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Brasil : Alimentos contra azia e refluxo para incluir no cardápio

Não existe nada mais desagradável do que a sensação de má digestão após uma refeição. Essa famosa queimação na região do estômago é chamada de azia, um dos principais sintomas do refluxo gastroesofágico, uma doença digestiva.

 

Apesar de bastante incômoda, a condição acomete cerca 22 milhões de pessoas no Brasil, conforme dados do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD).

 

Entretanto, existe uma boa notícia: dá para aliviar esse mal-estar! Assim, além de evitar hábitos prejudicais à doença, como o uso de roupas apertadas e o tabagismo, adotar mudanças no cardápio também ajuda. Confira a seguir 12 opções de alimentos contra azia e refluxo que farão milagres nesses sintomas:

 

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Arroz integral

Por ter um grande número de fibras, o arroz integral causa a sensação de saciedade mesmo com um número menor de grãos.

 

Cenoura

Além de reforçar o sistema imunológico, a cenoura tem propriedades anti-inflamatórias capaz de combater diversas dores, inclusive no estômago.

 

Mamão

Composto abundantemente por água, o mamão também é rico em vitaminas e tem propriedades medicinais naturais. Com isso, pode ser usado para a prisão de ventre, por exemplo.

 

Maçã

Com seu alto teor de fibras e água, a maçã auxilia no fortalecimento das mucosas do sistema digestivo. Descasque-a, corte em pedacinhos e mastigue devagar para aliviar a azia.

 

Aveia

Consuma uma porção desse cereal logo cedo para combater a azia. Isso acontece porque a aveia não agride o estômago e causa saciedade.

 

Beterraba

Rica em betalaína — a responsável pela cor roxa —, a beterraba tem ação antioxidante. Assim, ajuda no funcionamento do intestino e na digestão.

 

Limão

Pensou que frutas ácidas pioravam a azia e o refluxo? O limão, não! Seu consumo evita a produção excessiva de ácido e deixa o organismo mais “básico”.

 

Hortelã

Utilize a hortelã como tempero para acionar as glândulas salivares. Já seu chá é ótimo para dores no estômago.

 

Boldo

Use essa erva para preparar um chá eficiente para a digestão. Além disso, o boldo ajuda na prisão de ventre, gases, azia e até transtornos no fígado.

 

Couve

É um dos principais alimentos contra azia e refluxo, sabia? Isso porque a couve colabora com o combate dos sintomas, sobretudo quando crua e bem lavada.

 

Gengibre

Devido as suas propriedades anti-inflamatórias, o gengibre é muito indicado nos tratamentos de problemas gastrointestinais.

 

Erva-doce

Primeiramente, esse alimento é usado para acalmar os nervos, mas a erva-doce também ajuda nas cólicas intestinais. Grávidas podem consumir, viu?

 

 

Gostou dos benefícios? Então, não deixe de incluir em seu cardápio esses alimentos contra azia e refluxo! 

 

Fonte: Alto Astral

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Brasil : Cientistas indicam melhor horário para jantar se você quer perder peso

Um estudo publicado na revista JAMA, nessa segunda-feira (8/8), traz uma indicação surpreendente para pessoas que desejam perder peso. O horário ideal para o jantar seria às 15h, de acordo com o levantamento. Além do benefício do emagrecimento, antecipar o horário da última refeição melhoraria a pressão sanguínea e o humor das pessoas.

 

Os cientistas da Universidade de Birmingham, nos Estados Unidos, recrutaram 90 adultos obesos, que foram divididos em dois grupos. Ambos seguiram uma dieta saudável e realizaram 150 minutos de exercícios por semana, ao longo de aproximadamente três meses.

 

O primeiro grupo seguiu uma rotina de jejum intermitente por seis dias semanais, no qual a última refeição era às 15h. Os participantes deste grupo perderam 6,3 quilos, enquanto os outros, que se alimentavam em horários convencionais, perderam 4 quilos.

 

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“Os efeitos foram equivalentes a reduzir a ingestão calórica em 214 calorias diárias”, escreveram os cientistas na apresentação do estudo.

 

De acordo com eles, os benefícios podem ser atribuídos aos níveis de insulina, que ficam baixos por um período mais longo e, consequentemente, aumentam a queima de gordura e facilitam a perda de peso. “Qualquer pessoa que está tentando perder peso pode se beneficiar do jejum intermitente ou de restrições alimentares baseadas em horários”, argumentou o cirurgião bariátrico Mir Ali, que não participou do estudo, ao The Sun.

 

Entretanto, a restrição pode levar a maior sensação de fome durante o período no qual não é permitido comer, o que pode dificultar a adesão de parte das pessoas ao planejamento. Embora os pesquisadores acreditem que cessar as refeições mais cedo seja melhor, eles reconhecem que a medida pode não funcionar para todas as pessoas.

 

Uma alternativa possível seria encaixar a alimentação entre o meio-dia e às 20h, em vez de comer apenas entre às 7h e às 15h. Os especialistas recomendam, entretanto, que é necessário consultar um nutricionista para que ele recomende a melhor abordagem de acordo com as condições de saúde da pessoa.

 

Fonte: Metrópoles

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Brasil : Menstruação regular não é sinônimo de saúde; entenda


Ginecologista explica o impacto dos sintomas da TPM na vida das mulheres

A menstruação é um evento comum na rotina da maioria das pessoas com útero. Hoje, as mulheres têm cerca de 400 a 500 ciclos menstruais durante a vida e podem escolher quando e se querem engravidar.

 

No entanto, o ciclo menstrual ainda é cercado de mitos e associado a dores e ao sofrimento.

 

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OS SINTOMAS DA TPM 

 

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Geralmente, os ciclos acompanham sintomas físicos e psíquicos como inchaço, cansaço, dor nas pernas, irritabilidade, cólicas, entre outros. De acordo com a Dra. Márcia Mendonça Carneiro, médica ginecologista e professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 40% a 80% das mulheres têm sintomas pré-menstruais, que podem variar de leves a graves, e compõem a temida síndrome da tensão pré-menstrual (TPM). Entretanto, somente 3% a 10% têm a forma mais grave.

 

Normalmente, estes sintomas desaparecem após o término da menstruação, mas comprometem a qualidade de vida da mulher. "É importante salientar a importância da avaliação médica, visto que em alguns casos doenças como alterações da tireoide e depressão podem estar presentes", destaca a especialista.

 

A médica aponta ainda que a dor de cólica atinge 15% a 50% das mulheres jovens. Ela geralmente acompanha outros sintomas como náuseas, vômitos, alterações do hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre), cansaço, tontura, sensação de peso nas pernas, dor de cabeça, entre outros. Em algumas situações, a cólica pode ser tão intensa que passa a comprometer a vida da mulher.

 

Por conta disso, a ginecologista reforça a importância da avaliação médica, já que dores do gênero podem indicar doenças como endometriose. "Se as cólicas são persistentes ou se há piora progressiva das mesmas, há necessidade de buscar avaliação e tratamento. Parece surreal, mas ainda é preciso frisar que uma mulher ficar sentindo dor não é normal", destaca.

 

MENSTRUAR OU NÃO MENSTRUAR? 

 

O Que Pode Ser Menstruação Desregulada

Fotos: Reprodução

 

A ginecologista revela que, embora muitas mulheres pensem que o sangramento mensal seja desejável para a manutenção da saúde, pois "elimina sangue ruim", não há razões médicas ou científicas para se acreditar em nenhum benefício à saúde decorrente da menstruação regular.

 

"A presença de ciclos menstruais regulares, que ocorrem a cada 25 a 35 dias com duração de três a oito dias de sangramento, é considerada normal, mas não garante saúde nem fertilidade. Obviamente é preciso avaliar a irregularidade menstrual, pois em geral está associada a alterações como a síndrome dos ovários policísticos, endometriose ou doenças da tireoide", avalia.

 

A Dra. Márcia cita os métodos contraceptivos hormonais que controlam o ciclo menstrual e tratam os sintomas indesejáveis com eficácia e segurança. "Não é raro hoje em dia que muitas mulheres precisem deixar de menstruar para tratar doenças como a endometriose. Isso pode ser feito de várias maneiras sem comprometer sua saúde e fertilidade", aponta a especialista.

 


 

Felizmente, para as diversas alterações associadas ao ciclo menstrual há vários tratamentos disponíveis, que são resultado de uma avaliação médica especializada. Esta avaliação deve levar em consideração a idade da mulher, os sintomas, o efeito sobre a qualidade de vida e o desejo de engravidar. "Assim, menstruar ou não menstruar não é apenas uma questão de escolha, mas um ponto fundamental na saúde de qualquer mulher", finaliza.

 

Fonte: Terra

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Brasil : Sexo: psiquiatra calcula em quanto tempo abstinência


Especialista afirma que a falta de relações sexuais a longo prazo leva a sintomas de sofrimento físico e psicológico

Há poucas semanas, o empresário e bilionário Elon Musk chocou seus seguidores ao publicar em suas redes sociais que “não faz sexo há tempos”. Ele estava se defendendo do boato de que teria se relacionado com Nicole Shanahan, ex-mulher de Sergey Brin, cofundador do Google e seu amigo. Não demorou muito tempo para as pessoas começarem a se perguntar: ficar anos sem ter uma relação sexual traz riscos à saúde?

 

A ciência diz que sim. Ainda mais se o praticante for uma pessoa saudável, que gosta e sente vontade de fazer o ato. Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos em sexualidade da USP, o que realmente importa para a medicina é o sofrimento que o paciente experimentar sem praticar o ato sexual, que se desdobra em angústia, mal-estar e desconforto.

 

— É uma questão pessoal e de livre-arbítrio. Aqueles que não querem fazer sexo por um determinado período, se não estiverem em sofrimento, não precisam se preocupar. O problema é quando se quer fazer, porém, por inúmeros motivos, como falta de oportunidade, de um local adequado ou de um parceiro, não faz e sente a necessidade daquilo. Isso causa um sentimento de vazio, um desejo descontrolado, levando a desfechos negativos — explica.

 

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Esses desfechos negativos, citados pela psiquiatra como “sofrimento”, podem trazer riscos físicos e psicológicos graves. Começando por uma crise de ansiedade criada pelo desejo insatisfeito, que evolui para uma depressão do sistema imunológico e posteriormente do sistema nervoso central. O paciente se sente mais vulnerável, sua autoestima cai, seu corpo sofre alterações e fica fisicamente mais fraco, o que estimula o aparecimento de doenças bacterianas, viroses e até mesmo infecções generalizadas.

 

— São várias as indagações que se passam na cabeça dessa pessoa, que acaba tendo seu quadro de saúde agravado e contribuindo para um maior período sem relações sexuais. Ela começa a se perguntar se é bonita o suficiente ou o porquê de ninguém se interessar por ela a ponto de não querer ir para a cama. Há outros desdobramentos também, como rejeitar contatos sexuais, por não ter tido êxito nas atividades anteriores e querer evitar novos vexames. É uma bola de neve, que vai ficando cada vez maior até explodir em ansiedade, depressão, vulnerabilidade imunológica e doenças físicas — explica Abdo.

 

Segundo a médica, o sexo para ser completo precisa ser satisfatório para ambas as partes. É essa experiência plena que libera um maior fluxo de dopamina, endorfina e oxitocina, hormônios que fazem bem à saúde do corpo e da mente e ajudam na vontade de repetir o ato em outras ocasiões.

 

Porém, qual seria o tempo máximo de intervalo até essa falta prejudicar a saúde física e mental? Cientistas dizem que isso depende dos hábitos sexuais de cada um. Uma pessoa que tem uma vida sexual ativa, de ao menos três encontros por semana, começa a sentir os primeiros sinais de sofrimento depois de cerca de 30 dias sem sexo. Já aqueles que mantêm relações espaçadas em 15 a 20 dias, ter um hiato de três a quatro meses não é algo preocupante.

 

Um jovem de até 29 anos, com a libido em dia, sem dificuldades de se manter sexualmente ativo — ou seja, tem ou consegue arranjar parceiro, é saudável e tem local para o encontro —, consegue em média ficar cerca de oito semanas (ou dois meses) sem ver o início das manifestações de “sofrimento” e se indagar se há algo errado com ele.

 

De acordo com um estudo do Instituto Kinsey para Pesquisas em Sexo, Gênero e Reprodução, nos Estados Unidos, a frequência sexual varia de acordo com a idade, depende de diversos fatores, como estilo de vida, saúde e libido, e tende a cair ao longo dos anos.

 

Os jovens de 18 a 29 anos, por exemplo, têm em média 112 relações sexuais por ano, o que corresponde a três encontros semanais. A média cai para 86 entre adultos de 30 a 39 anos, o que equivale a cerca de 1,6 atividades sexuais por semana. O grupo da faixa etária de 40 aos 49 anos tem um total de 69 atividades por ano, ou seja, 1,3 encontros sexuais semanais.

 

— É normal ter essa queda no número de atividades sexuais com o decorrer dos anos em razão do aumento de responsabilidade. Os adultos têm emprego, filhos, orçamento doméstico, entre outras situações que acabam tirando o sexo do primeiro plano — explica Abdo.

 

OUTROS GRUPOS


É comprovado que o sexo faz bem para à saúde, com a liberação de hormônios e substâncias que trazem sensações de felicidade e prazer. Ele oxigena os tecidos e a pele, torna o indivíduo mais alerta, além de reduzir o risco de ataques cardíacos, derrames cerebrais e outras doenças cardiovasculares.

 

Existem pessoas, entretanto, que não se interessam por sexo mas conseguem canalizar a libido para outras atividades, projetos e missões e obtêm os mesmos benefícios para a saúde física e mental. Há também pessoas que se desinteressam pela vida sexual em um dado momento, porque estão focadas em um projeto profissional, por questões religiosas, familiares, por falta de tempo, ou por problemas sexuais como a ejaculação precoce. Os dois tipos de não praticantes provavelmente não terão problemas graves de saúde, pois o jejum é fruto do livre-arbítrio e não há incomodo ou sofrimento.

 

No caso de Elon Musk, em setembro fará um ano que o empresário se separou de sua última mulher, a cantora Grimes. Em fevereiro deste ano, ele foi visto publicamente com a atriz Natasha Bassett. Não se sabe há quanto tempo ele pode estar sem atividade sexual, porém, para a psiquiatra Carmita Abdo, “não é habitual” um homem na posição de Musk, aos 51 anos, ficar “anos” sem sexo.

 

 

Os sintomas do sofrimento por abstinência, caso seja involuntária, incluem crises de ansiedade, que podem se traduzir em enfraquecimento do sistema imunológico e abrir caminho para doenças virais, bacterianas e infecções generalizadas. A redução da autoestima provocada por estar excluído do jogo sexual pode evoluir a longo prazo para um quadro grave de depressão.

 

Fonte: O Globo

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Brasil : Flamengo e Vélez fazem semi com folclore de 1995


Rivalidade é uma definição pesada demais, mas batalha campal no Parque do Sabiá protagonizada por Zadoná, Edmundo e Romário é tema de provocação entre torcidas

Uma semifinal com história. Flamengo e Vélez Sarsfield só se enfrentaram 11 vezes ao longo dos anos, não têm rivalidade aguçada, mas uma briga generalizada em duelo pela extinta Supercopa dos Campeões, 27 anos atrás, deu contornos de folclore ao duelo que definirá um dos finalistas da Libertadores 2022, dia 29 de outubro, em Guayaquil.

 

Faixas e bandeiras confeccionadas pelas duas torcidas ajudam a dar o tom do quanto foi marcante a batalha campal que teve início com o lateral-direito Flávio Zandoná e Edmundo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia. O soco do argentino, respondido imediatamente com uma voadora de Romário para defender o então amigo, ficou eternizado no confronto que aconteceu pela primeira vez em Libertadores na edição de 2021, com vitória rubro-negra em Buenos Aires e empate sem gols no Maracanã.

 

A Conmebol divulgará nos próximos dias as datas das semifinais, que vão acontecer no dia 30 ou 31 de agosto em Buenos Aires e no Maracanã dia 6 ou 7 de setembro. Na outra disputa, o Palmeiras aguarda o classificado de Estudiantes e Athletico-PR, nesta quinta-feira, em La Plata.

 

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A BATALHA CAMPAL DE 1995

 

Cada qual com sua verdade, torcedores de Flamengo e Vélez relembram a pancadaria generalizada do 3 a 0 para os rubro-negros em 1995. No encontro da Libertadores do ano passado, ainda com os portões fechados para o público por conta da pandemia, os rubro-negros fizeram uma provocação pontual, que acabou vetada pelo Bepe (Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios).

 

Faixa do soco de Zandoná em Edmundo em estádio na Argentina — Foto: Reprodução

 

Uma das torcidas organizadas estendeu no Maracanã bandeiras que relembravam um drible de Rodrigo Mendes que deixou Zadoná no chão naquela partida e a voadora de Romário segundos após o zagueiro acertar um soco que levou Edmundo a nocaute. A Conmebol retirou as bandeiras na ocasião, mas os torcedores já se preparam para levá-las de volta para arquibancada desta vez. Do lado argentino, a lembrança não é de hoje.

 

Seja em faixas no estádio ou até mesmo em portões nas ruas de Liniers, bairro sede do Vélez, lá está a imagem de Zandoná enchendo a mão no rosto de Edmundo com a frase: "Os 100 bairros". Trata-se muito mais de uma provocação aos torcedores rivais para demonstrar força do que ao Flamengo, mas está lá para todo mundo ver.

 

"FOI UM PEGA PARA CAPAR", LEMBRA APOLINHO

 

Treinador do Flamengo na época, o radialista Washington Rodrigues relembra o episódio. Segundo o "Apolinho", o entrevero começou ainda na vitória por 3 a 2 em Buenos Aires, quando Edmundo foi um dos melhores em campo e irritou os argentinos.

 

Sequência vetada no Maracanã lembrava drible de Rodrigo Mendes e voadora da Romário — Foto: Divulgação

 

- Foi um pega para capar que começou em Buenos Aires e terminou em Uberlândia. Zandoná deu um tapa e fez o Edmundo sangrar. Ele tirou o sangue com a mão e passou no rosto do argentino, mas deu as costas. Foi quando tomou uma pancada que ficou sem som e sem imagem. O Romário daquele tamaninho deu a voadora. Quando a polícia entrou, eu falei que na Argentina eles ficam do lado dele, aqui eles tinham que ficar do nosso lado. Foram dez minutos de pancadaria. Vencemos as duas e foi um duelo que me deu muita alegria - disse em depoimento ao ge no ano passado.

 

 

 

 

Apolinho contou bastidores curiosos da confusão e revelou uma orientação: se tiver confusão, todo mundo tem que entrar. As imagens mostram que jogadores e comissão técnica seguiram à risca.

 

- O que sempre dizia era de que o time do Flamengo era qualificado, não era para dar pancada em ninguém, mas também não podia apanhar.

 

"Vamos jogar bola, mas se tiver briga... Ninguém pode brigar sozinho, se tiver briga de um, é briga de todo mundo. Todo mundo entra em campo e vai para o pau, que o juiz vai ficar tonto sem saber o que fazer".

 

 

OUTROS CONFRONTOS

 

A primeira vez que Flamengo e Vélez se enfrentaram foi em 1993, ano anterior ao título do time argentino na Libertadores contra o São Paulo, e com vitória brasileira no Jose Almafitani: 2 a 0, gols de Nélio e Nilson, pelo torneio amistoso Libertad. Foi o único encontro não oficial entre os clubes que já duelaram por Supercopa, Mercosul e Libertadores.

 

Bruno Henrique, Gabigol e Arrascaeta comemoram gol do Flamengo contra o Velez — Foto: Reuters

Fotos: Reprodução

 

Em 1995, ano da famosa briga em Uberlândia, o Flamengo venceu de virada por 3 a 2 na Argentina e fez 3 a 0 na volta, ainda pela fase de grupos, em campanha que terminou com o vice-campeonato diante do Independiente.

 

Dois anos depois, o Flamengo mandou sua partida pela própria Supercopa no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, e perdeu por 1 a 0. Fora de casa, porém, fez 3 a 0 com show e hat-trick de Sávio.

 

Pela Mercosul, foram quatro confrontos. Em 1998, cada um venceu em casa: 1 x 0 Vélez no Jose Almafitani e 2 x 0 Flamengo no Maracanã. Dois anos depois, empate por 1 a 1 em Buenos Aires e mais um 2 x 0 Flamengo no Rio de Janeiro.

 


 

Por fim, os confrontos do ano passado pela Libertadores terminaram em 3 a 2 para o Flamengo na Argentina e empate por 0 a 0 no Maracanã já com os dois clubes classificados para as oitavas de final.

 

Fonte: GE

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