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Regionais : Jovem é assassinada após namoro secreto com o sogro, 31 anos mais velho
Enviado por alexandre em 17/12/2018 18:36:03

Oliveira da Costa, de 50 anos,, matou com golpes de faca a ex-namorada do filho dele, de 19 anos. Os dois se apaixonaram e tiveram um caso durante um ano e meio, mas ele não se conformou com o término da relação.

O acusado nega o crime, mas o Delegado responsável pelo caso relatou a imprensa que a Polícia Civil tem elementos suficiente que comprovam que Osmar foi mesmo o autor do feminicídio.

De acordo a Polícia, a vítima era ex-namorado do filho do acusado que também manteve um relacionamento com a vítima. No dia do crime ele buscou a vítima em Maurilândia, e a assassinou estrangulada e com golpes de faca em Rio Verde. A PC acredita que o motivo do homicídio, é que o autor não aceitava o fato de que a jovem queria terminar o relacionamento com ele.

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Regionais : Depoimento de João de Deus tem teclado quebrado, gritos, fio queimado e agente ferido
Enviado por alexandre em 17/12/2018 18:31:05

O depoimento de João de Deus, 76, na noite deste domingo (16), em Goiânia, teve uma sequência de imprevistos que deixou os investigadores desconfiados.

Na hora de o médium falar, segundo os presentes, o computador usado para registrar as alegações do preso parecia ter vida própria. “Você apertava uma tecla e ela OOOOOOOOO…”, descreveu a delegada Karla Fernandes, coordenadora da força-tarefa responsável pelo caso na Polícia Civil.

Estava calor, e a própria delegada resolveu usar uma extensão para ligar o ar-condicionado. Segundo relata a investigadora, o fio explodiu e, de quebra, queimou o frigobar. “Todo mundo gritou dentro da sala.”
O médium João de Deus, 76, deixa delegacia de Goiânia onde prestou depoimento

A oitiva estava marcada para ocorrer em Anápolis, cidade próxima à capital goiana, mas um imprevisto tirou o escrivão de circulação. Ele foi atropelado na BR-060, a caminho da delegacia, e quebrou o braço.

O depoimento foi transferido para Goiânia. Foi possível domar o teclado, todos se recuperaram do susto e o interrogatório fluiu por mais de duas horas. Para a delegada, os episódios podem não ser só obra do acaso. “Estamos diante de uma situação que envolve crenças e energias.”

Questionada se estava com medo, disse: “Não, mas tenho respeito, até porque sou espiritualista”. Ela classifica João de Deus como um homem que tem, de fato, “um poder”. “Mas houve um desvio no meio do caminho”, disse a delegada.
DEPOIMENTO

No depoimento que prestou à polícia, o médium negou qualquer tipo de culpa nos abusos sexuais dos quais é acusado e sua defesa tentou desqualificar as denunciantes. “Ele não admite [envolvimento]. Apresenta suas versões e cabe à polícia provar”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes, que acompanhou a oitiva.

O médium falou por mais de duas horas a duas delegadas. Segundo Fernandes, ele respondeu a todas as perguntas e se recordou de alguns atendimentos feitos a mulheres que o denunciaram.


O suspeito disse que a regra era recebê-las coletivamente, e não em recintos individuais, como consta dos relatos de supostas vítimas.

O delegado espera concluir os inquéritos sobre violências relatadas por 15 mulheres em 15 dias, quando será tomada a decisão sobre eventuais indiciamentos. Por ora, os crimes em apuração são os de estupro e posse sexual mediante fraude (usar a fé para obter sexo).

Fernandes disse que a prisão poderá aumentar o número de denúncias. Além dos 15 casos sob análise da polícia, o Ministério Público recebeu centenas de relatos de abusos. “Entendemos que, com a prisão, haverá o encorajamento de vítimas e isso pode levar a um aumento da procura”, declarou.

O advogado do médium, Alberto Toron, disse que terá de ser analisado com serenidade se as pessoas querem se aproveitar da situação para pedir dinheiro ao médium. “O fato de ter sido prostituta, por si só, não a descredibiliza, mas é preciso ver o contexto da vida dessa mulher para ver se ela tem crédito ou não. Isso não fizemos ainda”, acrescentou.

Ele se referiu à holandesa Zehira Lieneke. “Essa holandesa, estou recebendo informações, com um dossiê, de que tem um passado nada recomendável, o que pode descredibilizar sua palavra. Era uma prostituta e tinha um passado de extorsão.”

Questionado se seria jogo sujo desqualificar as vítimas, ele respondeu que “acusar falsamente alguém de crime grave” é que seria. “Ele [João de Deus] respondeu a todas as perguntas. De algumas mulheres, ele nem se lembrava”, disse, explicando que alguns atendimentos citados nas denúncias ocorreram há mais de dez anos.

Sobre a filha do médium, que o acusou de violentá-la, o advogado afirmou que ela já fez mais de um vídeo retirando as próprias acusações. “Fica difícil dizer o que acontece com ela. Tem histórico de internações.”
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O advogado explicou que, no depoimento, João de Deus atribuiu a existência de centenas de denúncias a uma perseguição. “Ele acha que tem gente que o quer destruir.”
SAQUE DE R$ 35 MILHÕES

O médium não foi questionado sobre suas finanças, mas Toron negou que o médium tenha retirado R$ 35 milhões de suas contas bancárias.

“O dinheiro não foi sacado. Apenas ele baixou de aplicações, ou seja, não houve nenhuma movimentação. Não saiu do banco”, afirmou. “Ninguém saca R$ 30 milhões do banco. Ele simplesmente baixou suas aplicações para fazer frente a necessidades dele.”

A informação de que o médium retirou os recursos de suas contas foi publicada no sábado pelo jornal O Globo.

O Ministério Público de Goiás foi comunicado de movimentações atípicas nas contas dele pelo Coaf (Conselho de Atividades Financeiras). O relatório do órgão foi usado para embasar o pedido de prisão preventiva.

Toron refutou a suspeita de que o médium pretendia usar o dinheiro para fugir. “Isso cai por terra quando ele se apresenta. Importante dizer que ele não estava fora do estado, estava nas cercanias de Abadiânia.”

Ele pediu cautela para que não se repita o caso da Escola Base, em São Paulo, cujos dirigentes foram acusados de abusos sexuais contra crianças nos anos de 1990. Houve ampla cobertura jornalística das acusações, que não se comprovaram.

“Temos que entender que há uma complexidade nesses casos, que reclama o escrutínio.”


Fonte: Folha

Regionais : Homem fere jumento porque o animal teve relação com sua namorada no caso uma jumenta
Enviado por alexandre em 17/12/2018 18:26:19

Um homem está sendo procurado pela Polícia em Queimadas, suspeito de ferir um jumento por conta de ciúmes neste domingo (16), na zona rural do município. Segundo informações de populares, após fugir, o animal teria se encontrado com uma jumenta que o suspeito mantém relações sexuais, e revoltado, ele resolveu tirar satisfações com o bicho, ferindo ele no olho.

O caso revoltou os moradores da localidade, sobretudo o dono do animal ferido. Em vídeo, divulgado nas redes sociais, ele comenta o fato. “A pessoa fazer um negócio desses com um animal, ele é pior do que um animal, ele é um satanás”, desabafou o dono do jumento.

O agressor do jumento ainda não foi encontrado, mas deve responder responder por Crime Ambiental, e pode pegar de três meses a um ano de detenção.

Veja o vídeo do desabado do dono do animal:
http://www.polemicaparaiba.com.br/policiais/por-ciumes-policia-procura-homem-suspeito-de-ferir-jumento-na-zona-rural-de-queimadas-pb-veja-video/

Fonte: Blog do Márcio Rangel

Créditos: Blog do Márcio Rangel

Regionais : Ex- dono Pub Dubai de Jaru é detido em Foz de Iguaçu - PR com veículo com queixa de furto
Enviado por alexandre em 17/12/2018 11:55:39

Ex- dono Pub Dubai de Jaru é detido em Foz de Iguaçu com veículo com queixa de furto
O estudante do 4º período de medicina na Faculdade Uninter em Ciudad del Este – Paraguai Geraldo Aparecido da Silva, de 35 anos de idade que foi proprietário da Pub Dubai em Jaru – Rondônia, foi detido na cidade de Foz de Iguaçu – Paraná na tríplice fronteira na manhã de domingo 16 de Dezembro do corrente ano, de posse de um veículo com queixa de furto.
Na manhã deste domingo, 16 de dezembro de 2018, por volta das 08h:00, um policial militar do 14º BPM de Foz do Iguaçu, quando em serviço dando apoio a pé nas vias onde ocorrida uma corrida na Avenida Araucária, no Bairro Vila A, quando suspeitou de um Jeep / Renegade, de cor cinza, de placas QMQ-2675 da cidade de Teresina/PI.

Diante das suspeitas, foi realizada a consulta, sendo constatado que se tratava de um veículo com queixa de furto no dia 15/12/2018 na cidade de São Paulo/SP. Foi realizada a abordagem policial e identificado o condutor como sendo o aluno de medicina Geraldo Aparecido da Silva, de 35 anos de idade.

De pronto o condutor informou ser o proprietário do veículo, o qual apresentou documentos de compra efetuada na data de 27/11/2018, devidamente preenchido e reconhecido por verdadeiro de dois cartórios, sendo uma delas de Foz do Iguaçu.

Na dúvida, o veículo e o condutor foram encaminhados para a Delegacia da Policia Civil, sendo apurado que a empresa, 1ª proprietária do veículo teria registrado queixa de furto do veículo somente no dia 15/12/2018.

Brasil : O PRÉ-DATADO
Enviado por alexandre em 17/12/2018 10:35:19

Mais velhos e cidades do interior do País dão sobrevida aos cheques

Cheques sem fundo em agosto têm pior resultado para o mês desde 2006, aponta Serasa

O velho cheque pré-datado é, cada vez mais, uma lembrança que vai sumindo da memória. O meio de pagamento, que no passado foi uma peça central da dinâmica do varejo, hoje caminha para o ostracismo. Isso é o que se conclui de uma pesquisa do birô de crédito Multicrédito (antigo Telecheque). Um levantamento, com 3 mil empresas do comércio pelo Brasil, revela que, atualmente, o cheque sobrevive principalmente no interior do País e graças aos consumidores mais velhos.

Neste ano, seis em cada dez cheques na praça saíram das mãos de clientes com mais de 40 anos (40% com mais de 50 anos). E oito de cada dez emissões aconteceram em cidades do interior, onde ou o sistema bancário é menos desenvolvido ou os comerciantes são mais resistentes ao uso dos cartões de crédito e débito – que cobra uma porcentagem dos varejistas sobre cada operação.

Outro dado do levantamento é que, enquanto o uso do cheque cai, o valor médio por emissões aumenta. Quase 90% dos cheques emitidos hoje correspondem a valores acima de R$ 1 mil. “Há uma década, a maior parte dos cheques não alcançava R$ 1 mil”, diz o diretor de produtos da Multicrédito, Walter Alfieri.

Segundo o Banco Central, enquanto o volume de cheques emitidos caiu pouco menos de 80% em 14 anos, de 2,1 bilhões de emissões em 2003 para 479 milhões em 2017, o desembolso médio por cheque subiu 72%, saltando de R$ 1.060 para R$ 1.829 no período. “O que está acontecendo é que o cheque tem sido cada vez menos empregado para o consumo simples. Agora, ele é um meio de pagamento para operações mais caras, como um equipamento eletrônico, negociações de despesas escolares ou a entrada de um carro”, aponta Alfieri.

Na opinião do economista da Associação Comercial de São Paulo Marcel Solimeo, o cheque “está ficando cansado” com a tecnologia, que criou por exemplo os depósitos rápidos, como a Transferência Eletrônica Disponível (TED) – que não precisa passar pelo sistema de compensação bancária e, assim, o dinheiro fica disponível na conta do destino no mesmo dia da operação. Outro ponto negativo: o cheque não desfruta da mesma segurança e comodidade do sistema de cartões. “O lojista não precisa aceitar o cheque. E, em cidades como São Paulo, ele nem quer mais”, diz Solimeo, que, aos 82 anos, diz que emite um cheque por mês. “É para pagar o contador, que manda um portador com a conta”, afirma. “O resto, é tudo no débito ou no crédito”.

‘Bagunça na conta’

Para a planejadora financeira Eliane Tanabe – que emite, se tanto, um cheque por ano –, o problema do meio de pagamento é a confusão que ele pode gerar na conta bancária do emissor. “O cheque pode ser bom para fluxo de caixa, já que a pessoa pode dar um ‘pré-datado’ para determinado dia. Mas isso é um acordo de cavalheiros entre o emissor e o receptor”, ela diz. “O cheque é uma ordem de pagamento à vista, mesmo que pré-datado. E ele pode ser compensado quando o receptor quiser, antes do prazo ou depois do prazo acordado”.

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