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Resenha Política : RESENHA POLÍTICA ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 16/11/2020 18:00:18

RESENHA POLÍTICA  

ROBSON OLIVEIRA 

 

FINALISTA 

Conforme detectado nas pesquisas divulgadas para prefeito na capital, a segunda vaga para enfrentar Hildon Chaves (PSDB) seria bem disputada entre Vinícius Miguel (Cidadania) e a vereadora Cristiane Lopes (PP), e a diferença entre eles ficou abaixo de um ponto percentual. Um resultado que não surpreendeu já que as pesquisas haviam captado a tendência de subida da vereadora na reta final das eleições. Agora ela terá a árdua missão de alcançar e passar o atual prefeito que, concluída a votação, obteve um resultado expressivo acima da soma dos votos do segundo e terceiro colocados.  

 

REJEIÇÃO 

Já há projeções publicadas por aí, algumas avexadas já que não há ainda nenhuma sondagem sobre a migração dos votos dos candidatos derrotados. Projeções que traduzem mais a vontade de quem a faz do que a realidade a ser mensurada. Rejeição sempre é um dado complicador em qualquer campanha, mas é preciso ponderar que a rejeição que vale daqui pra frente é a que será pesquisada. Como a abstenção foi enorme, a tendência é que aumente no segundo turno. É uma eleição plebiscitária: quem aprova o que está sendo feito e quem quer mudar. O resto é lorota.  

 

SUJEIRA 

É óbvio que a entrada do deputado federal Léo Moraes (Podemos) na campanha da capital nos últimos dias ajudou a vereadora Cristiane Lopes (PP), mas é um equívoco avaliar que tenha sido este em si o fato concreto que catapultou a vereadora para o segundo turno. O principal obstáculo que Vinicius Miguel enfrentou e preponderante para que afetasse sua ascensão e que impedisse chegar ao segundo turno foi o jogo sujo na mentira contida num panfleto amplamente espalhado na cidade e replicado nas mídias socais. De longe a mentira e o fake foram as variáveis mais robustas que atrapalharam a campanha do jovem professor. Sem esta prática perversa, covarde e criminosa, dificilmente a vereadora teria suplantado o professor. Léo Moraes é um parlamentar bem avaliado, mas não é dono da vontade das pessoas.  

 

MÁGOA  

Com as justificativas dadas por Léo Moraes para anunciar apoio ainda no primeiro turno a Cristiane Lopes, restou claro que guarda mágoa do professor Vinicius Miguel (Cidadania) em razão da publicação de uma reunião entre os dois que vazou dias antes das convenções. Embora não tenha sido Vini a fonte do vazamento, o parlamentar colocou para fora todo o rancor acumulado e aproveitou para fazer ilações de que o candidato do Cidadania seria uma espécie de plano B do grupo ligado ao atual prefeito. Uma justificativa no mínimo desrespeitosa e equivocada. A política é feita de consensos, apesar de existirem nesse meio aqueles adeptos à beligerância.  

 

PERDEDOR 

O grande perdedor nestas eleições é o governador Marcos Rocha que não conseguiu ajudar a eleger nenhuma aliado na maioria dos colégios eleitorais do estado. Foi o principal garoto propaganda de Breno Medes, quarto colocado na capital, que a despeito da estrutura governamental colocada pelo governador na sua campanha, não obteve o êxito que julgava conquistar. Autodenominado “fiscal do povo”, com um discurso monocórdico que prometia expulsar de Rondônia a Energisa, Mendes e o governador não conseguiram convencer o eleitor portovelhense. Perderam feio.  

 

PRÊMIO 

Já há quem diga que o “fiscal do povo” deverá ser convidado para assumir um cargo de confiança no Governo do Estado como prêmio de consolação pela derrota. Pelo discurso entabulado na campanha, é fácil deduzir que o próximo diretor do Procon de Rondônia será Breno Mendes, local onde ele pode cumprir a promessa de fiscalizar as empresas em nome do povo. Mesmo sabendo que a promessa de expulsar a Energisa ele não tem como cumprir, nem que tivesse vencido o pleito municipal no primeiro turno. 

 

SURPRESA 

Apesar dos modestos sete por cento dos votos na capital, o resultado obtido pelo coronel Ronaldo Flores foi expressivo para quem nunca disputou um cargo político. Esta campanha não repetiu a onda de militarização da política ocorrida nas eleições nacionais passadas no espectro bolsonarista. Em Rondônia, por exemplo, a maioria dos policiais concorrentes foi derrotada nas urnas, mas o coronel Flores fez uma campanha sem alusão à caserna e com proposta exequíveis para a administração municipal. Saiu da eleição muito maior que entrou e passa a ser um quadro importante para futuras disputas.  

 

NULIDADE 

Em Ariquemes, berço político do senador Confúcio Moura (MDB), o candidato emedebista obteve uma votação pífia. Observadores alegam que esta votação inexpressiva ao MDB é uma aviso de insatisfação do ariquemense com o senador que, após eleito, sumiu.  Em Porto Velho, o candidato a prefeito imposto ao MDB pelo senador, Williames Pimentel, repetiu a votação inexpressiva do colega de partido de Ariquemes.  

 

IRONIA 

Como esta coluna havia antecipado, a eleição de Ariquemes seria disputada voto a voto com vantagem da vereadora Carla Redano (Patriota). Não deu outra, Carla venceu com uma diferença pequena em relação ao segundo colocado. Por ironia do destino, o segundo colocado nestas eleições foi exatamente Tiziu Jedalias que, de forma açodada, excluiu da sua chapa exatamente a prefeita eleita. A defenestrada defenestrou o sonho cultivado por Tiziu em administrar o município.  

 

TRANSFERÊNCIA 

São pouquíssimos os políticos que conseguem transferir votos para terceiros, entre este grupo seleto está o prefeito de Ariquemes, Thiago Flores. Com a administração bem avaliada no município, o prefeito optou em não disputar a reeleição por razões pessoais e, durante a campanha, declarou apoio a Carla Redano o que ajudou a impulsionar a candidatura da eleita. É perceptível que o prestígio de Thiago foi capaz de interferir no resultado final da eleição e ajudou na eleição de Carla Redano. Houve transferência de votos. E a cidade terá na sua condução a beleza de uma cara nova. 

 

MEMES 

Carla Redano, incialmente subestimada pelos adversários, também foi vítima de memes e fakes no decorrer da campanha. Por diversas vezes ela compareceu às plataformas virtuais para comentar e responder os detratores. Para surpresa  geral, a vereadora comparecia nas mídias de forma natural, sem uso da maquiagem que tanto envaidesse as mulheres, sem filtro. Ela, despojada e ostentando uma capacidade incomum de comunicação fácil, enfrentava as maledicências com muita competência e profissionalismo. Os memes que a vitimavam terminaram ajudando a campanha em razão da empatia com que respondia cada um deles. Em particular num município altamente machista que uma das principais atividades econômicas é o boi.   

 

DERROTA 

Com uma votação pequena e insuficiente para levar umas das vagas da edilidade de Ji-Paraná, não passou despercebida a derrota do irmão (Wesley Brito) do senador Marcos Rogério (DEM). É um sinal amarelo que acende no caminho do senador que almeja disputar em 22 o Governo de Rondônia. Um dos obstáculos que a coluna apurou e que contribuiu para a derrota do irmão do senador é a forma arrogante que ele (Marcos Rogério) assumiu depois de alcançar a eleição senatorial. Além da palavra que nem sempre cumpre.  

 

VITÓRIA  

Poucos sabem que o jovem Raí Ferreira, eleito vereador em Porto Velho, é sobrinho do ex-senador Expedito Junior. O guri entrou na campanha sem muito alarde e conseguiu uma vitória numa campanha altamente pulverizada. É o segundo membro da família Ferreira a vencer consecutivamente um pleito no legislativo, já que Neto é deputado federal. 

 

RETORNO 

Quem retorna à Câmara Municipal da capital é o jornalista Everaldo Fogaça. Rubens Coutinho, entusiasta da candidatura de Fogaça, não economizou saliva para pedir aos amigos apoio, o que consagrou o retorno a edilidade do jornalista. Parabéns, a ambos!  

 

SANDUBAS 

Pela segunda vez Alison Sandubas não consegue se eleger para uma cadeira na Câmara Municipal da capital mesmo com uma campanha visivelmente abastarda e com o beneplácito dos principais bicudos do PSDB. O pai, dado a falar pelos cotovelos, cantava vitória do rebento antes das urnas revelaram os votos. Como candidato, o rapaz é muito ruim de votos, enquanto na área comercial é um bom vendedor sanduiche.  

Resenha Política : Resenha Política
Enviado por alexandre em 10/11/2020 22:38:21

RESENHA POLÍTICA 

ROBSON OLIVEIRA 

 

DÚVIDAS 

Estamos nos últimos dias da eleição municipal com o quadro começando a tomar forma com as candidaturas se consolidando. Esta semana devem aparecer novos números de pesquisas, especialmente na capital. Embora todos aguardem com expectativas esses números, quando são anunciados, começam as justificativas na tentativa de desqualificar. Faz parte do processo, principalmente o “mimimi” daqueles que não se consolam com a realidade. O Ibope – uma nova rodada deve sair amanhã -  pode não acertar fechado o resultado de domingo, mas sua última pesquisa sempre dá uma pista certeira (para quem sabe interpretar números) do que pode vir a ocorrer. Acredite se quiser! 

 

OSCILAÇÃO 

É possível que haja alguma oscilação entre os candidatos por ser a semana de definição. Em Ji-Paraná, segundo colégio eleitoral do estado, as apostas são de que o emedebista Isaú Fonseca e o candidato da coligação “Resgatando valores”, Jhony Paixão, devem fazer uma das eleições mais disputadas do estado. Cada cenário um deles se reveza na ponta. Igualmente está ocorrendo em Ariquemes entre os candidatos Lucas Follador (DEM) e a vereadora Carla Redano (Patriotas).  

 

PREVISIBILIDADE 

Na capital sempre há oscilação nos últimos dias que antecedem à votação, embora os favoritos ainda sejam os mais cotados para o segundo turno. O atual governador Marcos Rocha, os ex-governadores Confúcio Moura e Daniel Pereira mostraram a fuça na TV defendendo os seus pupilos ao paço municipal. Uma aparição que tende a revelar o tamanho eleitoral que cada um hoje possui junto ao eleitorado de Porto Velho. O resultado no domingo comprovará se esses reforços foram vexame retumbante ou a gloriosa consagração. O resto é lorota das pessoas engajadas nas candidaturas. 

 

FENIX 

Em Jaru não deverá acontecer nenhuma surpresa já que o atual mandatário é o mais bem avaliado entre os alcaides que concorrem à reeleição. Em Vilhena, o prefeito que tenta a reeleição vinha nadando em céu de brigadeiro, ao que tudo indica, o vento começa a mudar de lugar com a biruta apontando em sentido contrário. Significa dizer que a família Donadon pode renascer das cinzas já que Rosani Donadon (PSC) e Eduardo Japonês (PV) fazem um final de campanha acalorado e é imprevisível o que vai se revelar nas urnas domingo.  

 

SINCERIDADE 

O desembargador aposentado e candidato a vereador da capital pelo MDB, Walter Waltemberg, não logrou êxito em seu recurso contra a cassação da sua candidatura em razão da não desincompatibilização das funções de professor da Escola da Magistratura. Ele anunciou que vai recorrer ao TSE e mantém firme a candidatura até a decisão final. Em seu comunicado aos eleitores, Walter explicou que ao recorrer à corte superior pode ser que também não consiga refazer o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, embora esteja otimista, e avisou aos amigos e eleitores que seus votos podem ser que não sejam contados em razão do problema. Não é usual um candidato anunciar, da forma como anunciou, seus embaraços com o registro da candidatura nem tão pouco a franqueza e honestidade com que avisa aos eventuais eleitores de que seus votos possam ser inutilizados. Algo incomum no mundo político onde cada um tenta engalobar o outro. Mas Walter Waltemberg teve a dignidade de explicar os problemas sem manipular porque tem uma história na magistratura e no magistério digna de se admirar. Caso não logre êxito no TSE, quem perde é a municipalidade um grande edil.  

 

INEDITISMO  

A primeira decisão judicial impondo limites aos candidatos em virtude da pandemia saiu da 10ª Zona Eleitoral de Jaru, numa ação patrocina pelo advogado eleitoralista Cássio Vidal, de Porto Velho. A alegação foi de que o candidato a prefeito da coligação “O trabalho precisa continuar”, do candidato João Gonçalves, estaria fazendo caminhadas no município desrespeitando os protocolos expedidas pela AGESIVA em razão da pandemia do corona. Nas caminhadas o candidato não respeitou ao distanciamento social nem o uso de máscaras o que tem provocado aglomerações com o risco enorme de propagação do covid 19. O juiz Luís Marcelo Batista da Silva ao conceder a liminar também impôs multa caso as recomendações na nota técnica da AGEVISA continuem sendo desrespeitadas.  

 

LIDERANÇA 

Enfermeiros, técnicos e auxiliares foram às urnas no último domingo escolher os seus presidentes dos Corens em todo o país, com um resultado que consagrou o atual presidente do COFEN, o rondoniense Manuel Carlos Neri da Silva, visto que seus aliados venceram em 22 dos 27 estados. O que garantirá a permanência do grupo liderado por ele durante três anos na direção nacional da autarquia. Em Rondônia, a chapa conduzida por Neri, obteve mais de 80% dos votos válidos. Um percentual jamais alcançado por outro concorrente.  

 

GESTOR 

No Conselho Federal Neri implantou as mais modernas práticas de gestão com compliance e aproveitamento das plataformas digitais. Colocou a autarquia no topo dos conselhos de classe da aplicação da lei de transparência, no controle interno e na qualificação dos quadros profissionais. Investiu em mestrados, seminários e congressos para que as categorias pudessem melhor se qualificar. Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais pelas boas práticas de gestão. É o gestor mais bem preparado no sistema que redundou na façanha de manter um grupo político mais longevo no comando da instituição. É daqueles que sabe se reinventar.  

 

VISIONÁRIO 

Enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anuncia que somente nestas eleições vai testar votação pela internet em três municípios brasileiros, o sistema Corens-Cofen, sob a presidência de Manoel Carlos, implantou o voto pela internet em todos os estados há mais de cinco anos, sendo fiscalizado  e aprovado pelos órgãos de controle, além dos votantes. Neri é daqueles visionários com a marca de Rondônia. A coluna não exagera em prever que ele pode ir mais longe. 

 

LUZ DO ALVORECER 

Sábado, às 17 horas, será inaugurada a Sede Social da Associação Luz do Alvorecer, em Porto Velho, na rua Jacy Paraná, 2496, Bairro Mato Grosso. A associação  sem fins lucrativos tem como finalidade desenvolver ações sociais voltadas a pessoas vulneráveis, por meio de acolhimento, cultura, educação, saúde e renda. As famílias previamente escolhidas pelos critérios de vulnerabilidade já começam a receber assistência odontológica, médica, psicológica, entre outros, a partir de segunda-feira. O evento é presencial somente para a imprensa, ainda assim seguindo os protocolos estabelecidos pelo poder público. Os interessados poderão acompanhar a inauguração pela página da associação.  

 

Resenha Política : Uma campanha atípica; Caiu como uma bomba a operação “Reciclagem” ; O desaparecimento de Fernando Máximo
Enviado por alexandre em 30/09/2020 09:41:21

RESENHA POLÍTICA  ROBSON OLIVEIRA 

CAMPANHA 

Os candidatos das eleições municipais estrearam nas plataformas digitais as primeiras peças da campanha digitais, local onde boa parte dos candidatos vai dispor de um melhor tempo para expor as propostas. É também nessa seara que as críticas mais acerbas e ácidas vão fluir com mais intensidade. Embora a justiça eleitoral prometa combater com veemência conteúdos vedados por lei.  

REFORÇO 

Como é uma campanha atípica em razão da pandemia, os comitês eleitorais terão que reforçar a vigilância dos excessos dos adversários nas plataformas, o que significa reforçar também o corpo jurídico antes que a eleição vire um território sem lei. Nessas plataformas alguns  dos candidatos e seus seguidores fazem da ferramenta digital uma ferramenta do vale tudo. E não é assim. Quem abusou na eleição passada de robôs e do anonimato para atacar candidatos pode, nesta campanha, quebrar a cara e responder criminalmente pelos atos ilegítimos praticados. E na jurisdição eleitoral os processos são mais céleres e com penalidades rígidas.  

EFEITO 

Já começa a aparecer todo tipo de pesquisa com os resultados mais díspares na campanha da capital. No entanto, quem tem experiência com eleição em Porto Velho aprende que é um período eleitoral muito seletivo e um percentual mais denso decide por um dos candidatos dias antes da votação. E quando um dos candidatos tem empatia com este eleitor, o efeito eleitoral é de manada. Pesquisa registra tão somente o momento em que é apurada, o que explica reiterados erros nos resultados da capital em eleições pretéritas, embora nas ruas, os comitês  mais atentos e estruturados conseguem perceber esse efeito. As pesquisas iniciais servem apenas como guia para evitar erros e corrigir estratégias. 

RECICLAGEM 

Caiu como uma bomba a operação denominada “Reciclagem” que levou à enxovia quatro prefeitos de Rondônia, na semana passada, entre eles a prefeita de Cacoal, Glaucione Rodrigues, e Marcito Pinto, de Ji-Paraná. Esses dois prefeitos são candidatos à reeleição e pelo site do Tribunal Regional Eleitoral continuavam até o fechamento desta coluna com suas candidaturas aguardando registro definitivo.  

RENÚNCIA 

Dificilmente os dois prefeitos presos manterão as candidaturas por razões óbvias, mas a coluna apurou que o prefeito de Ji está sendo pressionado e sem sucesso pelo partido (PDT) para que antecipe imediatamente a renúncia. Não há como reciclar uma candidatura depois de uma operação policial daquela magnitude e com cenas da gravação do suposto malfeito expostas no Jornal Nacional. Qualquer aprendiz de política percebe que a situação é grave e que exige dos acusados submergir antes que a situação piore ainda mais, caso já não tenha ocorrido. Em relação à prefeita de Cacoal, além dela, o marido também seguiu o mesmo destino, com o agravante de ser reincidente.  

MUDANÇA 

Em Cacoal as articulações dos partidos buscam lançar o coronel Vasques (DEM) em substituição a Glaucione. O coronel havia assumido a secretaria de saúde do município de Ji-Paraná, mas voltou às pressas a Cacoal para assumir a candidatura. Em Jipa, apesar das resistências do prefeito, é colocar em seu lugar o jovem Afonso Madel, do Democratas. 

VERSÃO 

Há uma versão, supostamente de pessoas próximas à prefeita de Cacoal, de que o empresário que teria gravado os prefeitos pedindo propinas, em relação a Glaucione Rodrigues, com as imagens recebendo dinheiro, seria uma tentativa de flagrante forjado. Pela versão, o empresário que procurou espontaneamente a prefeita para fazer doações à campanha de reeleição sob o argumento de que a “boa” administração deveria continuar, estava com o intuito de armar uma cena de arrecadação de propina para que se safasse de outros processos a que responde em Vilhena. Mesmo que esta versão tenha alguma verossimilhança com os fatos, o que é difícil aceitar, a prefeita estaria cometendo crime eleitoral. Não é um crime qualquer receber de um fornecedor recursos destinados a um caixa dois. A emenda é pior que o soneto.  

PAIXÃO 

Com a prisão do prefeito Marcito Pinto, o deputado estadual Jhony Paixão, candidato a prefeito de Jipa que já possuía capilaridade política para bater nas urnas o atual prefeito, tem uma campanha daqui pra frente mais tranquila. Nas primeiras pesquisas divulgadas no período pré-eleitoral, antes dos registros das candidaturas e anterior à operação policial “Reciclagem”, as duas candidaturas apareciam com mais força para se rivalizarem. Com Marcito encalacrado na justiça, Paixão terá apenas que administrar a campanha sem cometer erros: os acontecimentos no município obrigam os candidatos a redobrarem a vigilância no que falam, no que fazem e no que prometem fazer. Para que não sejam colocados na mesma vale comum do atual prefeito.  

GRILO 

Uma curiosidade tem deixado parte da imprensa intrigada, é o desaparecimento do Secretário de Saúde do Estado, Fernando Máximo. No início da pandemia, quando o governo reunia a imprensa para divulgar os boletins do covid-19, Máximo era o mais falante, parecia um grilo de tanto falar. Após ser contaminado pelo vírus, além dos problemas que passam na pasta sob seu comando, o falante sumiu. Como diz a propaganda: tomou doril...

EMPULHAÇÃO 

Ninguém sabe ainda qual serventia científica tem, senão promover aglomeração no desembarque do aeroporto Jorge Teixeira, um cadastro que o passageiro é obrigado a preencher ao desembarcar. A coluna conversou com dois especialistas da área que acham o procedimento inócuo. Promove sim, é aglomeração e provoca irritação. Nenhum outro aeroporto faz tal empulhação. Obra do grilo falante...


Resenha Política : RESENHA POLÍTICA ROBSON OLIVEIRA
Enviado por alexandre em 01/09/2020 21:44:37

RESENHA POLÍTICA ROBSON OLIVEIRA 

PROTOCOLOS 

A pandemia provocou várias mudanças no cotidiano das pessoas e, via de regra, obrigou as autoridades a se curvarem à nova realidade estabelecendo normas e protocolos de convivência. O distanciamento entre as pessoas, utilização obrigatória de máscara nos ambientes fechados e o uso de produtos de higiene pessoal foram algumas regras estatuídas como forma de prevenção ao Covid 19. Em geral a forma de fazer campanha, em particular nestas eleições, também foi afetada pela pandemia. 

FÓRMULAS 

Não há mais uma fórmula fechada de marketing para os candidatos e todos devem encontrar um caminho próprio para convencer os eleitores. Mas as mídias sociais, preponderantes nas eleições passadas, vão ser decisivas nas atuais. Usadas na medida certa e manejadas com as ferramentas adequadas. Os alquimistas dos programas disponíveis na TV e rádios são personagens superados e obrigados a se reinventarem. Conteúdo e candidato bem preparado para debater os mais variados temas serão ingredientes indispensáveis a esta nova realidade. Um bom debatedor não significa sucesso imediato, mas pode ser o diferencial para o eleitor da capital acostumado a decidir o voto nos últimos minutos que antecedem as eleições.  

MOMENTO 

As pesquisas são importantes a qualquer comitê eleitoral como bússola para pautar a campanha, embora poucos saibam decifrar os números apurados porque refletem tão somente aquele momento em que é apurado. Contudo, um questionário bem elaborado consegue captar percepções que dão indicações diversas daquelas reveladas nos percentuais concluídos e podem dar subsídios para redirecionar a campanha de mídia.  

FRIEZA 

Com uma campanha eleitoral sem o contato direto com as pessoas, visto que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impôs restrições na campanha de rua em razão do Covid. Compreender esta percepção longe do contato direto com o eleitor faz da boa pesquisa interna um instrumento poderoso. Esta será uma eleição fria do ponto de vista do engajamento físico e muito quente no virtual. O que exigirá dos candidatos impor limites aos apoiadores já que a Justiça Eleitoral também está se preparando tecnologicamente para fiscalizar e por ordem aos excessos. Trocando em miúdos: as mesmas ferramentas indispensáveis à vitória podem ser igualmente ágeis para uma derrota.  

CAPITAL 

Embora o prefeito da capital tenha dado todos os sinais de que está fora da disputa e não tem intenção de carregar nenhum candidato nas costas, as especulações em torno do seu nome aumentam na medida que as obras em andamento aparecem. Hildon Chaves não é candidato e, sem querer fazer exercício de adivinhação, não será. Mas no segundo turno, quem o atacar no primeiro, vai se arrepender pelo que disse. Quem viver verá. O PSDB estuda outras opções eleitorais e, entre elas, dificilmente recairá sobre o nome da deputada federal Mariana Carvalho. Mais uma vez por razões simples: ela não quer nem dá sinais também de querer. Caso aceite por pressão, aí sim será uma surpresa para a coluna e baixas previsíveis que exigirão dela muita articulação.  

ARIQUEMES  

Diferente da capital, Ariquemes começa a definir os postulantes ao paço municipal com o retorno à disputa do atual prefeito Thiago Flores que, em abril passado, havia anunciado que estaria fora da reeleição. Mais dois nomes com apelo eleitoral concorrem: Tiziu Idálias e Lucas Folador. Nenhum deles vai ter vida fácil nas eleições com flores perfumando, especialmente o atual prefeito. Olhando de longe o cenário e desenhando perspectivas, o menino Lucas vai exigir do Thiago muita lábia nos debates para vencer outra vez. A tendência é Tiziu cantarolar em outra freguesia em razão do time que perdeu em sua brevíssima carreira parlamentar.  

DESGASTE 

Em Guajará-Mirim, município conhecido como a pérola do Mamoré, o atual alcaide passa por um desgaste tão grande que é consenso entre os observadores políticos de que a reeleição é uma tarefa quase impossível. Mesmo política sendo como nuvem que muda conforme as circunstâncias, nem o prefeito acredita numa reviravolta. A disputa voto a voto começa a se desenhar entre os prováveis postulantes, Serginho e Caçador. O segundo, irmão do deputado federal Coronel Crisóstomo, terá o apoio dos bolsonaristas, embora sob oposição do governador Marcos Rocha. Um apoio que não interessa ao Caçador, visto que é o município em que o apoio do coronel atrapalha muito mais que ajuda em razão dos percentuais negativos sofridos pelo governo com o desgaste da pandemia.  

AUSÊNCIA 

É compreensível a preocupação do Secretário Estadual da Saúde, Fernando Máximo, com a recuperação dos seus familiares acometidos pelo coronavírus. Também é compreensível ele se ausentar do solo rondoniense por uns dias para acompanhar em Goiânia a recuperação do irmão famoso e dos pais. O que não é compreensível é o tempo longo da ausência em Rondônia onde todos os dias concidadãos têm suas vidas ceifadas pelo vírus. Principalmente depois que o chefe do secretário (governador) criticou a ausência do prefeito da capital que viajou para rever familiares. O pau que bate em Chico é o mesmo que bate em Francisco. Ausência é ausência em tempos de crise sanitária.  

TESTES 

Os testes comprados por alguns governadores para aferir  o Covid de forma rápida na população derrubaram as secretarias de saúde do Distrito Federal e do Rio de Janeiro. As investigações nos demais estados estão bem avançadas e quem adquiriu os mesmos insumos nas mesmas empresas investigadas – empresa goiana – vai ter muito o que explicar.  

RUMORES 

Em entrevista numa emissora de Porto Velho o médico Hiran Gallo, futuro presidente do Conselho Federal de Medicina, criticou o Governo de Rondônia pela compra do hospital Regina Pacci. Para Gallo, a aquisição não foi um bom negócio para os cofres públicos. Eis aí um gasto que vamos ouvir falar por muito tempo. Nos bastidores há muitos murmurinhos em torno do negócio e os órgãos de controle estão analisando todos os atos administrativos. Após as verificações veremos se as críticas são pertinentes.  Por enquanto os rumores são muitos, mas são só rumores. Aguardemos! 

RECESSÃO 

O Produto Interno bruto (PIB) sofreu a maior retração em comparação com o primeiro trimestre de 2020. Significa que a economia brasileira foi duramente afetada com a crise sanitária e pode voltar a uma recessão, o que afeta diretamente o emprego. É neste mar de incertezas que muitos prefeitos estão avaliando não disputar um segundo mandato para não afogarem seus currículos. Quem pensa que eleito vai navegar em mar de almirante vai morrer na praia. Sorte terá aquele prefeito que conseguir quitar a folha no mês trabalhado. A maré não está pra peixe. Até os candirus do Madeira perceberam.  

CANAà

Sem entrar no mérito das questões judiciais que envolvem a fazenda Canaã e nem nas condutas que levaram sem terras a ocupá-la, tudo que até agora foi publicado é parte de um conjunto de atos que não foram cumpridos fielmente pelos adquirentes da área. A outra face desta querela, propositalmente esquecida, é que era uma área dividida em várias, adquirida via licitação, que foram juntadas uma à outra formando um grande latifúndio. Sem falar nas cláusulas resolutivas que foram descumpridas. Criminalizar apenas uma face da moeda é muito fácil. O difícil é cumprir a Constituição que exige uma função social para a terra. 

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Robson Oliveira
Resenha Política, por Robson Oliveira

Resenha Política : Resenha Política
Enviado por alexandre em 18/08/2020 23:10:00

RESENHA POLÍTICA

ROBSON OLIVEIRA



EXPECTATIVA

Ao utilizar todo o tempo disponível que possui para definir sobre a reeleição, antes da convenção do PSDB marcada para setembro, o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves termina paralisando as demais pré-candidaturas e criando uma expectativa entre possíveis apoiadores. Por duas vezes o prefeito cancelou a coletiva em que anunciaria a desistência da reeleição. Mas, segundo fontes da coluna, não mudou da ideia e vai liberar a base para apoiar a candidatura que a cada um convier, desde que não atrapalhe a condução da administração.



CABO ELEITORAL

Como poderá estar fora da disputa eleitoral que se avizinha, o prefeito da capital vai poder continuar inaugurando obras presencialmente e divulgando nas suas redes sociais. Como não há impedimento legal por estar fora do pleito, terminará sendo um cabo eleitoral de luxo numa eleição atípica e com características próprias. Embora no bunker dos Chaves a tendência é manter-se longe da disputa.


PRESSÃO

Há uma pressão enorme no entorno do prefeito da capital para que reveja a posição e dispute mais um mandato. Duvido que mude de opinião, mudando será uma surpresa para coluna. Hildon nunca escondeu que é contra o instituto da reeleição e reafirma esta posição quando instado a falar sobre o assunto. Caso mude de ideia, é um forte candidato a mais um mandato em razão das obras que estão sendo executadas e dos gargalos administrativos que vêm conseguindo resolver. A pressão vem de quem ocupa cargo de assessoramento do que a própria vontade da reeleição.



UNGIDO

Apesar de alguns secretários da administração municipal da capital terem se desvencilhado dos cargos visando disputar a sucessão do prédio do relógio, a exemplo de Thiago Tezzari, não significa que seja o candidato preferencial do atual prefeito. Como secretário recebeu elogios pelo desempenho técnico, mas não tem luz própria para uma candidatura a prefeito e depende de ser ungido por quem possui a força.



SONHADOR

Aliás, ninguém duvida da capacidade técnica do ex-secretário que conseguiu iluminar as ruas da capital, o que conspira contra sua pretensão é a competência política em agregar pessoas e administrar crises. Gordura é o que não falta para queimar na campanha; no entanto, Thiago Tezzari é carente de empatia e carisma: ingredientes essenciais numa campanha que será definida nas mídias digitais onde a linguagem e a expressão estética assumem grande importância. Como sonhar é saudável e livre a todos, Tezzari sonha com a cadeira de Hildon de olho aberto esperando a do Boi.



INFLUÊNCIA

Uma pesquisa estadual que este cabeça chata teve acesso revela que o capitão Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, ainda tem muita força em influenciar no resultado de muitos municípios de Rondônia. Exceto a capital que possui características próprias, usar esta campanha para atacar o capitão corona não é a melhor estratégia. É verdade que a pesquisa reflete uma realidade do momento que muda conforme as circunstâncias. Como cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, fica o alerta!



MORTO VIVO

Quem pensar também que o coronel e governador Marcos Rocha, em lockdown desde que assumiu, é um morto vivo nas eleições municipais, pode tomar bola nas costas e dar com os burros n’agua. A avaliação do coronel, especialmente no interior, não está abaixo da média dos antecessores. Os índices computados e conferidos ao coronel são menores do que o resultado obtido pelo capitão. Contudo, ainda satisfatórios e capazes de ajudar aliados. Acredite quem quiser!



MEDIOCRIDADE

Pelo menos este cabeça chata tem avaliado o governo do coronel Marcos Rocha como medíocre ao utilizar critérios subjetivos para aferir seus resultados. Já escrevemos por diversas oportunidades sobre o tema. A pesquisa, no entanto, aplicada recentemente na maioria dos municípios, desmonta boa parte das críticas cravadas na coluna. Isto não significa que o escriba vá se agachar ao resultado, embora se curve aos fatos. Alguns secretários do governador torcem o nariz quando veem este colunista, o que reafirma minha convicção de mediocridade. Política também é feita de dissenso, mas com respeito. E o medíocre por inanição intelectual desconhece as especificidades da arte.



CACO

Os emedebistas não aprendem com os próprios erros e repetem nos períodos eleitorais as mesmas sandices. A última convenção estadual terminou nas vias de fato entre as duas alas que dominavam os diretórios da legenda. Quando todos acreditavam que nas eleições municipais o MDB juntaria os cacos para tentar eleger um número razoável de vereadores e prefeitos, eis que o erro da luta fraticida interna expõe mais uma vez as fraquezas do partido.



CONSENSO

Na capital, por exemplo, em fevereiro, uma comitiva do partido se reuniu com o então desembargador Walter Waltemberg, presidente do TJ na época, para convidá-lo a ser o candidato do MDB a prefeito de Porto Velho. Entusiasmado com a proposta, o desembargador largou a toga pelo projeto na esperança de ser o candidato de consenso. Ledo engano, embora naquela comitiva emedebista encarregada de fazer o convite ao então presidente do Tribunal de Justiça estivesse o ex-secretário estadual de saúde, Williams Pimentel, eis que agora o próprio Pimentel ensaia levar o nome à convenção para concorrer a vaga contra Waltemberg.



UNIR

Quem conhece o ex-desembargador Walter Waltembeg, como este escriba – em minha conclusão do curso de Direito tive a honra de ser orientado por ele no meu TCC -, sabe que não é uma pessoa apegada a cargo ou jogada suja de bastidor. É um constitucionalista da melhor cepa, tem um humor afinado e uma personalidade crítica que nem sempre agrada aos mais conservadores. Mas é um nome que poderia unir o MDB.



TROPEÇO

Como o MDB não aprende com os próprios erros, o erro de Walter Waltemberg foi acreditar na comissão capitaneada por Williams Pimentel quando o convidou para trocar o palácio da justiça pelo palácio da intriga. Um tropeço que o magistrado não estava acostumado, visto que na política apelar abaixo da cintura é a regra, não apenas um recurso.



BLEFE

Não há nenhum indicativo concreto de que Pimentel esteja decidido a disputar mais uma vez as eleições municipais. Recentemente passou por problemas doloridos e sabe que numa disputa eleitoral a vida pessoal de cada candidato vira material de campanha e o arsenal contra Pimentel não é pequeno. O que ninguém entende é o motivo pelo qual decidiu blefar que é candidato e esvaziar uma candidatura que poderia dar ao velho MDB uma feição diferente. Algo de novo que pode não ganhar as eleições, mas ganharia na qualidade da renovação e na qualidade do candidato.



ABORTO

Instado a responder sobre a opinião do colunista em relação ao aborto, em razão do problema de um estupro de uma menor no Espírito Santo que provocou discussões nas mídias sociais, respondi ao meu interlocutor que não comungo com os que defendem a interrupção por motivos políticos nem com os que são contra devido aos dogmas religiosos. Minha opinião é que a mulher (no caso a vítima) tenha o livre arbítrio para escolher a forma menos traumática para superar a dor da violação sofrida. Não cabe a nenhum hipócrita dizer o que é melhor para quem tem o corpo violado e abusado. Ao invés de debater o aborto como fim de tudo, deveríamos nos debruçar sobre o combate ao crime de estupro e como criar politicas públicas eficazes para acolher as vítimas da violação.



DELAÇÃO

A deleção de Antonio Palloci no âmbito da operação Lava Jato, rejeitada por duas vezes pelo MPF por não esclarecer nada de novo, tem tudo para se voltar contra o próprio delator. Ademais, a efetividade de uma delação enquanto prova dentro de um processo é aferida diante da veracidade e comprovação dos elementos fornecidos pelo colaborador. Só com a obtenção da chamada "justa causa", a comprovação do que foi delatado, é que a delação teria algum sentido. O que ocorreu afronta todo o nosso sistema penal acusatório, colocando em risco a própria delação, deixando na esfera de interesse do colaborador o direcionamento de investigações e ações penais contra terceiros por ele delatados. Se não há elementos mínimos a comprovar o quanto foi delatado, a conclusão é a falta de efetividade da delação em relação aos fatos por carência de ‘justa causa’. Palocci não é apenas um alcaguete, é acima de tudo, um criminoso contumaz. O remédio seria regredir à condição constritiva anterior.


LEGITIMIDADE
Quem conhece os meandros internos da vida política universitária da nossa Unir compreende perfeitamente a dinâmica com que o Conselho Superior (CONSUN) escolheu os nomes para compor a lista tríplice para reitor. Como este cabeça chata já trabalhou por quatro longos anos na nossa Universidade Federal em tempos pretéritos, reconheçe a legitimidade da escolha da lista de reitor que representa a vontade livre de escolha dos docentes, discentes e corpo administrativo. Tentar desqualificar a forma da escolha do reitor que anos vem sendo utilizado pela Unir é negar a própria história. A universidade não pode e nem deve se curvar a nada senão ao debate e a produção da ciência. A autonomia administrativa, política e financeira é um tripé que forjou a Unir através de muita luta. O CONSUN formou a lista legitimando o que a consulta universitária consagrou nas urnas.

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