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Policial : PRECAVENDO
Enviado por alexandre em 19/12/2014 11:21:12


PM de Ouro Preto dá dicas de segurança em período de festas
om a proximidade do Natal e das festas do Fim de Ano, o comércio local passa a ser aquecido economicamente com o pagamento do 13° e o adiantamento do salário dos servidores públicos e de empresas privadas. Mas, com a grande circulação de dinheiro, passa a haver a possibilidade da prática do crime conhecido como saidinha de banco. É uma modalidade de crime que consiste em assalto ou furto praticado logo após a vítima sacar uma quantia, na grande maioria das vezes elevada, dos bancos ou caixas eletrônicos.

Tentando evitar esta modalidade de crime, o comandante da 3ª Companhia de Policiamento Ostensivo de Ouro Preto do Oeste, tenente PM Bruno Costa dá algumas dicas para que as pessoas possam tomar alguns cuidados simples e com isso não se tornem vítimas e nem tenham seu dinheiro roubado ou furtado, bem como expor sua vida a risco.

Bruno frisou que no ano de 2014 até a presente data a Polícia Militar do município de Ouro Preto do Oeste não havia registrado nenhum crime conhecido como saidinha de banco. No entanto, fez questão de ressaltar que nesta época, em virtude das festas de Natal e Fim de Ano e com a grande circulação de dinheiro no comércio, existe uma tendência de que este tipo de crime possa ocorrer.

O tenente informou que quando a pessoa for realizar saque de grande valor nas agências bancárias, um dos principais cuidados é evitar informar para amigos e até mesmo parentes. Outra medida é, após ter realizado o saque, evitar ao máximo mostrar o dinheiro para outras pessoas, e também para as que estão dentro das agências bancárias.

O comandante explicou que pessoas ligadas a estes criminosos ficam circulando dentro dos bancos para passarem informações aos seus comparsas que aguardam do lado de fora para cometerem o furto ou assalto.

“O importante é que as pessoas mantenham o máximo de discrição e, caso percebam algum movimento estranho de pessoas que apresentem atitudes suspeitas de que irão cometer este crime, evitem fazer o saque e imediatamente liguem para o número de emergência 190 para acionar a Polícia Militar”, alerta Bruno.

GAZETA CENTRAL

Policial : PARA O BEM DO POVO
Enviado por alexandre em 16/12/2014 11:22:30


Mosquini e Garçom podem ficar fora da Câmara federal

O governador Confúcio Moura (PMDB) poderá perder dois grandes aliados na Câmara Federal. Lindomar Garçom (PMDB) e Lúcio Mosquini (PMDB) estão com seus mandatos praticamente cassados. Por outro lado, Confúcio teria dois novos deputados, Ernandes Amorim e Amir Lando (PMDB), suplentes que assumiriam em caso de confirmação da cassação de Mosquini e Garçom.

LIndomar Garçom

garcom(5)A Procuradoria Regional Eleitoral em Rondônia (PRE/RO) ajuizou ação de investigação judicial eleitoral contra Lindomar Garçom, candidato reeleito ao cargo de deputado federal, por compra de votos, referente às eleições de 2014. Se o Tribunal Regional Eleitoral deferir a ação, Lindomar pode ter seu registro de candidatura ou diploma cassados, bem como pode ser considerado inelegível pelo período de oito anos.

De acordo com a PRE/RO, a compra de votos ocorria no comitê de Garçom, por meio da contratação de diversos mototaxistas que atraiam pessoas na rua e as levavam até o referido local, onde recebiam 50 reais em troca do voto. Foram levados 350 eleitores até o local. Há registros da organização da campanha eleitoral de que foram gastos mais de 17 mil reais com o serviço de mototáxi. A PRE/RO afirma que essa prática desrespeitou o Código Eleitoral e repercutiu na normalidade e legitimidade do pleito.

Em inquérito da Polícia Federal, foram reunidos elementos que resultaram no indiciamento de Paulo Sérgio Gomes, Manoel Trindade, Igor Mendonça e Lindomar Garçom mediante a comprovação do crime praticado em 4 de outubro deste ano, véspera das eleições. A Polícia Federal recebeu denúncia da realização de compra de votos e encaminhou uma equipe de policias ao comitê. Lá, foi constatado que cada eleitor recebia 50 reais e que o dinheiro se encontrava em uma caminhonete adesivada com a propaganda de Lindomar Garçom.

No veículo foram encontrados material de campanha; documentos pessoais de Paulo Sérgio e de Lindomar Garçom; cartões bancários do candidato eleito; folhas de cheque assinadas e com valores em branco; e R$ 3.500,00 em notas de 50 reais. Foram encontradas ainda 25 requisições de combustível e os documentos pessoais de Manoel Trindade, que arremessou sua carteira em terreno abandonado ao perceber a abordagem da Polícia Federal. Todos foram presos em flagrante. Para a PRE/RO, essa pratica deve ser punida a fim de que não seja realizada por futuros candidatos e repetida por Lindomar Garçom, uma vez que a disputa eleitoral deve ser revestida de lisura.

Lúcio Mosquini

mosqO Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do seu Centro de Atividades Extrajudiciais (CAEX) e do seu Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), ofereceu nesta segunda-feira (15/12) denúncia contra 16 investigados da Operação Ludus, deflagrada no último dia 03.

Na denúncia, o Ministério Público requer a condenação dos denunciados pelos crimes de organização criminosa, falsidades ideológicas e lavagens de capitais.

A ação aponta que a organização criminosa era estruturada para obter contratos públicos milionários e enriquecer ilicitamente seus membros, mediante a prática de falsidades ideológicas ao criarem e utilizarem empresas que estavam em nome de “testas de ferro”, os quais recebiam valores e bens ilícitos através de atos de lavagem de dinheiro.

Além disso, a manifestação protocolada no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia esclarece ainda que, diante do farto e seguro conjunto probatório, deverão os investigados responder pelos crimes de fraude licitatória e peculatos, tão logo sejam finalizados os depoimentos e as análises documentais, inclusive as quebras de sigilo bancário e fiscal.

Se condenados, os denunciados poderão receber penas que vão de 11 a 39 anos de prisão, além de fixação de multa.

A operação Ludus visou pôr fim à organização criminosa instalada no poder público estadual e teve como foco, além da organização criminosa, a contratação e a execução da obra pública popularmente conhecida como “O Novo Espaço Alternativo” de Porto Velho, terceirizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem deste Estado de Rondônia (DER), ao preço final de R$ 22 milhões e 802 mil.

MAIS RONDÔNIA

Policial : SÓ ROLO
Enviado por alexandre em 11/12/2014 15:00:00


Irmão de Igreja de Lúcio Mosquini é de empresa fenômeno que arrecadou mais de R$ 100 milhões

Felipe Corona*
Da equipe Rondônia Vip

Segundo o que apurou a reportagem do Rondônia Vip, o nome José Hélio Rigonato representa muito para o ex-diretor-geral do DER e Deosp, e, deputado federal eleito, Lúcio Mosquini, preso na Operação Ludus, deflagrada pelo Ministério Público Estadual no último dia 03 de dezembro.

Além de José Hélio ser irmão da Igreja Batista Nacional de Jaru e amigo pessoal de Lúcio Mosquini, como mostra uma foto no perfil do Facebook, ele é dono da construtora EJ, considerada um “fenômeno” de crescimento e gerenciamento, e por isso, está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual no pacote geral da Operação Ludus.

Mesmo se tratando de uma Empresa de Pequeno Porte (EPP), a EJ venceu nos últimos quatro anos em Rondônia, 126 licitações, incluindo o próprio DER e prefeituras, por meio de recursos do Fundo de Infraestrutura e Habitação (Fitha). A “pequena” construtora arrecadou em 27 contratos, a singela bagatela de R$ 111.718.782,84. Números dignos de grandes empresas do Brasil, como Camargo Correa, Mendes Júnior, OAS e Odebrecht.

Mas, a história de amizade, e especialmente de negócios, entre Lúcio Mosquini e José Hélio Rigonato começou há muitos anos, ainda em Jaru, quando Lúcio ainda era presidente da Associação de Pecuaristas da cidade. Como sabia que o amigo já atuava no ramo de conservação e asfaltamento de estradas, contratou-o para pavimentar o parque de exposições do município para a feira agropecuária.

Como a parceria deu certo, então, Lúcio se aproximou ainda mais de José Hélio, e ainda incluiu outros dois parceiros, que acabaram sendo presos também na Operação Ludus: Adiel Andrade e Alex Testoni. Além disso, Lúcio ainda chegou a ser engenheiro responsável pelos projetos da empresa que seria de Testoni, a Rondonorte, incluindo o do Novo Espaço Alternativo. Todos os 126 contratos conseguidos pela construtora EJ, comandada por José Hélio eram para conservação, encascalhamento e asfaltamento de estradas e ruas de municípios rondonienses.

Esquema nebuloso

A empresa participava das licitações e vencia com preços bem baixos, que posteriormente eram aditivados. No caso do DER, as licitações eram diretas e com as prefeituras, o DER só liberava o recurso da licitação quando a EJ vencia. Do contrário, a coisa emperrava.

O Ministério Público Estadual sabe que esses 27 contratos, dos 126, sofreram interferência direta de Lúcio Mosquini em relação às licitações. Entre as prefeituras que contrataram a empresa pelo Fitha estão: Chupinguaia (contrato 006/2012 – 008/2012 – 026/2011), no valor de R$ 1.178.644; Pimenta Bueno (contrato 032/2014), no valor de R$ 969.977,84; Espigão do Oeste (008/2012 – 009/2012 – 009/2012 TA), no valor de R$ 384.295; Jaru (212/2012), no valor de R$ 300.339; Alta Floresta (035/2012), no valor de R$ 340.925,41; e Primavera (009/2012), no valor de R$ 246.418,59.

O próprio DER contratou a EJ em 17, dos 27 contratos que aparecem na relação. Relembrando que no total a empresa venceu 126 licitações. O MPE investiga, e já sabe, das relações entre o proprietário da EJ e o ex-diretor-geral do DER e Deosp, Lúcio Mosquini.

Com as investigações ainda em andamento, em breve novidades vão surgir na Operação Ludus, que complicam a cada dia mais a situação de Mosquini e Testoni. Já se sabe que ambos, além da obra do Espaço Alternativo, eram parceiros em outros negócios, inclusive no ramo de combustíveis, que abasteciam caminhões e máquinas do DER e alguns outros órgãos públicos do Governo do Estado.

Pegadinha

Com as movimentações do Ministério Público Estadual em torno das obras do Espaço Alternativo paralisadas por suspeitas de superfaturamento, e, investigações nos contratos envolvendo a EJ, Fitha e DER, José Hélio e Lúcio Mosquini chegaram a brigar publicamente. Mas, deixaram a perceber que aquilo não passava de “jogo de cena” para despistar o MPE.

Mãozinha

Diante dos 126 contratos vencidos e da bagatela conseguida em gordos contratos, José Hélio Rigonato resolveu dar uma “ajudinha” camarada na campanha de reeleição do governador Confúcio Moura (PMDB).

Conforme relatório de prestação de contas fornecido ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a EJ doou 150 mil reais para o comitê de Confúcio, divididos em três parcelas de 50 mil reais, mas feitos em transferência eletrônica no mesmo dia: 14/10/2014, ou seja, somente para o segundo turno do pleito eleitoral, que aconteceu no dia 26 de outubro.

* Matéria produzida com informações da coluna Painel Político, escrita pelo jornalista Alan Alex.

Leia Também:

*Revogação da prisão de Lúcio Mosquini é negada pelo TJ-RO; advogado do réu é o mesmo de José Dirceu


Fonte:RONDONIAVIP

Policial : CRIMINALIDADE
Enviado por alexandre em 28/11/2014 14:12:11


Conheça o significado das tatuagens no mundo do crime

Os desenhos que alguns criminosos estampam em suas peles podem ser associados a determinados tipos de crime. Na cartilha "Tatuagens: desvendando segredos", o capitão da Polícia Militar Alden José coletou cerca de 30 mil fotos e documentos em delegacias, presídios, no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues e na Coordenadoria de Missões Especiais (CME-PMBA). O acervo digital enviado por policiais militares e banco de dados de outras corporações do país também são fonte de material.
"O padrão que foi observado aqui é nacional. Em todos os estados os significados das imagens são as mesmas, pelo menos as mais comuns: índia, palhaço, teia de aranha, aranha. Também são utilizadas em outros países por gangues famosas e máfias. Ou seja, não é coisa somente nossa, isso já vem de muito tempo", explica o capitão. As tatuagens dos indivíduos abordados frequentemente se relacionam aos tipos de crimes cometidos por eles. Alguns exemplos podem ser vistos na galeria abaixo.








Policial : DE NOVO
Enviado por alexandre em 25/11/2014 23:55:02


O nome do publicitário Haroldo Santos Filho reapareceu nas investigações da PF

Reapareceu

Eis que surge nas investigações da Operação Platéias a figura de Haroldo Santos Filho, o publicitário preso em 2006 na Operação Dominó. Ele estava em Brasília e andou intermediando alguns negócios com o cunhado de Confúcio Moura.

FONTE: COLUNA PAINEL POLÍTICO POR ALAN ALEX

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