Resenha Política - Resenha Política por Robson Oliveira - Notícias
(1) 2 3 4 ... 34 »
Resenha Política : Resenha Política por Robson Oliveira
Enviado por alexandre em 30/09/2014 11:06:34

Resenha política

Robson Oliveira

 

Acirramento

Cinco dias para as eleições e o clima eleitoral rondoniense começa a esquentar com os ânimos alterados de alguns postulantes. No último debate, da TV Record, o embate foi apenas uma amostra do que pode ocorrer na noite desta terça-feira (30), quando a TV RO promove mais um confronto de propostas entre os candidatos ao Governo de Rondônia.

 

Expectativa

Há também uma enorme expectativa nos comitês eleitorais em relação às pesquisas. O Ibope começou a colher os últimos dados desse primeiro turno e divulga a qualquer hora os percentuais para Governo e Senado. Embora esses dados sejam sempre contestados por quem não pontua de forma positiva, não há como desprezar os efeitos corrosivos que provocam nas campanhas. Em particular em relação à captação de recursos. Quando o candidato míngua nas pesquisas, o caixa se esvai junto.

 

Vale tudo

Nas redes sociais a campanha despencou para níveis rasteiros depois que um dos candidatos anunciou estar preparado para o pugilato eleitoral. Todos estão carecas de saber que este método de campanha abaixo da linha da cintura é um tiro no pé porque o eleitor sabe distinguir fato de versão. Especialmente quando a versão é exagerada e inverossímil.

 

Dia seguinte

Todos os dias o Tribunal Regional Eleitoral é instado a conter as transgressões dos aloprados e determina a retirada de conteúdos falsos contra os candidatos. Após a eleição, momento em que os processos seguem seu curso natural, os aloprados vão cair na real e perceber a bobagem em que se meteram. Quando será tarde para se lamentar.  É sempre assim: as piabas de engalfinham e os tubarões se confraternizam.

 

Ingrato

Desde que foi alçado à liderança do pleito, o candidato Expedito Junior (PSDB) passou a ser alvo de boatos e ataques rasteiros. O principal concorrente, Confúcio Moura (PMDB), por exemplo, postou no próprio face impropérios ao concorrente. Esqueceu-se de também registrar que no segundo turno das eleições passadas, em 2010, mendigou o apoio do atual rival que tanto sataniza para derrotar o então governador K-Ula (PP).  Para uns o mandatário é um ingrato, para outros um dissimulado. Como é uma avaliação subjetiva, cada qual avalia de forma livre e do jeito que melhor entender.

 

Cunhado

O principal coordenador da campanha eleitoral de Confúcio Moura em 2010, o cunhado Assis, foi visto degustando um suculento filé num sofisticado restaurante no shopping Porto Velho. Figura conhecida nos meios políticos e empresariais, o cunhado do governador andava sumido da vida social desde o ano passado.  É possível que a campanha eleitoral seja o principal motivo da reaparição.

 

Teatro

É impossível deixar de reconhecer que a inauguração do teatro municipal da capital no final da campanha foi um lance de marketing bem mensurado pelos próceres palacianos. Também é impossível deixar de registrar que a casa é um espaço importante na difusão da cultura rondoniense. Espero que não seja utilizado apenas pelos mesmos privilegiados escolhidos a dedo para inauguração e afagar o ego do mandatário de plantão. A casa da arte é do povo, assim esperamos que seja. Apesar dos bobos da corte o batizarem de palácio.

 

Espetacular

A reviravolta dada por Dilma Rousseff em cima de Marina Silva desmonta a posição inicial de que os truques dos marqueteiros não surtiriam efeitos nestas eleições presidenciais. Ledo engano, nunca antes neste país o marketing foi tão usado em abundância. Por todos os candidatos. Inclusive pelos pigmeus que disseminam a homofobia.

 

Atentado

Os tiros que atingiram um carro da Justiça Eleitoral na região da BR 429, entre São Francisco e Costa Marques, são repugnantes porque atentam contra a própria democracia. É preciso uma resposta imediata e implacável das instituições para que não se abra um perigoso precedente. Tem político que não engana ao passar recibo de gato por lebre.

 

 

Desgastado

O prefeito de Cacoal, Padre Franco (PT), a persistir a forma de administrar o município o prefeito vai chegar (se chegar) ao final do mandato com índice abaixo de zero. Pense num vigário teimoso. A última foi ordenar a ocupação de uma unidade hospitalar privada, visto que a municipal está desmantelada.

 

Prognóstico

Interessante o prognóstico feito pelo Globo nesta terça-feira apontando os candidatos aos governos com chances reais de vencer no primeiro e segundo turno, segundo as projeções de hoje. Rondônia está entre eles, claro!

 

Curiosidade

Uma quantidade enorme de camisetas amarelas desembarcou no estado. Não informaram a coluna o atacadista ou loja que tenha adquirido o produto em volume tão expressivo. Curioso, né?

 

Avião

Há algo no ar que não é avião.

Resenha Política : RESENHA POLÍTICA POR ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 18/09/2014 22:36:43

Resenha política

Robson Oliveira

 

Desqualificando

Embora a primeira pesquisa divulgada pela TV Rondônia e feita pelo IBOPE não tenha sido contestada pelos candidatos ao Governo de Rondônia (apuradas em agosto passado), a última, divulgada terça-feira (16), apontando Expedito Junior (PSDB) em primeiro lugar, provocou uma reação tão furiosa dos comitês eleitorais de Confúcio Moura (PMDB) e Jaqueline Cassol (PR) que esconde o estrago causado nestas campanhas. O candidato do PMDB desqualificou os dados e o instituto e a candidata do PR seguindo a mesma linha, convocou em socorro o irmão K-Sol para desmoralizar os números.

 

Destempero

A pesquisa mensura o momento da campanha e suas circunstâncias que podem mudar feito nuvem de uma hora para outra. Mesmo assim, o destempero com que os candidatos e seus correligionários reagiram aos números, revela a importância que cada um dá em sua divulgação. Como na primeira pesquisa os três estavam com percentuais razoáveis ninguém desqualificou. Esquecem que mais de trinta dias separam a primeira pesquisa da segunda, tempo suficiente para que os números desta fossem diferentes daquela. É sempre assim: quando a pesquisa não agrada a saída mais cômoda é apontar um culpado ou desqualificar os números. Ou os dois.

 

Rejeição

O curioso é que em relação aos percentuais de rejeição obtidos pelo peemedebista na mesma pesquisa os números não são contraditados nem repelidos. Também não vi um só correligionário de Confúcio demonizar a pesquisa referente a senador. A razão é simples, os percentuais favoráveis ao aliado Acir Gurgacz (PDT) são excelentes.  Resumo da obra: quando a pesquisa é boa todos comemoram. Quando é ruim demonizam. É o jus esperniandi.

 

Mentira

Confúcio Moura levou ao guia eletrônico da campanha que é um administrador que faz e mostrou como ação governamental as imagens aéreas do conjunto de casas populares destinados a famílias de baixa renda. A imagem de cima impressiona, mas escondeu que são casas financiadas pelo programa do Governo Federal “Minha casa, Minha Vida”. Como mentira tem pernas curtas dizem que o programa habitacional daqui entrará no guia eletrônico da campanha nacional de Dilma Rousseff (PT).

 

Marola

Os governistas anunciaram solenemente uma ‘onda amarela’ como forma de motivar os desconfiados correligionários para que massifiquem a campanha como reação a pesquisa do Ibope. Não conseguiu até o momento nem uma coisa nem outra e a convocação virou uma marolinha.

 

Embusteiros

O guia eleitoral do Confúcio mostrou ainda sem nenhum pejo uma cena do trem da abandonada Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM) sobre os trilhos em pleno funcionamento. Ora, quem for ao complexo da Madeira Mamoré verificará a forma desleixada pela qual esse governador trata a memorável EFMM. O complexo entrou em ruína muito antes da última cheia. A cultura estadual virou órgão sem importância e os principais eventos foram extintos ou tratados sem a importância que merecem. A imagem do trem funcionando é um embuste de marqueteiros, com a chancela do candidato.

 

Socorro

Apesar de repetir feito mantra nos debates que possui luz própria e que não é candidata a primeira irmã, a postulante ao governo pelo PR, Jaqueline Cassol, pediu socorro exatamente ao irmão senador para desqualificar a pesquisa do Ibope. Os percentuais ínfimos atribuídos à candidata obrigaram a equipe de campanha a redirecionar a estratégia e ceder o tempo ao primeiro irmão.

 

Fenomenal

Os próximos números do Ibope a serem anunciados às vésperas do primeiro turno indicarão se a estratégia dos Cassóis está correta. Entretanto, chama a atenção dos analistas a rejeição a quem nunca disputou uma campanha. Um belo estudo sociológico para tal fenômeno. Ou não!

 

Debate

No próximo domingo, às 22 horas, a Rede TV promove o segundo debate na capital entre os candidatos a governador. Todos confirmaram a participação e a influência dos números da pesquisa Ibope será a condutora dos questionamentos. Expedito Junior, por exemplo, tem consciência de que desta vez será o alvo principal dos concorrentes e Confúcio o segundo. Mas quem pretende governar e mudar os destinos de Rondônia não tem o direito de temer o debate nem os eventuais impropérios. Vidraça todos possuem, embora o eleitor queira ouvir propostas exequíveis e não pugilato.

 

Tolice

Quem pesquisar a cobertura feita pela mídia local no segundo turno das eleições estaduais de 2010 verificará que a tática de bater da cintura para baixo tem surtido efeito em sentido contrário. Naquele ano, quando o candidato da oposição, Confúcio, concorria com o governador de plantão, o opositor apanhou duro e nem por isto perdeu as eleições. No final deu uma peia.

 

Proporcionalidade

O eleitor percebe quando a desproporcionalidade das críticas acerbas é gritante. Apesar dos tolos repetirem o erro. Para os excessos dos apoiadores basta acionar a legislação que é igualmente dura. Na mídia é pior ainda.

 

Vexame

O tempo invernoso está chegando e os temporais começam a alagar ruas em Porto Velho. Dois anos e nove meses de (des) governo do prefeito Mauro Nazif  a capital está um caos e com as chuvas aumentam as alagações. O que irrita é que os cofres da municipalidade estão bombando com significativos recursos, mas o prefeito não utiliza em favor da população sob a justificativa de que o MPF teria recomendado que não. O vexame dessa administração abunda.

 

Sova

Pura empulhação do prefeito da capital. Fui verificar a recomendação e não há nenhuma menção para que os recursos não sejam aplicados. A orientação é que sejam investidos de forma correta e eventuais prejuízos apurados.  A justificativa do alcaide é risível. Quero ver se essa mesma desculpa será utilizada na campanha de reeleição. Sendo, desconfio que Mauro corre o risco de colher coisa pior do que singelas e democráticas vaias.

Resenha Política : RESENHA POLÍTICA POR ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 16/09/2014 22:19:25

Resenha política

Robson Oliveira

 

Vaia

Foi ensurdecedor a vaia dada ao prefeito da capital Mauro Nazif durante o evento de inauguração da ponte que liga Porto Velho a margem esquerda do rio madeira. Autoridades presentes, inclusive o ministro dos transportes, ficaram constrangidas com a manifestação espontânea das pessoas que acompanhavam o evento.

 

Hostilidade

Em todos os eventos públicos em que comparece, Dr Mauro Nazif (PSB) é hostilizado pela população da capital. Nas últimas eleições a população portovelhense deu uma votação expressiva ao prefeito do PSB na esperança que o “doutor” fizesse a diferença na administração municipal e impôs a Garçon uma derrota acachapante. Mais de dois anos administrando a capital os resultados da gestão do Dr. Mauro são desastrosos. Merece a hostilização pelas vaias. Quem também não escapou do constrangimento hostil foi o senador K-Sol.

 

Insepulta

Outro protesto que não passou despercebido na inauguração da ponte foi à cobrança pela elucidação do assassinato da jovem Naiara. Embora a polícia tenha efetuado as prisões dos responsáveis pela execução da jovem o crime ainda está envolto a muito falatório porque a própria polícia diz que a investigação não está conclusa. Se o inquérito policial continua aberto à dedução possível é que existam suspeições de envolvimento sobre outras pessoas. O que não é tolerável é manter o caso no limbo servindo apenas a fins eleitorais.

 

Alô

Durante um comício eleitoral no município de Nova União as poucas pessoas que foram ao ato político ficaram surpresas com a inovação dos organizadores da concentração ao anunciar à fala do candidato a reeleição Confúcio Moura (PMDB) por telefone. Quando o candidato disse alô, vários presentes bateram em retirada. Nem um alô de corpo presente o mandatário se dispôs a falar aos eleitores daquele município. Contato pessoal com o cheiro do povão não é o forte do atual governador.

 

Boatos

Aguardada com expectativa por todos os comitês eleitorais, a pesquisa do Ibope deu o que falar muito antes dos dados anunciados. Os governistas sinalizaram que conheciam antecipadamente os números apurados e falavam abertamente os percentuais apontando o atual governador em primeiro lugar. Os boatos se alastraram feito fogo em capim seco. Como os resultados serão conhecidos em poucas horas comprovaremos se os boatos eram apenas arroubos dos governistas ou manipulação verdadeira. Mesmo causando frisson nos comitês, pesquisa mede a circunstância do momento e não há registros de que elas sejam capazes de mudar um pleito. Apesar dos tolos acreditarem. A ver! 

 

Consulta

O Tribunal Regional Eleitoral acertadamente rechaçou a manobra governamental para a contratação de professores emergenciais por ferir a legislação eleitoral. O curioso é que somente agora quando o processo eleitoral está em curso é que o Governo Estadual tenta contratar professores, em particular com o segundo semestre letivo em curso. Esse povo não tem limite mesmo.

 

Balança

O juiz federal paranaense continua aprofundando as investigações envolvendo políticos e o doleiro da operação denominada ‘Petrolão’. A campanha eleitoral não pode servir de desculpa para que investigações sejam paralisadas sob a justificativa de interferência na campanha eleitoral. Enquanto no Paraná as investigações andam a passos longos por estas bandas algumas aguardam o final do calendário eleitoral. Dois pesos e duas medidas, literalmente.

 

Chacota

Apesar dos colegas de batente ter criticado com veemência a forma pela qual o deputado estadual Adriano Boiadeiro utilizou como transporte para retornar as funções legislativas depois que teve o mandato suspenso por envolvimento em supostos malfeitos, esta coluna não pode deixar também de lamentar a chacota. A ação do parlamentar é um retrato em branco e preto de horrores que se tornou nosso Poder Legislativo, com honrosas e pequenas exceções. Fiquei com pena da mula que suportou um fardo tão pesado. A cada legislatura nossa representação parlamentar fica pior.

 

Bengala

Reza a lenda que a morte é única capaz da pessoa receber algum elogio por afetar os sentimentos cristãos do brasileiro. Fiquei surpreso com o número de pessoas e autoridades que manifestaram resignação com o falecimento do ex-governador Jerônimo Santana. Em sua maioria as mesmas que satanizavam o ex-governador em vida.  

 

Marca

Bengala morreu abandonado e no ostracismo político. Porém, em seu apogeu era implacável com os desafetos e complacente com os apaniguados. Faz parte da história rondoniense e ajudou a construir um estado pujante com a visão futurista em relação às questões ambientais. Entre erros e acertos políticos o saldo é positivo, mas ficou marcado pelos negativos. Como personagem histórica merecia melhor tratamento. Como governador, mereceu o inexorável ostracismo.

Resenha Política : RESENHA POLÍTICA POR ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 09/09/2014 18:05:30

Resenha política

Robson Oliveira

 

Inércia

A nota publicada na imprensa da Vara de Execuções Penais revela a falta de uma política estadual coerente para a questão carcerária. Pelo texto podemos deduzir que, diante à inércia do governo, os presos não poderão remir suas penas porque o estado não cumpre sua parte em dotar as unidades de condições de oferecer trabalho e estudos, conforme prescreve a Lei de Execução. Querem que o juiz da VEP conceda a progressão ou remição de forma ‘ficta’, ou seja, faça de conta que o apenado trabalhou ou estudou, embora esteja vivendo na unidade em pleno ócio.

 

Indústrias

Já são vários os estados onde os apenados são obrigados a trabalhar para produzir e custear algumas das despesas com a internação. Transformar presídios em unidades que produzem é a melhor forma de reinserir ao convívio social quem delinquiu. As autoridades sabem disso, mas não resolvem o problema porque é uma área que somente chama atenção quando ocorrem cenas de barbárie. E não rende votos.

 

Tranquilidade

O colunista político Claudio Humberto escreveu na coluna Diário do Poder, desta segunda-feira (8), que Expedito Junior (PSDB) está entre os tucanos bem postados nas pesquisas oficialmente divulgadas. Além dele, Cássio Cunha Lima (PB) e Marconi Perillo (GO), estão tranquilos com a campanha eleitoral.

 

Sujos

Um vídeo manipulado com uma edição falsa com Junior supostamente pedindo votos para seu concorrente Confúcio, que está sendo compartilhado pelo WhatsApp e Face, demonstra o quanto os aloprados governistas escondidos pelo anonimato tentam confundir o eleitor de forma venal. A montagem é criminosa porque foi retirada de uma declaração dada no segundo turno das eleições de 2010 quando Confúcio foi buscar exatamente o apoio de Expedito para conseguir derrotar Caula. Os aloprados esquecem que o candidato ‘chapa branca’ é um dos signatários de uma carta na OAB-RO prometendo fazer campanha limpa e ética. Aliás, não passou despercebida a patomima feita pelo candidato erguendo a mão direita e jurando solenemente cumprir com o compromisso. Mas a sujeira ficou por conta dos aloprados. 

 

Prenha

Nos bastidores políticos vazou a informação de que um instituto de pesquisa famoso por "errar" seus prognósticos está prestes a colher novos dados por aqui. É possível que "erre" mais uma vez por utilizar amostras inadequadas às regras estabelecidas. Um senhorita que fala pelo instituto trocou telefonemas com figurões locais. Quando os números são absurdamente errados o efeito é contrário. A ver!  

 

Saques

Em tempos de campanha eleitoral todo cuidado com a fiscalização é pouco. As movimentações financeiras vultosas nesta época podem indicar malfeitos políticos. É necessário os órgãos de controle redobrarem a fiscalização nos saques das empresas, em particular as que possuem contratos públicos. Recursos não contabilizados podem estar irrigando ilegalmente campanhas milionárias que saltam aos olhos do eleitor. Olho vivo.

 

Sinal

A reação das campanhas de Dilma Rousseff e Aécio Neves para conter o tusinami eleitoral de Marina Silva pode ter surtido algum efeito. As pesquisas que estão para ser divulgadas indicam que a ambientalista parou de causar estragos nas campanhas dos adversários. Resta saber qual influência causada pela sujeira do petróleo na campanha petista após a delação premiada feita pela língua lubrificada de malfeitos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.   

 

Hostilidade

Um ex-prefeito de Porto Velho foi enxotado literalmente do bairro Marcos Freire ao pedir votos na Zona Leste da capital. Ele foi recebido com hostilidade por populares que demonstraram revolta com as obras inacabadas da capital.

 

Predador

Os candidatos a deputado federal ligados à coligação capitaneada pelo PMDB estão irritados com o volume de campanha de Lúcio Mosquini. Creditam ao ex-diretor do DER uma campanha predatória que avança sobre os seus colégios eleitorais e cabos eleitorais. A campanha de Mosquini é arrojada e abastada.

 

Abandono

É impressionante a forma sórdida pela qual nossas autoridades tratam as pessoas sobretudo a mais humildes que necessitam de apoio do poder público. Os desabrigados do baixo madeira foram abandonados pela executivo municipal e estadual, embora tenham prometido assisti-los. Ninguém fala nada sobre a compra dos terrenos prometidos para erguer um novo distrito. Estamos ameaçados de novas enchentes sem que nenhuma ação preventiva seja tomada.  

 

Diagnóstico

Depois de três meses no cargo é que o Comandante da Polícia Militar de Rondônia declara possuir um diagóstico da criminalidade que assola nosso estado. As propostas apresentadas são tão singulares que nem merecem comentários. Pelo que deduzimos restará a população ficar atenta aos delinquentes e a muncipalidade criar um pilotão para minizar os índices da violência.  Ainda tem autoridade confusa por aí que diz que estamos no rumo certo. É melhor gritar: socorrrrrooooooooooooooo!

 

Erupção

Mais cedo do que tarde vai estourar aí uma confusão que abalará os pilares estaduais da política, dos empresários e de gente que se acha acima de qualquer suspeita. Pena que não ocorrerá nos próximos dias para que a população pudessem visualizar os santo de pau oco que se apresentam por aí como se fanciscanos fossem. Quem viver verá!

Resenha Política : RESENHA POLÍTICA POR ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 28/08/2014 16:04:15

Resenha política
>Robson Oliveira

>Marola
>Embora este cabeça chata não vote nem acredite na ladainha repetida
feito um mantra da sustentabilidade que enfeita o discurso da candidata a
presidente Marina Silva (PSB), as pesquisas divulgadas recentemente na mídia
nacional revelam que ela entrou na disputa feito um tsunami, derrubando todos os
prognósticos feitos até o momento. Tudo indica que a candidatura de Marina não é
uma marolinha nem um recall de viúva da tragédia que vitimou Eduardo Campos. Os
números revelam que ela chegou pra derrubar candidatos e analistas, inclusive as
avaliações desta coluna.

>Niilismo
>A descrença com os políticos e a política que assola parte da
população brasileira enxerga nos percentuais de Marina Silva uma musculatura
perigosa que tende a levá-la ao palácio do planalto com um discurso vazio que somente
realimenta a incredulidade nos partidos e a descrença nas instituições e seus
representantes, como se a candidata neossocialista representasse a negação de
tudo. São tempos niilistas na sua mais permissiva contemplação.

>Coalha
>Marina possui lastro político que não a coloca na mesma vala
comum da maioria dos colegas políticos, mas é uma militante antiga que assumiu
cargos e mandatos abrindo mão de alguns princípios para sobreviver à política. Um
exemplo foi ingressar numa legenda que possui entre seus membros o patriarca da
família Bornhausen que tão bem representa a velha e velhaca política.   Portanto, mesmo negando as velhas práticas,
faz de conta que não enxerga convívio ao lado daquilo que tanto condena. É a
velha máxima: faça o que digo, mas não faça o que faço!

>Maionese
>Durante a sabatina cívica promovida na Ordem dos Advogados do
Brasil, seccional de Rondônia, os postulantes ao governo foram arguidos nas
áreas de saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e cidadania por representantes
do CREMERO, UNIR, OAB-RO e CREA. Instado pelo presidente do CREMERO a falar
sobre a saúde estadual, o candidato à reeleição, Confúcio Moura (PMDB), tascou
essa: “os hospitais públicos rondonienses atendem melhor que os particulares”.
Não há registro de nenhum parente do governador ou auxiliar de primeiro escalão
atendido pela “excelente” rede hospitalar estadual. Os presentes ao evento perguntavam:
- ele nunca visitou um plantão no João Paulo? A declaração foi uma imersão ao
confucionismo ou uma viagem na maionese. Ou os dois?

>Pito
>Sem uma proposta concreta e factível para apresentar, o
candidato a governador pelo PSOL, Pimenta de Rondônia, esqueceu o objetivo da
sabatina e descumpriu ali mesmo os compromissos que no final do evento prometeu
seguir para manter a campanha em níveis respeitosos. Assim que partiu para a jugular de um dos concorrentes, de forma agressiva e atabalhoada, foi
repreendido pelo moderador da OAB-RO no evento e ainda recebeu um pito do
Procurador Geral de Justiça.   Diz o
adágio: pimenta nos dos outros é refresco.

>Ventríloqua
>A candidata do PP, Jaqueline Cassol, irmã de Ivo, tem
procurado descolar a pecha de candidata ventríloqua (marionete) do irmão
senador. Em todas as oportunidades explica que é candidata a governadora e não
a primeira irmã. Embora seja apenas uma frase de efeito para evitar a
inexperiência política, a candidata pepista (assim como os bagres do madeirão),
sabe que a postulação depende essencialmente do irmão para vingar, mesmo
demonstrando uma desenvoltura incomum nos debates em relação aos concorrentes.

>Paisagem
>Todas as vezes que os candidatos criticam a administração da
capital, o candidato do PT, Padre Ton, faz cara de paisagem e mantém uma
equidistância do tema porque sabe que são problemas deixados pelo prefeito
petista Roberto Sobrinho e que o atual não conseguiu resolver. Ton sabe também
que a ligação dele com o companheiro e ex-prefeito petista prejudica a campanha
na capital e desmonta boa parte do discurso que utiliza para fustigar os
adversários.

>Calmaria
>Apesar de uma aparente calmaria a campanha eleitoral ainda
vai pegar fogo caso se confirmem as especulações feitas em reservado envolvendo
malfeitos de figuras proeminentes do estado. Como Rondônia é um terreno fértil
para boatos é possível que tudo não passe de mais uma especulação visando
provocar calafrio nas autoridades de plantão. No entanto, diante da fertilidade
de confusão e da aparente calmaria, cautela e caldo de galinha não fazem mal a
ninguém.

>Precedente
>A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cassar o
registro da candidatura de José Arruda, postulante ao governo do Distrito
Federal, pode respingar em candidaturas já deferidas pelo Tribunal Regional de Rondônia.

>Inovação
>A Justiça Eleitoral do Distrito Federal havia deferido o
pedido de registro da candidatura de José Arruda ao Governo do DF, porque na
data do pedido ele (Arruda) estava tecnicamente quite com as certidões
eleitorais.   Ocorre que, após o
deferimento do registro da candidatura, José Arruda recebeu uma condenação por
órgão colegiado. Com base nessa condenação o TSE inovou no posicionamento e
entendeu que a situação jurídica do candidato se enquadrava em fato
superveniente, atraindo ao caso concreto, a aplicação da inelegibilidade,
conforme a lei da ficha limpa.

>Cadafalso
>A interpretação dada pelo TSE poderá ser utilizada em
candidaturas de políticos em Rondônia que foram deferidas pelo Tribunal
Regional Eleitoral, mas aguardam julgamento de recursos em segundo grau, a exemplo
de Roberto Sobrinho e uma fila enorme de ex-prefeitos e deputados estaduais. Ao
colocar esta turma no cadafalso, a decisão do TSE poderá servir para começar uma
pequena higienização na política local.

>Reeleito
>O médico Hiram Gallo foi reeleito para mais um mandato de
conselheiro federal do Conselho Federal de Medicina (CRM). Atualmente ocupando
um cargo relevante na estrutura da autarquia nacional, o médico rondoniense é
nome certo para o próximo mandato na diretoria do CFM. Gallo é uma referência
ética, moral e profissional.

(1) 2 3 4 ... 34 »