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Policial : MERECIMENTO
Enviado por alexandre em 16/05/2018 08:15:36


Os dois PMs de SP merecem festa

Em qualquer lugar do mundo, quem puxa a arma para assaltar precisa saber que arrisca a própria vida

Elio Gaspari – Folha de S.Paulo

A primeira cena deu-se em Suzano, no interior de São Paulo: Katia Sastre levou a filha de 7 anos para uma festa da escola, estava na calçada, junto com outras mães e crianças, quando um assaltante começou a revistar o segurança. Katia é cabo da Polícia Militar. Num átimo, tirou sua pistola da bolsa e deu-lhe três tiros, quase à queima-roupa. Matou-o.

No dia seguinte, no Guarujá, numa farmácia, um assaltante armado com um revólver perseguiu durante 16 segundos um cidadão que estava na loja. Era um PM em dia de folga. Com um tiro, matou o bandido.

Os vídeos dos dois episódios estão na rede e não deixam dúvida. Não se está numa daquelas parolagens em que a polícia fala em confrontos que em São Paulo giram em torno de 20 por mês. No Rio, são cinco por dia. (Um terceiro caso de PM sem farda matando assaltante, ocorrido também em São Paulo, infelizmente não tem vídeo.)

O governador Márcio França fez uma justa homenagem a Katia Sastre mas, tendo gostado do espetáculo, deu-se a um momento de comédia:

“As pessoas têm que entender que a farda deles [PM] é sagrada, é a extensão da bandeira do Estado de São Paulo. Se você ofender a farda, ofender a integralidade do policial, você está correndo risco de vida. É assim que tem que ser.”

Quer dizer que se uma pessoa ofender um PM, caso de desacato previsto no Código Penal, “está correndo risco de vida”.

Deixando-se de lado a irresponsabilidade de França, o comportamento da PM de Suzano e de seu colega do Guarujá foi adequado. Casos clássicos de legítima defesa não podem ser vistos como estímulo à letalidade.

A segurança pública será um dos grandes temas da eleição de outubro. Os 18% de Jair Bolsonaro na pesquisa da CNT/MDA, bem como o surto do governador paulista, comprovam essa relevância.

O professor Mário Henrique Simonsen ensinava que o problema mais difícil do mundo, caso seja bem formulado, um dia poderá ser resolvido. Já os problemas mal formulados, ainda que fáceis, são todos insolúveis. Discutir a letalidade das forças da segurança pública junto com a atitude dos dois PMs dos vídeos é uma forma de embaralhar a questão, tornando-a insolúvel.

Pior: trata-se de aproveitar os holofotes para pontificar sobre o inexistente, em nome do politicamente correto. Casos existentes, politicamente inconvenientes, ficam na penumbra.

Na noite de 11 de novembro de 2017, sete pessoas foram mortas no Complexo do Salgueiro, no Rio. Moradores viram pessoas vestidas de preto, mascaradas, e com capacetes. Blindados do Exército passaram pela cena e uma mulher que socorreu um ferido diz que encontrou soldados na cena. O inquérito está na jurisdição do Ministério Público Militar. Foram ouvidos soldados, sargentos e oficiais, mas não foram tomados depoimentos de testemunhas civis. Outra investigação, da polícia do Rio, ouviu civis, mas não entrevistou militares. Passaram-se seis meses e não se sabe o que aconteceu no Salgueiro naquela noite. Nadinha.

O escritório brasileiro da Human Rights Watch vem chamando a atenção para esse episódio, sem muito sucesso. A Human Rights Watch é uma organização internacional e em 1997 compartilhou o Prêmio Nobel da Paz. Sua sede fica em Nova Yok

Policial : OPERAÇÃO ÉGIDE
Enviado por alexandre em 07/05/2018 21:04:34


Operação nas fronteiras apreendeu mais de 240t de drogas
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 233 toneladas de maconha, oito toneladas de cocaína, 1.055 armas de fogo e aproximadamente 193 mil munições, durante os dez meses de Operação Égide.

Isso representa quase uma tonelada de droga por dia. A ação é realizada nas rodovias federais dos estados de fronteira e corredores com o Rio de Janeiro. O objetivo é conter a chegada de drogas e armas ao país. Desde o início da operação, dia 10 de julho de 2017, até o último domingo (6) a PRF também prendeu 16 mil pessoas, recuperou 3.689 veículos roubados ou furtados, e apreendeu quase 8 milhões de pacotes de cigarros contrabandeados.

Dentre os detidos, equivalente a 2,22 pessoas por hora, 1.334 foram detidos por crime de tráfico de drogas, 1.437 já possuíam mandado de prisão, 303 por receptação de veículo roubado, 824 por uso de documento falso, 893 por contrabando e descaminho e 166 por roubo de carga, além 11.101 por outros crimes.

As ações da PRF acontecem em três etapas simultâneas: nas rodovias federais que cruzam estados de fronteira com a Bolívia, Paraguai e Argentina (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul); nos grandes corredores rodoviários (Goiás, São Paulo e Minas Gerais); e no Rio de Janeiro.

douradosnews

Policial : ESPIONAGEM
Enviado por alexandre em 24/04/2018 18:51:18


É comum a PM espionar adversários dos governadores, nos Estados
Usar PM para vigiar adversários, como no Maranhão, é banal
Rendeu apenas a demissão de sub do sub o escândalo da ordem à Polícia Militar do Maranhão para relacionar e espionar adversários que “causem embaraços” ao governo Flávio Dino (PCdoB). O flagrante é raro, mas a prática é antiga: os governos estaduais usam a estrutura de inteligência das PMs, conhecida por “Segunda Seção” (ou “P-2”), até para grampear telefones de adversários, mesmo havendo ilegalidade. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As PMs têm autorização, negada à Agência Brasileira de Inteligência e às Forças Armas, para adquirir verdadeiras centrais de espionagem. Profissionais de inteligência confirmam a esta coluna o uso distorcido em várias PMs do sistema Guardião, que permite escutas telefônicas sem deixar rastro. Há denúncias de uso desses equipamentos de escuta para chantagear politicamente ou mesmo em busca de benefícios pessoais.

Enquanto a lei não impõe limites claros, políticos oriundos das polícias também são suspeitos de utilizarem os sistemas de monitoramento.

Policial : IMPUNES
Enviado por alexandre em 16/04/2018 19:09:50


PM deixa invasores do tríplex de Lula irem embora e não prende ninguém
Invasão foi liderada por Guilherme Boulos, pré-candidato do Psol à Presidência
No começo da tarde desta segunda-feira (16), a Polícia Militar deixou o grupo de criminosos que invadiu o edifício Solaris, prédio onde fica o tríplex de Lula, ir embora e ninguém foi preso após o flagrante.

Liderados pelo pré-candidato do Psol à Presidência da República, Guilherme Boulos, ao menos 50 baderneiros ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MSTS) e da Frente Povo Sem Medo, permaneceram cerca de quatro horas no condomínio e destruíram ou danificaram as dependências do edifício. Apesar da invasão e depredação de propriedade privada, Boulos disse que a ação da PM foi arbitrária por não haver ordem judicial para a desocupação.

Segundo a PM, ao tentar invadir o prédio, o bando quebrou o portão do estacionamento e pularam as grades antes de danificar outras instalações. Todos os danos foram pormenorizados em um boletim de ocorrência registrado na delegacia Sede do Guarujá. O grupo aproveitou para estender faixas com mensagens em apoio a Lula. Outros manifestantes ficaram na frende do edifício.

DIÁRIO DO PODER

Policial : MARAJÁS DA PM
Enviado por alexandre em 12/03/2018 19:30:14


DF tem 35 oficiais da PM ganhando acima do teto
Foram 35 oficiais da PMDF com salários acima do teto em janeiro

Entre os marajás do serviço público do Distrito Federal, há 35 coronéis, majores e capitães da Polícia Militar que em janeiro receberam gordos salários acima do limite constitucional de R$ 33,7 mil, correspondentes aos vencimentos de ministro do Supremo Tribunal Federal. Entre os campeões dos altos salários, há três tenentes-coronéis e uma coronel que receberam bem acima do teto mesmo após todos os descontos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O maior salário na PM de Brasília, em janeiro, foi do tenente-coronel Helio Ferreira da Costa, da reserva, que recebeu R$ 37,7 mil líquidos. Entre os policiais militares da ativa, o maior salário foi o da coronel Andreia Gonçalves Bastos, com exatos R$36.896,49, também líquidos. O balanço final traz 16 tenentes-coronéis, nove majores, oito coronéis e dois capitães que receberam mais que os ministros do STF em janeiro. PMDF tem 35 oficiais que receberam acima do teto constitucional em janeiro

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