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Regionais : PT não ganha no tapetão; WhatsAppgate não embaixo dele
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:50:59

PT não ganha no tapetão; WhatsAppgate não embaixo dele


Helena Chagas - Blog Os Divergentes

Parte do establishment e da imprensa não comprou a história do WhatsAppgate e age como se fosse mais uma denúncia comum de uma campanha comum sobre as mesmas coisas comuns que o PT sempre fez na Internet. Só que não é. Antes mesmo da denúncia da Folha de S.Paulo, quem frequenta minimamente as redes vinha recebendo sinais de que algo muito forte se passava em seus subterrâneos. Mas parece haver, inclusive na maioria do eleitorado, um sentimento de que Jair Bolsonaro já ganhou e que nada que aconteça a esta altura vai mudar isso. É como se estivesse todo mundo já cansado de campanha e eleição, torcendo para o domingo 28 vir e acabar logo com isso.

As pesquisas, que petrificaram o quadro de vitória de Bolsonaro por larga vantagem sobre Haddad, confirmam essa percepção. E é mesmo praticamente impossível que o candidato do PT venha a virar mais de dois milhões de votos em oito dias. Nem por isso é o caso de se varrer para baixo do tapete este que pode ser o maior escândalo eleitoral da história do país.

Não é café pequeno, e todo mundo com um mínimo de discernimento sabe disso. Ainda não está clara a amplitude do esquema, e até mesmo o diretor do Datafolha, Mauro Paulino, com todos os cuidados que deve ter, admitiu que a “onda” que levou Bolsonaro e alguns candidatos nanicos a governador aos primeiros lugares na eleição pode ter sido influenciada por isso.

Só que o WhatsAppgate, em vez de mais um escândalo a ser investigado, está sendo interpretado como apenas mais uma jogada do PT para ganhar no tapetão. O PT não vai ganhar no tapetão, até porque não há mais nem tempo para isso. Mas a investigação do esquema vai bem além disso, por comprometer a lisura de todo o sistema eleitoral.

A imprensa internacional está abrindo manchetes. Se não houver uma investigação séria e isenta, vamos caminhar para consolidar aquela imagem de república bananeira, recuperada nos últimos tempos. Está nas mãos do TSE.


Regionais : Polícia investiga estupro por motivação política
Enviado por alexandre em 20/10/2018 22:40:58

Polícia investiga estupro por motivação política

Polícia do Paraná apura se denúncia de estupro teve motivação política.

Por Agência Brasil

A Policia Civil paranaense investiga se há motivação política em uma denúncia de estupro no Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A vítima, que se declara mulher transexual, de 22 anos, disse que o crime foi cometido por um grupo de garotos e que a motivação seria o fato de ela estar usar um adesivo da campanha #EleNão – contrária à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República.

O relato foi postado no site do Mapa da Violência. A denúncia anônima é investigada pela Delegacia da Mulher de Curitiba. Nas redes sociais, o centro acadêmico informou quer tomou conhecimento do caso por meio da internet, mas que, até o início da semana, não havia sido contactado pessoalmente pela vítima.

“Não vamos colocar em descrédito o relato da vítima pois, o tempo todo, vítimas de estupro são culpabilizadas. Nos colocamos a serviço do acolhimento da vítima, mesmo que essa mulher não se sinta à vontade para a exposição do ocorrido. O corpo docente, juntamente com os estudantes, está articulando formas de lidar com o acontecido de forma a verificar os fatos.”

Repúdio

O Centro Acadêmico de Ciências Sociais publicou, também em sua página no Facebook, uma nota de repúdio, por meio da qual se coloca à disposição da vítima para auxiliá-la no que for necessário – inclusive para tomar medidas legais e na busca por apoio psicológico. “Não podemos banalizar esse como mais um caso estatístico”. O centro apela para o fim da “crescente onda de violência”.

Na nota, a entidade diz que também identificou pichações com os dizeres “B17” e com suásticas nas paredes do centro acadêmico e informa que vai repensar a abertura do local em todos os turnos do dia – incluindo à noite – para estudantes de ciências sociais, de outros cursos e para a comunidade externa.

Em momentos anteriores, nas redes sociais, quando questionado sobre a violência atribuída aos seus simpatizantes, Bolsonaro afirmou que rechaça qualquer tipo de agressão e que não tem como controlar as pessoas.

Regionais : Raquel Dodge diz ao Supremo que Lula não pode conceder entrevistas na prisão
Enviado por alexandre em 20/10/2018 01:47:51

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer hoje (19) ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedido feito pelos jornalistas Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, e Florestan Fernandes para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas dentro da prisão.

No parecer, a procuradora defendeu a liberdade de expressão e de imprensa, mas ressaltou que, em algumas situações, há a possibilidade de proibir que presos concedam entrevistas.

Para Dodge, entre as finalidades da condenação de presos está o objetivo de cumprimento da pena “com discrição e sobriedade”. “O fato é que ele [Lula] é um detento em pleno cumprimento de pena e não um comentarista de política”, disse a procuradora.
Conclui-se que a proibição de que Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas em áudio e/ou vídeo, apesar de ser restritiva da sua liberdade de expressão, é medida proporcional e adequada a garantir que as finalidades da pena a ele imposta sejam concretizadas, sendo, portanto, compatível com a ordem jurídica do país”, disse.

No início do mês, uma guerra de decisões liminares sobre os pedidos terminou com a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que impediu a concessão das entrevistas.

Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP). (ABr)

Regionais : ‘Jurista’ consultado por jornal contra Bolsonaro já foi preso pela PF por corrupção
Enviado por alexandre em 20/10/2018 01:44:07

“Jurista” consultado pelo jornal Folha de S. Paulo sobre o caso de empresas que teriam comprado envio de mensagens por meio de Whatsapp, Guilherme Salles de Gonçalves é investigado pela Polícia Federal e indiciado pelo Ministério Público na operação Custo Brasil, a 18ª fase da Lava Jato. Foi ele, que é advogado da senadora Gleisi Hoffmann, quem disse ao jornal que Bolsonaro poderia ser cassado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O ‘especialista’ é acusado embolsar mais de R$7 milhões entre 2010 e 2015, por meio de esquema corrupto no Ministério do Planejamento.O dinheiro sujo foi entregue a Guilherme quando Paulo Bernardo, marido de Gleisi, também preso, era ministro do Planejamento. O Ministério Público Federal acusa o escritório de Gonçalves, que atuou em campanhas de Gleisi, de integrar esquema de ladroagem.

Regionais : Brasil perde 6 leitos por dia; no SUS, são 41 mil vagas a menos
Enviado por alexandre em 20/10/2018 01:38:24


Brasil perde 6 leitos por dia; no SUS, são 41 mil vagas a menos

Foto: Reprodução / Noraldino Junior

Um estudo realizado pela Confederação Nacional dos Municípios revelou que o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, seis leitos hospitalares por dia. São 23.088 vagas a menos. No Sistema Único de Saúde (SUS), foram fechadas 41.388, enquanto a rede particular ampliou a capacidade em 18.300 leitos. Segundo especialistas, a tendência da redução geral das vagas é explicada pela mudança no atendimento psiquiátrico, que era centrado no ambiente hospitalar e, atualmente, passou a ser feito prioritariamente nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Na pediatria e obstetrícia, a oferta de leitos reduziu de forma expressiva. As vagas para atendimento de crianças no SUS entre 2008 e 2018 reduziu em 26%. Já na obstetrícia, a redução na capacidade de atendimento foi de 16,87%. Para a consultora da Confederação Nacional dos Municípios, Carla Albert, parte da desativação dos leitos ocorre não por razões técnicas, mas econômicas. “Muitas vezes, representa falta de recursos e, sobretudo, dificuldade de acesso da população a um atendimento indispensável", contou. De acordo com o Estadão, o Ministério da Saúde informou que a tendência mundial é de desospitalização. “É importante ressaltar que a redução no número de leitos gerais não afetou a oferta assistencial e a produção aprovada nos sistemas de informação do SUS." (BN)

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