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Urgente : O voto ainda é a grande arma do eleitor para punir políticos
Enviado por alexandre em 28/10/2017 00:18:42


As constantes campanhas pedagógicas que tem sido feitas no País, buscando sensibilizar o eleitor a votar de forma consciente e não se deixar levar por favores ou vantagens pessoais, ainda constituem o grande instrumento para sensibilizar recalcitrantes ou desinformados e, por via de consequência, para punir políticos com mandatos que traem a confiança e as expectativas da opinião pública. Muitas das escolhas erradas ou equivocadas que têm sido feitas para cargos eletivos poderiam ter sido sumariamente evitadas se proliferasse a conscientização plena dos eleitores.

Ainda ontem, em entrevista que concedeu por telefone a uma emissora de rádio de João Pessoa, o procurador Deltan Dallagnol, um dos expoentes da força-tarefa da Operação Lava-Jato, insistiu na assertiva de que o voto é que pode mudar a situação no Brasil. Ele foi enfático ao reconhecer a importância que a Lava-Jato tem tido para coibir abusos e para flagrar corruptos mas fez questão de ressaltar que ainda são necessários novos passos, que passam, principalmente, pela população. Ou seja, é chegada a hora do eleitor respaldar a legitimidade das investigações, defenestrando políticos que, mesmo acusados, mantêm-se impunes na vida pública, usufruindo regalias ou privilégios.

O marco da Lava-Jato está na punição severa aplicada a parlamentares que exercem mandatos, na Câmara Federal e no Senado, bem como integrantes e ex-integrantes de governos que se instalaram nos últimos anos nos centros de decisão. Pela primeira vez, na história brasileira, políticos de projeção dividiram com ex-ministros todo-poderosos e com empresários carimbados pela influência as celas de presídios construídos em diferentes espaços geográficos do país. As medidas tomadas reproduziram a mensagem que está expressa no enredo do filme “Polícia Federal – Ninguém está acima da Lei”. Até um ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi alvo de sentença condenatória, ainda que não tenha sido preso. Mas teve que prestar depoimentos em Curitiba, onde está a matriz da República contra a impunidade instaurada no Brasil.
Em termos textuais, foi assim que se manifestou o procurador Deltan Dallagnol, com a autoridade de coordenador da força-tarefa da Lava-Jato: “A Lava-Jato rompeu vários padrões de injustiça neste país; rompeu os padrões dos poderosos, tanto assim que estão sendo recuperados mais de R$ 10 bilhões. Os brasileiros precisam entender que é preciso parar de se vitimizar, de colocar sempre a culpa no passado do país. Em 2018, nós vamos ter a oportunidade de eleger novos representantes. E precisamos de pessoas com integridade na política”. Por ter empregado uma metodologia prática, de resultados, a Operação Lava-Jato diferenciou-se de outros experimentos tímidos que foram testados no Brasil e que alimentaram a cultura da impunidade por não terem oferecido os resultados esperados.

Ainda Deltan Dallagnol: “Nós hoje temos um sistema em que a pessoa não só não é punida como sai com o bolso cheio de dinheiro. Precisamos inverter esta situação. E nós chegaremos a outro estágio colocando pessoas no Congresso com o passado limpo e que não tenham sido investigadas”. Como o procurador enfatizou, o Brasil sempre se caracterizou por ser um país em que os principais líderes estavam comprometidos com a corrupção. A diferença é que, hoje, há uma mensagem de esperança para o futuro. “Nós vimos boa parte da elite econômica e política se unindo para roubar a nação. Por muito tempo, os representantes dessas elites garantiram a própria impunidade até que de um tempo para cá houve um reforço das leis. Isto veio como um sopro de esperança para os brasileiros, deixando patente a mensagem de esperança de que é possível mudar”.
Um outro aspecto que chama a atenção no posicionamento do procurador da Lava-Jato é a constatação de que os executores da Operação não estão cometendo atos de heroísmo, mas cumprindo deveres que durante muito tempo foram segregados por causa da vigência da cultura da impunidade. “Os heróis são os cidadãos brasileiros que têm o poder de mudar a nossa realidade”, compara Deltan Dallagnol. A perspectiva de realização de eleições gerais no próximo ano é uma promissora coincidência para brasileiros de variados extratos sociais e faixas etárias: a coincidência com o combate à impunidade. Este deve ser o corolário da manifestação de voto que os eleitores exercerão, renovando a representação política e escoimando-a de vícios até então enraizados.

Nonato Guedes

Urgente : POBRE BRASIL: MUDEM O NOME DA CORTE, POIS SUPREMO NÃO É – Por Fernando Brito
Enviado por alexandre em 12/10/2017 16:56:24


“Nada mais definidor da pequenez alcançada pelo Supremo Tribunal Federal que o julgamento de ontem”, analisa o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, sobre julgamento que livrou Aécio Neves do afastamento do mandato; “O que se pode dizer de um julgamento onde, sem passionalismos, só do voto de Gilmar Mendes se extrai algo de significativo contra o império judicial que se instalou neste país?”, questiona

Nada mais definidor da pequenez alcançada pelo Supremo Tribunal Federal que o julgamento de ontem. Cumpriu-se a primeira parte do que se disse ontem, cedo, aqui. Falta a segunda, na qual o Senado acoitará Aécio Neves.

Abstraindo-se o fato de que metade dos votos, pelo menos, a favor da não-cassação provisória de Aécio Neves – e tanto entre os que a sustentaram quanto aqueles que a ela se opuseram – foram dados não à tese de que o STF pode (ou não pode) cassar de ofício o exercício de um mandato parlamentar sem as constitucionais prisão em flagrante e sentença de culpa criminal apenas em função, para o bem e para o mal, da figura de Aécio Neves e sua plumagem tucana.

Fosse um petista, provavelmente os votos contrários a isso se resumiriam a Marco Aurélio Mello e a Ricardo Lewandowski.

O resto seguiria a miúda e rangente argumentação de Edson Fachin, uma alma cuja grandeza precisa de lupa para ser medida, aos argumentos pavoneados de Luiz Roberto Barroso, um homem que precisa de binóculos ao contrário para que se possa enxergar de todo o seu ego e à fúria outonal de Celso de Mello, um dócil que se torna valente diante do poder fraco que tem agora diante de si.

O que se pode dizer de um julgamento onde, sem passionalismos, só do voto de Gilmar Mendes se extrai algo de significativo contra o império judicial que se instalou neste país?

Embora ele mesmo seja um praticante disso, ao menos reconhece que o STF tem adotado “o direito constitucional da malandragem, que permite que a mesma norma sirva para uma e para outra situações diferentes.”

O final da sessão foi, com certeza – e olhe que acompanho, talvez por masoquismo, diversos julgamentos do TSE – coisa de dar vergonha a conchavos de movimento estudantil.

Empatada em cinco a cinco a decisão de se o Supremo precisaria submeter ao parlamento decisões que, na prática e por tempo indeterminado, significam a cassação do mandato eletivo -depois de um voto absolutamente arrogante de Celso de Mello, que teve como florão a frase “a Constituição é aquilo que o Supremo diz que é”, a Ministra Cármem Lúcia deu um voto “conta de chegar” completamente destituído de lógica.

Concordou com a submissão ao parlamento “apenas” quanto à cassação expressa do mandato, mas não com as demais medidas: recolhimento noturno, proibição de entrar em locais onde pudesse pra ticar infrações (neste caso, óbvio, o Senado) e proibição de falar com pessoas que o pudessem auxiliar (quem mais que os outros senadores e deputados?).

Quando um voto é desmontado pela inteligência paleozóica de um Alexandre de Moraes – “mas ministra, se a votação foi depois de seis da tarde, que mandato é esse onde ele não pode votar, porque está na hora de voltar pra cadeia noturna? – e pela fina ironia de Ricardo Lewandowski – é uma medida preventiva de “baladas”? – sinal de que se chegou ao fundo do poço.

Até o minúsculo Fachin, diante da afirmação de Carmem Lúcia de que concordava “em quase tudo” com seu voto, exceto na cassação formal do mandato, teve de dizer: “O ponto de divergência de Vossa Excelência é o ponto central do meu voto, portanto sou voto vencido”.
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A sorte é que Gilmar Mendes já tinha “dado nos calos”, porque senão teríamos assistido a um esmagamento deplorável da frágil senhora que preside a Corte.

Chegou-se, afinal, a um “voto médio” – curiosíssimo em matéria constitucional – de que não precisar-se-ia submeter ao parlamento qualquer medida restritiva que não afetasse, direta ou indiretamente o exercício do mandato. Isto é, qualquer uma.

Assistiu-se, ontem, à emenda trágica do soneto mal escrito de um Supremo que se acovardou diante do poder e do dever de ter decretado a prisão em flagrante de Aécio Neves – que várias vezes foi justificado na base do “prendemos os cúmplices, não poderíamos de fazer “alguma coisinha” com o mandante, como se o mandante não merecesse a mesma ou mais severa prisão que se impôs aos que executaram suas ordens.

Diante de um Supremo desta confusa mediocridade, mais próximo de uma discussão de botequim que de uma corte constitucional, não é de estranhar que um juiz temerário e decidido como Sérgio Moro atropele e reduza à condição de carimbadores de suas decisões.

Temos uma geração de governantes, parlamentares e magistrados que não tem princípios, pensamentos graúdos e fidelidade á Constituição. Apenas, como coelhos, praticam os arranjos da sua rasteira esperteza.

Pobre Brasil.

Fonte: TIJOLAÇO

Urgente : O JUIZ E A CURA GAY: Viadagem e exibicionismo panfletário só afronta mais do que convence. – Por Gilvan Freire
Enviado por alexandre em 25/09/2017 17:31:18


OS COSTUMES GAYS, A VIADAGEM DE MODA, AS REGRAS SOCIAIS, O JUIZ E A CURA E AS REAÇÕES DAS MINORIAS ORGANIZADAS

Nunca foi fácil vencer preconceitos arraigados milenarmente na cultura universal e nem parece ser possível abolí-los em breve tempo. A cultura dos povos é produto de fatos e fenômenos repetidos durante anos ou séculos a fio, que tomam as feições de verdade absoluta, impondo-se com força de lei.

Apesar disso, a ciência e o conhecimento vivem a desafiar essas coisas costumeiras, desfazendo os mitos e as ‘verdades’, dando lugar a grandes mudanças na capacidade de percepção e interpretação dos indivíduos.

E, veja-se, nem de longe o cérebro humano está perto de esgotar ao menos cincoenta por cento de sua capacidade de processar informações e de entender bem a si mesmo e o mundo exterior. Ou seja : ainda cabe nele uma imensidão de possibilidades de virar o universo às avessas, quebrando padrões e formas estabelecidas.

Nesse sentido, a compreensão contemporânea de que as sociedades humanas precisam salvar o planeta para garantir a permanência da espécie, obriga o entendimento de que a vida humana há de ser compartilhado com a vida vegetal e a vida animal, tal qual parece ser o sentido da obra do Criador.
Isso é revolucionário, conceitualmente falando, e remete a outra dimensão na forma de ver e entender o mundo.

Mesmo assim, são incontáveis os conflitos que os povos enfrentam quando se trata de abrir mão de suas regras costumeiras, especialmente quando os costumes estão baseados em princípios das religiões e crendices, notadamente quando confrontadas com as ciências e seus processos investigativos.

QUEM É O HOMEM ? Eis aí a questão principal e o material objeto da mais ampla cobertura analítica da pesquisa científica em todos os períodos da História Humana, envolvendo todos os ramos de todas as ciências, só tendo um concorrente distante que é entender o funcionamento do próprio Universo.

Os seres humanos são caracterizados em princípio pela tipologia anatômica, que faz deles, diferentemente dos animais e suas diversidades de formas, um elemento padrão, com formato pré-estabelecido, diferenciado apenas pela divisão macho-fêmea e na fisiologia dos aparelhos de reprodução .

É por isso que, ao longo da História Humana, desde os homens primitivos, as deformidades corporais criaram tanto espanto nas sociedades, chegando ao ponto assustador de crianças deformes serem condenadas sumariamente à morte, identificavas e jogadas nos abismos, como acontecia na Esparta antiga e Roma, antes do Cristianismo.

Não faz muito tempo. Em 25 de junho de 1939, Adolf Hitler ordenou ao médico nazista Karl Brandt que eliminasse Gerhard Krestschmar, a pedido de seu próprio pai, porque teria nascido cego, maneta, zambeta e idiota, um monstro no entender de seu genitor. A criança de apenas cinco meses foi executada com uma dose alta de Luminal.

Em 1 de setembro de 1939, no mesmo dia em que começou a II Guerra, o imperador dos infernos regulamentou seu programa de eutanásias, T4, destinado a matar todos os portadores de ‘ mongolismo, microcefalia, hidrocefalia, deformidades nos membros ou na coluna e paralisia’, dando aos médicos a capacidade de decidir, aplicando-lhes uma morte’ piedosa. A partir daí surgiram outros atrocidades inomináveis, inclusive contra os gays e os judeus, estes por intolerâncias raciais.

A LUTA DOS GAYS CONTRA AS DESCRIMINAÇÕES E A DITADURA DAS FORMAS ANATÔMICAS ESTABELECIDAS

É forçoso concluir de início que os gays não são deformes, não têm anomalias limitantes ou incapacitantes, razão talvez sobeja para encarar o fenômeno sob o ângulo da sexualidade e da afetividade, envolvendo prazer, comunhão de interesses e afeições. Lembrando, contudo, que entre os trans ocorrem mutilações e inovações artificiais que alteram o padrão anatômico.


Não é de surpreender que uma sociedade conformada com os biotipos consolidados, tenha intolerâncias de variados tons quando põe os olhos sobre os casos concretos, especialmente porque o ativismo gay enfrenta o problema pela forma da exibição pública, o meio que considera adequado para vencer as resistências e promover uma adaptação dos costumes.

Muito embora no reino animal seja frequente a prática da homosexualidade, em algumas espécies com índice bastantes elevados ,as razões são obviamente diferentes. Entre os indígenas também ocorre, valendo aí o mesmo padrão anatômico, havendo sentido cultural também muito diferenciado.

Em âmbito psicológico, onde residem possivelmente os maiores problemas, que dizem respeito ao duelo entre identidades em busca de autoafirmação, parece certo que a equação do fenômeno não está resolvida, subsistindo questionamentos que alimentam o imaginário coletivo, motivo suficiente para não ser se desprezar as prováveis calosidades psíquicas, sujeitas ainda a observação e estudos, o que não coloca o juiz da causa gays na mira do fuzilamento sumário.

A guerra, portanto, não é só com a sociedade conservadora que age de acordo com seus costumes seculares, é de modo mais profundo com a anatomia e a fisiologia dos humanos. E não se diga, simplisticamente, que é uma questão de liberdade de opção de gênero e de uso livre do corpo. Fosse assim, se poderia dispor da própria vida livremente.

Certo que a questão está posta não só para que o mundo e a natureza conhecida sejam reavaliados, mas, quem sabe, para a construção de um novo mundo. Uma coisa, entretanto, parece evidente : há também nesses movimentos gays uma onda de viadagem e exibicionismo panfletário, um modismo induzido que afronta mais do que convence. A não ser que a espécie humana esteja evoluindo para negar suas próprias formas padrões, o que põe em cheque a todos, gregos e troianos.


Fonte: Polêmica Paraíba

Créditos: gilvan freire

Urgente : Você sabia que 40% do dinheiro da nação é roubado e 60% mal investido? – Por Rui Galdino
Enviado por alexandre em 21/09/2017 18:17:36


Por Rui Galdino Filho ( advogado e radialista )

Meus amigos, minhas amigas, meus caros leitores. O nosso país continua sangrando e sangrando muito. A Lava Jato e outras operações pelo Brasil a fora, tem mostrado a todos nós, que o roubo do dinheiro público é realmente grande em todos os recantos da nação. E o pior, é que os investigados, denunciados, processados e condenados, com as caras de pau mais lisas do mundo, se dizem honestos e verdadeiros paladinos da moralidade.

Collor e Dilma, sofreram impeachment. Lula, já foi condenado a quase 10 anos de prisão e ainda responde a outros processos criminais. Temer, não governa mais e usa o poder para se proteger e se segurar o máximo possível, até o final de um mandato que não serve mais para o povo brasileiro, e sim, apenas para ele e sua turma. Sem falar num Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras Municipais, prefeitos e governadores, na sua grande maioria desmoralizados perante à opinião pública e de um Poder Judiciário lento e caro, portanto, injusto.

Na verdade, o Brasil precisa de uma reformulação geral, precisa de mudanças em todo o SISTEMA. As Forças Armadas, as Polícias, o Ministério Público, a Receita Federal e demais órgãos de controle, investigação, fiscalização e segurança, precisam de mais estruturas e melhores salários para seus membros. O Poder Judiciário, precisa de mais julgadores e menos prédios suntuosos. A educação, cultura, ciência, tecnologia, cinema, artes, saúde e segurança, precisam de mais estruturas e melhores salários. A indústria, o comércio, a agropecuária, etc, precisam de mais incentivos, proteção e menos impostos.

O salário mínimo precisa melhorar a cada ano. Os profissionais liberais, autônomos e aposentados, precisam sair do sufoco. E de onde vem o dinheiro para tudo isso? Vem do povo, através dos impostos e taxas como sempre veio. O problema, é a roubalheira e sonegação que é grande demais, por isso, falta dinheiro para tudo. Se o dinheiro do povo fosse bem empregado honestamente, dava para tudo e ainda sobrava.

Por que fazer de tudo para dificultar e até mesmo impedir investigações? Gente, cerca de 40% do dinheiro da nação, do povo, proveniente de impostos, taxas, etc, são “desviados” para o ralo da corrupção e da safadeza em nosso país. Nesta “zorra” chamada Brasil, quando se trata de Estados, Municípios, Distrito Federal e União, não se coloca uma pedra de calçamento e não se faz um serviço, que não sejam superfaturados.

Em nosso país, licitações são dirigidas e fraudadas, escândalos são abafados, CPIs evitadas e quando são instaladas geralmente terminam em pizza, no Judiciário, recursos são intermináveis e duradouros, a BUROCRACIA tem que existir para colaborar e valorizar com toda a safadeza e corrupção, político tem que se eleger e se reeleger sempre até morrer, etc, etc, etc … Tudo isso, até quando?

Quando se fala em CPIs, muita gente fica com os nervos à flor da pele, outros, sequer dormem direito a não ser à base de tranquilizantes, e ainda tem outros, que dizem que CPIs, só serve para fazer palanque político, etc. Bom, seja qual for a desculpa ou a explicação, é preciso entender uma coisa: “Quem quiser mexer com o dinheiro público, não deve temer nada, a não ser que tenha alguma culpa no cartório e ponto final”. Se a pessoa é séria e honesta, então, por que temer investigações?

A cultura da roubalheira do dinheiro público em nosso país é um câncer generalizado. Até parece que não escapa ninguém! Sem falar nas concessões, nas mordomias, nos cartões corporativos, nas imunidades e demais facilidades e oportunidades que o poder oferece e propicia. É muito dinheiro público gasto sem necessidade e também roubado descaradamente dos cofres públicos da nação brasileira. Até quando minha gente, essa situação vai continuar desse jeito?

Só para se ter uma idéia, a União ( governo federal ), arrecada por ano cerca de 2 TRILHÕES DE REAIS, sem falar na arrecadação dos Estados, Municípios e Distrito Federal. Já imaginaram quanto dinheiro??? Já pensou se este dinheiro todo fosse investido corretamente e honestamente em nosso país? Gente, o problema é que quase a metade desse dinheiro todo é ROUBADO e o restante é mal gasto, mal empregado e mal direcionado para as verdadeiras necessidades que o povo brasileiro precisa.

É por isso, que FALTA TUDO em nosso país. Se a nossa saúde, educação, segurança, infra-estrutura, cultura, ciência, esportes, saneamento básico, moradias, estradas, etc, etc, etc, vão mal e tem poucos investimentos, é por que, 40% do dinheiro público, está sendo roubado a muito tempo e os os outros 60% que restam, vão para salários, manutenção da máquina pública, mordomias dos políticos, governantes e aderentes, e o que sobra, é para investir muito mal nas necessidades do povo brasileiro.

Minha gente, isso não pode mais continuar dessa forma! É preciso urgentemente estancar essa sangria de 40% da roubalheira e safadeza com o dinheiro público, que hoje beira os R$ 800 BILHÕES/ANO, e empregar melhor os 60% que restam( cerca de R$1,2 TRILHÕES). Já imaginou se estes R$ 2 TRILHÕES/ANO, que o Brasil arrecada, fosse empregado e gasto corretamente em favor do povo? Com certeza o nosso país seria outro bem melhor, mais rico, mais desenvolvido, mais eficiente, mais justo e com melhores salários para todos.

E sem falar na sonegação! E sabe por que se sonega tanto imposto em nosso país? Por que a indústria, o comércio, os profissionais liberais, os autônomos, etc, etc, etc, não suportam mais pagar tantos impostos, e saber que o dinheiro é desviado para o ralo da corrupção e safadeza. Sufocando a cadeia produtiva, comercial e de serviços, e não vindo nada em troca em benefício do povo e do país. CHEGA! O Brasil também precisa de uma grande reforma tributária, com diminuição de impostos e aumento da arrecadação ( cobrando mais de quem pode, cobrando de quem não paga e incentivando a não sonegação ).

Não precisa ser economista “meirelão da vida”, para saber que 1 + 1 = 2 e não a 10! Para saber que a nossa economia vive e gira em torno de 20% do consumo externo e cerca de 80% de consumo interno. E sabe de onde vem estes 80% do consumo interno? Vem das famílias, isso mesmo, das famílias! Então, o governante que se preze, precisa governar com austeridade, honestidade e incentivar e empoderar o poder de compra das famílias.

Recessão, inflação e ajuste fiscal, é pura incompetência, má gestão e roubalheira do dinheiro público. E quem paga o pato, somos todos nós, o povo brasileiro! Gente, veja um pequeno exemplo: Se 1 milheiro de tijolos custa R$ 400 reais, para um particular, não pode custar R$ 1.200, reais para o poder público! Até por que, o poder público ao comprar mais, com certeza, vai ter condições de comprar mais barato, ou seja, em torno de R$ 300 reais. Então, por que pagar R$ 1.200 reais, se o poder público pode comprar por R$ 300 reais? Eis a questão, é aí onde se encontra toda a safadeza e corrupção em nosso país!

Então minha gente, o Brasil tem solução sim e solução rápida, pois, somos um país rico, abençoado por Deus, com uma natureza exuberante, com um povo bom, alegre e trabalhador. Além disso, temos também MUITO DINHEIRO, o problema, é que este dinheiro todo, 40% está sendo roubado e 60% mal empregado a muito tempo. E sabe quantas vezes a grande maioria dos atuais políticos e governantes brasileiros querem mudar isso? NENHUMA! Pois, vivem se elegendo e se reelegendo de acordo com essa realidade, ótima para ELES e péssima para o BRASIL.

Por isso, para que tenhamos um NOVO Brasil, defendo primeiramente e urgentemente, o FIM de toda e qualquer REELEIÇÃO em nosso país, através de LEI, pois, não podemos mais, permitir formação de oligarquias e de políticos profissionais, que só pensam em si, nos seus interesses e se perpetuarem no poder. Acabando com todo tipo de REELEIÇÃO, teremos uma renovação permanente e de 100% a cada mandato eletivo, e assim sendo, todas as demais mudanças que o Brasil necessita, virão por gravidade e de maneira espetacular.

É preciso deixar bem claro, que com esta “TURMA” toda que aí está, com raríssimas exceções, NADA mudará a curto prazo em nosso país, e para “eles”, quanto mais tempo no poder melhor, e para nós, o povo brasileiro, pior! Então, não adianta gritar, protestar, ir para ruas, bater panelas, etc, etc, etc, e permitir que “eles”, que se dizem nossos representantes e verdadeiros paladinos da moralidade e dos bons costumes, continuem no poder. CHEGA de tanta safadeza, corrupção, atraso e caras de pau!

O Brasil precisa de um NOVO tempo, com governantes honestos e que não queiram seguir carreira profissional na política. Por isso, o FIM de qualquer tipo de REELEIÇÃO é fundamental e urgente. No momento em que o Brasil passar a comprar 1 milheiro de tijolos por R$ 300 reais e não por R$ 1.200 reais; no momento em que o Brasil passar a empoderar o poder de compra das famílias, etc, aí sim, começaremos a ter uma nova nação e um novo país.

Caso contrário, pouco ou quase nada mudará. Lembre-se: “ o governante honesto e decente, não deve temer nenhum tipo de investigação, nem tão pouco, trabalhar nos bastidores para evitar investigações. O Brasil precisa soltar os “ladrões de galinhas”, que superlotam os nossos presídios e são vítimas de uma realidade social degradante e injusta. Por isso, o Brasil precisa punir exemplarmente os seus verdadeiros pusilânimes, algozes, com prisões, devolução do dinheiro do povo e confisco de bens. Na verdade, precisamos fazer valer o que está estampado na nossa bandeira: ORDEM E PROGRESSO. Viva um NOVO Brasil!

Fonte: Polêmica Paraíba

Créditos: rui galdino

Urgente : Onda de rejeição atinge ministros do Supremo
Enviado por alexandre em 28/08/2017 08:35:46

Onda de rejeição atinge ministros do Supremo



Pesquisa avalia a opinião dos brasileiros sobre 26 autoridades de distintas esferas de poder, além de uma celebridade televisiva, o apresentador de TV Luciano Huck

Por: Agência Estado



A onda de rejeição a políticos e autoridades públicas já não se limita ao governo e ao Congresso, e chegou com força ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. Pesquisa Ipsos mostra que, entre julho e agosto, houve aumento significativo da desaprovação a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Até o juiz Sérgio Moro enfrenta desgaste: apesar de seu desempenho ainda ser majoritariamente aprovado pela população, sua taxa de rejeição está no nível mais alto em dois anos.

A pesquisa avaliou a opinião dos brasileiros sobre 26 autoridades de distintas esferas de poder, além de uma celebridade televisiva, o apresentador de TV Luciano Huck. Quase todos estão no vermelho, ou seja, são mais desaprovados do que aprovados. As exceções são Huck, Moro e o ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa. Os dois últimos são responsáveis pelos julgamentos dos dois maiores escândalos de corrupção do País: mensalão e Operação Lava Jato.

Para Danilo Cersosimo, um dos responsáveis pela pesquisa, o aumento do descontentamento com o Judiciário pode estar relacionado “à percepção de que a Lava Jato não trará os resultados esperados pelos brasileiros”. Outros levantamentos do Ipsos mostram que o apoio à operação continua alto, mas vem caindo a expectativa de que a força-tarefa responsável por apurar desvios e corrupção na Petrobrás provoque efeitos concretos e mude o País. “Há uma percepção de que a sangria foi estancada, de que a Lava Jato foi enfraquecida”, disse Cersosimo.

Na lista de avaliados pelo Ipsos estão três dos 11 atuais integrantes do Supremo: Cármen Lúcia, a presidente; Edson Fachin relator dos casos relacionados à Lava Jato; e Gilmar Mendes, principal interlocutor do presidente Michel Temer no Tribunal. Os três enfrentam deterioração da imagem.

Além de Moro e Fachin, há na lista outros dois nomes relacionados à Lava Jato: o do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação em Curitiba. Eles também sofrem desgastes.

Líder

No STF, a pior situação é a de Gilmar: no último mês, sua taxa de desaprovação subiu de 58% para 67%. Desde abril, o aumento foi ainda maior: 24 pontos porcentuais.

O descontentamento com Gilmar cresceu ao mesmo tempo em que ele ficou mais conhecido: até maio, mais da metade da população (53%) não sabia dele o suficiente para opinar. Agora, esse índice caiu para 30%. Já a taxa de aprovação se manteve praticamente estável, oscilando em torno de 3%. A avaliação crítica é maior nas faixas mais escolarizadas: chega a 80% entre os brasileiros com curso superior, e é de 50% entre os sem instrução.

Nos últimos meses, Gilmar, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se notabilizou por constantes e duras críticas ao que classifica como abusos na atuação do Ministério Público Federal em grandes investigações no País, incluindo a Lava Jato. O ministro protagonizou embates com o procurador-geral da República e chegou a chamar Janot de “desqualificado”.

Na pesquisa Ipsos, o chefe do Ministério Público Federal - que vai deixar o cargo em breve - teve seu desempenho reprovado por 52% dos entrevistados. A avaliação favorável ficou em 22%.

Evolução

Cármen Lúcia teve aumento de 11 pontos porcentuais em sua taxa de desaprovação entre julho e agosto, de 36% para 47%. Já sua aprovação está em 31% - queda de cinco pontos porcentuais em um mês e de 20 pontos desde janeiro. A avaliação favorável de Fachin caiu, em um mês, de 45% para 38%, enquanto a desfavorável subiu de 41% para 51%.

Conhecido por sua atuação no julgamento de acusados no escândalo da Lava Jato, Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba, tem seu desempenho aprovado por mais da metade da população (55%). Sua taxa de desaprovação, porém, subiu nove pontos porcentuais no último mês, de 28% para 37% - o ponto mais alto na série histórica do Ipsos, que teve início em agosto de 2015.

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