Amor e Sexo - Posições sexuais para curtir no sofá com o parceiro e sem sair das cobertas. VEJA - Notícias
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Amor e Sexo : Posições sexuais para curtir no sofá com o parceiro e sem sair das cobertas. VEJA
Enviado por alexandre em 06/08/2020 23:33:36

Posições sexuais para curtir no sofá com o parceiro e sem sair das cobertas. VEJA

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Foto: Reprodução

Separamos posições que vão ajudar quem tem preguiça até na hora de transar

Com o friozinho, a vontade de não sair das cobertas por conta da preguiça é grande.

 

Mas ao ficar ali, agarradinha com seu amor, podem rolar beijos e abraços e vir a vontade de partir para o sexo.

 

Para ninguém passar vontade, separamos posições sexuais para aproveitar esses dias de preguiça da melhor maneira possível.

 

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1. De ladinho

 

posições sexuais

 

Essa é a posição ideal para os casais mais preguiçosos, mas que não querem perder o romantismo e a paixão na hora do sexo. Os dois devem se deitar de lado na mesma direção, e o homem penetra a mulher por trás. Essa posição, além de facilitar a estimulação do clitóris, cabe confortavelmente em um espaço mais restrito, como o sofá, por exemplo.

 

2. Posição do abraço

 

posições sexuais

 

Para quem quiser testar essa opção, é bem simples: o homem fica sentado reto e apoiado. A mulher senta sobre ele, e ela quem manda. Para que ela fique mais confortável, uma opção é entrelaçar as pernas em torno da cintura do parceiro. Essa é a posição perfeita para trocar carinhos e beijos apaixonados.

 

3. Encaixadinha sentada

 

encaixadinha sentada

 

Essa é outra posição que combina com o sofá. Dessa vez, a mulher senta no colo do parceiro de costas para ele. Mais uma vez, é ela quem dita o ritmo da penetração. A vantagem aqui é que é fácil também estimular seios e clitóris com as mãos durante o sexo.

 

4. Pouso relaxado

 

posições sexuais

Fotos: Reprodução

 

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Essa posição é bem semelhante à famosa papai e mamãe, porém com algumas mudanças. Nela, a mulher fica com as pernas bem fechadas, enquanto o homem a penetra. Isso faz com que o clitóris seja mais estimulado. É uma ótima ideia para ter prazer no sofá ou na cama, sob as cobertas. 

 

iG

Amor e Sexo : Conheça três fetiches sexuais inusitados relacionados à pandemia
Enviado por alexandre em 15/07/2020 14:48:53


Ainda que soe estranho, estímulos como luvas de borracha e acessórios médicos dão muito tesão em algumas pessoas

Os fetiches – desejos sexuais ligados a situações, objetos ou partes do corpo específicas – são mais comuns do que se imagina nos repertórios sexuais mundo afora. Eles, inclusive, podem ser saudáveis e uma boa forma de inovar o sexo, desde que não causem sofrimento a nenhuma das partes envolvidas. 

 

Do contrário, passam a ser considerados parafilias, que na psicanálise são tratados como doenças. Isso se configura a partir do momento em que a pessoa só consegue engatar comportamentos sexuais ou chegar ao orgasmo com a presença desses estímulos, ou mesmo quando isso começa a afetar na sociabilidade do indivíduo.

 

Tirando isso, fetiches são bem comuns e muito praticados. Em meio à pandemia do coronavírus, em que as pessoas estão explorando suas sexualidades, muitos estão descobrindo novos gostos.

 

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Graças ao (nada agradável, vale ressaltar) pano de fundo da Covid-19, muitos deles são, inclusive, ligados ao momento atual. A Pouca Vergonha elencou três fetiches relacionados às questões da pandemia. Confira:

 

Crinofilia


rnA crinofilia é o fetiche por secreções do parceiro. Ainda que as mais óbvias e que venham primeiro à cabeça sejam secreções vaginais, o sêmen e o suor (ninguém fica sequinho em uma transa), a saliva também está inclusa.

 

Contudo sabe-se que a saliva é a grande protagonista das famosas e tão temidas “gotículas” que a população está usando máscaras para evitar a transmissão do vírus. É um período difícil para quem é adepto do fetiche.

 

 

Cultura Rubber


Rubberistas é como são chamados os fetichistas que têm tesão por roupas de látex, borracha ou PVC (que é uma espécie de plástico sintético). Por mais que o primeiro pensamento quanto ao rubberismo seja um traje no melhor estilo Mulher Gato, as boas e velhas luvas de látex estão inclusas no fetiche.

 

Ou seja, não é todo mundo que está 100% triste em ter que passar a usar luvar como forma de evitar a transmissão do vírus.

 

 

Role Playing médico


O role playing é um jogo de interpretação de papéis, no qual as pessoas envolvidas fingem ser outras personagens, com outras profissões etc. No mundo do sexo, uma das brincadeiras de interpretação que mais fazem sucesso é – acredite ou não – a médica.

 

O fetichismo médico é o desejo sexual não só por tudo que envolve a medicina, como as roupas e os instrumentos, quanto pela interpretação de uma consulta ou um exame com a parceria.

 

 

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Existem, inclusive, sites especializados em acessórios médicos para fetichistas, como o MedFet, do Reino Unido. Nele é possível encontrar, além de instrumentos bem específicos como o estetoscópio, o bom e velho trio de prevenção à Covid-19: máscaras, luvas e higienizadores de mãos.

 

Metropoles

 

 

Amor e Sexo : SEM TESÃO: Estresse da quarentena diminui quantidade de sexo; confira dicas para aumentar a libido nesse período
Enviado por alexandre em 28/06/2020 13:47:01


1c3e51f0 9a1a 4e85 8dc6 a9f2589e7ed6 - SEM TESÃO: Estresse da quarentena diminui quantidade de sexo; confira dicas para aumentar a libido nesse período

Várias áreas da vida estão sendo totalmente afetadas pelo coronavírus, uma delas é a vida sexual. O estresse causado pela preocupação com a saúde, a inquietação em saber como fica o emprego durante a crise, a mudança na rotina, tudo isso faz com que a ansiedade aumente e que o sexo fique lá no final da lista de prioridades.

Temos que entender que o sexo faz parte da qualidade de vida, existe aquele contexto físico e biológico, mas também existe o conceito psicológico e sociocultural, e em meio a toda essa mudança de vida, isso pode realmente interferir na atividade sexual, afirma a ginecologista Andreia Larissa

Segundo o sexólogo André Memória, o estado mental altera sua libido: “Quando percebemos que o estresse é um fator que age fortemente no desejo sexual fica muito mais fácil de entender se vai aumentar ou diminuir a vontade.”

Além de tudo isso o isolamento social também contribui bastante para a redução da prática sexual, porque a paquera está mais difícil na pandemia. Não tem festinhas, nem barzinho, não pode dançar juntinho, porque o toque humano é algo “proibido“ e as pessoas que se é possível encontrar nas ruas estão completamente aterrorizadas e com parte do rosto coberto por uma máscara, nada que dê tesão.

FOGO NO QUARTINHO

O cérebro humano gosta de ser desafiado. Fazer algo diferente faz com que o nosso cérebro se coloque em uma situação desconhecida e assim se interesse pelo novo. Algumas dicas são testar posições aguça os sentidos e de quebra ajuda a experimentar novas formas de prazer e outras zonas erógenas. Jantar à luz de velas, tomar banho junto, experimentar brinquedinhos sexuais e até fantasias, vale tudo, é o jogo da conquista e a sugestão é esquentar a relação.

EU E EU

Quem não tem cão, caça com gato! Uma das práticas recomendadas para esse período de isolamento é a masturbação, pois ajuda a aliviar a tensão e o estresse. ‘A atividade erótica libera neurotransmissores, entre os quais, a dopamina, que atua nos hormônios do estresse – diminuindo sua ação –, e endorfinas, responsáveis pelas sensações de alívio e de euforia”, explica a doutora em psicologia, Iracema Teixeira

PERIGO NA FUGA

E se você está pensando em furar a quarentena para dar uma namoradinha, saiba que um artigo publicado no “Journal of the American Medical Association revelou que Coronavírus é sexualmente transmissível e pode sim, ser transmitido pelo sêmen ou fluidos vaginais.

Amor e Sexo : Fisioterapeuta Pélvica de SAJ dá dicas de sexo para casais: “quem não tem orgasmo deve aprender a tocar o próprio corpo”
Enviado por alexandre em 15/06/2020 00:59:27


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Carine Oliveira, Fisioterapeuta Pélvica

Mesmo com pandemia do coronavírus, os namorados não deixaram de festejar o seu dia em 12 de junho, e a quarentena vira teste de fogo para os parceiros. No fim de semana dos namorados, o Programa Meio Dia e Meia, na Live do Voz da Bahia, conversou com a Fisioterapeuta Pélvica de Santo Antônio de Jesus, Carine Oliveira que falou um pouco sobre sua profissão e deu dicas no sexo para os casais .

Segundo a profissional, a Fisioterapia Pélvica reabilita inúmeras disfunções como erétil, ejaculação precoce, incontinência urinaria, vaginismo, dispareunia (dor na relação sexual), anorgasmia (quando a mulher não tem orgasmo), dentre outras disfunções.

O público ativo emitiu seus questionamentos na Live, primeiramente Carine respondeu sobre o que fazer para melhorar a ejaculação precoce. Segundo ela, a ejaculação precoce tem tratamento e o homem que quer ver a sua mulher satisfeita deve procurar se tratar, “o problema é a ‘incoordenação‘ dos músculos, associada a isso uma série de fatores, a fisioterapia pélvica trata a ejaculação precoce. Usar camisinha e um anel peniano vibratório retardam um pouco a ejaculação. O homem deve procurar um urologista e um fisioterapeuta pélvico. Muitos não aceitam tratamento por causa do machismo, é só se tratar que fica tudo lindo”, disse.

Questionada sobre a procura das mulheres na fisioterapia pélvica e pompoarismo, Carine ressaltou que elas desenvolvem o autoconhecimento para obter uma melhor satisfação na relação, “com o treino do pompoarismo exercitando a musculatura da vagina, estimulando o clítoris, fortalecendo a vagina ficando mais ‘apertadinha’, consegue sentir muito mais prazer, pode ter múltiplos orgasmos, tornando a relação muito mais prazerosa para ambos”, contou. Carine disse ainda que há mulheres que desenvolvem disfunções sexuais onde são indicados a massagem tântrica pois trabalha todo o corpo da mulher e do homem, e ajuda a melhorar a sensibilidade trazendo ao autoconhecimento.

Sobre a ejaculação feminina, a fisioterapeuta explicou ao Voz da Bahia que nem todas as mulheres tem o chamado squirting (ato feminino de ejacular), ainda objeto de estudos de especialistas na área, “temos o estudo comprovando que aquele líquido que achávamos que era xixi ou fingimento, pois não são todas as mulheres que tem, do número de mil, uma mulher tem. É um plasma que vem da urina, porque as glândulas que lubrificam a mulher não tem como produzir todo aquele líquido. Há pesquisas que estão avançando nessa questão”, afirmou.

Os homens tem dúvidas sobre qual parte do corpo da mulher que podem explorar para satisfazê-la, Carine salientou que o clitóris é um músculo que tem apenas a função de dá prazer a mulher, porém, o corpo inteiro é orgástico, “do fio do cabelo até o dedo dos pés, é só saber se tocar. As pessoas que não tem orgasmo devem aprender a tocar o próprio corpo, se conhecer, ler sobre o assunto, buscar ajuda profissional”, expôs. A fisioterapeuta revela que a informação sobre estudos atestarem que ter pelo menos dois orgasmos por semana dá a probabilidade mínima de desenvolver desordens emocionais.

Diante do fim de semana dos namorados, Oliveira deu dicas de como preparar um ambiente agradável para os casais, “um jantarzinho romântico, preparado com carinho, uma mesa posta com velas, bebidas a gosto, um filme sexy, música, dança. O importante é o casal se preparar um para o outro para ambos se sentirem valorizados, caprichar na lingerie, quarto arrumado, meias, vela, uma massagem, Strip-tease, uma cuequinha diferente, dentre várias opções”, explanou.

Um dos internautas participantes da Live perguntou sobre sua opinião acerca do sexo anal, ela, como profissional Pélvica, se dispôs para orientar, prevenir e tratar as disfunções. Segundo Carine, não pode ser feito sem o consentimento da parceira e deve ser com o uso do preservativo, “há muitas pessoas que tem pavor, então é necessário diálogo com o parceiro, se não há prazer deve ser dito e revelado. O ânus é um orifício com apenas a função evacuar, mas como ele tem muitas terminações nervosas, tem gente que não consegue viver sem sexo anal. Tem toda orientação, não pode ser feito sem o uso do preservativo, é necessário a higienização antes do ato. Orientamos que a mulher esteja no domínio para que aconteça da melhor maneira possível”, instruiu. A frequência do sexo anal pode acarretar em incontinência fecal, a fisioterapeuta orienta a realização de uma avaliação desse grupo muscular para que fortalecer os músculos e previna problemas futuros.

Diante dessa pandemia, a quarentena tem testado os casais em convivência, em contrapartida do momento de tensão que o mundo enfrenta, a partir disso, a profissional emitiu seu recado salientando a busca pela melhora e felicidade. “estamos vivendo um momento muito difícil talvez a pior fase de nossas vidas nessa pandemia da Covid-19. É um momento de refletir quem nós somos, o que queremos e o que podemos oferecer para o outro, devemos começar de casa, ninguém é tão bom que não possa melhorar. Se olhem no espelho e se perguntem no que andam falhando com seus parceiros. Sentem, conversem e reconheçam os erros, ninguém é perfeito para que nunca tenha errado. Se permitam para um relacionamento saudável, usem brinquedos, muitas roupas sexy, não tenham vergonha de se revela um para o outro. Repito, conversem muito, desenvolvam a empatia. Procurem também ajuda de uma profissional se necessitarem. Para se completarem, o diálogo é sempre necessário, às vezes uma pessoa gosta de um jeito, a outra de outro, é fundamental entrarem em consenso de forma que não venham se ferir. Sexualidade é vida, estejam presentes no ato sexual, sejam e se façam felizes, se ame e mergulhe na vida do seu parceiro (a)”, finalizou.

Reportagem: Voz da Bahia

Amor e Sexo : Confira 7 fatores que podem deixar seu orgasmo mais intenso
Enviado por alexandre em 06/06/2020 01:33:36


Segundo pesquisas, muitos fatores aparentemente aleatórios podem desempenhar um papel importante em suas chances de um orgasmo mais intenso. Veja quais são

Sabemos que, nem sempre, é fácil chegar ao orgasmo. Pensando nisso, buscamos saber o que a ciência tem a dizer sobre aumentar a probabilidade de chegar a esse momento.

 

Segundo pesquisas, muitos fatores aparentemente aleatórios podem realmente desempenhar um papel importante em suas chances de orgasmo. Estamos falando de tudo, desde sua anatomia até suas habilidades de trocar mensagens quentes.

 

Para manter sua vida sexual melhor ainda, note esses fatores apoiados pela ciência que podem deixar seu orgasmo mais intenso.

 

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7 fatores que podem deixar seu orgasmo mais intenso


Mensagens quentes

 

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Suas mensagens podem ter um impacto no orgasmo. Em um importante estudo sobre orgasmos publicado no Archives of Sexual Behavior, os pesquisadores analisaram mais de 52 mil homens e mulheres de todas as orientações sexuais. Eles descobriram que as mulheres que tinham orgasmo com mais frequência eram mais propensas a trocar mensagens, ligações e e-mails com seus parceiros sobre algo que eles queriam fazer depois. O estudo também descobriu que pedir o que você quer na cama estava associado com orgasmos mais frequentes.

 

Habilidades de comunicação

 

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Quão bem você se comunica em seu relacionamento também desempenha um grande papel, de acordo com a pesquisa. “A comunicação explícita e direta com o parceiro é fundamental”, disse David Frederick, principal autor do estudo Archives of Sexual Behavior, em entrevista ao The Guardian. Três pequenas palavras em particular estão ligadas à sua probabilidade de orgasmo, de acordo com os resultados: eu te amo.

 

Sua auto-estima sexual

 

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Pode parecer que seu orgasmo é responsabilidade de todos os seus parceiros (e, sejamos sinceros, os movimentos definitivamente contribuem), mas os pesquisadores também descobriram que seu senso de auto-estima e satisfação com seu corpo é um grande fator contribuinte. Em um estudo de 2016 publicado na revista Socioaffective Neuroscience and Psychology, os pesquisadores descobriram que a sua autoestima sexual é mais importante para o seu orgasmo do que um fator que pode parecer mais óbvio, como quantas vezes você se masturba ou quantos parceiros você teve. Pode parecer brega, mas praticar dizendo coisas boas sobre o seu corpo pode aumentar a probabilidade de um orgasmo. Em vez de criticar seu corpo, encontre uma lingerie ou até mesmo uma camiseta velha que faz você se sentir tão sexy que vai querer deixar as luzes acesas.

 

Seu foco

 

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É preciso concentração. Isso pode ser um processo de aprendizado, de acordo com o estudo de 2016. Mulheres com alta capacidade de orgasmo “aprenderam a se concentrar completamente naquele momento”, segundo os autores. Antes de começar a diversão, tire alguns momentos para descomprimir do seu dia. Aquela crítica irritante do seu chefe? Esqueça. Concentrar-se em estar presente com seu parceiro tornará você mais propenso a atingir o orgasmo.

 

Seu status de relacionamento

 

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Seu parceiro importa quando se trata de suas chances de orgasmo, de acordo com a pesquisa. Os pesquisadores também ressaltaram a importância da satisfação no relacionamento. Os estudos de 2016 e de 2017 descobriram que o quanto você está satisfeito com seu relacionamento – seja sua alma gêmea ou apenas um amigo que tem boa conexão – está ligado às suas chances de orgasmo. Em outras palavras, se você está infeliz em seu relacionamento, sua vida sexual pode começar a pagar o preço.

 

Sua anatomia

 

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Muitos fatores que contribuem para o seu orgasmo estão sob seu controle – outras não. De acordo com um estudo de 2011 publicado na revista Hormones and Behavior, a distância entre o seu clitóris e a abertura urinária (onde o xixi sai) pode influenciar sua probabilidade de orgasmo. Pelo menos durante a penetração vaginal. Se ela estiver abaixo de dois centímetros, é mais provável que você tenha orgasmo durante a relação sexual do que se estiver mais próximo de três centímetros. Felizmente, mesmo que sua anatomia não esteja a seu favor, um pouco de estimulação no clitóris durante a relação fará com que você esqueça tudo, de acordo com os pesquisadores.

 

Sua idade

 

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Fotos: Reprodução

 

 

Sua probabilidade de orgasmo envelhece como um bom vinho. A ciência diz que a vida sexual das mulheres tende a melhorar com a idade. Quando os pesquisadores analisaram as tendências dos grupos etários para o estudo de 2016, descobriram que as mulheres de meia-idade relataram uma incidência maior de orgasmos do que os de vinte e poucos anos. Isso é provável porque muitos outros fatores que são importantes para o seu orgasmo – confiança e comunicação, por exemplo – também tendem a melhorar com a idade. Isso é uma coisa muito mágica para se esperar.

 

IstoÉ

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