Brasil - IMPUNIDADE - Notícias
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Brasil : IMPUNIDADE
Enviado por alexandre em 01/07/2015 18:54:05


Após quase dois anos de condenado Cassol continua solto
Em agosto de 2013, Cassol foi condenado pelo Supremo a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão por ter fraudado licitações entre 1998 e 2002

Texto atualizado às 13h28

BRASÍLIA - A demora no julgamento de um recurso faz com que, quase dois anos depois de o senador Ivo Cassol (PP-RO) ter sido condenado a mais de quatro anos de prisão, a sentença ainda não tenha sido cumprida. O caso está sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia, que só liberou o julgamento para recurso na terça-feira da semana passada, 23, embora o caso apareça como "concluso ao relator" desde janeiro deste ano.



O caso chegou a ser pautado para as sessões plenárias dos dias 24 e 25 deste mês, mas foi retirado de pauta. Com o adiamento, só será julgado no segundo semestre, já que hoje o Plenário realizou na manhã desta quarta sua última sessão antes do período de recesso.



Apesar da condenação, a sentença do STF só poderá ser executada depois que o caso transitar em julgado, ou seja, quando forem esgotadas todas as possibilidades de recurso. A defesa de Cassol entrou com pedido de embargo de declaração, que serve para esclarecer a sentença, mas não têm o poder de modificar a decisão.



A poucos dias do período de recesso do ano passado, em dezembro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou um parecer a Cármen Lúcia pedindo a prisão imediata de Cassol e recomendando a rejeição dos recursos apresentados pelos advogados do senador. Como argumentação, a defesa diz que houve erro no julgamento do primeiro recurso apresentado.



Condenação. Em agosto de 2013, Cassol foi condenado pelo Supremo a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão por ter fraudado licitações entre 1998 e 2002, quando foi prefeito do município de Rolim de Moura, em Rondônia. A pena imposta ao senador é em regime semiaberto, no qual ele pode trabalhar fora do presídio durante o dia, e precisa voltar apenas ao fim do dia para dormir na prisão. Se os ministros atenderem o pedido de Janot, Cassol será o primeiro senador preso no exercício do mandato desde a promulgação da Constituição de 1988.



No parecer encaminhado por Janot ao Supremo, o procurador-geral classifica o pedido da defesa de Cassol como "tumulto" no fim do processo, já que se trata de novo pedido de embargo de declaração apresentado pelo parlamentar. Ele acredita que a defesa esteja "repetindo argumentos utilizados em seus primeiros embargos de declaração", já que o recurso inicial foi negado em setembro do ano passado pelo STF.





O advogado de Cassol, Marcelo Leal, argumenta, contudo, que não se trata de novo embargo de declaração, mas que houve um erro no registro do pedido no Supremo, que fez com que aparecesse o pedido como "terceiro embargo", sendo que se tratava apenas do primeiro. Segundo ele, o erro se deu porque outros réus apresentaram pedidos semelhantes e foram registrados como se fossem três pedidos de uma única pessoa.

 Autor:  Talita Fernandes - O Estado de S.Paulo

Brasil : EDUCAÇÃO
Enviado por alexandre em 23/06/2015 20:05:03


Como escrever redações impecáveis

Para um aluno, nada pode ser mais difícil do que escrever uma redação, especialmente por causa da dificuldade imposta pela ausência de leitura que é tão comum nos dias de hoje para a maior parte dos jovens.
Portanto, vamos dar algumas dicas importantes para quem deseja aprender de uma vez por todas a como escrever redações realmente impecáveis, aumentando suas notas e melhorando sua escrita para todas as outras situações da vida.

Não há como fugir da leitura

A primeira coisa que um aluno que deseja saber como escrever redações impecáveis deve fazer é começar a desenvolver o hábito da leitura, pois este será o único modo de fazer com que a escrita se desenvolva de modo mais natural.

Portanto, se você também é um aluno que deseja melhorar a qualidade de suas redações e de sua escrita de um modo geral, uma coisa você terá de admitir: não há como fugir da leitura. Portanto, comece a ler de tudo um pouco, revistas em quadrinhos, revistas de informação e livros, muitos livros.

E isso se dá porque quem lê mais, costuma escrever mais, e quem lê melhor, também costuma escrever melhor, o que nos leva a crer que uma coisa levará a outra naturalmente.

Pense muito

Uma pessoa, para escrever uma boa redação, deve, acima de tudo, fazer com que sua imaginação se desenvolva ao máximo, e o único caminho para conseguir isto é por meio do pensamento.

Portanto, se você deseja melhorar sua redação, pense muito, pois o pensamento é a chave para quem deseja criar uma história para colocar no papel, e este será o único modo de conseguir criar redações impecáveis.

Saiba diferencias as coisas

Há três tipos de redação, que estão entre os mais comuns, sendo que um é a dissertação, o outro é a descrição, e o terceiro é a narração, portanto, saiba transitar e diferenciar bem estes três tipos de redação.

A dissertação deverá conter uma exposição de ideias, que deverão vir devidamente acompanhadas pelos argumentos que comprovam estas mesmas ideias, além de conter, ao final do texto, a opinião do autor da redação sobre o assunto abordado. Em resumo, dissertação nada mais é do que “falar sobre”.

A descrição nada mais do que o texto em que o autor descreve algo, que pode ser desde um objeto até uma pessoa, ou um ambiente. Portanto, o autor deve incutir no leitor o desejo de conhecer o que está sendo descrito.

A narração nada mais do que o texto em que o autor conta fatos ocorridos em um local e em uma época determinados, reforçando tudo por meio de personagens.

Fonte: colegioweb.com.br

Brasil : JUSTIÇA
Enviado por alexandre em 23/06/2015 09:25:19


Condenação sem provas: Dewey Bozella boxeador
A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais trará o lutador de boxe Dewey Bozella, que ficou 26 anos preso inocentemente nos EUA, para uma palestra no Brasil.

O americano foi condenado com base em delação premiada, sem provas materiais. A visita faz parte de uma campanha da entidade que quer a votação do projeto que separa a perícia técnica das polícias.

A ideia é mostrar a importância da perícia na prova de crimes. As informações são da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

Brasil : RELIGIÃO
Enviado por alexandre em 19/06/2015 18:26:59


Ensino religioso em escolas de um Estado Laico é aberração
por Juan Arias
para El País Brasil
Escola não pode impor uma forma de religião ou de fé
A história nos ensina tristemente como se degrada a religião quando dela se faz um instrumento de poder e de conquista, ou se pretende impor.

Pode-se discutir até o infinito se o sentido religioso ou sagrado é algo natural ao homo sapiens ou adquirido, mas não se pode impor uma forma de religião ou de fé.

Sabemos muito bem onde desembocaram os Estados confessionais, que foram a base da vida social da Idade Média, assim como das ditaduras modernas de direita. Sabemos igualmente como acabaram fracassando, pelo outro extremo, os regimes comunistas que tentaram barrar da história e do ser humano o sentimento do sagrado.

Assim como não se pode impor por lei ou Constituição o ateísmo, também não se pode impor qualquer tipo de crença. Se há algo que deve ser deixado ao livre arbítrio, à esfera pessoal, é o sentir religioso ou agnóstico da vida. Salvaguardar esses espaços de liberdade em matéria de fé e religião, sem fazer deles instrumento de política ou de conquista, é a melhor homenagem que se pode oferecer a eles.

É fato que a religião, como o amor, são tão antigos como a humanidade. Os primeiros seres humanos já enterravam seus mortos.

Mas, se não se deve ensinar a religião nas escolas, e menos ainda uma religião determinada, para defender a liberdade dos alunos de decidir pessoalmente como e no que acreditar em matéria religiosa, se poderia sim ensinar a história das religiões.

Foi um amigo meu, o filósofo agnóstico Fernando Savater, que me convenceu um dia de que todos (inclusive os não religiosos) deveriam estudar como nasceram, se forjaram e atuaram no mundo as diferentes formas de religiosidade, desde as monoteístas às panteístas, assim como as infinitas formas de se manifestar do sentimento religioso através da história nos diferentes continentes.

Meu amigo filósofo estava convencido de que, assim como se estuda História da Arte e História da Filosofia, se deveria ensinar nas escolas a História das Religiões, justamente para poder entender de um ponto de vista puramente cultural a influência que as religiões tiveram e têm na criação das diferentes artes, da pintura à arquitetura. E até mesmo da própria filosofia.

Como explicar, por exemplo, a criação de templos, igrejas e catedrais, as infinitas obras pictóricas ou de guerras criadas em nome das religiões sem estudar a evolução e a história das mesmas através dos séculos, vistas do ponto de vista histórico e político?

Se para qualquer aluno seria uma grave lacuna deixar de estudar, por exemplo, a História da Arte e sua evolução desde as pinturas rupestres até hoje, também o seria ignorar a existência das diferentes religiões e o que elas criaram de positivo e de negativo ao longo dos tempos.

Desse estudo, que deve ser apenas acadêmico, à educação — como pretendem algumas correntes religiosas — de uma religião concreta e apresentada geralmente como melhor do que as outras e, às vezes, em antagonismo a elas, existe, no entanto, um abismo.

Um Estado laico, como é o Brasil por Constituição, não pode impor, sem infringir sua Carta Magna, a religião como disciplina nas escolas públicas.

A desculpa apresentada por alguns para defender a disciplina obrigatória, de que a Constituição brasileira foi promulgada em 1988 “sob a proteção de Deus” é uma falácia. Essa alusão a Deus significa apenas que este é um país onde o sentimento religioso, a presença do sagrado, e em geral do divino, é algo que pertence à essência da sociedade, e que, por isso mesmo, deixou sua marca na Carta Magna.

Essa é uma sociedade que leva em suas veias a mistura de muitas crenças, começando pela cristã imposta pelos conquistadores, às vezes com violência atroz, aos nativos que possuíam suas crenças religiosas, das quais foram extirpados. Chegaram depois as ricas religiões africanas trazidas pelos escravos, assim como as diferentes confissões dos inúmeros imigrantes que chegaram a esta terra considerada abençoada pelos deuses.

Essa mescla de religiões diferentes é o que faz com que o Brasil se distingua por sua rica cultura religiosa, sem guerras de religião, harmonizado e enriquecendo as diversas crenças.

Quando cheguei ao Brasil há anos, o teólogo da libertação e meu bom amigo Leonardo Boff me explicou que para entender aqui o fenômeno religioso tão diferente, por exemplo, do europeu, basta ver que um brasileiro pode pela manhã batizar seu filho em uma igreja católica, assistir à tarde a uma cerimônia espírita e, à noite, ir a um culto evangélico ou a uma reunião do candomblé.

Acrescentou Boff: “Aqui nem os agnósticos e ateus ficarão chateados se forem saudados com um ´Deus te abençoe´”.

Se, por exemplo, os italianos já nascem com o sentimento de arte em seu sangue, os brasileiros nascem com um profundo sentimento do sagrado, sejam ou não religiosos. Ainda hoje, em plena modernidade, é algo cultural, que ninguém tem o direito de combater nem de explorar, menos ainda politicamente. É um patrimônio nacional. É uma forma de amar. E isso não se ensina nem se impõe, se vive e se respira. E precisa poder ocorrer em absoluta liberdade.

 


Brasil : RIQUEZA
Enviado por alexandre em 12/06/2015 22:02:13


Cai para 54 total de brasileiros bilionários
Do UOL, em São Paulo

O número de brasileiros com pelo menos US$ 1 bilhão encolheu pela primeira vez desde 2008, segundo a revista norte-americana "Forbes": passou de 65 no ano passado para 54 neste ano. O brasileiro mais bem posicionado é, novamente, Jorge Paulo Lemann, com fortuna estimada em US$ 25 bilhões (cerca de R$ 71,45 bilhões). O ranking foi divulgado nesta segunda-feira (2). A menor presença de brasileiros acontece por causa da desaceleração da economia do país, em meio "à queda dos preços das commodities, escândalos de corrupção e altos gastos do governo", segundo a revista.Soma-se a isso o fato de o dólar estar mais valorizado em relação ao real; assim, fica mais difícil juntar US$ 1 bilhão.  Além disso, dois bilionários brasileiros morreram no ano passado: o empresário Antonio Ermirio de Moraes e o banqueiro Moise Safra. Parentes dos dois, no entanto, ainda continuam na lista dos ricaços.

Somando a fortuna dos 54, o total é US$ 181,2 bilhões, uma queda de 5,42% em relação ao ano passado (US$ 191,6 bilhões).

A versão nacional, da "Forbes Brasil", divulga uma lista com os brasileiros com mais de R$ 1 bilhão com a fortuna em reais. Alguns brasileiros fazem sua estreia na lista: Carlos Sanchez, Itamar Locks, Blairo Maggi, Lucia Maggi, Maurizio Billi, Marli Pissollo e Hugo Ribeiro.

Os dez brasileiros mais ricos

Veja abaixo os dez brasileiros mais bem posicionados no ranking da 'Forbes':

26. Jorge Paulo Lemann
Fortuna estimada em US$ 25 bilhões

52. Joseph Safra
Fortuna estimada em US$ 17,3 bilhões

89. Marcel Herrmann Telles
Fortuna estimada em US$ 13 bilhões

110. Carlos Alberto Sicupira
Fortuna estimada em US$ 11,3 bilhões

165. João Roberto Marinho
Fortuna estimada em US$ 8,2 bilhões

165. José Roberto Marinho
Fortuna estimada em US$ 8,2 bilhões

165. Roberto Irineu Marinho
Fortuna estimada em US$ 8,2 bilhões

330. Eduardo Saverin
Fortuna estimada em US$ 4,8 bilhões

369. Abilio dos Santos Diniz
Fortuna estimada em US$ 4,4 bilhões

462. Francisco Ivens de Sá Dias Branco
Fortuna estimada em US$ 3,7 bilhões

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