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Brasil : A VILÃ
Enviado por alexandre em 08/11/2021 15:17:54

Como a carne virou "vilã" em mudança climática e entrou na mira da COP26

A carne, principalmente bovina, tem ganhado fama de "vilã" no combate ao aquecimento global e entrou na mira das discussões da COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas que ocorre até o dia 13 de novembro em Glasgow, na Escócia.

A proteína bovina é apontada como o alimento que mais contribui para emissões de gases do efeito estufa e desmatamentos na Amazônia e no Cerrado, segundo o mais recente relatório sobre clima da ONU.

Um acordo para redução de metano em 30% até 2030 foi assinado por dezenas de países, inclusive o Brasil, durante as negociações da COP26. O entendimento atinge em cheio a agropecuária brasileira, já que as emissões de gás metano no rebanho bovino representaram 17% de todos os gases do efeito-estufa do país, segundo estimativa do Observatório do Clima.

Mas há quem vá além e defenda reduzir ou até cortar por completo o consumo de carne como forma de combater o aquecimento. Uma pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que a produção de carne bovina é, dentre todos os alimentos, o que mais emite gases do efeito estufa.

Segundo esse estudo, mesmo uma porção de carne produzida com sustentabilidade é mais poluente que uma porção de proteína vegetal produzida sem contar com as melhores práticas de redução de emissões.

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Mas será que cortar carne da dieta é mesmo necessário para controlar as mudanças climáticas? E por que a produção de proteína bovina produz tantas emissões?

Dieta vegetal x dieta carnívora

Um relatório preliminar das Nações Unidas, elaborado para a COP26, diz que a adoção de uma dieta com menos carnes e mais alimentos feitos de plantas ajudaria a combater a mudança do clima.

O documento, ao qual a BBC News teve acesso, é elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), principal órgão global responsável por organizar o conhecimento científico sobre as mudanças do clima e orientar as ações para combatê-las.

Segundo o IPCC, a produção de carne é um dos principais fatores por trás do desmatamento na Amazônia e no Cerrado. Isso porque a vegetação nativa é muitas vezes derrubada para dar lugar a pastagens ou plantações de soja, que alimentam rebanhos.

O relatório preliminar diz que "dietas à base de vegetais podem reduzir as emissões em até 50% comparado com a média de emissões da dieta Ocidental."

Por sua vez, um estudo da Universidade de Oxford, que calculou as emissões globais médias envolvidas na produção de 40 dos principais alimentos, com dados de 40 mil fazendas pelo mundo, chegou à conclusão de que as carnes bovina e de cordeiro são as comidas que mais degradam o meio ambiente.

Segundo o estudo, publicado na revista Science, um quarto de todas as emissões de gases poluentes vêm da produção de alimentos. Mas há diferenças enormes entre o impacto que as diferentes comidas têm no aquecimento global.

Carne e outros produtos derivados de animais são responsáveis por mais da metade das emissões, embora só contribuam com um quinto das calorias consumidas pela população mundial.

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Mas é possível reduzir muito o impacto climático da produção de carne adotando práticas relativamente simples, como rodízio de bois em áreas de pastagem, suplementação alimentar e abate do animal quando mais jovem.

Afinal, não é simples substituir o consumo de carne em países como o Brasil, onde proteína animal, por aspectos culturais e de produção, integra o dia-a-dia de grande parte da população. Além disso, dificuldades socioeconômicas em diversas partes do mundo dificultam substituir proteína animal por vegetal.

"É fácil falar para o consumidor ficar atento à proporção de gás de efeito estufa dos alimentos aqui na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Alemanha ou na Bélgica. Vai falar isso para uma pessoa que vive no Rio de Janeiro e que está procurando osso jogado fora no lixo para poder comer proteína", disse à BBC News Brasil o professor de física aplicada da Universidade de São Paulo Paulo Artaxo, um dos cientistas que integram o IPCC.

Mas por que carne de vaca gera tanta poluição?

As emissões de gás carbônico e metano, os dois principais gases do efeito estufa, ocorrem de três maneiras na produção de carne: com o desmatamento de áreas usadas para pasto, pela erosão do solo quando a pastagem é mal cuidada e pelos gases liberados pelo boi no processo de fermentação gástrica dos alimentos que ele ingere.

No caso do desmatamento, a derrubada de árvores gera liberação de CO2 armazenado por essas plantas no processo de fotossíntese. As plantas funcionam como armazéns de gás carbônico, porque absorvem esse gás da atmosfera e o transformam em açucares para o funcionamento de seu metabolismo. Com a derrubada de árvores, novas absorções de gás carbônico deixam de ocorrer, além de haver liberação de CO2 de volta para a atmosfera pela queimada ou pela decomposição da madeira cortada.

Outro impacto da pecuária está na erosão do solo usado para pasto. Segundo Isabel Garcia Drigo, gerente da área de Clima e Emissões do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o solo fértil também absorve e armazena CO2. Se não há cuidado em manter a grama e as plantas onde circulam os bois, o solo vai perdendo vegetação e os minerais que o torna fértil, com isso, perde também a capacidade de armazenar gás carbônico.

"A gente tem 81 milhões de hectares de pastagens degradadas, com solo descoberto por capim. Áreas sem componente vegetal, seja de capim ou árvore, estão emitindo gases poluentes. Essas pastagens degradadas estão emitindo 39 milhões de toneladas de carbono para a atmosfera", explicou Drigo à BBC News Brasil.

O terceiro fator poluente da pecuária está associado à liberação de gás metano pelo que é popularmente conhecido como "arroto do boi". No processo de digestão de capim e outros alimentos, o boi libera gás metano.

Gado

Crédito, Greenpeace Photo / Daniel Beltra

Legenda da foto,

Gado na Amazônia em chamas, no estado do Pará

Em 2020, as emissões da agropecuária brasileira aumentaram 2,5% em relação a 2019 por uma razão contraintuitiva ligada ao "arroto do boi". O consumo de carne no país diminuiu por causa da pandemia e a crise econômica.

Com isso, menos bois foram abatidos para consumo e as cabeças de gado aumentaram em 2,6 milhões, o que, por usa vez, aumentou as emissões de metano pela chamada fermentação entérica.

Como reduzir esse impacto negativo da carne?

A boa notícia para quem se preocupa com o meio ambiente, mas quer continuar comendo carne é que, dependendo do cuidado adotado no processo de produção, o volume de emissões pode se reduzir consideravelmente.

Por isso, vários cientistas defendem que o enfoque de reuniões sobre clima deve ser no fabricante da carne, não no consumidor. Ou seja, em acordos que exijam práticas sustentáveis de produção e impeçam comércio de produtos ligados a desmatamentos.

Durante as reuniões da COP26 em Glasgow, foram assinados dois acordos que poderão ajudar a reduzir o impacto poluente da produção de carne. Um deles foca na proteção das florestas e prevê zerar o desmatamento no mundo até 2030.

Entre os trechos desse acordo, está a defesa de mecanismos regulatórios e de rastreamento para impedir que carne ligada a desmatamento de florestas chegue ao comércio internacional. O outro acordo prevê a redução de gás metano na agropecuária em 30% até 2030.

Gado

Crédito, REUTERS/Ricardo Moraes

Isso significa que frigoríficos e produtores brasileiros terão que adotar práticas sustentáveis para garantir um impacto menor da pecuária no meio-ambiente.

Isabel Garcia Drigo, da Imaflora, destaca três medidas que podem ajudar a reduzir significativamente as emissões na pecuária: fazer rotação de pastagem, alternando a localização dos bois de um pasto a outro para que a vegetação tenha tempo de se recuperar; utilizar suplementos alimentares para reduzir a presença de capim na alimentação dos bois e, com isso, as emissões de metano na fermentação gástrica; e cuidar da fertilidade do solo, com uso de nutrientes e leguminosas.

"Claro que alguma emissão você sempre vai ter, mas você consegue reduzir bastante se você usar manejo de pastagem, manejo da alimentação do boi com complementação alimentar e redução do tempo de vida do animal. Quanto mais jovem o boi é abatido, melhor para o clima, porque ele vai passar menos tempo vivendo, comendo e produzindo metano", diz a gerente do Imaflora.

Para Paulo Artaxo, um dos autores do relatório da ONU sobre mudança climática, ao debater metas é preciso priorizar medidas. E, segundo ele, o foco atualmente não deve ser no corte de consumo de carne, mas sim em tornar a produção menos poluente.

"É importante deixar claro que não se falou em redução de consumo de carne na reunião climática, na COP26. Não é essa a questão. A questão é melhorar a produtividade da pecuária com menores emissões de gases do efeito estufa", disse.

"Na África, você tem mais de 1 bilhão de pessoas que não têm renda para uma dieta com alto conteúdo de proteína animal ou vegetal. Não pode haver uma resolução, por exemplo, que toque nesta questão (de determinar redução no consumo de carne), porque obviamente pessoas que hoje não têm renda para ter uma dieta de alta proteína animal têm o direito de querer ter isso", defende.

Brasil : PRÓPOLIS
Enviado por alexandre em 05/11/2021 15:16:32

Conheça 5 benefícios à saúde e aprenda como usá-lo

Produzido por abelhas através da seiva das árvores, o própolis é uma resina que funciona como antioxidante, ajudando na prevenção e tratamento de doenças. Também possui propriedades que combatem bactérias e fungos, além de ser um ótimo anti-inflamatório de ação cicatrizante.

 

A forma mais comum na qual encontramos o própolis é em extrato, mas o ativo também pode ser comprado na versão em pó e há vários produtos que o utilizam como ingrediente da fórmula – por exemplo, cremes, pomadas, cápsulas e cosméticos.

 

O própolis traz diversos benefícios para a saúde devido às suas propriedades antioxidante, antimicrobiano e anti-inflamatório.

 

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Entenda para que serve o própolis

 

1. Fortalecer o sistema imunológico

Uma dos mais conhecidos benefícios à saúde proporcionados pelo própolis é o fortalecimento do sistema imunológico. Por esse motivo, a resina é recomendada no tratamento de infecções na garganta e nas amígdalas. Além disso, o própolis também é indicado para amenizar os sintomas de gripes, sinusites e resfriados.

 

2. Acelerar a cicatrização de feridas

Já é comprovado que o própolis atua sobre lesões de pele impedindo a ação das bactérias, leveduras e fungos, e acelerando o processo de cicatrização. Aplicá-lo a cada 3 dias pode ajudar a tratar pequenas queimaduras e prevenir infecções na região machucada.

O própolis também acelera a cicatrização de feridas nos pés de pessoas com diabetes.

 

3. Ajudar no tratamento da herpes

Algumas pomadas com própolis ajudam a diminuir os sintomas provocados pela herpes labial e genital. A indicação, entretanto, deve ser feito pelo médico.

 

4. Curar aftas e gengivites

Por suas propriedades antimicrobianas, tomar própolis todos os dias reduz as aftas e previne que elas apareçam. O mesmo acontece nos casos de pessoas com gengivite, em que o composto pode ser usado para prevenir os sinais da doença, além de auxiliar a combater o mau hálito.

 

5. Proteger contra a Helicobacter pylori

A resina tem sido considerada como uma alternativa para o tratamento da infecção por Helicobacter pylori (H. pylori), ajudando a aliviar os sintomas de gastrite e úlcera péptica.

 

Como usar o própolis

 

O própolis pode ser usado aplicado diretamente sobre a pele, na água para fazer inalações com o vapor ou ser tomado puro ou diluído em água. A versão moída em flocos é a mais difícil de ser encontrada, mas é comercializada em lojas de produtos naturais ou diretamente com os produtores e pode ser consumida adicionada a sucos ou iogurte.

 

O extrato é concentrado e deve ser diluído em álcool ou água. Também pode ser ingerido na forma de comprimidos, extrato líquido e cápsulas.

 

Já existem no mercado cremes, pomadas e loções. O própolis pode ser encontrado e adquirido em farmácias e lojas de produtos naturais ou diretamente com os produtores.

 

Por ser comercializado em diversas concentrações, ainda não existem estudos que indiquem uma dose recomendada para o própolis. Geralmente existe uma recomendação de dose sugerida no rótulo do produto, mas é indicado consultar um médico ou um profissional de saúde antes de fazer uso.

 

Possíveis efeitos colaterais

 

O principal efeito colateral do uso do própolis é uma reação alérgica que causa sintomas como inchaço, vermelhidão, coceira ou urticária na pele.

 

Para evitar reações graves, é recomendado fazer um teste de sensibilidade antes de utilizar o própolis. Para isso, é necessário pingar 2 gotas do extrato no antebraço e aguardar entre 20 a 30 minutos e verificar se surge coceira ou vermelhidão na pele.

 

Quem não deve usar

 

O extrato de própolis está contraindicado para pessoas com alergia a abelhas, ao próprio própolis ou a algum dos componentes da fórmula dos produtos feitos com ele.

 

 

Durante a gravidez ou lactação, só deve ser usado com orientação médica. Além disso, as versões do extrato com álcool na composição estão também contra indicadas para crianças com menos de 12 anos de idade e alcoolistas. 

 

Fonte: Tua saúde


Dicas para prevenir e reduzir a dor muscular pós-treino

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Foto: DIVULGAÇÃO

Evite aumentar a carga e intensidade do exercício se não estiver pronto para dar esse passo

Sentiu uma dor muscular depois do treino? Isto é visto como normal, por conta de ser uma resposta do seu corpo aos exercícios realizados, que geram microtraumas musculares temporários.

 

Porém, a dor não deve permanecer por muito tempo, já que o objetivo do treino é se sentir melhor, não dolorido. Por isso, explicamos como o atleta pode diminuir esse incômodo com alguns métodos simples para se fazer em casa.

 

O EU Atleta contou com a ajuda do Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, Ivan Pacheco, e do professor de educação física Erasmo Ouriques para esclarecer por que as dores ocorrem, o que fazer nessas horas e como preveni-las. Confira oito dicas para prevenir e seis dicas para reduzir a dor muscular!

 

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Por que as dores acontecem?


Quando se fala do pós-treino, as dores musculares costumam aparecer 24 horas depois da realização dos exercícios, especialmente para aquelas pessoas que não são treinadas. A depender da intensidade, acontecem microlesões nas fibras musculares, ou seja, o rompimento das células que compõem o tecido muscular. Esses microtraumas são fundamentais para que haja o processo de reconstrução muscular e o consequente ganho de massa muscular, a hipertrofia.

 

Mas às vezes os microtraumas são mais extensos do que o necessário. Isso pode acontecer por algumas razões, tais como:

 

Esforço excessivo;


Movimentos muito repetitivos;


O aquecimento ou alongamento ineficaz;


Iniciar um treino ou exercício pela primeira vez.


Ainda que seja algo considerado normal, as dores musculares não devem ser menosprezadas. Quando muito fortes e persistentes, servem como um indicativo de que algo não está devidamente bem e necessita ser resolvido. Por isso, é importante saber como reduzir o incômodo depois do treino, na busca de evitar que ele persista e agrave a situação.

 

8 dicas para prevenir a dor muscular


Faça treinamentos rotineiros e progressivos;


Busque praticar o exercício o mais próximo de sua técnica ideal;


Conte com a ajuda de um profissional qualificado;


Não queira aumentar a carga ou intensidade sem dominar o exercício corretamente;


Faça variações de exercícios, ainda que seja para um mesmo músculo;


Tenha um sono de qualidade para recuperar a energia gasta durante o dia;


Não deixe de se hidratar bem, impedindo que haja uma desidratação passível de causar dores e cãibras;


Procure ter uma dieta equilibrada, como o consumo de alimentos ricos em proteínas magras, que contribuem na reparação muscular.


6 dicas para reduzir a dor muscular


1. Gelo

 

Faixas de gelo podem ser uma opção — Foto: Eu Atleta | Arte | fotos: arquivo pessoal

 

O uso do gelo após a atividade física garante um efeito analgésico bastante eficaz nos sensores da dor, provocando o aumento do fluxo sanguíneo profundo. Assim, há o relaxamento muscular. Além disso, contribui para conter a inflamação de microlesões causadas pelos exercícios, diminuindo a dor. Deve-se aplicar o gelo por alguns minutos sobre a região dolorida, sendo indicado um pano ou toalha para cobrir o saquinho com gelo.

 

2. Massagem

 

Massagem desportiva — Foto: Divulgação

 

Calmante, a massagem é um ótimo método para aliviar as dores musculares. Não apenas recomendada para as dores, mas também para remover parte do estresse e da tensão proporcionados pelos exercícios. Para se fazer em casa, o rolo de massagem surge como uma alternativa tanto para identificar as dores como reduzi-las, desde que seja manuseado com cautela para evitar lesões.

 

- As massagens podem ter um efeito relaxante e de aumento de fluxo sanguíneo. Aumentando o fluxo sanguíneo, há uma chegada de mais proteínas reparadoras no músculo e isso é benéfico. Se as massagens são mais vigorosas, elas podem produzir um pequeno processo inflamatório que é uma resposta de reparo dos tecidos, o que seria positivo. Isto pode ser um dos efeitos das massagens com os rolos (de massagem). Também há um resultado chamado liberação miofascial que é analgésico - explica o médico do esporte Pacheco.

 

3. Repouso

 

Treinar sem dia de descanso não significa correr melhor, além de aumentar os riscos de lesão  — Foto: Istock Getty Images

 

O descanso está entre os principais itens para alcançar um bom condicionamento físico. Não se deve subestimar o momento em que o seu corpo está cansado e com microlesões originadas pelo treino. Para isso, o período ideal de repouso varia de pessoa para pessoa, uma vez que depende da intensidade e dos exercícios praticados e do condicionamento físico de cada um. Neste momento, busque “escutar” o seu corpo, entender o esforço exigido e se recuperar durante o tempo que for necessário, mesmo que leve alguns dias. Mesmo para pessoas altamente condicionadas, não é indicado que se faça exercícios sete dias por semana. O dia do descanso deve fazer parte da planilha de treinos.

 

4. Banho quente


O banho quente é outra solução para amenizar as dores musculares depois do treinamento. De efeito semelhante ao da massagem, o calor, seja pelo banho ou a aplicação de uma bolsa quente no local, permite uma vasodilatação, chegando mais sangue na região dolorida. Portanto, eleva o fluxo sanguíneo, relaxando a musculatura adequadamente. Isso é uma alternativa que possibilita uma diminuição da inflamação, aliviando as dores.

 

5. Redução da carga de exercícios


Sabe aquela hora de “pegar mais leve”? Não é apenas história, mas uma verdade para ser levada a sério quando se sente dores musculares. Quando a dor surge, é um indicativo que ela deve ser respeitada e, assim, diminuir a intensidade e a carga nos treinos.

 

Não há um padrão estabelecido de exercícios para todos. Por isso, o treinamento precisa ser individualizado, de acordo com o limite do praticante. Inclusive, a boa comunicação entre aluno e treinador é essencial para encontrar a dosagem correta de exercícios.

 

6. Procurar um médico do esporte


Primeiro, é importante que haja um profissional de educação física orientando o seu treino e organizando sua planilha, para que não haja exageros. Depois, se mesmo com a orientação profissional e seguindo todas as dicas acima a dor não der um descanso, pode significar algo mais sério, como uma lesão. E não buscar ajuda especializada pode servir apenas para acentuar o problema. Nesse momento, buscar um um médico do esporte ou, dependendo da lesão, um ortopedista é o mais aconselhável para averiguar o problema e chegar a um diagnóstico e a um tratamento adequados.

 

- A dor do exercício vai passando conforme o treinamento vai seguindo, até um limite biológico individual. Se a dor persiste ou se torna incapacitante, é um sinal de alerta e uma investigação deve ser feita. Nestes casos, o médico é importante - informa Pacheco.

 

E o alongamento, é útil?

 

Alongamento dinâmico — Foto: Istock Getty Images

Fotos: Divulgação 

 

Na verdade, não existe uma evidência confirmando que o alongamento seja útil para reduzir as dores musculares depois do treino. De acordo com os estudos da Cochrane Library, de 2011, avaliou-se mais de 2 mil pessoas sobre a “dor muscular após o exercício” e se chegou ao resultado de que “fazer alongamento produziu um efeito muito pequeno ou nulo na dor muscular experimentada na semana seguinte da atividade física”.

 

Dessa forma, entende-se que o alongamento não alivia as dores musculares. Porém, isso não representa que ele seja menos importante. Conforme esclarece o professor de educação física Ouriques, o alongamento serve como um preparo da musculatura. O ideal é fazer um aquecimento antes do exercício e um alongamento depois.

 

 

- É importante destacar que o alongamento (flexibilidade) muscular é tão essencial quanto o trabalho para desenvolver a força muscular. Na realidade, são qualidades físicas que “trabalham” juntas. O alongamento mais leve, como se fosse uma “soltura” muscular, deve ser feito sempre - afirma Ouriques.

 

Fonte: G1

Brasil : NOVEMBRO AZUL
Enviado por alexandre em 05/11/2021 15:12:58

Por que o exame de próstata ainda é difícil para os homens?

Novembro Azul é o mês de prevenção e conscientização do câncer de próstata, o mais comum entre a população masculina, representando 29% dos diagnósticos da doença no país. Ainda de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), 65.840 novos casos de câncer de próstata estão estimados a cada ano, entre 2020 e 2022.

 

Na linha do Outubro Rosa, a campanha incentiva os homens a realizarem o exame que pode salvar vidas. A resistência em procurar ajuda médica e os tabus que cercam o toque retal capaz de identificar alterações e tumores são os principais desafios da iniciativa. Segundo especialistas, o encorajamento das parceiras pode fazer toda a diferença na hora de decidir marcar ou não a consulta com o urologista.

 

Na hora de convencer o parceiro a realizar o exame, um diálogo franco e aberto é fundamental. “Durante o bate-papo, a mulher pode levantar algumas questões como ‘o que impede de procurar ajuda?’ e ‘por que é tão difícil desfazer a visão negativa sobre o exame?’, além de demonstrar preocupação com o outro”, explica Gabriela Daltro, sexóloga da plataforma Sexo sem Dúvida.

 

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Não é raro que, em alguns casos, as mulheres se encarreguem de marcar a consulta para os homens como forma de reforçar a relevância do exame. Gabriela Daltro explica que a rejeição contra o autocuidado é um ato de egoísmo que acaba impactando no relacionamento - e isso também precisa ser pontuado na conversa - e por essa razão é importante demonstrar preocupação, mas com um toque de amor e zelo. “Seja firme e mostre que o cuidado dele com a própria saúde afeta o relacionamento positivamente e destaque que cuidar de si é cuidar de você, também”, aconselha a sexóloga.

 

Câncer de próstata é doença silenciosa

 

O exame de toque retal é fundamental para identificar a presença da doença. Quando o câncer de próstata apresenta algum sintoma, geralmente já está na fase avançada e conta com menores chances de sucesso no tratamento. “O exame da próstata tem o objetivo de prevenir a doença e não compromete o desempenho sexual nem interfere na masculinidade”, diz o urologista Alex Meller.

 

De acordo com o urologista César Bortoluzzo, o câncer de próstata atinge principalmente homens a partir dos 50 anos. Além do envelhecimento celular, fatores hormonais contribuem para o desenvolvimento da doença. “O exame retal também é capaz de diagnosticar a hiperplasia prostática benigna, também conhecida como aumento prostático sem câncer, principal problema da próstata em homens a partir dos 50 anos.

 

Quando não tratada, ela pode provocar desconfortos como a necessidade de urinar frequentemente e o aumento de micções noturnas, prejudicando a qualidade do sono e gerando insegurança. Estas questões também prejudicam muito a qualidade de vida, a autoestima e o relacionamento conjugal, familiar, social e profissional dos homens”, afirma.

 

 

Por fim, vale dizer que o exame de próstata é rápido, demora poucos segundos, e não causa nenhum distúrbio funcional, por isso previna-se e conscientize-se. 

 

Fonte: Alto astral


O Novembro Azul é um movimento internacional para alertar as pessoas sobre a importância da prevenção contra o câncer de próstata – doença comum entre os homens com mais de 40 anos. De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), a estimativa é de que, até o final de 2021, mais de 65 mil pessoas sejam diagnosticadas com o tumor. Mas, a pior notícia é que a doença faz, aproximadamente, 15 mil vítimas fatais por ano.

 

Para reverter esse quadro e evitar que o câncer de próstata continue provocando a morte de milhares de brasileiros, a única saída é incluir o exame detector na rotina. O diagnóstico precoce é fator fundamental para facilitar o tratamento e elevar as chances de cura. Além de evitar possíveis efeitos colaterais de procedimentos cirúrgicos e radioterápicos.

 

“Por outro lado, quando o câncer de próstata é identificado em estágios mais avançados, o tratamento indicado acaba sendo mais agressivo, podendo comprometer inclusive a produção de testosterona. A falta desse hormônio gera, entre outros, elevação no risco de doenças cardiovasculares, impotência sexual e distúrbios cognitivos", explica o oncologista clínico Andrey Soares.

 

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A recomendação é que todos os homens – independentemente da idade – realizem consultas, pelo menos, uma vez por ano com um urologista. O médico, além de verificar a necessidade de investigar possíveis tumores, também avaliará a saúde geral do paciente para evitar o aparecimento de outras doenças. "Um dos fatores para se manter uma vida saudável é realizar exames preventivos periodicamente, pois, havendo qualquer problema, o diagnóstico precoce conduz a um melhor tratamento", reforça o urologista Dr. Carlos Bautzer.

 

Confira abaixo, alguns dados que a Sociedade Brasileira de Urologia destacou sobre o câncer de próstata:

 

-O câncer de próstata é o 2º tumor mais frequente entre os homens, após os tumores de pele (não-melanoma);

-Acontece, em média, um diagnóstico de câncer de próstata a cada sete minutos;

-Uma pessoa morre por causa da doença a cada 40 minutos;

-25% dos portadores de câncer de próstata morrem devido a doença. O número poderia ser menor se todos os casos fossem detectados com antecedência;

-20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados em estágios avançados

-Quando os sintomas começam a aparecer, 95% dos casos já estão em fase adiantada. Por isso, é fundamental realizar exames periódicos, mesmo que não exista nenhum incômodo aparente;

-Ainda não existe prevenção concreta contra a doença. Mas, é possível diagnosticá-la precocemente;

-Com o diagnóstico precoce, as chances de cura são de 90%.

 

Atividades físicas são bem-vindas

 

Apesar da ciência ainda não ter descoberto um modo comprovado de prevenir o aparecimento do câncer de próstata, apostar em um estilo de vida saudável é uma das maneiras de fortalecer o organismo contra a doença.

 


 

"Há uma associação - ainda que pequena - entre atividade física e a diminuição de chances de aparecer câncer de próstata. Ainda que não haja conclusões mais detalhadas sobre a associação dos hábitos de vida e a incidência deste tipo de tumor masculino, o INCA e o Ministério da Saúde concordam que uma rotina saudável, alimentação balanceada e outros fatores ligados ao bem-estar podem ajudar na prevenção não só deste, como de diversos outros tipos de carcinomas", finaliza o Dr. Andrey Soares. 

 

Fonte: Saúde em dia

Brasil : RISCOS ESTÉTICOS
Enviado por alexandre em 05/11/2021 01:35:07

De inchaço a trombose saiba riscos de tratamentos estéticos

Quem procura por cirurgias plásticas ou tratamentos estéticos não espera pelo pior cenário. Mas os riscos dos procedimentos precisam ser avaliados antes da decisão, a fim de evitar situações como a que foi vivenciada pela ex-modelo canadense Linda Evangelista.

 

Somente depois de passar pelas sessões de criolipólise, técnica não invasiva que visa destruir as células de gordura a partir do resfriamento, a ex-modelo foi informada de que poderia haver reações, embora fossem consideradas raras.

 

Linda desenvolveu hiperplasia adiposa paradoxal (HAP), condição que não apenas prejudicou o resultado do procedimento, como aumentou a camada de gordura que ela pretendia diminuir.

 

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Segundo Newton Morais, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, o problema ocorre quando as células de gordura, que deveriam ser eliminadas pela técnica, aumentam de tamanho e adotam uma consistência diferente. “Para corrigir a deformação, somente com lipoaspiração”, destaca o médico.

 

O especialista ressalta que, no passado, sequelas como essa ocorriam com mais frequência devido aos aparelhos antigos. Hoje, os procedimentos são considerados mais seguros.

 

Efeitos ainda comuns são pequenos hematomas no local, dor tardia (depois do quinto dia) e inchaço na região. Para diminuir o risco de intercorrências, é necessário procurar clínicas ou consultórios dermatológicos com o registro para o método a ser realizado.

 

A ex-modelo declarou que, como o procedimento a deixou “permanentemente deformada” e “irreconhecível”, entrou com um processo contra a clínica por negligência, propaganda enganosa e por não ter sido alertada dos possíveis efeitos.

 

O que prestar atenção antes dos procedimentos?

 

Quando decidir por uma intervenção estética ou cirurgia plástica, é importante incluir na lista de perguntas aos profissionais quais os efeitos colaterais que podem surgir, ainda que raros, quais os riscos e se aquela técnica é indicada para o perfil do paciente.

 

A lipoaspiração, por exemplo, não tem por finalidade “emagrecer”, segundo explica Marcelo Sampaio, cirurgião plástico e especialista em cirurgia geral Hospital das Clínicas (USP), e não é recomendada a pacientes com obesidade, por exemplo.

 

“A técnica é indicada para remover a gordura localizada. As pessoas confundem e acham que é para emagrecer”, diz Sampaio. Ele reforça que, por ser um procedimento invasivo, oferece os mesmos riscos que uma cirurgia comum. Sendo assim, deve ser feito em um ambiente hospitalar.

 

Dos efeitos mais frequentes, Sampaio lista trombose, alergias, sangramentos e infecções. Além disso, há regras para a realização da lipoaspiração: o médico só pode retirar até 7% do peso de gordura do paciente e 25% da superfície corporal.

 

Ao fazer a cirurgia, é necessário que o indivíduo também tenha cuidados no pós-operatório. É importante, por exemplo, evitar sol e esforço físico. Dessa forma, terá um menor risco de sofrer com manchas e edemas na pele.

 

Exames e avaliações

 

Antes de realizar procedimentos invasivos, os especialistas devem se certificar que os pacientes estão em condições adequadas. Para isso, devem ser solicitados exames de sangue e do coração, e uma investigação do histórico de saúde.

 

“As pessoas que passaram pela Covid-19 têm um status de coagulação sanguínea diferente. Com o exame, é possível evitar risco de tromboses”, exemplifica Sampaio.

 

Cheque as credenciais dos profissionais

 

Outro passo importante é procurar por especialistas capacitados, que sigam todos os protocolos exigidos pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Isso inclui, principalmente, conferir as credenciais do médico nos órgãos oficiais, como a própria sociedade e o Conselho Federal de Medicina (CFM).

 

No site do CFM, há um campo de busca pelos nomes dos profissionais e o destaque das especialidades a que eles estão registrados, bem como os estados da federação nos quais podem atuar. É possível também fazer a busca diretamente pelas especialidades, detalhando o estado e a cidade.

 

 

Outra avaliação pode ser feita pelo site da SBCP. O campo de busca permite uma avaliação a partir do nome do profissional, ou pelo estado em que atua. 

 

Fonte: Metrópoles

Brasil : CLIMÁTICA
Enviado por alexandre em 05/11/2021 01:32:33

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