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Policial : TROPAS DE ELITE
Enviado por alexandre em 22/02/2019 16:39:32

Quais são os treinamentos de tropas de elite mais difíceis do mundo

Conheça detalhes sobre os treinamentos de sete tropas pelo mundo


treinamentotropa

Existem pelo menos sete cursos de formação de policiais que são reconhecidos internacionalmente pelo grande grau de dificuldade.

Dois deles são brasileiros. Um é o curso do Bope, da PM do Rio de Janeiro, que ganhou fama com o filme Tropa de Elite, que mostra o cotidiano de seus integrantes. Outro treinamento brasileiro casca-grossa é o do Gate, da PM de São Paulo.

A SWAT americana, o GIGN e o Le Raid da França, a Omon da Rússia e a GSG9 da Alemanha completam o grupo das unidades policiais com cursos top de linha.

De acordo com o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, co-roteirista de Tropa de Elite, em todas essas unidades os alunos são levados ao limite durante o período de formação.

Confira abaixo detalhes sobre o treinamento das sete tropas.

BOPE (BATALHÃO DE OPERAÇÕES POLICIAIS ESPECIAIS)


De onde é – Tropa da Polícia Militar do Rio de Janeiro
Função – Criado em 1970, é especializado no combate ao crime em favelas
Duração do treinamento – 3 meses e meio
Como é – O primeiro mês é o “inferno”, de acordo com o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel: “O aluno dorme em média três horas por noite. Toda comida é negociada por alguma atividade. É mais duro do que aparece no filme”. Já houve turmas em que só quatro policiais foram aprovados entre cerca de 50 inscritos…
Piores momentos – Uma marcha de 120 quilômetros a cavalo… sem sela! Há ainda um teste de defesa pessoal em que o aluno luta contra até oito oficiais ao mesmo tempo. Já rolaram vários casos de fraturas graves. “Na minha turma, um aluno teve lesão no baço após o teste de defesa pessoal”, diz Pimentel. Em 2003 um candidato morreu de frio no treinamento.

GATE (GRUPO DE AÇÕES TÁTICAS ESPECIAIS)


De onde é – Tropa da Polícia Militar de São Paulo
Função – Existe desde 1989. Atua no resgate de reféns e em rebeliões em presídios
Duração do treinamento – 6 semanas
Como é – Inclui invasão tática, aulas de tiro de precisão e técnicas de negociação com criminosos. “É um treinamento muito puxado fisicamente, mas sem humilhação e mais técnico que o do Bope”, diz Rodrigo Pimentel, que fez os cursos dessas duas unidades brasileiras.
Piores momentos – Uma cena famosa do filme Tropa de Elite aconteceu de verdade com Pimentel durante o treinamento no Gate. Seu instrutor no curso destravou uma granada e o mandou segurá-la para se manter acordado. Se ele largasse, a granada explodia! Sofrer torções e escoriações durante os exercícios também é muito comum.

GIGN (GRUPO DE INTERVENÇÃO DA GUARDA NACIONAL)

De onde é – França
Função – O GIGN surgiu em 1974 – dois anos depois do atentado na Olimpíada de Munique – para atuar no resgate de reféns e em casos de seqüestro de aviões
Duração do treinamento – 6 a 8 semanas
Como é – Inclui aulas de artes marciais (como krav-magga) e manuseio de explosivos. É apontado como um dos melhores treinamentos de armas de fogo no mundo, visando paralisar, e não matar, o oponente. Cerca de 10% dos voluntários são aprovados. Mantém programas de intercâmbio com tropas de outros países.
Piores momentos – O mais duro é passar no teste final, que avalia a capacidade do atirador. Além de ser o exercício mais difícil, tem o maior peso na pontuação geral. Desde a fundação do GIGN, sete agentes já morreram nos treinamentos!

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GSG9 (GRUPO 9)

De onde é – Alemanha
Função – Criado um ano após o atentado na Olimpíada de Munique de 1972, o GSG9 foi uma das primeiras unidades a surgir para combater terrorismo. Atua também em caça a fugitivos e resgate de reféns
Duração do treinamento – 22 semanas
Como é – O curso inclui operações com aviões e esqui, uso das armas preferidas por terroristas e treinamentos em cooperação com outras unidades de combate ao terrorismo no mundo. De cada cinco candidatos, um é aprovado. Essa unidade ganhou todas as competições do Swat World Challenge, em 2005, uma espécie de olimpíada das tropas de elite.
Piores momentos – A identidade dos agentes da GSG9 é considerada top secret e, por isso, ela é a força que divulga menos detalhes sobre seu treinamento. Mas passar nas provas de tiro não deve ser moleza: os policiais são treinados para sacar e disparar uma arma em no máximo um segundo!

SWAT (ARMAS E TÁTICAS ESPECIAIS)


De onde é – Estados Unidos. Existem diversas equipes da Swat. A mais antiga é a de Los Angeles, criada nos anos 60
Função – Os policiais da SWAT são especialistas em entrar em edifícios e fazer o reconhecimento da área. Atuam ainda na prisão de fugitivos
Duração do treinamento – O curso da SWAT de Los Angeles dura 30 dias
Como é – O treinamento é semelhante ao de forças militares. De acordo com o ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, ele tem menos matérias que o de outras tropas. Isso porque as especializações são feitas posteriormente em temas como armamentos e explosivos.
Piores momentos – Existem muitas atividades físicas puxadas, mas o mais arriscado mesmo são os treinamentos de tiro, que envolvem simulações e muita ação. Já houve pelo menos um caso de morte por tiros acidentais no curso básico e muitos outros em treinamentos para agentes já formados.

LE RAID (PESQUISA, ASSISTÊNCIA, INTERVENÇÃO E DISSUASÃO)

De onde é – França
Função – Unidade de combate ao terrorismo da polícia nacional francesa, criada em 1985, que conta com cerca de 60 membros
Duração do treinamento – 9 meses
Como é – Não é preciso ser um policial para tentar ser aprovado no treinamento do grupo, que inclui aulas de luta (com ênfase no boxe), tiro, pára-quedismo e ações com cães supertreinados – uma das especialidades do Le Raid. Há ainda provas que testam o candidato em situações extremas, como a resistência à claustrofobia. Algumas equipes da unidade também desenvolvem habilidades psicológicas para a negociação com criminosos.
Piores momentos – Num dos testes, os aspirantes atravessam um túnel, completamente escuro, enquanto instrutores atiram a menos de 10 centímetros de suas cabeças. Cães são soltos para desorientar os alunos, que são equipados com colete e capacete.

OMON (GRUPO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS DA POLÍCIA)


De onde é – Rússia
Função – Surgiu em 1979 para cuidar da segurança da Olimpíada de Moscou de 1980. É especialista na solução de sequestros
Duração do treinamento – 4 meses
Como é – Os candidatos são incentivados a seguir ordens cegamente. Os exercícios enfatizam o combate corpo a corpo e ensinam como lidar com crises em áreas urbanas. Mas há também um lado não tão “elite” da tropa: os agentes do Omon também são treinados para reprimir manifestações
Piores momentos – No teste final, o aluno tem de partir para a agressão contra cinco membros treinados da Omon. Se conseguir ficar de pé por três minutos em cada uma das brigas, é aprovado! A Omon perde oficiais com freqüência por participar de situações de alto risco. Em 2000, 20 policiais foram executados por membros do movimento separatista do território da Chechênia.

Policial : BASTA!
Enviado por alexandre em 21/02/2019 08:38:31

Relatório da Abert indica aumento de mortes de jornalistas

Relatório anual sobre violações à liberdade de expressão da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), divulgado nesta quarta-feira (20), mostrou que o número de mortes de profissionais de imprensa voltou a crescer após dois anos de diminuição. 

Conforme a Abert, em 2018 três radialistas – Jairo Sousa, Jefferson Pureza e Marlon Carvalho – foram assassinados por causa do exercício da profissão em rádios no interior do País, após divulgarem informações com críticas e denúncias sobre autoridades e políticos da região em que trabalhavam. Em 2017, houve um assassinato; em 2016, dois. Com oito mortos, o ano de 2015 foi o mais violento na série histórica iniciada em 2012.

“Todos eles assassinados por exercerem o direito de livre opinião e livre cobertura nos seus veículos. Tivemos 86 jornalistas mortos em todo o mundo, em áreas de conflito. O número de três mortos no Brasil é muito alto”, disse o presidente da Abert, Paulo Tonet Camargo.

O levantamento da Abert indica que os principais agressores, em 2018, foram militantes partidários e manifestantes. 

O documento também ressalta que houve aumento de 50% nas agressões não letais contra jornalistas – agressões, atentados, ameaças e ofensas, inclusive por meio digital. Foram 114 casos, ante 76 no ano anterior. Ao todo, 165 profissionais e veículos de comunicações foram alvo.

O número de atentados se manteve estável de 2017 para 2018 – três casos. Porém, nas três ocasiões, cinco radialistas foram vítimas do crime. “Armas de fogo foram utilizadas pelos criminosos em todas as ocasiões, numa clara intenção de acabar com a vida dos comunicadores”, diz o documento.

Para Tonet, a profissão nunca foi tão relevante por causa da necessidade de checagem e certificação das informações. “Num mundo de fake news, o remédio para isso é mais jornalismo, mais jornalistas, mais exercício do bom jornalismo”.

Policial : UNIFICAÇÃO
Enviado por alexandre em 20/02/2019 09:28:40

Projeto de estruturação nacional da Polícia Civil em pauta
Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil, em fase final de discussão no Ministério da Justiça e Segurança Pública, tornará mais eficiente a polícia civil, que, atualmente, soluciona somente 8%, em média, dos casos que investiga, segundo Aurélio Cisneiros.

Entre outras medidas, o anteprojeto determina que as promoções na categoria só ocorrerão após três anos de exercício efetivo em cada uma das classes da carreira, que começa por oficial substituto e vai até delegado especial. Em 29 artigos, o anteprojeto elimina o concurso público específico para delegado, cargo que exigirá promoções internas por avaliação de desempenho, e estabelece nacionalmente os princípios, as diretrizes e as competências da polícia civil, sua organização e funcionamento.

Para Fernando Rodolfo, o projeto, se aprovado, tornará mais eficiente a polícia civil em todo o país, contribuindo, assim, para atenuar os graves problemas da segurança pública. ‘É inconcebível e inaceitável que haja delegacias, como ocorre em Pernambuco, funcionando em instalações precárias e que nem algemas têm”, declarou ele aos dirigentes sindicais da categoria.


A COBRAPOL apresentou minuta de projeto relativo à Lei Orgânica da Polícia Civil à Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). A entidade esteve representada pelo seu presidente, André Luiz Gutierrez, e por toda equipe de dirigentes que integraram a equipe técnica responsável pela elaboração do texto final do projeto.

A Confederação foi recepcionada, na ocasião, pelo Secretário Adjunto de Segurança Pública, Almirante Alexandre Araújo Mota, acompanhada dos seguintes membros da pasta: Afonso Oliveira de Almeida, Ederson Márcio de Oliveira, Vinícius Neves e Luciana Viana. Na foto, o Secretário Adjunto recebe das mãos do presidente Gutierrez a minuta do projeto da Lei Orgânica.

Gutierrez, no início da reunião, agradeceu a atenção dos representantes da Secretaria de Segurança Pública, lembrou o encontro anterior com o general Carlos Alberto Santos Cruz, secretário da pasta, ressaltou que iniciativas da mesma natureza, no âmbito do governo e do Congresso Nacional, encontram-se totalmente defasadas pelo tempo, e destacou que o projeto contou com eficiente assessoramento técnico e jurídico, principalmente em questões que não contrariem a Constituição Federal.

Durante mais de uma hora, Itamir Alisson Neves de Lima, do SINPOL-AC, em nome da equipe técnica da COBRAPOL, fez uma ampla e detalhada apresentação do projeto da Lei Orgânica da Polícia Civil.  Ao longo de sua explanação, demonstrou a necessidade de uma reorganização da instituição com o objetivo de torná-la mais eficiente e capaz no desempenho de suas atividades legais e constitucionais.

Ressaltou, entre outros, no diagnóstico da situação atual da Polícia Civil, aspectos como disparidade de direitos, desvio de atribuições, cargos em excesso, desequilíbrio na carreira, investigação ineficiente, usurpação de prerrogativas. Destacou, por exemplo, no caso das investigações, que, atualmente, elas têm, em média, no país, no caso dos homicídios, apenas 8% de efetividade, reflexo das distorções atuais.

A  partir dessa análise, Itamir  apresentou a proposta de criação de um CARGO ÚNICO com ENTRADA ÚNICA na Carreira Policial Civil como requisitos indispensáveis para a evolução funcional, com critérios de tempo e de avaliação profissional que devem servir para assegurar a progressão ao longo da carreira.

Os representantes da COBRAPOL informaram à Secretaria de Segurança Pública que o projeto não afeta os direitos já adquiridos pelos integrantes da corporação e remete aos Estados a competência para regulamentar a aplicação da lei no âmbito de sua circunscrição.

Após a apresentação, abriu-se um debate entre os dirigentes da COBRAPOL e a equipe técnica da SENASP com o objetivo de esclarecer e aprofundar alguns aspectos da minuta oferecida como subsídio para que o governo encaminhe ao Congresso Nacional a proposta de Lei Orgânica da Polícia Civil, competência privativa do Poder Executivo.

O Secretário Adjunto assegurou que, pelo momento vivido pelo país, em que a segurança pública tornou-se relevante para o governo e a sociedade, a matéria será analisada com a prioridade necessária.

O presidente Gutierrez, após denunciar o sucateamento e desmotivação dos membros da Polícia Civil em todo país, concluiu que “o projeto apresentado é o desfecho de um longo e exaustivo trabalho técnico desenvolvido pela COBRAPOL, com as suas entidades filiadas, que tem por objetivo, acima de tudo, oferecer à sociedade uma nova configuração orgânica da instituição, para que ela tenha condições de exercer de forma plena suas funções na segurança pública e de proteger o cidadão que hoje é refém de todas as modalidades de crime que verificamos”.

“Esse trabalho que hoje apresentamos ao governo e à sociedade é um marco na história da Polícia Civil e da COBRAPOL. Esperamos rapidez e presteza em sua análise”, sentenciou.

Além de Gutierrez e Itamir (AC – FEIPOL-Norte), a COBRAPOL esteve representada no evento pelos seguintes companheiros: Jorge Emílio Leal (ES – vice-presidente COBRAPOL), Humberto Mileip (SINDIPOL-ES), Evandro Baroto (SINCLAPOL-PR e FEIPOL-SUL), Ana Paula Cavalcante (SINPOL-CE), Mário Flanir (SINPOL-RS) e Giancarlo Miranda (SINPOL-MS).

CLIQUE AQUI PARA CONHECER NA ÍNTEGRA A PROPOSTA DA COBRAPOL PARA A LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA CIVIL

Fonte: Comunicação COBRAPOL

Policial : O INDULTO
Enviado por alexandre em 10/02/2019 19:30:00


Bolsonaro assina decreto de indulto vetando benefício para condenados por corrupção

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto de indulto para conceder liberdade a presos portadores de doenças graves. O benefício de liberdade não será dado aos que forem condenados a crimes de corrupção, tráfico de drogas e crimes violentos.

O decreto será publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (11). Segundo documento divulgado pelo governo, “o indulto irá conceder perdão da pena para presos que, por motivos posteriores à condenação, adquiriram deformidade ou doença grave incurável, de modo que o sofrimento impingido pela moléstia seja imensamente maior àquele provado pela privação de liberdade”. 

Veja quem pode ou não ser beneficiado:

Podem ser libertados condenados:

Quem tenham paraplegia, tetraplegia ou cegueira adquirida posteriormente à prática do delito ou dele consequente

Doença grave, permanente, que, simultaneamente, imponha severa limitação de atividade e que exija cuidados contínuos que não possam ser prestados no estabelecimento penal

Doença grave, câncer ou AIDS em estágio terminal

Não podem ser indultados condenados:

Por crime hediondo

Crime cometido com grave violência contra pessoa

Crimes de tortura organização criminosa e terrorismo

Estupro, assédio sexual

Peculato, concussão, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência

Tráfico de drogas 

Policial : SEGURANÇA
Enviado por alexandre em 01/02/2019 22:01:45

No novo governo, autonomia financeira e investimento em tecnologia são prioridades

Com um mês à frente da pasta, o secretário diz que está conhecendo a estrutura da Sesdec, analisando todos os processos pendentes, aquisições e patrimônio
SECOM

FOTO: (Secom)

Na Polícia Militar do Estado de Rondônia há 29 anos, o coronel e novo secretário de Segurança Pública (Sesdec), José Hélio Cysneiros Pachá, é graduado em Letras, já participou de duas missões de paz, trabalhou na Companhia de Operações Especiais, comandou o 6° Batalhão da PM em Guajará Mirim, comandou o 1° e o 5° BPM em Porto Velho, e criou a Força Tática da PM baseando-se no exemplo do estado de São Paulo, no começo dos anos 2.000.

Com um mês à frente da pasta, o secretário diz que está conhecendo a estrutura da Sesdec, analisando todos os processos pendentes, aquisições e patrimônio. “Como eu não recebi nenhuma dessas informações formalmente, estamos analisando orçamento e a forma como estamos recebendo a Sesdec. Já tenho a orientação do governado coronel Marcos Rocha para enxugar o máximo possível a estrutura da secretaria”.

Segundo Pachá, o principal projeto para este ano é fazer a transição concedendo a autonomia orçamentária financeira às instituições ligadas à Sesdec. “Desta forma, conseguimos diminuir a estrutura, as instituições terão condições de gerir as próprias contas e contratos, e nós ficamos apenas com o Controle Interno e a parte estratégica e política da segurança pública. Este ano haverá a confecção do novo plano plurianual (PPA) para quatro anos, e já podemos fazer a previsão da fatia do bolo para cada instituição a partir do ano que vem”, explica.

O secretário conta que há uma herança de conflitos de interesses entre as Polícias Militar e Civil quanto aos softwares e integração de sistemas. “Por conta da receptividade que foi muito positiva por parte da Polícia Civil, já estamos conseguindo contornar tudo isso aos poucos, e fazendo as modificações, dando uma ‘cara’ nova conforme as oportunidades que vão surgindo. A ordem do governador também é que, por enquanto, não haja contratações. Tem um concurso sendo realizado pela PM para os remanescentes do último concurso, conquistada por eles junto à Assembleia Legislativa, um compromisso dos deputados estaduais e que estamos herdando do governo passado, inclusive estamos aguardando o repasse da última parcela e esperamos que eles honrem, já o mandato deles também já está se encerrando”.

A gestão atual tem ainda como prioridade a construção do 5º BPM, que antes funcionava em um prédio à margem da BR-364, e agora está “distribuído” nas Unisps necessitando de uma quartel para abrigar os policiais do batalhão. O projeto já está pronto para isso e Pachá acredita que vai concretizar nesta gestão.

TECNOLOGIA

E em termos de investimento, o secretário considera importante a luta do Instituto de Identificação Criminal para a mudança das identidades digitalizadas, mais completas e mais seguras, e garante que algumas tratativas junto à Sepog já se iniciaram para estudo da possibilidade de viabilização.

“O investimento é alto, mas é a tendência do país é que isso aconteça. A digitalização de tudo agiliza a identificação de autores de crimes e acelera o processo da própria confecção das identidades, o que hoje ainda aflige muito a nossa comunidade de uma forma geral”.

Outro projeto voltado para investimento em tecnologias para investigação está previsto para a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), possibilitando o trabalho de forma mais eficiente. “Isso tudo demanda recursos, que nós vamos tentar captar este ano para realizar os anseios das instituições, trazendo modernidade para o serviço de segurança refletindo diretamente na vida da população. Sem contar que o combate à corrupção é um dos eixos de trabalho do nosso governador, coronel Marcos Rocha”.

Quanto à expectativa que a população do estado pode ter em relação à segurança pública é integração. “Se integramos mais conseguimos juntos ser mais eficazes, principalmente Polícias Militar e Civil numa vertente, e Polícia Civil com a Politec em outra, porque as investigações, local de crime, identificação de indivíduos e tudo que diz respeito ao trabalho da PC depende disso. Assim conseguiremos resultados mais satisfatórios”.

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