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Policial : PF NA COLA
Enviado por alexandre em 17/05/2019 23:35:06

PF procura grupo terrorista que ameaça matar Bolsonaro e ministros
A divisão antiterrorismo da Polícia Federal (PF) está tentando descobrir a identidade dos integrantes de um grupo extremista que ameaça matar o presidente Jair Bolsonaro e dois ministros.Autointitulado “Sociedade Secreta Silvestre”, o movimento se diz “ecoterrorista” e “anticristão” e tem feito “ameaças a figuras públicas, notadamente ao presidente da República Jair Messias Bolsonaro”, de acordo com o documento obtido pela revista Veja. Em dezembro do ano passado, o grupo disse que poderia promover um atentado na cerimônia de posse presidencial. Na época, a polícia desarmou uma bomba colocada na porta de uma igreja que fica a cerca de 50 km do Palácio do Planalto. Recentemente, a “Sociedade Secreta” incendiou dois carros numa das sedes do Ibama, em Brasília. No local, a polícia localizou fragmentos de uma bomba caseira. O grupo assumiu a autoria do atentado e anunciou que o próximo alvo será o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente.

Policial : É FALSO
Enviado por alexandre em 15/05/2019 10:29:07

Professora que vai virar filme tem diploma falso de Harvard

Conhecida por uma história de superação que deve virar filme, a professora de ensino técnico Joana D’Arc Félix de Sousa, de 55 anos, declara uma formação na Universidade Harvard que ela não possui e usou um diploma falso na tentativa de confirmar a informação. Joana também repetidamente dizia em entrevistas e palestras que entrou na faculdade aos 14 anos, o que ela agora reconhece não ser verdade. São informações do Estadão.

A professora ganhou notoriedade por ser de família pobre, nascida em um curtume no interior de São Paulo, e chegar a um pós-doutorado em uma das mais conceituadas universidades do mundo. Nos últimos anos, recebeu dezenas de prêmios e, no mês passado, a Globo Filmes divulgou a preparação de um filme sobre a sua biografia, que teria a atriz Taís Araujo como protagonista.

O Estadão entrevistou Joana pela primeira vez no fim de 2017. Na oportunidade, ela afirmou ter morado por dois anos em Cambridge, onde fica Harvard, e voltou ao Brasil após a morte do pai.

A reportagem pediu documentos que demonstrassem o trabalho que havia sido feito nos Estados Unidos. Ela enviou um diploma, datado de 1999, com o brasão de Harvard, o nome dela e titulação de “Postdoctoral in Organic Chemistry”. O Estadão mandou o documento para Harvard, que, ao analisá-lo, informou que não emite diploma para pós-doutorado. Também alertou sobre um erro de grafia (estava escrito “oof”, em vez de “of”).

Há, ainda, duas assinaturas no diploma: uma delas é do professor emérito de Química em Harvard Richard Hadley Holm. Procurado, ele respondeu por e-mail: “O certificado é falso. Essa não é a minha assinatura, eu não era o chefe de departamento naquela época. Eu nunca ouvi falar da professora Sousa”.

A informação do pós-doutorado em Harvard consta no currículo de Joana na plataforma Lattes, o sistema oficial que reúne informações de pesquisadores de todo o País. O preenchimento é feito pelo próprio profissional.

Para realizar a suposta pesquisa nos Estados Unidos, o currículo informa que ela recebeu bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação (MEC). A Capes, no entanto, afirmou que o nome de Joana não consta em nenhum registro de bolsista.

Já em sua ficha cadastral como professora do Centro Paula Souza, autarquia do governo que administra as escolas técnicas, o pós doutoramento não é citado. Joana fez concurso público e trabalha como professora de Química na Escola Técnica Professor Carmelino Corrêa Júnior em Franca, desde 1999. Segundo seu currículo Lattes, ela teria acabado de sair de Harvard (1997-1999).

Encenação de teatro O Estadão entrevistou Joana novamente esta semana. Só depois de ser questionada sobre o diploma que enviou à reportagem, ela disse que o documento foi feito para uma “encenação de teatro”. “Mas eu não concluí (o pós-doutorado), eu não tenho certificado”, afirmou. “As meninas mandaram junto quando o jornalista me pediu documentos. Eu pensei: tenho que contar isso para o jornalista, mas não falei mais com ele”, disse.

Ao contrário da primeira entrevista, ela também informou que não trabalhou no laboratório da universidade nem morou na cidade de Cambridge. “Não fiquei o tempo físico lá, conversei com orientador. Participei até de um congresso em Boston”, conta. Segundo ela, a pesquisa foi desenvolvida no Brasil. “Coloquei isso no Lattes, não sei se está certo ou errado”, afirmou.

O Estadão não conseguiu confirmar qualquer passagem de Joana por Harvard. A pedido da reportagem, dois ex-alunos procuraram o nome dela em um sistema fechado apenas para quem estudou na instituição e não encontraram, mesmo tentando com diferentes grafias. A professora também disse que não lembrava se havia recebido uma bolsa da Capes, como informa seu currículo.

Segundo cientistas, em um pós-doutorado, o pesquisador é convidado para fazer parte de um programa pré-estabelecido de um profissional que está no topo na carreira em uma universidade, no Brasil ou no exterior. O pós doutorando faz suas pesquisa no ambiente de trabalho desse outro professor, que atua como um supervisor.

História de vida Ao fim da pesquisa, em geral, é publicado um artigo sobre a pesquisa. Também é obrigatório enviar relatórios periódicos ao órgão financiador da bolsa de pesquisa para prestar contas. A comunicação ou colaboração com pesquisadores de fora, em hipótese alguma, podem ser consideradas um pós-doutorado.

Joana, de fato, cursou graduação, mestrado e doutorado na área de Química na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Suas pesquisas envolvem produção de couro ecológico e a reprodução de pele humana artificial para transplante. A maior parte de prêmios, palestras ou entrevistas, entretanto, focam na história de vida da professora.

Jornalista: Da Redação

Policial : O PORTE
Enviado por alexandre em 09/05/2019 08:27:26

Decreto abre brecha para armas em avião
Coluna do Estadão – Álvaro Bombig

O decreto de Jair Bolsonaro ampliando o porte de armas abre brecha para passageiros embarcarem armados em voos comerciais. O texto passa a definição dessas regras para as mãos do ministério de Sérgio Moro. Essa atribuição era da Anac, que editou resolução bastante restrita.

Independentemente do que pensa o ministro, projeto de lei do deputado Eduardo Bolsonaro, o 03, autoriza brasileiros com porte de arma permitido por lei a embarcar em aeronaves e, se houver necessidade, usá-las durante o voo. O texto, porém, ainda não decolou.

A resolução da Anac só autoriza o embarque armado dos agentes de segurança em serviço. Os demais, mesmo passageiros com porte, precisam despachar os artefatos.

Entre os que defendem a manutenção das atuais regras, há o receio de que Sérgio Moro não tenha força para impedir alterações. O ministro já foi derrotado quando da edição do primeiro decreto de Bolsonaro sobre o tema. O decreto também passa para a Justiça a responsabilidade de definir quem pode andar armado nas áreas restritas dos aeroportos. Recentemente fiscais da Receita fizeram operação padrão para não ter de passar pelo raio X.

Policial : ARMAS
Enviado por alexandre em 08/05/2019 08:17:39

Mais armas, mais violência e assim caminha a humanidade

Militares deram aval a aventura; decreto sobre armas é retrocesso

Maior circulação de armas e munição aumentará violência.

Blog do Kennedy

Os militares se deram conta de que deram aval a uma aventura. As críticas do general da reserva Eduardo Villas Boas ao guru do bolsonarismo Olavo de Carvalho evidenciam essa constatação. Se Bolsonaro fracassar, Forças Armadas pagarão parte da conta, reconheceu o ex-comandante do Exército.

O decreto de Bolsonaro afrouxando porte e posse de armas é uma forma de burlar o Estatuto do Desarmamento. Permite maior circulação de armas na sociedade e a formação de arsenais individuais.

Governo segue caminho errado, que vai aumentar violência. Questão deverá ser discutida no STF.



Congressistas em defesa dos generais

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos “afagam” Olavo de Carvalho, membros do Congresso saíram em defesa dos generais atacados nas redes sociais pelo auto-proclamado filósofo da Virgínia. A bancada do MDB na Câmara emitiu uma nota destacando o trabalho realizado pelo general Eduardo Villas Bôas, chamando-o de democrata.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tuitou em defesa de Santos Cruz e Alexandre Frota (PSL-SP), que virou desafeto de Carvalho após a viagem para China, mandou um abraço para Villas Bôas no plenário. Até mesmo membros da oposição como Alessandro Molin (PSB-RJ) defendeu os generais. 

Equanto isso, a cena que o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), gravou dos ares como protagonista de uma ação policial em Angra dos Reis, em que um agente dispara do helicóptero, chegou à ONU. A deputada estadual Renata Souza (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia do Rio (Alerj), enviou um documento à entidade nesta terça, 7, em que denuncia a política de segurança do governador. Segundo moradores da região, os tiros atingiram uma barraca de culto evangélico, e não um alvo do tráfico, como afirmou o governo.  (Estadão - BR 18)

Policial : VALENTÃO
Enviado por alexandre em 06/05/2019 08:23:34

Delegado da PF agredi escrivão dentro da DPF
A corregedoria da Superintendência da Polícia Federal de SP abriu uma sindicância para apurar se houve conduta abusiva, assédio moral e abuso da condição de policial pelo delegado da PF Carlos Eduardo Pellegrini Magro.

Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Civis Federais de SP (Sindpolf-SP), Magro, que já participou de operações como a Satiagraha, em 2008, teria agredido fisicamente um escrivão na delegacia de Jales (SP)

De acordo com a denúncia do sindicato, o escrivão conversava com um colega de trabalho quando teria “sido arremessado violentamente” por Magro, “que gritava impropérios contra” a vítima. O delegado “não teria sequer tentado se justificar ou desculpar-se”. 

Ainda segundo a denúncia, o superior teria dirigido ao escrivão “palavras em evidente violência psicológica contra o mesmo, chamando-o de ‘bebê chorão’.  O Sindpolf também acionou o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho. Questionada, a PF diz que os fatos estão sendo “apurados em procedimentos disciplinares”. O delegado não falou com a coluna, como solicitado.  (Mônica Bergamo – FSP)

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