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Policial : DEPUTADO LIXO!
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:39:22

Deputado é parado em blitz sem habilitação e comemora por não poder ser revistado
O deputado federal e cantor baiano Igor Kannário foi parado numa blitz nesta sexta-feira (3). Sem habilitação, o parlamentar publicou a situação pontuando que gostou de não poder ser revistado pelos policias, devido ao cargo que ocupa como deputado federal.

“Tô parado numa blitz… mas na hierarquia no negócio do tal do poder aí… um policial normal não pode revistar um deputado federal, né… Não que eu esteja me glorificando com isso, mas dizer que é ruim, eu não vou dizer, né?! Então não podem me tirar do carro, mandar eu descer, me revistar… só a Polícia Federal”, disse o cantor dentro do carro, enquanto esperava uma pessoa habilitada chegar para retirar o veículo do local.

Apesar de dizer que está sendo tudo feito “no máximo respeito”, o deputado federal sorri na gravação ao lado de duas pessoas que estavam com ele dentro do carro. “Pra alcançar a tropa vai levar um tempo”.

Já em uma outra publicação feita nos stories, Kannário disse nunca ter tido habilitação. “Deixa eu dar o papo: eu nunca tive habilitação, até porque eu sempre tive motorista, há pouco tempo que eu estou sem motorista, mas eu vou contratar outro que eu gosto de ‘tirar minha braba’, não gosto de sair como errado não, vou contratar um motorista”, prometeu.

https://www.polemicaparaiba.com.br/polemicas/sem-habilitacao-deputado-kannario-e-parado-em-blitz-e-comemora-nao-poder-ser-revistado-video/

Fonte: UOL

Créditos: UOL

Justiça : ABUSO DE PODER
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:30:56

Promotores precisam ser responsabilizados, diz NY Times

O Conselho Editorial do jornal The New York Times, um dos maiores veículos de comunicação do mundo, publicou um editorial neste sábado (4/12) em que critica a falta de punição a promotores de Justiça em casos de erros, má conduta ou abusos de poder.

Tingey Injury Law Firm/Unsplash

“Eles são protegidos por camadas de silêncio, que estão enraizadas nas políticas locais, estaduais e federais, protegendo-os de qualquer responsabilidade real por delitos”, diz o texto.

A discussão veio à tona após um grupo de professores de Direito denunciar uma série de irregularidades cometidas por 21 promotores que atuam no Queens, um bairro de Nova York, e que vão desde esconder provas das defesas até processar inocentes.

“Três homens condenados injustamente por um assassinato em 1996 foram exonerados após 24 anos atrás das grades. Mas isso corrigiu apenas a injustiça mais flagrante. Até o momento, nenhum dos promotores enfrentou quaisquer consequências públicas. Alguns ainda estão atuando”, dizem os editores.

https://www.blogdotiaolucena.com/abuso-de-poder-se-erram-promotores-precisam-ser-responsabilizados-diz-ny-times/

Eles também criticaram a resposta das autoridades às acusações contra os promotores do Queens e a tentativa de enquadrar os professores na chamada “lei do sigilo”, isto é, proibi-los de falar publicamente sobre o caso. Os professores já deram entrevista ao jornal The Time.

“Em teoria, a lei do sigilo existe para proteger os advogados de serem maculados por queixas frívolas, mas esse raciocínio não faz sentido quando aplicado a promotores, que são funcionários públicos e fazem o trabalho do Estado. No caso do Queens, a má conduta já é uma questão pública. Mesmo que não fosse, não há razão para impedir a divulgação pública de queixas contra funcionários que têm o poder de mandar pessoas para a prisão. Certamente, os réus que enfrentam no tribunal não gozam de tais privilégios”, escreveu o conselho.

A conclusão do NY Times é que os promotores podem trabalhar em prol da imparcialidade e da Justiça, mas também podem enganar e destruir a vida das pessoas: “Eles devem ser responsabilizados quando o fizerem, tanto para justificar suas vítimas quanto para garantir que eles não possam fazer novamente”.

 

Política : PEC PRECATÓRIOS
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:27:19

Com resistência e fatiamento, senado busca plano B

O Senado Federal tem buscado um plano B para acelerar a tramitação da PEC dos Precatórios e evitar uma promulgação fatiada da iniciativa, o que enfrenta forte resistência na Casa Legislativa.

Desde o sábado (4), tanto parlamentares governistas como oposicionistas têm discutido a possibilidade de a iniciativa ser levada diretamente ao plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar novamente por comissões parlamentares.

Um dos argumentos utilizados tem como base uma questão de ordem apresentada à Câmara dos Deputados em 1998. Na época, foi questionada a decisão do Senado Federal de não submeter novamente à Câmara dos Deputados uma PEC que tratava de uma reformulação da máquina pública.

Em sua resposta à época, a direção da Casa Legislativa argumentou que algumas alterações em uma PEC não precisam passar pelo rito completo de tramitação e podem ir direto ao plenário da Câmara dos Deputados para uma nova votação de dois turnos.

A questão é específica em relação às emendas supressivas. Como a PEC dos Precatórios teve também emendas aditivas e modificativas, lideranças partidárias discutem se a mesma regra poderia ser adotada, permitindo que a proposta, com as alterações feitas pelo Senado Federal, possa ser votada ainda neste ano.

O tema será também discutido nesta segunda-feira (6), em reunião dos líderes do Senado Federal. O maior receio de senadores oposicionistas é que, sem promulgar agora pontos modificados no Senado Federal, o presidente Jair Bolsonaro possa lançar mão de uma espécie de “populismo fiscal” com o espaço aberto pela PEC dos Precatórios no Orçamento de 2022.

Além disso, parlamentares governistas compartilham da preocupação de que deixar os pontos alterados pelo Senado Federal podem acabar sendo arquivados pela Câmara dos Deputados, que não pretende votá-los neste ano. Só foi possível conseguir maioria para aprovar a iniciativa no Senado Federal após a alteração de pontos acordada com o líder do governo no Senado Federal, Fernando Bezerra (MDB-PE).

Regionais : Oito a cada dez mortos por Covid-19 são não vacinados no Brasil
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:23:47

81,7% dos indivíduos internados com a doença não estavam imunizados, entre 1° de março e 15 de novembro

Vacinação contra Covid-19 no Rio de Janeiro
Vacinação contra Covid-19 no Rio de Janeiro Reuters

Danilo Moliternoda CNN*

Entre 1° de março e 15 de novembro de 2021, 79,7% das pessoas que morreram por covid-19 no Brasil não haviam recebido nenhuma das doses da vacina. É o que aponta os dados divulgados pela plataforma Info Tracker, da Universidade de São Paulo (USP). Ainda segundo a pesquisa, 81,7% dos indivíduos internados com a doença neste período não estavam vacinados.

Dentre as 306 mil pessoas que morreram entre os meses analisados pela pesquisa, 32 mil haviam completado o ciclo vacinal, 29 mil haviam recebido apenas a primeira dose e 243 mil não haviam recebido sequer uma dose.


O estudo ainda contabilizou 981 mil indivíduos internados por covid-19 no período. Deste número, 93 mil pessoas haviam recebido as duas doses da vacina, 85 mil estavam parcialmente vacinadas e 802 mil não receberam nenhuma das doses.

Os dados divulgados pela plataforma mostram que oito a cada dez brasileiros que morreram de covid-19 entre março e novembro deste ano eram não vacinados. Da mesma forma que oito a cada dez internados pela doença não haviam recebido nenhuma das doses do imunizante.

*(com supervisão de André Rosa)

Mais Notícias : Decisão de suspender o Réveillon foi acertada, diz infectologista
Enviado por alexandre em 06/12/2021 08:22:03

O infectologista do Instituto Emílio Ribas Jamal Suleiman defendeu a suspensão do Réveillon deste ano, medida que já foi tomada por 23 capitais e o Distrito Federal.

“Essa decisão [de suspender o Réveillon] é plenamente acertada. A gente vem pontuando que, diante desse cenário, não é recomendável fazer essas aglomerações imensas, que são praxe nesses momentos da passagem de ano e do Carnaval.”

Suleiman destacou a capacidade de transmissão da nova variante Ômicron e também comentou a possibilidade de surgirem outras variantes.

Veja mais no vídeo acima.

Origem do coronavírus: morcego e acidente de laboratório são pontos investigados

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