Amor e Sexo - Quer introduzir brinquedos eróticos na sua vida sexual? VEJA DICAS DE ESPECIALISTA - Notícias
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Amor e Sexo : Quer introduzir brinquedos eróticos na sua vida sexual? VEJA DICAS DE ESPECIALISTA
Enviado por alexandre em 28/01/2020 22:08:57


Os cuidados, critérios e conselhos a seguir, os brinquedos mais indicados para iniciantes e as dúvidas para casais heterossexuais e homossexuais

Muitos casais manifestam o desejo de introduzir brinquedos eróticos na rotina sexual, mas não o fazem por receio, dos dois ou de um dos entes. Apesar da proliferação de sex shops e da possibilidade de encomendar esses produtos pela internet, o tema ainda é percebido como um tabu, especialmente para homens heterossexuais.

 

“Quando a gente fala disso em consultório, eles até mudam de assunto”, observa Danilo Galante, urologista com doutorado na USP e membro da Sociedade Brasileira de Urologia. O médico observa que os homens heterossexuais, em sua maioria, ainda têm bastante resistência aos brinquedos eróticos e vinculam a ideia de usá-los ao fato deles serem “incompetentes”.

 

É justamente para demover um quadro como esse, que é mais comum do que muitos imaginam, que o Dr. Galante recomenda uma abordagem carinhosa e cuidadosa na hora de sugerir introduzir os brinquedinhos no sexo. “Todo argumento para se mudar alguma coisa na relação sexual tem que se demonstrar para a pessoa que o casal tá fechado um com outro e que qualquer coisa será para que role mais afeto, mais conexão entre o casal, mais tesão”.

 

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O urologista ressalta que é natural que a pessoa que ouve a proposta fique na defensiva e até insegura, pois pode imaginar que há algo errado com ela ou com a vida sexual do casal. “Tem que começar sempre reforçando positivamente o outro lado para dar segurança para a outra pessoa, mas q vale a pena fazer algumas mudanças para apimentar ou para tornar mais picante a situação”.

 

Melhorar ≠ salvamento


O urologista observa que uma relação deteriorada não será resgatada pela introdução de brinquedinhos e que, se for esse o caso, não vale nem mesmo a tentativa. “Eles sempre podem melhorar a relação, mas não podem ser um salvamento”, observa. “Pode ser uma forma do casal se conhecer mais, se gostar mais e tornar a situação mais atraente”.

 

Começando a brincar


Brinquedos sexuais

Foto: shutterstock


De acordo com Galante, o ideal para aqueles que estão começando a se aventurar por este universo são os géis e os vibradores menores , “os que têm menos textura são os que machucam menos”, adverte.

 

Dependendo do gosto da pessoa e do casal, algemas e chicotes também podem ser inseridos no menu, mas o doutor ressalva: “Não adianta comprar uma brinquedoteca e fazer vários lançamentos. Tem que ir aos poucos. Se a pessoa mais interessada for a mulher, tem que ser algo que dê prazer a ela”.

 

Para que não haja surpresas desagradáveis nesse estágio inicial, é importante seguir algumas orientações com cuidado ao optar por brincar com um vibrador ou dildo ( pênis de borracha ). “A primeira coisa é escolher um tamanho menor do que se imagina para dificultar as chances de machucar. Usar lubrificante . Muito lubrificante”, recomenda. “Se for um casal lésbico encapar o vibrador. Ter cuidado na introdução é imperativo. Toda vez que usar, lavar com água e sabonete para não virar um local de proliferação de bactéria”.

 

São justamente os vibradores e os dildos que mais fazem sucesso com as mulheres, observa o médico que salienta não haver uma estatística científica medindo se há mais adesão pelos brinquedinhos entre casais homossexuais ou heterossexuais. “As mulheres são mais receptivas a brinquedos eróticos e os gays também. Na verdade porque a maioria dos brinquedos é de penetração . Então esse é o principal motivo para que eles aceitem mais do que o homem hétero”.

 

mulher domina sexualmente o homem

Foto: shutterstock



Mas há, sim, variedade de brinquedos que os homens heterossexuais podem fazer uso. Um dos mais populares é o anel peniano e Galante é bastante reticente em relação a ele. “Já vi muito acidente com anel peniano. A ideia é aumentar a dureza do pênis com congestão e aí você dificulta que tenha a saída de sangue. Alguns anéis não são fáceis de ser retirados. Já vi alguns casos do paciente ter que parar no pronto socorro e o cara ter sérios problemas”.

 

Galante sugere evitar os anéis metálicos e apostar nos de borracha, mais folgados. “Há alguns modelos que até vem com um vibradorzinho que vai estimulando a mulher durante a penetração”, indica.

 

 

Explorando a região anal


Curiosos em explorar a região anal podem optar tanto pelo plug anal como pelas bolinhas tailandesas . A função de ambos é masturbatória e explora bastante essa região altamente erógena. O urologista adverte que a sensibilidade é igualmente grande e os cuidados para não machucar a área devem ser redobrados. “Preparar bastante com dedo, com língua e usar muito lubrificante para não machucar a região. Qualquer sinal de que está machucando, parar e começar outro dia quando estiver restabelecido. Isso vale tanto para casais heterossexuais como homossexuais”.

 

Brinquedos sexuais

Foto: shutterstock



Galante reforça que a introdução dos brinquedo erótico é uma solução saudável para desenvolver o afeto e o tesão entre quatro paredes, mas recomenda ficar alerta a possíveis cenários. “São duas situações de alarme”, advoga. “Psicológico, quando um dos dois começa a achar mais graça no brinquedo do que no parceiro, e físico, quando a pessoa começa a se machucar usando o brinquedo”. 

 

IG

Amor e Sexo : Estimulantes ou bizarros? 5 brinquedos sexuais antigos que causam arrepios
Enviado por alexandre em 20/01/2020 08:36:00


Com uma aparência pouco atrativa, os objetos estimulavam o prazer quando o sexo era velado e rodeado de tabus

Entre bonecas infláveis possivelmente criadas durante a Segunda Guerra Mundial e massageadores corporais — que poderiam ser usados onde a pessoa quisesse — os brinquedos sexuais antigos poderiam facilmente ser confundidos com objetos de tortura.

 

De pedra, madeira, a vapor ou manual, os aparelhos criados para gerar prazer eram, no mínimo inusitados.

 

Confira alguns deles:

 

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1. Anel peniano

 


 

Usados ainda hoje para tardar o orgasmo masculino e, por vezes, estimular o feminino, os primeiros anéis penianos datam de 1200 a.C.. No início, eles eram feitos com as pálpebras de cabras e, com o tempo, passaram a ser feitos de pedras de jade.


2. Dildos (de pedra e de madeira)


 

O dildo mais antigo do mundo foi encontrado em 2010. Ele tem cerca de 20 cm de comprimento e foi feito de pedra. Segundo os pesquisadores, que encontraram o brinquedinho na Alemanha, o objeto tinha, pelo menos, 28 mil anos.

 

 

Outros dildos bastante curiosos foram leiloados em 2010. Datados do século 18, as peças de madeira podem ter sido compradas por um valor entre 3 e 4 mil dólares (entre R$ 4.800 e R$ 6.400, na cotação da época).

 

3. Vibrador a vapor

 

 

Com uma aparência industrial e bastante assustadora, o primeiro vibrador da história foi criado por George Taylor, um médico americano, em 1869. Movido a vapor, o brinquedo era feito de aço e tinha como objetivo tratar uma doença que, na época, era conhecida como histeria feminina — hoje chamada de apetite sexual, volúpia, excitação ou, simplesmente, tesão.

 

4. Vibrador elétrico

 


 

Muito parecido com as modernas varinhas mágicas, o antigo objeto era chamado apenas de massageador — provavelmente para que não chamasse atenção nos anúncios. Por mais que sua data de criação seja desconhecida, é sabido que, com ajuda da eletricidade, a parte superior do brinquedo vibrava intensamente e poderia ser usado em qualquer parte do corpo.

 

5. Montador estimulante

 


Fotos: Reprodução

 

 

Criada em 1880, a máquina simulava um passeio a cavalo e a sensação do trote do animal. O Horse Exercise Machine (Máquina de exercício de cavalo, em português) tinha como objetivo combater, mais uma vez, a famosa histeria — dessa vez de homens e mulheres. Funcionava assim: a máquina estimulava a excitação das pessoas massageando suas pélvis.

 

Uol

Amor e Sexo : Tamanho dos pés indica tamanho do pênis? Mitos urbanos sobre sexo
Enviado por alexandre em 19/01/2020 23:40:20


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© DR

Alguns mitos sobre o sexo de tão falados e partilhados que são acabam por se tornar ‘verdadeiras verdades’, quando na verdade nada mais são do que pura ficção. Tendo isso em mente, a publicação Mega Curioso partilhou algumas das lendas urbanas mais populares sobre o sexo

1. Depois dos 40 a vida acaba

Homens mais velhos têm necessariamente de recorrer a comprimidos para manter uma ereção e uma performance sexual adequada? Não, de todo. Os indivíduos mais velhos podem aproveitar tanto quanto os mais jovens e, embora o ato íntimo seja provavelmente menos enérgico, o fato é que contam com a experiência a seu favor! Aliás aquilo que na maioria das vezes interfere no na performance são condições de saúde próprias do processo de envelhecimento, como por exemplo diabetes ou hipertensão. 

2. A questão do calçado…

‘Será que o segredo está nos pés?’ Segundo a ciência, não há qualquer relação entre o tamanho dos pés e dos órgãos genitais masculinos – ponto final. 

3. ‘Parte-se?’

Não existem ossos no interior do pênis por isso tecnicamente este não se pode partir. Todavia, tal não significa que não deve ter em atenção a ‘intensidade’ das suas aventuras… já que, ainda assim o órgão genital masculino pode sofrer traumas provocados pela rutura de estruturas internas. E ninguém quer fazer aquela visita embaraçosa às urgências, certo?

4. Aspirina em vez da pílula?

Se lhe dói a cabeça tome uma aspirina; quer evitar uma gravidez indesejada? Neste caso a aspirina não tem qualquer efeito.

E lembre-se: o método do coito interrompido não é seguro seja para evitar uma gestação ou para prevenir a infecção por doenças sexualmente transmissíveis – sim, os espermatozóides têm vida própria…

(Notícias ao Minuto)

Amor e Sexo : Vida sexual ativa pode adiar a menopausa, aponta estudo
Enviado por alexandre em 16/01/2020 09:11:30

Ter uma vida sexual ativa pode adiar significativamente a entrada na menopausa. É o que mostra um estudo feito com 2.936 mulheres, acompanhadas durante 10 anos.

 

Aquelas que praticavam atividades sexuais semanalmente apresentaram, em média, 28% menos chance de parar de menstruar em uma determinada idade do que as que tinham uma rotina sexual mais morna. Os pesquisadores consideraram as seguintes atividades: relações sexuais, sexo oral, carícias e autoestimulação.

 

Para a pesquisadora Megan Arnot, o resultado sinaliza que o corpo das mulheres com vida sexual menos frequente “encolhe”. “Se uma mulher tem poucas relações sexuais, ou pouco frequentes, quando se aproximar dos 40 anos, seu corpo não receberá os sinais físicos de uma eventual gravidez. Ele deixa de investir na ovulação, que passa a ser considerada inútil”, explica.

 

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O fenômeno ajusta-se à chamada Hipótese da Avó, que busca dar uma explicação evolutiva à menopausa. “Essa hipótese prevê que a menopausa originalmente evoluiu em humanos para reduzir o conflito reprodutivo entre diferentes gerações de mulheres e permitir que as mulheres aumentem sua aptidão inclusiva através do investimento em seus netos”, detalha Megan Arnot, da University College London.

 

Fotos: Reprodução

 

Pesquisas anteriores mostraram que mulheres casadas chegam à menopausa mais tarde do que solteiras e divorciadas. Nesse caso, os cientistas relacionaram o fenômeno à influência dos feromônios masculinos, substâncias naturais que atraem o sexo oposto. Para tentar avaliar essa explicação e a Hipótese da Avó, Megan Arnot e Ruth Mace decidiram analisar a rotina sexual de voluntárias ao longo de 10 anos.

 

52 anos


No início da pesquisa, as mulheres tinham, em média, 45 anos e dois filhos. A maioria morava com um companheiro (68%), tinha um relacionamento (78%) e um padrão de atividade sexual semanal (64%). Todas menstruavam, mas 46% haviam começado a sentir sintomas da menopausa, como alterações no ciclo menstrual e ondas de calor, e 54% estavam na pré-menopausa (sem sintomas). Completados os 10 anos de estudo, 45% haviam entrado na menopausa naturalmente — com, em média, 52 anos.

 

Ao avaliar a relação entre a frequência sexual e a idade da menopausa, as pesquisadoras concluíram que as mulheres que praticavam atividades sexuais ao menos semanalmente tinham chance 28% menor de entrar na menopausa em determinada idade. No caso das que tinham práticas mensais, a chance caiu para 19%.

 

 

A equipe também testou se a convivência com um parceiro afetava a chegada da menopausa, o que conciliaria com a hipótese da influência dos feromônios. As cientistas não detectaram correlação significativa, o que fortalece a Hipótese da Avó. Como todas as relações declaradas eram heterossexuais, não se sabe se em casais lésbicos o efeito seria o mesmo. Os resultados da pesquisa foram divulgados, nesta semana, na revista Royal Society Open Science. 

 

Correio Braziliense 

 

Amor e Sexo : 7 mitos sobre o sexo oral. Será que tudo o que você sabe sobre o assunto é verdade? CONFIRA
Enviado por alexandre em 06/01/2020 23:01:08


7 mitos sobre o sexo oral.

Será que tudo o que você sabe sobre o assunto é verdade? Confira na lista


Seja para dar ou receber prazer , o sexo oral é parte obrigatória na relação sexual para algumas pessoas. Se esse é o seu caso, provavelmente sabe muito sobre o assunto, incluindo técnicas, posições e truques para deixar o momento mais prazeroso.

 

Mas será que tudo o que você sabe é mesmo verdade?

 

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Pois é, quando o assunto é sexo, todo mundo parece saber um pouco. No entanto, entre tantas informações compartilhadas, não faltam mitos e, quando entendidos como verdades, eles podem acabar com o prazer e até causar graves consequências para a saúde. Pensando nisso, o site norte-americano "Romper" separou 7 mitos sobre o sexo oral que precisam ser quebrados já. Veja a lista:

 

1. Oral não é sexo


Algumas pessoas consideram o oral apenas como uma preliminar, como a masturbação, e até afirmam que o sexo mesmo é apenas o ato que envolve a penetração. No entanto, não é bem assim. O oral pode ser o principal em uma relação sexual (lésbicas e bissexuais sabem bem disso!) e, inclusive, dar mais prazer à mulher do que apenas a penetração.

 

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, questionou adultos com vida sexual ativa sobre o que pode ser considerado sexo e prova exatamente isso. De acordo com os dados, mais de 70% dos entrevistados definiram o oral como sexo no sentido mais comum da palavra.

 

2. Ele pode urinar


"E se ele fizer xixi em mim?". Esta frase já deve ter passado pela cabeça de algumas mulheres durante o oral, mas não é preciso se preocupar. As chances de o seu parceiro urinar enquanto você faz sexo oral nele são mínimas. Isso porque há um mecanismo no corpo masculino que facilita a saída de urina, e não de sêmen, quando o pênis está flácido. Mas o mesmo não acontece quando o órgão está ereto. Nesse caso, apenas a saída de sêmen torna-se mais fácil.

 

3. Sexo oral é uma coisa nova


Será que nossos antepassados praticavam oral? Sim, a História nos mostra que a prática é mais comum do que imaginamos. Alguns registros apontam que os primeiros vestígios de oral estão ainda no Egito antigo e que a prática era recorrente entre os romanos. Pois é, o sexo oral é menos moderno do que você pensava.

 

4. É anti-higiênico


Você toma banho regularmente? E a pessoa com quem você se relaciona? Se as duas respostas forem “sim”, não há motivos para considerar colocar a boca “lá” como algo anti-higiênico. No caso das mulheres, lavar a vagina diariamente apenas com água é tudo o que a região precisa para se manter limpa e saudável.

 

O uso de sabonetes íntimos não é exatamente necessário, afinal o órgão sexual feminino possui fluidos que fazem o papel de limpar a região, mantendo ali bactérias saudáveis para a saúde da mulher. São esses mesmos fluidos que fazem com que a região tenha um odor específico.

 

Sabendo disso, não se preocupe! A pessoa que vai se relacionar com você não espera que a região tenha cheiro de rosas. Afinal, estamos falando de uma genitália, não é? Mas, claro, se você perceber alterações na região, não hesite em procurar a sua ginecologista.

 

5. Mulheres não tem orgasmo com oral


Um dos maiores mitos! Na verdade, o oral é extremamente importante para as mulheres quando estamos falando de uma relação sexual. Uma pesquisa recente descobriu que 73% das mulheres continuaram em um relacionamento com um homem por ele ter boas habilidades orais. Ou seja, o oral é mais relevante que a penetração para algumas mulheres.

 

É muito comum, por exemplo, encontrar mulheres que já tiveram um orgasmo com sexo oral, mas nunca tiveram com a penetração. Inclusive, outro estudo aponta que mais de 80% das mulheres têm dificuldades em atingir o orgasmo apenas com a penetração. É aí que entra a estimulação oral e manual para dar mais prazer para essas mulheres.

 

6. Suco de abacaxi altera o sabor do sêmen


Há uma crença comum de que tomar suco de abacaxi pode fazer o sêmen ficar mais “saboroso”, mas a ideia não passa de um mito. É fato que os fluidos corporais, como suor, saliva, secreções vaginais e sêmen pode ser influenciados pela dieta e hábitos de vida do indivíduo. No entanto, não há nenhum estudo ou pesquisa científica que comprove que comer determinados alimentos, principalmente abacaxi, pode fazer com que o sêmen seja mais doce ou saboroso.

 

Uma dieta saudável e equilibrada pode ajudar a tornar o sêmen menos concentrado, mas nenhuma quantidade de abacaxi no mundo vai fazer com que ele se pareça um drinque com gosto de fruta.

 

7. Você não pode contrair DST no oral


Este item acabou como o último da lista, mas ele não é o menos importante, longe disso. Doenças sexualmente transmissíveis não se dão apenas com a penetração e você pode, sim, contrair uma DST durante o oral. Por isso, a proteção é tão importante.

 

Especialistas afirmam que o risco de transmissão é maior quando quem está fazendo o ato possui pequenos cortes ou arranhões na boca (muitas vezes imperceptíveis). O risco também é grande quando há sangue menstrual envolvido. Então, proteja-se sempre! E se você tiver alguma doença e for fazer sexo enquanto estiver menstruada, converse com o parceiro e redobre o cuidado!

 

Mas, como se proteger? É comum ouvir que o sexo oral desprotegido é mais prazeroso, confortável ou então que não existem formas de proteção. No entanto, os preservativos estão aí para isso. As camisinhas com sabor são grandes aliadas nesse momento.

 

Além da proteção, a experiência torna-se mais agradável com um gostinho diferente. Já no caso das mulheres, a proteção é realmente mais difícil, mas não impossível. Além das camisinhas femininas, é possível recorrer a pedaços de plástico no formato da região.
 

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Foto: Reprodução

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