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Policial : LARANJAS?
Enviado por alexandre em 12/11/2019 23:50:00

MP Eleitoral investiga possíveis doadores "laranjas" nas eleições federais de 2018 em Ouro Preto do Oeste

O Ministério Público do Estado de Rondônia – MP/RO por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Ouro Preto do Oeste abriu três procedimentos investigatórios para apurar possíveis doações financeiras nas eleições federais de 2018. As peças processuais são assinadas pelos promotores de Justiça Dr. Thiago Cadore e Dra. Jovilhiana Orrigo Ayricke os investigados são Sr. H. B. de O. Sr. J. M. da S. e um terceiro nome que não foi divulgado todos são suspeitos de terem feitos doações acima do permitido pela legislação eleitoral vigente no país. As investigações terá como foco se os investigados foram usados como laranjas para favorecer os então candidato ou candidatos e caso isso se comprove todos irão responder civil e criminalmente conforme preconiza a legislação.

O que diz a Lei

O cidadão interessado em ajudar financeiramente candidatos ou partidos nas eleições deste ano pode doar até 10% do rendimento bruto declarado em 2017, por meio de vaquinha online, cartão de crédito, transferência eletrônica, depósitos, cheques cruzados e nominais. Todas as doações devem ser identificadas com o nome e CPF do doador. No recibo, devem constar ainda outras informações, como CNPJ do candidato, data e meio de pagamento da doação. Os interessados em financiar uma campanha eleitoral têm até o dia 7 de outubro, data do primeiro turno, neste caso refere-se as eleições federais de 2018.

 

Fonte: Alexandre Araujo/www.ouropretoonline.com

Policial : ESFAQUEADOR
Enviado por alexandre em 01/11/2019 08:09:37

Adélio diz que desistiu de matar Bolsonaro
Veja - Por Thiago Bronzatto

 

O ex-servente de pedreiro Adélio Bispo de Oliveira desistiu de matar o presidente Jair Bolsonaro. Desde quando foi preso em flagrante, em setembro de 2018, o autor do atentado em Juiz de Fora, Minas Gerais, vinha reafirmando que um dia iria concretizar a sua missão de executar o seu adversário. Em depoimento prestado à Polícia Federal nesta quinta-feira, 31, o esfaqueador disse que mudou de planos e que agora “não pensa mais em atentar contra a vida do presidente Jair Messias Bolsonaro”. Ele também afirma que poupará o ex-presidente Michel Temer, que também estava na sua mira.

Adélio Bispo foi ouvido pelo delegado da PF Rodrigo Morais Fernandes na condição de testemunha dentro da penitenciária de segurança máxima de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O ex-servente de pedreiro foi questionado a respeito do conteúdo de uma carta enviada a Bolsonaro por um companheiro de cela. Na correspondência, o iraniano Farhad Marvizi dizia que o esfaqueador não havia desistido de matar o presidente e que outras pessoas teriam ajudado a concretizar o ataque durante as eleições do ano passado.

Para esclarecer os fatos, a PF decidir ouvir as versões de Marvizi, Adélio e outras testemunhas do presídio federal. O ex-servente de pedreiro esclareceu que esteve por 27 dias com o iraniano na ala de saúde da penitenciária. Nesse período, Marvizi tentava convencer o esfaqueador a “delatar um possível mandante do crime que praticou”. Segundo Adélio, o iraniano sugeria “a participação de políticos” como “Aécio Neves, Dilma (Rousseff) e (o ex-presidente) Lula”. Em seu depoimento, o ex-servente de pedreiro afirmou que nunca mencionou qualquer nome e “reafirmou que agiu, sozinho, sem apoio de ninguém”.

Adélio também negou que tenha recebido meio milhão de reais para executar Bolsonaro e que mantinha qualquer relação com membros de organização criminosa antes de realizar o ataque em Juiz de Fora. Ele também afirmou que só teve contato com integrantes de facções após ter sido preso.

Em seu depoimento, o ex-servente ainda lamentou que tenha recebido diversas cartas de desconhecidos, repudiando o atentado, e disse que “nunca respondeu a nenhuma delas”. Adélio garante que só deseja uma coisa agora: “Sair do sistema prisional e voltar a ter uma vida normal”.


Morte do pastor: testemunhas começam a ser ouvidas

Justiça começa a ouvir testemunhas da morte do marido de deputada. Filhos de Flordelis são acusados de matar o pastor Anderson do Carmo.

Reprodução: Deputada federal Flordelis e o marido, pastor Anderson do Carmo, que foi assassinado

Da Agência Brasil

 

A juíza Nearis Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, ouviu hoje (31), 22 testemunhas de acusação no processo em que Flavio dos Santos Rodrigues e Lucas Cezar dos Santos de Souza, filhos da deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD-RJ), 58 anos, são acusados de matar o pastor Anderson do Carmo, marido da parlamentar. O crime ocorreu na casa da família, na madrugada do dia 16 de junho, após o pastor retornar para casa, de carro, em companhia da mulher. Anderson foi atingido por mais de 30 tiros na garagem da casa do casal, no bairro de Pendotiba, em Niterói (RJ), por volta das 3h30, quando retornou ao carro para apanhar algo que tinha esquecido e morreu momentos depois de chegar ao hospital. Ele era casado há 25 anos com Flordelis e tinha 41 anos quando foi assassinado.

A audiência de instrução e julgamento começou com o depoimento de Wagner Andrade Pimenta, mais conhecido como Mizael, filho afetivo da deputada Flordelis e uma das 22 testemunhas de acusação. Ele pediu para aguardar em local isolado até que fosse chamado à sala de depoimentos. Seu advogado, Reinaldo Pereira dos Santos, disse que a medida era necessária para preservar a integridade física de Mizael, acusado de participação no assassinato em uma carta supostamente escrita pelo réu Lucas dos Santos de Souza.

A parlamentar, em entrevista, explicou que recebeu a cartqaa das mãos da mulher de um preso. Na correspondência, ainda de acordo com o advogado, Lucas revela que Mizael teria oferecido a ele um emprego e um carro em troca de um “susto” no pastor Anderson do Carmo.

O advogado de Mizael, Reinaldo dos Santos, disse à juíza Nearis Arce que, a partir da divulgação da carta, que supostamente atribui a participação do seu cliente como mentor intelectual do crime, achou melhor acompanhá-lo. "Para que as provas que efetivamente constam do inquérito sejam validadas, até porque a autoridade policial já tem um entendimento relacionado à veracidade dessa carta supostamente escrita pelo réu Lucas. É basicamente não deixar que ele sofra alguma sanção ou corra o risco de ser indiciado”, explicou o advogado.

Dois filhos da parlamentar estão presos: Lucas, de 18 anos, filho adotivo, (que teria ajudado a comprar a arma), e Flávio, de 38 anos, e filho de sangue de Flordelis, que assumiu ter atirado seis vezes contra o padastro. 

Policial : SEM PIEDADE
Enviado por alexandre em 23/10/2019 09:25:44

Mortes por intervenção de agentes do estado sobem 19% entre janeiro e setembro

As mortes por intervenção de agentes do estado tiveram um aumento de 19% entre janeiro e setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2018. É o que mostra o levantamento feito pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). Paralelamente, na comparação entre julho e setembro deste ano com o mesmo período do ano passado, a Baixada Fluminense registrou redução nos índices de morte por intervenção de agentes.

Por outro lado, houve queda no número de vítimas de homicídio doloso, quando há intenção de matar, nos nove primeiros meses deste ano. De janeiro a setembro foram registradas 3.025 vítimas, contra 3.843 no ano passado – diminuiu em 21%. Esse é o menor número de vítimas para o acumulado do ano desde 1991.

No ranking acumulado deste ano, houve uma redução de 34% no índice de roubos seguidos de morte (latrocínio) na comparação com os nove primeiros meses de 2018. Com o registro de sete casos em setembro, o número de vítimas chegou a 91 este ano, 47 a menos do que no mesmo período do ano passado. É a menor quantidade de registros para o mês desde 2012.

Apreensão de fuzis bate recorde

Neste ano, as polícias Civil e Militar apreenderam 6.588 armas de fogo no estado, o que significa a retirada das ruas de uma média de 24 armas por dia. Desse total, 438 foram fuzis – ou seja, mais de um armamento desse tipo foi apreendido a cada dia no estado – maior número recolhido no período nos últimos 12 anos.

Roubos continuam em queda

Setembro apresentou uma queda de 36% nos roubos de veículos em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram registrados 2.613 casos. Pela primeira vez desde novembro de 2015, o indicador ficou abaixo de 3 mil roubos. No acumulado do ano, o recuo foi de 23%, o menor para o período desde 2017.

Os roubos de carga diminuíram 19% em setembro em relação ao mesmo mês de 2018, com 467 casos, o menor valor para o período desde 2014. Em comparação a agosto de 2019, a queda foi de 20%. Já os roubos de rua (roubo a transeunte, roubo em coletivo e roubo de aparelho celular) caíram 13% no mês se comparado com setembro de 2018 (foram 1.356 casos a menos) e de 11% em relação a agosto.



Fonte: Meia Hora

Créditos: Meia Hora

Policial : PEC PENAL
Enviado por alexandre em 10/10/2019 08:44:02

Aprovada em 1º turno PEC que cria a Polícia Penal
Por Agência Brasil

 

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira 9, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 372/17, que polícias penais federal, estaduais e distrital, transformando as carreiras de agentes penitenciários.

A proposta acrescenta essas polícias dentro dos sistemas de segurança pública tendo como competência a segurança de estabelecimentos penais e a escolta de presos. A intenção do texto, de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) é liberar policiais civis e militares das atividades de guarda e escolta dos detentos.

A PEC retorna à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Casa para que seja elaborada a redação do texto para a votação em segundo turno.

Após a votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), encerrou a sessão.

Com informações da Agência Câmara


Aprovado mínimo de R$ 1.040, mas valor deve ser menor

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada hoje pelo Congresso prevê o salário mínimo nacional de R$ 1.040 no ano que vem. O governo, porém, já atualizou esse valor e anunciou em agosto que o mínimo deve ser R$ 1 menor, caindo para R$ 1.039. A mudança está prevista no PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) que ainda tramita no Legislativo.

Essa diminuição foi causada pela mudança na previsão de inflação de acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), usado pelo governo para calcular o reajuste do mínimo.

Quando o governo elaborou o projeto da LDO, enviada ao Congresso em abril, o INPC era estimado em 4,19% para este ano. Em agosto, porém, o governo apresentou o Ploa, já com a previsão revista da inflação em 4,02%, levando à redução do mínimo também.

O valor previsto para o ano que vem não representa ganho real em relação ao salário mínimo deste ano, de R$ 998. Aumento real significa subir além da inflação. Quando um valor é corrigido apenas pela inflação, quer dizer que ele apenas manteve o mesmo nível de antes, considerando a alta do custo de vida.

Policial : VAZOU
Enviado por alexandre em 07/10/2019 08:43:54

PF apura possibilidade de vazamento em operação contra fiscais da Receita Federal

A Polícia Federal (PF) investiga se houve vazamento na operação Armadeira, que prendeu na semana passada 14 pessoas, entre as quais servidores da Receita Federal, acusadas de extorquir réus da Operação Lava-Jato. Na primeira entrevista após a operação, o empresário Ricardo Siqueira Rodrigues, colaborador premiado que denunciou o esquema depois de ser abordado pelos fiscais da Receita, admitiu a existência de indícios de que os suspeitos sabiam que estavam sendo monitorados.

Os fiscais foram presos depois que a PF concluiu que o grupo usava dados da Lava-Jato para extorquir empresários envolvidos no escândalo. O esquema consistia em cobrar propina para não lançar multas milionárias contra as vítimas. Para reunir as provas, os investigadores tiveram autorização judicial para fazer “ações controladas”, técnicas de investigação que permitem à vítima negociar e pagar propina aos criminosos para que os encontros sejam gravados.

A PF recebeu informações de que os investigados tinham ciência de que estavam sendo monitorados, a ponto de saber detalhes sobre as equipes destacadas.

Rodrigues, vítima do esquema, contou que desde a primeira abordagem dos servidores, no ano passado, não tinha dúvidas de que “todas as tentativas de intimar a comparecer pessoalmente à Receita tinham o desejo de ameaçar e constranger”. Preso em abril de 2018, durante a Operação Rizoma, ele foi acusado de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção em fundos de pensão de estatais. Continue reading

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