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Mais Notícias : Denunciado 2 vezes, Temer discursa contra a corrupção
Enviado por alexandre em 16/04/2018 08:17:11

Denunciado 2 vezes, Temer discursa contra a corrupção

Postado por Magno Martins

8ª Cúpula das Américas, realizada em Lima, no Peru

Ao discursar neste sábado (14) na 8ª Cúpula das Américas, realizada em Lima, no Peru, o presidente Michel Temer destacou a importância do tema escolhido para o encontro deste ano: o combate à corrupção. O presidente ressaltou que "não se pode tolerar a corrupção" e que o combate aos desvios de conduta e da função pública é "imperativo da democracia".

"É na democracia que temos transparência. Uma imprensa livre e uma opinião pública vigilante capazes de fiscalizar sem trégua, como deve ser, as ações do poder público. É na democracia, afinal, que temos estado democrático de direito", disse.

Ao defender os princípios da democracia, Temer citou o caso da Venezuela, que enfrenta uma crise política e econômica. O presidente brasileiro voltou a defender o espírito de cooperação entre os países vizinhos e disse que "não há espaço em nossa região para alternativas à democracia"

Temer também prestou solidariedade ao Equador, pelo assassinato de jornalistas equatorianos sequestrados enquanto faziam uma reportagem sobre a insegurança no país. Ele classificou o episódio como "mais um inaceitável ato de violência".

"Condenamos, nos mais fortes termos, esse atentado contra a vida, contra a liberdade de expressão. Nossa mais sentida solidariedade às familias das vítimas, ao povo equatoriano e ao presidente Lenin Moreno", disse Temer. (Débora Brito, repórter da Agência Brasil)

Azevedo: prisão fortaleceu Lula como cabo eleitoral



Depois da prisão, pode ter crescido o nº de pessoas que só votariam num candidato que contasse com o apoio do ex-presidente.

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Por Reinaldo Azevedo



A maior evidência de que a queda das intenções de voto em Lula no primeiro turno deriva apenas do realismo do eleitor, não de um aumento da rejeição a seu nome, está no potencial de transferência de voto. Em janeiro, diziam votar com certeza em um candidato indicado por Lula 27% dos entrevistados; agora, são 30%; poderiam fazer essa opção antes da prisão, 17%; agora, são 16%. O crescimento está na margem de erro, mas, dados elementos outros que a ele se soma, ele é bastante provável. Eram 53% o que diziam não votar num nome indicado por Lula; agora, são 52%.

Quando outros nomes de petistas substituem Lula, seu desempenho é muito fraco. Mas cumpre notar que, até agora, ele ainda não tem o seu ungido. Se o eleitorado fizer o que diz que vai ou pode fazer, aquele que contar com a anuência de Lula disputará o segundo turno.

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