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Brasil : COVID E AIDS
Enviado por alexandre em 03/10/2021 22:55:12

6 semelhanças entre como a humanidade lidou com as duas pandemias

Aids e covid-19 têm formas de transmissão, sintomas e tratamentos completamente diferentes. Mesmo assim, as doenças que marcaram o fim do século 20 e o início do 21, respectivamente, trazem semelhanças importantes, especialmente na forma como a sociedade e a ciência reagiram a elas.

E esses processos tiveram os mais variados desdobramentos. Por um lado, as duas pandemias demandaram a criação de soluções rápidas, que resultaram em testes, remédios e vacinas modernos e disruptivos, que beneficiaram não apenas as duas condições, mas a medicina como um todo. Por outro, o surgimento de problemas novos reforçou (e até criou) preconceitos, estigmas e desigualdades que resistem até hoje.

Os dois momentos históricos também trazem aprendizados importantes sobre a prevenção, quais estratégias funcionam mais ou menos e o papel da comunicação neste contexto.

Essa é a análise feita por especialistas em saúde ouvidos pela BBC News Brasil. Eles avaliam que as duas crises sanitárias apresentam muitos paralelos e entendê-los pode nos ajudar a lidar com as futuras pandemias que virão pela frente.

1. Estresse, medo e incertezas

Nos últimos dias de dezembro de 2019, veículos e agências de notícias publicaram as primeiras informações sobre os casos de uma "pneumonia misteriosa" que começou a acometer algumas pessoas em Wuhan, na China.

No início de janeiro, veio a confirmação de que o quadro estava relacionado a um novo tipo de coronavírus, que seria nomeado posteriormente de Sars-CoV-2.

Um processo parecido aconteceu com o HIV, o vírus da imunodeficiência humana. Apesar de existirem evidências de que ele já circulava desde a década de 1930, o problema começou a chamar a atenção entre o final dos anos 1970 e o início dos 1980.

Nessa época, os especialistas perceberam o aumento na frequência de sintomas do que viria a ser conhecida como a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou aids. No período, o quadro foi observado com mais intensidade em homens que fazem sexo com homens de algumas regiões dos Estados Unidos.

Para o médico Ricardo Sobhie Diaz, professor de infectologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as duas situações são marcadas pelo aumento do estresse generalizado diante das incertezas.

"Quando começamos a ouvir sobre HIV e aids, havia muito medo, pois não se sabia o que poderia acontecer com as pessoas e qual seria o tamanho da catástrofe que iríamos enfrentar", lembra.

"E nós vemos a mesma coisa agora com a covid-19. Todos nos sentimos um tanto incapazes de entender realmente o que acontece, especialmente nos primeiros meses da pandemia", completa.

Protesto nos EUA em 1983

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Em 1983, homens erguem um cartaz com os dizeres: 'Aids: nós precisamos de pesquisa, não de histeria'

2. Estigmas e preconceitos

Uma das consequências desse medo generalizado diante do desconhecido é o surgimento de teorias da conspiração e movimentos que tentam encontrar algo (ou alguém) para jogar a culpa.

"No início, a aids era descrita pejorativamente como a doença dos cinco H's, pois acreditava-se que ela só afetaria homossexuais, prostitutas (hookers, em inglês), haitianos, hemofílicos e usuários de heroína", diz a infectologista Karen Morejon, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), no interior paulista.

E esses estigmas e preconceitos eram reforçados pela própria imprensa. Na edição de 12 de junho de 1983 do jornal Notícias Populares, por exemplo, é possível ler uma manchete preconceituosa sobre a aids. Em letras garrafais, a capa anunciava: "A peste gay já apavora São Paulo".

Com a covid-19, houve um cuidado extra das autoridades, especialmente da Organização Mundial da Saúde (OMS), para que Wuhan, ou a China como um todo, não ficassem estigmatizados, ou virassem referência como o nome da doença ou do vírus.

E há exemplos claros de como evitar essa vinculação geográfica de uma nova enfermidade é importante. Talvez o maior deles seja a gripe espanhola, que matou milhões de pessoas entre 1918 e 1920.

Apesar da alcunha, a doença provavelmente surgiu em acampamentos militares dos Estados Unidos. Mas, como ocorria a Primeira Guerra Mundial e a maioria dos países envolvidos controlava a imprensa, quem noticiou sobre a chegada de uma infecção desconhecida foram os veículos jornalísticos da Espanha, que mantinha uma posição de neutralidade naquele momento.

Passado mais de um século, o termo "gripe espanhola" continua a ser usado, apesar da imprecisão histórica.

Mesmo com as precauções em relação à pandemia atual, ainda existem muitas teorias da conspiração infundadas que acusam a China de ter criado o coronavírus e é comum ler o termo "peste chinesa" em muitos desses conteúdos falsos.

3. Riscos e vulnerabilidades

Um erro que ocorreu nas duas pandemias, de acordo com os especialistas, foi o foco excessivo nos chamados "grupos de risco"

Como mencionado anteriormente, existia uma ideia enviesada nos anos 1980 de que só homossexuais, usuários de drogas injetáveis ou pacientes que precisam de transfusão sanguínea se infectavam com o HIV.

Já na covid-19, circulou muito a ideia errada de que a doença só matava idosos e indivíduos com comorbidades, como os portadores doenças cardiovasculares ou pulmonares.

"E, em ambos os casos existe uma diferença enorme entre grupos de risco e indivíduos com maior vulnerabilidade", diferencia Diaz.

Ou seja: estatisticamente e na comparação com as outras faixas etárias, pessoas acima de 60 anos são mais suscetíveis à infecção pelo coronavírus e desenvolvem com maior frequência as formas graves da enfermidade, que exigem internação e intubação. Mas isso não significa que os mais jovens estão absolutamente livres da covid-19 ou de suas repercussões no organismo.

Duas idosas de máscara caminham pela rua

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Idosos foram apontado como 'grupo de risco' da covid-19, quando o correto seria dizer que eles são mais vulneráveis à doença

O mesmo se repete quando pensamos nos primeiros anos da aids: a noção distorcida de que homossexuais seriam os únicos afetados fez com que indivíduos com outras orientações sexuais relaxassem e pensassem que não corriam perigo, quando se sabe que a realidade é muito mais complexa.

"O foco nos grupos de risco fez com que houvesse uma sensação de tranquilidade daqueles que não apresentavam aquelas características, pois eles achavam que não adoeceriam", acrescenta Morejon, que também integra a Sociedade Paulista de Infectologia.

4. Desigualdade escancarada

A bióloga americana Claudia Velasquez, diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) no Brasil, chama a atenção para outro ponto em comum entre as duas pandemias.

"As desigualdades têm um papel extremamente relevante [nos dois momentos históricos] e, por isso mesmo, é preciso atuar de forma conjunta e simultânea", analisa.

"A resposta ao HIV evidencia a lacuna entre ricos e pobres. Onde um bom progresso foi feito, as pessoas que vivem com HIV têm uma vida longa e saudável. Já onde as desigualdades são grandes, foi alcançado um progresso limitado", compara.

Na covid-19, a diferença de acesso a insumos, testes, remédios e vacinas também é enorme de acordo com cada país.

Essa disparidade fica escancarada no número de imunizantes contra o coronavírus aplicados até o final de setembro: de acordo com informações disponibilizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), 61,4% dos cidadãos de países ricos haviam recebido ao menos a primeira dose. Nos lugares mais pobres do planeta, apenas 3,5% das pessoas foram contempladas nas campanhas de vacinação.

Os mesmos números podem ser lidos de outra maneira: enquanto 1 em cada 2 indivíduos das nações ricas estão mais protegidos contra a covid-19, somente 1 em cada 28 que moram nos locais mais pobres tiveram essa mesma oportunidade.

5. Avanços nos métodos de prevenção

Esse talvez seja o ponto onde as semelhanças mais impressionam. Tanto a aids quanto a covid-19 seguiram uma sequência similar de orientações preventivas.

Nos primeiros meses, quando as informações sobre as doenças eram escassas, restava apelar às medidas proibitivas: para evitar o HIV, não faça sexo; para fugir do coronavírus, não saia de casa.

Com o passar do tempo, surgiram métodos um pouco mais rebuscados, que servem de barreira contra a entrada dos vírus. Falamos aqui das camisinhas e das máscaras.

Na sequência, vêm as intervenções biomédicas. No HIV, foram aprovados remédios para a PrEP (profilaxia pré-exposição) e para a PEP (profilaxia pós-exposição). Quando bem indicadas, essas estratégias ajudam a evitar a infecção pelo vírus.

Já na covid-19, as vacinas testadas e aprovadas em tempo recorde permitiram controlar o número de casos mais graves, internações e mortes.

Durante os dois processos de evolução, os especialistas aprenderam que não costuma dar muito certo depender unicamente dos métodos baseados no comportamento das pessoas, como a abstinência sexual, o isolamento social, a camisinha ou a máscara.

Camisinhas

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Esperar que todo mundo use camisinha em todas as relações sexuais é quase uma utopia, entendem especialistas

Pela experiência com as pandemias recentes, é justamente a combinação e a adaptação de diferentes estratégias que permite obter um bom resultado.

"É fácil dizer para as pessoas usarem camisinha ou máscara, como se todo mundo fosse respeitar essa recomendação 100% das vezes", comenta o infectologista Rico Vasconcelos, pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo.

"Conforme aparecem as intervenções biomédicas, como os remédios ou as vacinas, é que começamos a ver uma queda da incidência tanto das infecções por HIV ou pelo coronavírus", observa.

O cientista social Alexandre Grangeiro, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP, concorda: "Recomendações muito normativas, que dizem aquilo que as pessoas precisam fazer e não consideram a autonomia de cada um, não funcionam", entende.

"Ou a gente adequa os métodos de prevenção ao cotidiano ou eles vão falhar", completa o especialista, que foi diretor do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde entre 2003 e 2004.

Já Diaz destaca o papel da comunicação nesse contexto e usa as orientações sobre o uso da camisinha como exemplo.

"Nós erramos feio ao dizer que fazer sexo com camisinha é igual em termos de prazer. Isso é mentira. A mensagem correta é que existe, sim, um prejuízo na sensibilidade, mas um ganho no aspecto preventivo", analisa.

"Nossa comunicação foi sempre no sentido de que, ao se prevenir, você estará fazendo um bem para todo mundo, para a coletividade. E me parece que essa mensagem de fazer as coisas pelos outros nunca funcionou direito", acrescenta.

6. Conquistas contra outras doenças

Vale observar aqui que o trabalho dos cientistas para trazer soluções às pandemias de aids e covid-19 também permitiu pensar em saídas para outros problemas de saúde.

"O esforço científico para entender a aids na década de 1980 propiciou o desenvolvimento de remédios que impedem a replicação de vírus. Muitos deles compõem o coquetel antirretroviral", exemplifica Diaz.

"E esses tratamentos beneficiaram não apenas os portadores de HIV, mas também serviram de base para a criação de terapias contra a hepatite C, o vírus sincicial respiratório e talvez até o coronavírus", conta o infectologista.

Já no contexto atual, algumas das vacinas contra a covid-19 usam tecnologias absolutamente novas. É o caso dos produtos que se baseiam no vetor viral não replicante, como aqueles desenvolvidos por AstraZeneca/Universidade de Oxford e Janssen, ou os imunizantes de mRNA, criados por Pfizer/BioNTech e Moderna.

Doses de AstraZeneca e Pfizer

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

As tecnologias de algumas vacinas contra a covid-19 podem ser adaptadas para outras doenças

Essas mesmas plataformas já são testadas para obter imunizantes contra outras doenças infecciosas e podem até servir como solução para diversos problemas de saúde, como o câncer.

"A pandemia de covid-19 mostrou que a ciência pode avançar rapidamente, quando existe a vontade política e o envolvimento de todas as pessoas", resume Velasquez, da Unaids Brasil.

Morejon pondera que os avanços e as conquistas contra as infecções não foram frutos de uma iniciativa isolada de um especialista ou um grupo de pesquisadores, mas de um apoio constante à ciência.

"Só tivemos uma vacina contra a covid-19 em menos de um ano porque já existia toda uma pesquisa anterior, que buscava soluções para outros tipos coronavírus que surgiram em 2003 e 2011", aponta a médica.

"E, mesmo na aids, que começou a chamar a atenção nos anos 1980, tínhamos investigações e amostras de pacientes guardadas em laboratórios desde os anos 1970", lembra.

"Quando há investimento, a ciência prepara o terreno e nos permite lidar com as crises de forma muito mais fácil", completa.

Brasil : PORTO VELHO 107 ANOS
Enviado por alexandre em 03/10/2021 22:46:03

Relembre algumas lendas urbanas da capital rondoniense

Lenda 'Porto do Velho'

Duas teorias tentam explicar a história do nome da cidade 'Porto Velho'. A primeira é muito conhecida pelos moradores e é repetida há muitos anos na cidade: a lenda do Porto do Velho.

O autor Antônio Cândido da Silva, na década de 1960, escreveu o livro Enganos da Nossa História, onde contou a lenda de um velho lenhador chamado Pimentel, que trabalhava em um porto no rio Madeira, cortando lenha para navios à vapor na época do ciclo da borracha, final do século XIX. Quem chegava à região, a chamava de Porto do velho Pimentel, que com passar do tempo, teria se tornado o nome Porto Velho.

Apesar da história ser bastante conhecida na capital, não há comprovação sobre a existência de Pimentel, e por isso, a narrativa ficou conhecida como uma lenda. Conforme a historiadora Rita Vieira, o motivo "oficial" para o nome do município se deu em meados da Guerra do Paraguai, entre 1864 a 1870.

A guerra envolveu parte do estado do Mato Grosso e por isso, o governo brasileiro construiu um porto para militares que participaram do conflito na região onde, atualmente, é localizada a capital rondoniense. Depois que a guerra acabou e o Brasil foi vitorioso, o porto e o município ficaram abandonados. 

Pátio da Estrada de Ferro Madeira Mamoré em 1910 — Foto: Luiz Brito/Divulgação

Foi então que, por volta de 1907 e 1912, a Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM) começou a ser construída pela empresa de Percival Farquhar, às margens do Rio Madeira. Os trabalhadores chamavam a região de Porto velho dos militares, por causa do porto abandonado pelos militares da Guerra do Paraguai.

A partir disso, quando houve a criação da cidade, em 2 de outubro de 1914, o nome escolhido foi Porto Velho, porque fazia referência ao porto abandonado.

Lendas 'Matinta Perera' e 'Mulher-Cobra'

A construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré é envolvida por muitas histórias de assombrações, como as das aparições de Matinta Perera e da Mulher-Cobra. Segundo às pesquisas de História e Estudos Literários das doutoras Mara Genecy Centeno Nogueira e Maria Gomes Sampaio, da Universidade Federal de Rondônia (Unir), para entender as origens dessas personagens.

A primeira é uma personagem do folclore nortista conhecida por ser uma velha bruxa que durante a noite se transforma em um pássaro agourento. Conforme a lenda, quem ouve o seu assobio deve lhe ofertar fumo e café, caso contrário, ou a própria pessoa ou alguém da sua família deve morrer. 

A lenda conhecida em Porto Velho remete aos relatos de um guarda da ferrovia que teve um encontro com Matinta e ainda presenciou a aparição de uma mulher com uma cauda de cobra, na noite em que sua esposa faleceu.

Canteiro de obras da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, em 1910, no momento em que trabalhadores montavam uma locomotiva — Foto: Luiz Brito/Divulgação

Segundo a história, o guarda chamado João, ouviu os assobios de Matinta Perera à beira do rio Madeira, acompanhados de urros e choros, em uma noite de trabalho.

Na condição de vigilante, João foi seguindo o barulho para verificar se havia algum animal machucado ou se eram gritos de uma pessoa, mas quando chegou ao local, o guarda viu algo sobrenatural: uma mulher suja de terra saiu de uma cova perto da margem do rio, onde se formava um banzeiro. Em meio às ondas, surgiu uma enorme serpente, que como um liquidificador, misturou-se a mulher e tornou-se uma Mulher-Cobra.

Segundo a lenda, Matinta e a Mulher-Cobra percorriam juntas ruas e avenidas da cidade, frequentavam terreiros e levavam terror e medo para quem via as assombrações e ouvia os assobios.

Lenda 'Mulher-Árvore'

Outra história que envolve a construção da EFMM é a da Mulher-Árvore. Segundo a lenda, uma mulher que foi amante de um engenheiro da ferrovia e que não gostava de viver em Porto Velho, tirou a própria vida no espaço ferroviário após profunda tristeza e foi enterrada no Cemitério da Candelária. Como castigo pelo pecado, o seu túmulo foi destruído por uma frondosa castanheira que, em noite de lua cheia, se misturava ao cadáver e se transformava na Mulher-Árvore. 

Cemitério da Candelária, início do século XX — Foto: Dana Merril

Os relatos dos trabalhadores da época afirmavam que em toda noite de lua cheia, a mulher retirava suas raízes e caminhava para fora do cemitério, seguindo o caminho dos trilhos. Por onde passava, era possível ouvir choro e desespero da assombração, que deixava rastro de destruição causado pela ventania da floresta.

Dizem que o primeiro a visualizar a mulher foi um vigia da ferrovia. Outros testemunharam tê-la visto andando pelos trilhos, voltando para o cemitério. E muitos atestavam que a qualquer momento ela voltaria a aparecer, principalmente para crianças que não gostavam de dormir cedo, de não fazer os deveres de casa e eram desrespeitosas com os mais velhos.

O artigo "Cruz Credo! Lendo a cidade de Porto Velho por meio de narrativa de assombração", publicado na revista Humanidades e Inovação, explica que a lenda da Mulher-Árvore faz referência à loucura e a tristeza que tomaram conta de homens e mulheres imigrantes que vieram trabalhar na ferrovia e que não conseguiram se adaptar a vida em Porto Velho, a ponto de desaparecerem na floresta e nos rios na tentativa de voltarem para a terra natal. 

Lenda 'Diabo do Papo de Esquina'

Uma das lendas mais "atuais" da capital rondoniense, é a da aparição de um demônio em uma casa de shows, na zona Sul de Porto Velho. Segundo os boatos, a história aconteceu em julho de 2011 e teve muita repercussão de portovelhenses que confirmavam ter testemunhado a aparição.

Através das redes sociais e, principalmente, no boca a boca, os relatos contam que no meio da noite, no auge da festa, um homem bem vestido com chapéu e terno brancos chamou uma moça para dançar. A noite estava muito quente, e durante a dança, o chapéu e as roupas do homem começaram a derreter, deixando amostra um par de chifres e um rabo.

Segundo a lenda, quando o homem percebeu que todos os presentes da festa viram quem ele realmente era, o indivíduo sobrenatural se escondeu no banheiro. O boato diz que o tal demônio teria desaparecido, deixando para trás somente as roupas e o chapéu.

Algumas pessoas ainda afirmam que a moça com quem o demônio dançou, desmaiou após ver os chifres e até foi levada ao Hospital João Paulo II, embora não exista nenhum registro oficial que comprove o fato.

*Estagiária do g1 Rondônia, sob supervisão de Ana Kézia Gomes e Thais Nauara.

Brasil : MENGÃO O MALVADÃO
Enviado por alexandre em 01/10/2021 10:09:48

Flamengo supera meta do orçamento e chega a R$ 73 milhões em premiação na Libertadores

Flamengo supera meta do orçamento e chega a R$ 73 milhões em premiação na Libertadores

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Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Renato Gaúcho abraça Bruno Henrique na vitória do Flamengo

A vaga na final da Libertadores vai render um reforço importante para os cofres do Flamengo. O clube garantiu mais 6 milhões de dólares (R$ 32 milhões na cotação atual) pela passagem à decisão do torneio, totalizando, até o momento, no mínimo, 13,5 milhões de dólares (R$ 73 milhões) de premiação na competição.

 

A classificação superou a previsão mínima do Flamengo para a temporada. No orçamento elaborado para 2021, o clube estimava chegar, pelo menos, à semifinal da Libertadores. Com isso, a premiação será maior do que o esperado pela estimativa rubro-negra.

 

Caso seja campeão, o Flamengo vai engordar ainda mais sua fatia: a premiação para o vencedor da final é de 15 milhões de dólares, o que renderia, ao todo, 22,55 milhões de dólares, o equivalente a R$ 122 milhões.

 

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A premiação da Libertadores:

 

Fase de grupos: 3 milhões de dólares (R$ 16 milhões)


Oitavas de final: 1,05 milhões de dólares (R$ 5 milhões)


Quartas de final: 1,5 milhão de dólares (R$ 8 milhões)


Semifinais: 2 milhões de dólares (R$ 10 milhões)


Vice-campeão: 6 milhões de dólares (R$ 32 milhões)


Campeão: 15 milhões de dólares (R$ 81 milhões)


No orçamento, o Flamengo previu ainda chegar à semifinal da Copa do Brasil - meta já cumprida - e ficar, pelo menos, em segundo lugar no Campeonato Brasileiro.

 

Na Copa do Brasil, o clube garantiu R$ 15,15 milhões de premiação. Caso seja campeão, receberá, ao todo, R$ 71,15 milhões.

 


No Brasileirão, se atingir a meta mínima, o Flamengo receberá R$ 31,3 milhões. Em caso, a quantia sobe para R$ 33 milhões.

 

Fonte: GE



Segundo maior artilheiro do Flamengo no século 21, Bruno Henrique se consolida como melhor investimento desde 2019


Bruno Henrique

Em valores atuais, o atacante Bruno Henrique teria custado ao Flamengo apenas 3.8 milhões de euros (R$ 23 milhões) em 2019. O valor é inferior ao que o clube pagou por todos os jogadores do meio para frente, sobretudo Pedro e Gabigol, que ainda obrigarão a diretoria a desembolsar em 2021 quase R$ 150 milhões.

 

O retorno em campo do camisa 27, de 30 anos, é sem dúvida o melhor custo-benefício em três anos da gestão Rodolfo Landim. Já são 73 gols, que o tornam o segundo maior artilheiro do clube no século 21, ao lado de Renato Abreu.

 

Contratado ao Santos, após insistência do vice de futebol do Flamengo Marcos Braz, o jogador é, junto a Gabigol, Arrascaeta e Éverton Ribeiro, um dos principais ídolos do atual elenco. Gabigol tem 97 gols marcados e é o maior artilheiro no período. Quando a atual diretoria assumiu e começou a reforçar a equipe, o principal gasto da temporada, e no geral até aqui, foi Arrascaeta - R$ 80 milhões. O uruguaio é peça fundamental desde então na criação e até com gols importantes, mas nunca foi tão decisivo quanto Bruno Henrique.

 

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Gabigol, sim. Teve um 2019 épico, e só então foi comprado após empréstimo de um ano junto à Inter de Milão. O Flamengo pagou, no total, R$ 96 milhões, ainda parcelados. Pedro, centroavante decisivo em alguns jogos, não na maioria deles, custou R$ 87 milhões.

 

O jogador ofensivo que custou menos que Bruno Henrique antes de 2019 foi Éverton Ribeiro. Consistente na maioria das temporadas desde então, veio do mundo árabe por R$ 22 milhões, na gestão de Eduardo Bandeira de Mello. Até hoje, é um dos cérebros da equipe e coroou a boa fase com chances em sequência na seleção brasileira. Gabigol também apareceu na Copa América e foi chamado recentemente. Bruno Henrique, por sua vez, foi convocado para os amistosos diante de Colômbia e Peru, em 2019. No ano passado, foi incluído na lista para os embates contra Bolívia e o Peru. Até agora, em 2021, Tite não lembrou dele.

 

 

Bruno renovou com o Flamengo ao fim de 2019, até 2023, e teve valorização no patamar de Gabigol. Na ocasião, o atacante despertou o interesse de clubes europeus, incluindo o Benfica, que veio forte na janela do meio de 2020, mas o Flamengo não quis negociar o jogador, cuja multa beira os 40 milhões de euros. 

 

Fonte: Extra

Brasil : AS DIETAS
Enviado por alexandre em 01/10/2021 10:05:32

Mitos e verdades sobre as dietas da moda que prometem emagrecimento rápido e milagroso

Tanto nas redes sociais quanto na vida real, o que não falta são pessoas com a percepção de que adquiriram maus hábitos alimentares durante a pandemia.

 

Para reverter o ganho de peso, começam a cortar quase ou completamente a ingestão de gorduras e carboidratos, seguindo receitas encontradas na internet. Mas cuidado: há mitos e verdades sobre as dietas milagrosas, e, muitas delas, caso não feitas corretamente e com supervisão de um profissional, podem trazer riscos à saúde.

 

De acordo com a nutricionista Mayrlla Vasconcellos, dietas como a Dukan, Low Carb e cetogênica, que reduzem o consumo de carboidratos, dieta mediterrânea e jejuns intermitentes, no qual a pessoa só pode ingerir água e café sem açúcar, podem ajudar a conquistar o objetivo final do emagrecimento em poucos dias. No entanto, ela alerta que, se feitas de maneira errada, podem gerar o famoso “efeito sanfona" — emagrecer e, assim que parar de seguir as receitas, engordar novamente — ou até mesmo acarretar em perda de cabelo por falta de vitaminas no corpo e, em estágios mais graves, anemia.

 

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Bons hábitos de saúde podem evitar doenças cardiovasculares

— Todas essas dietas são eficientes, mas para terem efeito duradouro precisam ser feitas sempre e o corpo não pode ficar sem carboidratos, por exemplo. Então, o ideal é que haja uma reeducação alimentar, para evitar o efeito sanfona e você ter prazer em comer sem culpa — explica ela.

 

Outro alerta importante quanto às dietas da moda é que os padrões de alimentos permitidos e proibidos divulgados na internet não servem para todas as pessoas. A especialista lembra que, na hora de montar um cardápio, é preciso levar em consideração o contexto biológico, econômico e sociocultural de cada indivíduo. Não menos importante, deve-se garantir o prazer no ato de nos alimentarmos, pois, é uma das necessidades vitais do ser humano.

 

— Passar com o nutricionista é o ponto chave porque vamos saber o quanto de cada alimento não vai afetar a sua saúde caso esteja fora da dieta. E como a pandemia já causou muita ansiedade, é importante que a busca pelo corpo magro não seja mais uma outra crise — relata Mayrlla.

 

Além disso, é muito importante que a soma desses fatores eliminem os hábitos da vida sedentária. Se aliada a uma rotina de atividades físicas, as dietas supervisionadas ajudam a diminuir consideravelmente o risco de obesidade e doenças cardiovasculares, que hoje é a principal causa de morte no mundo, especialmente de mulheres, segundo a Organização Mundial da Saúde. Uma dieta balanceada também melhora o sistema imune, a qualidade do sono e a disposição.

 

A nutricionista Mayrlla lembra que, para além do atendimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é possível agendar consultas com um profissional em clínicas online. O ideal é checar a procedência da empresa e do profissional antes de fazer o atendimento, que custa entre R$ 130 e R$ 200 e pode ser feito sem sair de casa.

 

Confira abaixo como funcionam e os mitos e verdades sobre as dietas mediterrânea, Dukan, Low Carb, cetogênica e jejum intermitente.

 

Dieta Mediterrânea

 

Guia da dieta mediterrânea - Como é, cardápio e dicas - MundoBoaForma

 

É uma alimentação totalmente natural e rica em frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho, azeite de oliva e uma enorme variedade de ervas de cheiro, que dão cor e sabor especiais à culinária inspirada em países mediterrâneos, como Espanha, França, Itália e Grécia. Além disso, é caracterizada por um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados, alimentos ricos em gordura e açúcar.

 

Verdades: ajuda na perda de peso, por ser uma dieta rica em alimentos naturais, e no equilíbrio de doenças ocasionadas pelo excesso de gordura no corpo, como o colesterol.

 

Mitos: apesar da dieta natural, é um estilo de alimentação rico em gorduras que pode levar ao ganho de gordura corporal em alguns casos. O vinho, mesmo sendo recomendado, não é benéfico para pessoas que não podem ingerir bebidas alcóolicas.

 

Dieta Dukan

 

Dieta Dukan: o que é, suas fases e cardápio para emagrecer - Tua Saúde


É uma dieta dividida em 4 fases e, segundo o seu autor, o médico francês Dr. Pierre Dukan, permite emagrecer cerca de 5 kg já na primeira semana. Na primeira fase, a alimentação é feita apenas com proteínas, como frango, salmão, amêndoa, leite e ovos. O tempo de duração da dieta depende da quantidade de peso que a pessoa quer emagrecer. As fases são: ataque, cruzeiro, consolidação e estabilização, e, no decorrer do processo, é permitido inserir frutas, legumes e verduras, pão, queijo e carne.

 

Verdades: leva à perda de peso rapidamente porque é restritiva e não é preciso contar calorias nem medir porções durante as refeições, desde que se respeite as restrições de cada fase da dieta.

 

Mitos: não emagrece de forma definitiva e pode levar ao efeito sanfona. Não é porque é uma dieta composta por alimentos majoritariamente saudáveis, que faz bem a longo prazo; as restrições alimentares podem causar deficiências de minerais no corpo.

 

Dieta Low Carb

  

Dudu Haluch – Dieta, treino, suplementação e hormônios LOW CARB ATÉ QUE  PONTO? - Dudu Haluch - Dieta, treino, suplementação e hormônios

 

É definida pela Organização de Diabetes do Reino Unido como uma dieta onde existe uma redução do consumo de carboidratos, devendo-se ingerir menos de 130 g deste macronutriente por dia. Para manter o corpo ativo e com energia, os nutrientes devem ser proporcionados pelo consumo de gorduras boas e proteínas, como fruta e vegetais, queijos e derivados, carne magra, ovo, azeite e sementes em geral, como chia, linhaça, girassol e gergelim.

 

Verdades: eficiente para emagrecer porque acelera o metabolismo com o aumento das proteínas e da gordura boa na alimentação, ajudando também a reduzir a inflamação do organismo e a combater a retenção de líquidos.

 

Mitos: apesar da redução do carboidrato, ele não deve ser zerado da dieta, como algumas pessoas pensam e, por isso, seguir o cardápio não vai acabar com a sua energia. Mas, é preciso se atentar às restrições do nutricionista.

 

Dieta Cetogênica

 

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Mais restrita que a Low Carb, a dieta cetogênica permite a ingestão ainda menor de carboidratos, estando entre as 20 e 50 gramas por dia. A ausência do nutriente faz com que o corpo entre num estado conhecido como "cetose", no qual passa a utilizar as gorduras como principal fonte de energia, em vez dos carboidratos. As verduras e frutas estão todas liberadas. No campo das gorduras, manteiga, castanhas, azeite, castanhas, carnes, peixes, frango, ovo, queijos, iogurte e açaí completam a lista dos liberados. As únicas bebidas que podem ser ingeridas são água, café e chá sem açúcar

 

Verdades: como a dieta cetogênica prioriza o consumo de gorduras e reduz bastante o consumo de carboidratos, ajuda na perda de peso, pois vai queimar as gorduras. Com as muitas restrições, é natural que a adaptação dure semanas para que o corpo saiba lidar com a transformação alimentar.

 

Mitos: não é caracterizada necessariamente pela ausência total de carboidratos, até porque isso é quase impossível de se atingir (mesmo com o consumo somente de carnes), mas é composta pela ingestão bastante baixa deles.

 

Jejum intermitente

 

Jejum intermitente. Saiba como fazer e os benefícios

Fotos: Reprodução

 

O método consiste em passar períodos sem comer e períodos se alimentando, com o objetivo de gastar o estoque de gordura. Nesse modelo as pessoas costumam comer no período de 8 horas, realizando apenas 3 refeições, e ficam sem consumir nenhum alimento por 16 horas. Durante esse período é permitido apenas ingerir água e bebidas não calóricas, como café e chá sem açúcar. A janela de alimentação costuma ocorrer das 10 horas da manhã até as 18 horas da noite. É importante lembrar que para perder peso é preciso consumir alimentos saudáveis após o período de jejum.

 

Verdades: O emagrecimento é perceptível em cerca de uma semana. O período em que se está dormindo deve ser incluído no jejum, o que facilita a adesão à estratégia. Caso não seja seguido com orientação e dieta complementar, pode gerar compulsão alimentar. Não é preciso restringir completamente os alimentos calóricos.

 

Mitos: O jejum não faz mal à saúde, ele melhora a digestão, os níveis de insulina e colesterol, desde que seja feito de forma correta. Não emagrece de forma definitiva e não requer ser seguido todos os dias.

 

Fonte: Extra

Brasil : 3ªIDADE VALORIZE
Enviado por alexandre em 01/10/2021 10:00:58

Dia Nacional do Idoso conheça políticas públicas para esta população

Dos 210 milhões brasileiros, 37,7 milhões são pessoas idosas, ou seja, que têm 60 anos ou mais. Os dados são deste ano e fazem parte de uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que traz também outras estatísticas: 18,5% dessa população ainda trabalha e 75% dela contribuem para a renda de onde moram.



Para lembrar a importância dessa população e de seus direitos é celebrado hoje (1º) o Dia Nacional da Pessoa Idosa. A comemoração foi instituída em uma Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e no Brasil.
Os direitos dos idosos estão garantidos na Constituição Federal, que, em seu Artigo 230, define que família, sociedade e Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando a sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade, promovendo seu bem-estar e garantindo o direito à vida.

 

Outro instrumento para garantia dos direitos dessa população é o Estatuto do Idoso. Criado em 2003, ele assegura, de forma permanente, direitos fundamentais, medidas de proteção, política de atendimento, acesso à Justiça e proteção judicial.

 

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Mesmo com todas essas garantias, idosos ainda são vítimas de diversos tipos de violência, entre elas física, psicológica e financeira. Para combater esses abusos, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) criou uma cartilha sobre o combate à violência contra a pessoa idosa e recebe denúncias contra essa população por meio do Disque 100. Com base nessas denúncias, o MMFDH deflagrou, no fim do ano passado, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Operação Vetus. Foram apuradas13.424 denúncias que resultaram na instauração de 3.703 inquéritos e na prisão de 569 pessoas.

 

Para prevenir os abusos financeiros contra essa população o MMFDH está dando cursos de educação financeira a mil instituições de longa permanência para idosos (Ilpis). Também firmou parceria com a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) numa campanha em que alerta para os golpes financeiros contra os mais velhos, que aumentaram 60% durante a pandemia.

 

Pacto


Para assumir compromisso formal entre os governos federal, estadual e municipal com vistas a implementar as políticas públicas destinadas à promoção e defesa dos direitos das pessoas idosas foi criado o Pacto Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (PNDPI)). Até o momento, 18 estados aderiram à estratégia, que tem como metas ampliar o número de conselhos dos Direitos das Pessoas Idosas e de fundos municipais destinados a esse fim.

 

Para aumentar os valores destinados a esse fundo, uma parceria entre o MMFDH e a Receita Federal permitiu que o contribuinte possa, na declaração de Imposto de Renda, doar recursos financeiros aos fundos vinculados aos conselhos que tratem exclusivamente da pauta da pessoa idosa, sejam municipais, distrital, estaduais ou nacional.

 

Graças a essa iniciativa, só neste ano os fundos dos Direitos da Pessoa Idosa (FDI) receberam mais de R$ 51,5 milhões, em doações feitas durante a declaração do Imposto de Renda 2021. O valor é mais que o dobro doado no ano anterior, de R$ 22,8 milhões.

 

Abrigos


Outra frente de trabalho busca apoiar as instituições de longa permanência para idosos (Ilpis), conhecidas como abrigos. Um auxílio emergencial de R$ 160 milhões beneficiou mais de 2 mil instituições e 60 mil idosos. Já o Programa Solidarize-se já cadastrou mais de 5 mil instituições desse tipo e destinou R$ 5 milhões para atender a 500 delas e, assim, auxiliar cerca de 18 mil idosos. No ano passado, foram investidos R$ 2 milhões para a instalação de equipamentos nas Ilpis. Neste ano, a meta é chegar a R$ 5 milhões em investimentos.

 


 

Participação popular


O Solidarize-se também conta com participação popular. Por meio do Programa Pátria Voluntária foram arrecadados mais de R$ 3,3 milhões, beneficiando 8.500 pessoas idosas que vivem em abrigos, com cesta básica e itens de higiene pessoal.

 

Fonte: Agência Brasil

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