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Brasil : DESTAQUE
Enviado por alexandre em 21/04/2018 23:05:59


Cão se destaca e vira funcionário em posto de gasolina
Explosão Dog ganhou uma gravata e até crachá em posto de combustíveis de Miracema do Tocantins.
O amor pelos animais é uma marca registrada dos funcionários de um posto de combustíveis em Miracema do Tocantins, na região central do estado. Muitos cães e gatos passaram pelo local, mas o cãozinho Explosão Dog chegou para ficar. O animal fez tanto sucesso com empregados e clientes que se tornou funcionário e ganhou até gravata e crachá.


"O Explosão chegou aqui há mais ou menos uns 45 dias, bem debilitado. A gente foi cuidando e ele não quis ir embora. Sempre teve outros que apareceram e a gente consegue alguém para adotar, mas ele chegou e tomou de conta do pedaço", conta a gerente Mayana Dias Oliveira. O nome do bichinho foi escolhido devido ao temperamento. Apesar de dócil com todos que chegam ao posto, na hora de comer o Explosão fica um pouco nervoso.


"O nome foi porque tem um rapaz aqui que é chamado de Explosão porque quando bebe fica nervoso. Daí foi uma coincidência porque bem no dia que o cachorro apareceu chegou esse rapaz aqui meio exaltado. Além disso, o ele não quer deixar os outros cachorros comerem. Aí pegou o nome: Explosão Dog", explicou.


Mayana Dias é apaixonada por animais e conta que tem 13 cães na chácara onde mora, em Palmas. Os animais que aparecem no posto são alimentados e recebem tratamento veterinário quando é preciso. Depois, são encaminhados para adoção por meio de ONGs.


"Sou apaixonada porque eles fazem um bem enorme, são meu antidepressivo. No trabalho você estressa e quando chega em casa eles dão todo amor. O Explosão alegra todo mundo aqui. Desde quanto eu estou no posto, tem cinco anos, passaram muitos animais e a maioria a gente conseguiu adoção", comemora.


A gerente conta que o Explosão Dog gosta de ficar perto das bombas para receber os clientes ou em cima de um banco olhando o movimento no posto. Além de tudo isso, o cãozinho se destacou porque não fica apenas dormindo.


"Ele chegou e tomou de conta, não quer deixar os outros cães ficarem. Ele vai nas bombas quer entrar nos carros e faz amizade com os clientes, não fica só dormindo."


Além do Explosão, o posto também adotou duas gatas e diversos animais passam pelo local durante o dia para se alimentar e tomar água. "Seria muito bom se mais empresas tivessem iniciativas como essa. O animal no ambiente de trabalho é maravilhoso, eles transmitem muito amor e trabalhamos bem mais tranquilos."



G1

Brasil : ABASTADO
Enviado por alexandre em 17/04/2018 09:01:20


Cliente deixa 2 mil dólares de gorjeta em restaurante dos EUA
Na noite do último domingo, um cliente decidiu deixar 260% do valor de sua conta de gorjeta em um restaurante de Chicago.

Uma gorjeta razoável para a maioria das pessoas nos Estados Unidos é de 20% do total da conta, mas na noite do último domingo um cliente decidiu deixar 260% do valor de sua conta de gorjeta em um restaurante de Chicago. O restaurante anunciou, nesta segunda-feira (16), que o generoso cliente, que se identificou somente como "Mike, que estava de visita de Seattle", deixou uma gorjeta de 2 mil dólares por uma conta de 759 dólares.

Depois de deixar um agrado inicial de 300 dólares, o cliente foi até a cozinha e lá deu 100 dólares a cada um dos 17 integrantes da equipe, disse o restaurante. O restaurante Boka se descreve como um lugar exclusivo que serve comida americana e tem uma estrela Michelin. "Foi incrível que isso tenha acontecido inesperadamente e de maneira fortuita, e que alguém demonstre tanto apreço" disse ao jornal Chicago Tribune Jon Leopold, gerente do estabelecimento. "Isso não só se trata de dinheiro, mas de passar o tempo com os funcionários na cozinha". O agrado veio em boa hora para o restaurante, que foi indicado por seu serviço para o prestigiado Prêmio James Beard, cujo ganhador será conhecido no dia 7 de maio em Chicago.


Folha PE

Brasil : ALIADO
Enviado por alexandre em 17/04/2018 08:58:41


Smartphone é o melhor amigo de 49% dos adolescentes
Pesquisa aponta que, deste total, 36% priorizam o aparelho em vez de passar mais tempo com os amigos de carne e osso, a família ou pessoas importantes
Qual a primeira coisa que você faz ao acordar? A maioria dos jovens pertencentes à chamada Geração Z (de 16 a 20 anos) responderá: olhar o smartphone antes de qualquer outra ação. Para ser mais preciso, 49% dos brasileiros nessa faixa etária consideram o smartphone o seu melhor amigo. Desse universo, 36% priorizam o aparelho em vez de passar mais tempo com os amigos de carne e osso, a família ou pessoas importantes.


Esse cenário traz um alerta à sociedade sobre o limite do uso das tecnologias e no que isso pode ser prejudicial às relações interpessoais, por se tratar de uma geração que já nasceu imersa a um mundo conectado 24h por dia.


O nível de apego destes jovens com o aparelho móvel foi objeto de um estudo feito pela especialista renomada em comportamento mente-cérebro e na ciência da felicidade pela Universidade de Harvard e psicóloga do departamento de psiquiatria do Hospital Geral de Massachusetts, Nancy Etcoff, em parceria com a Motorola, por meio do estudo Phone Life Balance.


A pesquisa ouviu 4.418 usuários de smartphones de quatro países: Brasil, Estados Unidos, França e Índia. Foram investigados os comportamentos e hábitos de utilização do celular de diferentes gerações para entender o impacto do equipamento nas relações com o usuário, com outras pessoas e com o ambiente físico e social.


“Essas tecnologias precisam ser vistas como uma ferramenta para alcançar algo, e não o fim. Ele não pode ser visto como um amigo, mas como uma das formas de alcançar esses amigos”, avaliou a gerente de projetos do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Danielle Andrade.


“Esses jovens nasceram na evolução dos smartphones e não podemos ir contra esse fato. O que precisamos trabalhar na educação dentro desse cenário digital, é trabalho em equipe, a importância de saber e escutar e ter paciência, e o principal, a lidar da melhor forma com as frustrações. Isso é exigido estando na era digital ou não”, alertou Danielle.



Para a coordenadora de tecnologia da Universidade Estácio, Erika Medeiros, um dos motivos que levam esses jovens a se apegarem cada vez mais aos smartphones é o “sentimento de pertencimento”. “Se dentro do grupo eles não compartilham o que está acontecendo, eles já se sentem excluídos. E os jovens têm uma facilidade maior de desenvolverem um comportamento compulsivo. Existem várias características técnicas que levam a esse vício, uma delas é a entrega do aparelho muito cedo às crianças”, criticou a coordenadora.


Os pais de Stéfany Vasconcelos Ataíde, de 12 anos, não veem como maléfico o uso desde cedo dos smartphones. Desde os nove anos, ela possui o aparelho. O controle se baseia na confiança que os pais depositam na menina. “Não consideramos que ela use o aparelho em excesso, ela sabe dosar bem. É a tecnologia do futuro, e isso não a impede de socializar bem com as pessoas dentro e fora da escola. Ela tem a turma de amigos, que também compartilha novidades das redes sociais quando estão juntos”, afirmou o vendedor André Gustavo Bezerra Ataíde.


Ele também enfatiza que, nos momentos em família, o uso do celular também é dosado. “Nós adoramos sair para andar de skate, assistir filme juntos. Há tempo para tudo”, concluiu. Stéfany revela que passa em torno de cinco horas por dia conectada, mas garante que isso não atrapalha seus estudos. “Gosto muito de ver vídeos na internet, falar com meus amigos nas redes sociais. Mas sei que tudo tem um limite e que o uso excessivo pode ser prejudicial até para a minha saúde”, afirmou.


A pesquisadora Nancy Etcoff também identificou nessa pesquisa os três principais comportamentos ligados ao smartphones que impactam as relações interpessoais: metade dos jovens entrevistados (49%) afirmou verificar o celular com mais frequência do que gostaria. No Brasil, esse percentual é de 48%; Cerca de um terço (35%) disse passar tempo demais utilizando o smartphone (44% da geração Z). Contraditoriamente 34% dos jovens acreditam que estariam mais felizes se passassem menos tempo no celular. Entre os adolescentes brasileiros, os números caem um pouco: 33% e 38% respectivamente.


Dois terços (65%) dos entrevistados admitem que entram em pânico quando acham que perderam o celular, e três em cada dez (29%) concordam que, quando não estão usando o celular, “estão pensando em usá-lo ou planejando o próximo uso do dispositivo”. No Brasil, boa parte dos usuários também se preocupa com a possível perda do dispositivo (56%, dos quais 69% da geração Z e 68% da geração do milênio). Em relação ao pensamento do próximo uso, o percentual sobe para 31% dos participantes.


A estudante de direito Laís Ferreira, 20 anos, assume que o smartphone é seu melhor amigo. Ela, inclusive, só vai dormir após responder o último amigo no WhatspApp e conferir as redes sociais. “A primeira coisa que faço ao acordar é olhar meu celular. Quando ele quebrou fiquei desesperada, mas estava no seguro, que só fiz para não ficar sem nenhum aparelho”, disse.


Questionada sobre o momento em que percebeu que esse uso excessivo poderia trazer malefícios, Laís disse que foi quando saiu para uma festa com os amigos e viu que estava mais preocupada em postar fotos em tempo real do que aproveitar o momento. “Não queria conversar com as pessoas, só com o celular. Então, vi que deveria buscar o equilíbrio”, disse. A busca por esse equilíbrio deve partir justamente de quem se considera refém dessa telinha de bolso, ao menos é o que a pesquisa feita em Harvard mostra. O mesmo estudo também constatou que 48% dos entrevistados no Brasil reconhecem a importância de aproveitar melhor a vida quando não estão com o celular.


Gerações

A psicóloga educacional da Universidade Estácio, Julianne Gomes Correia, considera o percentual de 49% de adolescentes que consideram o smartphone como melhor amigo, um dado alarmante. Mas lembra que hoje, esses jovens vivem um processo interacionista muito mais livre que a geração anterior. “Às vezes esses jovens nem sempre encontram seu grupo social na escola, então ele se afasta desse convívio pessoalmente para buscar por esse grupo na internet. Essas pessoas se identificam virtualmente e aí não há um gasto de energia que o contato social do corpo a corpo tem”, disse Julianne.


A grande questão dessa conexão excessiva é o aumento no número de casos de “autismo vir­tual” - quando muitas crianças pequenas que passam muito tempo em frente a uma tela de TV, videogames, tablets e smarphones têm sintomas similares aos de um autista - e do ciberbulling. “Precisamos rever a maneira como nos expomos à internet e suas ferramentas de acesso, e como pais, a maneira que expomos isso aos nossos filhos”, alertou a piscóloga.


E quando o vício do smartphone se torna um meio de trabalho? É o caso da social media da agência colaborativa Alfinim, Lorena Ataíde. Formada em letras, ela deixou de ser professora e passou a trabalhar com redes sociais, uma paixão que foi despertada pelo vício de acessar o celular. “Quem me iniciou nesse universo da tecnologia foi meu pai, quando me deu o meu primeiro computador. A partir disso o smartphone virou uma extensão dele e hoje é uma das primeiras coisas que vejo quando acordo”, comentou.


A social media afirma que não consegue desgrudar do aparelho e que o tempo do trabalho termina se confundindo com o tempo do lazer. “A família às vezes me pede para desligar um pouco e dar um tempo, sinto que existe uma dependência muito grande, mas é dificil me desprender. Profissionalmente o smartphone é um aliado, pois as empresas e as pessoas estão o tempo todo na internet e ninguém quer perder tempo.”


Apesar de a Organização Mundial da Saúde não caracterizar o uso excessívo do smartphone como um vício, esse uso excessivo é preocupante para muitos especialistas. “É impactante termos acessos a essas novas tecnologias. Mas diante de tudo isso, se você não estiver controle, passa a não ter agenda e esse imediatismo vai gerando ansiedade e pode fugir do controle”, alertou a coordenadora de Tecnologia da Universidade Estácio, Erika Medeiros.


Nada substitui o olho no olho, diz a gerente de projetos do Cesar, Danielle Andrade. Ela coordena uma equipe com 40 engenheiros pela internet e afirma que não se poder fugir dessa interação, em que o ouvir e o olhar são fundamentais para que os projetos se desenvolvam bem. “Não se pode ir contra as tecnologias, mas precisamos saber trabalhar com elas em prol da coletividade. Em qualquer trabalho é necessário escutar o que o outro tem a dizer, diminuindo as distâncias”, explicou.





Folha PE

Brasil : EXEMPLO
Enviado por alexandre em 17/04/2018 08:28:36


Forças Armadas têm comportamento exemplar, diz Barroso

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, durante palestra na Universidade de Harvard hoje, que não há risco de um golpe militar no Brasil e que as forças armadas têm tido um comportamento exemplar nos últimos 30 anos.

“Já aprendemos essa lição. Se tem um lugar de onde não veio notícia ruim nos últimos 30 anos, foram as Forças Armadas. Comportamento exemplar”, disse o magistrado ao responder pergunta da plateia, formada por estudantes da universidade, alguns professores e juízes brasileiros. As informações são do blog do Matheus Leitão.

Brasil : BOA IDEIA
Enviado por alexandre em 15/04/2018 20:12:01


'Tatuagem temporária' avisa se você bebeu demais
Pequeno dispositivo será capaz de lhe enviare resultados para o smartphone numa questão de minutos.
Um novo dispositivo desenvolvido pela Universidade da Califórnia, em San Diego, promete ser a forma ideal de monitorar o nível de álcool no sangue, transmitindo os dados através de ligação Bluetooth para o smartphone.

“Se parece com uma tatuagem temporária, mas na verdade é um biosensor que integra vários componentes flexíveis sem fios. Um dos componentes libera um químico que simula transpiração na pele. Outro componente é capaz de sentir mudanças na corrente elétrica no suor gerado, o que mede os níveis de álcool e envia [os dados] para o smartphone do usuário”, explica uma das responsáveis pelo desenvolvimento desta tecnologia, Seila Selimovic, ao Science Daily.

O melhor desta tecnologia é o fato de demorar tão pouco a providenciar os dados. Os responsáveis pelo desenvolvimento deste dispositivo afirmam que demora apenas oito minutos até medir o nível de álcool no sangue, um número impressionante tendo em conta que a tecnologia atual demora horas a fazê-lo.

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