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Policial : CORONEL TARADÃO
Enviado por alexandre em 28/04/2021 23:26:47

Tenente-coronel da PM/SP assedia Policial feminina

Coronel disse ter contato com desembargadores e chegou a afirmar que o caso "não vai dar em nada" por ostentar um cargo de alta patente. Vítima teve a vida arruinada, precisou fugir com o marido e filhos e agora solicita medida protetiva

jéssica pm cássio novaes
Para levar a denúncia adiante, Jéssica precisou manter conversa com coronel Cássio Novaes na internet

Após ter denunciado um tenente-coronel por assédio sexual e ameaças de estupro e de morte, a policial Jéssica Paulo do Nascimento, de 28 anos, requisitou medidas protetivas para ela e sua família. As informações são do Portal G1.

Apesar de o caso correr em segredo de Justiça, a identidade do acusado foi divulgada no final da tarde desta quarta-feira (28). Trata-se do coronel Cássio Novaes, que atuava em cargos de chefia na capital paulista. Ele foi afastado de suas funções após a repercussão do caso e a investigação é conduzida pela Corregedoria da PM.

A defesa de Jéssica pediu à Corregedoria da PM-SP a prisão preventiva de Cássio Novaes e a suspensão do porte e posse de arma do oficial. O advogado Sidnei Henrique explicou que o pedido de prisão partiu pelo risco de intervenção do tenente-coronel nas investigações.

“Ele mesmo diz que tem contatos com desembargadores e, por ele ostentar um cargo de alta patente, há um risco que ele possa intervir no andamento do inquérito militar”, explica.

“Ele pode coagir testemunhas, alterar provas. O pleito é para ele não intervir de forma a prejudicar as investigações. E, também, pela periculosidade presente nas ameaças”, continua o advogado da vítima.

“Neste primeiro momento, pedimos à Corregedoria para que proíba o coronel Cássio Novaes de frequentar ou se deslocar à Baixada Santista, pois é lá onde Jéssica está morando atualmente e ele [o coronel] sabe disso”, afirma o advogado.

Entenda o caso

A vida da policial Jéssica Nascimento se transformou em um pesadelo desde que ela conheceu o coronel Cássio Novaes. O homem havia acabado de assumir o comando do Batalhão da Zona Sul de São Paulo, quando passou pelas companhias para se apresentar aos policiais militares e a conheceu, chamando-a para sair assim que conseguiu ficar a sós com ela.

Jéssica disse ao superior que era casada e tinha filhos, recusando o convite. “Tentei ser educada, expliquei que era casada, tinha filhos, mostrei a minha aliança. Hoje eu vejo como era inocente. Porque, a partir dali, começou a perseguição contra mim”, desabafa.

A policial relata episódios de investidas sexuais, principalmente, por mensagens, ameaças por áudio, humilhação em frente aos seus colegas e até mesmo sabotagem quando se recusou a ceder aos pedidos de seu superior.

“Como eu não cedia e percebi que ele não ia desistir, fui fazer o teste para o Corpo de Bombeiros, queria sair de onde estava. Mas ele me sabotou, não permitiu. E o pior, quando soube que eu queria sair da companhia, ele me transferiu para um batalhão que fica a 40 quilômetros da minha casa. Mesmo sabendo que eu tinha dois filhos ainda bebês”, detalha.

Ela relata, ainda, que após esta transferência, marcou uma reunião para conversar com o comandante, mas que foi humilhada na frente de outros quatro colegas de farda. “Ele me humilhou demais, me rebaixou, me comparou com uma vagabunda. Saí de lá [da reunião] me sentindo pior que um lixo”, desabafa.

Um tempo depois, já cansada da perseguição, a soldada contou tudo ao capitão da 1ª Companhia. Ele a orientou a pegar um atestado de 6 meses, para garantir o seu afastamento por instabilidade emocional e ficar longe das investidas do comandante.

“Mas não adiantou. No início de 2019, solicitei uma licença não remunerada de dois anos. Sugeri então ao meu marido que procurássemos um outro lugar para viver. Assim, viemos para a Praia Grande, para onde ele conseguiu se transferir. Mudei meu número de telefone e tudo parecia estar bem”.

Jéssica chegou a ficar dois anos e meio afastada do serviço para evitar contato com Cássio Novaes. No entanto, a licença acabou no mês passado e ela precisou voltar ao serviço. Ele conseguiu o telefone dela e as investidas recomeçaram e, segundo ela, cada vez mais insistentes.

“Eu pensei que precisava de provas porque ele sempre ia fazer isso e ninguém ia acreditar. Entrei em contato com um advogado e ele me orientou a ver até onde ele iria, deixando ele falar”, conta. “Foram coisas muito baixas. Me ameaçou de estupro e de morte”.

As ameaças de morte vieram também por áudios. Em uma das falas, o comandante afirma que “não existe segredo entre dois, um tem que morrer” e “quem não tem problema na vida, está no cemitério”.

Fim do sonho

Jéssica diz que ser policial era um sonho de infância, mas que hoje se arrepende de ter ingressado nos quadros da PM. “Eu sonhava em poder ajudar as pessoas, em ser reconhecida como uma protetora dos inocentes. Mas era tudo falso. Foi o fim de uma ilusão. Se eu pudesse, de alguma forma, avisar à Jéssica criança, lá no passado, daria dois tapas na cara dela e diria para ela acordar, procurar uma outra profissão”, declarou.

SAIBA MAIS: Soldada da PM denuncia coronel por assédio sexual: “Acabou com a minha vida”

A soldada resolveu denunciar na imprensa os assédios e ameaças pois ficou com muito medo. “Fiquei com pânico, o que me motivou foi o medo, eu conheço o sistema até por ser policial, é muito fácil ele mandar fazer alguma coisa comigo e a Polícia passar pano e [dizer] que por ser policial eu morri em serviço. Vou jogar isso para frente para as pessoas ficarem sabendo, como forma de proteção.”

“Eu não me sinto mais segura, ele pode deixar a poeira baixar e como qualquer policial que trabalha na rua está sujeito a morrer a qualquer momento, ele vai me matar, aí vai aparecer na nota da Polícia que eu estava na rua, troquei tiro com bandido e morri. Minha vida vale mais, hoje prezo pela minha vida, minha liberdade e ver meus filhos crescerem também, isso que é importante”, finalizou.

Jéssica contou que o ato de denunciar encorajou outras vítimas a denunciarem também. Segundo ela, Cássio Novaes já está sendo investigado por outros dois ou três documentos relacionados à assédio sexual.

Nesta quarta-feira, o advogado de Jéssica solicitou, de imediato, que a Justiça Militar e o Ministério Público tomem ciência do caso.

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Policial : ROUBALHEIRA
Enviado por alexandre em 26/04/2021 09:17:53

PF apura uso de R$ 2,2 bilhões do SUS em 23 Estados

Alvo da CPI da Covid no Senado, o uso de verbas federais para combate ao coronavírus por estados e municípios já rendeu 75 operações especiais da Polícia Federal desde o início da pandemia. As irregularidades investigadas atingem prefeituras ou governos de 23 estados e somam quase R$ 2,2 bilhões, valor que representa 3,5% dos R$ 64 bilhões repassados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

As investigações tiveram início em abril de 2020, a partir de denúncias de superfaturamento em contratos envolvendo recursos federais. A prefeitura de Aroeiras (PB) foi alvo da primeira ação, que teve como foco a compra, sem licitação, de livros e cartilhas educativas sobre o vírus, material que, na época, era oferecido pelo Ministério da Saúde sem custo.

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De lá para cá, mais 93 municípios entraram na mira da PF e de outros órgãos federais, como a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF), que geralmente participam das operações. Em um ano, foram cumpridos 1.160 mandados de busca e apreensão, que levaram à prisão temporária de 135 pessoas e à prisão preventiva de outras 12.

A lista de detidos inclui até um senador. Chico Rodrigues (DEM-RR) acabou preso em outubro do ano passado por suspeita de participar de um esquema que teria desviado recursos de emendas parlamentares destinadas ao enfrentamento da doença em Roraima. Durante a abordagem dos policiais, Rodrigues escondeu R$ 33 mil na cueca.

Rodrigues, que nega as acusações, pediu licença do mandato e ficou quatro meses afastado, retomando a atividade parlamentar em fevereiro. Ele afirmou que o dinheiro encontrado é lícito e seria usado para o pagamento de funcionários de uma empresa familiar.

Chico não integra a CPI, mas casos como o dele devem ser abordados ao longo da Comissão Parlamentar de Inquérito que deve ser instalada na próxima terça-feira (27).

Com a ampliação do escopo da investigação, após pressão do governo Jair Bolsonaro, denúncias de irregularidades no uso de verba federal por estados e municípios podem levar governadores e prefeitos a compor a lista de “convidados” pelo grupo.

O prefeito de Manaus, David Almeida (PSC), deve ser um dos primeiros a serem ouvidos no subgrupo da CPI que terá como alvo a crise de oxigênio no Amazonas.

ICEBERG
Defensor da ampliação do escopo da CPI, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou que “as operações da PF são de muita relevância por permitir que os recursos alocados no combate à Covid-19 cheguem ao povo brasileiro”. Sobre o fato de as apurações policiais alcançarem apenas 3,5% do total de repasses feitos pelo SUS, o parlamentar disse que o valor pode ser apenas a “ponta do iceberg”.

– Apurar o destino de R$ 64 bilhões requer mais tempo, é um valor considerável.

Girão se coloca como candidato a presidir a CPI da Covid. Pelo acordo feito entre os partidos, porém, o posto de presidente deve ficar com Omar Aziz (PSD-AM) e a relatoria, com Renan Calheiros (MDB-AL). Os cargos serão oficializados na primeira reunião do colegiado, na terça-feira.

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) acredita que a quantidade de operações policiais e o volume de recursos sob investigação justifica a ampliação do escopo da CPI.

– É justo que se apure tudo mesmo. Os indícios são muito fortes de irregularidades no uso de recursos federais por estados e municípios.

Para o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), autor do pedido de CPI, mesmo que o valor identificado em operações da PF não seja tão importante quando se olha o total, ainda assim diz respeito a recursos públicos, o que justifica fazer a investigação.

– A CPI só vai poder atuar naquilo que for conexo com o fato principal, ou seja, aquilo que tiver repercussão nacional. Identificando algum indício de movimentação atípica ou indícios de crime ou infração administrativa, o relatório da CPI poderá fazer o encaminhamento aos órgãos de controle.

Segundo a PF, o Rio de Janeiro tem sob investigação R$ 850 milhões de recursos enviados pelo governo federal em razão da pandemia. A operação desencadeada no estado provocou o afastamento do governador Wilson Witzel (PSC), que foi denunciado pelo MPF, acusado de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e de organização criminosa. Ele alega inocência.

Os governadores do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e do Pará, Helder Barbalho (MDB), também já foram alvo de operações. Ambos são investigados pela compra de respiradores.

Em fevereiro, a PF pediu o indiciamento de Barbalho pela transação fracassada de compra de 400 aparelhos por R$ 50 milhões. Segundo a polícia, o contrato dos equipamentos se deu sem licitação e com pagamento de metade do valor adiantado, mesmo com atraso na entrega. Há suspeitas de direcionamento na licitação. O governador nega.

*Estadão

Policial : OSSOS DO OFÍCIO
Enviado por alexandre em 22/04/2021 23:50:10

Homicídios de policiais cresce 2020, aponta jornal

Aumento foi de 10% em relação ao ano anterior

Foto: Divulgação
Informações são do Monitor da Violência Foto: Divulgação

Após três anos seguidos de queda de mortes de policiais, o ano 2020 registrou um aumento de 10% no índice, chegando a 198 policiais mortos no ano. As informações são do Monitor da Violência, um projeto de parceria entre a USP, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o G1.

De acordo com os dados, o número de pessoas mortas por policiais, por outro lado, teve redução em 3%, mesmo sendo quase 29 vezes maior do que a taxa de policiais mortos. Para chegar aos dados, foi solicitado o acesso aos casos de “confrontos com civis ou lesões não naturais com intencionalidade”, envolvendo policiais na ativa. O pedido foi feito às secretarias de Segurança Pública a todos os estados do país e ao DF. No entanto, Goiás não enviou os dados (pela terceira vez consecutiva).

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De acordo com a pesquisa, em 2020 198 policiais foram assassinados no Brasil, tanto em serviço, quanto de folga, sendo o Piauí o estado com a maior taxa per capita de 1 a cada mil policiais, seguido pelo Rio de Janeiro (0,8), pelo Mato Grosso do Sul (0,7) e pelo Pará (0,7). Por outro lado, Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins foram os únicos que não registraram nenhuma morte de policial no período.

Já as mortes por força policial somaram um total de 5.660, sendo o Distrito Federal o estado que registrou menos casos (0,4 a cada 100 mil habitantes). Entretanto, o índice cresceu em 17 outros estados, sendo o Amapá o líder do ranking, registrando 12,8 mortes por policiais a cada 100 mil habitantes.

No Rio de Janeiro, ocorreu uma baixa de 32%. Foram 1.239 mortes por policiais em 2020, enquanto 2019 registrou 1.814. Ainda assim, o estado fica com 7,1 mortes por 100 mil habitantes, perdendo apenas para Bahia (7,6), Sergipe (8,5) e Amapá (12,8).

Policial : ANJO DA MORTE
Enviado por alexandre em 21/04/2021 22:40:00



Polícia prende acusado de matar 24 pessoas e que tinha a cabeça a prêmio no valor de R$ 20 mil

Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam na tarde desta quarta-feira, 21, o foragido da justiça, pistoleiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), Fábio Feitosa Souza, de 32 anos, mais conhecido no mundo do crime como “Anjo da morte”.

A prisão aconteceu em uma residência localizada na rua Espirito Santo, no Loteamento Novo Horizonte, em Rio Branco, após um trabalho do núcleo de inteligência que já vinha monitorando o homicida há aproximadamente um mês.

Segundo informações da polícia, Fábio é acusado de 24 homicídios, e desses, oito pessoas ele matou num intervalo de 6 meses.

Feitosa já é condenado pela justiça a mais de 100 anos de prisão pelos crimes de homicídios, latrocínios, roubos, formação de quadrilha e organização criminosa. Apesar da condenação, Fábio cumpria pena em regime domiciliar, alegando à justiça que estava acometido de um câncer no ouvido. Desde então durante tratamento, Fábio cortou a tornozeleira e se encontrava foragido.

A polícia informou ainda a reportagem do ac24horas, que a facção Comando Vermelho estava oferecendo um valor de R$ 20 mil pela cabeça do “Anjo da Morte”, que inclusive matou uma liderança da facção.

O criminoso foi encaminhado à delegacia especializada para depoimento e em seguida foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla) onde aguarda para ser levado a Penitenciária Francisco de Oliveira Conde.

Policial : CANGAÇO
Enviado por alexandre em 18/04/2021 22:33:53

Quadrilhas se organizam no Brasil e formam "novo cangaço"

Em sete dias, pelo menos 13 agências bancárias e uma instituição financeira foram atacadas em quatro estados pelo chamado ‘ novo cangaço ’. O caso mais recente aconteceu em Ubaíra (BA) na última sexta-feira (16), quando criminosos trocaram tiros com a polícia, mantiveram reféns e fugiram com o dinheiro roubado.

 

O G1 consultou autoridades públicas e especialistas em segurança pública para revelar o ‘modus operandi’ dos criminosos que reproduzem uma prática comum durante a década de 1930. O bando de Lampião aterrorizou o interior da região Nordeste com saques e ataques-surpresa marcados pela brutalidade.

 

Apesar do registro do uso de armas do Exército Brasileiro , o armamento dos criminosos envolvidos no ‘ novo cangaço ’ é contrabandeado de fora do Brasil. Pistolas, fuzis e submetralhadoras trazidas do Paraguai são as favoritas dos envolvidos.

 

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De acordo com o advogado Bruno Langeani, gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, o maior fornecedor internacional das facções criminosas está nos Estados Unidos. O armamento é importado desmontado para o Paraguai, e em seguida ultrapassa a fronteira para o Brasil com traficantes.

  

Também é normal que armas e munições sejam enviadas de avião diretamente dos Estados Unidos para o Brasil . Apesar de também ser uma hipótese, a entrada por portos não é comum.

 

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 — Foto: Arte G1

Foto: Reprodução

 

Fonte: IG

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