Rondônia assume protagonismo nacional no fortalecimento da Ater Pública durante 67ª AGO da Asbraer
Luciano Brandão, presidente da Asbraer, representa todas as Emateres do Brasil e garante ações concretas para o fortalecimento da Ater Estatal com respaldo do governador Marcos Rocha
Rondônia está em evidência nacional na 67ª Assembleia Geral Ordinária da Asbraer, realizada em Florianópolis. O presidente da Asbraer, Luciano Brandão — que também é diretor-presidente da Emater-RO — conduziu com firmeza e protagonismo as discussões sobre políticas públicas e investimentos estratégicos para a Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) Pública no Brasil.
Com a participação de representantes de 23 entidades estaduais de Ater, Pesquisa Agropecuária, Governo Federal e parceiros institucionais, a abertura do evento foi marcada por fortes declarações em defesa da Ater Estatal. Luciano Brandão destacou a importância da rede pública de assistência para o desenvolvimento rural, a segurança alimentar e o combate à fome no país. “A Ater Pública transforma realidades. Ela está presente em todos os rincões, com atuação efetiva, técnica e comprometida. Precisamos de mais investimentos e de uma gestão alinhada com as necessidades do povo do campo”, declarou.
Apoio do Governo de Rondônia*
O destaque nacional de Rondônia nesta pauta estratégica é fruto de um trabalho sério e comprometido, apoiado diretamente pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha. A confiança e autonomia dadas a Luciano Brandão têm permitido a construção de pontes com o Governo Federal e o fortalecimento da representação nacional das Emateres. “O governador Marcos Rocha entende o papel essencial da Emater para o estado e para o país. Ele tem sido parceiro nessa missão, nos dando liberdade para atuar e representar Rondônia com altivez”, reforçou Brandão.
Avanços concretos e articulações estratégicas*
Durante o evento, Luciano apresentou dados e defendeu o aumento dos recursos federais para as entidades públicas de Ater, além de criticar modelos de contratação que não consideram a realidade local das instituições. Ele também propôs uma articulação institucional entre Asbraer, MDA e Anater para destravar entraves técnicos e garantir maior fluidez na execução dos contratos com as entidades públicas.
Entre os principais encaminhamentos da Assembleia está a consolidação do Sistema Único de Ater (Suater), com a criação do Fundater — um fundo orçamentário específico para garantir recursos continuados à Ater Pública. “Esse é um passo histórico para o Brasil. Estamos construindo, junto com o Congresso e o Governo Federal, uma estrutura legal que permita ampliar e qualificar os serviços prestados aos agricultores familiares em todo o país”, pontuou Brandão. Reconhecimento e liderança nacional
Autoridades do MAPA, MDA e MDS reconheceram o trabalho da Asbraer e destacaram a importância da gestão liderada por Rondônia. Representantes de diversos estados elogiaram a condução firme e articulada de Brandão, além da proposta de institucionalizar reuniões periódicas entre as entidades, a Anater e os ministérios envolvidos. “Com planejamento, presença e resultado, a Ater Pública pode e deve ser uma aliada estratégica no combate à fome e na promoção do desenvolvimento rural”, afirmou.
Compromisso com a agricultura familiar*
O evento reforçou que a rede pública de Ater é responsável por mais de 80% dos atendimentos a agricultores familiares em todo o Brasil, estando presente nas comunidades mais distantes e com atuação qualificada. A meta da atual gestão da Asbraer é avançar na profissionalização da gestão, fortalecer as instituições estaduais e garantir que o agricultor familiar continue sendo prioridade nas políticas públicas.
Rondônia na vanguarda*
A liderança de Luciano Brandão à frente da Asbraer e o respaldo político-institucional do Governo de Rondônia consolidam o estado como uma referência nacional em políticas públicas para o desenvolvimento rural sustentável. “Estamos mostrando que Rondônia tem voz, tem proposta e tem resultado. Essa é uma conquista coletiva, dos técnicos, gestores e, sobretudo, dos agricultores que confiam em nosso trabalho”, finalizou Brandão.
"Lamentável", disse o deputado Coronel Chrisóstomo
Deputado Coronel Chrisóstomo no Pleno Time Foto: Pleno.News
Em participação na edição do Pleno Time desta quinta-feira (24), o deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL-RO) demonstrou revolta com a intimação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na UTI de um hospital, nesta quarta (23).
– Quando nós vimos que uma oficial de Justiça chega ao lado da cama do presidente Bolsonaro a mando de Alexandre de Moraes… não tem tamanho a crueldade – disse o parlamentar.
E se dirigiu diretamente ao ministro do Supremo Tribunal STF, Alexandre de Moraes:
– Eu falo o nome dele. Eu não acredito, ministro Alexandre de Moraes, que o senhor consegue dormir com tanta crueldade diante do presidente Bolsonaro. Um homem enfermo, um homem com a barriga aberta, ainda em curativos, tentando minimizar a dificuldade dessa facada dentro de uma unidade de terapia intensiva – declarou.
– Ocorreu um fato desse lamentável para toda a Justiça brasileira. É algo que nós não deveríamos nem sonhar. Não é admissível isso de forma alguma. Eu acredito que os próprios ministros do STF deveriam se manifestar contrariamente – completou.
No entanto, os demais ministros do Supremo, por sua vez, concordaram com Moraes. Eles entendem que a intimação de Bolsonaro na UTI de um hospital não é o “cenário ideal”, mas argumentam que ele próprio se colocou nessa situação quando realizou uma live na noite da última terça (22). As informações são de Bela Megale, do jornal O Globo, que diz ter conversado com quatro magistrados sobre o assunto.
No entender desses ministros, Bolsonaro deixa de estar amparado pelo Código de Processo Penal, no tocante ao impedimento previsto para intimação de pessoas doentes e em estado grave, quando o ex-presidente expôs, durante a live, a retirada da sonda nasogástrica e a expectativa de receber alta médica na próxima segunda-feira (28).
Senador criticou o governo Lula em suas redes sociais
Senador Sergio Moro Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Nesta quinta-feira (24), o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) usou as redes sociais para criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após os recentes episódios envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para o parlamentar, as fraudes investigadas pela Polícia Federal (PF) mostram que o governo não precisa “importar criminosos”.
Deflagrada nesta quarta (23), a Operação Sem Desconto da Polícia Federal teve o objetivo de combater um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. As investigações da PF revelaram descontos irregulares de mensalidades associativas nos benefícios do INSS, como aposentadorias e pensões. Estima-se que, entre 2019 e 2024, essas cobranças indevidas totalizaram R$ 6,3 bilhões.
– As fraudes contra os aposentados do INSS, que foram estimadas em R$ 6 bilhões, comprovam em definitivo que o Governo Lula não precisa importar criminosos do Peru – afirmou Moro.
Após a publicação, o senador fez um segundo post rebatendo as críticas que recebeu sobre os crimes terem começados nos governos anteriores. Ele compartilhou o trecho de uma coluna de Alvaro Gribel, no Estadão, em que aponta que as fraudes tiveram um aumento em 2023, primeiro ano de governo Lula.
– Para os posts aqui que ressalvaram que as fraudes começaram antes do Governo Lula, vale destacar que, segundo imprensa, elas escalaram em muito a partir de 2023. E, como se não bastasse, não creio que ninguém dos governos anteriores tinha irmão dirigente de sindicato investigado – apontou.
Senador fez desabafo sobre situação de estresse produzida por Alexandre de Moraes ao ex-presidente
Flávio Bolsonaro Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Após o episódio em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi intimado por uma oficial de justiça em plena UTI do Hospital DF Star, em Brasília, nesta quarta-feira (23), a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu.
– Querem matar meu pai – declarou o parlamentar em post nas redes sociais, nesta quinta-feira (24).
Flávio disse que não tem como pensar diferente ao se deparar com a imagem da oficial de justiça na UTI, cumprindo determinação de Moraes.
– No lugar onde ele mais precisava de paz, repouso e cuidados médicos, levaram estresse, pressão e violência institucional. Intimar um paciente nesse estado é colaborar diretamente para o agravamento do seu quadro clínico, como infelizmente aconteceu, e pode levar a uma tragédia – destacou.
Ao pedir aos apoiadores que façam a imagem do momento da intimação “rodar o mundo”, o senador frisou que “isso nunca aconteceu no Brasil” e falou em “ataque à dignidade humana”.
– Isso nunca aconteceu no Brasil. Nunca. É um ataque à dignidade humana, ao mínimo de compaixão, ao que ainda resta de civilidade. Essa imagem tem que rodar o mundo!
O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo conclamando deputados e senadores a darem um basta à “intromissão de Alexandre de Moraes e do STF” (Supremo Tribunal Federal) nos demais Poderes da República. O líder conservador instou os congressistas a mostrarem que “não são capachos de poder nenhum” e a salvarem o Estado Democrático brasileiro, que de acordo com ele, está “em ruínas”.
– O momento é gravíssimo na nossa nação. Deputados e senadores vão ter que decidir se querem que o Brasil seja um Estado democrático ou um Estado governado pelo ditador da toga Alexandre de Moraes e o STF – frisou o líder cristão.
Para o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), os ministros da Suprema Corte querem impor suas vontades em uma “fogueira de vaidade”.
– Em nenhuma democracia no mundo membros da Suprema Corte vêm a público dar entrevista para emitir opinião, fazer pré-julgamento de processos que estão em andamento e que eles têm que julgar. Requer de um magistrado imparcialidade de descrição para julgar com Justiça – adicionou.
Ele enumerou ainda situações que, segundo ele, expõem a intromissão do STF nos poderes Executivo e Legislativo:
– O STF se intromete no Executivo porque tem um fantoche lá que come na mão deles. Olha o que Moraes acaba de fazer, intima o embaixador representante do governo da Espanha a dar explicações porque a Espanha não extraditou o jornalista Oswaldo Eustáquio. – e impede a extradição de um traficante internacional que foi preso com mais de 50 malas de cocaína. Nós estamos assistindo ao STF querer se intrometer no Poder Legislativo na questão da anistia. O STF não tem que ser nem a favor, nem contra a anistia. Não é competência deles – destacou.