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Policial : NA MIRA
Enviado por alexandre em 15/04/2019 10:18:17

PF, MP e INSS apuram entrega de dados sigilosos dos aposentados para os bancos

Após admitir vazamento de dados sigilosos de aposentados, o INSS se juntou à Polícia Federal e ao Ministério Público para investigar o crime. A história se repete com bancos e financeiras assediando aposentados para fazer empréstimos consignados, já de posse de dados pessoais e valor do benefício recebido. A força-tarefa apura se os vazamentos são feitos por funcionários do INSS ou de bancos que pagam os benefícios.

Presidente do INSS, Renato Vieira, confirma o vazamento e alerta: ‘há acesso a aposentados que nem foram comunicados da aposentadoria’.

Em 2017, gerente-executivo do INSS afirmou ao MP que dados seriam obtidos por meio do compartilhamento entre as instituições financeiras.

Uma instrução normativa do INSS proibiu ‘oferta ativa’ de empréstimo por 180 dias a partir da aposentadoria. Na prática, não é o que ocorre. A informação é do Diário do Poder.

Policial : COMANDANTE
Enviado por alexandre em 10/04/2019 20:37:24

Coronel Ronaldo Flores sobre ações e desafios enfrentados em Rondônia

À frente do comando da Polícia Militar há um ano, coronel fala sobre as ações e desafios enfrentados em Rondônia

A corporação da PM é composta de um efetivo de 5500 homens incluindo alunos e profissionais na ativa

 

À frente do Comando Geral da Polícia Militar há exato um ano, completo no dia 10 de abril, Mauro Ronaldo Flores Corrêa tem em mente três pilares que embasam sua gestão: investimento, valorização do policial militar e inteligência estratégica, no caso com policiamento orientado para o problema. “Em cima desses três eixos desenvolvemos nossas ações. Em primeiro lugar, o investimento e valorização do policial militar. Nossa proposta é de dar continuidade aos concursos e sempre que nossos policiais tiverem interstício para as promoções eles realizarem seus cursos. Todos os cursos regulares que a polícia oferece devem servir para progressão funcional, além de outros cursos que qualificam os policiais”, ressalta o coronel Mauro Ronaldo.

Entre os cursos citou como exemplo, o de Negociação em ocorrências de alta complexidade, realizado recentemente, sendo a segunda edição em Rondônia e o primeiro a mesclar oficiais e praças. “Também realizamos curso de sniper  (atirador) – o primeiro realizado em Rondônia. É um curso difícil pela tecnicidade que se exige dos profissionais e das equipes. Em Rondônia só tínhamos um atirador e ele estava na reserva. Além disso, realizamos o curso de operações especiais, um curso extremamente complicado”.

E foi assim ao longo do ano de 2018, quando foram realizados uma série de outros cursos de qualificação, especialização, como forças táticas, patrulhamento tático móvel, motocicletas.

 

“A ideia é continuar investindo e valorizando o policial militar e, lógico, buscando melhores condições de trabalho para eles, tecnologia, armamento e equipamentos adequados”, garante o comandante.

 

O coronel Ronaldo Flores ingressou no Exército Brasileiro em 1986, por meio do Núcleo Preparatório de Oficias da Reserva (NPOR), em seguida serviu no exército como oficial temporário e ingressou na Polícia Militar do Estado de Rondônia, em 1994, por meio de concurso público de adaptação de oficiais. No Estado serviu na Companhia de Operações Especiais (COE), no 5° Batalhão e no 3° Batalhão comandando a região de Colorado do Oeste, Cerejeiras, Cabixi, Pimenteiras, Corumbiara, que na época era a Segunda Companhia.

Na Capital, serviu na Diretoria de Pessoal, na Companhia de Guarda, no Centro de Ensino, antiga Diretoria de Ensino, e como assessor na Secretaria de Segurança Defesa e Cidadania (Sesdec) e no Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJ/RO). Realizou diversos cursos na área operacional. É formado em direito, pós graduado em direito civil/processo civil. É, também, professor universitário na área de direito, casado, pais de três filhas e avô de um neto.

A formação acadêmica do comandante demonstra colaborar para seu ofício. A corporação da PM é composta de um efetivo de 5500 homens incluindo alunos e profissionais na ativa. Somente no ano de 2018 cerca de 3 mil policiais militares realizaram cursos de aperfeiçoamento. “Mais de 50% do efetivo foi formado, qualificado, os policiais passaram por cursos de formação de cabos, sargentos, aperfeiçoamento de oficiais, de oficiais administrativos. Já conseguimos muito e pretendemos conseguir mais ainda este ano e nos próximos, com o nosso governador Marcos Rocha à frente”.

REDUÇÃO DA CRIMINALIDADE: PRINCIPAL DESAFIO

Mauro Ronaldo Flores Corrêa, comandante da Polícia Militar do Estado de Rondônia

O comandante tem resposta rápida para o principal desafio no comando da PM: a redução do índice de criminalidade, que se desenvolve à medida do crescimento e desenvolvimento das cidades rondonienses. “Trabalhamos diuturnamente para a redução e aí entram o segundo e o terceiro eixo”, garante. Uma das formas citadas é por meio da inteligência estratégica, como o programa de análise criminal. “Hoje trabalhamos e entendemos o crime. Conhecemos como ele é praticado, os horários, os locais, o modus operandi (modo de operação), o perfil de quem pratica os crimes. Conseguimos através desse programa de análise criminal entender o crime e como ele acontece. A partir daí aplicamos o policiamento de forma orientada, direcionado para o problema. Com isso trocamos a forma de empregar os policiais, os horários, a quantidade de policiais na rua, aumentando em alguns horários, diminuindo em outros, ou seja, de acordo com a movimentação do crime movimenta-se os policiais militares”, explica.

Como resultado da ação planejada, a redução de 30% no índice de criminalidade ao longo de nove meses. “Pretendemos este ano aumentar para 60% ou até 70% a redução desse índice. Quando assumi o comando, a média era de 80 roubos/furtos por dia, conseguimos reduzir para em média 45/50 e o objetivo é até o final do ano reduzir ainda mais a criminalidade no Estado”, destaca.

TERMO CIRCUNSTANCIADO  

De acordo com o comandante, o Termo Circunstando de Ocorrências (TCO) já está Implantado 100% no Estado. A chamada tecnologia embarcada, que são os kits com tablets e mobiles, em questão de mais 30 dias será efetivamente implementado em 100% do Estado. “Todas nossas viaturas, nossas guarnições vão estar com a tecnologia embarcada”, diz.

O kit embarcado permite acesso a consulta de banco de dados, o banco nacional de mandados de prisão, o Infoseg e demais plataformas que permitem análise do perfil de criminosos. Também permite acesso e lavratura de ocorrência de forma online, não necessitando de papel. “Toda essa tecnologia permite maior economia para os cofres públicos, como de papel, combustível, de movimentação de veículos, permite ainda, maior presença do policial militar no local onde está trabalhando, porque ele não precisa se ausentar para registrar a ocorrência”, detalha o coronel.

Além disso, as câmeras body cam já foram entregues para a Polícia Militar. O momento é de pequenos ajustes dentro da corporação.

 

“Até o mês de maio, todos nós policiais trabalharemos com câmeras body cam acoplada ao corpo, filmando nossas ações”, detalha o comandante.

 

Outra tecnologia que colabora com a atuação dos militares são os smartfones . Atualmente, 1200 aparelhos foram entregues e gradativamente estão sendo incorporados à rotina dos policiais militares.

RELACIONAMENTO DA POLÍCIA MILITAR COM A COMUNIDADE 

Ações desenvolvidas pela PM aproximam a corporação da comunidade

Questionado sobre o relacionamento da polícia com a comunidade, ele acredita que é bom. “Entendo que é um bom relacionamento. A Polícia Militar cada vez mais está trabalhando para a evolução no relacionamento com a sociedade. Até um tempo atrás a polícia era vista como repressora. Assim era ensinado, assim os livros escreviam e tratavam sobre isso. Como em “Aparelhos ideológicos do Estado”, de Luiz Autocerqui, que dizia que a polícia é o aparelho repressivo do Estado.

“A Polícia era colocada dessa maneira até para as crianças. Dizia-se com frequência: eu vou chamar a polícia se você não fizer isso, se não fizer certo, se não fizer dessa forma eu vou chamar a polícia. E a polícia aos poucos está superando isso. Hoje buscamos ter um relacionamento com a sociedade porque nós somos parte da sociedade, enquanto nós não estamos fardados, estamos em nossas casas juntos com a sociedade, convivemos com a sociedade, então nossos policiais compreendem muito bem isso. Buscam trabalhar para cada vez mais para a sociedade interpretar eles como alguém que está ali para auxiliar, para ajudar”, resume.

Outra forma de aproximação com a comunidade, de acordo com o comandante, é por meio do desenvolvimento de programas sociais, como o Proerd, que atua no combate ao uso de drogas, a patrulha Maria da Penha, de proteção a mulheres vítimas de violência doméstica, a Polícia Militar Mirim, escolinhas de futebol e academias de ginástica. “Nossos policiais também treinam crianças em artes marciais. Temos um relacionamento próximo e cada vez mais buscamos essa aproximação, porque o policial é um integrante da sociedade, ele é igual a todos”, lembra.

 LEALDADE, DISCIPLINA E CONSTÂNCIA 

Atuação nas ruas com o efetivo policial

Lealdade, disciplina e constância é o lema da corporação da Polícia Militar do Estado de Rondônia. Segundo Mauro Ronaldo, diversas outras ideias foram apresentadas, mas optaram pela sugestão do major Robson Brancalhão. “Interpretando cada palavra, percebemos esse lema expressa realmente como deve ser o policial militar: deve ser leal, ter disciplina e ser constante, permanente. E está dando muito certo. Nossos policiais têm ser portado dentro do nosso lema. Tanto que os resultados estão vindo a cada dia”, garante.

“As polícias passam por uma fase de transformação, a sociedade compreende perfeitamente os seus direitos, e os policiais necessitam se adequar a essa forma de atuação. Os nossos policiais trabalham muito dentro da legalidade, tanto que nós temos poucos problemas em Rondônia. Temos uma tropa de mais de 5 mil homens, então é natural que a gente tenha algum desvio de conduta, entendemos que pode acontecer em qualquer profissão, mas na nossa é reduzido. Agora, por exemplo, estamos enfrentando a intervenção no Sistema Prisional. Nossos policiais estão se deslocando para lá constantemente e está trabalhado muito bem. É uma tropa que tem dado o resultado que a sociedade espera, e temos recebido esse feedback da sociedade”, confessa.

Fé em Deus, lealdade, disciplina, constância e um comandante que gosta de atuar na rua, aliás, não é difícil encontrar o comandante Mauro Ronaldo em operações noturnas e até mesmo realizadas aos finais de semana, isso porque de acordo com ele, é bom ter visão na ótica nos militares que atuam cotidianamente no combate ao crime. “Gosto de atuar na rua. Minha vida inteira desenvolvi atividades na rua. Quando estamos no meio da tropa, parece que a gente se revigora, porque no gabinete são raros esses momentos. Na rua a gente busca mais energia. Eu gosto muito de andar no meio da tropa, andar com eles, estar com eles, de viajar, de ir para o interior do Estado. Andar em lugares onde o policial leva três, quatro horas para chegar. Dessa forma realmente se conhece a Polícia, porque geralmente senta aqui um conselho de coronéis e decide a vida da Polícia Militar sem conhecer o que está conhecendo lá em Estrela de Rondônia, por exemplo, em locais que para se chegar lá, saiu do asfalto e andou uma hora e meia. Então é diferente, a gente conhecendo, e eu gosto disso, eu gosto de estar no meio dos policiais”.

A Polícia Militar de Rondônia está entre as melhores do Brasil, de acordo com o comandante, o que faz ele afirmar que se sente gratificado e satisfeito. “A gente sempre acredita primeiro em Deus, Deus protegendo a nossa Polícia Militar tudo acaba dando certo. E tem dado certo. A Polícia Militar é muito devota a Deus, Ele acima de tudo e aí a gente buscar fazer nosso trabalho, aquilo que a Constituição atribui a nós”, finaliza.

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Fonte
Texto: Mineia Capistrano
Secom - Governo de Rondônia

Policial : ENTREGOU
Enviado por alexandre em 09/04/2019 09:06:47

Cabral entregou de mamando a catucando todo esquema de corrupção
O ex-governador Sérgio Cabral está delatando tudo sobre o mega esquema de corrupção que destruiu as contas públicas do estado do Rio de Janeiro.
A propina mensal que Sérgio Cabral recebia de uma cervejaria, como o ex-governador afirmou em audiência na Justiça Federal, não era o único dinheiro que supostamente vinha do Grupo Petrópolis. Nesta terça-feira, o MP-RJ ajuizou uma ação contra Cabral depois de ele ter admitido que recebeu R$ 5 milhões em propina no exterior para isentar a cervejaria de pagamento de multas.
Cabral, em depoimento na última semana a promotores do Grupo de Combate à Sonegação Fiscal do Ministério Público, afirmou que, depois de dois decretos terem sido publicados em 2006, ainda no governo Garotinho, e 2009, a cervejaria não conseguia ficar isenta do pagamento de ICMS.
Neste último decreto, a mesada paga a Regis Ficthner, ex-homem forte de Cabral e Chefe da Casa Civil, era de mais de R$ 1 milhão.
Em 2013, uma nova solução foi pensada. Por isso, naquele ano Cabral baixou um novo decreto, para livrar a cervejaria dessas multas. Com essa medida, ele recebeu uma boa recompensa: enquanto milhões de reais deixavam de entrar nos cofres do estado, R$ 5 milhões em propina, pagas pelo grupo Petrópolis, entraram nas contas do ex-governador no exterior. O acerto foi feito, segundo Cabral, com o presidente do grupo Petrópolis, Walter Faria.

extra

Policial : MOSSAD
Enviado por alexandre em 08/03/2019 22:36:27

O serviço secreto israelense é considerado o mai temível

O Mossad, o serviço secreto israelense, é considerado o mais temível do mundo e ficou conhecido por suas operações especiais durante a Guerra Fria.

Mossad – Serviço secreto israelense
Símbolo distintivo do Mossad, o serviço secreto israelense
O Mossad (palavra em hebraico que significa “O Instituto”) é o serviço secreto ou o instituto de inteligência e operações especiais do Estado de Israel. Criado em 13 de dezembro de 1949, a partir de sugestão do primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion, o Mossad é considerado por muitos analistas o serviço secreto mais eficiente e mais temido do mundo, ultrapassando a CIA, americana, e a antiga KGB, soviética.


Origens do Mossad

As origens do serviço secreto de Israel remontam às primeiras ações de espionagem e contraespionagem feitas por membros da Haganá, organização paramilitar judaica atuante na Palestina nos anos 1930 e 1940 e que precedeu as Forças de Defesa de Israel. Um dos primeiros espiões da Haganá foi Ezra Danin, um agricultor que começou a passar informações à Haganá sobre endereços, placas de carros, hábitos cotidianos, entre outros aspectos, de árabes envolvidos em milícias antissionistas da época. Danin incorporou-se à Haganá e, anos mais tarde, criou o Shai, unidade da Haganá especializada em espionagem.

Por outro lado, o Mossad também foi constituído por membros do Jewish Brigade Group, a brigada judaica que foi lutar em Tarvisio, Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Essa brigada recebeu autorização de comandantes da época para levar, secretamente, judeus europeus para a Palestina, naquilo que ficou conhecido como Operação Brecha. Entretanto, durante essa operação, os membros da brigada descobriram os campos de concentração nazistas. A visão dos judeus mortos nos campos levou esses combatentes à formação dos nokmin, esquadrões de assassinos vingadores encarregados de caçar e eliminar os oficiais nazistas da SS e da Gestapo.

Ainda no ano final da Segunda Guerra, em 1945, esses esquadrões passaram a atuar na Alemanha e em outras regiões onde os oficiais pudessem estar escondidos, como diz o pesquisador Eric Frattini:

Disfarçados de policiais militares, os nokmin dedicaram-se a prender, um a um, todos os que faziam parte da lista. Depois de lhes serem lidos os direitos, eram executados mediante estrangulamento. A equipe de Vingadores era formada por Israel Karmi, Maier Shorea e Haim Harkov. O executor era Shev Kerem, que, anos depois, se uniria ao recém-criado Mossad. A unidade atuava sempre num raio de ação de cem quilômetros ao redor de Tarvisio, e as operações, realizadas perto de lagos, rios e barragens, não deixavam o menor rastro. Sua única meta era executar o maior número possível de assassinos nazistas. Toda tarde, o chefe dos nokmin recebia uma lista de alvos e, à noite, vários esquadrões saíam em missão sem que nenhum dele soubesse o que os demais faziam. A unidade de executores judeus atuaria apenas durante alguns meses e jamais se soube o número de nazistas mortos. [1]

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Alguns dos líderes desses esquadrões fizeram parte da primeira leva de agentes secretos do Mossad, como foi o caso de Abba Kovner, que atuou como nokmin no Leste europeu.

Operações do Mossad

Apesar de formalmente criado em 13 de dezembro de 1949 como “Instituto Central de Coordenação”, o Mossad só foi formalizado em março de 1951. O seu primeiro memuneh (diretor) foi Isser Harel, que foi responsável pela primeira operação de grande porte do Mossad: o sequestro e a condução do ex-tenente-coronel da SS nazista, Adolf Eichmann, na Argentina. Essa operação recebeu o nome de “Garibaldi” e foi posta em prática por um grupo do Mossad liderado por Raphael Eitan.

A partir de 1963, Ben-Gurion, então primeiro-ministro de Israel, nomeou outro diretor para o Mossad, Meir Amit. Por ordem de Gurion, Amit criou a unidade Kidon (“Baioneta”), responsável por pôr em prática operações de execução de inimigos de Estado. As normas gerais da Kidon eram:

“Não haverá matanças de líderes políticos; estes devem ser tratados através de meios políticos. Não se matará a família dos terroristas; se seus membros se puseram no caminho, não será problema nosso. Cada execução tem de ser autorizada pelo então primeiro-ministro. E tudo deve ser feito segundo o regulamento. É necessário redigir uma ata da decisão tomada. Tudo limpo e claro. Nossas ações não devem ser vistas como crimes patrocinados pelo Estado, mas sim como a última ação judicial que o Estado pode oferecer. Não devemos ser diferentes do carrasco ou de qualquer executor legalmente nomeado.” [2]

Com base nisso, o Mossad levou a cabo uma série de ações contra alvos considerados ameaçadores. Entre as principais, destacam-se: a Operação Riga, de 1965, na América do Sul (Brasil e Uruguai), que caçou e executou Herbert Cukurs, responsável pelo massacre de 30 mil judeus no gueto de Riga; a Operação Cólera de Deus, em 1972 e 1973, que teve como alvo os terroristas palestinos envolvidos no massacre da delegação israelense das Olimpíadas de Munique; a Operação Engenheiro, de 1996, cujo alvo foi Yehlya, especialista em explosivos e membro do Hamas, grupo terrorista palestino; e a Operação Netron, levada a cabo entre 2006 e 2011, que liquidou três cientistas do Irã acusados de estarem envolvidos no projeto desse país de produção de armas nucleares.

Assuntos Relacionados

Policial : AS ARMAS
Enviado por alexandre em 28/02/2019 02:04:38


Conheça as 10 armas mais perigosas do mundo
Conheça as 10 armas mais perigosas do mundo
Armas letais matam uma centena de pessoas em minutos | Divulgação
Armas são ferramentas letais. O Brasil, em meio ao impasse da porte e posse de armas de fogo, vive uma série de polêmicas envolvendo policiais, que deveriam ter autocontrole, usando armas para matar esposas ou pessoas em brigas de trânsito. Mas onde o mundo vai parar com a indústria bélica?

Em 2005 foi negada a tentativa de proibir a comercialização de armas de fogo e munição no mercado brasileiro. O povo ganhou a votação com 63,94% dos votos para a não proibição desse mercado. Porém, esse assunto ainda está em discussão.

Com a evolução da tecnologia, as armas mais perigosas do mundo também têm se desenvolvido. O objetivo dos fabricantes ao redor do mundo é criar armas cada vez mais modernas e potentes. E com isso a capacidade de matar aumenta. Quanto mais pessoas conseguir aniquilar em menor tempo, mais potente é a arma.

10° HECKLER E KOCH HK MG4 MG 43 MACHINE GUN

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Metralhadora leve com polia, e calibre 5,56 mm, com projeção pela empresa alemã Heckler e Koch. O alcance efetivo é em torno de 1000 m.

9° HECKLER E KOCH HK416

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Rifle de assalto, com projeção também pela Heckler e Koch, alemã. É gradação da M4 americana, com calibre de 5,56 mm, e alcance de 600 m.

8° ACCURACY INTERNATIONAL AS50 SNIPER RIFLE

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Rifle anti material, calibre é 12,7 mm, com alcance de 1800 m. Peso de 14,1 kg.

7° F2000 ASSAULT RIFLE

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Operada a gás, totalmente automático. Calibre de 5,56 mm, com alcance efetivo de 500 m, e capacidade de 850 tiros por minuto.

6° MG3 MACHINE GUN

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Metralhadora calibre de 7,62 mm, de alcance efetivo de 1200 m, e cadência de tiro de 1000-1300 tiros por minuto.

5° XM307 ACSW ADVANCED HEAVY MACHINE GUN

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Metralhadora com taxa de disparo de 260 tiros por minuto, podendo matar seres humanos em 2000 m, e destruir veículos, embarcações a 1000 m e ainda helicópteros.

4° KALASHNIKOV AK-47 ASSAULT RIFLE

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Espingarda de assalto, com operação a gás, de seletivo-fogo, produzido e projetado por Mikhail Kalashnikov.

3° UZI SUBMACHINE GUN

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Esta arma é utilizada como de defesa pessoal pelos oficiais, como arma de primeira linha por forças de assalto, pelo tamanho e eficácia.

2° THOMPSON M1921 SUBMACHINE GUN

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Foi preferida por policiais, soldados, civis e criminosos pelo grande calibre, confiabilidade, densidade, alto volume de fogo automático e ergonomia.

1° DSR-PRECISION DSR 50 SNIPER RIFLE

Essas são as 10 armas mais perigosas do mundo todo

Trata-se de um rifle com ferrolho de alvo anti-material, ou seja, ele é capaz de destruir estruturas, veículos, helicópteros, e explosivos com facilidade. É considerada a arma mais perigosa do mundo, de cano longo de 800 mm, de calibre 7,62×51 mm OTAN, e tem um alcance efetivo de 1500 metros.

Fonte: Top 10 mais

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