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Mais Notícias : Máscara só será descartada com estabilização dos óbitos, diz especialista
Enviado por alexandre em 14/10/2021 09:30:00

O Brasil ultrapassou, nesta quarta-feira (13), a marca de 100 milhões de pessoas com o esquema vacinal completo contra a Covid-19. Apesar do marco positivo, o epidemiologista e pesquisador da UFPel, Pedro Hallal, afirmou que as máscaras serão apenas descartadas após a estabilização do número de óbitos de pessoas com a doença.

“Eu acredito que ainda no final de outubro é preciso manter a máscara com todos os cuidados, mas vejo que, a partir de novembro, é bastante provável que possamos tirar as máscaras em ambientes abertos. A data da retirada da máscara não deve ser vista apenas com o percentual de vacinados, mas também com a média móvel de óbitos. Eu acredito que, no dia em que o Brasil estabilizar a média móvel de óbitos abaixo de 300, por exemplo, já dá para pensar na retirada das máscaras em lugares abertos”, afirmou o especialista.

Hallal também afirmou que a vacinação é uma estratégia coletiva, e lamentou a afirmação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre ter decidido não se vacinar contra a Covid-19

“A vacinação é uma estratégia coletiva. Por isso, dizemos que a campanha de vacinação chega a ser mais importante do que a vacina no braço de cada pessoa. Então, a gente lamenta, mais uma vez, que a figura que deveria liderar a população brasileira continua a dar declarações contra a própria população”, afirmou o especialista.

(Publicado por Evandro Furoni)

 

Mais Notícias : Brasil registra 185 mortes por Covid-19, segundo menor número diário em 2021
Enviado por alexandre em 13/10/2021 09:49:55

Ao todo, o país acumula 601.398 mortes pela doença e 21.590.097 pessoas infectadas

Idoso que morreu de Covid-19 é sepultado em cemitério de São Paulo
Idoso que morreu de Covid-19 é sepultado em cemitério de São Paulo 17/03/2021REUTERS/Carla Carniel

João de MariGiulia Alecrimda CNN

O Brasil registrou mais 185 mortes e 7.359 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados publicados nesta terça-feira (12) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

É o segundo menor número diário de óbitos em 2021, atrás das 182 mortes pela doença registradas em 24 horas divulgadas último domingo (10), e em 6 de setembro.

Já a média móvel de óbitos ficou em 367, apresentando redução em comparação com a última terça-feira (5), que registrou 483 vítimas na média de 7 dias.

Ao todo, o Brasil acumula 601.398 mortes pela doença e 21.590.097 pessoas infectadas.

Na segunda-feira (11), o país contabilizou o segundo menor número de casos diários desde maio de 2020. Foram 6.918 novos casos.

Os dados publicados nesta terça, porém, mostram aumento dos registros mesmo com o feriado — que costumam ter números menores — do Dia de Nossa Senhora Aparecida.

Apesar disso, há uma redução de novos casos e de mortes à medida que a vacinação contra o coronavírus avança no país.

No feriado do Dia da Independência, por exemplo, foram 361 mortes registradas em 24 horas e 13.645 novos casos.

São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina seguem como os estados mais afetados pela pandemia. Todos ultrapassam a marca de 1,2 milhão de infectados.

Mais de 600 mil mortes

Na última quinta-feira (7), o Brasil ultrapassou a marca de 600 mil mortes pela Covid-19. Em 19 de junho, o número de vítimas era 500 mil. Em agosto de 2020, menos de seis meses após o primeiro registro de óbito, o país contabilizou as 100 mil mortes por coronavírus.

O Brasil é o segundo país no mundo com mais vítimas da Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram mais de 700 mil mortes, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.


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Mais Notícias : Entenda como a Covid está afetando crianças e adolescentes
Enviado por alexandre em 11/10/2021 09:05:25

Casos de internações e óbitos estão em alta; por não estarem vacinadas, crianças dependem dos cuidados dos adultos para protegê-las

Crianças usam máscaras de proteção
Crianças usam máscaras de proteção Getty Images

Camila NeumamMariana CatacciLudmila Candalda CNN

Com a variante Delta em expansão, a flexibilização das medidas de isolamento e sendo o público ainda excluído da vacinação, as crianças brasileiras estão mais expostas à Covid-19 agora do que no que especialistas consideram ter sido o auge da pandemia, entre março e abril deste ano.

O número de internações de crianças e adolescentes por Covid-19 em 2021 já ultrapassa o total de 2020 no Brasil. As mortes pela doença entre crianças e adolescentes até setembro também já superam as do ano passado.

Médicos e pesquisadores consultados pela CNN alertam que cabe aos adultos proteger essa população mais vulnerável para evitar uma explosão de casos e internações.

E que, embora a volta às aulas possa ser uma preocupação, são os familiares quem mais transmitem o coronavírus às crianças, principalmente durante reuniões e festividades.

“Depois de feriados sempre aumenta o número de casos de crianças com Covid. O que contribui para isso é que os pais se contaminam e levam o vírus para dentro de casa”, diz o infectologista pediátrico Victor Horácio de Souza Costa Júnior, vice-diretor técnico do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, maior hospital pediátrico do país.

Segundo o infectologista, apesar de as crianças terem voltado às aulas, o maior risco de contaminação está mesmo em seus lares, pelo fato de os parentes terem passado a circular mais após a vacinação.

Essa percepção é compartilhada pelo infectologista Francisco Júnior, gerente-médico do Sabará Hospital Infantil, em São Paulo. Ele afirma que mais de 80% dos casos de Covid em crianças vêm de alguém do núcleo familiar. “Tem sido muito raro o diagnóstico de Covid em crianças que relatam ter tido o contágio na escola”, diz.

Mais vulneráveis

Há diferentes indícios estatísticos de que as crianças e os adolescentes estão sofrendo mais agora com a doença do que em outros momentos da pandemia.

Na semana passada, o Ministério da Saúde divulgou um levantamento que mostrou que, entre janeiro e julho de 2021, 15.483 crianças de 0 a 9 anos foram internadas por Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2020, de abril a dezembro, foram 10.352 internações na mesma faixa etária.

Um outro recorte, feito pela agência CNN com base nos boletins epidemiológicos do próprio ministério, mostrou que o número de  internações por Covid de crianças e adolescentes entre 0 e 19 anos no Brasil em 2021 foi de 17.299 – um aumento de 18,2% em relação às 14.638 internações de 2020.

É sempre importante lembrar que o número ainda é relativamente pequeno quando se compara com adultos. Para pessoas acima dos 20 anos, já foram mais de 1 milhão de internações neste ano, contra 579.949 internações em 2020 (veja o infográfico).

Por fim, um outro dado que aponta para o aumento no número de internações de crianças e adolescentes por Covid é o que monitora os casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Uma das principais causas de internação por Covid é quando a infecção evolui para SRAG, caracterizada pela presença de desconforto respiratório e oxigenação baixa, que leva à necessidade de suporte de oxigênio.

Atualmente, cerca de 96% dos casos de SRAG são associados à Covid. Os demais têm relação com outros vírus respiratórios que voltaram a circular com força em algumas regiões do país, após a diminuição do isolamento social.

Dados do último Boletim Sivep-Gripe, da Fundação Oswaldo Cruz, divulgado na semana passada, mostram que as internações por SRAG associadas à Covid chegaram ao mais baixo patamar da pandemia no país.

Mas o mesmo boletim observou que entre crianças e adolescentes (de 0 a 9 anos e 10 a 19 anos) há uma estabilização dos casos “em patamar significativamente elevado quando comparados com o histórico da pandemia”, diz o relatório.

Em outras palavras, os casos entre crianças e adolescentes não sobem, mas também não caem como nas outras faixas etárias, o que pode indicar um reflexo da falta de proteção ao vírus visto nas outras faixas etárias vacinadas, segundo Marcelo Gomes, pesquisador em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e coordenador do Sivep-Gripe.

“Desde o final do ano passado, quando começamos a ter um relaxamento do comportamento, a nos expor muito mais, antes da volta das aulas presenciais, já víamos um aumento de casos em crianças. Com o retorno das aulas, vemos um aumento também nas internações”, alerta Gomes.

O pesquisador da Fiocruz aponta que os Estados Unidos já haviam dado uma amostra do que uma flexibilização em escala pode causar. “Os EUA mostraram ao mundo que as flexibilizações, associadas à recusa de adultos em tomar a vacina ou usar máscaras, expõem deliberadamente as crianças ao risco”.

Os EUA vivem uma explosão de casos e de internações de crianças por Covid, que aumentaram 240% desde julho.

Segundo Gomes, no entanto, o Brasil vive uma realidade distinta da americana, em que a variante Delta não teve consequências tão dramáticas. Mas o fenômeno pode se repetir aqui se as crianças não forem protegidas. E o número de internações de crianças por SRAG mostra isso.

De acordo com dados do Sivep-Gripe, em 2021, o país já apresentou picos nas médias de internação por Covid de jovens de zero a 18 anos maiores do que os picos de 2020.

“Tivemos uma proteção muito boa das crianças em 2020, e hoje a gente vê esse cenário distinto”, disse Gomes.

Arte internações crianças e adolescentes Covid-19
Internações de crianças e adolescentes no Brasil em 2020 e 2021 / CNN Brasil

Outros vírus respiratórios

Apesar de o número de internações estar em alta de acordo com os levantamentos, na prática, médicos ouvidos pela CNN percebem com mais clareza o aumento de diagnósticos de Covid-19 – mas nem sempre nas hospitalizações.

De todos os exames positivos para Covid realizados no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, atualmente 20% são de crianças e adolescentes, percentual maior do que no pico da pandemia, que foi de 14%.

“Esse patamar subiu porque há uma circulação maior dos adultos que convivem com elas, apesar de a Covid não se mostrar uma doença efetiva nessa população”, diz Linus Fascina, gerente-médico do Departamento Materno-Infantil do Einstein.

Mas, segundo Fascina, a maior parte das crianças que contrai Covid não precisa de internação. Entre as que precisam, não é necessariamente o coronavírus que causa a gravidade do quadro, mas sim a soma com outros vírus respiratórios.

Depois de mais de um ano com crianças reclusas em casa, alguns desses vírus respiratórios voltaram a circular com força e a predominar, competindo com o coronavírus.

Segundo Fascina, o rinovírus, os enterovírus e o vírus sincicial respiratório (VSR), além da própria influenza (gripe) estão causando o aumento de internações de crianças no geral.

Essa competição entre vírus pode ser ainda mais prejudicial para crianças mais novas, explica Fascina.

“Quando se tem doenças competindo, a criança volta a ter reações inflamatórias. Não se sabia como elas reagiriam e notamos que houve um incremento de internações de crianças em julho, agosto e setembro por quadros respiratórios, como bronquiolites desencadeadas por vírus”, diz.

No Einstein, desde o começo da pandemia até setembro deste ano, 150 crianças e adolescentes, de zero a 17 anos, foram internados com Covid-19. Destes, 54 em 2020 e 96 em 2021, e nenhuma morte foi registrada no hospital paulista nessa faixa etária.

Crianças com menos de 1 ano totalizaram o maior número de internações por idade, com 31 internações. Do total, crianças de zero a cinco anos foram as que mais precisaram ser hospitalizadas, com 77 internações em 2020 e 2021 somados.

No Sabará Hospital Infantil, em São Paulo, a porcentagem de exames positivos para Covid em crianças está na casa dos 6%, enquanto no auge da pandemia chegou a 14%.

Desde o começo da pandemia, 1.600 crianças e adolescentes foram diagnosticados com Covid no Sabará Hospital Infantil. Destas, 218 foram internadas e um evoluiu a óbito, segundo o gerente-médico.

Por outro lado, no mesmo hospital, desde julho se registra um aumento de internações de crianças por doenças respiratórias não relacionadas à Covid, que está se mantendo em agosto e setembro, segundo Francisco Júnior.

“O número de diagnósticos de crianças com Covid aumentou, o que é esperado porque é a faixa etária que não está vacinada. Mas não temos observado aumento de internações por Covid no Sabará, e nem aumento de mortalidade”, diz.

Apesar de as crianças e adolescentes terem uma tendência menor de agravar e morrer por Covid do que os adultos, o que também preocupa os médicos é a incidência de casos em crianças muito pequenas, cujo sistema imunológico pode não ser capaz de combater a Covid associado ao outro vírus.

“A maioria das internações ocorre em crianças com menos de dois anos de idade”, diz Francisco Júnior.

Na sede do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, não se observa o aumento nos casos de Covid entre crianças, segundo a coordenadora da pediatria do hospital, Lucília Faria. Segundo ela, o Sírio da capital paulista teve 10 internações de crianças e adolescentes por Covid desde o começo da pandemia até setembro, destes dois quadros graves. Mas ambas melhoraram e receberam alta.

“No ano passado, com as medidas de isolamento social, escolas fechadas, a gente realmente teve uma queda muito importante nos quadros respiratórios nas crianças. E a partir do momento que se reduz essas medidas, com aberturas e as crianças voltando para a escola, a gente vê um aumento das doenças na faixa etária pediátrica, mas não observamos isso por aqui ainda”, diz Lucília.

Potencial da Delta preocupa pediatras

A variante Delta, mais transmissível, preocupa os especialistas.

“O poder de transmissão da Delta é mil vezes superior à cepa original. Se ela pode atingir os vacinados, imagina o que pode fazer com os não vacinados?”, disse Victor Horácio de Souza Costa Júnior, diretor do Pequeno Príncipe.

Segundo Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o país pode ter um aumento proporcional de casos de Covid entre as crianças justamente por causa da Delta, embora o avanço da vacinação ajude a barrar os casos graves e internações.

“Se tivermos uma explosão de casos da Delta, vai atingir especialmente as crianças. Se tiver outra onda por aqui, igual a de março, abril, não vamos ter somente 2% de crianças com Covid, vamos ter mais, porque os casos vão se concentrar nos não vacinados”, disse.

No entanto, o pediatra não vê a possibilidade de um aumento geral de casos e internações nos mais jovens por Covid, pois conforme cai o total de infectados com a vacinação contra Covid-19, isso também ajuda a diminuir a circulação do vírus no país.

“Para cada 100 casos de Covid na população brasileira, havia três crianças internadas, o equivalente a 3% antes da vacinação massiva. Agora, de 30 adultos, você terá três crianças, o que equivale a 30% – mas continuam sendo três crianças. Você aumenta proporcionalmente o número, mas não é um dado absoluto”, afirma.

Já para Gomes, da Fiocruz, a disseminação da Delta é um risco real para as crianças brasileiras, e o exemplo dos EUA deve servir de alerta.

“É natural que se observe um aumento significativo de casos nas crianças por elas não estarem vacinadas. Temos exemplo de outros países que sofreram com isso. A melhor saída é a gente se prevenir”, diz.


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Mais Notícias : O que já se sabe sobre a campanha de vacinação contra Covid-19 em 2022
Enviado por alexandre em 09/10/2021 22:00:00

O Ministério da Saúde divulgou, nesta sexta-feira (8), o esquema vacinal contra a Covid-19 para 2022. A partir do próximo ano, apenas dois imunizantes contemplarão a campanha: Cominarty (Pfizer) e Astrazeneca. Segundo a pasta, os imunizantes Coronavac e Janssen poderão integrar a campanha nacional de vacinação caso obtenham o registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A pasta garantiu para 2022 o total de 354 milhões de vacinas contra a Covid-19 a serem aplicadas na população. De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foram avaliadas apenas as vacinas com registro definitivo na Anvisa, que atualmente são a Pfizer e Astrazeneca.

Os imunizantes da Coronavac e Janssen ainda estão com a autorização para uso emergencial em ambiente pandêmico.

“O Ministério da Saúde prioriza vacinas que têm registro definitivo na Anvisa. Se outra vacina, como por exemplo a vacina da Coronavac, lograr o registro definitivo na Anvisa, pode ser considerada, precisa ser avaliada pela Conitec. A vacina da Janssen, outra também, que o registro é emergencial; se lograr o registro definitivo pode ser incorporada”, disse Queiroga.

O que muda em 2022:

  • Pessoas de 18 a 60 anos receberão mais uma dose da vacina;
  • Idosos com mais de 60 anos e imunossuprimidos receberão duas doses, considerando 6 meses de intervalo após a imunização completa ou a dose reforço;
  • Se houver ampliação para novos públicos (crianças e adolescentes), estes receberão duas doses;
  • A vacinação em 2022 será por faixa etária decrescente, e não por grupo de risco;

Novas aquisições de vacinas:

Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, a expectativa é de aquisição de aproximadamente 354 milhões de doses para 2022, com um investimento estimado de R$ 11 bilhões.

“Serão adquiridas 120 milhões da Astrazeneca e 100 milhões da Pfizer. Outras 134 milhões de doses serão de saldo de contratos de 2021”, afirmou a pasta.

  • Pfizer: 100 milhões + 50 milhões
  • Astrazeneca: 120 milhões + 60 milhões

Em 2021, foram adquiridas 154 milhões de doses contra a Covid-19. De acordo com o governo, o planejamento “está sujeito a alterações devido às novas evidências científicas e cenário epidemiológico”.

Confira a apresentação do Ministério da Saúde para a campanha de vacinação no próximo ano:

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Mais Notícias : Saúde prevê 300 milhões de doses para 2022 e deve excluir Coronavac em campanha
Enviado por alexandre em 08/10/2021 09:45:09

O Ministério da Saúde prevê utilizar em torno de 300 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 em 2022. A CNN apurou que a pasta deve orientar a população a tomar apenas uma dose de reforço no ano que vem, com exceção dos idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos, que precisarão tomar dose de reforço a cada seis meses.

Peça central de uma das principais disputas políticas durante a pandemia da Covid-19 no país, a vacina chinesa Coronavac não deve entrar no cronograma do Ministério da Saúde para a campanha de vacinação de 2022.

De acordo com relatos feitos à CNN, a pasta comandada por Marcelo Queiroga está na reta final do planejamento de compra de imunizantes e o produzido pela Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, não está previsto na relação.

A CNN apurou que a Saúde aguarda o resultado de um estudo encomendado pelo próprio ministério a respeito da aplicação de uma terceira dose em pessoas imunizadas com a Coronavac. Os resultados preliminares da pesquisa, feita em parceria com a Universidade de Oxford, mostram que a imunidade daqueles que tomaram a vacina chinesa cai significativamente seis meses após a aplicação da segunda dose.

A avaliação interna do ministério é a de que os imunizantes que não apresentem alto índice de efetividade não entrarão no rol do plano de vacinação do próximo ano. Técnicos dizem que a pasta está avaliando o custo-benefício de cada vacina antes de fechar novos contratos.

Também pesa o fato de a Coronavac não ter o registro definitivo na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A avaliação dentro do ministério é a de que o Butantan tem demorado a fazer o pedido à agência reguladora. Desde quando começou a ser aplicada, a Coronavac continua apenas com autorização para uso emergencial, diferentemente da Pfizer e da AstraZeneca, que já obtiveram o registro final.

Ainda de acordo com as fontes ouvidas pela CNN, os dois imunizantes devem ser os mais utilizados na vacinação contra a Covid em 2022.

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