Coluna Da Lara - O que estava dentro saiu e o que estava fora voltou! - Notícias
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Coluna Da Lara : O que estava dentro saiu e o que estava fora voltou!
Enviado por alexandre em 16/11/2015 17:15:32

O que estava dentro saiu e o que estava fora voltou!

“... estava morto e viveu de novo, estava perdido e foi achado.”
Lucas 15:32

Na terceira parábola, Jesus falou sobre uma família: pai e dois filhos. O filho mais novo, cansado das arbitrariedades aparentes de seu pai, achando que tinha condições de dirigir asua vida sozinho, decidiu pedir a parte que lhe cabia da herança.
No Oriente,os filhos poderiam reclamar sua herança com o pai ainda em vida (era constitucional), mas essa era uma atitude malvista pela sociedade, pois o filho que assim procedia estava desconfiando do pai em relação à sua honestidade quanti à partilha dos bens (não era politicamente correto).

Como o filho mais velho tinha direito de ficar com o dobro dos outros, o filho pródigo (o mais novo) levou consigo a terça parte dos bens de seu pai.
Os jovens, quando saíam de casa, geralmente iam para Roma ou Atenas, as cidades que tinham os maiores divertimentos para eles na época. O jovem, rapidamente, gastou todos os bens que o pai lhe tinha dado, achando que estava aproveitando a vida, mas se deparou com dois problemas: (a) ficou sem dinheiro e (b) houve uma grave crise financeira na região.

Nesse momento os amigos desapareceram. Ele se sentiu só. E o moço não sabia o que fazer para obter alimento. Ele passou a competir com os porcos por comida, algo impensável entre os judeus, pois não apenas não cortavam caminho quando viam um porco, mas também mudavam de rumo. Isso demonstra quão distante foi esse filho.

Mas ele resolveu voltar para casa, imaginando poder ter uma vida melhor como servo de seu pai. A caminhada foi longa. De repente, à distância, o pai identificou uma silhueta conhecida. Era o filho. O velho homem correu ao seu encontro e o acompanhou de volta para casa, colocou uma capa em seus ombros (isso representa a justiça de Jesus, que nos é oferecida gratuitamente) e pôs o anel com o selo da família em seu dedo (isso significa reintegração à sua condição de filho). O pai não permitiu que o filho entrasse em casa da maneira como veio, sujo e malcheiroso, para ser envergonhado (Deus nos cobre com Sua justiça quando decidimos voltar para casa).

Então, o pai fez uma festa. Serviu uma refeição. Ele queria dizer ao filho: “Quero que fiquemos próximos, que sejamos amigos íntimos um do outro, pois você é meu filho”. Mas a história não termina aqui. Quando o outro filho chegou à porta de casa, não entrou. Ficou triste com a volta do irmão.
Como vimos, uma das cerimônias mais importantes para o judeu era o momento de comerem juntos. Uma refeição falava de intimidade, de relacionamento. O pai procurou convencer o filho a entrar para também se sentar à mesa com ele, mas a história termina antes de sabermos a decisão que ele tomou (infelizmente, tudo indica que ele tenha escolhido não se relacionar com o seu pai, negando o convite para o jantar).
As atitudes do irmão mais velho representavam a atitude dos fariseus.

Ele estava trabalhando, sendo zeloso com o serviço do pai, mas não servia por amor e sim por obrigação. Ele acusa o irmão e se mostra como padrão de conduta. Lucas 15:12 nos mostra algo interessante: o pai repartiu a herança entre os dois filhos, e não deu a parte apenas do caçula. Ou seja, o filho mais velho também havia recebido a sua parte na herança. Mesmo assim, ele reclamou de não ter recebido nada.
Lição da terceira parábola: o filho que estava dentro saiu, o filho que estava fora voltou (há publicanos ou perdidos dos dias de hoje que se salvarão e há fariseus ou ‘salvos’ modernos que perderão a salvação).

Não existe diferença entre aquele que está fora ou aquele que está dentro, se não tiver comunhão com o Pai. Qual é a verdadeira religião de Jesus? Comunhão e intimidade, como em uma refeição.

(ERTHAL, 2012, P. 40 e 41)
Princesa do Senhor

Coluna Da Lara : Perdidos fora do aprisco.
Enviado por alexandre em 27/09/2015 19:31:57

Perdidos fora do aprisco.

“Quando a encontra (a ovelha), fica muito contente e volta com ela nos ombros. Chegando à sua casa, chama os amigos e vizinhos e diz: Alegrem-se comigo, porque achei a minhaovelha perdida.”

 Lucas 15:5 e 6

            Na plateia de Jesus, havia muitos donos de grandes quantidades de ovelhas. Sendo assim, a parábola a ser contada por Jesus seria de fácil compreensão, principalmente para eles.

            Um homem possuía um excelente patrimônio: 100 ovelhas. Nos tempos de Jesus, uma centena de ovelhas era considerada um grande rebanho.

            No fim de cada dia, o pastor contava as suas ovelhas, para se certificar de que nenhuma delas tinha se desgarrado. Por mais que a perda de uma ovelha possa não significar muito para nós, para o pastor ela valia muito.

            Então, um dia, ao fazer sua contagem, o pastor percebeu que uma ovelha se desgarrara do grupo: isso representava 1%. Uma perda quase insignificante, percentualmente falando. Mas, quando se trata de salvação, 1% é importante, afinal, aquela era uma parábola que não falava apenas de salvação de ovelhas, mas de salvação de pessoas.

            Na parábola, o pastor saiu à procura da ovelha. Por que ele fez isso? Porque ovelhas são diferentes dos outros animais. Ovelhas são animais débeis – não conseguem voltar quando se perdem do rebanho.

            Jesus disse que é o nosso Pastor e que somos Suas ovelhas. Ficamos felizes com essa expressão quase poética, mas, quando nos consideramos ovelhas, precisamos saber o que significa isso: ser débil, frágil, pouco inteligente, que precisa de alguém para encontrar o caminho.

            O pastor saiu, desesperadamente, que sabe à noite, gritando por sua ovelha! Ele a chamou pelo nome. Mas ela estava muito distante. Estava escuro e frio. Não havia iluminação pública naquele local e naquele tempo. O pastor estava fraco. Sua voz estava cada vez mais rouca, mas ele continuava chamando. Então o pastor ouviu um balido ao longe. Ele viu revigoradas as forças e encontrou, finalmente, sua ovelha entre espinhos, à beira de um despenhadeiro. Levou-a de volta, curou suas feridas e a reintegrou ao aprisco.

            A ovelha significa o pecador separado de Deus e exposto à ruína do mundo. Longe de Deus, ele está sem cuidado,sem proteção, à mercê da própria sorte.

            O fato de o pastor ir à busca de sua ovelha choca o conceito dos que espionavam a Jesus (escribas e fariseus), que excluíam os considerados pecadores de seu grupo. O bom pastor mostra que se importa com cada um de maneira individual, não importando sua condição – mesmo que esteja perdida (fruto do pecado).

            Assim como as ovelhas desgarramo-nos facilmente do nosso Pastor. Assim como para as ovelhas, muitas vezes, o caminho de volta é difícil e doloroso para nós, e não temos forças para retornarmos sozinhos.

            Jesus busca ovelhas que estão fora do redil (será que poderíamos chamar o redil de igreja em nossos dias?). A iniciativa de salvação é divina. Ele vai atrás de Suas ovelhas, pois fora desse aprisco não há salvação.

Há perdidos fora do aprisco de Deus!

(ERTHAL, 2012, P. 42 e 43)

Princesa do Senhor

 

Coluna Da Lara : Perdidos dentro de casa “Alegrem-se comigo porque achei a minha moeda perdida.” Lucas 15:9
Enviado por alexandre em 20/09/2015 14:01:05

Perdidos dentro de casa

“Alegrem-se comigo porque achei a minha moeda perdida.” Lucas 15:9

            A segunda parábola de Jesus na busca de dar uma resposta aos escribas e fariseus e de nos ensinar a respeito da verdadeira religião fala de uma mulher que possuía 10 dracmas. Aqui encontramos as primeiras diferenças em relação à primeira parábola, a da ovelha perdida: há um homem na primeira (o pastor) e uma mulher na segunda. Homens tinham valor naqueles dias, mulheres não tinham nenhum valor. O homem era rico (tinha 100 ovelhas), a mulher era pobre (tinhaapenas 10 moedas).

            Em uma progressão lógica, o número total baixa de 100 para 10, bem como o valor dos objetos perdidos. Uma dracma tem um valor insignificante. Cada dracma custaria hoje poucos centavos de Real, algo irrisório.

            Quando uma menina judia se casava, começava a usar na cabeça uma espécie de diadema com dez moedas de prata para indicar que agora era uma esposa. Era a versão judaica da aliança de casamento, e seria uma verdadeira tragédia perder uma dessas moedas.

            Talvez a indicação de casada que essa mulher possuía fosse seu único bem. Mas uma moeda se perdeu. E, embora a perda tenha sido de pouco valor monetário, representava 10% do que ela possuía. Percentualmente, é um valor mais alto do que a perda que o pastor de ovelhas teve (1%).

            As casas na Palestina eram escuras, de modo que a mulher precisou acender uma candeia (espécie de lampião) e procurar por toda a parte até achar a moeda perdida. Ela varreu toda a casa, buscando aquela moeda por todos os cantos. Que alegria pôde ser percebida em seu rosto quando encontrou a dracma perdida!

            É interessante que a moeda não sabia que estava perdida, apenas a sua dona sabia disso. Alguns filhos de Deus, que estão em Sua casa, não percebem que estão perdidos. Apenas Deus sabe que eles estão nessa situação, e Ele faz o mesmo esforço daquela mulher em busca do Seu tesouro (somos moedas de pouco valor, mas consideradas por Deus de maneira única!)

            Essas duas parábolas (a da ovelha e a da dracma perdida) nos ajudam a entender o que é estar perdido. É estar fora do lugar. As ovelhas devem estar juntas umas das outras, e as moedas devem estar presas às correntes. Qualquer estado diferente desse é estar perdido.

            A ovelha pode ser comparada aos publicanos (perdidos fora) e a moeda,, aos fariseus (perdidos dentro).

            Nessas duas primeiras parábolas, vemos que Jesus está em busca dos que estão perdidos, em qualquer situação. Os inimigos de Jesus ficaram revoltados, pois na teologia deles não havia lugar para isso (eles imaginavam os pecadores como definitivamente perdidos e a si mesmos como perpetuamente salvos).

            Há uma frase que chama muito a atenção quando pensamos a respeito de Jesus buscando os perdidos. Com ela, podemos compreender bastante a respeito do que significa a verdadeira religião para Ele: “Não importa quem seja o pecador que se arrependa (estando dentro ou fora), no Céu a festa é sempre a mesma.”

(ERTHAL, 2012, P. 44 e 45)

Princesa do Senhor

 

 

Coluna Da Lara : Convidados para uma grande festa!
Enviado por alexandre em 05/09/2015 18:55:27

Convidados para uma grande festa!

“Felizes os que irão sentar-se à mesa no Reino de Deus!”                Lucas 14:15

            Jesus contou a história de uma festa: “Certo homem convidou muita gente para uma festa que ia dar. Quando chegou a hora, mandou o seu empregado dizer aos convidados: ‘Venham, que tudo está pronto!’ Mas eles, um por um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse ao empregado: ‘Comprei um sítio e tenho de dar uma olhada nele. Peço que me desculpe’ Outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois e preciso ver se trabalham bem. Peço que me desculpe. E outro disse: ‘Acabei de casar e por isso não posso ir.’ O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Ele ficou indignado e disse: ‘Vá depressa pelas ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.’ Mais tarde o empregado disse: ’Patrão, já fiz o que o senhor mandou, mas ainda está sobrando lugar.’ Aí o patrão respondeu: ‘Então vá pelas estradas e pelos caminhos e obrigue os que você encontrar ali a virem, a fim de que a minha casa fique cheia. Pois eu afirmo a vocês que nenhum dos que foram  convidados provará o meu jantar!” (Lucas 14: 16-24)

            De acordo com ERTHAL(2012, P. 38), comida era algo muito rara no Oriente Médio. Era apenas para saciar a fome, e não poderia ser desperdiçada. Quando uma pessoa ia dar uma festa, fazia dois convites: o primeiro erafeito por um empregado e aqueles que confirmavam tinham o seu nome anotado em uma lista. A quantidade de comida era feita com base naqueles que tinham confirmado a presença. Diferentemente do nossos dias, em que o importante é que sobre, nos dias de Jesus sobrar comida era sinal de desperdício. No dia da festa, o servo ia até a casa daqueles que haviam confirmado presença – o segundo convite. Se um dos convidados dissesse que não iria, trará um grande problema para o dono da festa, pois a sobra de sua porção traria ao anfitrião a fama de desperdiçador. Precisaria haver um motivo muito urgente para cancelar a participação nesses eventos. Quanto aos presentes na hora da festa, cada um ia receber sua porção, a quantidade exata, sem poder repetir. Apenas o primogênito recebia duas porções.

            Como podemos ver no relato citado, na hora do segundo convite os convidados cancelaram sua participação na festa. Desculpas esfarrapadas foram dadas: o primeiro homem disse que comprara um campo, e precisou ir vê-lo. Isso não fazia sentido: uma pessoa queiria comprar um campo arava a terra nas quatro estações do ano para ver se a terra era boa. Depois, ia até uma espécie de cartório da época para ver se a terra não tinha herdeiros. Após pelo menos um ano o homem comprava a terra. Não poderia ter comprado um campo minutos antes da festa. O segundo convidado disse que havia comprado cinco juntas de bois e precisava ver se os animais trabalhavam bem. Isso também não fazia sentido. Teria ele comprado os bois sem tê-los visto antes? Seria o mesmo que comprar um carro por telefone sem saber nada a seu respeito. A terceira desculpa é a pior de todas. No texto original, lemos “estou em núpcias com uma mulher”. Mulheres não eram citadas em público nesse contexto por questão de respeito. Na tradução mais exata dá a entender que ele se encontraria com uma garota de programa, e que isso é mais importante do que estar na festa. Assim, o anfitrião ordenou que fossem convidados todos os que estivessem pelas ruas, para não ficar em situação constrangedora com a sobra de alimentos.

            O que isso significa para nós hoje? Aceitar o primeiro convite de Jesus é relativamente simples. Vamos à igreja, cantamos no coral, participamos de atividades sociais que são promovidos pelos irmãos e amigos. No primeiro convite, “é só dar o nome para colocar na lista”. Não é preciso extremo comprometimento com Ele para aceitar o primeiro convite. A questão é: e o segundo convite? Nos momentos em que seremos submetidos às mais duras provas, estaremos com Jesus, ou daremos desculpas esfarrapadas? O que é mais importante para nós? (ERTHAL, 2012, P. 38 e 39)

 

Princesa do Senhor

Coluna Da Lara : Coluna da Lara
Enviado por alexandre em 29/08/2015 21:59:19

Prêmio Maior                                                                                                        (Parte 2)

“Esforça-te e anima-te, porque tu meterás os filhos de Israel na terra que lhes jurei; e Eu serei contigo”

Deuteronômio 31: 23

O homem que soube administrar aquela multidão, não soube controlar seus próprios sentimentos. Seu erro não se resume apenas em ferir uma rocha, vaidade e autossuficiência foram responsáveis pelo seu pecado. Mesmo sendo tão fiel, Moisés foi enganado por ele mesmo e sofreu as consequências. Muitas vezes pensamos que sabemos exatamente como agir e de repente nos deparamos que fogem do controle. Podemos colocar tudo a perder através de pequenos atos ou palavras.

“Ao olhar o povo para o idoso homem, que tão em breve deles seria retirado, lembravam-se, com uma nova e mais profunda apreciação, de sua ternura paternal, de seus sábios conselhos, e de seus incansáveis labores. Quantas vezes , quando os seus pecados haviam atraído os justos juízos de Deus, as orações de Moisés prevaleceram junto dEle para os poupar! Seu pesar acrescia pelo remorso. Amargamente lembravam-se de que sua própria perversidade havia provocado Moisés a cometer o pecado pelo ual devia morrer.” (PESCUMA, 2015)

Diante de Seu trono, Deus observa o cotidiano de cada indivíduo, e como um verdadeiro Pai, espera que façamos escolhas corretas e vivamos bem. Assim como o povo de Israel, estamos como estrangeiros em viagem para a Terra que o Senhor preparou para nós, a Canaã celestial.

“Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal; porquanto te ordeno hoje que ames ao Senhor teu Deus, que andes nos Seus caminhos, e que guardes os Seus mandamentos, e os Seus estatutos, e os Seus juízos, para que vivas e multipliques e o Senhor teu Deus te abençoe na terra a qual entras a possuir.” (Deuteronômio 30: 15,16)

Nossos planos nem sempre são os planos de Deus. Viver em comunhão com o Pai é decisivo para aceitar Sua vontade em nossa vida! Hoje Moisés vive na Terra Prometida por Deus, a qual Ele promete a todos aqueles que nEle crerem

Princesa do Senhor. 

 

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