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Brasil : VACINAÇÃO
Enviado por alexandre em 28/05/2016 01:36:22


Rondônia ultrapassa a meta de vacinação e se destaca no cenário nacional
Uma semana depois do fim da campanha nacional de vacinação contra a gripe, cinco estados não conseguiram alcançar a meta de vacinar pelo menos 80% do público-alvo, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde. Nacionalmente, o movimento atingiu 92% de cobertura, imunizando 45,7 milhões de pessoas. A campanha nacional terminou no dia 20 de maio, porém, o ministério recomendou que os estados que não atingiram a meta continuassem imunizando. Dados divulgados hoje (27) mostram que o Acre vacinou 73.9%; Roraima, 75,4%; o Piauí, 74,1%; o Rio Grande do Norte, 78,3%; e Mato Groso, 76,8% dos grupo prioritários indicados pelo governo brasileiro com base na indicação da Organização Mundial da Saúde. De acordo com o balanço, o Distrito Federal se destacou vacinando quase 100% do público-alvo (98,8%), seguido pelos estados de São Paulo e do Espírito Santo (94%), Paraná e de Santa Catarina (91,6%), e Rondônia (91,3%). Outros estados que tiveram cobertura acima da meta de 80% foram: Amazonas (84,2%); Pará (83,3%); Amapá (88,8%); Tocantins (85,3%); Maranhão (82,3%); Ceará (83,6%); Paraíba (87,2%); Pernambuco (85,8%); Alagoas (88,7%); Sergipe (85,9%); Bahia (83,5%); Minas Gerais (89,4%); Rio de Janeiro (85,6%); Rio Grande do Sul (89,3%); Mato Grosso do Sul (85%) e Goiás (88,5%). Entre os grupos prioritários para a vacinação, os trabalhadores da saúde mantiveram desde o começo a maior cobertura, com 4,3 milhões de doses aplicadas. Em seguida, estão as puérperas, com 361,9 mil vacinadas (98,6%); os idosos, com 19,1 milhões de imunizados (91,7%); as crianças de 6 meses até 5 anos incompletos, com 10,4 milhões (81,4%) e 1,5 milhão de gestantes (71,2%). Com 480,1 mil doses aplicadas, 77% dos indígenas foram vacinados. Também foram aplicadas 366,6 mil doses na população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional.

Gripe: Neste ano, até o dia 14 deste mês, foram registrados 3.501 casos de influenza (gripe) de todos os tipos no Brasil. Deste total, 2.988 foram por influenza A (H1N1), com 588 óbitos. A Região Sudeste concentra o maior número de casos (1.604) de influenza A H1N1, dos quais 1.394 no estado de São Paulo. Outros estados que registraram casos neste ano foram o Rio Grande do Sul (297); Paraná (289); Goiás (192); Pará (129); Santa Catarina (111); Rio de Janeiro (89); Distrito Federal (89); Mato Grosso do Sul (78); Bahia (77); Espírito Santo (66); Minas Gerais (55); Pernambuco (39); Ceará (19); Rio Grande do Norte (13); Paraíba (13); Alagoas (12); Mato Grosso (7); Amapá (6); Rondônia (4); Acre (2); Sergipe (2); Amazonas (1); Roraima (1); Maranhão (1) e Piauí (1). Quanto ao número de óbitos, São Paulo registrou 271, seguido por Rio Grande do Sul, com 56; Goiás, 34; Paraná, 31; Rio de Janeiro, 30; Santa Catarina, 29; Bahia, 17; Espírito Santo, 17; Minas Gerais, 16; Pará, 16; Mato Grosso do Sul, 15; Pernambuco, 12; Distrito Federal, 10; Paraíba, 8; Ceará, 7; Rio Grande do Norte, 6; Mato Grosso, 4; Amapá, 4; Alagoas, 3; e Maranhão, 1.

Brasil : MERCADO
Enviado por alexandre em 19/05/2016 17:42:08


Café foi moeda de troca para Peru abrir mercado à carne suína do Acre, diz jornal
Da redação ac24horas

Por trás da decisão do Ministério da Agricultura de revogar a suspensão da importação de café verde em grão do Peru, no último dia de Kátia Abreu à frente da pasta na semana passada, está uma negociação mais ampla entre os governos dos dois países. O Brasil decidiu retirar a suspensão depois de ter a garantia de que Lima deve autorizar as exportações brasileiras de carne suína ao mercado peruano.

A negociação entre os dois países teve a inusitada participação de um Estado pouco expressivo para o agronegócio brasileiro e menos ainda para a cafeicultura brasileira: o Acre, que faz fronteira com o Peru.

Desde o fim do ano passado, o governador acreano, Sebastião Viana (PT), seu irmão, o senador Jorge Viana (PT), e representantes do frigorífico local, Dom Porquito, procuraram a então ministra da Agricultura, Kátia Abreu, para demonstrar o interesse do Estado em vender carne suína para os vizinhos peruanos. A estratégia, como explicou o senador ao Valor, tinha como objetivo desenvolver um polo industrial para o segmento de carnes na região, que tem uma rodovia destinada a escoar essa produção.

O senador e o governador deixaram claro para a ministra que em troca da abertura de seu mercado à carne suína do Acre o governo do Peru exigia que a o ministério aprovasse a entrada de café verde peruano. A importação foi autorizada pelo governo brasileiro em abril de 2015, mas foi suspensa um mês depois, em meio à grande reação de cafeicultores mineiros e capixabas.

A autorização para comprar o café do Peru interessa a indústrias instaladas no Brasil, como a Nestlé, que pretendem usar matéria-prima de outros países para produzir os blends de suas cápsulas de café.

“Não pudemos vender carne para o Peru ainda, mas já está em negociação pelo Itamaraty uma cota pequena para o Brasil exportar carne suína para lá”, destacou Jorge Viana.

Procurado, o Ministério da Agricultura respondeu que “não há nenhuma negociação com o Peru que indique a troca de produtos para abertura de eventual mercado peruano à carne suína do Brasil”. Mas está trabalhando para abrir esse mercado, que ainda está fechado. Segundo o ministério, a estimativa é de que as importações de café verde peruano somem apenas 400 toneladas por ano, entre cafés gourmet e orgânico.

Um técnico do ministério admitiu, porém, que a habilitação de frigoríficos brasileiros para exportação ao Peru “somente ocorrerá nesse tom” e que Lima “tem endurecido” com o Ministério da Agricultura em Brasília nas negociações de maneira geral.

“Essa troca de carne suína é tão pequena que não teria peso maior para um país [Peru] que produz 5 milhões de sacas de café e consome 110 mil sacas, e quer o Brasil para escoar aquele excesso que eles têm. Isso não beneficia ninguém”, disse o presidente do Conselho Nacional do Café, o deputado Silas Brasileiro. Ontem, Silas e outros parlamentares estiveram com o novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, que prometeu analisar o pedido deles para que a portaria que autorizou a importação de café importado do Peru seja revogada. A resposta deve vir nos próximos dias.

Fonte: Valor Economico

Brasil : RONDÔNIA
Enviado por alexandre em 18/05/2016 21:10:31


ESTRANGEIROS ESTÃO VINDO CONHECER NOSSAS RIQUEZAS, DIZ PRESIDENTE DA FECOMÉRCIO-RO
O comentar sobre a maior feira de agronegócios da região Norte, referindo-se não somente às oportunidades de negócios que o estado está oferecendo, como também a vinda de grandes empresários ao encontro



Além dos chineses, peruanos e bolivianos, que estão com lugar reservado na rodada de negócios da 5ª Rondônia Rural Show, que será realizada em Ji-Paraná, de 25 a 28 de maio, uma equipe da República Tcheca também já confirmou presença e certamente tem muito a oferecer em termos de tecnologia de maquinários agrícolas. Isso demonstra em que ponto de relevância encontra-se o Estado de Rondônia com sua vocação agropecuária, e mais ainda a importância do evento para a comunidade empresarial do Estado, do País e do mundo.

Segundo o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-RO), Raniery Araujo Coelho, a Fecomércio-RO estará disponibilizando apoio receptivo e logístico para atender os empresários bolivianos e peruanos durante o encontro de negócios na Rondônia Rural Show, como hospedagem em hotel, alimentação, translado, e uma tradutora de espanhol para facilitar a comunicação entre eles e os empresários rondonienses. “Tencionamos proporcionar a melhor estadia em nosso estado para estes empreendedores que estarão aqui para fazer intercâmbio comercial e conhecer nossas potencialidades”, informou.

A rodada de negócios será coordenada pela Fecomércio-RO, Fiero, Sebrae-RO e Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).

O comentar sobre a maior feira de agronegócios da região Norte, referindo-se não somente às oportunidades de negócios que o estado está oferecendo, como também a vinda de grandes empresários ao encontro, Raniery Coelho disse que “há pouco mais de duas décadas, o sonho era estabelecer relações com os países fronteiriços. Hoje nossos mercados quebraram essas barreiras e já somos fornecedores de produtos para a Ásia, Europa e Estados Unidos. É uma prova de que nossa economia caminha no rumo certo”.

De acordo com Raniery, a própria montagem dos 132 lotes que irão abrigar a feira já começa a movimentar a economia do Estado, não somente pela movimentação de hotéis e restaurantes, mas também pela geração direta de 1.500 empregos para pessoas que trabalharão nos quatro dias de feira. Raniery destacou que, além da apresentação das novas tecnologias, o ponto alto da Feira será também o estabelecimento de relações comerciais para a carne bovina, café e soja, setores que estão em plena expansão em Rondônia.

Ao analisar a programação da Feira, Raniery Coelho citou a lista de apresentações e que certamente vão estimular muitos negócios como o lançamento do Programa que troca sacas de café por máquinas agrícolas (Plano Bule Cheio), e a Vitrine Tecnológica, que vai apresentar canteiro de hortaliças em formato de espiral que diminui o espaço de cultivo. Tem ainda a Declaração Cadastral de Produtores que será emitida durante a Rondônia Rural Show para facilitar financiamentos, e a palestra de uso de drone como ferramenta de agricultura de precisão.

“Com todas essas tecnologias e oportunidades, tenho certeza de que a Feira será um sucesso, como, aliás, foram todas as outras edições. Uma coisa é certa. O setor produtivo e os empresários, além dos órgãos parceiros da Fecomércio-RO, farão sua parte e transformar a 5ª Rondônia Rural Show num marco do agronegócio. As expectativas de superar os R$ 625 milhões em negócios da edição do ano passado é certamente um estímulo a mais para o sucesso da feira”, finalizou Raniery.


Fonte: Assessoria

Brasil : CURA TUDO
Enviado por alexandre em 16/05/2016 23:39:15


Baiano cria remédio de chocolate para 'curar' vício em redes sociais


Vício em redes sociais, mau humor, TPM incontrolável, colega de trabalho puxa-saco, dias de preguiça ou até sofrência pelo rebaixamento do time de coração. Quem nunca desejou uma dose de remédio para curar estes e outros momentos? Se essa dose for acompanhada de chocolate, melhor ainda. Apaixonado por criar, o analista de sistema e designer Antônio Paranhos adicionou o humor a esta ideia e inventou a Chocolaterapia do Chef. O conceito do negócio? Combinar nomes de remédios a situações ou características na busca da cura. O rivoltrado, por exemplo, é receitado para pessoas que vivem reclamando da vida. A ideia surgiu em 2005. Funcionário de uma agência de publicidade, Antônio formatou o projeto para a venda de um produto, mas não foi aprovado. “Coloquei na gaveta, mas não o esqueci. Sabia que iria usar em algum momento”, conta. Em 2013, Antônio, apelidado de Doutor do Sorriso, iniciou a divulgação dos “remédios”. BahiaPrazol, VitóriaPrazol, ViagraDeiro, Chocospirina, TPMoff e PeidaZol são alguns dos comprimidos feitos de chocolate disponíveis na farmácia da Clínica do Sorriso.

O vício e dependência das redes sociais e dos aplicativos de smartphone não foram esquecidos pelo doutor. O WhatsZepam, para viciados em WhatsApp, surgiu da observação de Antônio em uma confraternização de amigos. “Estavam todos na mesa do restaurante grudados no celular. Ninguém conversava. A interação era só com o WhatsApp”, relembra. A ideia do baiano caiu no gosto dos clientes e fez sucesso nas feiras de gastronomia e moda de Salvador, como Mercado Iaô e A Feira da Cidade. O “medicamento” chegou a ser copiado por outras pessoas. Recentemente, o publicitário carioca Marcelo Azevedo disse, em entrevista ao O Globo, ser o criador do produto. Esta é a terceira vez que Antônio encontra cópias dos seus remédios sendo comercializados sem autorização. “Fiquei triste e envergonhado com a situação. Usaram o design semelhante e copiaram as frases de efeito. É muita cara de pau”, reclama.

Antônio entrou em contato com a redação do iBahia para recobrar a autoria do produto, todos registrados em cartório. Depois do WhatsZepam, foi a vez oferecer a cura os viciados em Facebook e Instagram com FaceZepam e Instagramicina. A brincadeira fez sucesso e os pacientes encomendam cápsulas de chocolate para casamentos, formaturas, confraternizações e festas em geral. É só pedir o desenvolvimento de um remédio específico que o Doutor do Sorriso providencia. Em tempos de rotina corrida e estressante, uma dose de humor e chocolate acabam com o problema de qualquer um.Apaixonado por gastronomia, Antônio Paranhos deixou o emprego em uma agência de publicidade para se dedicar ao sonho. Os primeiros produtos fornecidos pela Chocolaterapia do Chef foram tortas e brigadeiros gourmets. Porém, foi com a ideia guardada na gaveta que o negócio alavancou. Junto com os remédios de chocolate veio o conceito e diferencial do empreendimento: tratar todo tipo de mau humor com os doces. A produção dos remédios é de acordo com a demanda de pedidos dos clientes.

Antônio conta que, além dos medicamentos já criados, recebe encomenda para elaborar e personalizar o produto para festas de todos os tipos ou como forma de divulgar outro produto. Sem espaço fixo, a Chocolaterapia do Chef atende em feiras. O principal parceiro é o Mercado Iaô, que acontece na Ribeira e teve a primeira edição em dezembro de 2014. O objetivo do evento é dar acesso aos empreendedores individuais ou coletivos da economia criativa de Salvador ao mercado. O stand da Chocolaterapia do Chef é conhecido como Clínica do Humor. Nela, atores fazem o papel de doutores do humor e receitam o medicamento ideal para as “queixas e doenças” do paciente. O teatro é uma estratégia de venda. Os atores são vendedores e envolvem o cliente com simpatia e brincadeiras.

A atuação no Mercado Iaô, entre 2015 e 2016, gerou a receita bruta de R$ 25 mil. Em grandes eventos, são necessárias até seis pessoas na equipe. A maior procura pelos produtos acontece em datas comemorativas. Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal, por exemplo, geram a produção de cerca de 1.500 unidades. O carro-chefe são os remédios para os viciados em redes sociais. Os produtos custam entre R$ 5 e R$ 15. Os desejos para o futuro? Uma loja física em um shopping da cidade focada nos remédios de chocolate e um stand com os produtos em uma pâtisserie - tipo de padaria francesa especializada em bolos e doces - de Salvador.

Brasil : MORALIZANDO
Enviado por alexandre em 16/05/2016 23:23:42


Novo governo federal pode tirar controle do Bolsa Família das mãos de prefeitos
João Renato Jácome

Esquemas fraudulentos para a concessão dos programas de transferência de renda do governo federal, a exemplo o Bolsa Família, são alvo de denúncias e investigações policiais há muito tempo, em vários estados do Brasil. Na mão de prefeitos, a fiscalização nem sempre é a ideal e, em alguns casos, pessoas sem real necessidade acabam recebendo os recursos.

Essa situação pode mudar durante o governo do presidente em exercício, Michel Temer. Uma série de ações deve ser realizada para, além de fiscalizar as concessões, garantir que somente as pessoas realmente necessitadas sejam ajudadas pelo governo. Entre as estratégias do governo está o cruzamento de dados dos beneficiados, sob parceria com a Receita Federal.

Pelo menos é isso que deixa claro o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra. A ideia, segundo informou, é ampliar o uso das agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelo país para incluir o atendimento a programas sociais, entre eles o Bolsa Família.

“Os postos do INSS têm uma rede gigantesca no país e subutilizada, do ponto de vista de funções. Está sendo usada praticamente só para a questão dos benefícios de aposentadoria, mas são áreas enormes”, disse Terra em entrevista à Folha de São Paulo.

Segundo o ministro, o uso dessa rede está sendo estudado, em conjunto com o Ministério do Planejamento, para “ampliar esse atendimento além dos benefícios previdenciários para outras áreas”. “Talvez contar com o atendimento do Bolsa Família e do Cadastro Único.”

Hoje cerca de 15 milhões de famílias recebem o Bolsa Família. De acordo com o ministro, o cadastro dessas famílias é, em sua maior parte, autodeclaratório.

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