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Painel Político : Painel Político Alan Alex
Enviado por alexandre em 08/08/2019 23:05:27

E ainda, grupos políticos se organizam nos bastidores de olho na sucessão estadual em 2022. Conheça os bastidores

Na Draco

O secretário Chefe da Casa Civil Júnior Gonçalves entregou seu aparelho de celular à delegacia especializada em crime de corrupção, para ser periciado no caso dos “prints” com diálogos ofensivos à parlamentares. O episódio foi classificado pelo governo como uma tentativa de desestabilizar as relações com o legislativo, mas o próprio Marcos Rocha deu apoio a seu secretário. A polícia está empenhada em encontrar os responsáveis pelo caso.

Só na superfície

Nos bastidores comenta-se que o clima de ‘paz e amor’ que reina entre o legislativo rondoniense e o executivo não passa de mero teatro. Na superfície, águas tranquilas, porém, pouco abaixo, águas revoltas brigam de olho nas eleições de 2022. É, você não leu errado. Tudo que acontece atualmente é focado na sucessão de Marcos Rocha, que muitos apostam, não consegue se segurar no cargo até o fim do mandato, ou se chegar, vai estar bem fragilizado.

Ponto fraco

E o ‘calcanhar de Aquiles’ do governador seria sua esposa, Luana. A primeira-dama, que também é secretária de Ação Social, não está navegando em mares tão tranquilos quanto ela imagina. E como diriam os “Stark”, ‘the winter is coming’.

O fiel da balança

Chama-se Ministério Público do Estado. Para bom entendedor, nem precisa explicar.

Enquanto isso

O PSL trabalha claramente rachado em Rondônia. Um grupo, capitaneado pelo empresário Jaime Bagattoli, de Vilhena, que concordou, mas não digeriu sua derrota em 2018 para o Senado. Bagattoli entende que poderia ter tido um pouquinho de apoio por parte de Marcos Rocha no processo eleitoral, e não teve. Outro grupo é o do governador, que tenta se organizar e fortalecer. As eleições de 2020 serão importantes para todos os grupos políticos de Rondônia. Os que conseguirem mais prefeitos e vereadores, já largam na frente para 2022.

Um olho no peixe…

Marcos Rogério não esconde de ninguém que sonha em comandar o governo a partir de 2023, e como teve uma vitória significativa para o Senado, está cacifado. Para isso, vem trabalhando nos bastidores e organizando tanto sua legenda quanto uma aliança com os tucanos.

Outro no gato

Expedito Júnior, que perdeu a eleição para Marcos Rocha está mais vivo que nunca, e segue articulando para dar as cartas no processo eleitoral de 2020 e 2022. Mas os planos de Expedito e seu grupo passam diretamente pela reeleição de Hildon Chaves. Se Hildon não conseguir, a coisa vai ficar complicada.

O que era ruim

Ficou pior. Acadêmicos do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia estão se queixando da falta de transporte e da mudança nos horários do curso. Por determinação do Consad, as aulas iniciam às 18h50 e terminam às 23 horas, só que, ao saírem neste horário, eles chegam na cidade por volta das 23h30, 23h40, e não mais ônibus circulando na cidade. Tem gente dormindo no campus. É bom eles aproveitarem…por enquanto, ainda tem uma universidade, vai saber até quando…

Impressionante benefício da insulina intranasal em retardar a demência

A aplicação diária de insulina intranasal pode ser eficaz para retardar a progressão do comprometimento cognitivo leve ou da doença de Alzheimer, sugere nova pesquisa. Pesquisadores descobriram que a insulina intranasal administrada por meio de um novo dispositivo diminuiu a velocidade do declínio cognitivo em um a dois anos. “A magnitude do benefício é impressionante”, disse ao Medscape a pesquisadora do estudo, Dra. Suzanne Craft, Ph.D., professora de gerontologia e de medicina geriátrica na Wake Forest School of Medicine, em Winston-Salem, Carolina do Norte. “Este é o primeiro estudo no qual um medicamento foi administrado por via nasal para tratar a doença de Alzheimer”, disse a Dra. Suzanne. Os achados foram apresentados no Alzheimer’s Association International Conference (AAIC) de 2019.

Painel Político : Painel Político Alan Alex
Enviado por alexandre em 06/08/2019 22:27:26

E ainda, Brasil trava na inócua histeria anti-corrupção esquerdista e a direita se lambuza no dinheiro público

Precisamos avançar

O Brasil está emperrado na pauta “corrupção” há pelo menos cinco longos anos. Não se fala em outra coisa, e em nome dessa histeria coletiva, crimes estão sendo cometidos, a crise avançou a patamares inimagináveis. Construiu-se toda uma narrativa que desvia o foco de assuntos importantes. Estamos regredindo em praticamente todos os setores, mas só se fala em um ilusório “combate à corrupção”. Ilusório porque continuamos assistindo, impávidos, um deputado/pastor gastar R$ 157 mil em um suposto ‘tratamento dentário‘ e ninguém vai bater panela. Vimos o casal Jair/Michele queimarem R$ 6,1 milhões com uso do cartão corporativo em 6 meses, o que dá pouco mais de R$ 1 milhão/mês, mas tá tudo certo, “o Lula tá preso, esquerdista”, dizem os defensores do capitão.

Essa situação

Está ficando insustentável. Já se sabe que a reforma da previdência não vai ser suficiente para a retomada da economia. A tributária ainda engatinha, mas mesmo com a aprovação de ambas, será difícil atrair investimentos para um país onde temos um presidente que passa o dia todo batendo boca com a imprensa, com nordestinos, com venezuelanos, com indígenas e passa o dia precisando afirmar que ganhou a eleição. 

Toda essa situação

Está provocando um mal estar nunca visto no Brasil, que sempre foi um país de gente hospitaleira, unido, com problemas, mas que eram, de fato, motivos de piada. Agora se transformou em ódio. A imprensa não “pega no pé” de Bolsonaro. Ele que não se porta como deveria. Sua propalada “honestidade” só convence os que ainda se deixam levar pelo discurso de um ódio irracional contra tudo e contra todos. Precisamos de paz para crescer. Chega de estupidez.

Agora, sabe o que é melhor?

É ver gente, como o senador Álvaro Dias, que posa de moralista e ‘honestão’, mas que foi poupado, descaradamente, pela força tarefa da Lava Jato. Dias foi citado em delações, parte do inquérito que citava o senador “sumiu”. Um dos delatores afirmou que Dias recebeu R$ 5 milhões para “aliviar” sua atuação na CPI da Petrobrás. O senador, claro, nega e repete o que disseram todos os acusados, “boatos e perseguição política”. Leia a reportagem completa publicada pelo UOL nesta terça.

Enquanto isso

“Eu não me espantaria se tivessem tentado forjar alguma cartão de crédito internacional em meu nome”, disse ao blog do jornalista Ricardo Noblat, o ministro Gilmar Mendes. “Eles estão no mesmo patamar dos criminosos que dizem investigar”. O ministro foi alvo de uma tentativa de investigação ilegal promovida por Deltan Dallagnol e a Lava Jato. E é ilegal, inconstitucional. E não adianta esbravejar e chamar o capitão. Em nome do “combate à corrupção” não se pode ignorar as leis. 

E o astronauta?

O tal astronauta brasileiro, ministro da Ciência e Tecnologia Marcos Pontes, pelo jeito, só está no governo para conseguir benesses. E como. Nomeou sua sócia em três empresas para ser assessora no ministério e ainda ‘descolou uma boquinha’ para a moça na EBC, onde ela integra o Conselho, que reúne-se uma vez por mês e para isso recebe a bagatela de R$ 3 mil.

Mudando de assunto

Enquanto o Brasil afunda, algumas pessoas ainda tentam ver o que se salva. Desafios do Agronegócio é o tema de um encontro que pretende traçar cenários, perspectivas e soluções para o setor através de um debate franco e aberto orientado tão somente a construir soluções inovadoras para alguns dos velhos problemas do mundo Agro. O evento promovido pelo Rocha Filho Academy está confirmado e acontecerá na sexta-feira (9), às 13h30, no espaço Innovation Hub do escritório Rocha Filho Advogados, em Porto Velho. Confirmou presença no evento os maiores players de mercado do Agronegócio da região, autoridades públicas, lideranças do setor do Agro de Rondônia e de outros estados da federação. Para se inscrever basta acessar o link: http://bit.ly/rochafilhoagro. Mais informações pelo e-mail: relacionamento@rochafilho.com ou pelo telefone 69 3223-0499.

Painéis

O painel Regularização Fundiária está composto por Antônio Roberto dos Santos Ferreira (integrante da Secretaria do Patrimônio da União), Lúcio Mosquini (Deputado Federal e membro da Frente Parlamentar de Regularização Fundiária), Marcelo Alves Sobrinho (engenheiro florestal), Tony Marcelo (advogado do escritório VRA – especializado em Direito Agrário). Acesso ao Crédito é o tema de outro painel, sendo este integrado por Gustavo Arruda (superintendente do Banco do Brasil), Jhovito Evaristo (Gerente de Agronegócio do Banco do Brasil), Paulo Costa (XP Investimentos), Leonardo Lobo (advogado especialista em Certificado de Recebíveis do Agronegócio‎), Diego Brito Campos (Gerente Geral do Basa). Mercado Agro – do Insumo à Logística. Seus integrantes são: Jaqueline Cassol (Deputada Federal), Bruno Boer (gerente do Super Terminais – terminal privativo mais eficiente no Polo Industrial de Manaus), Luiz Cláudio (secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho), Lucas Borghi (representante da Indústria do Café em Rondônia).

Milhões de pessoas tomam ácido acetilsalicílico todos os dias sem recomendação médica

Milhões de adultos tomam ácido acetilsalicílico (AAS) diariamente sem recomendação ou prescrição dos seus médicos, o que provavelmente aumenta o risco de hemorragia importante, sugere uma análise de um estudo de coorte norte-americano. Os resultados da análise sugerem que quase um quarto dos adultos a partir dos 40 anos sem doença cardiovascular (23,4% na pesquisa do estudo) tomam ácido acetilsalicílico todos os dias como prevenção primária. São cerca de 29 milhões de pessoas em todos os Estados Unidos, observaram os pesquisadores. Deste grupo, 23% usam o medicamento sem recomendação médica, o que corresponde a cerca de 6,6 milhões de adultos, segundo o estudo. Quase a metade da população com pelo menos 70 anos de idade na pesquisa (44,6%) estava tomando ácido acetilsalicílico para prevenção primária de doença cardiovascular. Ter história de úlcera péptica não pareceu impedir que as pessoas tomassem o medicamento regularmente; isso não foi um preditor de menos uso de AAS. Os achados são baseados nos dados do National Health Interview Survey (NHIS) de 2017 feito com 14.328 adultos (média de idade de 57,5 anos; 54% mulheres; 33% não-brancos). A análise foi publicada em 22 de julho no periódico Annals of Internal Medicine. O primeiro autor é o Dr. Colin W. O’Brien, médico da Harvard Medical School, em Boston.

Painel Político : Painel Político Alan Alex
Enviado por alexandre em 29/07/2019 21:32:38

E ainda, rodoviária de Porto Velho, um problema crônico; e o complicado caminho para garimpar em Rondônia

Dois caminhos

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes terá que tomar algumas decisões para definir seu futuro político ano que vem. Laerte estará presidente até o fim do ano, seu sucessor é Alex Redano que assume em fevereiro de 2021. A questão é, que caminho tomar. Laerte pode disputar a prefeitura de Ji-Paraná, uma pretensão que ele cultiva há tempos. Se vencer, e conseguir usar a gestão como vitrine, poderá pensar em alçar voos mais altos, como governo ou senado no futuro próximo. Mas, se perder ou decidir ficar onde está, vai ter que encontrar um ‘plano b’. Voltar a ser “apenas parlamentar” é um exercício complicado para quem ocupa a presidência.

Agenda de Estado

Enquanto isso, ele segue ampliando ao máximo sua atuação no Estado. Tem percorrido municípios, participado de eventos regionais, construindo e fortalecendo seu grupo de forma consolidar-se como grande liderança. Catarinense de nascença, Laerte tem trilhado um caminho longo em sua carreira política que começou lá em Alvorada do Oeste no ano de 2004, sendo eleito com mais de 60% dos votos e reeleito em 2008 com mais de 80%. A manter esse histórico, e conseguindo solidificar um grupo para chamar de seu, Laerte tem tudo para disputar, no futuro próximo uma vaga ao Senado.

Até quando?

Porto Velho tem uma das piores rodoviárias do país. É suja, pequena, difícil para quem chega e complicada de ficar aguardando a viagem. Na gestão de Roberto Sobrinho foram gastos pelo menos R$ 5 milhões em “reformas”. Confúcio Moura quando governou Rondônia promoveu todo tipo de lambança em relação ao terminal da capital, e também não resolveu o problema, aliás, foi por culpa dele que a cidade segue sem uma rodoviária decente. A pergunta que fica é, até quando a população vai continuar à mercê da incompetência administrativa que não consegue resolver uma questão simples como uma nova rodoviária? E isso vale para Estado e município.

Garimpo em Rondônia

O governador Marcos Rocha está disposto a mexer na questão da regularização do garimpo no Estado. E já deu indicativo, em entrevista à imprensa do Acre alegou que “diamante e ouro de Rondônia tem saído clandestinamente” do Estado, e defende que a legislação seja alterada. Mas, a questão é bem mais complexa do que se imagina, e nem é tanto a pressão externa. No Brasil a garimpagem é liberada, porém, quando não é feita de forma responsável, se torna altamente predatória. Estima-se que de 300 mil a 500 mil pessoas trabalhem nos garimpos atualmente. A Constituição federal (artigo 174) determina que o poder público deve favorecer a “organização da atividade garimpeira em cooperativas, levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros”. Essa é, portanto, uma das principais bases legais para a extração mineral.

Porém

As principais jazidas de Rondônia, atualmente, estão em terras indígenas, o que ainda vai render muita confusão, e colocar os índios em uma situação ainda mais delicada. Além disso, é preciso levar em conta os níveis de poluição por metais pesados que atingem rios e contamina a bacia hidrográfica, afetando todo o ecossistema. E não, não se trata de “mimimi ambientalista”, mas sim de responsabilidade com a saúde alheia.

Massacre

Nesta segunda-feira, 57 presos foram assassinados em uma unidade prisional em Altamira (PA) após uma briga entre facções rivais. Por mais que alguns segmentos comemorem o “cancelamento de 57 CPFs”, é preciso prestar muita atenção nesse sinal. Isso quer dizer que o Estado não tem controle algum sobre o sistema, e se eles, presos fazem o que querem, soltos nem precisa dizer nada mais, né?

Irresponsável

A declaração estapafúrdia de Jair Bolsonaro sobre o assassinato de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, de que o mesmo teria sido morto por “companheiros de esquerda”, não merece apenas repúdio, como deveria ter um processo criminal. Bolsonaro é mentiroso contumaz e irresponsável em suas declarações. Documentos da Aeronáutica revelaram que o estudante foi preso pelo regime em 22 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro. O documento, anexado ao relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV), comprova que Santa Cruz estava sob custódia do Estado quando foi assassinado. Em depoimento à CNV, o ex-delegado Cláudio Guerra disse que o corpo teria sido incinerado na Usina Cambahyba, em Campos. Essas informações estão no blog de Bernardo Mello Franco, no Globo.

Homens com vida sexual ativa parecem ter menos sintomas de Parkinson

Homens com doença de Parkinson que são sexualmente ativos têm menos sintomas motores e não motores, e melhor qualidade de vida, mostra nova pesquisa. “Este é o primeiro estudo prospectivo longitudinal com uma grande coorte de pacientes com doença de Parkinson mostrando que a atividade sexual está associada a menor incapacidade motora e não motora, bem como a melhor qualidade de vida de homens”, escreveram os autores. “Esses achados devem alertar os especialistas em transtornos do movimento sobre a importância de perguntar periodicamente sobre a vida sexual dos seus pacientes”, acrescentaram. O estudo foi publicado on-line em 02 de julho no periódico European Journal of Neurology.

Painel Político : 2018 desmontou grupos políticos tradicionais de Rondônia e novas lideranças tentam se consolidar
Enviado por alexandre em 25/07/2019 09:09:36

Raupp, Expedito Júnior, Gurgacz e outros nomes que detinham o poder agora são meros coadjuvantes

As eleições 2018 foram marcadas por necessidade de mudanças, desinformação, comodismo da classe política tradicional e denúncias de toda a natureza, que terminaram elegendo novatos com os discursos mais variados, alguns sequer sabem o que fazer, mas mudanças radicais foram feitas.

No rescaldo, nomes como Expedito Júnior, Valdir Raupp, Marinha Raupp, Amir Lando e o próprio Confúcio Moura, eleito pela falta de entendimento por parte dos eleitores do PSL, que “votaram errado”, o cenário se renovou.

Valdir Raupp, outrora uma das maiores lideranças políticas do Estado, desapareceu do circuito. Atolado em denúncias que afetaram sua legenda, o MDB, o ex-senador teve pouco mais de 80 mil votos em 2018 (ficou em 6º lugar, com 5,95% dos votos). Agora Raupp torce para que não lembrem dele, já que pesam sobre seu pescoço a “guilhotina” da Lava Jato e a qualquer momento pode vir a ter sérios problemas com a turma de Curitiba.

Quem também sumiu do circuito foi Marinha Raupp, que em 2010 chegou a ter mais de 100 mil votos, amargou míseros 18.223 votos, caindo no mesmo limbo que seu marido. Contra Marinha não pesa nenhum tipo de acusação, mas já havia uma fuga de seus eleitores, registrada em 2014, quando, apesar de ter sido a mais votada, viu seu capital político cair de 100 para 60 mil votos. Além disso, as denúncias contra Raupp refletiram diretamente na ex-parlamentar. Além disso, ela sofria com o desgaste promovido por seus supostos apadrinhados, como o ex-secretário de saúde Williamens Pimentel, sempre apontado como “indicado por Marinha”, coisa que ela sempre negou.

Pimentel também afundou com o mesmo grupo. Em 2016 chegou a disputar a prefeitura de Porto Velho e em 2018 tentou ser deputado estadual. Fracassou nas duas tentativas.

Em 2018 também foram rechaçados nas urnas lideranças antigas, como Tiziu Jidalias, Lindomar Garçon, Maurão de Carvalho, entre outros.

2020 vai ser termômetro

O chamado ‘fênomeno dos outsiders” teve início nas eleições municipais de 2016, quando foram eleitos João Dória (SP), Alexandre Kalil (BH), Hildon Chaves (PVH) e outros “estreantes” na política. Naquele momento já se vislumbrava uma necessidade de mudanças, e que 2018 a coisa seria ainda mais ampla. E foi o que ocorreu. Não que essas mudanças tenham sido necessariamente melhores, muita gente se arrependeu no meio do caminho, outros não se convenceram, mas elas foram feitas. Em 2018, nas eleições gerais, a bancada federal de Rondônia, de 8 apenas 3 conseguiram a reeleição, e isso porque o PSL, partido de Jair Bolsonaro estava totalmente desorganizado e sem recursos, do contrário certamente teria conseguido fazer pelo menos mais um ou dois deputados e teria emplacado uma vaga ao Senado, quiçá duas, se tivesse acreditado um pouco mais.

Nas eleições de 2020 teremos uma visão mais ampla de como será o cenário em 2022, quando novamente teremos uma disputa presidencial, uma vaga ao Senado (em Rondônia a de Acir Gurgacz), governo do Estado e deputados estaduais. A depender do desempenho na economia de Bolsonaro, de índices de acerto de Marcos Rocha, se o atual mandatário não quiser disputar a reeleição, pode fazer uma composição e sair ao Senado, o que seria mais prudente para evitar desgastes e “sair por cima”. 

Nacionalmente o PSDB tenta se reinventar para polarizar com o PSL, já que a tendência é essas legendas se enfrentarem no futuro. Dória se prepara para isso. Em Rondônia o PSL ainda não se encontrou. Muitos ainda brigam por espaço e outros pensam em surfar na onda bolsonarista em 2020. Em Porto Velho, nomes como Miguel Raduan, o próprio Hildon Chaves, Daniel Pereira e até Roberto Sobrinho, se não tiver impedido, devem fazer parte da fauna política. Outro nome que vem sendo cogitado, mas de difícil definição é o deputado federal Léo Moraes, eleito com quase 70 mil votos, e que integra a chamada “nova política”.

Na Assembleia, movimentos

A eleição em 2018 também renovou consideravelmente a Assembleia Legislativa, e alguns nomes conseguiram se sobressair, como Laerte Gomes, Alex Redano, Jair Montes, outros se consolidam, como Edson Martins, Cássia das Muletas, Luizinho Goebel e Rosângela Donadon. A atuação parlamentar deles e de outros, é quem vai definir o futuro junto ao eleitor, que anda mais atento, principalmente com o fator ‘transparência” nos mandatos.

E as “velhas lideranças”, ressurgem?

Expedito Júnior, que disputou o segundo turno com Marcos Rocha nas eleições de 2018, detém cerca de 30% dos votos em Rondônia, e é um nome que não pode ser considerado “fora do cenário”. Mas, para garantir essa margem, ele precisa estar articulado, e principalmente, se reinventar, tal qual sua legenda (PSDB) vem tentando fazer. Mas, ele não é “nome para 2020”, possivelmente deva vir candidato ao Senado em 2022. Valdir e Marinha Raupp estão pela primeira vez, desde 1994, ambos sem um mandato. Mesmo quando perdeu o governo, Marinha seguiu na Câmara e agora o casal terá que construir, caso queiram é claro, uma nova história na política. Porém, atualmente estão mais preocupados em arquivar as denúncias que pesam contra Raupp.

Ivo Cassol, ex-governador de Rondônia e ex-senador, trabalha para disputar o governo no futuro, e é um nome que não pode ser desprezado nem subestimado. Acir Gurgacz deverá estar inelegível ainda em 2022, o que lhe tira a possibilidade de disputar a reeleição. De qualquer forma, nenhum desses que são nomes tradicionais podem ser desprezados, principalmente quando temos os “novos” sem conseguir atender as expectativas do eleitorado. O Brasil todo está em suspenso aguardando a retomada econômica. Ela será fundamental para dar os rumos nos cenários de 2020 e 2022.

Painel Político : Só a retomada da economia poderá segurar Bolsonaro no cargo
Enviado por alexandre em 23/07/2019 00:26:06

Presidente já criou todo tipo de confusão, está sempre envolvido em polêmicas mas não resolveu o principal problema do país, o desemprego e o destravamento da economia

Timer

Jair Bolsonaro foi eleito com grande expectativa por parte de seu eleitorado, e que ele iria “destravar a economia” com seu “posto Ipiranga”, Paulo Guedes. Desde então surgiram desculpas, escândalos, reforma da previdência, golden shower e todo tipo de asneira, menos o principal, a retomada da economia, e principalmente, a geração de emprego.

E lá se vai 2019

Foram feitas projeções no início do ano que agora estão sendo revistas e reduzidas. Bloqueios sem critérios à título de “economia”, programas sociais importantes sendo destruídos, como a fabricação de medicamentos para diabéticos e nem vamos falar da educação e do nepotismo descarado do filho. Bolsonaro e sua trupe estão promovendo um desmonte do Estado, com critérios tão mesquinhos que chegam a ser pedantes, e nada de empregos ou retomada econômica.

E não…a culpa não é do Congresso

Por mais que nas redes sociais Bolsonaro tente culpar o Congresso por sua incapacidade, alegando que “os deputados querem dinheiro”, ou “eles sabotam”, qualquer pessoa que não seja “bolsonarista cego”, sabe bem que tudo não passa de uma enorme cortina de fumaça. Principalmente quem de fato manda no país, que é o mercado financeiro. Se Bolsonaro e seu posto Ipiranga não apresentarem resultados concretos, 2020 será um ano turbulento para essa turma, é bom ‘jair’ se precavendo para a tempestade.

Só a retomada econômica

Vai garantir a permanência de Bolsonaro e sua trupe no poder. Não tem “amor que aguente a falta de dinheiro”…

Reflexos

O setor imobiliário está parado igual água de poço, e o turismo só para destinos baratos e próximos. As famílias estão reduzindo despesas e cortando o máximo possível. E nesta segunda, a Ford anunciou que vai demitir 750 trabalhadores em São Paulo. Cenário de terra arrasada. 

Então…

Na semana passada falei aqui sobre um servidor comissionado do governo de Rondônia que havia protocolado denúncia contra alguns colegas de trabalho e uma empresa, que estariam fraudando manutenção de veículos oficiais, inclusive o do governador. Durante o fim de semana, o denunciante afirmou ter recebido alguns telefonemas com ameaças, possivelmente feitas pelos denunciados. O Ministério Público deve entrar no circuito…

No mesmo dia

O sábado foi tenso em Porto Velho. Dois incêndios foram registrados na capital, sendo que em um deles, na loja da empresa Rondobrás, 36 horas após o início ainda havia pequenos focos de fogo na estrutura. 

Lá vem

Pelos próximos dias teremos barulheira daquelas pelo Estado. Tic-tac.

Cetamina é promissora no tratamento da dependência a cocaína

Uma infusão única de cetamina combinada com terapia de prevenção de recaída por meio da atenção plena (PRAP) aumenta a incidência de abstinência e reduz a fissura em adultos dependentes de cocaína, sugere nova pesquisa. Os resultados de um ensaio clínico randomizado mostraram que as taxas de abstinência foram significativamente maiores em pacientes que receberam cetamina + PRAP em comparação com pacientes do grupo de controle. Além disso, a probabilidade de os pacientes no grupo da cetamina apresentarem recaídas foi significativamente menor em comparação com os controles. A fissura também foi significativamente menor no grupo da cetamina durante todo o estudo. “Em indivíduos que fizeram PRAP, uma única infusão de cetamina levou a uma probabilidade significativamente maior de abstinência e aumentou o tempo para o primeiro uso ou o abandono, sugerindo que uma infusão única de cetamina promoveu o envolvimento com o tratamento comportamental e levou a melhores resultados terapêuticos”, disse ao Medscape o pesquisador do estudo, Dr. Elias Dakwar, professor associado de psiquiatria, Columbia University Medical Center, em Nova York. “A modificação comportamental para transtornos por uso de substâncias pode se beneficiar de certos medicamentos, mesmo quando eles são administrados em dose única”, acrescentou. O estudo foi publicado on-line em 24 de junho no periódico American Journal of Psychiatry.

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