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Policial : PF MULHER
Enviado por alexandre em 07/10/2017 17:11:12


Mulheres ocupam mais espaço na PF, mas dizem que machismo persiste
Foto: Ricardo Borges/Folhapress

As mulheres buscam cada vez mais espaço em todas profissões

O filme "Polícia Federal — A Lei é Para Todos" bateu 1 milhão de espectadores e recebeu críticas quanto à forma como o trabalho da equipe da Lava Jato foi retratada. Em pelo menos um aspecto, porém, condiz com a realidade: a delegada Bia, representada pela atriz Flávia Alessandra, é a única personagem mulher da trama.


Na vida real da PF, elas também são minoria. A corporação não divulga quantas mulheres estão entre os cerca de 11 mil servidores. Sindicatos estimam que seria algo entre 15% e 25%. A Folha ouviu seis policiais federais, entre agentes e delegadas. Parte pediu anonimato.


Elas afirmaram que o machismo é presente na PF, mesmo que em menor medida em relação aos anos 1990. A agente da Polícia Federal Janaína Magalhães, que atualmente está na Interpol.No fim do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e início do governo Lula (PT), aumentou procura de mulheres à medida que as ações da PF ganhavam notoriedade na imprensa.

O fato de a PF ser uma polícia de perfil de inteligência em detrimento do "pé na porta" ajudou a atrair interessadas. "A mulher precisa se impor com profissionalismo e postura para não ser rotulada", disse a agente Janaína Magalhães, 43, atualmente na Interpol. Com três filhos, ela precisa manter uma "força-tarefa" em casa, já que muitas vezes é designada para trabalhos que duram até um mês.

"Eu digo que sou policial, professora, mãe, secretária, 'Uber', tudo. Eu que cuido do horário da escola, do inglês, do taekwondo, da limpeza da casa, da manutenção e das contas. Tenho uma força-tarefa com meu marido, minha sogra e minha mãe, mas as decisões sempre sou eu quem toma", explicou. Uma agente da Lava Jato no Rio mantém uma mala sempre pronta em casa e o marido de sobreaviso para o caso de uma operação deflagrada em cima da hora.

Grávidas

Há uma luta das mulheres da PF para que grávidas não deem plantão e lactantes não precisem ficar de sobreaviso. Há três anos, uma agente conseguiu liminar na Justiça para poder prestar o curso da academia de polícia durante a gestação. A policial obteve o direito de se ausentar das aulas de tiro, defesa pessoal e educação física, não recomendadas em razão da gravidez avançada. Ela pôde completar o curso no ano seguinte.

A PF tem se adaptado à realidade de mais mulheres em suas fileiras. Até pouco tempo atrás, a roupa de trabalho, composta de calça cargo e camiseta preta, só tinha modelagem masculina. As mulheres têm que lidar com a disputa com homens já no início da carreira. "Testes" são comuns.

No seu primeiro ano de serviço, quando tinha apenas 21 anos, Janaína Magalhães foi designada para um trabalho no aeroporto internacional de Guarulhos (SP). Os homens a fizeram algemar um traficante de drogas colombiano como uma espécie de prova de fogo de sua competência.

A agente Lilian Vogell Castilho, 43, recorda que, em 2006, quando atuava em Rondônia, ela e seu parceiro encontraram um foragido em um bar. "Ele olhou para mim e disse: você acha que uma 'mulherzinha vai me prender'? Era um cara grande e tivemos que usar a força para contê-lo", declarou.

Uma agente que atuou na área de crimes ambientais na região Norte do país relatou que os aviões Hércules, da FAB (Força Aérea Brasileira), que transportam os agentes, não têm banheiro para mulheres. "Quando íamos de helicóptero, eu era a única mulher e sempre ouvia gracinhas do tipo: 'você quer com ou sem emoção', como se o fato de ser mulher fosse justificativa para eu ter medo de voar".

Perfil

"O perfil das investigações requer mais concentração, uma quantidade grande de análise de documentos, enfim, não é uma polícia bruta", diz a delegada Tânia Prado, 39, que entrou na PF aos 24 anos.

No monitoramento a suspeitos, costumam levar a melhor sobre os homens. Um alvo num restaurante, por exemplo, desconfiará se dois homens sentarem na mesa ao lado. Duas mulheres ou um casal levantam menos suspeitas. Uma agente disse que certa vez o alvo chegou a lançar um flerte enquanto ela fazia fotografias dele com um relógio especial para isso.


Folha de S. Paulo

Policial : TERRORISTA PRESO
Enviado por alexandre em 04/10/2017 18:32:19


Polícia prende terrorista em Corumbá quando tentava fugir para Bolívia
Cesare Battisti tentava fugir de provável extradição para Itália

Na semana passada a defesa do italiano entrou com pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF)


O terrorista italiano Cesare Battisti foi preso no começo da tarde desta quarta-feira (4) durante uma blitz da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na cidade de Corumbá (MS), na fronteira do Brasil com a Bolívia.

Condenado duas vezes na Itália à prisão perpétua, acusado de quatro assassinatos na década de 70, quando era membro do grupo Proletários Armados para o Comunismo (PAC), de extrema esquerda. Em 2010, o então presidente concedeu-lhe "asilo político", apesar da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de extraditar o criminoso.

A suspeita é que Battisti estava tentando fugir do país e se refugiar na Bolívia, já que o governo italiano solicitou ao Brasil que seja anulado seu refúgio para que ele cumpra sua pena na Itália.

Na semana passada, a defesa do terrorista entrou com pedido de habeas corpus no STF na tentativa de impedir uma eventual extradição. O relator do pedido é o ministro Luiz Fux, e não há data prevista para a decisão do caso.

diário do poder

Policial : LIBERDADE!
Enviado por alexandre em 26/09/2017 00:40:00



CCJ pode votar proposta para reduzir superlotação nos presídios nesta quarta


O projeto de Lei (PLS 513/2013) que discute a redução do número excessivo de presos nas penitenciárias poderá entrar na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (27). O projeto altera a Lei de Execução Penal em mais de 200 pontos. Ele prevê, por exemplo, que toda vez que um presídio atingir a sua capacidade máxima seja feito um mutirão para verificar se há algum detento que já tenha cumprido as exigências para ser libertado, se ainda assim a lotação não for normalizada aquele prisioneiro que tiver mais próximo de concluir a sua pena terá a liberdade antecipada. O texto também proíbe a permanência de presos provisórios na penitenciária e da um prazo de quatro anos para extinção das carceragens nas delegacias de polícia. O projeto e é de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

Policial : CONDENADO
Enviado por alexandre em 20/09/2017 21:44:10


Justiça condena Sérgio Cabral a 45 anos de prisão na Operação Calicute
Pena por corrupção, lavagem e mais crimes é a maior da Lava Jato

Justiça Federal do Rio condena Sérgio Cabral a 45 anos de prisão na Operação Calicute. Foto: Rodrigo Felix

A Justiça do Rio de Janeiro condenou nesta quarta (20), o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) a 45 anos e 2 meses de prisão na Operação Calicute, desdobramento da Lava Jato. Além da reclusão, a maior no âmbito da Lava Jato, Cabral deverá pagar multa por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

As denúncias da Operação confirmaram desvio de verba de contratos do governo do Rio com empreiteiras. Além de Cabral, a sentença do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, também condena outras 11 pessoas por participação no esquema, entre elas a esposa de Cabral, Adriana Ancelmo, condenada a 18 anos e 3 meses de prisão.

A sentença descreve o ex-governador como “idealizador do gigante esquema criminoso institucionalizado no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro, era o chefe da organização, cabendo-lhe essencialmente solicitar propina às empreiteiras que desejavam contratar com o Estado do Rio de Janeiro, em especial a Andrade Gutierrez, e dirigir os demais membros da organização no sentido de promover a lavagem do dinheiro ilícito”.

O advogado de Cabral, Rodrigo Rocca, disse que “A sentença é uma violência contra o Estado democrático de Direito e só reforça a arguição de suspeição que mós já fizemos contra o juiz que a prolatou.” Rocca afirmou que a condenação já era esperada e, por isso, ele já trabalhava em recurso de apelação para os órgãos de jurisdição superior.

Cabral já está preso desde novembro de 2016. Ele tem uma primeira condenação imposta pelo juiz Sérgio Moro – 14 anos e 2 meses de reclusão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

DIÁRIO DO PODER

Policial : PERIGOSO
Enviado por alexandre em 15/09/2017 21:22:59


Joesley tem pouco apreço pela autoridade e a lei, diz juíza do TRF3
Magistrada acha que, solto, ele põe em riso a ordem pública

Joesley Batista é investigado por suspeita de manipulação do mercado financeiro. Foto: Werther Santana/Estadão

Ao manter preso, nesta sexta (15), o empresário Joesley Mendonça Batista, da JBS, a juíza Tais Ferracini, convocada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), afirmou que o executivo ‘demonstra pouco apreço pela autoridade e observância da lei’. A magistrada negou liminar em habeas corpus a Joesley e a seu irmão Wesley Batista, alvos da Operação Acerto de Contas, 2ª fase da Tendão de Aquiles.

Os empresários são investigados por suspeita de manipulação do mercado financeiro e da moeda americana usando informações privilegiadas de sua própria delação premiada com a Procuradoria-Geral da República.

“O paciente, nessa análise perfunctória, demonstra pouco apreço pela autoridade e observância da lei, pelo que não são meras ilações a possibilidade de que, em liberdade, represente risco à ordem pública”, anotou a juíza.

“Os indícios da autoria delitiva do paciente, decorreram da circunstância de Joesley Mendonça ser o emissor de ordens de compra e venda de ativos financeiros no período em que, juntamente a outros executivos, negociava acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República.”

A investigação aponta que Joesley Mendonça foi o responsável por ordenar as operações de venda de ações da JBS, por meio de sua controladora FB Participações, dirigida por ele à época, ‘de forma não usual e concomitante ao procedimento de recompra da JBS’.

“Tenho que os elementos dos autos indicam indícios suficientes de autoria e materialidade do delito”, anota a juíza.

Tais Ferracini destacou que sua decisão ‘não leva em consideração a eventual quebra da delação em questão por motivos outros, alheios aos presentes autos’. Os irmãos são delatores na Operação Patmos, desdobramento da Lava Jato, perante o Supremo Tribunal Federal.

Joesley perdeu nesta quinta-feira, 14, os benefícios da delação após ter seu acordo rescindido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O motivo foi um áudio de 4 horas no qual o empresário e o executivo Ricardo Saud, do Grupo J&F, mencionam que o advogado Marcelo Miller, ainda enquanto procurador da República, teria atuado para garantir facilidades aos delatores junto à Procuradoria-Geral da República.

No domingo, 11, Joesley e Saud foram presos temporariamente por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, por suspeita de violação de sua delação premiada. Nesta quinta-feira, 14, o ministro decretou a preventiva dos executivos. Joesley tem agora dois mandados de prisão preventiva contra si.

O empresário estava preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília. Nesta sexta-feira, 15, Joesley foi transferido para São Paulo. Joesley será ouvido em audiência de custódia referente à Tendão de Aquiles. (AE)

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