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Saúde Bem Estar : Refrigerante mata mais de 184 mil pessoas por ano, segundo estudo
Enviado por alexandre em 24/08/2015 22:30:02

Refrigerante mata mais de 184 mil pessoas por ano, segundo estudo

Refrigerante mata mais de 184 mil pessoas por ano, segundo estudo
Foto: Getty Images
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que o consumo de refrigerante leva 184 mil pessoas à morte anualmente. Publicado no periódico Circulation, o estudo utilizou a Global Burden of Diseases, Injuries and Risk Factors 2010, uma análise internacional atualizada periodicamente. Foram utilizados dados sobre a ingestão de bebidas açucaradas de 62 estudos sobre dieta, com a participação de 600 mil pessoas de 51 países, entre 1980 e 2010. Os cientistas concluíram que o consumo de refrigerantes causa 133 mil mortes por diabetes, 45 mil por doenças cardiovasculares e 6.450 por câncer. Só nos Estados Unidos, são cerca de 45 mil óbitos ao ano.

Saúde Bem Estar : Seis a cada dez brasileiros adultos estão com excesso de peso, revela pesquisa
Enviado por alexandre em 21/08/2015 22:28:00

Seis a cada dez brasileiros adultos estão com excesso de peso, revela pesquisa


A terceira edição da PNS 2013 (Pesquisa Nacional de Saúde), realizada por pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e divulgada nesta sexta-feira (21), revela um dado alarmante: a proporção de brasileiros adultos (com 20 anos ou mais) com excesso de peso chegou a 58,6%. Na prática, a cada dez pessoas, seis têm problemas com a balança. A cada amostra realizada pelo instituto, o dado piora. Há dez anos, a POF (Pesquisa de Orçamento Familiares) apontava que a quantidade de brasileiros adultos com excesso de peso era de 42,3%. Já entre 2008 e 2009, o indicador atingiu 50%. Em dez anos, o crescimento foi de pouco mais de 16 pontos percentuais. O tema da nova edição da PNS foi "Ciclos de Vida", e foram investigados os seguintes temas: pessoas com deficiência, saúde dos idosos, saúde da mulher, saúde das crianças com menos de dois anos e antropometria e pressão arterial. Foram entrevistados pelo IBGE cidadãos de pouco mais de 80 mil domicílios.

Saúde Bem Estar : Exercício excessivo faz mal ao coração? Conheça os perigos do overtraining
Enviado por alexandre em 20/12/2014 18:20:00

Exercício excessivo faz mal ao coração? Conheça os perigos do overtraining


O coração de atleta é um termo usado em cardiologia para descrever de forma abrangente todas as modificações na forma e funcionamento do coração de atletas bem treinados. Quando uma pessoa é submetida a qualquer atividade repetitiva acontecem duas coisas: desgaste e adaptação. O desgaste pode ser observado mais facilmente por dores articulares em joelhos de corredores ou cotovelos de tenistas e golfistas. Isso pode ser prevenido evitando abusos e utilizando proteção adequada dos membros. A adaptação é mais facilmente observada na hipertrofia muscular em halterofilistas e no rearranjo das traves fibrosas ósseas para suportar melhor impacto durante o crescimento. O coração, como o músculo que é, também sofre adaptação quando é submetido a estresse repetido. As mudanças mais comuns são:

- Redução da frequência cardíaca: sinais de que o sistema nervoso autônomo parassimpático já se acostumou com a sobrecarga de adrenalina e aprendeu a balancear a frequência do coração e seus efeitos deletérios;Hipertrofia do miocárdio: o músculo aumenta sua massa para melhorar a performance e se adaptar ao alto fluxo durante o esporte;

- Sopros: podem ser causados pela hipertrofia, mais raramente, ou pelo fluxo aumentado. Devem ser avaliados com cuidado, pois sua presença pode não ser benigna;Arritmias cardíacas: aqui a adaptação já começa a se tornar desgaste. O coração sob estresse intenso pode não tolerar mais o esforço e criar batimentos prematuros ou arritmias mais graves. Esses devem ser sinais de alerta para o descondicionamento ou investigação adicional. A preocupação com o coração do atleta vem das características em comum entre este e uma doença grave chamada miocardiopatia hipertrófica, que é um distúrbio genético que faz com que o músculo hipertrofie mesmo sem necessidade. É uma doença relativamente comum na população geral, e os portadores desta apresentam alto risco de morte se submetidos à atividade física extenuante. Acredita-se que a maioria dos atletas que morrem subitamente durante a atividade física tem alguma doença genética (como miocardiopatia hipertrófica ou síndrome do QT longo), que talvez pudesse ter sido identificada em exames de rotina, como ECG ou ecocardiograma. É possível (e necessário) afastar a doença cardíaca antes de começar a praticar atividades de alta performance. A consulta m

Saúde Bem Estar : De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros fazem pouca atividade física
Enviado por alexandre em 14/12/2014 01:58:46

De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros fazem pouca atividade física


 
De acordo com o IBGE, 46% dos brasileiros fazem pouca atividade física
Foto: Reprodução
Quarenta e seis em cada 100 brasileiros não fazem atividade física suficiente no lazer, no deslocamento ou no trabalho, revela a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada na última quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, para ser suficiente, a atividade física tem de ser praticada pelo menos 150 minutos por semana. Segundo o levantamento, o percentual de pessoas que praticam atividades físicas no lazer vai diminuindo de acordo com a faixa etária. De 18 a 24 anos, a proporção é 35,3%. As taxas vão caindo para 25,5% (de 25 a 39 anos), 18,3% (de 40 a 59 anos) e 13,6% (de 60 anos ou mais). “Sabemos que o sedentarismo está associado a uma série de doenças e precisa ser encarado como um problema de saúde pública. Por isso, é fundamental o desenvolvimento de atividades físicas desde a idade escolar", afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Segundo Chioro, manter práticas físicas diárias e saudáveis é um desafio de vida para cada brasileiro e requer uma cultura. A pesquisa também mostrou que 28,9% dos brasileiros assistem à televisão pelo menos por três horas durante o dia. “Caminhar mais, descer mais as escadas e ficar menos tempo em frente à televisão porque isso faz muito bem à saúde”, recomendou o ministro.

Saúde Bem Estar : Sete dicas para baixar o nível de triglicérides do sangue
Enviado por alexandre em 07/12/2014 01:40:29

Sete dicas para baixar o nível de triglicérides do sangue


Receber o diagnóstico de colesterol alto vira alvo de grande preocupação para muitas pessoas. O mesmo nem sempre acontece com aquelas que descobrem ter alto nível de triglicérides - ou triglicerídeos - no sangue. Menos agressivos, os triglicérides costumam ser ignorados por muitos, mas eles também são perigosos se não controlados: aumentam os riscos de doenças coronarianas e até de desenvolver diabetes. O endocrinologista Amélio Godoy Matos, que já foi presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que os triglicerídeos são um tipo de gordura proveniente da ingestão de carboidratos e da própria gordura. Assim, ele está presente em cerca de 90% da nossa alimentação, enquanto o colesterol pode ser encontrado em apenas 10% dos alimentos ingeridos. Ainda assim, as melhores formas de baixar o nível de triglicérides não se restringem apenas à alimentação. Confira sete dicas que ajudam a controlar a taxa dessa gordura.

1. Carboidratos - Os triglicerídeos são originados de duas maneiras: pela ingestão de alimentos ricos em gordura ou pela sintetização de carboidratos no fígado. Dessa forma, uma das primeiras recomendações médicas para baixar o nível de triglicérides é criando uma dieta balanceada e, claro, com baixo teor de carboidratos, aponta o endocrinologista Amélio. Isso inclui massas, frutas e tubérculos, como a batata.

2. Exercícios - "Excesso de peso é a principal causa de aumento de triglicerídeos no sangue", explica Amélio Godoy. Por isso, aliar uma dieta equilibrada à prática de exercícios físicos, de preferência aeróbicos, é a melhor maneira de combater o alto nível de triglicérides, uma vez que ele aumenta a queima de gordura corporal.

3. Verduras e legumes - Verduras e legumes também não podem faltar no cardápio. "Alguns deles até apresentam uma porcentagem considerável de carboidratos, mas, ainda assim, serão sempre mais bem-vindos do que alimentos processados, como pães e massas', explica o endocrinologista Amélio.

4. Álcool - "Bebidas alcoólicas são altamente calóricas, estimulando a produção de triglicerídeos e por isso, devem ser evitadas', aconselha o profissional. Uma latinha de cerveja, por exemplo, tem 147 calorias; uma taça de vinho tinto seco, 107 e uma única dose de uísque, 240 calorias.

5. Ômega três - Peixes, como salmão e atum, são alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3, uma gordura insaturada, que reduz o nível de triglicérides do sangue. Assim, seu consumo sempre deve ser priorizado quando a outra opção for uma carne vermelha. Lembre-se, apenas, de preparar o peixe de forma que ele fique com baixo teor de gordura, sendo a melhor alternativa grelhá-lo.

6. Açúcar - Outro alimento que deverá ser controlado são os doces, já que o açúcar é um tipo de carboidrato. No organismo, ele é quebrado e transformado em partículas menores que serão absorvidas. O problema é que essa absorção estimula a produção de triglicerídeos pelo fígado. Além disso, há um depósito dessa gordura no pâncreas que atrapalha o funcionamento das células de insulina, fazendo com que a taxa de glicose no sangue também aumente.

7. Tabagismo - O tabagismo aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes, sendo um hábito prejudicial que potencializa os prejuízos causados pela alta taxa de triglicerídeos no sangue. Assim como o açúcar, ele causa resistência de insulina devido ao acúmulo de gordura no abdômen.

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