Regionais - Levantadora de peso Siri Dahl diz que pornografia no OnlyFans ajudou a 'aliviar o estresse' dos fãs na pandemia. VEJA FOTOS - Notícias
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Regionais : Levantadora de peso Siri Dahl diz que pornografia no OnlyFans ajudou a 'aliviar o estresse' dos fãs na pandemia. VEJA FOTOS
Enviado por alexandre em 15/05/2021 23:45:51


Siri Dahl

Atriz pornô e levantadora de peso, Siri Dahl, de 32 anos, de Minnesota, nos EUA, contou que recebe todo tipo de pedidos de seus clientes ? dos mais básicos aos mais insólitos ? no dia a dia de seu trabalho como criadora de conteúdo.

 

Dona do podcast After Adult, ela iniciou a carreira na pornografia em 2012 e largou três anos depois. Em 2020, no entanto, voltou a fazer pornô e resolveu abrir o jogo sobre os fetiches que conheceu nesses 10 anos na indústria de conteúdo adulto.

 

Siri disse que algumas pessoas têm fetiche em fecundação e gravidez: “Essas pessoas ficam grávidas de verdade só para satisfazer esse fetiche. Não cheguei a conhecer alguém com esse desejo, mas ouvi muitas histórias sobre isso”, revelou ela, ao Daily Star.

 

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Ao falar sobre os fetiches que realiza nos filmes, a atriz explicou que nunca fará cenas que possam machucá-la e que preza por sua saúde física e mental.

 

 

“Há algumas coisas que eu não faço e não faria. Nunca faria nada escatológico ou que envolvesse sangue. Também não sou adepta do BDSM ou qualquer fetiche que possa me causar qualquer dano físico”, esclareceu.

 

 

 

Em sua página no OnlyFans, Siri escolhe quais desejos irá atender. Ela cobra US$ 5 (R$ 27) por mês pelo conteúdo que produz e pela interação com os fãs e os negócios estão indo de vento em popa por conta da pandemia do novo coronavírus.

 

 

 

“Os fãs fazem todo tipo de pedidos e dão sugestões estranhas, mas não acho que é por conta da pandemia. Sei que a pornografia ajudou muita gente nesse período da Covid-19, os fãs me mandam mensagem o tempo inteiro dizendo isso. Gosto de fornecer uma forma de a pessoa escapar da realidade. Ajudar as pessoas desta maneira me ajudou a gostar ainda mais do meu trabalho”, completou ela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos: Reproduções

 

Fonte: UOL

Regionais : Homem é morto no quintal de casa após pedir que traficantes fizessem menos barulho
Enviado por alexandre em 15/05/2021 23:43:08


Vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos

O fotógrafo Thiago Freitas de Souza, de 32 anos, foi assassinado na porta de casa, na manhã deste sábado (15), na comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói, após pedir que traficantes diminuíssem o barulho. A região foi palco de uma guerra entre traficantes rivais, no início desta manhã.

 

De acordo com a apuração da Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG), responsável pelo caso, a vítima estava em casa com a família e, por volta da 6h, saiu para pedir que traficantes diminuíssem um pouco o barulho, pois a filha não estava conseguindo dormir.

 

Em seguida, Thiago foi baleado e caiu no quintal de casa. Ele chegou a ser socorrido por familiares para o Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), no Fonseca, mas não resistiu aos ferimentos.

 

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No início da manhã, a comunidade do Santo Cristo, junto com a Coronel Leoncio, foram alvo de uma invasão de traficantes. Segundo informações preliminares, criminosos ligados à facção Terceiro Comando Puro (TCP) tentavam retomar as favelas, que atualmente tem o tráfico controlado pelos rivais do Comando Vermelho.


Os tiros duraram, pelo menos, duas horas e meia, moradores do bairro acordaram assustados. O comandante do 12º BPM (Niterói), coronel Sylvio Guerra, informou que equipes policiais estão ocupando as comunidades e que a situação foi controlada. 

 

Fonte: O Dia 

Regionais : Gracyanne comemora patrocínio de granja: 'Posso comer meus 400 ovos'. VEJA
Enviado por alexandre em 15/05/2021 23:40:10


Gracyanne Barbosa diz não estar mais gastando na compra de ovos

Gracyanne Barbosa está feliz da vida com o novo acordo de patrocínio de uma granja. A musa fitness acertou contrato após ver o preço dos ovos subir com os efeitos da inflação em razão da pandemia do coronavírus.

 

Em entrevista ao jornal "Extra", a mulher do cantor Belo contou que tem recebido muitas cartelas de um patrocinador, de uma granja de Minas Gerais, e tem conseguido manter a dieta com a proteína sem sentir tanta dor no bolso.

 

''Graças a eles posso comer meus 360/400 ovos sem me preocupar tanto, inclusive coloquei a casa toda pra comer também! Tem patrocínio melhor que esse?''

 

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Com a alta do preço da carne, cerca de 30,63% (bovina) a 13,86% (frango inteiro), o ovo passou a fazer parte do prato de comida do brasileiro com maior frequência e a alta demanda de consumo fez o preço disparar. O aumento nos últimos 12 meses chega a 6,46%, sendo que a inflação está na casa de 6,76% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

 

 

Gracy diz ter noção que a alta dos preços dos ovos acabou atingido em cheio seu público-alvo nas redes sociais.

 

Consumidora de quase 400 ovos por mês, Gracyanne leva marmita para as gravações

 

Conversando com eles nas redes sociais, percebi que o aumento foi geral e muita gente está sentindo no bolso essa mudança.

 

 

A musa fitness, no entanto, bateu na tecla de que o ovo continua sendo o mais viável financeiramente em sua dieta no comparativo com as outras proteínas.

 

Fotos: Reproduções

 

 

''Os ovos e a minha dieta continuam sendo muito mais econômicos.''

 

Fonte: UOL

Regionais : ACREDITE SE QUISER! Pênis humano de 85 metros é encontrada em lago na Austrália. VEJA FOTOS
Enviado por alexandre em 15/05/2021 23:37:21


Você acredita que ‘tamanho é documento’? Tente entender essa história.

Você acredita que ‘tamanho é documento’? Pois bem, se você defende a teoria de quanto maior melhor, ficará satisfeita em saber que uma genitália masculina gigante foi encontrada no leito de um lago seco na Austrália. O caso misterioso vem causando um enorme reboliço na região; saiba mais.

 

De acordo com o portal de notícias online da ‘Revista Galileu’, ninguém sabe como o membro masculino apareceu em um lago na cidade portuária de Geelong, que fica no estado de Victoria, na Austrália.

 

Rapidamente a notícia se espalhou e se tornou a maior atração turística daquele local, até mesmo porque curiosos é que não falta em um caso como esse.

 

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Ninguém sabe como o ‘pinto’ gigante apareceu por lá

 


Segundo o jornal local Geelong Advertiser, moradores locais descobriram a genitália masculina gigante há poucos meses, a população está intrigada e o aparecimento do mesmo se tornou um enorme mistério. Como e quando ele apareceu naquele local é o que todos querem saber.

 

 

 

Recentemente internautas conseguiram identificar o ‘pipi’ avantajado por imagens de satélite. As fotos com o membro vem sendo compartilhadas nas redes sociais e algumas pessoas chegam a declarar que se trata de uma ‘obra de arte’ e já ganhou até um apelido carinhoso, “Aussie Weiner”, algo como “Salsicha Australiana”.

 

 

 

A “Salsicha Australiana” é um enorme desenho com aproximadamente 85 metros foi encontrado em um lago seco, como outros geoglifos que apareceram misteriosamente em diversos lugares pelo mundo.

 

 

 

Outro desenho apareceu na Austrália e vem chamando bastante atenção, trata-se Marree Man. Um homem segurando o que seria um bumerangue ou um pedaço de pau. Também visível pelo Google Maps, ele é bem maior, com 4,4 quilômetros de comprimento. Suas linhas cobrem longos 28 quilômetros.

 

 

 

 

O que é um geoglifo?

 

 

Desenho de pênis gigante aparece em lago seco

na Austrália (Fotos: Reprodução)

 

 

 

O geoglifo é uma grande figura feita no chão (geralmente com mais de quatro metros de extensão), em morros ou regiões planas. Entre os mais famosos geoglifos negativos estão as Linhas de Nazca, no Peru.

 

Fonte: 1News

Regionais : Falta de insumos para vacinas no Brasil: o que você precisa saber
Enviado por alexandre em 15/05/2021 23:35:41

Camila Neumam, da CNN, em São Paulo

Lote com insumos da Coronavac chega ao Brasil
Lote com insumos da Coronavac chega ao Brasil
Foto: CNN (04.mar.2021)

A falta do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) necessário para a produção da Coronavac e da vacina de AstraZeneca/Oxforddeve atrasar a vacinação contra a Covid-19 no país nos próximos dias. 

Segundo o Ministério da Saúde, do total de doses dos imunizantes contra a Covid-19 distribuídos no país desde janeiro, 70% foram da Coronavac, 29,3% da AstraZeneca/Oxford, e 0,7% da Pfizer (dados de 14 de maio).

Nesta sexta-feira (14), O Instituto Butantan anunciou a paralisação da produção da Coronavac por falta de insumos, que aguardam liberação na China. No mesmo dia, o Butantan entregou 1,1 milhão de doses, que fazem parte do segundo contrato com o Ministério da Saúde, de mais 54 milhões de doses. Até o momento, não há novas previsões de nova entrega.

Segundo o Butantan, dez mil litros do IFA já estão prontos e separados na China para envio ao Brasil, mas o país asiático ainda não liberou o embarque desses insumos. 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que produz a vacina da AstraZeneca também informou que vai paralisar a produção na próxima semana pela falta de IFA,  até a chegada de uma nova remessa prevista para 22 de maio. 

Entenda a seguir os principais motivos para os atrasos:

O que é IFA

É a matéria-prima básica para a produção de qualquer vacina. “São como os ingredientes de um bolo. Cada bolo tem os seus próprios, assim como diferentes vacinas têm diferentes insumos farmacêuticos ativos”, explica Leandro Torres, enfermeiro especialista em imunização pelo Ministério da Saúde e pesquisador, membro da União Pró-Vacina, do Instituto de Estados Avançados da Universidade de São Paulo (USP).

A Coronavac e a Covishield (AstraZeneca/Oxford) são produzidas no Brasil a partir do IFA vindo da China, ou seja, a partir do insumo fornecido pela China, elas são elaboradas, purificadas e envasadas nos laboratórios do Instituto Butantan, em São Paulo, e da Fiocruz, no Rio de Janeiro. 

O que são acordos de transferência de tecnologia

Para poder produzir as vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca, os Institutos Butantan e Fiocruz fizeram acordos de transferência de tecnologia, respectivamente, com os laboratórios Sinovac e AstraZeneca.

Os acordos de transferência de tecnologia têm como base transferir toda a cadeia de produção do produto, seja um medicamento, seja uma vacina. E isso leva tempo, explica Elize Fonseca, professora de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas. 

O acordo de transferência de tecnologia feito entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica AstraZeneca prevê exclusividade na produção da vacina contra a Covid-19 no Brasil, o que impede outra empresa de fabricar o imunizante no país. 

O Instituto Butantan, por ser um laboratório estadual, conseguiu fechar um contrato direto com a Sinovac para a produção da vacina, mas foi impedido de fabricar o IFA da Sinovac devido à exclusividade do acordo nacional, explica Fonseca. 

A Fiocruz afirmou que começaria a produzir seu próprio IFA ainda em maio e que entregaria vacinas produzidas 100% no Brasil a partir de outubro. O longo processo ocorre pela necessidade de um rígido controle de qualidade do insumo, que “passa por muitas etapas de produção de lotes e de controle de qualidade”, afirmou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, à CNN. 

Entraves na entrega 

Nesta semana, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) atribuiu o atraso na chegada dos insumos a "entraves diplomáticos" e disse ter feito um apelo aos chineses para a liberação de novos insumos. A declaração foi rebatida pelo Ministro da Saúde, que atribuiu o atraso na entrega do insumo ao Instituto Butantan à "questão contratual". 

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, disse que a demora na entrega do IFA importado da China pode estar ocorrendo por conta do empenho do país em vacinar seus cidadãos.     

O laboratório de BioManguinhos (Fiocruz) recentemente atingiu a capacidade de produzir 1 milhão de doses por dia da vacina. Para evitar novas paralisações, a Fiocruz espera fechar até o final de maio um contrato com a AstraZeneca para recebimento de mais remessas do IFA oriundo da China. Apesar dos atrasos, a AstraZeneca tem acordo para fornecer o IFA à Fiocruz até o mês de junho, o que garante a produção de doses até julho. 

Como há risco de nova interrupção na produção de doses entre agosto e setembro, a Fiocruz quer que a empresa forneça mais insumos, numa espécie de prolongamento do atual contrato. 

Motivo dos atrasos

Segundo os especialistas consultados pela CNN, a demanda por IFA de vários países que usam o insumo chinês em suas vacinas, e a falta de articulação do Ministério da Saúde para outras formas de produção são os principais causadores da atual situação de escassez do insumo.

A China domina o mercado de insumos farmacêuticos para vacinas e medicamentos no mundo muito antes da pandemia, o que a faz ser um dos maiores distribuidores da matéria-prima no planeta.

Isso acontece porque há anos o país apostou na produção em massa de equipamentos médicos e insumos farmacêuticos com preços muito mais baixos do que os praticados nos países ocidentais, o que já faz com outros produtos ‘made in China’, afirma Elize Fonseca, da FGV. 

“No momento de pandemia, com a corrida por vacinas, a demanda pelo IFA aumentou exponencialmente, o que faz o Brasil e outros países ficarem dependentes da matéria prima para fabricação de vacinas”, ressalta a professora.

Falta de investimento em infraestrutura que permita a produção de IFA nacional é outro entrave na melhora desta situação, segundo Torres. O pesquisador da USP diz que o governo federal deveria investir na produção de plantas industriais para a fabricar insumos farmacêuticos e utilizar mais a capacidade produtiva dos laboratórios estatais já existentes. 

Elize Fonseca acrescenta ainda que o Brasil poderia aproveitar melhor os parques industriais da iniciativa privada já existentes para fabricar vacinas, parcerias que já ocorrem na produção de medicamentos nas Parcerias de Desenvolvimento produtivo (PDPs). Por meio das PDPs, o Ministério da Saúde firma acordos com laboratórios privados para que eles se comprometam a transferir aos laboratórios públicos a tecnologia para a produção de determinado medicamento dentro do prazo de cinco anos.

A professora dá como exemplo a PDP feita entre a própria Fiocruz e o laboratório Blanver, que permitiu ao Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) produzir em 2018 o sofosbuvir, medicamento para hepatite C, o que fez o remédio que custava até R$ 84 mil a unidade chegar ao preço de R$ 5 mil ao Sistema Único de Saúde (SUS).  

Atraso de IFA x atraso na vacinação

A professora da FGV alerta que a falta de IFA afeta o fornecimento de Vacinas como um todo, porque cria obstáculos em toda a cadeia.  “O primeiro é ter o acesso ao insumo para produzir a vacina; depois tem o obstáculo legal de assinar o acordo de transferência tecnológica; na sequência temos que regularizar a aprovação e, por fim, garantir o acesso e a distribuição”, afirma.

Para Torres, a falta de IFA escancara um possível erro na distribuição das vacinas ofertadas no país. Segundo ele, o correto seria garantir a segunda dose para quem tomasse a primeira. “A cada lote de 1 milhão de vacinas, 500 mil pessoas deveriam ser vacinadas com a primeira e segunda doses, assim não seríamos tão afetados pelos atrasos”, opina.

 

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