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Regionais : Prefeitura de Teixeirópolis abre seleção para nível superior com salário de até R$ 6,5 mil
Enviado por alexandre em 14/08/2018 08:26:09

A prefeitura de Teixeirópolis divulgou edital de processo seletivo destinado à contratação de quatro profissionais de nível superior para atender as Secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social, por prazo determinado.

As ofertas são para médico clínico geral, enfermeiro, pedagogo e assistente social. A remuneração varia de R$ 1.846,23 a R$ 6.550,80. A carga horária é de 40 horas semanais.

As inscrições seguem abertas até o dia 15 de agosto e devem ser feitas na Secretária Municipal de Planejamento, Administração e Fazenda, junto à sede da Prefeitura Municipal de Teixeirópolis, na Avenida Afonso Pena, n° 2280, Centro, das 8h às 13 horas, ou pelo e-mail: gabinete@teixeiropolis.ro.gov.br e os documentos enviados pelos Correios dentro do prazo estabelecido no edital.

RONDONOTICIAS

Brasil : (IN) JUSTIÇA
Enviado por alexandre em 14/08/2018 08:22:15

Direitos do trabalhador, sim. Picaretagem judicial, não.

Por Roberto Marinho

A Justiça do Trabalho, há muito, está na berlinda. Há os que defendam sua simples extinção. Outros, reclamam seu aperfeiçoamento. De fato, a atuação da justiça trabalhista no Brasil é tema complexo e polêmico e o debate em torno deste assunto tem sido sempre temperado por visões ideológicas opostas, contrárias, muitas vezes radicais.

Não tenho dúvida de que são necessários instrumentos de defesa dos direitos dos trabalhadores em um país tão desigual como o nosso. Acredito também na competência e na boa-fé de muitos que integram a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho.

Contudo, a justiça trabalhista tem – para usar um termo da moda – o seu lado negro da força.

Decisões disparatadas, contraditórias, incongruentes, muitas vezes completamente absurdas, têm sido frequentes e tornam-se fator de insegurança jurídica e de instabilidade econômica.

A Justiça do Trabalho tornou-se uma espada de Dâmocles sobre a cabeça dos empreendedores brasileiros, especialmente os das pequenas e médias empresas.

De repente, uma decisão trabalhista inesperada inviabiliza um negócio, quebra uma empresa, destrói o fruto de anos de trabalho, esforço e dedicação.

Muitos juízes estimulam os acordos entre as partes sem sequer examinar se o reclamante tem razão em pleitear o direito reclamado. Pior, alguns magistrados extrapolam suas atribuições legais na instrução dos processos, sob o argumento de manter a equidade na relação processual e, contra os empregadores, aceitam alegações falsas, afirmações inverídicas, testemunhos fajutos e provas forjadas.

Aliás, é de conhecimento público a verdadeira indústria que se formou em torno das ações trabalhistas. Se antes falávamos em advogados de porta de cadeia, hoje temos os advogados de porta de sindicato. São alguns profissionais inescrupulosos que, em conluio com empregados desonestos, montam processos fraudulentos e exigem elevadas somas em ações que não resistem a mais simples análise jurídica.

Essas verdadeiras quadrilhas atuam oferecendo modelos prontos de ações, com pedidos estapafúrdios de horas-extras, insalubridades inexistentes e indenizações gigantescas, entre outros, muitas vezes cooptando pobres desempregados em situação financeira difícil ou desesperadora.

Inacreditavelmente, esses oportunistas conseguem uma significativa taxa de êxito nos juizados trabalhistas.

Esses magistrados, ressalte-se, precisam entender que uma decisão desproporcional ou excessiva pode determinar o fechamento de uma empresa ou de vários postos de trabalho, desprotegendo, no fim das contas, aos que supostamente pretendem defender, ou seja, os trabalhadores.

Portanto, seja pela prolatação de sentenças juridicamente insustentáveis, seja pela atuação das máfias das ações trabalhistas, faz-se necessário um freio de arrumação na Justiça do Trabalho, mesmo considerando a recente reforma trabalhista que, acredito, foi um passo importante para encontrarmos soluções definitivas para este setor do Poder Judiciário.

O Congresso Nacional, o Conselho Nacional de Justiça – CNJ, o Ministério Público, a OAB, enfim, a sociedade brasileira precisa garantir aos seus empreendedores um mínimo de estabilidade, previsibilidade e tranquilidade para que possam continuar ajudando o Brasil neste interminável esforço de fazermo-nos uma grande Nação.

Direitos do trabalhador, sim. Picaretagem judicial, não mais.

Justiça : TEM QUE ACABAR
Enviado por alexandre em 14/08/2018 08:17:50

Toffoli acabará feriados exclusivos do Judiciário

Magistrado, que enviará proposta ao Congresso, assumirá a presidência do STF no dia 13 de setembro

O ministro Dias Toffoli, que assumirá a presidência do STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 13 setembro, enviará ao Congresso propostas para acabar com os feriados que só existem para o Judiciário. Pelo menos três deles devem ser extintos: o de 11 de agosto, em comemoração ao Dia da Criação dos Cursos Jurídicos no Brasil, o de 1º de novembro, Dia de Todos os Santos, e a Quarta-Feira Santa —para juízes federais, a Páscoa começa neste dia da semana e vai até domingo.

O magistrado está dialogando com entidades de classe para um acordo em torno da medida. O fim das férias duplas para magistrados também está em estudo. (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)


Mais Notícias : Plano Bolsonaro: vender tudo e pagar R$ 1,5 trilhão
Enviado por alexandre em 14/08/2018 08:10:49

Plano Bolsonaro: vender tudo e pagar R$ 1,5 trilhão

Postado por Magno Martins

Jair Bolsonaro (PSL) decidiu apresentar um plano de governo enxuto à Justiça Eleitoral. O documento vai elencar as diretrizes do programa elaborado pelo economista Paulo Guedes, guru do presidenciável.

O texto vai defender pacto federativo, reforma da Previdência, reforma tributária e privatizações. Metas detalhadas, traçadas com base em projeções de Guedes, não foram colocadas no papel. 

lIntramuros, a equipe de  Bolsonaro prevê, por exemplo, que com privatizações e vendas de ativos, como imóveis, seria possível reduzir a dívida interna em R$ 1,5 trilhão em quatro anos. (Folha Painel)

Mais Notícias : O que querem as mulheres
Enviado por alexandre em 14/08/2018 08:10:11

O que querem as mulheres

Postado por Magno Martins

Mulheres são mais céticas, pessimistas, indecisas e mais propensas a anular ou votar em branco do que os homens

José Casado – O Globo

São 77,3 milhões e têm poder decisivo nas urnas, com maioria (52,5%) dos votos. É essencial prestar atenção ao que pensam e dizem sobre eleições, candidatos à Presidência e o futuro governo. Pistas surgiram na semana passada, em atualização semestral da série Retratos da Sociedade Brasileira, pesquisa realizada pelo Ibope e Confederação Nacional da Indústria.

As mulheres (71%) se dizem céticas, mais pessimistas, mais indecisas e mais propensas a anular ou votar em branco do que os homens. Entre eles, essa proporção é bem inferior (64%), embora significativa.

Pode-se atribuir essa repulsão generalizada, com forte tom feminino, às circunstâncias de uma eleição sob o estigma das revelações da Operação Lava-Jato (corrupção transparece como principal motivo para ausência, voto nulo ou branco.)

Com os descontos, sobram percepções básicas sobre o país que as mulheres querem. Elas repisaram tudo aquilo que haviam indicado seis meses atrás na mesma pesquisa.

As preocupações se distinguem, por exemplo, naquilo que o próximo presidente deveria estabelecer como prioridade de governo:

Metade das mulheres aponta mudanças sociais para redução das desigualdades sociais, como a melhoria dos serviços estatais de saúde, educação e segurança.

Homens acham que deveria ser prioritária a moralização da administração, com ênfase no combate à corrupção e na punição dos corruptos.

Seis em cada dez mulheres veem no desemprego o principal problema. Já entre homens a maior inquietação (59%) é com a corrupção.

Instigadas a relacionar três prioridades de governo, a maioria (51%) foi incisiva: saúde. Atribuem às deficiências nos serviços de saúde uma precedência isolada (41%).

No mundo masculino as preferências se dividem entre redução de impostos (33%), controle da inflação (32%) e melhorias na saúde (32%).

Quem sai de casa para caçar votos não deveria esquecer: urna é substantivo feminino.

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