Brasil - VIVA COM SAÚDE - Notícias
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Brasil : VIVA COM SAÚDE
Enviado por alexandre em 20/10/2018 01:35:12

O que acontece quando você troca o pão pela tapioca

Foto: Victor Schwaner

Se você pensar só nas calorias, é o mesmo que trocar seis por meia dúzia. “Os dois também têm alto índice glicêmico. Mas a tapioca oferece a vantagem de não conter glúten – proteína do trigo que, consumida em excesso, desencadeia inflamação no organismo, favorecendo o acúmulo de gordura no abdômen”, explica Claudia Talan Marin, nutricionista de São Paulo especializada em metabolismo. Também são possíveis algumas estratégias na hora do preparo que ajudam a reduzir as calorias e o índice glicêmico. Uma delas é usar uma quantidade menor da goma (3 colheres/sopa no lugar de 5, como indicado na embalagem) combinada a 1 colher (sobremesa) de chia ou outra semente rica em fibras e gorduras boas. E, claro, use um recheio levinho. Claudia também sugere a crepioca: “Misture 2 claras de ovo com 2 colheres (sopa) da goma de tapioca e 1 pitada de sal. Junte sementes, ervas e temperinhos a gosto. Essa é uma versão proteica e com menor carga glicêmica. E nem precisa rechear”, finaliza a nutricionista. (Boa Forma)

Brasil : GRÁVIDAS PRESAS
Enviado por alexandre em 20/10/2018 01:32:09

Brasil tem 477 presas grávidas e lactantes no sistema carcerário

Foto: Reprodução / DOL

Um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revelou que, entre as 31 mulheres que cumpriam pena em todo o país em setembro deste ano, 477 estavam grávidas ou amamentando. De acordo com o Correio Braziliense, o total representa um aumento superior a 12% em comparação a agosto, quando havia 425 grávidas e lactantes. São Paulo é o estado com o maior número de gestantes e lactantes (164), seguida por Minas Gerais (39), Ceará (38), Goiás (33), Rio de Janeiro (26) e Pará (22). Segundo o CNJ, o Cadastro Nacional de Presas Grávidas e Lactantes é uma importante ferramenta para que os juízes possam cobrar dos governos estaduais as providências necessárias para a custódia dessas mulheres, com o objetivo de garantir a proteção das crianças que vão nascer ou que nasceram enquanto as mães cumprem pena em unidades prisionais. Em fevereiro deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu habeas corpus coletivo para substituir a prisão preventiva pela domiciliar às gestantes ou mães de crianças até 12 anos e deficientes. (Bahia Notícias)
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Brasil : ALERTA TOTAL
Enviado por alexandre em 17/10/2018 21:30:16

Pesquisa constata só 8% de imagens verdadeiras em grupos de WhatsApp

Notícia em áudio

Pesquisa constata só 8% de imagens verdadeiras em grupos de WhatsApp

Um levantamento realizado pelos professores Pablo Ortellado (USP), Fabrício Benvenuto (UFMG) e pela agência de checagem de fatos Lupa em 347 grupos de WhatsApp encontrou entre as imagens mais compartilhadas apenas 8% podendo ser classificadas como verdadeiras. O estudo buscou analisar o fenômeno da desinformação e das mensagens falsas em grupos na plataforma, que vem sendo apontada como principal espaço de disseminação desse tipo de conteúdo.

O estudo analisou conteúdos enviados entre os dias 16 de setembro de 7 de outubro, ou seja, em boa parte do 1º turno das eleições deste ano. A amostra trouxe 347 grupos monitorados pelo projeto Eleição sem Fake, da UFMG. Os resultados, portanto, não podem ser generalizados. Mas trazem indícios importantes para a compreensão deste fenômeno. Ao todo, eles reuniram mais de 18 mil usuários. No período, circularam 846 mil mensagens, entre textos, vídeos, imagens e links externos.

Das 50 imagens mais compartilhadas nos grupos checadas pela agência Lupa, considerando foto e texto, apenas quatro foram consideradas verdadeiras (8%), entre elas uma de Bolsonaro em uma maca e outra do autor da facada no candidato, Adélio Bispo de Oliveira. Do total, oito (16%) eram falsas, como a montagem de Dilma com Che Guevara.

Quatro (8%) foram consideradas insustentáveis, conceito da agência para conteúdos que não se baseiam em nenhum banco de dados público confiável, como fotos de Lula e FHC afirmando que os dois se reuniram para planejar assaltos a banco. Outras nove eram fotos reais, mas com alusões a teorias da conspiração sem comprovação.

Da amostra, sete fotos eram reais, mas tiradas de contexto, como um registro de Aécio Neves e Fidel Castro acompanhado da acusação do político tucano ter virado “aluno” do dirigente cubano. Três imagens foram consideradas sátiras, seis estavam associadas a textos de opinião, o que a agência não checa, e três não foram examinadas por não ser possível aferir se a foto havia sido tirada no Brasil ou não. No total, 56% das imagens que mais circularam foram consideradas “enganosas”.
Leia Também: Mais de 400 mil deixam de votar na Paraíba

Caso BNDES
O levantamento dos professores e da Agência Lupa detalhou o caso das mensagens sobre supostos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras fora do Brasil. De oito sobre o tema acompanhadas de fotos, apenas duas eram verdadeiras. Outras três traziam dados considerados “exagerados” e duas eram falsas, como a alegação de que o banco teria financiado um gasoduto em Montevidéu e o soterramento de uma ilha em Sarmiento, na Argentina.

Propostas
Os autores divulgaram propostas em artigos e em documento ao WhatsApp solicitando a redução da possibilidade de encaminhamento de mensagens para, no máximo, cinco destinatários. Hoje, este limite é de até 20 pessoas ou grupos. Segundo o professor da USP Pablo Ortellado, o WhatsApp respondeu que tal medida seria inviável.

“Nós discordamos. Na Índia, após uma série de linchamentos causados por boatos difundidos no aplicativo, o WhatsApp conseguiu implementar mudanças em poucos dias. Nossa situação é bastante grave. Estamos conclamando também o TSE e outras instituições com poder regulatório para agir”, escreveu Ortellado, em texto em sua rede oficial sobre o relatório.


Fonte: Agência Brasil

Brasil : SUPERAÇÃO
Enviado por alexandre em 16/10/2018 19:57:11

Nike patrocina pela primeira vez atleta com paralisia cerebral

paralisia cerebral atleta - Nike patrocina pela primeira vez atleta com paralisia cerebral

A Nike acaba de assinar seu primeiro contrato com um atleta portador de paralisia cerebral.

Trata-se do corredor da Universidade de Oregon, Justin Gallegos, que sonha completar uma meia maratona em menos de duas horas. Agora, o jovem portador de paralisia cerebral, tem o suporte profissional para cumprir seu objetivo.

A Nike divulgou um vídeo emocionante de um treino de Gallegos, que acreditava estar fazendo parte de uma matéria para um jornal local, quando foi surpreendido pela notícia do patrocínio.

Confira o filme do anúncio:

O atleta usou as redes sociais para comemorar o patrocínio: “Obrigado a todos os meus fãs pelo apoio e pelo amor! Muito animado para começar a trabalhar com a equipe swoosh e ainda mais animado para a minha corrida de estreia como atleta profissional. Eu não estaria onde estou sem todas as pessoas que me apoiam e me levantam aqui em casa e em todo o mundo! Estou ansioso para conhecer todos os meus novos companheiros de equipe da Nike em breve. Poderia ter colocado meu nome no livro de história da Nike, mas estou longe de terminar! Animado para continuar a deixar minha marca no mundo!”.

A paralisia cerebral é um distúrbio congênito que afeta os movimentos, as habilidades motoras e o tônus ​​muscular. Apesar de existirem tratamentos para auxiliar pacientes com paralisia cerebral, atualmente não há cura para o transtorno.

Assista o vídeo
http://www.polemicaparaiba.com.br/entretenimento/nike-patrocina-pela-primeira-vez-atleta-com-paralisia-cerebral/

Fonte: Jetss

Brasil : RISCO DE FALTAR
Enviado por alexandre em 16/10/2018 08:48:16

Mudanças climáticas podem causar escassez de cerveja
Exame
Segundo pesquisadores da Inglaterra, a bebida pode se tornar mais cara no mundo todo devido aos prejuízos para o cultivo de cevada
Foto: Reprodução

Com o aumento das temperaturas no mundo, muitos especialistas têm alertado para os riscos que as mudanças climáticas podem trazer para o cultivo de alimentos essenciais para o consumo humano. Pesquisadores da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, decidiram ir além e estudar seus efeitos sobre uma das bebidas mais consumidas em momentos de socialização: a cerveja. Principal matéria-prima da bebida, a cevada pode ter sua produção drasticamente afetada nos próximos anos, o que pode tornar a cerveja mais cara e mais rara nas gôndolas de supermercados e nos bares mundo afora.

A pesquisa projeta que a diminuição do fornecimento de cerveja pode provocar uma “queda dramática” no consumo da bebida alcoólica mais popular do mundo e um consequente aumento dos preços. A fabricação de cerveja consome, em média, 17% da produção global de cevada. No Brasil, a proporção é ainda maior, de 83%. Segundo o estudo, as perdas no cultivo de cevada podem ser de 3% a 17%, dependendo da gravidade dos impactos climáticos em cada região.

Queda de até 16% no consumo e preços duas vezes mais altos

O estudo envolveu pesquisadores do Reino Unido, da China, do México e dos Estados Unidos, que identificaram eventos climáticos extremos e modelaram seus impactos na produção de cevada em 34 regiões do mundo. Depois, os autores observaram o impacto das alterações no fornecimento e no preço da cerveja em cada região considerando as possíveis mudanças climáticas.

O cenário mais pessimista avaliado na pesquisa projeta uma queda de 16% no consumo de cerveja ou 29 bilhões de litros. O volume equivale a total de cerveja consumida nos Estados Unidos durante um ano. Além disso, os preços atuais poderiam dobrar. Mesmo a avaliação mais otimista dos pesquisadores estima que o consumo terá queda de 4%, e o preços, alta de 15%.
Relevância cultural

Dabo Guan, professor de economia de mudanças climáticas e coordenador da pesquisa, avalia a relevância da pesquisa em meio a constantes estudos sobre o impacto do clima em culturas básicas, como trigo, milho, soja e arroz. “Se os esforços de adaptação priorizam as necessidades, as mudanças climáticas podem enfraquecer a disponibilidade, a estabilidade e o acesso a ‘bens de luxo’ em maior grau do que os alimentos básicos”, diz ele no estudo.

O professor explica ainda que algumas pesquisas até analisam o impacto das mudanças climáticas sobre esses outros itens, como o vinho e o café, mas que a cerveja também deve ser avaliada com atenção. “Um fornecimento suficiente de cerveja pode ajudar a manter a estabilidade do entretenimento e da comunicação em uma sociedade”, afirma.


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