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Educação : DE JEGUE
Enviado por alexandre em 22/09/2011 18:29:23



Prefeita ironiza população e manda jegue puxar ônibus escolas na Bahia

Quinto pior ensino básico brasileiro, segundo os dados Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2010, o município de Dário Meira, no sudoeste do estado, comemorou a entrega de um ônibus de transporte escolar nesta segunda-feira (19). O veículo, cedido pelo governo federal por meio do programa Caminho da Escola, passeou pelas principais ruas da cidade, após ato em que o secretário de Educação, Eliabe Café, entregou à prefeita Maria de Fátima (PR) a chave do automóvel. O detalhe curioso é que o ônibus foi puxado por um jegue, através de um fino cabo de aço. A brincadeira, segundo o site Dário Meira Hoje, se deveu a um bordão criado pela própria população, de que o ônibus “está vindo de jegue”, diante da demora na entrega do veículo, anunciado pela prefeitura há dois anos. O Bahia Notícias tentou entrar em contato com a prefeita, mas os dois telefones da sede municipal estão incomunicáveis.


Educação : JURAS DE AMOR
Enviado por alexandre em 22/09/2011 17:25:15



Governador não ame o SINTERO, ame os professores e os estudantes – Por João Paulo Prudêncio

Fruto de vários atritos, paralisações e discórdias homéricas durante a gestão dos governadores Ivo Cassol e João Cahulla, o SINTERO (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Rondônia) parece ter encontrado a paz, ou melhor, o seu grande amor com o atual governo.
Em uma das várias transcrições que o governador publica em seu blog oficial, está um texto ao qual ele declama juras de amor ao SINTERO e propõe mudanças no sistema educacional do estado. Vale lembrar que foi no próprio blog do governador que foi ressaltado que o gasto do estado com um aluno é menor do que é gasto com uma pessoa detida no sistema carcerário de Rondônia.
Porém, continuo com uma dúvida cortante e que insiste em aviltar minha consciência: Governador o que o senhor realmente ama em Rondônia?
Ilustre governador, declarações de amor a sindicalistas não resolverá o problema da educação em um estado onde existem escolas caindo aos pedaços, falta de transporte escolar nas zonas rurais, violência dentro das instituições, falta de acesso a ensino de qualidade e por ai vai. Se formos listar todas as imperfeições do sistema educacional rondoniense, ficaríamos aqui até o final de seu mandato.
Pois bem, juras de amor a qualquer sindicato por parte de um chefe de estado é uma atitude minimamente perigosa, aliás, no caso da tua proposta de gestão democrática nas escolas, promessa de amor ao SINTERO se torna algo bastante perigoso.
Pode ser esquizofrenia ou a pura verdade, mas o fato é que um projeto de eleição para a escolha do diretor de escolas estaduais, iniciar-se em uma parceria conjunta com um sindicato especifico. Dá margem para seus militantes, no caso o SINTERO, que é composto por pessoas experientes em mobilizações eleitorais, conhecido por ser um órgão ligado a movimentos como a CUT e CNTE, entidades com claros interesses políticos.
Com tal estreita ligação, o governo e sindicalistas, podem muito bem montar uma grande frente eleitoral, colocando uma grande porcentagem de diretores de escolas ligados diretamente ao SINTERO.
Imaginem a dor de cabeça que vai ter um governador, tendo que lidar com um sindicato que possui a maioria das diretorias das escolas do estado? A força política que Confúcio Moura está dando ao SINTERO hoje, poderá ser o caos para os futuros governos, lembrem disso!
Onde está a opinião dos estudantes governador? Sente com eles, converse com eles, e verás que eles não são idiotas e nem apenas números para movimentar massas de manobras, como muitos sindicalistas.
Pense bem governador, não é estranho tantas pessoas ao seu lado lhe fazendo juras de amor e lealdade? Confúcio Moura não ame os sindicatos ame os trabalhadores, não ame o SINTERO ame os estudantes!

Educação : INVERSÃO DE VALORES
Enviado por alexandre em 19/09/2011 18:00:13



Confúcio Moura fala sobre o custo do preso e do aluno em Rondônia

Postado por: Confúcio Moura | 18 setembro , 2011 |

Está aí o imenso conflito. Porque Rondônia tem preso demais. Se bem olhado, relativamente, os percentuais Rondônia tem mais presos que os outros Estados da federação. E estão acumulados nos presidios. E faltam vagas. E construir presídio com 400 vagas gasta-se cerca de 15 milhões de reais sem os móveis e os equipamentos de segurança. E uma escola, quando se gasta 5 milhões parece um absurdo.

Um preso custa ao Estado mensalmente entre R$ 2300,00 a R$ 2700,00. O aluno custa por mês, na média geral R$ 300,00. Veja a diferença. Enquanto não se aumentar o valor do gasto no aluno não iremos reduzir a população carcerária. Uma coisa puxa a outra. A escola ruim sempre será fonte inesgotável de adultos jovens nos presídios.


Ontem, abri a aula inaugural para mais de 500 novos agentes penitenciários. E com certeza, com mais novos presídios em construções mais outros tantos serão necessários. Mais gastos virão.

Não sei não, se o Estado terá codições de manter em boas condições, dentro de principios saudáveis os presos rondonienses. Parece não ter fim todo este ciclo, da força motriz permanente do crime. E o que se destaca com força imensa é a consequencia do uso das drogas. O usuário, o traficante e suas consequencias criminogênicas permanentes.

Até quando, Catilinas, tudo continuará assim?


Não sei se choro ou me alegro com mais agentes penitenciários. Querendo ou não sei que serão necessários. Mas, um necessário cada vez mais oneroso para o sistema, que posso dizer, sem medo de errar, extremamente perverso. Não eles em si, mas, a um “sistema”, a um estado de coisas que puxa tudo para o fim do mundo.


Enquanto isto, no dia anterior a esta festa, recebi no Palácio Getúlio Vargas, alunos de Machadinho, do CEEJA, que vieram conhecer Porto Velho e aproveitaram o momento para me pedirem que arrume a subestação de energia da escola, que está tudo lá, no chão, ar condicionado comprado e que não funciona porque a energia é inadequada para mover os equipamentos de climatização das salas. Que são quentissimas. Aos alunos esta escassez permanente de recursos. Enquanto o “sistema” gastador e perdulário persiste por outros ralos.

Conversei em Brasília com a Deputada Marinha Raupp e Deputado Carimbão (Alagoas). Eles tiveram em Rondônia recentemente e proferiram palestras sobre a política de enfrentamento das drogas. E que tudo deve ser diferente. E que tem que ser forte como política pública. E parar de ficar remoendo só com a repressão pura e simplesmente. E que o consumo de drogas aumenta vertiginosamente. O Crack é perverso. E veio para ficar mesmo. Para exterminar a nossa juventude. E que cabe ao Governo de cada Estado uma postura pró-ativa e diferente. Eu prometi visitar o modelo alagoano. E encarar a realidade como ela é. Com o foco especial de salvação da juventude rondoniense. E reduzir o número de presos, que não nos levará a nenhum pódio nacional ou internacional, por prender mais, por gastar mais, por ser campeão brasileiro em aprisionamento de gente. Isto só nos desmerecerá. Só.

Enquanto um preso gastar mais de dois mil reais por mês. E o aluno apenas 300 este Estado não fluirá para um desenvolvimento verdadeiro.


Educação : EXEMPLO
Enviado por alexandre em 13/09/2011 09:57:23



Instituto Dom Barreto no Estado do Piauí é o segundo melhor Colégio do Brasil, revela prova do ENEM um orgulho para o povo nordestino

Localizada em um Estado em que 21,14% da população é considerada analfabeta, segundo o Censo 2010, o Instituto Dom Barreto, no Piauí, é a escola com o segundo melhor desempenho no ranking do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2010.

O instituto obteve uma média total de 754,13 no exame do governo, apenas 7,5 pontos abaixo do Colégio São Bento, do Rio de Janeiro, primeiro colocado na classificação. O Dom Barreto teve uma pontuação 75% maior do que a última escola piauiense no ranking, a unidade escolar Oscar Gil Castelo Branco, com nota de 432,8.

Com mensalidades que variam entre R$ 592 e R$ 696, o Dom Barreto é mais barato do que os outros centros de ensino que lideram o ranking. Estudar no Colégio São Bento, por exemplo, sai por R$ 2.000 mensais, três vezes mais do que o instituto piauiense. Já o Vértice, terceiro lugar no ranking, cobra R$ 3.000 de seus alunos.

O Dom Barreto foi fundado há mais de 60 anos, e seus diretores afirmam que o modelo de ensino é diferenciado - daí o bom desempenho no Enem. O instituto dá aulas para crianças no ensino infantil (a partir de um ano e oito meses), para o ensino fundamental e o ensino médio.



No total, são cerca de 3.300 alunos que estudam por até 8h diárias, de segunda a sábado. A fila de espera do colégio registra uma média de 15 a 20 alunos por vaga. Segundo a direção da escola, dos 136 alunos que prestaram o vestibular, 90% foram aprovados em universidades públicas.

Marcela Rangel, coordenadora do Instituto, afirma que o destaque da escola sempre é motivo de orgulho para os professores, alunos e também para o Estado.

- É o reconhecimento de muito trabalho, do trabalho dos professores, do esforço dos alunos. Isso ajuda para o histórico do instituto também. E isso é motivo de mais cobrança, sem dúvida. Isso acaba aumentando a nossa autoestima, sem falar que o Piauí aparece no cenário nacional.

A escola marcou 681,2 pontos em ciências da natureza, 728,1 em ciências humanas e 656,5 em linguagem e códigos, 717,9 em objetivas, além de 790,3 em redação. No entanto, o ponto forte dos alunos é matemática, área onde o Dom Barreto alcançou média de 805,8 - a nota mais alta dentre as matérias.


Estudantes participam de atividade no Instituto Dom Barreto

Marcela conta que a meta é sempre tentar formar alunos que possam sonhar e conquistar uma boa faculdade. Para isso, o Dom Barreto costuma viajar para outros Estados com o objetivo de conhecer os métodos de outras escolas reconhecidas no país.

- Nós fazemos o trabalho de ir para várias capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, para conhecer as escolas e ver o que elas têm de diferente para que possamos trazer para a nossa.

Para evitar distorções, consideramos o corte de 50% ou mais de participação dos alunos no Enem como forma de comparar escolas em situação parecida. A recomendação vem do ministro da Educação, Fernando Haddad, que sugeriu ser "coerente" comparar escolas dentro da média nacional de participação. Os dados do Enem são de 2010, os últimos divulgados pelo MEC (Ministério da Educação). As notas das escolas tipo EJA (Ensino de Jovens e Adultos, o antigo supletivo) não foram divulgadas.

Livros

Um aspecto que chama a atenção é a quantidade de livros que os alunos leem durante o mês: são pelo menos 15. Rawlinson Medeiros, professor de física, explica que como os estudantes estão no colégio há bastante tempo, não é uma tarefa complicada.

- Como eles começam bem cedo [na escola], então são ensinados a aumentar a carga de materiais. Eles passam oito horas por dia na instituição, o que faz com que eles estudem mais, até mesmo em casa, revisando o conteúdo. Isso equivale também para as provas surpresas que são aplicadas para medir como estão as aulas, como está sendo o aproveitamento dos alunos e sempre temos resultados positivos.



Medeiros deixa em destaque que a maioria dos professores começou na escola como aluno.

- A escola investiu nisso, oferecendo cursos, especialização e até mestrado. Alguns professores têm doutorado. Pelo menos 90% começaram aqui na escola. Sem falar que eles confiaram muito no meu potencial.

Futuro

O ex-aluno Eduardo Filho, de 19 anos, que estudou no Instituto de 1995 até 2010, passou no vestibular para engenharia civil na UFPI (Universidade Federal do Piauí) e conta que o estudo é o grande diferencial.

- É um ensino que não nivela o ensinamento por baixo, além de ter uma carga de conteúdo acima da media. A escola conta com uma das melhores equipes de matemática do Piauí. O foco é puxado para as matérias de exatas, justamente para dar o diferencial no raciocínio lógico e como são as três matérias que têm a média abaixo das demais, eles puxam mais mesmo.


Eduardo, que passou em três cursos, disse que nunca foi destaque entre os melhores alunos da sala dele, mas que conseguiu uma boa posição no resultado do vestibular.

- Passei em direito, mas não me identifiquei. Então vi que o que eu queria mesmo era engenharia civil. Os professores criam uma intimidade com o aluno que chega a ser de amizade mesmo, uma proximidade que permite um aproveitamento melhor do conteúdo.

Fonte;teens180.com

Educação : Ouro Preto
Enviado por alexandre em 13/09/2011 09:46:27



Fracasso da Educação de Ouro Preto é revelado na prova do ENEM

O Ministério da Educação divulgou, nesta segunda-feira, o resultado do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), e foi dividido pela porcentagem de participação dos estudantes no exame cujos dados referentes a Rondônia revelam o verdadeiro fracasso da educação no Estado. O resultado revelou o que todos já sabiam, mas os técnicos do governo do Estado, sempre procuraram maquiar os dados, com informações genéricas para o fracasso da Educação na rede pública de ensino aonde o lema é “professor finge de leciona e o aluno finge de aprende”.

Em Ouro Preto do Oeste o ENEM revelou o fracasso total da Educação que é dada aos alunos com números preocupantes e que precisam de uma ação seria por parte do Governo do Estado através da Secretaria Estadual de Educação - SEDUC. A melhor escola do ensino público estadual foi a Escola Joaquim de Lima Avelino que ficou na 39ª posição ( O Estado de Rondônia possui 1.274 escolas públicas), em seguida ficou a Escola 28 de Novembro na 69ª posição, depois a Escola Monteiro Lobato na 102ª posição. As Escolas: Aurélio Buarque de Holanda, Joaquim Nabuco, Horácio Carelli Mendes e Fernando de Azevedo não aparecem nos dados fornecidos pelo MEC.

A melhor escola de Rondônia foi uma privada de Porto Velho Centro de Ensino Classe A e pública foi a Escola João Bento da Costa que ficou na 21ª posição, já que o Campus Federal de Colorado do Oeste ocupou a 16ª posição. Espera-se que a partir dos dados do MEC o governador Confúcio Moura que prega através do seu portador de recado, ou seja, o famoso blog sai do discurso e passe a pratica. Exigindo responsabilidade de todos principalmente dos educadores, do contrário a Educação de Rondônia vai descer de ladeira abaixo sem freio.


Autor: Alexandre Araujo/ouropretoonline.com

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