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Brasil : OS ANTIVACINA
Enviado por alexandre em 07/12/2021 08:47:31

Brasil pode virar destino dos antivacina. diz diretora da Anvisa

Ao menos 50 países já adotaram medidas para impedir a entrada de viajantes que não tenham se imunizado contra covid-19, e o Brasil não é um deles. A ausência da cobrança de um passaporte de vacina, alinhado a desvalorização do real, pode tornar o Brasil um dos principais destinos do mundo para os antivax ou pessoas que não querem se vacinar, disse a diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Sousa Freitas, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

 

"O que a Anvisa está pedindo e recomendando é que todos sejam vacinados. Esperamos que as portas do Brasil não estejam abertas nessas condições. Estamos favorecendo os riscos”, diz Meiruze.

 

Um dos maiores opositores ao passaporte vacinal é o presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele já chegou a dizer que governadores que estão cobrando a apresentação do cartão de vacina para entrar em eventos estão “extrapolando”.

 

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“A liberdade de se vacinar é de cada cidadão brasileiro, no que depender do governo federal. Repito: compramos vacina para todo mundo. Por parte do governo federal, ninguém foi obrigado a se vacinar, ninguém foi ameaçado de perder direito ou perder o emprego caso não se vacinasse”, disse o presidente no dia 2 de dezembro.

 

Na segunda (6/12), o governo federal iria reunir representantes da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), dos ministérios da Saúde, Justiça, Infraestrutura, Relações Exteriores e da Advocacia Geral da União (AGU) para tomar uma decisão sobre a exigência do passaporte de vacina. Mas o encontro foi suspenso sem que um motivo fosse apresentado.

 

Mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu intervir na situação. Também nesta segunda, o ministro Luís Roberto Barroso deu um prazo de 48h para que o governo federal se manifeste sobre passageiros que desembarcarem no Brasil sem passaporte de vacina. A decisão atende a uma ação apresentada pela Rede Sustentabilidade.

 


 

Barroso pediu que as autoridades respeitem as medidas recomendadas pela Anvisa, publicadas no último dia 12, para ingresso no país, com a exigência de apresentação de comprovante de vacinação ou de quarentena obrigatória para viajantes. 

 

Fonte: Correio Braziliense

Brasil : PREJUDICIAL
Enviado por alexandre em 07/12/2021 08:16:15

Desmatamento prejudica qualidade de vida na Amazônia, aponta estudos

Municípios com maior destruição têm pior desenvolvimento, de acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)

Cidades com maiores índices de desmatamento apresentam menor Índice de Progresso Social (IPS)
Cidades com maiores índices de desmatamento apresentam menor Índice de Progresso Social (IPS) Foto: Ueslei Marcelino - 11.nov.2016/Reuters

André Cattoda CNN

Os municípios mais afetados pelo desmatamento são os que enfrentam pior qualidade de vida na Amazônia. É o que revela pesquisa divulgada nesta segunda-feira (6) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que analisou o Índice de Progresso Social (IPS) dos 722 municípios da região.

De acordo com o estudo, o IPS dos municípios da Amazônia é 16% menor que a média do país. Dentro disso, as cidades que registram maior destruição apresentam cenários ainda piores.

Os 20 municípios da região que tiveram maiores áreas de floresta destruídas nos últimos três anos tiveram IPS médio de 52,38, valor 21% menor que o índice do Brasil, que foi de 63,29. Taxa também abaixo de toda a Amazônia, que ficou em 54,59.

“O IPS atesta mais uma vez que o desmatamento só tem gerado pobreza, conflitos sociais e inibido o desenvolvimento econômico da Amazonia”, afirma Beto Veríssimo, co-fundador do Imazon e um dos líderes do estudo.

O índice engloba a avaliação de 45 indicadores de áreas como saúde, saneamento, moradia, segurança, educação, comunicação, equidade de gênero e qualidade do meio ambiente. Criado em 2013 e com prestígio internacional, o índice analisa exclusivamente variáveis socioambientais, com notas de 0 a 100, do pior para o melhor.

Entre os 20 municípios campeões no desmatamento, a situação mais crítica é a de Pacajá, no Pará, que teve o menor IPS e o segundo pior de toda a Amazônia: 44,34.

O município, que tem quase 50 mil habitantes, desmatou 690 km² entre 2018 e 2020, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais pelo projeto Prodes, que realiza o monitoramento por satélites do desmatamento por corte raso na Amazônia Legal. Com isso, Pacajá ficou no sétimo lugar no ranking dos que mais devastaram a floresta no período.

Piora no progresso social em três anos

O progresso social na Amazônia teve leve redução em relação a 2018, ano da última edição do IPS para a região. O índice passou de 54,64 naquele ano para 54,59 em 2021.

Entre os 772 municípios amazônicos avaliados, quase metade (49%) teve redução no índice. Outros 21% mantiveram-se estáveis em comparação com 2018. Apenas 15 – 2% do total– têm IPS um pouco acima da média nacional.

Se a Amazônia fosse um país, seria o 40º pior colocado no IPS Global. Com IPS de 54,59, ficaria perto de Camboja, que pontuou 54,52.
Os 20 municípios que mais desmataram na Amazônia nos últimos três anos estariam ainda abaixo no ranking mundial caso formassem um país, com IPS médio de 52,38. A nota seria semelhante à da Nigéria, que tem a 30ª pior colocação.


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Brasil : MEGA PIZZA
Enviado por alexandre em 06/12/2021 23:52:18

Com 40 fatias faz sucesso a Mega Pizza

Elas podem ser feitas em vários tamanhos e sabores, salgadas ou doces, mas você já imaginou comer uma pizza com 40 fatias?


Pizza, sem dúvida uma das paixões dos amazônidas. Elas podem ser feitas em vários tamanhos e sabores, salgadas ou doces, mas você já imaginou comer uma pizza com 40 fatias? Em Manaus, isso é possível, o empresário Antônio Correia, aproveitou um momento de crise e investiu pesado para chamar a atenção dos clientes, a arma secreta? Uma pizza com mais de 70 cm, conhecida carinhosamente como 'Mega Pizza'.
FOTO: DIEGO OLIVEIRA/PORTAL AMAZÔNIA

A ideia de criar uma pizza de 70 cm surgiu em um momento crucial na vida do empresário. Ele viu várias pizzarias de Manaus fecharem as portas quando a crise se intensificou no país. Segundo Antônio, a 'Pizzaria Zona Leste', que completa 18 anos, passou por um momento delicado, mas ele decidiu investir na ideia e o medo da falência ficou distante. Atualmente, o estabelecimento recebe mais de 500 pedidos da 'Mega Pizza' por semana.

FOTO: DIEGO OLIVEIRA/PORTAL AMAZÔNIA

A demanda é tanta que Antônio precisou contratar novos funcionários e fazer um treinamento com toda sua equipe. Ele precisou também desenvolver um forno para que a produção da 'Mega Pizza' pudesse atender às necessidades da pizzaria. O processo de produção da pizza é de 10 minutos. "São várias etapas, então, a nossa cozinha sempre é movimentada. Tive que mandar confeccionar no Rio de Janeiro, o forno para que sejam preparadas sete pizzas por vez. O nosso pessoal recebeu um treinamento para manusear o produto, que é três vezes maior que a normal. As caixas são feitas sob medida e os boxes dos entregadores também", destacou.


Cada 'Mega Pizza' custa R$ 160, de acordo com Antônio, o retorno financeiro foi rápido. Ele confessou que já esperava, mas a reação das pessoas o surpreendeu. "Na primeira semana, a gente já notou a diferença, por isso, houve a necessidade de qualificar a mão de obra, e também nos equipamentos, já a segunda semana conseguiu ser melhor. As redes sociais estão ajudando bastante, uma pessoa conta para a outra, e no final de semana a pizzaria fica lotada", disse.

A Pizzaria Zona Leste funciona de domingo a domingo, das 15h às 23h30, na Avenida Cosme Ferreira, 7000 - Coroado 3, em frente ao Sesi. De acordo com a direção, acima de 10 pessoas é necessário fazer reserva através dos número (92) 99288-7112 ou (92) 3644-7112. 

FOTO: DIEGO OLIVEIRA/PORTAL AMAZÔNIA

Os planos de Antônio são altos, ele deseja abrir um ponto na área da Ponta Negra. "Da Zona Leste para a Zona Oeste é muito distante, se eu colocar uma filial na Ponta Negra vai ajudar muito na logística", explicou o empresário. Já para a Copa do Mundo, os clientes podem esperar novidades. "Vamos fazer uma promoção da 'Mega Pizza', e depois faremos sabores diferentes para homenagear os jogos que vão acontecer em junho", falou.

Brasil : TURBINADO
Enviado por alexandre em 05/12/2021 23:11:48

Bumbum perfeito para o verão veja as dicas para turbinar os glúteos

Altas temperaturas, sinal de que o verão está chegando. O sol forte traz junto um gostinho de praia, férias e o desejo de dar um up no bumbum para vestir o desafiador biquíni. Para quem busca resultados de forma rápida e eficaz, listamos cinco dicas de exercícios físicos e cinco dicas de procedimentos estéticos para potencializar a região.

 

Não é à toa que, nessa época do ano, a procura por procedimentos estéticos aumenta consideravelmente. As pessoas buscam corrigir aquilo que as incomoda para curtir o calor na praia ou piscina, apostando em roupas que esbanjam confiança e pele à mostra.

 

Segundo o Google Trends, ferramenta que mostra os termos mais buscados na internet, a pesquisa por palavras como tratamentos estéticos alcança picos elevados no mês que antecede o verão. De todos as intervenções, cinco se destacam quando o assunto é a região dos glúteos.

 

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Confira:

 

Max Glúteo

 

Esse novo tratamento propõe uma harmonização corporal e promete o bumbum na nuca com aumento de até 6 cm em 30 dias. “O Max Glúteo é um tratamento poderoso e inovador protocolo corporal, preparado para atuar diretamente na região dos glúteos, com objetivo de volumizá-los, eliminar as celulites e flacidez, melhorar a textura da pele, e tem efeito firmador e hidratante”, explica Dra. Ana Magella, da Clínica Corporeum.

 

O procedimento combina mais de 30 ativos com associação de injetáveis e tecnologias, entre eles bio-estimulador (Radiesse, Sculptra e Elleva), ácido hialurônico, aminoácidos, estimulação muscular, radiofrequência, velashape, entre outros. “O protocolo Max Glúteo chega com uma proposta poderosa de ativos eficazes somados à técnica francesa de intradermoterapia, em busca de um glúteo mais harmônico”, afirma Dra. Ana Magella.

 

Max Glúteo: conheça os 5 procedimentos mais procurados - TrendsCHK.

 

Velashape

 

O Velashape é uma tecnologia não invasiva, segura e eficaz no combate à celulite, à gordura localizada e à flacidez de regiões como coxas, glúteos, entre outros. O aparelho gera aquecimento que é provocado tanto pelo infravermelho quanto pela radiofrequência aumentando o metabolismo das células gordurosas, diminuindo, assim, seu tamanho, servindo como estimulante para produção de colágeno e melhorando alguns aspectos da pele, como aparência e textura e reduzindo gordura localizada e celulite.

 

Velashape II | Celulite | Dra. Patrícia Holderbaum

 

EmSculpt e Eletroestimulação

 

Já o EMSCULPT é baseado em energia eletromagnética focalizada de alta intensidade. Uma única sessão do EMSCULPT causa milhares de contrações musculares extremamente importantes para melhorar o tônus e a força dos músculos. São as melhores ferramentas para dar aquele upgrade no treino e hipertrofiar o bumbum.

 

Barriga tanquinho e bumbum na nuca: Testamos o aparelho que define o  abdómen e aumenta os glúteos em 30 minutos - Quem | QUEM Inspira

 

Sculptra

 

Os resultados do Sculptra são surpreendentes e eficazes. Além de tratar a flacidez, o Sculptra faz com que a produção de colágeno seja acelerada, aumentando a espessura da pele. Nos glúteos ele ajuda a aumentar o volume e corrigir desníveis, também reduzindo a flacidez. O Sculptra é um procedimento estético injetável da marca Galderma conhecido mundialmente. É um dos tratamentos mais eficientes do mercado para quem deseja ativar a formação de colágeno da pele, já que aumenta em até 400% a produção depois de aplicado.

 

Sculptra nos Glúteos - Fala Doutor Sculptra nos Glúteos


Accent Black

 

A Radiofreque?ncia e? uma técnica na?o invasiva capaz de estimular mudanc?as na conformac?a?o do cola?geno e induzir a neocolagenese de forma controlada em camadas profundas de tecido cuta?neo e subcuta?neo. Com o passar do tempo, a produc?a?o das protei?nas de sustentac?a?o da pele, como o cola?geno e a elastina, va?o sendo reduzidas gradativamente, levando a desestruturac?a?o das fibras ela?sticas, cola?genas, perda da elasticidade e consequ?entemente ao aparecimento da flacidez de pele.

 

50 dias para o verão: confira as novidades para dar um up no bumbum |  Gardênia Cavalcanti | O Dia

 

Treino ideal

 

Para garantir o resultado ideal em pouco tempo, é recomendado combinar os procedimentos estéticos com uma rotina de treinos específicos para a região. O professor Leandro Ferreira, da Bodytech Goiânia, unidade Marista, indica os cinco exercícios mais eficazes quando o assunto é enrijecer e empinar o bumbum. São eles: agachamento, afundo, levantamento terra, leg press e stiff. A dica é apostar em três a cinco séries com mais peso e menos repetições.

 

A região do bumbum é formada por três músculos: glúteo máximo, glúteo médio e glúteo mínimo. “O glúteo máximo é o de maior volume e que sofre maiores efeitos e respostas ao treinamento. É um dos músculos mais fortes e resistentes do nosso corpo, sendo assim, ele precisa de estímulos intensos para se desenvolver”, explica o professor, que também lista os erros mais comuns que atrapalham o desenvolvimento dos glúteos:

 

 

-Treinar com pouca amplitude de movimento ou realizar apenas exercícios “isolados”.

-Manipulação inadequada das variáveis de treinamento, intensidade ou volume muito baixos.

-Treinar o mesmo grupamento muscular vários dias da semana, não dando a oportunidade do músculo descansar.

-Flexibilidade ruim.

-Alimentação inadequada.

 

Fonte: Jornal de Brasília

Brasil : A POPULAÇÃO
Enviado por alexandre em 03/12/2021 15:05:06

População branca tinha renda 73% maior que preta e parda em 2020, diz IBGE

O rendimento familiar das pessoas declaradas pretas ou pardas no Brasil foi, em média, 73,3% menor do que a renda da população branca em 2020, primeiro ano da pandemia do novo coronavírus.

Os dados fazem parte da pesquisa ‘Síntese De Indicadores Sociais’, divulgada nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento do instituto detalha que a população ocupada branca tinha um rendimento médio de R$ 3 mil mensais, enquanto pessoas pretas e pardas no Brasil ganharam no ano passado, em média, R$ 1,764 mil por mês.

A diferença de arrecadação entre os sexos também chamou atenção: O rendimento dos homens era 28,1% maior que o das mulheres.

Em média, o rendimento da população brasileira foi de R$ 1,3 mil mensais em 2020, valor 4,3% menor do que o registrado em 2019 — momento anterior à recessão econômica gerada pela pandemia.

O IBGE ainda mostra que a queda na arrecadação dos brasileiros, no ano passado, teria sido 6,0% menor caso o governo federal não tivesse realizado programas sociais, como o auxílio emergencial.

“O decimo [10%] da população com a menor remuneração teria perdido 75% de seus rendimentos, sem esses programas sociais”, destaca um trecho da pesquisa do IBGE.

Para o cientista político e doutor em direito, Geraldo Tadeu, os resultados apresentados na pesquisa mostram um reflexo da desigualdade registrada no país. De acordo com ele, essa depreciação aos negros vem se acentuando ao longo dos anos.

“Isso reflete uma persistente e aprofundada desigualdade na estrutura social brasileira, em que sistematicamente pretos e pardos recebem menos do que brancos, em muitos casos fazendo o mesmo trabalho. Isso vem desde a escravidão, não é de hoje. E tudo isso vem se acentuando nos últimos anos em função da crise econômica que temos vivido”, destacou o cientista político.

Recorde de desemprego

A queda no rendimento médio do brasileiro não foi o pior problema causado pela pandemia da Covid-19, segundo o IBGE. A pesquisa mostra que o Brasil nunca registrou tantos desempregados como em 2020.

O levantamento do instituto destaca que o nível de ocupação no país foi o menor já registrado: apenas 51% tinham trabalho. Entre os jovens com 14 a 29 anos, esse indicador caiu de 48,2% em 2019 para 40,7% em 2020. No mesmo período, a taxa de informalidade da população ocupada do país caiu de 41,1% para 38,8%.

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