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Regionais : Enfermeira é demitida por usar uniforme de forma 'sexy e irresponsável'
Enviado por alexandre em 27/05/2017 19:34:30


A enfermeira tailandesa Parichat Chatsri, de 26 anos, foi demitida do hospital em que trabalhava por um motivo inusitado: ela usava o uniforme de "forma sexy e irresponsável", de acordo com a direção da instituição.

Parichat postava fotos em sua conta no Facebook feitas dentro do hospital e usando um uniforme menor que o tamanho recomendado.

Por conta disso, ela foi acusada pelo hospital de estar desrespeitando a profissão e criticada pelo teor "picante e sensual" das imagens.

A profissional concordou com as críticas que recebeu e reconheceu os pontos em que foi negligente: "Assumo a responsabilidade pelos meus atos. Preciso melhorar. Não queria que isto tivesse alcançado grande repercussão", afirmou ao site The Sun.

As fotos da jovem viralizaram nas redes sociais e receberam inúmeros compartilhamentos após serem postadas na página "Thai Nurse Lovers Association" (Associação de Amantes de Enfermeiras Tailandesas, em tradução livre). A página era destinada a fotos fetichizadas de mulheres usando uniformes sensuais.

imagem ilustrativa

Regionais : Na Europa Moro "o super juiz brasileiro do caso Lava Jacto"
Enviado por alexandre em 27/05/2017 19:24:08


Cartaz em Cascais destaca presença de juiz da Lava jato entre pensadores mundiais (Foto: Jorge Oliveira)

A notícia de que o juiz federal responsável pelo julgamento da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, será um dos oradores das Conferências do Estoril 2017, na próxima terça-feira (30), mobilizou brasileiros que vivem em Portugal e devem participar do maior evento sobre a globalização daquele país. Moro foi tratado no material de divulgação do evento como "o superjuiz brasileiro do caso Lava Jacto" e as vagas para acompanhar este que será o segundo dia do evento esgotaram desde a última quinta-feira (25).

Moro é um dos grandes pensadores mundiais convidados a debater temas sobre desafios globais e respostas locais. E vai dividir o debate sobre o tema “Lutar contra o Crime numa Democracia: Qual o papel e limites do Sistema Criminal e Judicial?”, com grandes nomes do Direito da Europa, a exemplo do promotor mais famoso da Operação Mãos Limpas, Antonio Di Pietro, da Itália; e do jurista Baltasar Garzón, que liderou a equipe de defesa de Julian Assange, do Wikileaks, na Espanha.

Para a conferência, Sérgio Moro está sendo apresentado como o juiz que combate um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro que envolve vários políticos das mais altas esferas do poder no Brasil, aplicando o método utilizado na Operação Mãos Limpas, na Itália.

Em 2016, Sérgio Moro foi listado em 13º na lista da revista Fortune’s World’s Greatest Leaders, foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes pela revista Time e considerado pela Bloomberg como uma das pessoas mais influentes no mundo das finanças (em 10º).

Além de Moro, outros brasileiros participarão das conferências de Estoril: o professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás e ex-deputado federal, Vilmar Rocha; e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), investigado pela Operação Lava Jato, que abre o evento nesta segunda-feira (29).

Também estarão presentes o ex-presidente da Bolívia, Jorge Quiroga, hoje o mais forte opositor de Evo Morales; além de vários ganhadores do Prêmio Nobel, entre eles, Joseph Stiglizt, de Economia. Veja mais informações, acessando o site www.estorilconferences.com.

Justiça em Foco : Lava-Jato investiga Gilmar Mendes
Enviado por alexandre em 27/05/2017 19:14:20

Lava-Jato investiga Gilmar Mendes



Guerra total

Veja - Radar On-Line
Por Gabriel Mascarenhas, Mauricio Lima

A varredura a um dos endereços de Aécio Neves em Minas não mirou só no tucano. A Lava-Jato procurava informações sobre Gilmar Mendes. Os agentes tinham ordens explícitas com o nome do ministro.

No grampo realizado nos números de telefone de Aécio Neves, o ministro Gilmar aparece em conversa com o senador tucano. Os dois falam sobre o projeto de lei sobre o abuso de autoridade.

Na transcrição dos diálogos, Aécio pede ajuda ao ministro para conquistar um voto na comissão do Senado que analisava o projeto.

Aliás, cabe a Gilmar Mendes, mais do que nunca, o destino a curto prazo de Michel Temer. Nada acontecerá no TSE, no dia 6 de junho, que não seja o desejo do ministro do STF.

Regionais : Em manifesto, prefeitos fazem alerta sobre a crise
Enviado por alexandre em 27/05/2017 19:12:01

Em manifesto, prefeitos fazem alerta sobre a crise



A FNP (Frente Nacional de Prefeitos) divulgou um manifesto em que diz que a crise que assola o governo Michel Temer pode levar os municípios ao colapso financeiro e que o país "não pode ficar sem rumo". No documento, os prefeitos afirmam que a "gravíssima crise política e econômica" ameaça a estabilidade institucional e que é preciso uma saída "célere" e de consenso, que leve em conta "as diversas forças políticas e os três níveis de governo".

"Defendemos uma saída consensuada, respeitando-se a Constituição Cidadã e a legislação vigente, que leve em consideração as diversas forças políticas da nossa sociedade e os três níveis de governo. Ao mesmo tempo, que seja célere para evitar o agravamento dos reflexos negativos que tal situação já projeta nas cidades e que temos constatado no nosso cotidiano: aumento do desemprego, desincentivo ao empreendedorismo e aos investimentos, paralisação de obras e a disseminação de um indesejável sentimento de fracasso", diz o texto.

Os prefeitos afirmam ainda que o agravamento da crise trará "consequências inimagináveis", visto que piora a já insuficiente quantia de recursos públicos que os municípios dispõem para sustentar os serviços básicos de saúde e segurança, por exemplo.

"Esta insuficiência de recursos públicos para sustentar os serviços básicos lá na ponta poderá levar o país a uma grave crise social com consequências inimagináveis", afirma o documento. Desde que a crise eclodiu, na semana passada, Temer tenta se segurar no cargo enquanto a cúpula de partidos de sua base articulam uma solução via eleições indiretas caso o presidente seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Leia abaixo o manifesto.

*"MANIFESTO DA FRENTE NACIONAL DE PREFEITOS

O país enfrenta momento de gravíssima crise política e econômica, que, ao ameaçar inclusive a estabilidade institucional, pode nos levar a um impasse e uma desestabilização social com conseqüências inimagináveis. Nós, governantes recentemente eleitos nas médias e grandes cidades, reunidos na Frente Nacional de Prefeitos (FNP), temos o dever de expressar nosso posicionamento. Este manifesto não se confunde com eventuais opiniões político-partidárias dos prefeitos e prefeitas enquanto agentes políticos. É notável que as cidades alcançam no Brasil e no mundo um protagonismo cada vez mais relevante. Também é sabido que orçamentos municipais estão desequilibrados. Há um expressivo aumento da demanda por serviços públicos básicos como saúde, educação e assistência social, combinado com a queda na arrecadação em função do baixo dinamismo econômico.

Esta insuficiência de recursos públicos para sustentar os serviços básicos lá na ponta poderá levar o país a uma grave crise social. Por isso, e considerando que nosso país é uma federação, este documento torna-se um dever. A FNP reitera a importância da promoção e do aprimoramento do diálogo federativo por meio de uma mesa de negociação permanente entre União, estados e municípios, dentre outras medidas que venham ao encontro do fortalecimento da federação, das instituições e da própria democracia. Estudiosos têm apontado que se o século XX foi das nações, este seria o das cidades. Esta constatação precisa ser contemplada no nosso desenho federativo, garantindo o tratamento isonômico previsto na Constituição e promovendo avanços e o diálogo permanente com as autoridades locais.

Defendemos intransigentemente o Estado Democrático de Direito e o direito à livre manifestação. Defendemos uma saída consensuada, respeitando-se a Constituição Cidadã e a legislação vigente, que leve em consideração as diversas forças políticas da nossa sociedade e os três níveis de governo. Ao mesmo tempo, que seja célere para evitar o agravamento dos reflexos negativos que tal situação já projeta nas cidades e que temos constatado no nosso cotidiano: aumento do desemprego, desincentivo ao empreendedorismo e aos investimentos, paralisação de obras e a disseminação de um indesejável sentimento de fracasso. Reconhecemos ainda que o país precisa de reformas estruturantes, que sejam construídas em um ambiente democrático e de diálogo. Estamos convictos que esta é uma oportunidade para o Brasil se revisitar como nação.

Observados os princípios do Estado Democrático de Direito, é preciso contemplar na pauta prioritária do país a busca constante pela melhoria da qualidade de vida do cidadão, a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, a geração de emprego e o combate e a prevenção à corrupção, com controle e participação social, promovendo um sentimento de superação das dificuldades e de esperanças renovadas em dias melhores. O Brasil não pode ficar sem rumo."

Desembarque: PSDB, PSD e DEM decidem aguardar


Do Governo Temer

Folha de S. Paulo

Por Painel


Após dias de intensa especulação sobre um desembarque conjunto do governo, PSDB, PSD e DEM acertaram que aguardarão juntos e emitindo sinais de apoio ao presidente Michel Temer e às reformas o início do julgamento no TSE.

As cúpulas dos três partidos decidiram manter contato permanente daqui até lá, porém, para monitorar “com atenção” qualquer “fato novo”.

As siglas pagam para ver se Temer atravessa os próximos dias sem novas “denúncias graves”. Em privado, dão nomes aos bois: querem saber se a delação do ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, pego correndo com uma mala de dinheiro, vai se concretizar.

O PSDB avalia que Temer conseguirá avançar com a reforma trabalhista na próxima semana, mas minimiza o impacto do gesto e diz que isso já estava precificado. A da Previdência, porém, subiu no telhado, dizem os tucanos.

Lula chama Joesley de bandido


Em encontro com juristas, Lula diz que Joesley é ‘bandido’ e critica os benefícios de sua delação

Folha de S. Paulo

Por Painel

O ex-presidente Lula promoveu um encontro com dezenas de juristas, nesta quinta (25), para denunciar o que chama de “Estado de exceção”. Repetiu que se sente perseguido e fez duras críticas à nova estrela da crise política, Joesley Batista, que classificou como “um bandido”. O ex-presidente rechaçou as acusações do dono da JBS e disse que o acordo que Joesley obteve na Justiça é “um escárnio”. Com o ataque, se soma a Michel Temer, até aqui a principal vítima da delação do empresário.

A reunião com advogados e juristas ocorreu em um hotel em SP, a portas fechadas. Todos os convidados deixaram os celulares fora. Os aparelhos receberam uma etiqueta com o nome do dono e só foram devolvidos ao final do ato.

Lula disse que os benefícios que Joesley obteve com a delação eram de “provocar risos” e deu pitaco sobre a crise política. “Prefiro perder dez eleições diretas do que ganhar uma indireta”, afirmou.

O ex-presidente chorou ao lembrar da mulher, Marisa Letícia, que morreu este ano. Disse que não se incomoda de depor, mas que é difícil falar sobre ela. Após falar ao juiz Sergio Moro, ele foi criticado por tentar imputar decisões a respeito do tríplex no Guarujá a Marisa.

Política : BADERNA
Enviado por alexandre em 27/05/2017 19:04:07



Como em 1985, PT discute boicote a eventual eleição indireta

Maior partido da oposição e segundo maior do Congresso, o PT discute repetir a estratégia lançada nas eleições indiretas de 1985 e não participar do colégio eleitoral, caso deputados e senadores tenham de escolher um substituto para o presidente Michel Temer. A corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB) pretende que no 6.º Congresso Nacional do PT, marcado para o início de julho, o partido feche questão e impeça que os parlamentares do partido participem de uma eleição indireta.

Naquele pleito, o PT se absteve na disputa entre Paulo Maluf (então do PSD, hoje PP) e Tancredo Neves (Aliança Democrática), que venceu por 480 votos a 180.

“Pelo amor de Deus, não entrem nessa (eleição indireta). É eleição direta, direta e ponto”, disse Lula, na manhã desta quinta-feira, 25, em reunião com lideranças das principais correntes internas do PT. “Em 1985 pagamos um preço muito alto. Mas valeu a pena”, disse Lula, conforme relatos. Naquele ano, o partido havia participado ativamente da campanha pelas “Diretas Já”, no ano anterior, e considerava ilegítima a escolha do primeiro presidente civil, depois de 21 anos de ditadura militar, de forma indireta. Três dos oito deputados da bancada petista (Bete Mendes, José Eudes e Airton Soares) contrariaram a orientação partidária e foram expulsos do partido.

Lula e a ampla maioria do PT avaliam que, se o partido participar de uma eventual eleição indireta para a sucessão de Temer, teria muito pouco a ganhar e muito a perder, pois a base da legenda defende eleições diretas. Consideram ainda que, seja quem for o escolhido para suceder Temer, será pressionado a dar continuidade às reformas trabalhista e da Previdência e, assim, o PT estaria indiretamente dando suporte às reformas. De acordo com interlocutores de Lula, o raciocínio vale também para Nelson Jobim, amigo de Lula e ex-ministro da Defesa nos governos petistas que surge como possibilidade entre os nomes na disputa indireta.

“A tendência é não participar do processo. A pequena possibilidade de participar da eleição seria ter uma candidatura com chances de ganhar e com proposta de suspender as reformas e jogá-las para 2019. Não temos disposição de participar de um colégio eleitoral restrito que não tenha nenhum avanço nesse sentido”, disse à reportagem o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP).

Segundo ele, nenhum dos perfis colocados no momento é consensual. “A posição do Rodrigo Maia (presidente da Câmara) é de apoiar as reformas. Com essa plataforma, não tem acordo com ele. (O ex-ministro Nelson) Jobim, embora seja um perfil interessante, não sabemos o que está pensando. (O senador) Tasso (Jereissati) também representa a continuidade das reformas”, declarou. Setores do PT que contestam a ideia do boicote às eleições, porém, têm defendido nas negociações internas o apoio a Jobim. “Seria um nome de acordo nacional. É difícil o Lula falar mal dele”, disse o deputado Vicente Cândido (SP), vice-líder do PT na Câmara.
Leia Também: Secretário aconselha deputado Tovar a não beber e não falar

A posição dos petistas tende a dividir as forças de oposição no colégio eleitoral e fazer se dissiparem os 99 votos da oposição no Congresso, hoje divididos entre PT (67), PDT (21), PCdoB (13), PSOL (6) e Rede (5). Desses, apenas o PSOL pretende acompanhar os petistas no boicote.

Documento

Na segunda-feira, 22, integrantes da corrente majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB) defenderam o encaminhamento ao 6.º Congresso Nacional do PT de um projeto de resolução que feche questão pelo boicote à possível eleição indireta, proibindo parlamentares do partido de votar em um eventual novo Colégio Eleitoral. “Sou a favor disso. Nós não devemos participar desse processo”, disse o presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, Emídio de Souza, um dos líderes da CNB.

Fonte: Istoé

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