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Mais Notícias : Temer se irrita e não fala de política em Nova York
Enviado por alexandre em 20/09/2017 08:43:12

Temer se irrita e não fala de política em Nova York

Postado por Magno Martins

Terra - Lisandra Paraguassu

Longe do Brasil logo depois de ter sido denunciado mais uma vez pela Procuradoria-Geral da República, o presidente Michel Temer demonstrou irritação ao ser questionado sobre assuntos internos do Brasil e, depois de uma breve declaração à imprensa sobre os temas do dia, saiu reclamando de ser perguntado sobre a decisão do STF de não reenviar a segunda denúncia para a PGR, contou à Reuters uma fonte que ouviu o comentário feito longe dos jornalistas.

"Isso não merece uma resposta", reclamou Temer ao sair do local onde os jornalistas o esperavam para uma entrevista.

A assessoria do presidente informou que ele falaria no final do dia, depois da série de encontros bilaterais que ocorreram nesta terça-feira. Mas Temer recusou-se a responder qualquer pergunta, dando apenas uma declaração sobre o "entusiasmo" de empresários norte-americanos com as reformas brasileiras.

Na noite anterior, o presidente comentou sobre o jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas quando as perguntas sobre temas internos começaram, também foi embora.

Durante toda a viagem, a determinação do presidente é evitar os espinhosos assuntos internos e limitar o contato com a imprensa aos temas tratados na viagem.

Por pressão de auxiliares próximos, Temer chegou a antecipar sua volta ao Brasil em um dia porque não seria "sensato" permanecer muito tempo fora do Brasil, de acordo com uma fonte que falou com a Reuters em condição de anonimato.

Apesar de evitar temas internos a todo custo, o presidente não escapou de protestos em Nova York. Em frente à missão brasileira e no hotel onde jantou com Trump, Temer foi recepcionado por pequenos grupos de brasileiros que lembravam as denúncias e também o acusavam de "vender a Amazônia".

O presidente foi denunciado na última quinta-feira pela PGR, pelo crime de organização criminosa e obstrução de investigações.

Nesta noite, o ministro Edson Fachin, do STF, negou pedido feito pela defesa do presidente para que a denúncia fosse devolvida à Procuradoria-Geral da República.

Mais Notícias : Maduro diz que Trump é o novo Hitler
Enviado por alexandre em 20/09/2017 08:42:26

Maduro diz que Trump é o novo Hitler

Postado por Magno Martins

BBC

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, classificou Donald Trump como "o novo Hitler", depois que o presidente dos EUA disse que Washington poderia tomar medidas adicionais contra o país sul-americano para restaurar a democracia.

Em um jantar na segunda-feira com presidentes da região antes da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, Trump disse que quer uma rápida "restauração" da democracia no país produtor de petróleo, que, segundo ele, está desmoronando.

"Podemos classificar (a declaração de Trump) como a agressão do novo Hitler da política internacional", disse Maduro durante um discurso em uma manifestação política.

"A supremacia racial, a supremacia imperial, foi expressada hoje pelo magnata que pensa que é dono do mundo, mas ninguém ameaça a Venezuela", afirmou ele a centenas de simpatizantes. "Que Donald Trump engula suas palavras. Ele vai passar na história e a revolução bolivariana continuará aqui", disse ele.

A oposição e vários países da região têm pedido a Maduro que liberte centenas de "prisioneiros políticos", que respeite os poderes do Parlamento dominado pela oposição e convoque eleições presidenciais no país, que está sofrendo uma grave crise econômica.

O presidente socialista de 54 anos rebateu que na Venezuela não há "ditadura" e que a crise é consequência de uma "guerra econômica" liderada por seus adversários políticos.

Mais Notícias : CNT-MDA: Lula lidera em todos os cenários para 2018
Enviado por alexandre em 20/09/2017 08:41:42

CNT-MDA: Lula lidera em todos os cenários para 2018

Postado por Magno Martins

Jornal do Brasil

Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte CNT encomendada ao MDA, divulgada nesta terça-feira (19), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na liderança para as eleições de 2018. O petista está na frente em intenções para 1º turno tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea. Para o segundo turno, Lula lidera em todos os cenários em que aparece.

Na pesquisa para 1º turno com respostas espontâneas, Lula tem 20,2% das intenções de voto, contra os 16,6% da última edição da pesquisa, em fevereiro de 2017. Na 2ª colocação está o deputado federal Jair Bolsonaro, que subiu de 6,5% para 10,9%.

João Doria foi citado espontaneamente por 2,4%. Marina Silva, por 1,5%. Também foram lembrados o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (1,2%), Ciro Gomes (1,2%), o senador Álvaro Dias (1%), a ex-presidente Dilma Rousseff (0,7%). O presidente Michel Temer ficou com apenas 0,4% das menções. Já o senador Aécio Neves (PSDB-MG) soma somente 0,3%.

Mais Notícias : PF descobre propinas no exterior para grupo de Temer
Enviado por alexandre em 20/09/2017 08:41:04

PF descobre propinas no exterior para grupo de Temer

Postado por Magno Martins

Relatório foi anexado ao inquérito que concluiu pela existência de uma organização criminosa formada por integrantes do partido. Partido só se pronunciará quando tiver acesso a documento.

Por Jornal Nacional

Uma perícia da Polícia Federal no sistema que registrava as propinas pagas pela Odebrecht comprovou depósitos no exterior para o grupo do presidente Michel Temer. A propina havia sido combinada em reunião com Temer e peemedebistas, segundo a delação de um ex-executivo da empreiteira. O relatório da perícia foi anexado ao inquérito que concluiu pela existência de uma organização criminosa com integrantes do partido.

O que diz a PF

A promessa do pagamento de propina teria sido feita em uma "reunião no escritório político de Michel Temer, no dia 15 de julho de 2010, que contou com a presença dos executivos da Odebrecht Márcio Faria e Rogério Araújo, do operador do PMDB, João Augusto Henriques, do próprio Temer, dos ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves."

Segundo Márcio Faria da Silva, "ficou acertado que a Odebrecht pagaria ao PMDB propina de 4% do valor do contrato assinado entre a Petrobras e a construtora no dia 26 de outubro de 2010 no valor aproximado de US$ 800 milhões. A propina seria de US$ 32 milhões.

No depoimento ao Ministério Público Federal, Márcio Faria disse ainda que, desse total de US$ 32 milhões destinados ao PMDB da Câmara, identificados nos depósitos com os nomes "tremito" e "mestre", US$ 20,8 milhões foram pagos no exterior, enquanto o equivalente a US$ 11,2 milhões foram pagos em espécie no Brasil.

A negociação e o acerto da propina já haviam aparecido na delação premiada do ex-executivo da odebrecht Márcio Faria da Silva, fechada em dezembro do ano passdo.

Agora, depois de analisar milhares de documentos e fazer o confronto deles com planilhas entregues pela Odebrecht, a Polícia Federal concluiu que, de fato, foi feito o pagamento da propina no exterior para o grupo do PMDB na Câmara.

O relatório do perito criminal da Polícia Federal afirma que "os extratos bancários encontrados no sistema drousys - do departamento de propina da Odebrecht - corroboram as afirmações de Márcio Faria da Silva quanto os pagamentos no exterior, porquanto restou comprovado que os US$ 20,8 milhões foram destinados ao PMDB nas contas bancárias denominadas grand flourish e gvtel, esta última aberta em um banco de Antígua, por Rodrigo Tacla Duran, advogado que segundo apurado no curso da operação Lava Jato atuava no setor de operações estruturadas da Odebrecht."

Versões

Saiba abaixo o que disseram os citados:

Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha negaram as acusações.

O PMDB declarou que só vai se pronunciar quando tiver acesso ao documento da Polícia Federal.

O Palácio do Planalto declarou que a narrativa delatada é uma "mentira absoluta". Em nota, o Planalto negou que Michel Temer tenha se reunido com os participantes para tratar de valores ou contratos da Petrobras. Disse ainda que o presidente contesta qualquer envolvimento de seu nome com negócios escusos.

A Odebrecht declarou que continua colaborando com a Justiça, que reconheceu seus erros e que pediu desculpas públicas.

Mais Notícias : Lula vira réu na Operação Zelotes
Enviado por alexandre em 20/09/2017 08:40:24

Lula vira réu na Operação Zelotes

Postado por Magno Martins
Folha de S.Paulo – Camila Mattoso, Letícia Salgado e Bela Megale

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou mais uma vez réu na Operação Zelotes nesta terça-feira (19). Ele é acusado pelo crime de corrupção passiva por supostamente aceitar promessa para receber recursos ilegais em 2009, quando ainda ocupava a Presidência.

O juiz Vallisney Oliveira, do Distrito Federal, recebeu na íntegra a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal no Distrito Federal.

Além de Lula, outras seis pessoas também viraram réus: o advogado Mauro Marcondes, o lobista Alexandre Paes dos Santos e seu sócio na consultoria SGR José Ricardo da Silva, os executivos de montadoras Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa) e Paulo Arantes Ferraz (MMC, atual HPE) e Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete do ex-presidente.

Assim como Lula, Carvalho vai responder pelo crime de corrupção passiva, enquanto os outros foram acusados de corrupção ativa.

O grupo foi denunciado na semana passada.

De acordo com a Procuradoria, Lula e Carvalho aceitaram promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões para favorecer as montadoras MMC (atual HPE) e Caoa na edição da medida provisória 471, de novembro de 2009.

Em troca, o dinheiro serviria para arrecadação ilegal da campanha eleitoral do PT. O esquema era intermediado, segundo o Ministério Público, por Marcondes e Paes dos Santos.

Silva, Paes dos Santos e Marcondes, segundo os procuradores, formaram com outras pessoas uma associação criminosa para corromper agentes públicos e beneficiar as duas montadoras de veículos.

Eles têm negado as acusações.

O ex-presidente é réu em outras seis ações penais, sendo três no Distrito Federal.

No Distrito Federal, responde por obstrução de justiça ao tentar impedir a delação do ex-diretor de Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró; por tráfico de influência no BNDES a fim de beneficiar a empreiteira Odebrecht; e por tráfico de influência na compra de caças suecos junto com o filho Luís Cláudio, também na Zelotes.

Já no Paraná, ele responde ao juiz Sergio Moro por suspeita de receber propina da Odebrecht na compra de um terreno para o Instituto Lula; por corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo um sítio em Atibaia (SP); e já foi condenado, mas recorre em liberdade, por recebimento de vantagem indevida da OAS envolvendo um apartamento triplex no Guarujá (SP).

De acordo com os procuradores, diante da promessa de vender a MP 471/09 em troca de pagamentos no valor de R$ 6 milhões ao PT, Lula e Carvalho "infringindo dever funcional, favoreceram às montadoras de veículo MMC e CAOA ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória nº 471, em 23.11.2009", escreveu o juiz na decisão.

Eles, inclusive, teriam permitido aos empresários terem acesso ao texto da norma antes de ser publicada e numerada, depois de realizados os ajustes encomendados.

Para o juiz Vallisney, "está demonstrada até agora a plausibilidade das alegações contidas na denúncia em face da circunstanciada exposição dos fatos tidos por criminosos e as descrições das condutas em correspondência aos documentos constantes do inquérito".

"Assim, nesse juízo preliminar, não vislumbro qualquer elemento probatório cabal capaz de infirmar a acusação, sem prejuízo da análise particularizada com a eventual contraprova", escreveu Vallisney na decisão.

Agora, as defesas terão dez dias para se manifestar sobre as acusações. Depois, começa a etapa de ouvir testemunhas e apresentar provas e contraprovas.

Lula usa parecer de Janot para pedir absolvição


Do G1

Advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva juntaram ao recurso de apelação que já está no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TFR4), em Porto Alegre, o parecer de Rodrigo Janot, então procurador geral da República, sobre o processo penal da condenação de Lula a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex do Guarujá. Com o documento, a defesa pede absolvição do réu. A petição da defesa foi juntada hoje ao recurso que tramita no TRF4.

O parecer de Janot diz respeito a uma reclamação dos advogados de Lula no Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou indeferida. Na ocasião, a defesa pedia acesso "a supostas negociações preliminares de acordos de colaboração premiada".

No entendimento dos advogados, trechos deste parecer indicam que Lula foi condenado com base nas delações, não em provas. "O documento deixa claro que a condenação do ex-presidente Lula jamais poderia ter se baseado nas palavras do corréu Léo Pinheiro", destaca a defesa, em nota.

José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, é ex-presidente da empreiteira OAS. Condenado pelo TRF4 a 26 anos e sete meses de reclusão, ele está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, acusado de formação de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Na sexta-feira (15), a Procuradoria Geral da República enviou para o STF um pacote de acordos de delação premiada de executivos da OAS e também da Galvão Engenharia. As empresas são investigadas na Operação Lava Jato e acusadas de participação no esquema de desvio de recursos públicos da Petrobras.

A decisão sobre a homologação desses acordos será do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

Do parecer de Janot, um dos trechos destacados pela defesa de Lula é o que diz que "não há nenhum elemento de prova obtido a partir dessas tratativas preliminares já documentados em qualquer procedimento investigativo que seja".

Janot acrescenta no documento que "de todo modo, o feito originário tramitou regularmente, tendo sido proferida sentença condenatória que não faz referência a quaisquer das tratativas aludidas pelo reclamante”.

O então procurador geral da República também escreveu que "essas negociações preliminares de colaboração premiada não configuram elementos de prova já documentados em procedimento investigatório".

Para fundamentar a tese, a defesa de Lula resgata um trecho da sentença de Moro, de 12 de julho: "Ainda que tardia e sem o acordo de colaboração, é forçoso reconhecer que o condenado José Adelmário Pinheiro Filho (Léo Pinheiro) contribuiu nesta ação penal para o esclarecimento da verdade, prestando depoimento e fornecendo documentos".

Também destaca o trecho que diz que "envolvendo o caso crimes praticados pelo mais alto mandatário da República, não é possível ignorar a relevância do depoimento de José Adelmário Pinheiro Filho, sendo seu depoimento consistente com o restante do quadro probatório, especialmente com as provas documentais produzidas e tendo ele, o depoimento, relevância probatória para o julgamento, justifica-se a concessão a ele de benefícios legais".

A defesa conclui a nota reiterando que "o juiz Sérgio Moro condenou Lula sem que Léo Pinheiro tivesse apresentado qualquer prova incriminatória".

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