabelece que a educação irá receber, proporcionalmente até 2024, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano. Esse valor é praticamente o dobro do que é aplicado hoje (5,3%).

Esses recursos também poderão ser usados no Programa Universidade para Todos (ProUni), no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e no Ciência sem Fronteiras. Os Estados e municípios terão, por sua vez, o prazo de um ano para elaborarem seus planos de educação, seguindo o que prega a cartilha federal.

É fato que ainda convivemos, infelizmente, com uma série de problemas na educação. Faltam professores, infraestrutura e materiais adequados e, muitas vezes, os valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) não são suficientes para gerenciar a demanda existente.

Levantamento preliminar aponta que, até o momento, apenas 29% das cidades contam com planos municipais de educação, porém destaco que nosso estado Rondônia já está com seu PEE (Plano Estadual de Educação) aprovado,  independentemente das dificuldades, a aprovação do PNE representa uma conquista. Afinal, há anos o Brasil não tinha uma lei que fosse capaz de orientar a gestão educacional, consagrando assim o direito constitucional das pessoas à educação de qualidade.

Por isso, contra as possíveis críticas à implantação do PNE, convém compreender o significado, por exemplo, que a elaboração dos planos locais de educação pode assumir na vida de milhares de crianças e adolescentes. Para tanto, é preciso ter um diagnóstico real sobre a oferta do ensino e a demanda, com perspectivas de financiamento e a participação da sociedade na definição das prioridades a serem tratadas.

A educação deve se transformar em uma agenda temática para todas as pessoas. Preparar novos cidadãos para enfrentar os desafios do mundo, que são vários, é tarefa que requer dedicação, esforço e decisão política. Ao aprovar o PNE, o Brasil começa a disputar um jogo em que, com certeza, tem tudo para ganhar de goleada.

 

Luiz Carlos Polini

Colaborador ouropretoonline

Graduado em Geografia e História

Especialista em Educação e Gestão Ambiental.

 

 

Mais educação, sim!

Em meio às manifestações contrárias ao governo federal e sua série de escândalos, um assunto que merece ser lembrado, pela importância de seu alcance e por elevar a posição do Brasil no cenário mundial, é a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).

A proposta, que é ambiciosa, prevê 20 metas a serem cumpridas nos próximos 10 anos. Entre elas está a erradicação efetiva do analfabetismo; o aumento de vagas em creches, ensino médio, ensino profissionalizante e nas universidades públicas; a universalização do atendimento escolar para crianças entre quatro e cinco anos e o ensino em tempo integral para, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.

Um fato relevante é que o PNE estabelece que a educação irá receber, proporcionalmente até 2024, o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano. Esse valor é praticamente o dobro do que é aplicado hoje (5,3%).

Esses recursos também poderão ser usados no Programa Universidade para Todos (ProUni), no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e no Ciência sem Fronteiras. Os Estados e municípios terão, por sua vez, o prazo de um ano para elaborarem seus planos de educação, seguindo o que prega a cartilha federal.

É fato que ainda convivemos, infelizmente, com uma série de problemas na educação. Faltam professores, infraestrutura e materiais adequados e, muitas vezes, os valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) não são suficientes para gerenciar a demanda existente.

Levantamento preliminar aponta que, até o momento, apenas 29% das cidades contam com planos municipais de educação, porém destaco que nosso estado Rondônia já está com seu PEE (Plano Estadual de Educação) aprovado,  independentemente das dificuldades, a aprovação do PNE representa uma conquista. Afinal, há anos o Brasil não tinha uma lei que fosse capaz de orientar a gestão educacional, consagrando assim o direito constitucional das pessoas à educação de qualidade.

Por isso, contra as possíveis críticas à implantação do PNE, convém compreender o significado, por exemplo, que a elaboração dos planos locais de educação pode assumir na vida de milhares de crianças e adolescentes. Para tanto, é preciso ter um diagnóstico real sobre a oferta do ensino e a demanda, com perspectivas de financiamento e a participação da sociedade na definição das prioridades a serem tratadas.

A educação deve se transformar em uma agenda temática para todas as pessoas. Preparar novos cidadãos para enfrentar os desafios do mundo, que são vários, é tarefa que requer dedicação, esforço e decisão política. Ao aprovar o PNE, o Brasil começa a disputar um jogo em que, com certeza, tem tudo para ganhar de goleada.

 

Luiz Carlos Polini

Colaborador ouropretoonline

Graduado em Geografia e História

Especialista em Educação e Gestão Ambiental.

 

 

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