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Mais Notícias : Frente Nacional de Prefeitos quer fundo da Lava Jato
Enviado por alexandre em 03/09/2019 09:09:29


Frente Nacional de Prefeitos pede ao STF parte do fundo da Lava Jato.

Foto: Alexandre de Moraes, ministro do STF/fonte: wikipédia

Da Folha de S. Paulo - Painel

 

A Frente Nacional de Prefeitos enviou ofício ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para pedir a ele uma parte do chamado fundo da Lava Jato, que acumula hoje R$ 2,5 bilhões.
 
Os gestores querem que uma fração do dinheiro seja investida no combate à evasão escolar e sugerem que o ministro repasse os valores aos municípios.

“Metade dos recursos da Lava Jato já resgataria milhares de crianças para as salas de aula”, diz Jonas Donizette, presidente da Frente Nacional de Prefeitos.




Ex-secretário vai falar sobre período com Bolsonaro


Ex-secretário de Cultura vai "sem filtros" à Câmara falar sobre período com Bolsonaro. Henrique Pires deixou o cargo em agosto afirmando que governo tenta impor censura no país.

O secretário especial de Cultura do governo federal, Henrique Medeiros Pires - Ronaldo Caldas/Ascom Cidadania

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

O ex-secretário especial da Cultura Henrique Pires, que deixou o cargo em agosto afirmando que o governo tenta impor censura no país, foi convidado pela Comissão de Cultura da Câmara para relatar como foram seus oito meses no governo Bolsonaro. “Vou sem filtros”, diz ele.

O ex-secretário refuta a versão do governo de que foi afastado por não estar “desempenhando as políticas propostas pela pasta”. “Estava abaixo da expectativa deles. Mas [na saída] fui convidado para assumir uma fundação no Rio. Há uma contradição aí”, afirma. Ele diz que tem sinalização do governador Eduardo Leite (PSDB), do Rio Grande do Sul, para trabalhar na administração dele.

Mais Notícias : Bolsonaro na ONU: ênfase na soberania brasileira
Enviado por alexandre em 02/09/2019 08:09:13


Bolsonaro deve levar defesa de soberania a discurso na ONU.

Foto - fonte: RenovaMídia

Da Folha de S. Paulo - Painel 
Por Daniela Lima

 

Quem acompanha a elaboração do discurso que Jair Bolsonaro vai fazer na Assembleia Geral da ONU, dia 24 de setembro, diz que ele deve repisar pregação pelo respeito à soberania dos países. O alvo da mensagem será Emmanuel Macron, presidente da Franca, que falou em internacionalização jurídica da Amazônia.

Segundo assessores do presidente, o pronunciamento em rede nacional de TV, no último dia 23, foi um teste das mensagens que ele pretende levar às Nações Unidas sobre a crise amazônica.

Na ocasião, Bolsonaro disse que não vai tolerar crimes ambientais, mas afirmou que as queimadas na floresta não podem ser pretexto para sanções internacionais.


França é líder no ranking de investimento estrangeiro direto no país

Presidente francês, Emmanuel Macron, durante coletiva de imprensa na Bulgária 25/08/2017 REUTERS/Stoyan Nenov (Foto: Reinaldo)

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

A França, com quem o governo Bolsonaro anda às turras, investiu US$ 8,6 bilhões (R$ 35,6 bilhões) no Brasil no segundo trimestre deste ano. E é líder no ranking de investimento estrangeiro direto no país, que inclui EUA, China, Japão e Itália. 

Até o final da década passada, os valores mais expressivos vinham dos EUA. Entre 2010 e 2017, a China entrou no páreo e passou e se alternar na posição de maior investidor. A partir de 2018, houve um crescimento dos franceses e italianos. 

No levantamento, feito pelo Ministério da Economia, são computados fusões e aquisições, construção de novas instalações, reinvestimento de lucros e empréstimos.

Mais Notícias : Eduardo e Ernesto rumo a Washington nesta sexta
Enviado por alexandre em 30/08/2019 08:52:00

Eduardo Bolsonaro e Ernesto Araújo têm reunião na Casa Branca nesta sexta. Dupla espera se encontrar com Trump e agradecer defesa da soberania na Amazônia; Eduardo nega que embaixada esteja em pauta: "Já tenho apoio".

Eduardo Bolsonaro e Ernesto Araújo (Arthur Max/MRE/Flickr)

Da redação da Veja 

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro, indicado pelo pai, o presidente Jair Bolsonaro, para ser o novo embaixador do Brasil em Washington, nos Estados Unidos, visitará nesta sexta-feira a Casa Branca junto com o chanceler Ernesto Araújo, e é provável que ambos se reúnam com o presidente americano, Donald Trump, para falar, entre outros temas, sobre os incêndios na Amazônia.

Segundo a Agência Efe, fontes do governo americano confirmaram que a comitiva brasileira se reunirá com “funcionários do alto escalão” e que, depois desse encontro, é “provável” que ambos compareçam ao Salão Oval para se reunir com Trump e com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo. A fonte da Casa Branca disse, no entanto, que não podia “garantir” que Trump vai receber o deputado e o chanceler.

O anúncio da visita foi feito na quinta-feira, pelo presidente Jair Bolsonaro, durante evento no Palácio do Planalto para lançar o programa “Em frente Brasil”.  Durante a cerimônia, Bolsonaro fez um agradecimento ao presidente dos EUA por ter feito a “defesa” do Brasil durante a reunião mais recente dos países que formam o G7, no último final de semana.

Bolsonaro disse que o governo vai se aproximar cada vez mais de países “que servem de exemplo”. “Espero que Ernesto e Eduardo sejam bem-sucedidos na viagem. Que nós devemos e vamos, como mudou a direção, nos aproximar de países que servem de exemplo para nós”, discursou Bolsonaro.
Após o evento, Eduardo afirmou que falará com Trump sobre o último encontro dos países que formam o G7 e questões envolvendo a região amazônica. “Trump dá muita abertura, então certamente a gente vai entrar nessas questões”, disse Eduardo. “Estarei ao lado do ministro Ernesto fazendo agradecimento como deputado porque o peso do norte-americano dentro do G-7 é essencial.”

Para Eduardo, o fim da reunião do G7 deixou claro que o presidente francês, Emmanuel Macron, tentou usar a Amazônia para fins políticos. “Macron acabou não tendo êxito”, avaliou.

Questionado se ele também trataria da sua indicação para a embaixada do Brasil em Washington com Trump, que ainda precisa passar pelo Senado Federal, Eduardo disse que essa é uma questão para conversar com os senadores. “Tenho que falar com senadores. Já tenho apoio dos EUA através do agrément, agora quem vai decidir são os senadores”, respondeu.

Sobre a possibilidade da viagem reforçar a boa relação que tem com Trump justamente para convencer os senadores, Eduardo avaliou que “a boa relação já é notória”. “Os senadores sabem dessa boa relação. Trump fez publicamente o meu agrément.”

(Com Estadão Conteúdo e EFE)



"Pibinho": haverá empregos "só" na informalidade

Aumento da informalidade

Com "PIBinho", brasileiros seguirão conseguindo emprego "só" na informalidade.

Foto/crédito: Carteira de trabalho | Roberto Moreyra

O Globo - Por Ancelmo Gois

 

O IBGE divulga hoje a taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho. Pela projeção da consultoria IDados, ficará em 11,9% — uma queda bem tímida, de 0,4 pontos porcentuais, em relação ao mesmo período de 2018.

— Como o crescimento do PIB está se mostrando bem reduzido este ano, o emprego formal deve seguir crescendo pouco e, como resultado, as pessoas devem continuar conseguindo emprego principalmente na informalidade — disse o pesquisador Bruno Ottoni.

Mais Notícias : Bolsonaro proíbe queimadas no país por 60 dias
Enviado por alexandre em 29/08/2019 08:32:49

Bolsonaro proíbe queimadas no país por 60 dias

Decreto de Bolsonaro proíbe queimadas no Brasil por 60 dias. Medida prevê permissão para fogo controlado em algumas exceções, como agricultura de subsistência, mas restringe autorizações do Código Florestal.

(Lula Sampaio/AFP)

Da Veja - Por Diego Freire

 

Em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira 29, o presidente Jair Bolsonaro determinou a proibição de queimadas em território brasileiro por sessenta dias, a partir desta data. A decisão é tomada em meio à pressão internacional para que o governo controle incêndios florestais, sobretudo na região da Amazônia.

De acordo com o texto, o uso de fogo em vegetações pode ser autorizado nesse período em apenas três hipóteses: para controle fitossanitário (preservação ou defesa dos vegetais), prática de prevenção e combate a incêndios ou agricultura de subsistência executada por populações tradicionais e indígenas.

O Código Florestal vigente no país permite queimadas controladas em casos específicos, desde que autorizadas por órgãos ambientais competentes. Com a medida, a prática passa a ser mais restrita nos próximos dois meses, antes do início da estação chuvosa na Floresta Amazônica. Segundo declaração recente do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, a proibição definitiva de queimadas em períodos de seca é um assunto estudado pela pasta.

Pelos dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), desde janeiro foram registrados 83.329 focos de incêndios florestal no Brasil, o que representa um aumento de 77% em relação ao mesmo período de 2018. A suspeição pública por parte do presidente Bolsonaro de que os dados do instituto contenham erros e a demissão de Ricardo Galvão da presidência da entidade foram alguns dos fatores que geraram críticas às políticas ambientais do governo no primeiro semestre.

Nas últimas semanas outros episódios intensificaram o quadro, como as decisões dos governos da Noruega e Alemanha de suspenderem doações ao Fundo Amazônia – que patrocina projetos ambientais na região – por entenderem que o Brasil não está seguindo políticas pertinentes para impedir o aumento do desmatamento. Bolsonaro reagiu e chegou a dizer que a verba poderia ser utilizada para “reflorestar” o território alemão, além de associar o governo norueguês à matança de baleias.

Após tarde recente em que o céu da cidade de São Paulo escureceu  – e especialistas indicaram a presença no ar de fumaça de queimadas florestais como uma das causas do fenômeno -, uma crescente pressão internacional denunciou a ocorrência de queimadas na Amazônia, levando o assunto à cúpula do G7 por sugestão do presidente francês Emmanuel Macron.

Bolsonaro e outras autoridades do governo acusaram o chefe de Estado europeu de agir em interesse do setor agropecuário de seu país e desrespeitar a soberania brasileira. Uma doação de 20 milhões de dólares (cerca de 83 milhões de reais) do G7 para o combate de incêndios chegou a ser recusada pelo Planalto, mas nos últimos dias diversas medidas foram tomadas para sinalizar o esforço na preservação das florestas, incluindo o uso da Força Nacional no combate de queimadas.



Governador do Rio entra na mira dos Bolsonaro

Witzel entra na mira dos Bolsonaro, que questionam cumprimento de plano fiscal do Rio.

Wilson Witzel e Flávio Bolsonaro - Fonte: O DIA

Folha de S. Paulo - Painel
Por Daniela Lima

 

A conversa com parlamentares do Rio serviu ainda para a família Bolsonaro explicitar suas divergências com o governador do estado, Wilson Witzel (PSC), que vem flertando com a ideia de ser candidato ao Planalto em 2022.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) criticou o andamento do plano de recuperação fiscal do estado.

Flávio chegou a dizer que o Ministério da Economia deveria produzir um relatório sobre o cumprimento dos compromissos firmados pelo Rio para saber se a gestão estadual está fazendo o dever de casa.

Mais Notícias : Supremo nega absolvição sumária de Marisa Letícia
Enviado por alexandre em 28/08/2019 08:13:08

STF nega absolvição sumária de ex-primeira dama Marisa Letícia. Depois da morte dela, em 2017, o então juiz Sergio Moro já havia negado pedido semelhante.

Foto: wikipedia

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) negou pedido dos advogados de Lula para que a ex-primeira-dama Marisa Letícia fosse absolvida sumariamente dos processos a que respondia quando estava viva.

Depois da morte dela, em 2017, o então juiz Sergio Moro negou pedido semelhante e apenas extinguiu a punibilidade de Marisa.

Os defensores recorreram ao STF. Só um dos ministros, Ricardo Lewandowski, votou a favor do pedido. O julgamento foi realizado no plenário virtual da corte






Nora de Lula sobre procuradores: náusea, nojo e tristeza

Deu náusea, nojo, tristeza, diz nora de Lula sobre procuradores da Lava Jato. Mensagens mostraram procuradores ironizando a morte da ex-primeira-dama e o luto de Lula.

Foto: Ricardo Stuckert

Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo

 

Na terça (27), mensagens reveladas pelo UOL e o site The Intercept Brasil mostraram procuradores da Lava Jato ironizando a morte da ex-primeira-dama e o luto de Lula, tanto no velório dela quanto no do neto Arthur, 7.

A reportagem gerou um desabafo de Marlene Silva, nora de Lula e mãe de Arthur. “Esses senhores [procuradores] não são humanos, não é possível, deu náusea, nojo, tristeza, perplexidade, indignação, raiva, muita raiva, choro... o que estão fazendo conosco!”, disse ela em uma rede social fechada aos amigos. “Nos deixem em paz.”

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