Policial - ALERTA - Notícias
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Policial : ALERTA
Enviado por alexandre em 10/11/2016 09:27:34


Querem enterrar a Lava Jato, dizem procuradores

O Estado de S.Paulo

Os procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato alertaram nesta quarta-feira, 9, que um substitutivo do projeto de lei 3636/2015 coloca ’em risco’ a maior investigação já desfechada contra a corrupção no País.

“Querem enterrar a Lava Jato”, disse o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, decano da força-tarefa.

Lima e seus colegas convocaram a imprensa em Curitiba para anunciar o ‘repúdio à tentativa de líderes partidários de votar em regime de urgência na Câmara dos Deputados o projeto que altera a Lei de Organização Criminosa’.

O substitutivo que inquieta os procuradores seria colocado em votação nesta quarta-feira, em regime de urgência, na Câmara. A sessão foi adiada depois que o Ministério Público Federal se manifestou contra a proposta.

Na avaliação da força-tarefa da Lava Jato, na prática, se o texto for aprovado, ‘vai acabar com os acordos de leniência já fechados em todo o país e barraria todos os outros’.

“O substitutivo implicaria na extinção de punibildiade dos crimes, ou seja, a anistia de todos os crimes ocorridos na Lava Jato que estejam no âmbito das empreiteiras”, adverte Carlos Lima. “As empresas fazem acordo com órgãos do Executivo e todos os crimes serão perdoados.”

“Repetem-se aqui as tentativas do governo anterior de desfigurar a lei anti-corrupção, caracterizando-se essa manobra em intervenção na investigação da Operação Lava Jato e em outras dela decorrentes”, afirmam.

O procurador Deltan Dalagnoll é taxativo. “Representaria uma anistia ampla para toda empreiteira que fechar acordo com órgãos do Executivo.”

Segundo os procuradores, a alteração na lei que define organização criminosa ‘implicaria numa mudança de todo o cenário de acordos com empreiteiras e, consequentemente, de delações premiadas fechadas com executivos ligados a esses grupos’.

“Não teremos, efetivamente, uma Lava Jato”, prevê Carlos Lima.

Procuradores reagem à tentativa de enterrar Lava Jato


Os procuradores da Operação Lava Jato reagiram a manobras de deputados federais para votar em regime de urgência um projeto de lei que poderá levar à extinção de punições e ações criminais em caso de fechamento de acordos de delação premiada entre empresas e o Executivo. De acordo com os procuradores, a aprovação dessa proposta legislativa irá "enterrar" a Lava Jato e outras investigações decorrentes das apurações sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

A reação ocorreu após o líder do governo na Câmara, deputado André Moura (PSC-SE), ter apresentado nesta quarta-feira (9) um novo texto sobre o tema das colaborações premiadas feitas por empresas, que, na linguagem técnica, são chamados acordos de leniência.

A medida foi tomada no âmbito de um projeto de lei em curso na Câmara dos Deputados que altera pontos da lei anticorrupção.

A proposta permite que seja extinta a penalidade criminal para os delatores de empresas que fechem acordos de leniência. Também extingue os processos contra as empresas investigadas.

Ao tomarem conhecimento sobre a nova proposta de texto, os procuradores resolveram convocar uma entrevista coletiva em Curitiba para atacar a iniciativa.

O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da Lava Jato, apontou que a aprovação do novo texto poderá mudar os rumos da operação.

"Esse substitutivo é a maior fonte de nossa preocupação. Ele traz uma série de desincentivos ao acordo de leniência. Mas principal é a extinção automática da punibilidade", disse.

"Se uma empreiteira dessas que já tiveram executivos condenados fizer acordo com o [Poder] Executivo nos termos desse projeto, todos esses executivos, mesmo presos, já condenados, eventualmente com trânsito em julgado, terão sua punibilidade extinta, serão imediatamente soltos, por não terem responsabilidade por crime algum", afirmou.

De acordo com Lima, o texto poderá transformar a lei anticorrupção em um "lei que favorece os corruptos".

O outro coordenador da equipe de procuradores da República em ação na Lava Jato, Deltan Dallagnol disse que se a medida for aprovada a operação estará "ferida de morte". (Folha de S.Paulo)

Policial : SEGURANÇA
Enviado por alexandre em 03/11/2016 09:43:06


Pesquisa Datafolha: bandido bom é bandido morto


Para 57% dos brasileiros, 'bandido bom é bandido morto'. Pesquisa foi encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em municípios com menos de 50 mil habitantes, índice sobe para 62%.

Do Portal G1

A maioria dos brasileiros (57%) defende a afirmação “bandido bom é bandido morto”. O índice de concordância sobe para 62% em municípios com menos de 50 mil habitantes, segundo levantamento feito pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Os dados fazem parte do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado no dia 3 de novembro. No comparativo com 2015, quando a mesma pesquisa foi feita, a aceitação da frase aumentou. No ano passado, 50% da população se dizia a favor da morte de criminosos.

A diferença aumenta ou cai um pouco quando separada por sexo. Este ano, entre os homens, 60% concordam e 32% discordam. Já entre as mulheres, 55% concordam e 36% discordam. Separado por idade, quanto mais velho, mais a expressão é aprovada. Na faixa de 16 a 24 anos, 54% concordam. Já para os que têm 60 anos ou mais, 61% estão de acordo.

O Datafolha também revela que 64% dos brasileiros acreditam que os policiais são caçados pelos criminosos. A percepção é ainda maior nas regiões Norte (67%), Centro-Oeste (69%) e Sudeste (66%).

O índice aumenta entre as famílias com renda mensal superior a dez salários mínimos. Nesse grupo, a concordância é de 72%.

A pesquisa ainda aponta relativa satisfação da população com as forças de segurança pública: 52% afirmam que a Polícia Civil faz um bom trabalho esclarecendo crimes e 50%, que a Polícia Militar garante a segurança da população. A maioria dos brasileiros defende a falta de infraestrutura na área: 63% dos brasileiros acreditam que as polícias não têm boas condições de trabalho.

A forma como as policiais atuam, entretanto, não é bem avaliada. De acordo com o levantamento, 70% da população sente que as polícias cometem excessos de violência no exercício da função. Entre os jovens de 16 a 24 anos de idade, a sensação é ainda mais nítida, sendo que 75% deles acreditam que os policiais abusam.

Além disso, 53% dos brasileiros (60% dos jovens de 16 a 24 anos de idade) têm medo de ser vítima de violência por parte da polícia civil e 59% (67% dos jovens de 16 a 24 anos) temem ser agredidos por policiais militares.

Policial : PÓS ASSALTO
Enviado por alexandre em 31/10/2016 19:08:04


Agência dos Correios de Ouro Preto do Oeste só reabrirá nesta 5ª feira ao público
A agência dos Correios de Ouro Preto do Oeste será reaberta somente nesta quinta-feira dia 3 de novembro, conforme o gerente, Antônio Fransueldo Alves Araújo.

O Correio da cidade que foi assaltada na tarde da ultima terça-feira por dois criminosos armados de pistola e revólver, renderam todos os funcionários e clientes, permaneceram no interior da agência por aproximadamente 1 hora e meia, até que o cofre fosse aberto.

De acordo com Fransueldo, enquanto os bandidos esperavam, pregavam o terror com graves ameaças contra funcionários e clientes, duas atendentes de caixa tiveram graves problemas psicológicos e ficaram cerca de cinco dias de licença médica, também informou que, quem mais sofreu foi o tesoureiro da agência, que ficou todo o tempo na mira dos bandidos.

O gerente ainda informou que a agência deveria ser aberta na quarta-feira, mas devido o feriado de finados, abrirá na quinta-feira nos horários normais e que só atenderão somente serviços relacionados aos Correios, o atendimento ao banco do Brasil, ficará suspenso até nova ordem.



Por: Wellington Gomes
Esporteenoticia.com

Policial : O MAPA
Enviado por alexandre em 28/10/2016 19:32:43


Veja a lista dos Estados e capitais com mais assassinatos; RO ocupa a 15ª posição
A queda na violência foi notada principalmente onde se desenvolvem programas específicos de controle da criminalidade letal, segundo apontou o estudo.
Veja a lista dos Estados e capitais com mais assassinatos; RO ocupa a 15ª posição

O número de assassinatos no país em 2015 caiu 1,2% em relação a 2014, após uma sequência de altas, de acordo com dados inéditos que serão divulgados no próximo mês pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No ano passado, foram 58.383 "crimes violentos letais intencionais", classificação que engloba homicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e vítimas de ações policiais - são 160 vidas perdidas por dia. Especialistas consideram a variação como estagnação e negam tendência de queda.

A retração ficou concentrada principalmente nos homicídios dolosos e nas lesões corporais seguidas de morte. Como contraponto, o crescimento nos registros de latrocínio (7,8%) e mortes decorrentes de intervenção policial (6,3%) impediu que a queda ocorresse de forma consistente.

Na lista dos Estados mais violentos, seis dos dez primeiros são do Nordeste. A liderança deixou de ser de Alagoas, que tem uma taxa de 50,8 crimes letais por 100 mil habitantes, e passou para Sergipe (57,3).

Taxa de assassinatos nos Estados por 100 mil habitantes
Sergipe - 57,3
Alagoas - 50,8
Rio Grande do Norte - 48,6
Ceará - 46,1
Pará - 45,8
Goiás - 44,3
Bahia - 41,7
Pernambuco - 41,6
Mato Grosso - 41,3
Amapá - 40,6
Paraíba - 37,8
Espírito Santo - 37,4
Amazonas - 37,1
Maranhão - 33,8
Rondônia - 31,0
Rio de Janeiro - 30,3
Tocantins - 25,7
Acre - 25,3
Paraná - 25,2
Rio Grande do Sul - 24,7
Distrito Federal 23,4
Mato Grosso do Sul - 22,6
Minas Gerais - 20,8
Piauí - 20,8
Roraima - 18,2
Santa Catarina - 14,3
São Paulo - 11,7
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Coordenador do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança (Crisp) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o professor Cláudio Beato vê com preocupação o número nacional.

"Estamos em um patamar bastante elevado. O Brasil é hoje, em termos absolutos, o país que mais mata no mundo. São patamares críticos, principalmente se você considerar que são concentrados em certas regiões do país, como no Nordeste, que foge completamente do padrão, e em alguns pontos das áreas metropolitanas, onde se tem um número muito alto de homicídios", diz.

A queda na violência foi notada principalmente onde se desenvolvem programas específicos de controle da criminalidade letal, segundo apontou o estudo. Destaque para Alagoas, líder tradicional do ranking, que conseguiu reduzir em 20% a taxa: de 64,1 para 50,8.

São Paulo, tanto o Estado como a capital, ocupam a primeira posição entre os mais seguros. Na outra ponta, destaque negativo para o Rio Grande do Norte, com aumento de 39,1%.

Taxa de assassinatos nas capitais por 100 mil habitantes
Natal - 78,4
Fortaleza - 63,7
São Luís - 60,9
João Pessoa - 59,4
Aracaju - 56,3
Belém - 53,6
Manaus - 52,8
Maceió - 51,3
Salvador - 49,4
Porto Alegre - 46,2
Cuiabá - 42,9
Teresina - 42,5
Goiânia - 41,0
Palmas - 36,3
Recife - 35,3
Macapá - 33,1
Rio Branco - 32,9
Porto Velho - 32,8
Curitiba - 26,0
Belo Horizonte - 24,9
Brasília - 23,4
Vitória - 21,6
Rio de Janeiro 19,4
Boa Vista - 18,4
Campo Grande - 16,3
Florianópolis - 12,3
São Paulo - 9,9
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Beato pede articulação de ações na área da segurança, com base na coleta e na interpretação de dados. "Policial na rua colocado de forma inteligente é importante. O problema é que em muitos lugares não se faz absolutamente nada, seja por falta de condições, de recursos, seja por falta de ideias. Segurança pública é um problema muito complexo", diz.

Para a diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança, Samira Bueno, é "arriscado falar em tendência de redução". "O que há é uma estabilização. Os Estados que obtiveram redução foram os que priorizaram a questão da criminalidade violenta e criaram programas de redução da violência letal. Alagoas, Ceará, Rio, São Paulo, Espírito Santo, para citar alguns exemplos. Nesses locais, há planos com programas de metas das polícias para a redução dos indicadores, com desenvolvimento de sistemas de informação mais robustos, que monitoram os indicadores", diz.

Letalidade
O avanço na letalidade policial chama a atenção de Samira. Os mortos por agentes de segurança passaram de 3.146 pessoas, em 2014, para 3.345 no ano passado.

"Isso mostra que o Estado brasileiro tem incidido no uso da força letal de forma excessiva, as polícias matam muito, tanto em serviço quanto fora. Na prática, isso mostra que se tem delegado às polícias brasileiras a decisão de quem deve morrer e quem deve viver na ponta do sistema. Uma pena de morte travestida", diz.

Para ela, o Estado ainda não considera a letalidade policial como um problema. "Não é vista como uma situação a ser resolvida por políticas públicas, tanto que não temos nenhum programa com esse foco. A forma como os Estados têm lidado com esse fenômeno é de fingir que não acontece, é a omissão."

Metade dos casos se concentra em São Paulo --apesar da redução local de 958 para 848 casos-- e no Rio, onde houve crescimento de 584 para 645 registros entre 2014 e 2015.

Policiais
É no Rio também onde há maior número de mortes de policiais, com 98 casos registrados. O total de agentes vitimados também é elevado no Brasil. Em 2015, foram mortos 393 policiais, 16 a menos do que no ano anterior.

Proporcionalmente, os agentes são três vezes mais assassinados fora do horário de trabalho do que no serviço. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".


Fonte:Estadão

Policial : INVASÃO
Enviado por alexandre em 09/10/2016 21:54:58



Polícia faz operação para combater crimes ambientais em Nova União
Por Gedeon Miranda

O meio ambiente e sua preservação tem sido tema de debates e acordos em encontros de líderes ambientais que cobram uma fiscalização mais rígida e principalmente um “pacto” para a contenção da degradação dos ecossistemas.

Com base nesses acordos tem se elaborado leis ambientais que são colocadas em práticas através dos órgãos de fiscalização ambiental, que realizam o trabalho de fiscalização e punição daqueles que praticam tais crimes.

Em Rondônia tem sido realizada operações no intuito de apreender maquinas e ferramentas utilizadas em desmatamento ilegais, bem como identificar e conduzir até as delegacias os agentes de tais ações.

Neste final de semana a Polícia Militar dos municípios de Nova União e Ouro Preto do Oeste em parceria com o Núcleo de Operações Aéreas (NOA), policia militar ambiental e o Grupo de Operações especiais (GOE), realizou uma operação neste sábado (8) para combater crimes ambientais em uma invasão de terras na reserva ambiental Margarida Alves no município de Nova União.

De acordo com a polícia, 01 pessoa foi conduzida até a delegacia de Mirante da Serra e uma motocicleta foi apreendida.

Ainda conforme a polícia, um helicóptero do Núcleo de Operações Aéreas (NOA), foi utilizado para o cumprimento da operação que tinha como principal objetivo localizar e apreender equipamentos e efetuar a prisão de pessoas identificadas na pratica de crimes ambientais praticados nas áreas de preservação destes assentamentos.





Fonte: www.novauniaonoticias.com.br

Veja o vídeo abaixo
http://www.novauniaonoticias.com.br/2016/10/09/policia-faz-operacao-para-combater-crimes-ambientais-em-nova-uniao/

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