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Brasil : MEIO AMBIENTE
Enviado por alexandre em 25/01/2015 00:03:06


Coocamarji: Uma realidade à serviço do Meio Ambiente

“Coocamarji foi á única do Estado a receber incentivo social em mais de R$ 750 mil”

A Cooperativa de Catadores de Material Reciclável de Ji-Paraná (Coocamarji) teve aprovado no início deste mês um projeto de construção de um Centro (Galpão) de Triagem de Lixo e mais a compra de equipamentos, além da construção de Ecopontos para coleta do material em vários pontos de Ji-Paraná. A informação foi confirmada ontem pelo presidente da entidade, Celso Luiz. O recurso superior a R$ 750 mil foi conseguido através da empresa Jauru responsável pela linha de transmissão de energia elétrica no Estado.

Contando atualmente com 32 cooperados que trabalham na Lixeira Controlada de Ji-Paraná, e coletando diariamente 24 toneladas, somente de garrafas pet todos os meses a diretoria da Coocamarji já vinha lutando em um projeto de melhoria para os seus cooperados como exemplo a construção de um galpão e a aquisição de veículos para ajudar na coleta dos produtos recicláveis.

Segundo, Celso Luiz no ano passado a empresa, Jauru (responsável pela transmissão de energia para o interior do Estado), contratou uma empresa de consultoria espanhola com objetivo de avaliar as cooperativas e/ou associações da área. As aprovadas receberiam determinado valor de incentivo para melhorar as suas atividades.

Para a surpresa da diretoria, a Coocamarji foi a única de todas visitadas a apresentar organização, seriedade e documentação completa em todos os aspectos, para obter o benefício á Contrapartida Social da empresa, Jauru. O resultado foi conhecido no último dia 22 de janeiro, quarta-feira. O recurso na ordem de R$ 750 mil já estaria liberado através do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDS). “Vale lembrar que a nossa entidade já trabalhar, anteriormente, com uma empresa técnica”, disse Celso Luiz.

PROJETO

No projeto elaborado e aprovado a Coocamarji investirá o referido recurso na construção de um Centro (galpão) de Triagem de Lixo, compra de equipamentos e dois caminhões sendo o primeiro para ser usado na coleta do material reciclável dentro do município, e outro, para o transporte do material para as indústrias especializadas, em São Paulo. Também consta do projeto a construção de 12 EcoPontos ( locais para depósito do lixo reciclável), em Ji-Paraná avaliados em mais de R$ 20 mil.

TÉCNICOS

Antes do início da execução do projeto, no próximo dia três de fevereiro estarão chegando dois técnicos da empresa de Consultoria espanhola e outro da empresa, Jauru. “Não temos dúvidas que tudo já está 100% concluído”, festeja.

JUDICIÁRIO

Além do recurso acima informado, a Coocamarji também contará com outro recurso, agora, doado, pelo Judiciário no valor superior a R$ 100 mil. A Carta de Intenção já foi assinada entre a entidade e a representante do Judiciário, magistrada, Maria Abadia do Juizado Especial. Neste caso, segundo Celso Luiz, haverá a participação para a sua finalidade do Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental (Comdeam).

PREFEITURA

Celso Luiz lembrou ainda que toda a estrutura a ser edificada na área da Lixeira Controlada, também conta com a importante parceria da prefeitura de Ji-Paraná, através da secretaria de Meio Ambiente (Semeia). Segundo ele, os catadores de Ji-Paraná sempre tiveram o apoio do município. Ainda de acordo com o presidente da Coocomarji atualmente o município produz, em media, 50 toneladas de lixo diariamente. Desse total mais de 100 toneladas/mês são de lixo reciclável. A expectativa é que das mais de 24 toneladas/mês de lixo reciclável coletados, passe para 40 toneladas/mês. Ele também acredita que com todo o projeto concluído será possível aumenta dos atuais 32 catadores para 70 novos cooperados.

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ASCOM

Brasil : PISO NACIONAL
Enviado por alexandre em 22/01/2015 18:36:31


Rondônia não paga o piso nacional do professor juntamente com mais dois Estados

Sete anos após a aprovação da lei do piso nacional, três Estados brasileiros ainda não cumprem o valor instituído como base. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rondônia usam gratificações para alcançar o salário mínimo da carreira, o que é ilegal.

No início de janeiro, o governo federal divulgou o reajuste de 13% no salário, que chegou a R$ 1.917,78 para 40 horas de trabalho semanais de um professor com ensino médio. O valor deve ser praticado a partir deste mês.

O levantamento foi feito pelo iG com as secretarias estaduais das 27 Unidades da Federação, com sindicatos da categoria e, no caso das quatro redes que não responderam, foram usados os dados do último levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), feito em abril de 2014.

No Rio Grande do Sul, um professor com ensino médio recebe R$ 1.260,20 por uma jornada de 40 horas semanais. O valor era 34,67% abaixo do piso nacional em 2014. Para chegar ao piso nacional, o governo paga um completivo até completar R$ 1.697 (valor do ano passado).

"O problema desse completivo é que sobre ele não incide nenhum direito, como o FGTS ou a aposentadoria. E o completivo distorce ainda a carreira do Estado", aponta Helenir Aguiar Oliveira, do Centro de Professores do Rio Grande do Sul (Cpers/Sindicato).

Nesta quinta-feira, os representantes do sindicato se reúnem com o governo do Estado para negociar o salário da categoria e o reajuste. No início do ano, o Secretário de educação Vieira da Cunha participou de uma reunião no Ministério da Educação em que pediu apoio federal para que pudesse adotar o piso e dar o reajuste.

Briga antiga

Na rede estadual de Minas Gerais, os professores com ensino médio e jornada de 40 horas semanais recebem hoje R$ 2.061,68, valor acima do piso nacional. O problema é que esse total é pago em uma remuneração unificada, que inclui o valor-base do salário e gratificações. O modelo foi aprovado em uma lei em 2011, durante a gestão anterior, e questionado pelo Sindute (sindicato local).

O governo atual, com a secretaria de educação Macaé Evaristo, confirma que a remuneração contraria a legislação federal e que precisa ser adequado à lei nacional de 2008. Para isso, no dia 13 de janeiro foi publicado um decreto estadual que cria uma Comissão de Estudos para Pagamento do Piso Salarial dos Servidores da Educação, com representantes do governo e do sindicato local.

Em Rondônia, o salário dos professores com ensino médio de 40 horas semanais foi de R$ 1.536,36, em janeiro. O valor estava já abaixo do piso nacional instituído no ano passado (R$ 1.697). Para complementar, os docentes recebem R$ 280 mensais como gratificação. Até a publicação dessa matéria, a secretaria de educação não havia respondido se havia previsão para adoção do piso nacional.

 


 

 


Horário do professor não é respeitado

Outro ponto da Lei do Piso que não é cumprido integralmente por todas as redes estaduais e municipais é a hora-atividade. De acordo com a legislação nacional, um terço do tempo de contrato do professor deveria ser cumprido fora de sala de aula: com preparação para as aulas, correção de exercícios, reuniões etc. Na rede estadual do Pará, a categoria tem direito a apenas 25% de seu tempo para atividades extraclasse. No Espírito Santo, o tempo para hora-atividade é de 28% da jornada.

"A jornada ampliada é outra forma de desvalorizar a carreira e reduzir o salário. A rede obriga que o professor trabalhe mais horas do que a jornada pela qual recebe", afirma o professor da UFRGS Juca Gil, pesquisador do tema.

Sem punição, valorização do professor fica no papel


O descumprimento da lei, no entanto, não tem punição prevista e a fiscalização deve ser feita pelo Ministério Público. A política de valorização da carreira docente instituída pelo MEC dobrou o salário do professor em sete anos, que passou de R$ 950 em 2008 para R$ 1.918 em 2015. No entanto, a lei não prevê de onde saem os recursos.

Para o presidente da CNTE, Roberto Leão, é preciso que o governo federal "crie um regime de compromissos estabelecidos entre municípios, Estados e a Unão para que a lei seja efetivamente colocada em prática". A situação é ainda mais grave nas redes municipais, que dizem não ter dinheiro para cumprir a lei. Atualmente, os municípios reúnem 1.138.890 professores e gastam, em média, 24% de seu orçamento com os professores, segundo dados da Confederação Nacional de Municípios. De acordo com a CNM, nos próximos anos a receita do Fundeb (fundo destinado à educação básica) não será suficiente para remunerar os professores.

Enquanto o piso nacional foi reajustado em 101,9% de 2008 para 2015, as receitas do Fundeb cresceram apenas 85%. A pesquisadora do Observatório de Remuneração Docente Maria Dilneia Fernandes, da UFMS, aponta, no entanto, que a reclamação não é verdadeira para todas as cidades. "Nossos dados de pesquisa mostraram que as políticas do Fundeb tiveram um impacto positivo tanto em receitas estaduais e municipais. Com o contexto macroeconômico positivo nos últimos dez anos, tivemos um cenário adequado para o pagamento do piso. A alegação não é verdadeira para todo mundo." Leão comenta que é importante rever o uso do dinheiro da pasta nos municípios, principalmente nos menores. "A educação acaba sendo a grande financiadora da máquina pública nos municípios. Há muitos trabalhadores de educação desviados para outras funções, em outras secretarias, e que continuam recebendo da pasta de educação."

Autor:  Cristiane Capuchinho - iG São Paulo

Brasil : AVENTURA
Enviado por alexandre em 22/01/2015 18:24:27


Ciclista que percorreu quase 4 mil KM de Rondônia a SP nos anos 70 é relembrado
Apesar do recente "boom" na criação de ciclovias e na venda de bicicletas no Brasil, não é de hoje que as magrelas são a opção de transporte número um para quem quer passar pelos lugares e também conhecê-los com mais profundidade. O "Notícias Populares" cobriu diversas viagens extraordinárias de ciclistas pelo nosso país e pela América ou Europa, e destacamos algumas que divertiram os leitores e renderam milhares de pedaladas.

Em maio de 1974, o jornal trouxe a história do baiano que já estava há três anos na estrada com sua bike, percorrendo, sozinho, vários Estados do Brasil e países da América do Sul. Oswaldo, 28, trabalhava como entregador de pão na Bahia e resolveu largar tudo e sair pedalando, primeiro para Goiás e depois para o Rio Grande do Sul.

Atravessou a fronteira e passou por Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. A redação do "NP" o encontrou no Rio de Janeiro, de onde Oswaldo planejava seu regresso a Salvador - "mas, antes disso, quer dar uma chegadinha a Foz do Iguaçu", no Paraná. Durante todo esse rajeto, contou com a solidariedade da população para se alimentar e encontrar abrigo. Numa época em que ter câmeras não era comum, Oswaldo levava de volta apenas recortes de jornais documentando sua aventura.

João de Deus, 30, foi outro destemido ciclista que apareceu em reportagem de outubro de 1979 revelando sua incrível viagem de Rondônia a São Paulo. Foram quase 4 mil quilômetros em apenas 28 dias, numa média de 120 a 150 km (ou cerca de dez horas) por dia. João deixara Porto Velho em setembro em sua bicicleta de dez marchas.

Estudante gaúcho pedalou mais de 6.000 km de Porto Alegre a Manaus para documentar os diferentes estilos de vida dos brasileiros.

Segundo ele, a parte mais difícil da viagem foi a passagem por rodovias federais que, àquele tempo, ainda tinham longos trechos de terra.

Chegando à capital paulista, já não tinha nem um centavo sobrando e contou à reportagem que não sabia como iria voltar para Rondônia. Era um problema grave, pois, casado e com seis filhos, tinha que retomar o emprego de motorista em Porto Velho o quanto antes.

Emprego e dinheiro não foram preocupação para Luís Gustavo, universitário gaúcho que percorreu cerca de 6.800 km de Porto Alegre a Manaus em uma Monark. "A principal finalidade de minha viagem foi fazer um documentário sobre a vida rural, alimentação, saúde e tipos característicos de cada região do Brasil", disse o rapaz, estudante de Comunicação, em entrevista publicada em 24 de abril de 1980 no "NP".

Ele saíra de Porto Alegre em janeiro com um colega, mas este desistiu ainda em Cáceres (MT). Sozinho, Luís Gustavo enfrentou dificuldades no trajeto, como estradas difíceis de trafegar na época das chuvas e animais selvagens. Segundo ele, precisou até dormir em árvores para se proteger das onças.

Em 7 de setembro de 1980, o "NP" trouxe a história de um pintor argentino que se aventurou com sua bicicleta pelos países da América Latina Em 7 de setembro de 1980, o "NP" trouxe a história de um pintor de paredes argentino que se aventurou com sua bicicleta pelos países da América Latina.

Situações difíceis eram o pano de fundo de viagens pela América Latina no final dos anos 1970 e início dos anos 1980, como contou ao "Notícias Populares", em setembro de 1980, o argentino Pedro Alejandro. Há um ano ele pedalava pelos países sul-americanos e testemunhou tiroteios e carnificina em países como a Bolívia, que em julho passara por um golpe de estado promovido pelo general Luís García Meza.

Pedro saíra de sua casa em Chivilcoy, na província de Buenos Aires, e tinha como meta passar por todos os países da América do Sul. À época da publicação da reportagem, estava em São Paulo, de onde seguiria para Paraguai e Uruguai. Pintor de paredes, Pedro disse ao "NP" que saíra com pouco dinheiro e que, como outros aventureiros, contou com a boa vontade das pessoas para conseguir alimentação e hospedagem a custos baixos ou nulos. Na bagagem, ia juntando recortes de jornais e as bandeiras dos países por onde passara.

 Autor:  CLAUDIA CRESCENTE - Banco da dados da Folha

Brasil : ORGULHO
Enviado por alexandre em 19/01/2015 21:07:29


Goleiro ouro-pretense brilha no Cruzeiro - MG
O time sub- 20 do Cruzeiro foi eliminado da Copa São Paulo de futebol Junior edição 2015, mas um dos destaques da equipe mineira foi o goleiro Arnaldo Ressurreição Alencar que teve atuações elogiadas pela crônica esportiva que acompanhou os quatros jogos realizados. Alencar como é conhecido o paredão de 1,97 de envergadura nasceu em Ouro Preto do Oeste no dia 06 de Dezembro de 1995 e os seus pais residem na Linha 201, zona rural do município de Vale do Paraíso.

Alencar começou a jogar futebol logo cedo na equipe do Juventude de Vale do Paraíso e devido a sua boa estatura logo chamou a atenção dos desportistas. Em 2012 o mineiro Amarildo Ribeiro que já foi diretor do Ipatinga Futebol Clube, veio a Rondônia e depois de assistir jogos do paredão não teve duvida resolveu pedir autorização ao agricultor Francisco Arnaldo de Alencar o popular Chicão da 201 e levou Alencar para um período de teste no Nacional de Nova Serrana - MG.

O goleiro Alencar o paredão do Cruzeiro - MG

E a grande oportunidade do jovem ouro-pretense veio em Junho de 2013, foi quando Alencar despertou o interesse do Cruzeiro. Na época o diretor de futebol do Nacional-MG, Roger Galvão, que intermediou a negociação, comentou sobre o acordo que foi feito entre os clubes.
- O Alencar está com a gente têm dois anos. Temos um contato muito sólido com o Cruzeiro e eles sempre nos ajudam. Não tem dinheiro envolvido nesta negociação. Se ele for aprovado, os direitos econômicos passam a ser divididos entre as partes que investiram e o próprio jogador - disse.
Com apenas dois anos de futebol, Alencar trabalhou com o elenco profissional durante o Campeonato Mineiro deste ano e é tratado como destaque das categorias de base do Búfalo. Para Roger Galvão, a ida do goleiro para o Cruzeiro é positiva para os dois clubes e também para o jovem atleta.

- Nós teremos mais visibilidade. Isso atrai atletas e os jovens vão querer mostrar que tem futebol para seguir o caminho do Alencar. Fora isso, o goleiro irá se valorizar, terá uma estrutura impecável de trabalho e de educação – destacou o diretor de futebol.

O predestinado Alencar teve a oportunidade de mostrar o seu valor quando o goleiro titular da equipe Celeste Marcos foi convocado para defender a seleção do Brasil no Sul Americano sub-20 que está sendo disputado no Uruguai. O técnico Paulo Roberto não teve duvida e escalou o paredão Alencar para ser o titular, quando foi um dos destaques da equipe da Toca da Raposa na Copa São Paulo de futebol sub-20.
Agora Alencar foca seu objetivo em se firmar na equipe Celeste e daí ser observado pelo técnico da equipe titular do Cruzeiro Marcelo Oliveira.

Fonte: ouropretoonline.com/com informações do G1/MG

Brasil : SÓ VENDO PRA CRE
Enviado por alexandre em 19/01/2015 17:41:43


Projeto de reforma penal aumenta para 40 anos o tempo máximo de cadeia
A Câmara dos Deputados analisa o projeto de Lei 7868/14, do deputado licenciado André de Paula (PSD-PE), que propõe uma série de alterações nos códigos penal e processual penal brasileiros. Segundo o autor, o objetivo é promover uma ampla reforma, reunindo diversas propostas que já estão em análise no Congresso, seja por iniciativa de parlamentares ou do Poder Executivo. Mudanças pontuais, a conta-gotas, dificilmente terão impacto no combate à violência, à corrupção e à impunidade”, argumenta De Paula.

O texto tipifica novos crimes, endurece penas, dificulta a prescrição e simplifica ritos processuais, entre outros pontos.Segundo a Agência Câmara, uma das novidades é o aumento, de 30 anos para 40 anos, do tempo máximo de cumprimento de pena no País. Para o autor, a atual expectativa de vida do brasileiro (73,9 anos) torna possível o cumprimento de penas mais longas, sem caracterizar pena perpétua. Em relação a punições mais duras, por exemplo, o PL 7868/14 torna o homicídio simples crime hediondo e aumenta a pena mínima dos atuais 6 anos de reclusão para 15 anos de reclusão. “É um absurdo que tal espécie de delito, apesar de ser o mais grave do catálogo penal, não seja punível com a mais grave das penas e que um assassino condenado à pena mínima esteja, após 1 ano, em regime aberto”, argumenta o parlamentar.

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