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Mais Notícias : Protesto divide apoiadores de Bolsonaro
Enviado por alexandre em 21/05/2019 08:59:27

Estadão – Vera Magalhães

A convocação para o ato do dia 26 divide aliados do presidente. A deputada estadual Janaína Paschoal criticou os protestos em suas redes e, num grupo de deputados do PSL no WhatsApp condenou a postagem do vídeo do pastor por Bolsonaro, questionando inclusive se alguém que compartilha algo daquela natureza estaria em pleno gozo das faculdades mentais. Ameaçou, também, sair do partido. O presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), considerou “surreal” um protesto com patrocínio estatal.

Os movimentos que lideraram o impeachment de Dilma Rousseff também racharam. MBL e Vem pra Rua negaram fazer parte da convocação dos atos. Os dirigentes do MBL fizeram pesadas críticas a Bolsonaro e ao governo e viram intenções golpistas no ato. Outros ex-apoiadores de Bolsonaro no campo conservador também começam a debandar.



Armas: governadores atacam decreto de Bolsonaro

Governadores de 13 estados preparam carta contra o decreto de Jair Bolsonaro que ampliou o porte de armas no país. Eles pedem que Executivo, Judiciário e Legislativo atuem pela “imediata revogação” do dispositivo."Julgamos que as medidas previstas não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros”, dizem.

“Ao contrário, terão impacto negativo na violência, aumentando a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos e os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias.”

MA, DF, PI, PE, CE, PB, ES, BA, RN, AL, SE, AM e TO assinam o texto.

A convocação de manifestações pró-Bolsonaro e contra o centrão, o Congresso e o STF ampliou o fogo amigo na base do presidente. Janaina Paschoal, que chegou a sair do grupo de WhatsApp do PSL na Assembleia de SP, foi chamada de traidora. O MBL, que apoiou o presidente no segundo turno, tornouse alvo de fake news.   (Daniela – Folha Painel)



Provocar? Bolsonaro avalia ir a manifestação de domingo

Presidente ainda não tomou decisão sobre ida a manifestações no domingo (26)

Gustavo Uribe e Thais Arbex – Folha de S.Paulo

O presidente Jair Bolsonaro considera participar, no próximo domingo (26), de manifestações convocadas no país inteiro em apoio ao seu mandato. O movimento, que é também contrário ao Congresso e ao STF (Supremo Tribunal Federal), tem sido defendido, nas redes sociais, pelos filhos do presidente e por parlamentares do PSL, partido de Bolsonaro.

Segundo relatos feitos à Folha, o presidente indicou, em conversas reservadas, a disposição de comparecer, mas afirmou que ainda não havia tomado uma decisão.

A presença dele é defendida pelo núcleo ideológico do Palácio do Planalto, formado por seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Para eles, a participação do presidente seria um gesto importante a seus apoiadores.

O grupo moderado, que é composto pelos militares, no entanto, considera a ida de Bolsonaro um erro. Para eles, o presidente sofrerá um desgaste independentemente da adesão do público.

Mais Notícias : A direita e domingo: “Fechar o Congresso e cercar”
Enviado por alexandre em 20/05/2019 09:07:17

Os de fios desencapados

“O ideal é todos partirem para Brasília (…). Fechar o Congresso e sitiar aquele povo”

Até agora, os chamados disparados no WhatsApp miram o núcleo mais radical do bolsonarismo. Há um esforço para reengajar caminhoneiros. Nos grupos, os mais inflamados tratam o Congresso e o STF como “um câncer”.  “O ideal é todos partirem para Brasília (…). Fechar o Congresso e sitiar aquele povo. Chamar o Bolsonaro para tomar uma atitude. Se não deixarem, as Forças Armadas”, diz áudio de um dos líderes. 

Apesar da tensão no ambiente político, a equipe econômica acredita que a reforma da Previdência está  “blindada”,graças à ponte estabelecida diretamente entre Paulo Guedes e Rogério Marinho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula da comissão que analisa o projeto.

Há temor, porém, de que manifestações com foco no Congresso acabem contaminando o clima no Legislativo de modo a inviabilizar que, mesmo pessoalmente engajado, Maia consiga fazer a proposta andar. (Daniela Lima – FSP).



Reforma: centrão vai se render e tocar mais rápido?

Apesar da tensão no ambiente político, a equipe econômica acredita que a reforma da Previdência está “blindada”, graças à ponte estabelecida diretamente entre Paulo Guedes e Rogério Marinho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula da comissão que analisa o projeto.

Há temor, porém, de que manifestações com foco no Congresso acabem contaminando o clima no Legislativo de modo a inviabilizar que, mesmo pessoalmente engajado, Maia consiga fazer a proposta andar. 

Simpatizantes de Olavo de Carvalho dentro do PSL pensam diferente. Acham que, sob pressão, o centrão vai se render e analisar a reforma com mais celeridade. (Folha)



A líder do governo e atos do dia 26: “Um tiro no pé”

Integrantes da ala técnica do governo e de parte da bancada do PSL tentam mudar o mote das convocações. A ideia é redirecionar os chamados para uma pauta positiva, de defesa da reforma da Previdência, de  Sergio Moro e até mesmo do presidente, sem ataques às instituições. O PSL discute na terça (21) como, institucionalmente, vai se portar diante do protesto. O tema divide a bancada.

“Eu, pessoalmente, trabalho para que as pessoas entendam que o diálogo faz parte da atividade política”, diz o Delegado Waldir (PSL-GO), líder do partido. Joice Hasselmann (PSL-SP), líder do governo no Congresso, vê os atos como “um tiro no pé”. O Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder na Câmara, pensa diferente.

Que rei sou eu? - Bolsonaro quer usar os atos para mostrar força. Sua bancada monitora o debate nas redes. A meta é levar mais gente às ruas do que o protesto da última quarta (15)  contra a política educacional.  (Painel – FSP)

Mais Notícias : Desafio: venham para cima de mim, não vão me pegar
Enviado por alexandre em 17/05/2019 07:59:26

Desafio: venham para cima de mim, não vão me pegar

Vera Magalhães – Estadão

No rescaldo do protesto de quarta-feira, novas manifestações começam a ser gestadas. Apoiadores do presidente convocam para o dia 26 o ato “Todos Contra o Centrão”, e os críticos dos cortes da Educação levaram ao primeiro lugar no Twitter a hashtag #Dia30VaiserMaior, para o repeteco dos atos de quarta.

Meu filho, minha vida - Outra razão para a irritação de Bolsonaro durante a improvisada e inócua viagem a Dallas foram os desdobramentos das investigações sobre seu filho Flávio, cuja quebra de sigilos atingirá também ex-assessores do próprio presidente e de outro filho, o vereador Carlos.

Bolsonaro acusou o Ministério Público e a imprensa de quererem atingi-lo ao mirar no filho. “Venham para cima de mim, não vão me pegar”, bravateou.



Dilma processa Bolsonaro por declações nos EUA

Bolsonaro afirmou que "quem até há pouco ocupava o governo teve em sua história suas mãos manchadas de sangue na luta armada"

Rayanderson Guerra – O Globo

A ex-presidente Dilma Rousseff diz que vai processar cível e criminalmente o presidenteJair Bolsonaro após declaração dele em viagem a Dallas, nos Estados Unidos. Na entrega do prêmio personalidade do ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, Bolsonaro afirmou que "quem até há pouco ocupava o governo teve em sua história suas mãos manchadas de sangue na luta armada". Em nota divulgada nesta quinta-feira, a petista rebate o presidente: "declaração mentirosa e caluniosa sobre minha história política".

— Quem até há pouco ocupava o governo tinha suas mãos manchadas de sangue da luta armada, matando inclusive um capitão, como eu. Eu rendo homenagem aqui ao capitão Charles Chandler, um herói americano. Talvez um pouco esquecido na história, mas que escreveu sua história passando pelo Brasil — discursou Bolsonaro, sem citar nomes. 

No discurso, o presidente se referia ao capitão do Exército americano Charles Rodney Chandler, assassinado, por grupos de esquerda que participavam da luta armada durante a ditadura militar, em outubro de 1968.



Suspeita: delator dedurando no caso Flávio Bolsonaro

Membros do Ministério Público do Rio apostam que investigadores do caso Flávio Bolsonaro contam com um delator ou testemunha.

Essa versão também chegou a instâncias superiores.

Promotores que não atuam no caso avaliam que os dados da quebra de sigilo serão usados apenas para corroborar ou derrubar teses que o MP já havia formulado.

Peso pesado - Um grande volume de documentos foi anexado ao processo

 A aposta é a de que ao menos uma parte dos dados do senador e dos outros alvos da quebra de sigilo já chegou ao MP. (Daniela Lima - FSP)

Mais Notícias : R$ 2,5 milhões em carros; uso de Bolsonaro e Mourão
Enviado por alexandre em 16/05/2019 08:40:32

Veículos serão usados por presidente e vice em viagens e eventos oficiais nas regiões Norte e Centro-Oeste

Mônica  Bergamo – Folha de S.Paulo

O governo federal vai gastar R$ 2,5 milhões para a locação de carros nas regiões Norte e Centro-Oeste para uso do presidente Jair Bolsonaroe do vice Hamilton Mourão em viagens e eventos oficiais.

Segundo o edital publicado no site da Secretaria da Presidência, a empresa que vencer a licitação deverá disponibilizar 32 veículos ao governo. São exigidos, por exemplo, dois carros blindados do tipo sedan com quatro portas e com película protetora nos vidros laterais e traseiro. 

O documento afirma que a locação resultará “em economia significativa à administração pública em comparação com a manutenção de uma frota própria para atender tal finalidade”. O contrato tem vigência de um ano.



Manifestação: temor de contaminação

Para o governo, a presença de sindicatos (com ataques à reforma da Previdência) e do ex-prefeito Fernando Haddad (PT) nos protestos é a “prova” da circunscrição das manifestações ao grupo de eleitores derrotado nas urnas.

No núcleo ideológico, a avaliação é de que as manifestações de ontem foram “pífias” perto do que se anunciou. A preocupação é uma eventual contaminação da opinião pública sobre a reforma da Previdência.

A oposição viu a mobilização como “sucesso” e o começo de uma onda que vai crescer para além dos tradicionais grupos antibolsonaristas.

Parlamentares acham que o contingenciamento tem como horizonte dobrar as universidades, impressão reforçada por declarações de Weintraub. (Estadão –Coluna)



Flávio Bolsonaro: imóveis para lavar dinheiro, diz VEJA

MP vê indícios de que Flávio Bolsonaro comprou e vendeu imóveis para lavar dinheiro

Relatório aponta que senador lucrou mais de R$ 3 milhões com negociação de 19 imóveis. Segundo o documento obtido pela Veja, há elementos que indicam a prática de organização criminosa no gabinete do então deputado. Flávio Bolsonaro nega as acusações.

Por GloboNews e TV Globo

Um relatório do Ministério Público do Rio (MPRJ) aponta que há indícios de que o senador Flávio Bolsonaro comprou e vendeu imóveis para lavar dinheiro. De acordo com o documento, também há elementos que indicam a prática de organização criminosa em seu gabinete na Assembleia Legislativa (Alerj), quando era deputado estadual.

O documento sigiloso foi obtido pela revista Veja, e as informações foram confirmadas pela TV Globo. O relatório foi usado pelo MP para justificar à Justiça o pedido de quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas relacionadas a Flávio Bolsonaro.

O documento afirma que que há "suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas". De acordo com os investigadores, Flávio investiu R$ 9,4 milhões na compra de 19 salas e apartamentos na Zona Sul e na Barra da Tijuca, no Rio, entre 2010 e 2017, quando ocupava o cargo de deputado.

De acordo com os promotores, há indícios de que Flávio lucrou mais de R$ 3 milhões com as negociações.Segundo a reportagem da Veja, a suposta fraude pode ter ocorrido para "simular ganhos de capital fictícios" que encobririam "o enriquecimento ilícito decorrente dos desvios de recursos" da Alerj.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: MP vê indícios de que Flávio Bolsonaro comprou e vendeu imóveis ...

Mais Notícias : Sigilo: 55 na investigação sobre filho de Bolsonaro
Enviado por alexandre em 15/05/2019 08:02:35

Sigilo: 55 na investigação sobre filho de Bolsonaro

Quebra de sigilo atinge 55 pessoas da Alerj ligadas a investigação sobre Flávio Bolsonaro

São funcionários ou ex-funcionários da Alerj que terão seus dados analisados pelo Ministério Público do Rio

O Globo - Ana Clara costa, Marlen Couto, Dimitrius Dantas, Tiago Aguiar e Silvia Amorim

Mais da metade dos 95 pedidos de quebra de sigilo autorizados pela Justiça do Rio na investigação sobre o suposto esquema de “rachadinha” no gabinete do ex-deputado estadual e hoje senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) atinge pessoas que trabalharam diretamente com ele na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj ) ou ocuparam outros cargos na Casa. São 55 funcionários ou ex-funcionários da Alerj que terão seus dados analisados pelo Ministério Público do Rio, entre eles Leonardo Rodrigues de Jesus, mais conhecido como Léo Índio , primo dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

A abertura dos sigilos autorizada pela Justiça abrange o período entre janeiro de 2007 a dezembro de 2018, e mostra ainda que as frentes de apuração sobre as atividades financeiras de Flávio vão além da suspeita de devolução de parte do salário de ex-funcionários na Alerj.

O MP-RJ investiga a origem do dinheiro de empresários e empresas que fizeram negócios imobiliários com o senador — Flávio fez 19 transações de imóveis nos últimos 15 anos. Na lista dos sigilos abertos, há firmas que atuam no setor, além de outras de atividades como informática e venda de perfumes ( leia reportagem abaixo ).

Há ainda um terceiro grupo de pessoas ligadas à família mas não necessariamente na Alerj — neste caso estão, por exemplo, a mulher de Flávio, seus pais, dois ex-militares que receberam condecorações do senador e uma ex-secretária parlamentar do atual presidente Jair Bolsonaro.

Leia reportagem na íntegra clicando ao lado: Quebra de sigilo atinge 55 pessoas da Alerj ligadas a investigação ...


Eduardo passou da conta, admitem aliados

Até aliados do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) admitem que a extensão da devassa fiscal e bancária autorizada pela Justiça vai deixá-lo exposto e fragilizado. Um integrante de órgão de controle resume o tamanho da encrenca: “Nem Madre Teresa sobrevive a 10 anos de quebra de sigilo”.

O Ministério Público poderá analisar a movimentação financeira do senador em diferentes períodos de sua vida política, passando, por exemplo, pela campanha à Prefeitura do Rio, em 2016.

Nas cortes superiores, ministros lembraram do cheque depositado pelo ex-policial Fabrício Queiroz na conta da primeira-dama Michele Bolsonaro. Queiroz também teve o sigilo quebrado. Com isso, será possível checar todas as transferências feitas por ele de 2007 a 2017.

Integrantes do PSL evitaram comentar o assunto nos grupos de WhatsApp. (Painel – FSP)



Morte de diretor adia contratação de Palocci

No início de abril, o ex-ministro informou que seria contratado como assessor de planejamento do  Instituto Universal Brasileiro

Mônica Bergamo  - Folha de S.Paulo

ex-ministro Antonio Palocci ainda não conseguiu começar seu trabalho no Instituto Universal Brasileiro (IUB), empresa de cursos do ensino fundamental, médio, técnico e profissionalizante a distância.

O diretor-presidente do IUB, Luiz Fernando Diniz Naso, morreu há algumas semanas. Ele foi o responsável pela oferta da vaga de trabalho e era o interlocutor do ex-ministro dentro da empresa. 

Por isso, ainda não se sabe se haverá alguma mudança no planejamento de trabalho apresentado pelo ex-ministro à Justiça.

No início de abril, Palocci informou à 12ª Vara Federal de Curitiba que seria contratado como assessor de planejamento da empresa e cumpriria jornada de trabalho no horário comercial.

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