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Brasil : BOMBANDO
Enviado por alexandre em 16/02/2020 19:05:33

Exército bomba nas redes sociais com Bolsonaro

Não é só no Palácio do Planalto que o Exército está em alta. Nas redes sociais, arena preferida do bolsonarismo, o desempenho dos fardados “bombou”. Saltou exponencialmente nos últimos três anos de intensa polarização no País em aumento de seguidores: 1.038% no Facebook, 282% no Instagram e 711% no Twitter, entre janeiro de 2017 a 2020.

De acordo com a Coluna do Estadão deste domingo, há dois motivos principais para o crescimento, na avaliação de militares que atuam no setor: política interna que busca ampliar presença nas redes e, claro, à volta ao centro da arena social e política do País.

No Twitter, desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência do País, em janeiro do ano passado, o número de seguidores do Exército aumentou em quase 90%.

É lá também onde o Exército apostou num tom mais informal. Tem brincado com internautas e até virou meme.

Por vezes, o perfil do Exército é marcado e citado por ministros, como Tarcísio Freitas (Infraestrutura). A regra é: pode retuitar instituições, como ministérios, mas nunca perfis individuais.

Ápice de engajamentos e alcance no Twitter e no Facebook no período foi registrado em 2019, primeiro ano de Bolsonaro no Planalto.

Os perfis do Exército tratam apenas de temas institucionais, apesar de muitas vezes serem provocados a comentar fatos políticos, como a recente nomeação do general Braga Netto para a Casa Civil.

Brasil : FALHOU
Enviado por alexandre em 15/02/2020 19:26:32

Falhas em radares fazem com que 70% das multas de trânsito sejam invalidadas

Um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que, na maioria das vezes, o motorista, mesmo passando acima da velocidade permitida, não é multado.

Isso acontece porque, em 70% dos casos, as multas são invalidadas por falhas das operadoras de radar contratadas que, em 7 anos, receberam R$ 1 bilhão do governo.

São problemas como placa ilegível (22%), foto panorâmica escura (17%), veículo fora da zona de medição (8%), reflexo do sol (4%), foto panorâmica desalinhada (3%), problema técnico (3%) e reflexo do flash (2%).

De 2011 a 2017, os radares fixos nas rodovias federais sem concessão geraram menos de um quinto das multas (18,2%) que poderiam ter gerado. Deixaram de multar mais de 80% dos motoristas infratores, ou seja, oito em cada dez motoristas que estavam acima da velocidade e não foram punidos.

Se todos os flagrantes virassem multas, seria R$ 18 bilhões, dinheiro que, por lei, iria para a segurança do trânsito. Mas, com os problemas, as notificações somaram pouco mais de R$ 3 bilhões. E o pior: os motoristas pagaram só uma parte disso: R$ 2 bilhões.

Nas rodovias concedidas, o aproveitamento das multas também foi baixo: 62% entre 2015 e 2018. Nessas estradas, são as empresas que decidem onde instalar os radares, e a fiscalização cabe à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Segundo a CGU, “demonstra a ineficiência no controle de velocidade por parte das concessionárias e ausência de providências por parte da ANTT”.

O relatório afirma que a agência não avalia a efetividade dos radares instalados pelas concessionárias, e que não utiliza dados sobre acidentes para melhorar a segurança nas estradas, por exemplo.

Prova disso está bem perto de Brasília: mesmo com oito radares, um trecho da BR-040 continua sendo um dos mais perigosos de todas as rodovias federais. Continue reading

Brasil : CURIOSIDADE
Enviado por alexandre em 14/02/2020 09:10:45

O mistério do "fogo grego", a arma incendiária mais enigmática da história

Muitas armas antigas relativamente sofisticadas desempenharam um papel fundamental nas guerras dos tempos passados, mas poucas delas conseguem chamar tanta atenção como a que ficou conhecida como “fogo grego”.

 

O tal fogo grego era uma arma incendiária devastadora usada pelo Império Bizantino para se defender dos ataques de seus inimigos.

 

De fato, os bizantinos o usaram com sucesso para repelir a invasão árabe por centenas de anos, principalmente no mar. Embora não seja a primeira arma incendiária da história, ela foi sem dúvidas a mais significativa historicamente.

 

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No entanto, o que é realmente fascinante no fogo grego é que os exércitos que capturaram a arma nunca conseguiram replicá-la. De fato, até os dias de hoje, ninguém sabe exatamente quais ingredientes eram usados na mistura líquida que promovia uma combustão assustadora, dando origem a um dos mistérios mais antigos do mundo.

 

Uma poderosa arma antiga

 

 

O fogo grego era uma arma incendiária mais icônica a ser criada pelo Império Bizantino, a metade oriental de língua grega sobrevivente do Império Romano, cuja capital era a cidade de Constantinopla (atual Istambul). Também chamado de “fogo do mar” e “fogo líquido” pelos próprios bizantinos, sabe-se que as chamas eram provenientes de um líquido que era aquecido, pressurizado e depois liberado através de um tubo chamado siph?n.

 

O fogo grego era usado principalmente para incendiar navios inimigos a uma distância bastante segura. No entanto, o que tornava o fogo grego tão único e potente era a sua curiosa capacidade de continuar queimando na água, o que impedia que os combatentes inimigos tentassem apagar as chamas durante as batalhas navais. De fato, alguns relatos históricos dão conta de que até era possível usar essa arma em contato direto com a água.

 

Para piorar a situação dos inimigos, o fogo grego era uma mistura líquida que grudava em praticamente tudo o que tocava, seja no casco de um navio ou até mesmo na pele humana. De fato, o fogo grego só era extinguível com três coisas: areia, vinagre e urina.

 

A invenção do fogo grego

 

 

Embora não se tenha muitas informações concretas, acredita-se que o fogo grego tenha sido inventado no século VII por Calínico de Heliópolis, um arquiteto judeu que fugiu da Síria para Constantinopla após um ataque árabe à sua cidade natal.

 

De fato, Calínico inventou não apenas o líquido em si, mas também a complexa engenhoca que projetava fogo grego nos navios inimigos, que incluía um tubo longo e presumivelmente um design semelhante a um forno para produzir a pressão e o calor necessários.

 

Esses complexos dispositivos eram presos às proas dos navios bizantinos especialmente projetados. Quando usado, o líquido pressurizado disparava, acendendo jatos de fogo que corriam sobre a água.

 

O fogo grego não era apenas incrivelmente eficaz, mas também intimidador, pois supostamente produzia um barulho estridente e grandes quantidades de fumaça, muito parecido com o sopro de um dragão. Por causa de seu poder devastador, a fórmula para criar o fogo grego era um segredo de estado muito bem guardado.

 

De fato, a fórmula era conhecida apenas pelos imperadores bizantinos e pela família de Calínico, que a transmitia de geração em geração. Curiosamente, o fogo grego era eficaz até mesmo quando o inimigo conseguia colocar as mãos na arma, pois eles não tinham ideia de como fazer a engenharia reversa da tecnologia por si mesmos. No entanto, esta também é a razão pela qual o segredo de fazer o fogo grego foi perdido junto com o Império Bizantino.

 

O curioso lança-chamas grego

 

 

Embora o fogo grego permaneça mais conhecido por seu uso no mar, os bizantinos o usavam de muitas outras maneiras, muitas das quais eram realmente criativas. A forma de utilização mais icônica foi introduzida pelo imperador bizantino Leão VI, que supostamente usou uma versão manual, o “cheirosiph?n”, que era basicamente uma versão antiga de um lança-chamas.

 

Essa arma foi usada em cercos (tanto defensivos quanto ofensivos) para queimar torres de defesa e defensores inimigos. Alguns autores contemporâneos também citaram que ela era usada em terra para perturbar os exércitos inimigos.

 

Além disso, os bizantinos enchiam frascos com o líquido inflamável do fogo grego para funcionar de maneira semelhante às granadas, disparando-os contra o inimigo para retardar seu avanço.

 

A principal razão para a invenção do fogo grego por Calínico era simples: impedir que sua nova terra natal caísse nas mãos dos árabes. De fato, o fogo grego continuou sendo usado pelos bizantinos por centenas de anos, não apenas em conflitos contra forasteiros, mas também durante guerras civis. Nesse sentido, ele desempenhou um papel muito significativo na sobrevivência continuada do Império Bizantino contra inúmeros inimigos.

 

Alguns historiadores chegaram a argumentar que, no sentido de manter o Império Bizantino defendido por séculos, o fogo grego foi fundamental para salvar toda a civilização ocidental de uma invasão árabe muçulmana.

 

As tentativas fracassadas de recriar a fórmula

 

Fotos: Reprodução

 

Ao longo dos séculos, muitas pessoas tentaram recriar a fórmula do fogo grego, mas sem sucesso. Por exemplo, existem até registros históricos dos próprios árabes usando sua versão do fogo grego em meados do século XIII.

 

Curiosamente, para muitas dessas pessoas que experimentavam seu terrível poder, o nome mais comum era “fogo romano“, já que os bizantinos eram uma continuação do Império Romano.

 

No entanto, nenhuma dessas imitações chegou a se comparar ao fogo grego autêntico. Até hoje, ninguém sabe exatamente o que era necessário para fazer essa arma poderosa.

 

Embora petróleo, cal, enxofre, nitrogênio e algum tipo de resina tenham sido propostos como ingredientes usados no fogo grego, ninguém sabe exatamente qual era a verdadeira fórmula original.

 

O mistério do fogo grego continua cativando historiadores e cientistas que passaram a tentar descobrir seu conteúdo. De fato, esse é um mistério tão fascinante que o escritor George R.R. Martin provavelmente o usou como inspiração para a criação dos incêndios descritos nos livros e programas de TV da franquia ‘Game of Thrones’.

 

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Mas, independentemente de como ele era feito, o que podemos ter certeza é que o fogo grego foi uma das invenções militares mais influentes e intrigantes da história da humanidade. 

 

Tri Curioso 

 

Brasil : PONTO DE VISTA
Enviado por alexandre em 13/02/2020 13:28:37


Os Sindicatos não tem acompanhado os ventos das mudanças?
Os sindicatos em todo o Brasil, já foram mais combativos, atuantes, destemidos, atuavam com firmeza em prol de sua categoria, e discutiam as questões inerentes com propriedades, sempre cerrando as fileiras na defesa dos direitos, e em beneficio da sua representatividade, mas acima de tudo exigiam o respeito ao direito de seus filiados, as melhores condições de trabalho aos seus representados. Sempre atrelados a CUT ou as centrais sindicais, que por certo eram ligados ao partidos de esquerda ou mesmo ao PT – Partido dos Trabalhadores.

Ocorre que com a eleição do companheiro Lula, nos idos dos anos 90/2000    os sindicatos que no primeiro momento viveram a euforia, logo começaram a sentir o “fogo amigo” do Governo eleito. Assim entre dar o desconto, “que o Governo precisava de tempo pra organizar a casa”, o País chamado Brasil..  Os sindicatos continuaram atrelados as centrais sindicais, foram enfraquecendo no encaminhamento da luta, não sabiam se deviam tratar o governo como “amigo” ou como o adversário de sempre, poucos tentaram ir pra o embate, em vez de estar na trincheira da defesa dos direitos, foram pras mesas de negociações (agora seremos ouvidos, sem precisar de embates, de certo pensaram assim) .

Ledo engano, o governo de Lula e Dilma foram provocando, o que chamamos no bom português inglês que o Brasileiro pratica, “enroleichon”...    os sindicatos ficaram de muitas conversas ou rodadas de negociações, e pouco avanço se teve no Governo dos companheiros “amigos” do Partido dos Trabalhadores.

Desde então os sindicatos tem perdido o rumo de atuação, é necessário uma reflexão profunda, uma analise do que já foi vivenciado, do momento presente, e o que poderá ser o caminho adotado pelas centrais sindicais ou por sindicatos que queiram sobreviver a esse marasmo que se encontra hoje a atuação sindical.

Na humilde opinião desse escriba, se antes os sindicatos já foram atuantes no embate, nas greves de fomes, ate mesmo nas radicalizações mas sempre de olho na opinião publica, hoje, faz-se necessário uma atuação diferenciada, com mais inteligência e sabedoria, não cabe mais radicalizações e os protestos se tornaram tão banais, que mesmo que o direito de qualquer categoria esteja sendo usurpado na cara limpa, movimentos radicais não atraem a simpatia nem de quem está com o direito sendo atravessado, nem da opinião publica em geral.
É o momento de atuação com o novo viés na lide sindical, talvez seja o momento em que os sindicatos devem usar a força politica pra tratar das situações de manutenção de direitos ou de avanços pras categorias que representa.

Em determinados eixos, faz-se necessário a atuação conjunta, deixar esse negocio de que o sindicato é da saúde, ou o sindicato é da educação.. etc..    se tal sindicato esta fazendo a defesa de determinada categoria, é o momento de união, de se fazer aglutinar forças dos outros sindicatos, porque ao final todos são trabalhadores, representam prestadores de serviços para a população brasileira.
E mais, muito se tentou já em diversas categorias sindicais, eleger representantes, desde o parlamento mirim, as camaras municipais, aos cargos majoritários, deputados federais e senadores, mas sempre é latente a desunião, primeiro das próprias categorias, os servidores são em geral desunidos!

E ainda nas direções dos sindicatos ainda tem os lado A, B e C que sempre querem o seu naco de poder,  e em segundo as brigas entre sindicatos A ou B medindo forças, em vez de estarem somando as forças, se fechando em bloco unido, atuando em determinadas frentes que podem ser atacadas em conjunto por diversos sindicatos! (lembrar do adágio popular: unidos venceremos!)

Assim,.  Penso que se os próximos dirigentes sindicais em Rondônia e no Brasil, não se atentarem que faz-se necessário uma NOVA FORMA DE ATUAÇAO SINDICAL QUE PASSA PELO VIES POLITICO, os sindicatos estão totalmente fadados ao fracasso. E os direitos antes adquiridos com tantos sacrifícios e lutas, serão arrancados , suprimidos, como num dos cenários da segunda grande guerra mundial, onde nos campos de batalhas da Europa, viu-se uma cena inusitada, ataque de cargas da brava cavalaria francesa, montados a cavalos,  contra tanques de guerra da Alemanha....      com final previsível daquela batalha!

Solivam A O Santana

Ex secretário geral do SINDSEF RO.

Brasil : OUTRO MUNDO
Enviado por alexandre em 13/02/2020 10:06:51

Asteroide de 1 km de diâmetro vai passar perto da Terra neste sábado dia 15

O 2002 PZ39, um dos maiores asteroides já analisado pela Nasa, passará "perto" da órbita terrestre no próximo sábado (15), às 8h (horário de Brasília). A queda de um objeto espacial nesse porte poderia causar um grande estrago, mas, a chance de colisão é nula.

 

O asteroide de 990 metros de diâmetro, aproximadamente um quarto do tamanho da Lua, cruza o espaço com a velocidade de 57.240 km/h.

 

Apesar da notícia parecer assustadora pelo medo de uma colisão, o asteroide passará a 5,7 milhões de quilômetros da terra, o equivalente a 15 vezes a distância da Terra até a Lua.

 

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A rocha faz parte do grupo Apollo, que é formado pelos asteroides potencialmente perigosos por cruzarem a órbita do planeta ao redor do Sol. O asteroide é monitorado pelo CNEOS (Center for Near Earth Object Studies), centro ligado a Nasa, desde 23 de outubro de 1995.

 

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