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Política : O LEÃO RUGE
Enviado por alexandre em 10/09/2019 08:36:38

Carlos Bolsonaro sofre críticas após emitir declarações

Carlos diz que Brasil não terá transformação rápida por vias democráticas. Filho de Jair Bolsonaro usou o Twitter para afirmar que os "avanços do governo são ignorados".

 Foto: Sergio LIMA/AFP

Da Veja

 

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que “por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá” na velocidade que o governo planeja.

A declaração foi feita pela rede social Twitter na noite desta segunda-feira, 9. No texto, Carlos reclama ainda da atuação de políticos da oposição, sem citar nomes. Segundo ele, os avanços são ignorados, e os malfeitores esquecidos.

Carlos ainda reforça que o governo federal vem “desfazendo absurdos” e tenta recolocar o país nos eixos.

A publicação repercutiu rapidamente entre os seguidores também já foi comentada por outros políticos. As deputadas Sâmia Bomfim e Talíria Petrone classificaram as declarações como um ataque à democracia.

O PSDB também se manifestou e repudiou as declarações do filho do presidente.

Carlos Bolsonaro também se manifestou sobre a repercussão de suas declarações.

Leia mais aqui: Carlos diz que Brasil não terá transformação rápida por vias ...


Aras tem mais chances no Senado do que Eduardo

Delator: Pezão recebeu até R$ 30 milhões em propina

A afirmação foi feita à operação Lava Jato por Carlos Miranda, que atuava como operador financeiro no governo.

Ex-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (Isac Nóbrega/PR/Divulgação)

Da redação da Veja - Por Agência Brasil

 

O ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão, atualmente preso, recebeu cerca de 30 milhões de reais em propina, no período em que era vice-governador do estado, na gestão de Sérgio Cabral. A afirmação foi feita pelo delator da operação Lava Jato Carlos Miranda, que atuava como operador financeiro no governo. Miranda foi interrogado nesta segunda-feira 9 pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

Perguntado pelo juiz sobre o valor da propina destinada a Pezão, quando era vice-governador, Miranda foi detalhando as quantias que, segundo ele, envolviam mesada fixa de 150 mil de reais, além de um 13º salário e mais quantias extras milionárias, pagas como bônus. Pezão foi vice de Cabral entre 2007 e 2014.

“Ele recebia 150 mil reais mensais, mais o 13º, e tinha o bônus. De 2007 a 2014. Dava uns 2 milhões de reais por ano [mais o bônus]. Na primeira vez o bônus foi 1,5 milhão de reais e, na segunda vez, se não me engano, foi 1 milhão de reais. Em 2008, teve o ano inteiro, mais o 13º, mais o bônus da High End [sistema de som em sua casa]”, disse Miranda, durante interrogatório sobre a Operação Boca de Lobo, desdobramento da Lava Jato, que levou Pezão à cadeia, em novembro de 2018.

Bretas calculou os montantes pagos e estimou entre 25 milhões e 30 milhões de reais o total pago a Pezão, enquanto vice-governador, o que foi confirmado pelo delator, que não soube dizer se, depois de assumir o governo do estado, em 2014, o esquema continuou.

Também foram interrogados por Bretas o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Jonas Lopes Júnior, seu filho, Jonas Lopes Neto, os irmãos doleiros Marcelo e Renato Chebar, o empreiteiro Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, e o operador financeiro Álvaro Novis, da corretora de valores Hoya. Todos são réus colaboradores e disseram que mantinham relações principalmente com Cabral ou seus emissários, sem contato direto com Pezão.

A defesa do ex-governador Luiz Fernando Pezão não se pronunciou até a publicação desta matéria. Em ocasiões anteriores, quando perguntada, a defesa tem sustentado que o ex-governador não recebeu qualquer tipo de propina.

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a Procuradoria Geral da República, o sub-procurador-geral Augusto Aras tem mais chances de ter seu nome aprovado pelos senadores do que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, tem de ser aprovado como embaixador do Brasil em Washington.

Enquanto Eduardo Bolsonaro sofre grande e explícitas resistências da oposição – e até de alguns governistas –, Aras conta com razoável boa vontade entre os líderes oposicionistas.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), por exemplo, é um crítico feroz da indicação de Eduardo Bolsonaro. O mínimo que diz é que a nomeação será "péssima para o país".

Quanto a Augusto Aras, o discurso é mais moderado: "Não o conheço ainda. Embora não tenha gostado de algumas declarações recentes, pretendo ouvi-lo sem preconceitos durante a sabatina [na Comissão de Constituição e Justiça] para firmar uma posição". Clique aqui e leia a matéria do jornalista Tales Faria na íntegra.


Delator: Pezão recebeu até R$ 30 milhões em propina

A afirmação foi feita à operação Lava Jato por Carlos Miranda, que atuava como operador financeiro no governo.

Ex-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (Isac Nóbrega/PR/Divulgação)

Da redação da Veja - Por Agência Brasil

 

O ex-governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão, atualmente preso, recebeu cerca de 30 milhões de reais em propina, no período em que era vice-governador do estado, na gestão de Sérgio Cabral. A afirmação foi feita pelo delator da operação Lava Jato Carlos Miranda, que atuava como operador financeiro no governo. Miranda foi interrogado nesta segunda-feira 9 pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

Perguntado pelo juiz sobre o valor da propina destinada a Pezão, quando era vice-governador, Miranda foi detalhando as quantias que, segundo ele, envolviam mesada fixa de 150 mil de reais, além de um 13º salário e mais quantias extras milionárias, pagas como bônus. Pezão foi vice de Cabral entre 2007 e 2014.

“Ele recebia 150 mil reais mensais, mais o 13º, e tinha o bônus. De 2007 a 2014. Dava uns 2 milhões de reais por ano [mais o bônus]. Na primeira vez o bônus foi 1,5 milhão de reais e, na segunda vez, se não me engano, foi 1 milhão de reais. Em 2008, teve o ano inteiro, mais o 13º, mais o bônus da High End [sistema de som em sua casa]”, disse Miranda, durante interrogatório sobre a Operação Boca de Lobo, desdobramento da Lava Jato, que levou Pezão à cadeia, em novembro de 2018.

Bretas calculou os montantes pagos e estimou entre 25 milhões e 30 milhões de reais o total pago a Pezão, enquanto vice-governador, o que foi confirmado pelo delator, que não soube dizer se, depois de assumir o governo do estado, em 2014, o esquema continuou.

Também foram interrogados por Bretas o ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Jonas Lopes Júnior, seu filho, Jonas Lopes Neto, os irmãos doleiros Marcelo e Renato Chebar, o empreiteiro Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, e o operador financeiro Álvaro Novis, da corretora de valores Hoya. Todos são réus colaboradores e disseram que mantinham relações principalmente com Cabral ou seus emissários, sem contato direto com Pezão.

A defesa do ex-governador Luiz Fernando Pezão não se pronunciou até a publicação desta matéria. Em ocasiões anteriores, quando perguntada, a defesa tem sustentado que o ex-governador não recebeu qualquer tipo de propina.



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