Brasil - PONTO DE VISTA - Notícias
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Brasil : PONTO DE VISTA
Enviado por alexandre em 25/02/2017 21:09:11


Da ausência de cidadania, à protagonistga do próprio voto
JOQUEBEDY MOURÃO

Parece que foi ontem, que a mulher não tinha direito a votar, nem tão pouco ser votada, este era um privilégio de poucos, podemos resumir dizendo “só os homens possuíam esse direito”, se justo ou injusto foi assim por um longo período.

Ser mulher naquela época era dizer “SIM SENHOR”, era praticamente uma cidadã de segunda classe, como bem disse a ativista feminina SCHUMA CHUMAHER, se é que poderia ser considerada na vida prática uma cidadã.

Tantas mulheres incríveis merecem destaque nessa luta memorável, porém nessas breves palavras daremos enfoque a uma grande mulher que teve papel relevante na luta pela conquista do VOTO feminino, eis que surge uma mulher incrível Bertha Lutz.

No código eleitoral Provisório (Decreto 21076), de 24 de fevereiro de 1932, o voto feminino no Brasil foi assegurado, após intensa campanha nacional pelo direito das mulheres ao voto.

Fruto de uma longa luta, iniciada antes mesmo da Proclamação da República, foi ainda aprovado parcialmente por permitir somente às mulheres casadas (com autorização dos maridos) e às viúvas e solteiras que tivessem renda própria, o exercício de um direito básico para o pleno exercício da cidadania.

Enfim o protagonismo, em 1934, as restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral, embora a obrigatoriedade do voto fosse um dever masculino. Em 1946, a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.

A instituição do voto feminino se deu a partir de uma reforma no Código Eleitoral, com a assinatura do Decreto-Lei 21.076, de 24 de fevereiro de 1932 pelo então Presidente Getúlio Vargas. Mas somente às mulheres casadas, viúvas e solteiras que tivessem renda própria podiam votar. O Brasil, em comparação a outros países, pode ser considerado pioneiro. Argentina e França só o fizeram na década de 1940, e Portugal, Suíça, na década de 1970. Nova Zelândia, no entanto, saiu na frente ao instituir o voto feminino em 1893. A luta pelo voto feminino no Brasil iniciou-se em 1910, quando a professora Deolinda Daltro fundou, no Rio de Janeiro, o Partido Republicado Feminino. Porém, manifestações mais contundentes só ocorreram em 1919, quando a bióloga Bertha Lutz fundou a Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher.

Acreditamos que o sofrimento feminino teria sido atenuado, não fosse o machismo imperante impresso em nossa cultura, entretanto temos que admitir que só houve o avanço e emancipação da mulher, no tocante especial do direito ao voto, com a ruptura da inércia, e encorajamento, bem como através do conhecimento dos direitos e princípios de igualdade entre homens e mulheres.

Temos convicção plena que ainda há muito para se conquistar, estamos no caminho certo, entretanto é necessário EFETIVAR o EMPODERAMENTO DAS MULHERES, através da mudança de comportamento por parte da sociedade como um todo, programas de politicas públicas específicas, (enfoque especial no combate à violência contra as mulheres) melhorar principalmente o comportamento entre homens e mulheres principalmente dos próprios homens, no que tange ao sentimento de posse, bem como do mercado de trabalho em valorizar o potencial do intelecto feminino, já que ao longo da história demonstra-se toda capacidade e competência que a mulher possui para desempenhar com muita maestria, tantas quantas funções aquelas foram submetidas à prova, e ainda serão.

É necessário também que as mulheres assumam o seu papel no cenário politico brasileiro, já que somos muito capazes e somos também mais de 51% da população brasileira. O olhar, a opinião e atitudes femininas farão a diferença para um pais mais humanizado, organizado e menos corrupto, mais solidário, fraterno então poderá dizer verdadeiramente que vivemos em Estado Democrático de Direito no que diz respeito às MULHERES.


DRA. JOQUEBEDY RIBEIRO MOURÃO ALVES - * Presidente da comissão da mulher do Prós mulher, Fisioterapeuta, Advogada, especialista em gestão pública, saúde pública e direito constitucional.

Brasil : A CRISE
Enviado por alexandre em 23/02/2017 17:15:15


Procedimentos e cirurgias também podem ser financiados
Silvia Figueiredo

Com o número de pessoas que por conta da crise estão abrindo mão do plano de saúde e não podem esperar por uma cirurgia ou procedimento de urgência, o mercado já oferece financiamentos na área de saúde.

Vão desde procedimentos como cirurgia plástica; tratamentos e cirurgias odontológicas; Urgência e emergência médica, parto; cirurgias oftalmológicas; até próteses ou internações não cobertas pelo seu plano de saúde sem exceção.

Essa adaptação veio no momento certo visto que às vezes aguardar na fila do SUS pode agravar ou deixar sequelas irreversíveis físicas e psicológicas.

A diferença do plano de saúde é que você não precisa escolher o médico da rede credenciada. Pode ser qualquer médico ou dentista ou hospital de sua preferencia. Você escolhe, negocia valores, traz o orçamento, e conhece as opções de crédito que caibam no seu bolso, para que você se preocupe somente com o que importa, a saúde do paciente que será submetido ao procedimento.

Em casos de urgência e emergência o credito é analisado em algumas horas, demais procedimentos o crédito é analisado em até 24 horas, após a aprovação o processo é rápido para que o paciente seja atendido o quanto antes.

Outra modalidade que é oferecida é para quem deseja fazer uma cirurgia ou procedimento medico e odontológico não emergencial é o consórcio, as taxas são atrativas e vale a pena conferir os planos oferecidos.

Seja qual for a cirurgia ou procedimento, hoje ela está ao alcance de suas mãos.

Silvia Figueiredo é proprietária da franquia Health Cred em Cuiabá e Várzea Grande e região.

Brasil : VIDA SAUDÁVEL
Enviado por alexandre em 23/02/2017 08:48:41


Expectativa de vida alcançará os 90 anos para mulheres em 2030. Confira o estudo:

Estudo foi realizado em 35 países desenvolvidos; Coreia do Sul lidera a lista

A expectativa de vida continuará aumentando nos países desenvolvidos e alcançará os 90 anos em 2030 para as mulheres de países como a Coreia do Sul, França e Espanha, revela um estudo publicado nesta quarta-feira.

— Até pouco tempo atrás, muitos cientistas pensavam que a expectativa de vida nunca ultrapassaria os 90 anos — lembrou o professor Majid Ezzati, autor principal do estudo publicado na revista médica britânica "The Lancet".

Após combinar 21 modelos matemáticos para prever a evolução da expectativa de vida em 35 países desenvolvidos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que as mulheres sul-coreanas são suscetíveis de superar os 90 anos até 2030.

A expectativa de vida de uma sul-coreana ao nascer em 2030 será de 90,8 anos, enquanto que a das espanholas será de 88,07 anos, a das francesas, 88,6 anos, e a das japonesas, 88,4 anos.

A expectativa de vida também evoluirá para os homens, e a diferença em relação às mulheres (que são mais longevas) tenderá a se reduzir em 2030, exceto no México, onde aumentará ligeiramente, e no Chile, França e Grécia, onde ambos os sexos avançarão de forma similar.

Os homens sul-coreanos terão uma esperança de vida de 84,1 anos, à frente de australianos e suíços, ambos com uma expectativa de 84 anos, enquanto a dos espanhóis será de 83,4 anos.

Segundo as últimas estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicadas no ano passado, os três países com maior expectativa de vida para as mulheres em 2015 eram Japão (86,8 anos), Cingapura (86,1 anos) e Espanha (85,5 anos). No caso dos homens, eram Suíça (81,3 anos), Islândia (81,2) e Austrália (80,9).

O dado vai melhorar claramente na Coreia do Sul, com uma alta de 6,6 anos para as mulheres, e de sete anos, para os homens entre 2010 e 2030.

Esse país melhorou o acesso aos cuidados médicos e vem promovendo uma alimentação saudável entre crianças e adolescentes. Além disso, tem taxas de obesidade e de tabagismo entre as mulheres inferiores às da maioria dos países analisados, de acordo com os pesquisadores.

Pouca mudança nos EUA

O estudo também revela que a situação não mudará significativamente até 2030 nos Estados Unidos, onde a expectativa de vida já é inferior à da maioria dos países desenvolvidos.

A expectativa de vida para as mulheres americanas passará de 81,2 anos, em 2010, para 83,3 anos, em 2030, e de 76,5 para 79,5 anos para os homens.

Para explicar essa situação, os pesquisadores destacam as desigualdades persistentes, a ausência de um sistema de saúde universal e as altas taxas de mortalidade infantil e materna, assim como de homicídios e de obesidade.

A progressão no México será similar à dos Estados Unidos. Para as mulheres, a expectativa de vida passará de 78,9 para 82,9 anos entre 2010 e 2030. No caso dos homens, pulará de 73,1 para 76,1 anos.

No Chile, a expectativa de vida das mulheres passará de 82,9 para 86,8 anos, e a dos homens, de 76,7 para 80,7.

O estudo também revelou que, em geral, os homens melhoraram seu estilo de vida. Antes "fumavam e bebiam mais e eram vítimas de acidentes e homicídios com mais frequência", disse Ezzati, do Imperial College de Londres, para explicar a progressão da expectativa de vida masculina.

O Globo

Brasil : EDUCAÇÃO
Enviado por alexandre em 20/02/2017 00:56:01


Número de crianças em educação integral cai 46%

A maioria das conclusões trazidas pelo Censo Escolar 2016, divulgado pelo Ministério da Educação, reafirma problemas já conhecidos: falta de creche, alto número de crianças fora da escola e altos índices de repetência. Há dois dados que chamam mais a atenção. O primeiro é a diminuição do número de crianças até o 9º ano no ensino integral. Num momento em que o país assume formalmente a importância da educação integral para o ensino médio, por meio da Medida Provisória 746 assinada pelo presidente Michel Temer, o número de crianças do 1º ao 9º ano nesse regime diminui em 46%. Em 2016, apenas 9% dos estudantes dessa fase estavam em escola integral. “O Banco Mundial mostrou que, na prática, a criança brasileira tem apenas 2,5 horas de aulas por dia”, diz Priscila Cruz, presidente do Todos Pela Educação. “É muito pouco, principalmente tendo em vista que o currículo brasileiro é muito extenso”, diz.

A diminuição do número de crianças fora da escola vai na contramão de uma das metas do Plano Nacional de Educação, que estipula o aumento da oferta de ensino integral para a educação fundamental. Outro ponto que surpreende é o crescimento, apesar da crise econômica, do número de crianças em escolas privadas. Em oito anos, o número de alunos que migrou da escola pública para a particular cresceu 32%. “É alarmante porque mostra que a sociedade está desistindo do ensino público a que tem direito”, diz Priscila Cruz. A repetência é um dos velhos problemas da educação no país que continuam indomáveis. Uma em cada quatro crianças repete um ou mais anos antes de terminar o ensino fundamental (9º ano).

As maiores taxas de reprovação concentram-se no 3º ano e no 6º ano do ensino fundamental, quando as crianças têm 8 e 10 anos, respectivamente. No 3º ano, 11,5% das crianças são reprovadas. Essa é a fase que, de acordo com o Plano Nacional de Educação, o aluno deve estar plenamente alfabetizado. No 6º ano, o percentual de repetentes sobe para 17%. Esse é o ano em que, na maioria das escolas, o aluno deixa de ter um único professor para ter vários professores especialistas (transição difícil para crianças de todo o mundo). Com esses números, o Brasil permanece entre as nações que mais reprovam crianças no mundo. (Época)

Brasil : DOENÇA INCAPACITANTE
Enviado por alexandre em 19/02/2017 11:43:36


Depressão afasta 75,3 mil pessoas do trabalho

Tachada de mal do século, a depressão é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. No ano passado, 75,3 mil trabalhadores foram afastados em razão do mal, com direito a recebimento de auxílio-doença em casos episódicos ou recorrentes. Eles representaram 37,8% de todas as licenças em 2016 motivadas por transtornos mentais e comportamentais, que incluem não só a depressão, como estresse, ansiedade, transtornos bipolares, esquizofrenia e transtornos mentais relacionados ao consumo de álcool e cocaína.

No ano passado, mais de 199 mil pessoas se ausentaram do mercado e receberam benefícios relacionados a essas enfermidades, o que supera em 16,5% o total registrado em 2015, de 170,8 mil. Entre 2009 e 2015 (únicos dados disponíveis), quase 97 mil pessoas foram aposentadas por invalidez em razão de transtornos mentais e comportamentais, com destaque para depressão, distúrbios de ansiedade e estresse pós-traumático. Ao todo, esses novos benefícios representam, hoje, uma conta de R$ 113,3 milhões anuais aos cofres públicos.

Para os especialistas, a situação evidencia a necessidade de colocar esse tipo de transtorno no topo da lista de preocupações para políticas públicas e de empresas. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) estima que entre 20% e 25% da população tiveram, têm ou terão um quadro de depressão em algum momento da vida.

Para Leonardo Rolim, especialista em Previdência, as políticas públicas falham, pois não se preocupam em reintegrar os profissionais no ambiente de trabalho. Segundo ele, apenas 5% dos trabalhadores afastados são reabilitados no emprego. “Os números são muito grandes, e há uma falha na reabilitação. Mesmo quando volta, o trabalhador demora muito. O Estado gastaria menos reintegrando esse trabalhador do que pagando benefícios por muitos anos”, disse.

Ao longo dos seus 32 anos, Manoela Serra já conviveu com episódios depressivos várias vezes. Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar em 2009, aos 25 anos. Isso faz com que tenha de conviver com ciclos de euforia e outros em que mergulha em depressão profunda. O primeiro episódio depressivo ocorreu quando ela tinha 15 anos.

No mercado de trabalho, pulou de emprego em emprego, sem se firmar em razão das consequências do transtorno. Quando a depressão começava, ela era obrigada a levar atestados para se manter afastada. Embora avalie que foi compreendida pelos patrões, quando os atestados se tornavam mais frequentes, não restava outra opção a não ser recorrer ao INSS ou pedir demissão. Nesse ciclo, ela se demitiu de empregos de garçonete, caixa, vendedora, atendente de casa de câmbio e companhia aérea. Diante da falta de uma estrutura de apoio, a alta rotatividade do profissional no mercado de trabalho é um dos efeitos da doença.

Segundo Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, a capacidade de trabalho e todas as outras funções do corpo ficam abaixo do normal em uma pessoa deprimida.

Crise piorou cenário Segundo a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, a crise e, consequentemente, o desemprego afastaram mais trabalhadores por depressão. Em 2014, foram 83,2 mil. Em 2015, caiu para 63,8 mil. Como agravamento da crise, em 2016, voltou a subir para 75,3 mil.

Investimento público O Ministério da Saúde esclareceu que tem uma política nacional de saúde mental que é referência internacional e que gastou R$ 1,3 bilhão em 2015.

Carga exaustiva e atividade estressante agravam problema

Uma das diretoras da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), Rosylane Rocha explica que a depressão é uma doença, com um componente genético, que pode ser desencadeada por uma série de fatores, como o contexto social ou um determinado evento de vida da pessoa. Uma vez que exista a predisposição para a doença, uma carga exaustiva e recorrente de trabalho, um ambiente muito estressante ou uma situação de estresse pós traumático, por exemplo, podem fazer com que o trabalho seja o fator responsável por desencadear o problema. É nesses casos em que os benefícios são considerados acidente de trabalho.

Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, o trabalho pode, de fato, ter impacto sobre a saúde do trabalhador. “O termo ‘estresse’ vem da física, para você medir o estresse de uma ponte, por exemplo. Se passar mais peso do que o previsto, a ponte estressa e rompe. Com o ser humano é a mesma coisa. Se ele passa a trabalhar 12 h por dia, por exemplo, vai se estressar e romper, quebrar”.

Especialistas

“A crise vai aumentar isso. Contas penduradas, medo de desemprego, isso afeta o equilíbrio emocional.” Rosylane Rocha, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho

“Depressão tem tratamento, o que pode permitir um retorno saudável ao emprego.” Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)

Fonte: O tempo

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