Brasil - TERRA SAGRADA - Notícias
(1) 2 3 4 ... 347 »
Brasil : TERRA SAGRADA
Enviado por alexandre em 19/01/2017 10:04:49


Povo Munduruku sofre os impactos de grandes hidrelétricas
Munduruku também não sabiam o quanto seriam prejudicados com a implementação das barragens
Povo Munduruku sofre os impactos de grandes hidrelétricas Guerreiros Munduruku (foto:Mauricio Torres)

“É um tempo de morte. Os Munduruku vão começar a morrer. Vão começar a se acidentar e até acidente simples vai matar o Munduruku. Vai cair raio e matar o índio. O índio vai tá trabalhando na roça e um pau vai cair em cima do índio e não é à toa que o pau vai cair em cima dele. Ponta de pau afiado vai furar o índio que estiver caçando. E é impacto porque o governo mexeu no lugar sagrado”.


Krixi Biwün (ou Valmira Krixi Munduruku, como consta em seu batismo cristão) é uma guerreira e importante matriarca da aldeia Teles Pires, localizada à margem direita do rio de mesmo nome na divisa entre Pará e Mato Grosso (ver mapa). A sabedoria sobre antigas histórias de seu povo fazem de Biwün uma grande liderança da aldeia. Seu conhecimento tradicional ensina desde como se deve banhar uma menina com ervas para que se torne uma brava guerreira até as histórias da cosmologia de seu povo.

O local sagrado a que se refere a matriarca Munduruku era um trecho encachoeirado do rio Teles Pires conhecido como Sete Quedas ou Paribixexe em Munduruku. Em 2013, o consórcio responsável pela construção da usina hidrelétrica de Teles Pires — composto pelas empresas Odebrecht, Voith, Alston, PCE e Intertechne — obteve autorização judicial para iniciar a obra e acabou com as corredeiras. Ao explodir as pedras e abrir o leito do rio, o empreendimento destruiu também o que, na cosmologia dos povos indígenas da região, seria o equivalente ao “céu” ou “paraíso” na cultura cristã.

“A gente tinha esse lugar sagrado e quando morria ia pra lá. Mas como o governo agora tá dinamitando tudo, mesmo indo pra ser espírito, a gente vai acabar. A gente vai morrer no espírito também”, acrescenta a matriarca.

Veja reportagem na íntegra AQUI

Fonte: theintercept.com

Brasil : CAFÉ CLONAL
Enviado por alexandre em 17/01/2017 21:04:33


SAFRA DE CAFÉ EM 2017 PODE FICAR ENTRE 43 E 47 MILHÕES DE SACAS
A safra brasileira de café em 2017 deve ficar entre 43,65 e 47,51 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado, somadas as espécies arábica e conilon.

A safra brasileira de café em 2017 deve ficar entre 43,65 e 47,51 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado, somadas as espécies arábica e conilon. Os números são do primeiro levantamento da safra, divulgado nesta terça-feira (17) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o estudo, a previsão representa uma redução entre 15 e 7,5%, quando comparado com a produção de 51,37 milhões de sacas do ciclo anterior.

A produção de café arábica - que domina o plantio das lavouras no país, representando 80% do total produzido - deve encolher entre 19,3 e 12,7%. Estima-se que sejam colhidas entre 35,01 e 37,88 milhões sacas. Isso se deve ao ciclo de bienalidade negativa do grão.

Já a produção de conilon, 20%% do total de café do país, está estimada entre 8,64 e 9,63 milhões de sacas, com um crescimento esperado de 8,1 a 20,5% comparado à safra de 2016. Os números se devem à recuperação da produtividade nos estados da Bahia e de Rondônia, bem como ao processo de maior utilização de tecnologia do café clonal e mais investimentos nas lavouras.

Área - A área total plantada no país tem expectativa de aumento de 0,2% em relação a 2016, devendo chegar a 2,23 milhões de hectares. No entanto, prevê-se uma redução de produtividade em termos gerais entre 12,6 e 4,9%, podendo situar-se entre 23,02 e 25,05 sacas por hectare. O arábica, que mais sofre a influência do ciclo atual de baixa bienalidade, deve ter produtividade entre 23,48 e 25,40 sacas por hectare.

No caso do conilon, espécie mais rústica e tolerante às pragas, deve recuperar parte do potencial de produtividade, variando de 21,33 e 23,78 sacas por hectare, com ganhos entre 13,4 e 26,5%. Por outro lado, há previsão de uma diminuição de 4,7% na área em produção por problemas climáticos pontuais, como seca e má distribuição de chuvas por três anos consecutivos no Espírito Santo, maior produtor da espécie no país.

ASCOM

Brasil : FUTEBOL
Enviado por alexandre em 17/01/2017 01:38:47


Forbes divulga 20 clubes mais valiosos; Real Madrid é o 1º

Foto: Filipo Monteforte / AFP

O Real Madrid é o líder da lista da Forbes

A revista 'Forbes' divulgou a lista dos 20 clubes mais valiosos do mundo em 2016. O Real Madrid lidera o ranking pelo segundo ano seguido. Barcelona, Manchester United, Bayern de Munique e Arsenal completam o top-5.

Segundo a publicação, o time madrilenho está avaliado em 3,4 bilhões de euros (cerca de R$ 11,7 bilhões). Já o Barça está cotado em 3,3 bilhões de euros (R$ 11,3 bilhões). O United, em terceiro, vale em torno de 3,1 bilhões de euros (R$ 10,6 bilhões).

Para fazer essa conta, a 'Forbes' utilizou quatro critérios. Renda de bilheteria, cotas de televisão, valores da marca e contratos comerciais. O que chama atenção é o domínio dos clubes ingleses, com oito representantes.

Confira a lista completa:

1 - Real Madrid: 3,4 bilhões de euros
2 - Barcelona: 3,3 bilhões de euros
3 - Manchester United: 3,1 bilhões de euros
4 - Bayern de Munique: 2,5 bilhões de euros
5 - Arsenal: 1,9 bilhão de euros
6 - Manchester City: 1,8 bilhão de euro
7 - Chelsea: 1,5 bilhão de euro
8 - Liverpool: 1,4 bilhão de euro
9 - Juventus: 1,2 bilhão de euro
10 - Tottenham: 961 milhões de euros
11 - Borussia Dortmund: 788 milhões de euros
12 - Milan: 777 milhões de euros
13 - PSG: 767 milhões de euros
14 - Schalke 04: 617 milhões de euros
15 - Atlético de Madrid: 597 milhões de euros
16 - Inter de Milão: 527 milhões de euros
17 - West Ham: 511 milhões de euros
18 - Roma: 479 milhões de euros
19 - Napoli: 373 milhões de euros
20 - Newcastle: 361 milhões de euros



Lance!

Brasil : RICAÇO
Enviado por alexandre em 16/01/2017 19:31:19


8 mais ricos: fortuna igual à de 3,6 bilhões de pessoas

O empresário espanhol Amancio Ortega, do grupo detém a Zara, é o homem mais rico do mundo

Folha de S.Paulo – Fernanda Mena

Oito dos homens mais ricos do mundo concentram o mesmo patrimônio de 3,6 bilhões de pessoas –a metade mais pobre da humanidade, que detém 0,25% da riqueza global líquida.

O dado consta no relatório "Uma economia humana para os 99%", que será divulgado nesta segunda (16), em Davos, na Suíça, e foi elaborado pela Oxfam, entidade que reúne diversas organizações não governamentais,

O documento se baseia nas informações do "Credit Suisse Wealth Report 2016" e na lista de super-ricos da revista "Forbes" e evidencia o aumento da desigualdade econômica extrema.

Segundo o relatório, nunca se produziu tanta riqueza, mas ela se concentra no grupo que compõe o 1% mais rico da população mundial, cuja renda aumentou 182 vezes mais que a dos 10% mais pobres entre 1988 e 2011. Com isso, a entidade estima que o mundo terá seu primeiro trilhardário em apenas 25 anos.

Quatro anos atrás, o próprio Fórum de Davos identificou o aumento da desigualdade econômica como uma ameaça à estabilidade social no planeta. O FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial também já elaboraram documentos em que alertavam para o fato de essa desigualdade extrema prejudicar o crescimento ao suprimir a demanda, o que compromete a economia como um todo.

Brasil : A ENTREVISTA
Enviado por alexandre em 16/01/2017 02:11:36


'Temos uma base para 2018 e para outra Copa', diz Tite, sonhando com Mundial da Rússia

Foto: Márcio Alves / Agência O Globo

ite acha que Neymar merecia ter ficado entre os três melhores do mundo

Há quase sete meses no comando da seleção, Tite colhe o sucesso em forma de números: com ele, a seleção venceu os seis jogos que disputou, sofreu apenas um gol e pulou da sexta colocação para a liderança das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa da Rússia.



O sonho de levar o Brasil ao topo no Mundial do ano que vem está tão vivo quanto o constrangedor afastamento dos antecessores Felipão e Dunga.


- Temos uma base para 2018 e para outra Copa do Mundo. Isso faz o olho brilhar - diz o treinador, em entrevista exclusiva para o Jornal Extra.


Você é adepto da linha dura?


Às vezes, demais. Mais com minha família do que com o atleta. Aconteceu no fim do ano. Estava pilhado, mas feliz. E sensibilizado com o acidente com a Chapecoense. Tive um atrito com minha filha (Gabriele, de 20 anos). Eu estava errado e me desculpei no dia seguinte.


A família se envolve com sua profissão?


Minha mulher (Rosmari) fica preocupada com os atletas que se machucam. Deve ser porque eu me machucava muito. Ela não entende muito, mas busca informação. E me dá uns toques. Às vezes, sou exigente demais com um atleta. Ela me pergunta: “Quantos anos ele tem? Lembra quando você tinha essa idade?”


Você usa dois crucifixos no cordão. E marcou essa entrevista para uma sexta-feira 13. É supersticioso?


Não tenho superstição. Quando vejo uma escada, faço questão de passar embaixo, mas dou uma olhadinha pra cima antes (risos). Gosto do 13 e fui visitar o Zagallo três vezes. Ele é um símbolo. Sobre religião, tenho uma ideia muito clara: a maior religião é fazer o bem. Respeito qualquer crença.


Como será a convocação da seleção, na próxima quinta-feira, para o amistoso com a Colômbia, no dia 25, no Nílton Santos, quando somente jogadores que atuam no Brasil serão chamados? Os clubes estão ainda em início de preparação...


Eles vão se apresentar apenas um dia antes. Provavelmente, usarei duas equipes, cada uma jogando 45 minutos, para não haver risco de estourar algum jogador. Vamos precisar do aval médico e físico. Os escolhidos serão representantes dos dez ou 12 primeiros colocados do Brasileiro. E quem for chamado terá possibilidade real de nova convocação no futuro.



Católico, mas sem superstição (Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)


Sob seu comando, a seleção venceu os seis jogos que disputou. Esperava o sucesso tão rapidamente?


Considero um sucesso, e aconteceu antes do que eu imaginava. É impressionante, porém, irreal. O futebol não é assim. A construção de uma equipe não é assim. Estou satisfeito não somente com os resultados, mas com a forma como os conquistamos. A gente tem que saber por que vence, por que perde ou empata. Se isso não é diagnosticado, ali na frente tropeçamos.


Está pronto para a derrota?


Ela é inevitável, mas estou querendo jogá-la o máximo possível para a frente. E digo para os atletas: "Um dia, vamos sair perdendo um jogo, e quero ver como vamos reagir emocionalmente". Depois da vitória (3 a 0) sobre a Argentina, eu disse: “Passou, gente. Vamos pegar um time extremamente competitivo, o Peru, e é muito difícil marcar o Guerrero". Mas o Marquinhos deu uma aula de como marcar um pivô.


O Guerrero do Flamengo é o mesmo do Corinthians?


É o mesmo Guerrero, porém a mecânica da equipe é outra. No Corinthians, havia jogadas de infiltração e de lado. A equipe potencializava o Guerrero. Quando eu soube que ele ia embora, dava soco, pontapé e reclamava: “Não podem deixar o Guerrero sair”.


Por que você foi a São Januário ver um jogo do Vasco?


Porque sei do talento do Andrezinho, o Luan está na seleção e tenho admiração pelo Zinho (ex-auxiliar técnico do Vasco). E tem o Douglas. É um jogador muito bom, que vai amadurecer. Essas coisas são assim... Fui ver o Arão (do Flamengo), e o Muralha fechou o gol. Pedi que o Taffarel buscasse o histórico dele, pois merecia a convocação.


Pode antecipar se teremos jogadores do Rio no amistoso com a Colômbia?


Com certeza, teremos alguns, representando as campanhas que os times fizeram. Estou falando de Botafogo e Flamengo. No caso do Botafogo, o mérito é do (técnico) Jair(Ventura). Fico contente em vê-lo como um exemplo. Fez um grande trabalho, e a classificação para a Libertadores é equivalente a um título. Outro dia, ele estava fazendo um curso na CBF. Isso é exemplo de profissionalismo de um garoto que vê que pode melhorar. Também podemos ter gente do Fluminense. Em relação ao Vasco, é mais difícil.


Vai convocar o Scarpa?


(Risos). Pois é... Pode ser... Possivelmente, sim.



Tite admite convocar Scarpa, do Fluminense, para amistoso com Colômbia e dará vez também a jogadores de Botafogo e Flamengo

Tite admite convocar Scarpa, do Fluminense, para amistoso com Colômbia e

dará vez também a jogadores de Botafogo e Flamengo

(Foto: Márcio Alves / Agência O Globo)


Ao assumir, como estava a seleção, emocionalmente?


Não posso avaliar como era antes, mas a leitura que fiz foi de falta de confiança. Nosso primeiro jogo, contra o Equador, foi muito tenso. O sexto lugar nas Eliminatórias pressionava. Fico mal em te dizer que eu pedi que o grupo retardasse a batida de lateral. Não era por medo, mas para ter condição física.


Acha que já devolveu a alegria ao torcedor da seleção?


Não devolvi, mas um grupo de trabalho do qual faço parte está devolvendo.


Evoluímos do 7 a 1 para cá?


Evoluímos, sim, até de uma forma dura. E tem que ser um processo constante.


Houve uma transição após a saída do Dunga?


Não conversei com o Dunga e não fui ao encontro dele. Se eu fosse o Dunga, teria a expectativa de continuar um trabalho. Imagino a frustração dele. E se ele tivesse permanecido e alcançado essas seis vitórias (nas Eliminatórias)? Eu, pra dizer a verdade, gostaria de ter pego lá no início. Fui contra (a escolha de Dunga) e me manifestei. Achei que era meu momento, pelo trabalho que realizei. Quando fui chamado, acha que não tive medo de ser o técnico responsável por não levar a seleção para uma Copa? Admito que eu estava em um projeto do Corinthians de dois anos e fui egoísta. Olhei para meu lado, para a realização pessoal.


E a relação com Felipão?


Profissional, respeitosa, mas distante. O tempo é o melhor remédio para que as coisas possam acontecer.


Uma bobagem abalou a relação, não? O gesto do “fala muito” que você fez para ele, num jogo do Corinthians contra o Palmeiras...


Não sei se foi uma bobagem. Não foi só o “fala muito” (em entrevista à jornalista Camila Mattoso, o irmão de Tite, Miro, revelou que Felipão teria entregado um jogo para o Fluminense no Brasileiro de 2010); não quero falar sobre isso. A competição entre técnicos é forte, aflorada. Você trabalha em cima do limite. Tenho que fazer o meu melhor e inibir o outro.


Neymar acertou ao abrir mão da braçadeira?


Quando acabou a Olimpíada, Neymar me procurou e disse que não queria mais ser o capitão da seleção. Pedi que me procurasse na hora em que estivesse amadurecido. Ele já me procurou e disse que está pronto. Ele vai ser capitão.


A imaturidade do Neymar atrapalha?


Não. Ela é verdadeira. Abro um sorriso dentro de mim quando alguém o compara a Cristiano Ronaldo e Messi. São gerações diferentes, mas com status técnico parecido. Enquanto Messi e Cristiano Ronaldo atingiram o auge, ele não. Eu nem sabia que ele tinha tanta capacidade de assistência, acredita? É impressionante.


Seus votos para melhor do mundo foram em Cristiano Ronaldo, Neymar e Griezmann. Por que o Messi ficou fora?


Porque ele é o número um, extraclasse, mas se machucou muito entre a metade de 2015 e a metade de 2016.


Neymar, que ficou em quarto lugar, foi injustiçado?


Para mim, ele deveria ter ficado entre os três. Não vou dizer que foi injustiça, mas essa é minha opinião.


É bom ser unanimidade?


É mentira. Sou contestado. Nem todo mundo vai gostar de mim, assim como não gosto de todo mundo. Só que, como o momento é muito bom, as pessoas erradamente acham que sou unanimidade.


A transferência do Gabriel Jesus para o City é boa ou ruim?


Lembro que perdi um clássico para o Palmeiras e estava puto da vida quando vieram me perguntar sobre o Gabriel Jesus. Eu disse: “Ele é de verdade”. Eu só pensava: “O que esse moleque tem?” Ele é letal. Torço para que ele seja aproveitado no eixo central, como um camisa 9, e não pelo lado. Ali, ele pode desenvolver todo o seu potencial na posição do Agüero. Mas no sistema deles (do Manchester City) não há dois centrais. Penso na seleção, naquela rotina do lugar, de jogar sem pensar.


Passa na sua cabeça a possibilidade de ser campeão do mundo na Copa de 2018?


Penso nisso, sim, mas por enquanto é um sonho para depois da classificação, que está próxima. Temos um grupo em evolução. Isso é fascinante. Willian tem potencial, Neymar, (Philippe) Coutinho e Marquinhos estão em crescimento. Thiago (Silva), Marcelo e Daniel Alves são da safra que já atingiu seu melhor. Isso faz o olho brilhar. É uma base para 2018 e para outra Copa do Mundo.


O que acha da situação atual do Maracanã?


Na primeira vez em que fui jogar no Maracanã, um Flamengo x Portuguesa, quando entrei no campo, pensei: “Meu Deus, não vamos chegar no outro gol. É muito longe”. Empatamos em 1 a 1, e eu perguntava: “Já pisou no Maracanã? Se não pisou, não jogou bola” (risos). É de lastimar. É o grande palco do futebol brasileiro. Quando se fala em seleção brasileira, todo mundo pensa em Maracanã. Tem mística. Pode me chamar de saudosista, mas sou sincero: eu preferia a estrutura anterior.


Extra

(1) 2 3 4 ... 347 »