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Brasil : OPTOMETRISTA
Enviado por alexandre em 09/07/2020 21:57:58

STF reconhece profissão de optometrista: saiba o que é

O Superior Tribunal Federal (STF) reconheceu recentemente o processo de inconstitucionalização dos decretos 20.931/1932 e 24.492/1934, que proibiam profissionais optometristas de constituírem consultórios e emitirem prescrições de óculos, acompanhando o entendimento da Lei n° 12.842/2013 de que a prescrição não é ato privativo de médico e recomendando que o Congresso regulamente de forma plena a profissão de optometrista, a fim de que a atuação dos profissionais tenha segurança jurídica. A decisão baseia-se principalmente no fato de os cursos superiores em Optometria no Brasil serem regulamentados pelo MEC desde 1996 e no fato da Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) já reconhecerem o papel do optometrista no atendimento da saúde visual.

Responsável pela avaliação primária da saúde visual e ocular da população, o optometrista é capaz de detectar alterações de acuidade visual, visão cromática, alterações na visão binocular e campo visual. O profissional trabalha na prevenção de doenças oculares e na correção e compensação de erros de refração, como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Trabalha ainda com a terapia visual, definindo e executando condutas terapêuticas não invasivas e não medicamentosas.

Embora ainda pouco conhecida no Brasil, a profissão de optometrista é muito comum em países como Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, onde é reconhecida desde 1897, por exemplo. Nesses países, onde a cultura da saúde visual está bem estabelecida, as profissões do óptico, optometrista e médico oftalmologista trabalham de forma clara e complementar, cabendo ao optometrista o atendimento primário da população e o encaminhamento ao oftalmologista para casos de média e alta complexidade.

Estima-se que, no mundo, 314 milhões de pessoas apresentem dificuldade visual. Já no Brasil, cerca de 14,5% da população apresenta alguma deficiência e, destes, 48,1% são deficientes visuais. Ou seja, quase 12 milhões de pessoas têm comprometimento parcial ou total da visão no País. A OMS relata que 75% de toda a cegueira é tratável ou evitável e que a optometria é a primeira barreira para evitar a cegueira. “Não há um volume de oftalmologistas suficiente para suprir as necessidades de atendimento à saúde ocular da população. Um paciente que chega hoje a uma Unidade Básica de Saúde é atendido por um clínico geral e, se necessário, encaminhado para um atendimento especializado, o que deve demorar de seis meses a dois anos, isso se existir esse tipo de atendimento na região onde mora”, revela o vice-presidente do Conselho Regional de Óptica e Optometria do Paraná, Franklin Kerber.


Atualmente, pelo menos 100 profissionais se formam por ano nos cinco cursos de nível superior disponíveis no Brasil, número que tende a crescer a decisão do STF. Criado há 21 anos, o curso superior em Optometria, ofertado na Universidade de Contestado, em Canoinhas (SC), já mudou a realidade da população local: mais de 26 mil atendimentos foram realizados, zerando as filas de espera da população. “É mais fácil e rápido formar optometristas para oferecer o atendimento primário necessário da população e, assim, reduzir os índices de problemas oculares no País”, comenta Kerber.

Via Central Press

Brasil : PROIBIDA
Enviado por alexandre em 09/07/2020 00:23:34

Governo federal vai proibir queimadas na Amazônia por quatro meses

Pressionado a dar respostas a investidores estrangeiros pelo aumento no desmatamento, o governo Jair Bolsonaro prepara um decreto para proibir por quatro meses as queimadas legais na região da Amazônia e do Pantanal. A informação pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, responsável pela elaboração do documento. Segundo o ministro, não há previsão de quando o texto será finalizado.

A informação foi antecipada nesta terça-feira, 7, pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, ao jornal Valor Econômico. Na entrevista, Mourão também disse que o governo deve intensificar as ações de repressão ao fogo ilegal nas próximas semanas.

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Em agosto do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro tomou decisão semelhante após aumento recorde nas queimadas da região amazônica provocar boicote a produtos brasileiros no exterior. Na época, a proibição durava inicialmente 60 dias e não se aplicava em casos de controle fitossanitário, de prevenção e combate a incêndios e de agricultura de subsistência das populações tradicionais e indígenas.

Em 2019, o governo também abria exceção para o emprego de fogo para práticas agrícolas fora da Amazônia Legal - presente nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso - desde que previamente autorizadas pelo órgão ambiental estadual competente.

Na semana passada, em encontro com a cúpula do Mercosul, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que buscará um esforço para "desfazer opiniões distorcidas" sobre o Brasil no exterior. "Nosso governo dará prosseguimento ao diálogo com diferentes interlocutores para desfazer opiniões distorcidas sobre o Brasil e expor as ações que temos tomado em favor da proteção da Floresta Amazônica e do bem estar das populações indígenas", disse Bolsonaro no encontro, por videoconferência.

Nesta quinta-feira, 9, o governo também terá um encontro com investidores para tentar aplacar críticas ao desmatamento. A reunião será liderada pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que comanda o Conselho da Amazônia. Como mostrou o Estadão, os ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Defesa, Justiça e Itamaraty já se reuniram para levantar dados de cada pasta e, a partir dessas informações, consolidar uma carta de resposta aos investidores.


cnn

Brasil : MACONHA
Enviado por alexandre em 08/07/2020 14:46:31

Brasil testa cannabis contra estresse em profissionais do combate a Covid-19

A Associação Brasileira de Apoio a Cannabis Esperança (Abrace) deu início à primeira etapa de uma pesquisa que vai avaliar o impacto dos canabinoides no tratamento dos sintomas de estresse agudo e crônico em profissionais da saúde que atuam na linha de frente da Covid-19.

A entidade, única no Brasil a ter permissão judicial para cultivar cannabis para uso medicinal, vai recrutar 300 médicos e enfermeiros para um estudo clínico com óleo a base de substâncias encontradas na planta. 

A pesquisa foi validada no final de junho pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e será conduzida por profissionais da UFSC e da Abrace. 

A CNN conversou com o farmacêutico Murilo Chaves Gouvêa, integrante da Abrace e um dos coordenadores da pesquisa. Segundo ele, os efeitos ansiolíticos dos produtos à base da planta já foram comprovados cientificamente. “Queremos agora trazer uma robustez científica pra mostrar que aqui no Brasil nós conseguimos fazer estudos de impacto com a cannabis”, afirma.

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Para participar da pesquisa, os profissionais de saúde não podem apresentar condição psíquica severa, fazer qualquer tratamento com canabinoides e nem ser usuário regular de maconha. 

No estudo, parte dos pacientes receberá doses do óleo integral de cannabis, com concentração de 100mg/ml de canabidiol (CBD) e baixos índices de THC, que é a substância psicoativa da planta. Outra parte receberá placebo.

No Brasil, os produtos à base de maconha são utilizados para tratar casos de epilepsia, autismo, Alzheimer e dores crônicas, entre outros. 

No final do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentou a venda de produtos medicinais à base da planta nas farmácias brasileiras, mediante prescrição médica. A produção também foi autorizada, mas só com matéria prima importada.

O cultivo de cannabis para fins terapêuticos ou científicos no Brasil não é permitido, mas algumas famílias que alegam dificuldades financeiras para comprar a medicação têm conseguido na justiça autorização para plantar.

A Abrace será responsável por produzir o óleo que será usado no estudo e recrutar os voluntários. O cadastro pode ser feito pelo link https://abraceesperanca.org.br/home/pesquisa-covid/

Isolamento social

Um levantamento feito pela HempMeds Brasil mostra que 87% dos médicos que já prescrevem cannabis para fins medicinais no país receitaram produtos a base da planta para pacientes com queixas de transtornos mentais causados pelo isolamento social durante a pandemia do novo coronavírus.

A HempMeds Brasil chegou no Brasil em 2014 e hoje é a maior empresa fornecedora de CBD no país atendendo cerca de 2.000 pessoas e com aproximadamente 2.000 médicos prescritores do medicamento.

De acordo com a porta-voz da marca, Adriana Grosso, os pacientes relatam aos médicos que a ansiedade é o principal sintoma, seguido de depressão e transtornos psiquiátricos.

Com a utilização do CBD, a porta-voz explica que o remédio age de forma para restabelecer o equilíbrio do organismo e que o efeito demora, em média, 30 dias. "O sistema endocanabinoide, que é formado por receptores e substâncias químicas, eles interagem entre si, faz com que o organismo fique bem e estável. Quando tomamos o canabidiol, ele reforça o estado de equilíbrio, atuando exatamente do sistema endocanabinoide.”

Ao todo foram ouvidos 31 profissionais e 35,5% afirmaram que nos últimos 50 dias, atenderam entre seis e dez novos pacientes com sintomas psicológicos por causa do isolamento social.

Existem em torno de 4 milhões de brasileiros com alguma doença que pode ser tratada com a cannabis medicinal, entre elas, depressão, ansiedade e distúrbios do sono.

Apesar de o remédio ser pouco conhecido no Brasil e o país apenas importar o produto, encarecendo muito o medicamento, Adriana Grosso acha que o produto tem grandes chances de crescer no mercado “Já temos vários artigos científicos e publicações que mostram que o CBD associado ou não ao THC tem grande poder antipsicótico, antiosiolitico, antidepressivo, diante dessa base científico tem potencial para serem utilizados”

 

 

Brasil : UNIVERSIDADE
Enviado por alexandre em 08/07/2020 00:47:41

Brasil tem sete universidades no top dez da América Latina, Unir tá fora

O Brasil tem sete universidades entre as 10 melhores da América Latina, segundo a avaliação de um dos principais rankings do mundo, o THE (Times Higher Education). A Universidade Federal de Rondônia (Unir) ficou mais uma vez de fora. No ranking anterior, eram seis.

A edição 2020 do ranking das universidades latino-americanas foi divulgada nesta terça-feria (7). Apesar de o Brasil ter o maior número de instituições no top 10, a liderança é da PUC-Chile (Pontifícia Universidade Católica do Chile).

A instituição chilena repete a posição que obteve no ano passado, quando ultrapassou de uma vez só USP (Universidade de São Paulo) e Unicamp (Universidade de Campinas). As universidades paulistas também permanecem nas mesmas posições na comparação com o ranking anterior: enquanto a USP aparece no segundo lugar, a Unicamp fica com o terceiro.

Também aparecem na listagem a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que dividem a quinta colocação; a PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), que caiu do quarto para o sétimo posto neste ano; a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que subiu do décimo segundo para o nono lugar; e a Unesp (Universidade Estadual Paulista), que se mantém na décima colocação.

Entre as sete universidades brasileiras mais bem colocadas, seis são do Sudeste – a UFSC é a única da região Sul.

O ranking é elaborado com base em cinco indicadores principais: ensino, pesquisa, citações, visão internacional e transferência de conhecimento para a indústria. As instituições recebem uma pontuação para cada um desses critérios, que têm pesos diferentes para a nota final.

Essas notas, no entanto, não foram divulgadas até o momento. Assim, não é possível mensurar se as flutuações entre as posições no ranking são resultado de piora nas avaliações das instituições ou se houve um acirramento na concorrência entre elas. (Correios)

Brasil : PROFISSÕES
Enviado por alexandre em 08/07/2020 00:04:50

Saiba quais são as 10 profissões mais procuradas do mundo

A pandemia de coronavírus teve um impacto profundo no mercado de trabalho global. De acordo com dados do relatório da Organização Internacional do Trabalho das Nações Unidas, estima-se que o número de horas de trabalho perdidas no segundo semestre de 2020 seja equivalente a 400 milhões de empregos em período integral.

 

Por isso, desenvolver qualificações que se adequem aos cargos mais procurados pelos empregadores nesse “novo normal” está entre algumas das possíveis soluções para garantir espaço no mercado pós-pandemia.

 

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Em entrevista ao site CNBC, Josh Graff, gerente nacional do LinkedIn no Reino Unido, afirmou que a Grã-Bretanha está enfrentando o “mercado de trabalho mais difícil de uma geração” como resultado das consequências econômicas da covid-19. Isso porque o mercado de trabalho no Reino Unido atualmente está três vezes mais competitivo quando comparado ao mesmo período do ano passado.

 

Em um novo relatório divulgado neste mês, o LinkedIn identificou as funções mais demandadas na economia global a partir dos dados de vagas de trabalho em sua plataforma. "Acho que a beleza desses empregos é que você não precisa necessariamente de educação formal, pois você pode desenvolver as habilidades necessárias online", afirma Graff

 

Confira a lista das 10 principais funções mais requisitadas do mundo:

 

1. Desenvolvedor de software

 

2. Representante de vendas

 

3. Gestor de projetos

 

4. Administrador de TI

 

5. Especialista em Atendimento ao Cliente

 

6. Digital Marketer

 

7. Suporte de TI / Suporte técnico

 

8. Analista de informações

 

9. Analista financeiro

 

10. Designer gráfico

 

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