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Política : Meio ambiente
Enviado por alexandre em 04/02/2011 19:54:40



Vice-governadoria e SEDAM ouvem prefeitos de Rondônia



Os prefeitos de Rondônia querem agilidade na emissão de licenças ambientais às prefeituras, entre outros serviços da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental. O assunto foi discutido nesta quarta-feira (02/02), entre a Associação Rondoniense de Municípios, o vice-governador do estado, Airton Gurgacz e a dirigente da SEDAM, Nanci Rodrigues. Os gestores municipais foram recepcionados no gabinete da Diretoria Geral do DETRAN.



Na audiência, que foi solicitada pelo presidente da AROM e prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes, a secretária e o vice-governador ouviram as reivindicações dos gestores para o setor. Em pauta a isenção da taxa para emissão de licenças pagas pelos municípios, mais celeridade no serviço e a descentralização de alguns serviços. Laerte esteve acompanhado pelos prefeitos Charles Luiz, de Vale do Paraíso, José Ribeiro, de Presidente Médici e Alcides do Som, de Castanheiras.


De acordo com Laerte, os colegas prefeitos saíram satisfeitos da reunião e agradecidos pela oportunidade dada pelo vice-governador para debaterem as questões ambientais. “Os serviços prestados pela SEDAM aos municípios são muito importantes, principalmente as licenças, que são um dos documentos necessários para a execução de qualquer obra das prefeituras. Precisamos avançar nesse sentido, para evitarmos atrasos e outras pendências”, explicou o municipalista.

Política : Trairagem
Enviado por alexandre em 03/02/2011 19:51:15



Confrotado com traição ao governo na eleição da AL, PT pode entregar cargos

“Quer dizer que vocês são nossos parceiros apenas nas vitórias?”, teria retrucado Tomás Correia.


Paulo Queiroz, do TUDORONDONIA EM BRASÍLIA

Confrontada por lideranças governistas com episódio em que a bancada estadual preferiu fechar um acordo com os oponentes do governador Confúcio Moura (PMDB) na eleição da Assembléia Legislativa, a direção da Comissão Executiva Regional do Partido dos Trabalhadores (PT) de Rondônia decidiu entregar os cargos que ocupa na administração peemedebista.

A informação, que começou a circular na tarde desta quinta-feira (03), é atribuida ao deputado Adelino Folador (DEM), um dos primeiros nomes cogitados como candidato do Palácio Presidente Vargas à Presidência do Poder Legislativo rondoniense.

De acordo com a notícia, ao primeiro suplente do senador Valdir Raupp (PMDB), Tomás Correia, um dos peemedebistas que interpelou a direção petista sobre o episódio da ALE, o ex-deputado federal Eduardo Valverde, presidente regional do PT rondoniense, teria dito que os deputados petistas preferiram apoiar Valter Araújo para evitar que o partido perdesse mais do que perdera nas eleições de 2010.

“Quer dizer que vocês são nossos parceiros apenas nas vitórias?”, teria retrucado Tomás Correia.

O diálogo teria ocorrido logo após a divulgação do resultado da eleição da Assembléia, pleito em que o apoio do PT à candidatura oposicionista mostrou-se decisiva para a vitória do petebista Valter Araújo.

Política : Trabalho
Enviado por alexandre em 03/02/2011 03:25:59



Deputado Marcelino Tenório toma posse na ALE e reafirma compromisso com a sociedade

Tomou posse na 8ª legislatura da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia- ALE/RO o deputado estadual Marcelino Tenório (PRP – Ouro Preto), a cerimônia foi bastante concorrida e contou com varias personalidades políticas e judiciárias. Em seu primeiro pronunciamento como deputado empossado Marcelino Tenório, iniciou agradecendo em primeiro lugar pela sua vitória a Deus e em seguida a família e o povo que depositaram nas urnas 12.025 votos desbancando velhos nomes da política.



O deputado estadual Marcelino que disputou pela primeira vez uma eleição disse que chega a ALE/RO sem atrelamento político e apenas com a missão de lutar pelo povo aqueles que acreditaram em suas propostas e também o que não apoiaram. O deputado foi bastante enfático ao afirmar que vai ser um parlamentar atuante e fiscalizador, mas também será um parceiro do governo do Estado para que o bem estar do povo seja sempre prioridade.



Com forte ligação ao setor rural, o deputado Marcelino reafirmou o que tinha dito durante a campanha eleitoral será um árduo defensor do homem do campo o que segundo o deputado é a mola mestre da economia do estado. “Vou ser um deputado que vai brigar pelo o que é justo e não por interesses próprios ou de grupos, sabemos que uma parceria com o governador Confúcio Moura é benéfica e para isso vamos ser na Casa (Assembléia Legislativa) um aliado, mas dando satisfação de nossos atos ao povo que nos conduziu para este mandato, que vamos saber honrar em todo o seu momento com trabalho e respeito ao povo de Rondônia”, disse Marcelino Tenório que foi bastante aplaudido pelos presentes.



Falando sobre as regiões polarizadas pelos municípios de Ouro Preto do Oeste e Jaru, o deputado Marcelino afirmou que o potencial econômico dos municípios englobados tem tudo para ser fortalecido e para isso vai apresentar projetos que venham de encontro aos anseios da população.

Autor: Alexandre Araujo

Fonte: ouropretoonline.com

Política : E dai PT
Enviado por alexandre em 02/02/2011 13:23:15



Se Confúcio não pode contar com o PT na ALE, por que mantê-lo no governo?
Apenas no dia da eleição da mesa da Assembléia foi que se soube que o presidente regional do PT, Eduardo Valverde, estava blefando, presumivelmente numa tentativa de ficar bem na foto.

Por Paulo Queiroz - Tudorondonia, de Brasília


Depois do que ocorreu na Assembléia Legislativa neste 1º de fevereiro, ao governador Confúcio Moura não restará outra coisa a fazer senão exonerar todos petistas do seu governo. E quando precisar do PT rondoniense no lugar onde o Executivo normalmente necessita de aliados, tratar diretamente com quem pode socorrê-lo – com os que detêm votos. Senão vejamos:

Apenas no dia da eleição da mesa diretora da Assembléia Legislativa de Rondônia foi que se soube que o presidente regional do PT, o ex-deputado Eduardo Valverde, estava blefando, presumivelmente numa tentativa de ficar bem na fotografia. Confira o leitor.

Como chegaram a divulgar na véspera alguns veículos eletrônicos do pedaço, entre eles o “Tudorondonia”, o “Rondoniasim”, “Oobservador” etc., o governo havia jogado a toalha e caminhava para tentar alguma espécie de acordo com os articuladores da candidatura do deputado Valter Araújo.

Pelas informações de que dispunha o Palácio Presidente Vargas, politicamente, era, senão a melhor alternativa, seguramente o mais sensato a fazer. O que se pretendia era evitar o desgaste e, eventualmente, os traumas da humilhação de uma previsível derrota na hipótese de que o governo decidisse partir para o confronto. Pelas contas do Palácio, tornara-se praticamente impossível reverter o processo.

Foi quando aos articuladores palacianos chegou a mensagem com uma proposta a partir da qual valeria a pena um derradeiro esforço para tentar a salvação da lavoura: Eduardo Valverde havia ligado e assumira o compromisso de garantir os votos dos três deputados petistas – Hermínio Coelho, Epifânia Barbosa e Ribamar Araújo -, desde que o deputado jesualdo Pires (PSB), a opção tardia do governo no processo, reunisse outros 10 apoios.

Não deu tempo para confabulações mais demoradas. Entrevisto o sinal de luz no fim do túnel, após cálculos apressados e confirmação de probabilidades favoráveis, os articuladores palacianos trataram de cair na capoeira para tentar a missão quase impossível. Àquela altura, as próprias estimativas oficiais contabilizavam 18 intenções de voto na postulação do petebista Valter Araújo.
Para se ter uma idéia das dificuldades que se teve de transpor, coube ao ex-prefeito de Porto Velho e atual primeiro suplente do senador Valdir Raupp (PMDB), Tomás Correia, localizar e trazer de volta ao ninho antigo a ovelha desgarrada Edson Martins (PMDB), de quem se sabia fechadíssimo com as forças oponentes, até porque com lugar assegurado na futura mesa diretora da ALE, não obstante tido e havido como líder do governo.

Martins terminaria por ser localizado em Manaus, numa espécie de estância de pesca. Ao contrário do que se andou propalando, não estava na companhia dos demais apoiadores de Valter Araújo. Desta vez, não houve o cogitado confinamento. Ao menos o coletivo. Aos que fecharam acordo com a postulação petebista, foi sugerido que, por precaução, se pusessem fora do alcance de propostas diversionistas. Cada um tomou um destino da sua predileção. O peemedebista escolheu pescar no Solimões.

Não deve ter sido fácil, mas quem conhece Tomás Correia sabe que, em missões dessa natureza, mesmo quase impossíveis, dificilmente se verá ele retornar de uma delas de mãos abanando. Com Martins não foi diferente.

Mas por aí se tem uma idéia do esforço que o governo teve que fazer para atingir a cota exigida por Valverde como condição para garantir os três votos do PT no candidato governista. Atingiu. O governo pensou ter amanhecido o primeiro dia de fevereiro com a ALE na algibeira. Durou pouco.

O tempo de estabelecer os primeiros contatos diretos com os titulares propriamente ditos dos votos prometidos por Valverde. “Sei dessa história não”, retrucou cada um deles, sucessivamente, sempre que alcançado por um telefonema governista.

Que Valverde blefara, não restava dúvida. Mas custou a cair a ficha para saber com que propósito. Para encurtar a conversa, aos palacianos, ficou a impressão de que o dirigente petista apostara no insucesso governamental ao tentar reunir os 10 apoios por ele exigidos como condição de garantir os votos da bancada. Ou, mais provável ainda, teria apostado em que o Palácio sequer tentaria.

De modo que, ao fim e ao cabo, Valverde poderia dizer que só não entregara a mercadoria que garantiria a vitória na ALE porque o governo não conseguira fazer a sua parte. Deu xabu.

Quando ficou claro que os deputados petistas estavam mais era se lixando para os eventuais devaneios disciplinares da direção do partido, dois dos 10 titulares de votos que o governo conseguira reverter decidiram voltar para o lugar de onde não deveriam ter pensado em sair.

Mas aí, ao governo, não sobrara mais a alternativa de evitar o confronto e a derrota anunciada. A um Edson Martins, por exemplo, não restava mais a chance de voltar para o lugar de onde fora tirado. Até porque o posto que lhe coubera originalmente na mesa petebista agora estava ocupado - ora, ora, ora – por um petista.

Conquanto próceres do PMDB já tivessem descoberto o logro petista desde as primeiras horas da manhã, não se sabe se o governador Confúcio Moura entrou na Casa de Shows Talismã feita plenário da ALE sabendo disso. Não faz sentido.

Para achar alguma coerência no fato de se ter ausentado em meio à solenidade, seria preciso supor que não tinha confirmada a viagem para Brasília quando entrou no recinto. Dificilmente teria entrado lá se soubesse que teria de sair em meio à cerimônia, dando margem às mais desconfortáveis interpretações.

O certo é que, pelos manuais mais elementares da política, ao governador Confúcio Moura parece não restar escolha, senão exonerar os petistas do seu governo. A partir do momento em que o espaço que o PT ocupa no governo deixou de garantir a este o apoio político de que precisa, a legenda tornou-se peso morto.

Aos partidários do Chefe do Executivo, resta torcer para que os quadros do PT nomeados para a administração estadual não tenham sido indicados pelos deputados da legenda que se aliaram ao PTB na Assembleia. Pelo jeito, não teve nada a ver.

Desse modo, o Palácio Presidente Vargas poderá buscar legitimação no compartilhamento do Poder com quem pode, de fato, assegurar retorno político às demandas governamentais. Pelo que se viu, a direção do PT rondoniense é incapaz de garantir o que, de fato, interessa à governabilidade.

Política : O traira
Enviado por alexandre em 02/02/2011 13:19:51



PP vai entrar com pedido na Justiça Eleitoral por infelidade partidária contra Jacques "Traira" Testoni
O parlamentar progressista teria sido contra a orientação do partido e votou na chapa 2 encabeçada pelo deputado estadual Jesualdo Pires (PSB-Ji-Paraná).

Atenta aos últimos acontecimentos, a Executiva Estadual do Partido Progressista (PP) prepara farta documentação para ingressar hoje na Justiça Eleitoral contra o deputado estadual Jacques Testoni (PP-Ouro Preto) por infidelidade partidária. O parlamentar progressista teria sido contra a orientação do partido e votou na chapa 2 encabeçada pelo deputado estadual Jesualdo Pires (PSB-Ji-Paraná), durante a eleição realizada ontem para eleger a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.


Na eleição realizada ontem o deputado estadual Valter Araújo (PTB-Porto Velho) foi eleito presidente do Poder Legislativo para o biênio 2011/2013. Na mesma chapa de Valter, o deputado Maurão de Carvalho (Ministro Andreazza), do PP, foi eleito 2º Vice-Presidente. Jacques teria sido orientado pela Executiva do PP a votar na chapa 1, mas optou na chapa do deputado Jesualdo Pires.


PT seguiu orientação - Segundo apurou o blog, a Executiva Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), decidiu não interferir na eleição para Mesa Diretora da Assembleia e deixou seus parlamentares livres para participar do processo eleitoral. Os deputados estaduais Hermínio Coelho e Epifánia Barbosa, ambos de Porto Velho, decidiram fazer parte da chapa de Valter Araújo. Hermínio foi eleito Vice-Presidente e Epifánia Segunda Secretária.


Voto de bancada - O PMDB também orientou a bancada estadual a votar em Jesualdo Pires. Zequinha Araújo (Porto Velho) e Edson Martins (Urupá) seguiram orientação do partido. Na eleição de ontem, representates do PP estiveram acompanhando a eleição da Mesa Diretora e gravaram toda a sessão. O PP tem como presidente regional do senador Ivo Cassol.

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