Policial - JOGO SUJO - Notícias
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Policial : JOGO SUJO
Enviado por alexandre em 29/06/2016 10:26:38


Vândalos praticam crime ambiental na Escola Fernando de Azevedo

A diretora da Escola Municipal Fernando de Azevedo, localizada no Bairro Jardim Novo Horizonte em Ouro Preto do Oeste, pedagoga Elza da Silva Fritz, registrou queixa na DP local, dando conta da pratica de vandalismo na unidade escolar. De acordo com a diretora na manhã do dia 27/06 (segunda-feira) foi procurada por dois funcionários da Escola no qual relataram que existia um odor muito forte de veneno vindo do local onde se encontra plantas que estão dentro de vasos feitos de pneus reaproveitados que fazem parte do projeto piloto “Escola Sustentável e Lixo Divertido”, que tem o apoio do Ministério Público Estadual – MP/RO, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Ouro Preto do Oeste.

A diretora relatou que ao se dirigir ao local logo verificou que muitas plantas estavam danificadas e outras com as folhas já murchas e um forte odor de veneno o que caracteriza a priori um crime ambiental. A escola tem um sistema de monitoramente feito por uma empresa particular de segurança e segundo relato da direção não ficou registrado até o momento indícios de arrombamento fato este que levou a autoridade policial a determinar uma investigação sobre o ato ilícito praticado contra um patrimônio público.


Diretora é perseguida redes sociais

Tida como uma escola modelo em gestão escolar inclusive com o apoio do MP/RO a diretora Elza da Silva, vem enfrentando uma perseguição implacável por pessoas que não aceitam as diretrizes que foram implantadas e que vem dando certo. Utilizando das redes sociais e o anonimato os opositores da diretora fazem falsas acusações que nitidamente configuram como uma questão pessoal já que o modelo educacional hoje executado na Escola Municipal Fernando de Azevedo é exemplo a ser seguido o que desperta o ranço daqueles que não aceitam uma educação de qualidade que visa o aprendizado dentro dos parâmetros estabelecidos pela Lei.

Ao tomar conhecimento do fato o prefeito Alex Testoni se mostrou indignado e afirmou que vai esperar a investigação da Polícia Civil para tomar as medidas que cabem a administração municipal. “Não podemos deixar que a coisa se torne uma anarquia se querem protestar que busquem os meios legais o que é reprovável é este tipo de atitude que só vem prejudicar o patrimônio público. Quero aqui prestar o meu apoio a diretora Elza (da Siva) e sua equipe de trabalho e dizer que os contras existem em qualquer setor, mas não devemos nos curvar a este tipo de jogo sujo e mesquinho”, disse o prefeito Alex.

Projeto sócio/ambiental que deu certo na Escola Municipal Fernando de Azevedo sob a chancela da pedagoga Elza da Silva Fritz







Fonte: Alexandre Araujo/ouropretoonline.com

Policial : ISSO É BRASIL
Enviado por alexandre em 24/06/2016 08:55:52


A corrupção é irmã gêmea da sonegação, diz Receita



O superintendente-adjunto da área de Fiscalização da Receita Federal em São Paulo, Fábio Ejchel, disse nesta quinta-feira, 23, que a Operação Custo Brasil recebeu este nome por ser um exemplo de como a corrupção e a sonegação prejudicam o cidadão.

"A corrupção é irmã gêmea da sonegação, são irmãs que sempre andam juntas. Onde a gente vê uma corrupção, pode procurar que por perto tem uma sonegação e vice-versa", afirmou Ejchel.

"A operação recebeu o nome Custo Brasil porque ela é um exemplo de como a corrupção e a sonegação prejudicam o cidadão e eles fazem com que o custo para as pessoas de todas as suas operações acabe sendo muito mais alto, aumentando tanto para as pessoas físicas quanto para as empresas."

O ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento e Comunicações nos governos Lula e Dilma), marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi preso pela Polícia Federal, em Brasília, na Custo Brasil, primeiro desdobramento da Operação Lava Jato em São Paulo.

O petista é suspeito de ter recebido propina de R$ 7 milhões sobre um contrato da empresa Consist vinculado ao Ministério do Planejamento, durante sua gestão. Em entrevista coletiva, Fábio Ejchel afirmou que a fraude ocorreu no gerenciamento e controle de créditos consignados para servidores públicos federais.

A ação integrada da PF, do Ministério Público Federal e da Receita Federal apura o pagamento de propina, proveniente de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários públicos e agentes públicos ligados a três secretarias do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

A Receita atuou para identificar o destino dado aos recursos superfaturados nos contratos de adesão pagos pelas instituições financeiras, enriquecimento ilícito dos envolvidos, comprovação dos esquemas de lavagem de dinheiro e a constatação de sonegação de impostos e contribuições federais.

AGÊNCIA BRASIL

Policial : VIOLÊNCIA
Enviado por alexandre em 21/06/2016 08:58:53


Rondônia é o Estado mais violento no campo, aponta ONG
Foto de um dos ataques de invasores de terra a Fazenda Fluminense, região do Vale do Jamari. Desde 2011, o Brasil é o país onde mais pessoas morrem em conflitos de terra no mundo

Divulgado nesta segunda, o relatório "Em Solo Perigoso", da ONG Global Witness, traz o país mais uma vez no topo do ranking de assassinatos violentos provocados por disputas de território rural.

No ano passado, 185 pessoas morreram em situações de violência no campo em todo mundo - o número é 59% maior do que o de 2014. Só no Brasil, foram 50 - os Estados mais violentos são Rondônia e Pará, com 20 e 19 mortes, respectivamente.

- Incra confirma que mortes na região do Vale do Jamari ocorre por disputas internas, entre invasores

No relatório, a Global Witness alerta para a falta de investigação de crimes relacionados a conflitos de terra no Brasil e pede maior proteção a ativistas da causa.

A ONG cita a história de Isídio Antônio, líder de uma comunidade de pequenos produtores do Maranhão e uma das vítimas mais recentes - ele recebeu diversas ameaças de morte por denunciar extração ilegal de madeira e acabou assassinado.

- Polícia confirma compra e venda de terras por falsos sem-terras

O crime não foi solucionado, lembra a organização.

A Global Witness também chama a atenção para a violência provocada pela extração ilegal de madeira.

Veja também: Senador do Amapá acusa LCP de cometer crimes ambientais em Rondônia

Há uma estimativa de que 80% da madeira extraída no Brasil seja fruto de operações ilegais - isso representaria 25% da madeira ilegal no mercado mundial, cujos maiores compradores são os Estados Unidos, a China e o Reino Unido.

"Os assassinatos que ficam impunes em remotas áreas de mineração ou no interior das florestas tropicas são impulsionados pelas escolhas que os consumidores estão fazendo do outro lado do mundo", disse Billy Kyte, um dos autores do estudo.
"As empresas e os investidores devem cortar relações com os projetos que desrespeitam os direitos das comunidades às suas terras."

- Terror no Vale do Jamari: invasores promovem destruição e morte na fazenda Padre Cícero

Maiores vítimas

Em 2015, 40% das vítimas contabilizadas em todo o mundo eram indígenas, afirma o relatório da Global Witness.

"O frágil direito à terra e o seu isolamento geográfico fazem com que esse grupo seja um alvo frequente da apropriação ilegal de terras e de recursos naturais", afirma o documento.

- Presos na ´Operação Paz na Terra` não trabalhavam no campo e faturavam com invasões

A ONG coloca como principais responsáveis pelas mortes no campo a indústria de minérios (responsável por 42 assassinatos), o agronegócio (responsável por 20), a extração de madeira (responsável por 15) e as usinas hidroelétricas (responsável por 15).

A entidade também aponta que o número real de mortes tende a ser bem maior, já que os casos costumam ser subnotificados.

Além do Brasil, outros países que aparecem na parte de cima da lista são as Filipinas, com 33 assassinatos, seguida por Colômbia (26), Peru (12), Nicarágua (12) e República Democrática do Congo (11).

Na conclusão do relatório, a Global Witness faz um apelo para que os países que aparecem na lista tomem medidas urgentes para combater a violência no campo. Entre elas:

- Aumentem a proteção de ativistas ambientais que correm riscos de violência, intimidação ou ameaças;

- Investiguem os crimes, incluindo seus idealizadores corporativos e políticos, assim como os assassinos, e apresentem os autores à Justiça;

- Apoiem o direito de ativistas de dizer não a projetos em suas terras, e assegurem que as companhias busquem o seu consentimento prévio;

- Solucionem as causas subjacentes da violência contra defensores (as), reconhecendo formalmente os direitos das comunidades a suas terras e combatendo a corrupção e as ilegalidades que assolam os setores de recursos naturais.

Leia também:
Terror e destruição: Bando armado invade fazenda em Monte Negro


Fonte:BBC BRASIL

Policial : ESPIÃO
Enviado por alexandre em 06/06/2016 09:53:24


PF terá novo sistema para gerenciar grampos

A Polícia Federal desenvolveu um sistema próprio para gerenciar grampos telefônicos. O novo equipamento de inteligência começará a ser usado nas próximas semanas e, aos poucos, substituirá o Guardião, que é um serviço pago e será aposentado até o fim do ano.


Sem acordo sobre substituto, Daiello terá de prolongar mandato à frente da PF


Daiello: Moraes quer que ele fique

Após divulgação da lista tríplice da associação dos delegados para a direção-geral da Polícia Federal, o ministro Alexandre de Moraes (Justiça) pediu para Leandro Daiello parar de dizer que deixará o cargo após a Olimpíada, pois terá de ficar mais tempo.

A primeira da relação é Erika Marena, uma das coordenadoras da Lava-Jato, que tem o veto de aliados de Michel Temer.

O GLOBO

Policial : ATÉ QUANDO?
Enviado por alexandre em 29/05/2016 13:51:02


SUS diz que a cada quatro minutos mulher é hospitalizada vítima de violência

Os atendimentos a mulheres vítimas de violência sexual, física ou psicológica em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) somam, por ano, 147.691 registros – 405 por dia, ou um a cada quatro minutos.

A maior procura por serviços de saúde após casos de agressão se dá entre adolescentes de 12 a 17 anos, faixa etária das duas vítimas de estupro que ganharam repercussão na semana passada, no Rio e no Piauí.

Especialistas apontam para a necessidade de se encerrar a “lógica justificadora” que tenta lançar para as vítimas a culpa pelos crimes.

Homicídio de Mulheres, um dos mais respeitados anuários de violência do País. As estatísticas foram reunidas com base no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, que registra os atendimentos na rede do SUS. O relatório mostra que Mato Grosso do Sul, Acre, Roraima, Tocantins e Minas lideram a lista de Estados com as maiores taxas de procura por atendimento.



Os dados integram o Mapa da Violência

O registro mais recente do Sinan contém dados de 2014

O estudo foi concluído no fim de 2015. O cônjuge da vítima aparece como o agressor mais frequente, responsável por 22,5% das ocorrências; outras pessoas próximas de adolescentes e mulheres também são apontadas como responsáveis por ataques, como namorado, ex-namorado, irmão, pai e padrasto. Em só 13% dos casos, a agressão é cometida por uma pessoa desconhecida. No caso do Rio, um dos suspeitos é ex-namorado da vítima de 16 anos que diz ter sido atacada por mais de 30 homens no Morro da Barão.



Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), sete em cada 10 mulheres são, ou virão a ser, vítimas de agressão por parte de parceiros


“A normalidade da violência contra a mulher no horizonte cultural do patriarcalismo justifica, e mesmo ‘autoriza’, que o homem pratique essa violência, com a finalidade de punir e corrigir comportamentos femininos que transgridem o papel esperado de mãe, esposa e dona de casa”, aponta o Mapa da Violência – Homicídio de Mulheres. “Culpa-se a vítima pela agressão, seja por não cumprir o papel doméstico que lhe foi atribuído, seja por ‘provocar’ a agressão dos homens nas ruas ou nos meios de transporte, por exibir seu corpo.”



Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa e da área de estudos sobre violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), reforça a tese e diz ver uma reação conservadora à tentativa de ampliação de direitos pelas mulheres. “Na medida em que se criam condições sociais de proteção, mais violento se torna o agressor. É uma reação conservadora do patriarcalismo machista que persiste no Brasil”, diz Waiselfisz. “E, hoje, estamos assistindo a uma cultura em que se está permitindo esse tipo de violência.”


Os dados do Mapa da Violência mostram também que são as mulheres jovens as que mais voltam para novos atendimentos no SUS após outros casos de violência. “A violência contra a mulher é mais sistemática e repetitiva do que a que acontece contra os homens. Esse nível de recorrência da violência deveria ter gerado mecanismos de prevenção, o que não parece ter acontecido”, diz Waiselfisz.



Para a secretária nacional de Direitos Humanos, Flávia Piovesan, “é fundamental trabalhar em educação e capacitação dos operadores da segurança pública e da Justiça para que entendam que a violência contra a mulher é gravíssima violação dos direitos humanos”.



Disque 180 - Central de Atendimento à Mulher Você pode ligar de qualquer lugar do Brasil.



Ao jornal o Estado de São Paulo, ela afirma também que são necessárias três linhas de enfrentamento do problema. “Precisamos adotar medidas eficazes no que se refere ao dever do Estado de investigar, processar e punir essas violações sob a perspectiva de gênero; adotar todas as medidas para dar total e integral apoio e assistência às vítimas; e adotar medidas preventivas, fomentando educação com parâmetros não sexistas e igualitários. Isso é o mais difícil”, diz Flávia.


Para a promotora paulista especialista em combate à violência doméstica Silvia Chakian, a solução passa pelo combate à impunidade dos agressores, mas também exige medidas educativas. “Os criminosos merecem uma punição exemplar, e essa punição tem de ser divulgada para a sociedade para combater a sensação de impunidade.”


Silvia destaca que o crime do Rio foi seguido por compartilhamentos de vídeos na internet por pessoas que faziam “piadas machistas e julgamento moral”. “Que sociedade é essa que um sujeito compartilha a prova do crime e se gaba dela? E quem são as milhares de pessoas que viram e compartilharam esse material, ajudando a perpetuar esse sofrimento?”, questiona.


Fonte: O Estado de São Paulo

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