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Policial : ORGULHO
Enviado por alexandre em 21/05/2016 23:21:04


Policial militar do Estado de Rondônia é convidado a dar instrução de defesa pessoal na Força Nacional

O SD PM RO J. Lira, foi convidado a dar instrução de defesa pessoal para os integrantes da força nacional em Brasília-DF...


O SD PM RO J. Lira, oriundo do 6º BPM /2º PEL (DIST. DE EXTREMA), e atualmente mobilizado na FORÇA NACIONAL, foi convidado a dar instrução de defesa pessoal para os integrantes da força nacional em Brasília-DF, com o advento do maior evento do plante em nosso país (olimpíadas), a FN está aproveitando seus colaboradores para contribuir com o enriquecimento dos demais, SD J Lira sendo Faixa 4º DUAN em Kung Fu, tendo uma vasta experiência no campo das artes marciais que vão desde Jiu Jitsu (Faixa Roxa), Wrestling, Boxe, Judô e Chin-Na (torções e quebramentos) tanto em ensino (docência) quanto em competições (Eventos) aceitou mais esse grande desafio para orgulho da briosa polícia militar, o qual ele faz parte.



Segue abaixo alguns títulos:

Campeão da Copa do Mundo: Itália-2005;

Tricampeão Sulamericano: Argentina-2007, Brasil-2009, Chile-2010;

Bronze no Mundial: China -2010.

Mais de 12 Títulos em Campeonatos Brasileiros.

ASCOM

Policial : PASSANDO A LIMPO
Enviado por alexandre em 06/05/2016 16:12:21


Site sobre a Operação Lava Jato é campeão de acessos
No endereço www.lavajato.mpf.mp.br, é possível entender o caso e conhecer o histórico das investigações tanto na primeira instância, em Curitiba, quanto junto ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, responsáveis por julgar as acusações contra pessoas com prerrogativa de foro.

A Operação Lava Jato investiga um esquema de corrupção responsável pelo desvio de recursos da Petrobras. Na primeira instância, as medidas começaram em março de 2014 e os resultados impressionam. Até dezembro de 2015, foram instaurados 1016 procedimentos com 396 buscas e apreensões, firmados 40 acordos de colaboração premiada com pessoas físicas e 5 acordos de leniência com as empresas envolvidas.

Os procuradores da República que atuam no caso ofereceram 36 acusações criminais contra 179 pessoas pelos crimes de corrupção, organização criminosa, lavagem de ativos, entre outros. Os crimes envolvem pagamento de propina de cerca de R$ 6,4 bilhões, sendo que R$ 2,8 bilhões já foram recuperados pelo MPF, que também pediu o ressarcimento de R$ 14,5 bilhões na Justiça.

Todos esses números estão disponíveis no site da Lava Jato, onde também é possível encontrar a íntegra das denúncias apresentadas pelo MPF, as decisões judiciais já proferidas, artigos sobre o caso, perguntas e respostas, entre outros documentos. O site foi lançado em 28 de janeiro de 2015 pela Secretaria de Comunicação da Procuradoria Geral da República e é atualizado constantemente com os desdobramentos das investigações.

Entenda o caso

O nome do caso, “Lava Jato”, decorre do do uso de uma rede de postos de combustíveis e lava a jato de automóveis para movimentar recursos ilícitos pertencentes a uma das organizações criminosas inicialmente investigadas. Embora a investigação tenha avançado para outras organizações criminosas, o nome inicial se consagrou.

A operação Lava Jato é a maior investigação de corrupção e lavagem de dinheiro que o Brasil já teve. Estima-se que o volume de recursos desviados dos cofres da Petrobras, maior estatal do país, esteja na casa de bilhões de reais. Soma-se a isso a expressão econômica e política dos suspeitos de participar do esquema de corrupção que envolve a companhia.

No primeiro momento da investigação, desenvolvido a partir de março de 2014, perante a Justiça Federal em Curitiba, foram investigadas e processadas quatro organizações criminosas lideradas por doleiros, que são operadores do mercado paralelo de câmbio. Depois, o Ministério Público Federal recolheu provas de um imenso esquema criminoso de corrupção envolvendo a Petrobras.

Nesse esquema, que dura pelo menos dez anos, grandes empreiteiras organizadas em cartel pagavam propina para altos executivos da estatal e outros agentes públicos. O valor da propina variava de 1% a 5% do montante total de contratos bilionários superfaturados. Esse suborno era distribuído por meio de operadores financeiros do esquema, incluindo doleiros investigados na primeira etapa.

As empreiteiras - Em um cenário normal, empreiteiras concorreriam entre si, em licitações, para conseguir os contratos da Petrobras, e a estatal contrataria a empresa que aceitasse fazer a obra pelo menor preço. Neste caso, as empreiteiras se cartelizaram em um “clube” para substituir uma concorrência real por uma concorrência aparente. Os preços oferecidos à Petrobras eram calculados e ajustados em reuniões secretas nas quais se definia quem ganharia o contrato e qual seria o preço, inflado em benefício privado e em prejuízo dos cofres da estatal. O cartel tinha até um regulamento, que simulava regras de um campeonato de futebol, para definir como as obras seriam distribuídas. Para disfarçar o crime, o registro escrito da distribuição de obras era feito, por vezes, como se fosse a distribuição de prêmios de um bingo (veja aqui documentos).

Funcionários da Petrobras - As empresas precisavam garantir que apenas aquelas do cartel fossem convidadas para as licitações. Por isso, era conveniente cooptar agentes públicos. Os funcionários não só se omitiam em relação ao cartel, do qual tinham conhecimento, mas o favoreciam, restringindo convidados e incluindo a ganhadora dentre as participantes, em um jogo de cartas marcadas. Segundo levantamentos da Petrobras, eram feitas negociações diretas injustificadas, celebravam-se aditivos desnecessários e com preços excessivos, aceleravam-se contratações com supressão de etapas relevantes e vazavam informações sigilosas, dentre outras irregularidades.

Operadores financeiros - Os operadores financeiros ou intermediários eram responsáveis não só por intermediar o pagamento da propina, mas especialmente por entregar a propina disfarçada de dinheiro limpo aos beneficiários. Em um primeiro momento, o dinheiro ia das empreiteiras até o operador financeiro. Isso acontecia em espécie, por movimentação no exterior e por meio de contratos simulados com empresas de fachada. Num segundo momento, o dinheiro ia do operador financeiro até o beneficiário em espécie, por transferência no exterior ou mediante pagamento de bens.

Agentes políticos - Outra linha da investigação – correspondente à sua verticalização – começou em março de 2015, quando o Procurador-Geral da República apresentou ao Supremo Tribunal Federal 28 petições para a abertura de inquéritos criminais destinados a apurar fatos atribuídos a 55 pessoas, das quais 49 são titulares de foro por prerrogativa de função (“foro privilegiado”). São pessoas que integram ou estão relacionadas a partidos políticos responsáveis por indicar e manter os diretores da Petrobras. Elas foram citadas em colaborações premiadas feitas na 1ª instância mediante delegação do Procurador-Geral. A primeira instância investigará os agentes políticos por improbidade, na área cível, e na área criminal aqueles sem prerrogativa de foro.

Essa repartição política revelou-se mais evidente em relação às seguintes diretorias: de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa entre 2004 e 2012, de indicação do PP, com posterior apoio do PMDB; de Serviços, ocupada por Renato Duque entre 2003 e 2012, de indicação do PT; e Internacional, ocupada por Nestor Cerveró entre 2003 e 2008, de indicação do PMDB. Para o PGR, esses grupos políticos agiam em associação criminosa, de forma estável, com comunhão de esforços e unidade de desígnios para praticar diversos crimes, dentre os quais corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Fernando Baiano e João Vacari Neto atuavam no esquema criminoso como operadores financeiros, em nome de integrantes do PMDB e do PT.

FONTE:MPF

Policial : PRESOS
Enviado por alexandre em 03/05/2016 00:24:52


Justiça cria política para reduzir número de presos no Brasil


O Ministério da Justiça instituiu  a Política Nacional de Alternativas Penais, com o objetivo de reduzir o número de presos no país por meio da aplicação de punições que substituam a privação da liberdade. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira e é proveniente de estudos feitos em parceria entre o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Pelo plano, será criado um grupo de trabalho com integrantes do Judiciário, do Poder Executivo e da sociedade civil para elaborar um modelo de gestão de alternativas penais a serem aplicadas pelas autoridades estaduais. Serão cinco eixos principais de trabalho: promoção de desencarceramento e da intervenção policial mínima; enfrentamento à cultura de encarceramento; ampliação e qualificação da rede de serviços de acompanhamento das alternativas penais, fomento ao controle e à participação social nos processos de formulação, implementação, monitoramento e avaliação da política de alternativas penais, e qualificação da gestão da informação. O texto traz como finalidade, entre outras, “a manutenção do vínculo da pessoa condenada com a sua comunidade, garantindo seus direitos individuais e sociais”. "Está prevista a elaboração, ainda este ano, de manuais de procedimentos para as diferentes espécies de alternativas penais, com indicação de fluxos, procedimentos e metodologias para acompanhamento das medidas”, explicou o diretor-geral do Depen, Renato Campos de Vitto.

Na semana passada, o Ministério da Justiça, o Pnud e o CNJ lançaram o documento Postulados, Princípios e Diretrizes para a Política de Alternativas Penais, com o objetivo de orientar a criação e aplicação de medidas alternativas à prisão. As ações devem primar pelo envolvimento da sociedade civil no acompanhamento do cumprimento da pena alternativa, “sempre com a manutenção dos vínculos familiares e sociais que os apenados possuíam antes de seu envolvimento com os fatos criminosos”, destacou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e também do CNJ, Ricardo Lewandowski, no texto. De acordo com o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias de junho de 2014, a pesquisa oficial mais recente sobre o assunto, o Brasil tem mais de 600 mil detentos – o equivalente a 299,7 pessoas para cada grupo de 100 mil habitantes, tendo a quarta maior população carcerária do mundo. Enquanto nos EUA, na China e na Rússia – os três países com maior população carcerária – a taxa de aprisionamento foi reduzida em 8%, 9% e 24%, respectivamente, entre 2008 e 2014, no Brasil, a taxa de pessoas presas subiu 33% no mesmo período.

Policial : FAROESTE
Enviado por alexandre em 25/04/2016 11:16:05


O BURACO DA BALA - BLOG DO CONFÚCIO MOURA
E foi Alice quem o atendeu, um tiro na bunda e que não tinha saída pra lugar nenhum.



Tudo ainda era um começo e bruto em Ariquemes. Lá vinha o tempo rolando e já tinha embocado nos anos oitenta. Chegou um doente baleado ao hospital, nem sei se pode chamar aquela geringonça de hospital, mas, onde não se tinha nada, o que tivesse cheiro de remédio, já se podia chamar de hospital.

E foi Alice quem o atendeu, um tiro na bunda e que não tinha saída pra lugar nenhum. Ele se vestia com uma calça, naquele tempo, chamada de calça Lee. O que hoje é o popular jeans. A calça não tinha nenhum sinal de sangue, na cueca apenas uma bola vermelha em cima do orifício de entrada. Até aí tudo bem e lá vai Alice fazer perguntas, depois de medir a pressão arterial, ver a mucosa dos olhos e olhar a frequência do coração. Um soro fisiológica na veia para o início do procedimento.

Agora, seria fazer a investigação completa do caso, já que se tratava de uma tentativa de homicídio. Ele não queria responder nada. Até que Alice deu um cheque-mate: – mas, Juarez, a bala não furou a calça e nem a cueca, que mistério é este? Ele respondeu: – Dra. Alice não me faça perguntas, cuide de mim e pronto. E Alice foi fazendo rodeios, agora, mais por curiosidade do que propriamente de interesse médico, porque o camarada foi baleado mesmo.

Ela mandou chamar o Sargento Brasil, chefe do destacamento do Distrito, para dar conhecimento da ocorrência, que era, naturalmente, competência dele, o que não tardou a chegar. Sabe como é que é delegado de interior, autoridade pra cacete, não tem rodeios: – vai ou não vai me contar esta história direito, cara? Juarez, não teve jeito, choramingando, começou a debulhar a conversa. Tinha se metido com um namoro com mulher casada, inesperadamente o marido chegou. Ele teve que pular a janela completamente pelado e ao se agachar para passar pelo arame da cerca, o cara disparou a espingarda, a bala entrou no traseiro e ficou alojada na barriga. Daí pra frente foi a cirurgia e até hoje ele circula, vivinho da silva nas ruas da cidade.

BLOG DO CONFÚCIO MOURA

Policial : FOLGADOS
Enviado por alexandre em 21/04/2016 10:23:46


Assaltantes “reclamam” de crise em escola arrombada na Paraíba: “A crise bateu nas escolas. Não tem nada pra roubar”

Assaltantes deixaram um recado na parede de uma escola estadual do bairro das Malvinas, em Campina Grande-PB, na madrugada desta terça-feira (19). Os criminosos, que quebraram armários, reclamaram da crise dizendo que não encontraram mais nada para roubar da instituição.

"A crise bateu até nas escolas. Não tem nada pra roubar!!!", escreveram em uma das paredes da escola. O arrombamento foi notado por professores e funcionários que chegaram no local no início da manhã. Grades e portas estavam violadas. Um toner de impressora e um espelho foram roubados.

"A crise bateu até nas escolas. Não tem nada pra roubar!!!", escreveram os ladrões em uma das paredes da escola, arrombada na madrugada da última terça-feira em Campina Grande-PB

Conforme informações de servidores, a escola já foi assaltada outras vezes. O último caso registrado foi há dois meses. A direção da escola registrou que até instrumentos da banda marcial já foram levados em assaltos, fazendo com que os alunos fiquem sem se apresentar.

A 3ª Gerência Regional de Educação disse que está reforçando a segurança nas escolas e novos vigilantes já foram contratados. A gerência divulgou na quarta-feira (13) que algumas instituições vão ter segurança armada privada por causa dos recentes casos de violência registrados.

A escola fica ao lado do Batalhão de Polícia Ambiental da cidade. Os criminosos também fizeram uma pichação questionando a presença dos policiais no prédio. Em contato com o comandante do batalhão, tenente Rodrigo Rodrigues, ele informou que há policiais 24 horas no destacamento e não houve registro desse arrombamento.

Portal Carlos Magno

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