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Trânsito Legal : Uma criança morre a cada dois dias nas estradas por falta de equipamento de segurança
Enviado por alexandre em 06/09/2015 12:08:13

Uma criança morre a cada dois dias nas estradas por falta de equipamento de segurança


No primeiro semestre deste ano, uma criança morreu a cada dois dias nas rodovias federais de todo o país. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atribui parte das mortes à falta de equipamentos de segurança, como bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação e o cinto de segurança. De acordo com o policial rodoviário Diego Brandão, é comum flagrar motoristas trafegando com crianças sem os equipamentos exigidos por lei. Ao serem flagrados em blitz, alguns condutores acham que não há necessidade do uso de equipamentos de segurança para proteger as crianças, outros alegam que ocupa lugar no carro e ainda há os motoristas que não usam por falta de conhecimento, disse Diego. “Esses equipamentos são desenvolvidos com base na massa muscular da criança, da dinâmica de projeção em um acidente. Eles fazem com que a criança não saia da proteção do assento, limitando o deslocamento do corpo, e dão a segurança para que ela não seja arremessada para fora do veículo”, explica o policial à Agência Brasil. O Código de Trânsito determina que crianças com menos de 10 anos de idade devem ser transportadas nos bancos traseiros. Para o transporte de crianças com até um ano de idade, deve ser usado o bebê conforto. Com mais de um e até quatro anos, deve-se usar a cadeirinha. Já o assento de elevação deve ser usado por crianças entre quatro anos e sete anos e meio de idade. A multa prevista pelo não uso de equipamentos de segurança é R$ 191,54, além da perda de sete pontos na carteira e da retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

Trânsito Legal : O desafio da mudança é tema da Semana Nacional de Trânsito-2015
Enviado por alexandre em 05/09/2015 00:01:19

Quando o problema é muito grande, temos a tendência a imaginar que a solução é das mais difíceis também. Pois é, países como Austrália e Espanha nos mostram em sua história que, com força de vontade, dedicação e engajamento, trazemos a solução para perto e o problema deixa de ter o tamanho quase imensurável. Diminuir a atual violência no trânsito no Brasil é um dos principais desafios dos quais, governantes, sociedade organizada e iniciativa privada se debruçam sem colher bons frutos.

A Semana Nacional de Trânsito de 2015 traz um convite para toda sociedade para que “SEJA VOCÊ A MUDANÇA NO TRÂNSITO”. Mas, como ser a mudança? O que fazer para colaborar para um trânsito mais seguro, ético, humano e cidadão?

O vídeo educativo do Programa Observar de setembro traz exatamente esse incentivo: ser mais paciente, respeitar as leis, sair de casa acompanhado sempre do respeito e da generosidade, enfim, tratar o outro, que vai de carro, moto, a pé ou de bicicleta como eu gostaria de ser tratado. O vídeo demonstra que o trânsito pode trazer vários inconvenientes, mas você pode tratar todos eles com paciência e bom humor.

Assista e pratique as dicas desse Observar: #SouAMudançaNoTrânsito!

http://www.onsv.org.br/podcasts/o-desafio-da-mudanca-e-o-tema-da-semana-nacional-de-transito-de-2015/

Trânsito Legal : Manter a atenção no trânsito salva vidas
Enviado por alexandre em 28/03/2015 23:48:03

As distrações podem fazer o motorista perder mais do que alguns segundos

Nossos sentidos são capazes de nos afastar de grandes perigos. Por outro lado, quando estamos dispersos ou sobrecarregados de informações, nosso sistema sensorial age mais devagar, e no trânsito essas condutas podem causar acidentes – muitas vezes fatais.


De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 46% das colisões em rodovias brasileiras ocorridas em 2012 foram causadas por motoristas desatentos. E o problema não é apenas no Brasil: no mesmo ano, a agência americana de segurança viária, National Highway Traffic Safety Agency (NHTSA), registrou 3.092 óbitos em acidentes causados por distração, o que corresponde a 10% dos desastres registrados nas rodovias federais dos Estados Unidos.


Para a neurologista mineira Marília Denise Mariani Pimenta, o homem é o maior peso da tríade formadora do trânsito (homem-via-veículo). “Dirigir envolve carga emocional e cognitiva, e o motorista precisa prioritariamente ter atenção, sem distrações”, informa. De acordo com ela, é preciso ter todas as condições para avaliar os vários estímulos que ocorrem simultaneamente e o tempo todo, vindos dos meios interno (luzes do painel, barulhos e/ou cheiros diferentes) e externo (vias, pedestres, animais, outros veículos, obstáculos, ambiente em geral).


Na opinião de Luiz Gustavo Campos, especialista em Gestão de Trânsito e Mobilidade Urbana da Perkons, estar atento pode realmente salvar vidas, principalmente tendo em vista que o tempo de frenagem, diante de uma situação em que ela é necessária, aumenta substancialmente com a desatenção. “O indivíduo atento ao tráfego e ao caminho que está fazendo tem melhores condições de reagir a tempo de evitar choques, além de diminuir as chances de errar o trajeto”, comenta.


José Aparecido da Silva, PhD em Percepção e Psicofísica pela Universidade da Califórnia e professor do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo, destaca a visão e outros sentidos importantes para a direção: o tato, na hora de avaliar o toque, a textura e a largura, na relação com os itens do carro; o cinestésico ou propriocepção, que proporciona a sensação de movimento, fazendo com que o condutor tenha a exata noção de onde estão seus membros e qual o movimento estão fazendo sem ter de olhar para eles; o vestibular, sistema responsável pelo equilíbrio (impulsos enviados ao cérebro controlam o movimento dos olhos ou os músculos que mantêm o corpo firme e em estabilidade motora); e o olfativo, importante quando percebemos um cheiro de queimado, por exemplo.


Para Pimenta, a atenção envolve principalmente dois sentidos: a visão e a audição. “Assim, não poderiam dirigir pessoas cegas, pois não veriam os ambientes interno e externo do veículo; pessoas alcoolizadas, pela lentidão para processar os variados estímulos e realizar as ações pertinentes a eles, além do grande risco de dormir ao volante; pessoas com sonolência excessiva, como nas apneias do sono, onde a sonolência funciona como embriaguez; pessoas sob efeito de medicamentos ou drogas que comprometam o estado de alerta; pessoas com crises epilépticas não controladas, mesmo que sejam espaçadas, pois podem ocorrer no volante. Teriam risco aumentado as pessoas surdas, pois não ouviriam uma buzina, uma freada brusca, um apito de trem ou de policial, um alerta de passageiro do veículo; as com alterações cognitivas pela dificuldade e/ou impossibilidade de processar os estímulos; as com determinadas alterações motoras, como sequelas de AVC e Doença de Parkinson, pelas limitações inerentes; as com alterações psiquiátricas mais sérias (principalmente do humor e comportamento).”


Em prol de uma maior atenção


José Aparecido considera também que, para reverter as estatísticas de acidentes, causados em grande parte por desatenção, é preciso que o exame de habilitação seja mais rigoroso. “Para viajarmos com segurança, o condutor deveria fazer um teste de inteligência que apontasse um QI acima de 90 e que implantássemos o Hazard Perception Test, utilizado na Austrália, que observa como o candidato reage em situações de perigo no trânsito”, opina. Para ele, o governo deveria fomentar, ainda, celulares que desligassem automaticamente quando o carro estivesse em movimento. Além disso, na opinião de Pimenta, aplicativos como “Mãos no Volante”, que não deixam o celular tocar, enviando uma mensagem a quem está ligando informando que o dono do aparelho está dirigindo, deveriam vir de fábrica obrigatoriamente. No entanto, atualmente, está apenas disponível para o sistema Android.


Quanto aos celulares, fones de ouvido e viva-voz, Pimenta lembra que eles podem aumentar o número de acidentes em 23 vezes, sendo de 3 a 9 vezes mais eventos com vítimas fatais. “E o risco é o mesmo para os três!” Nem mesmo a música está fora de produzir riscos, até ao pedestre. A médica conta que estudos em Paris e nos EUA dão conta de que estes tiradores de atenção podem aumentar a chance de pedestres se envolverem em acidentes em 3 vezes. “Já há locais, como na Inglaterra, onde o pedestre é proibido de andar usando estes equipamentos que causam distração”, acrescenta.


O poder público pode ainda trabalhar com a conscientização. A Dinamarca, por exemplo, criou a campanha “Durante a condução de um veículo, apenas dirija” (em tradução livre), que compara as distrações – ainda que pequenas – como o motorista colocar um saco de papel na cabeça enquanto conduz.


Dicas para manter a atenção focada no trânsito Aqueles que são desatentos devem tomar algumas medidas para garantir uma condução segura:



  • Eliminar todo e qualquer estímulo que possa competir com o ato de dirigir. Para o pedágio, por exemplo, é importante já separar o dinheiro com antecedência. “Acontecem muitas situações em que o motorista, ao se aproximar de um pedágio, se distrai para procurar o dinheiro, diminuindo a capacidade motora, resultando na perda do controle do automóvel”, explica José Aparecido.

  • Em casa, buscar simuladores on-line com o objetivo de observar sua atuação em situações de risco.

  • No dia a dia, realizar atividades que fortaleçam a atenção, como leitura e jogos voltados para este fim.

  • Nunca subestime a capacidade de um momento de desatenção trazer problemas na condução de um veículo. “Até as menores e mais simples distrações podem acarretar em graves consequências; afinal, muitas vezes, a diferença entre a ocorrência ou não de acidentes pode estar em poucos segundos”, lembra Luiz Gustavo.

  • Use aplicativos como o “Mãos no Volante”, que ajudam a evitar acidentes ao inibir o uso do celular na direção. “No mundo moderno, tem causado cada vez mais preocupação o uso de desviadores  da atenção, sendo os mais significativos os celulares, os fones de ouvido e os dispositivos em viva-voz”, opina Marília Denise.


Tabela


 

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Trânsito Legal : Dez regras garantem segurança de pedestres, motoristas e passageiros
Enviado por alexandre em 28/03/2015 23:45:24

Alex João Costa Gomes*

Uma instigação para iniciarmos nossa breve, mas relevante conversa: você soube da campanha Maio Amarelo? Caso tenha visto, lido algo ou participado de alguma ação da referida campanha, isso já é algo bem positivo. A ideia de trabalhar ações diversas de conscientização no trânsito que envolvesse o poder público, a iniciativa privada e a sociedade de forma geral surge com o lançamento da Década de Ação pela Segurança no Trânsito que foi lançada em 11 de maio de 2011. Assim dessa maneira o mês de maio foi preterido para assim buscar tal interação entre o povo, o poder público e a iniciativa privada objetivando reduzir a violência vivenciada no trânsito brasileiro.

No Brasil inteiro Órgãos ligados ao Sistema Nacional de Trânsito, organizações não governamentais e a iniciativa privada desenvolveram várias atividades de educação no trânsito. No Amapá isso não foi diferente, em Macapá e Santana foram realizadas ações do Maio Amarelo, a campanha teve muita força também na internet, principalmente nas mídias sociais (twitter, instagram e facebook), até porque com o avanço das tecnologias e da internet, a comunicação através dessas ferramentas têm se firmado como algo preponderante, haja vista qualquer pessoa ter um celular com acesso a rede mundial de computadores e ter uma conta em uma dessas mídias citadas, as vezes a pessoa tem em todas.

Dez dicas de como se portar nas vias brasileiras para reduzirmos o número de acidentes e mortes foram apresentadas no decorrer do mês de maio. Além de vídeos, palestras e blitzem educativas que foram feitas em paralelo. Foi uma campanha intensa, envolvente e relevante ao contexto do trânsito no país. Outra instigação: caso tenha tomado conhecimento da campanha supracitada, você absorveu a mensagem central por ela transmitida? Pois é importante absorver as mensagens transmitidas e aplicá-las no dia-dia nas relações sociais, principalmente as ligadas a seara do trânsito.

Thomas Hobbes (1588-1679), pensador moderno, quando falou que o homem é lobo do próprio homem estava querendo explicar os conflitos existentes entre os homens nas relações sociais, isso podemos relacionar com o caos no trânsito, pois o individualismo impera e vivemos como se estivéssemos em uma guerra constante, logo, precisamos rever nosso contrato social no que tange as relações vigentes hoje no trânsito.

Condutores e transeuntes devem compreender que a segurança no trânsito está inserida na segurança pública e, como no Art. 144 da Constituição Brasileira fica explícito que o Estado tem esse dever em garantir tal direito e nós também temos responsabilidades quanto isso, podemos inferir que o trânsito também é responsabilidade de toda a sociedade. Partindo dessa relação existente intimamente entre a segurança no trânsito e a segurança pública, podemos perfeitamente inferir que não devemos trabalhar a melhoria no trânsito brasileiro com maior intensidade em um único mês do ano, mas sim todos os dias de todos os meses, pois o trânsito que queremos somos nós que construímos. Então, mãos a obra e vamos aplicar em nosso cotidiano a gentileza no trânsito e as dicas do Maio Amarelo.

 

*Alex João Costa Gomes, bacharel e licenciado em Bacharelado em História pela Unifap, é polical militar e ex-diretor do Detran do Amapá

Mais sobre trânsito

Trânsito Legal : Dúvida sobre categoria para Conduzir ambulâncias
Enviado por alexandre em 13/03/2015 02:07:46

Dúvida sobre categoria para Conduzir ambulâncias


No Transporte de Emergência (incluindo-se ambulância óbviamente) o condutor terá de ter a categoria de CNH de acordo com o veículo a ser conduzido, observando a tabela de categorias (anexo da resoulção 168 contran) e o curso especial de transporte de emergência.

Vamos ao que o Código de Trânsito Brasileiro estabelece:

Art. 145. do CTB. Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato deverá preencher os seguintes requisitos:

I - ser maior de vinte e um anos;

II - estar habilitado: a) no mínimo há dois anos na categoria B, ou no mínimo há um ano na categoria C, quando pretender habilitar-se na categoria D; e b) no mínimo há um ano na categoria C, quando pretender habilitar-se na categoria E;

III - não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos doze meses;

IV - ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prática veicular em situação de risco, nos termos da normatização do CONTRAN (Resolução 168/04).

Finalmente a resolução 168/04 diz:

Ítem do Curso de Transporte de Emergência - 6.4.2

Requisitos para matrícula- Ser maior de 21 anos;- estar habilitado em uma das categorias “a”, “b”, “c”, “d” ou “e”;- não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima ou ser reincidente em infrações médias durante os últimos 12 (doze) meses;- não estar cumprindo pena de suspensão ou cassação do direito de dirigir.

Ou seja, no caso de transporte de emergência (incluindo-se ambulância óbviamente) o condutor terá de ter a categoria de CNH de acordo com o veículo a ser conduzido observando a tabela de categorias (anexo da resoulção 168 contran) e o curso especial de transporte de emergência.

att,
Josiel Goulart
Veiculado no Fórum Portal do Trânsito

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