Jesus - No Programa Casos de Família, homossexual confessa: “Se tiver Cura Gay eu quero. Não estou feliz”. - Notícias
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Jesus : No Programa Casos de Família, homossexual confessa: “Se tiver Cura Gay eu quero. Não estou feliz”.
Enviado por alexandre em 17/12/2013 02:02:41

O programa Casos de Família do SBT é um daqueles programas chamados “populares”. Muito criticado pela linguagem dos protagonistas e o “nível” dos temas tratados, sua audiência parece ser formada em grande maioria pela classe C da população. A apresentadora, no entanto, a consagrada jornalista, Cristina Rocha, não parece se preocupar com isso. Ela, aliás, sempre está pronta a oferecer uma palavra de esperança e ajuda aos convidados.

No Sábado dia 30 de Novembro, o programa teve como tema: “Hoje, a sua máscara vai cair”. Um dos convidados chamava-se Leandro. Apresentando-se como bissexual, o jovem que namora uma mulher e um homem ao mesmo tempo, queria revelar ao namorado o seu novo amor: Ana!

Em meios as suas tentativas de explicação, Leandro voltando-se para a apresentadora suspirou:

“Se tiver esse negócio de Cura Gay, eu quero… eu não estou feliz… isso já vem do passado”.

A confusão tomou conta dos participantes que em determinado momento partiram para agressão física. Leandro, Ana e André (o namorado) saíram do palco confusos e perdidos.

Estas e outras histórias nos mostram que por detrás do embate político que tomou conta do nosso país, existem vidas e elas tem o direito de serem ajudadas se assim desejarem. No meio do embate, por que um psicólogo, conselheiro ou guia espiritual não pode oferecer um ombro amigo a estes que estão confusos?

Sejamos justos em criticar, mas além da crítica não podemos esquecer das vidas que precisam sentir a Graça de Deus através de nosso amor.

Para ver mais sobre o programa, visite o site: http://www.sbt.com.br/casosdefamilia/noticias/13385/Mascaras-vao-cair-no-programa-deste-sabado.html#.UqddotJDuvw

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
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Raquel Elana, missionária da Junta Administrativa de Missões da Convenção Batista Nacional. Formada em Teologia, Pós Graduação em Jornalismo Político/ (Jornalista – MTb 15.280/MG) e Ministérios Criativos pelo IBIOL de Londres, é autora de 3 livros, entre eles: Anjos no Deserto - uma coletânea de testemunhos dos seus quase 10 anos de trabalho no Oriente Médio. Desde o ano passado está envolvida com o trabalho de atendimento aos refugiados da guerra civil da Síria. Veja este vídeo de divulgação para conhecer mais sobre nossas famílias e como desenvolvemos o serviço.

Jesus : Os líderes-lobos-cristãos
Enviado por Visitante em 07/12/2013 11:28:32
Jesus

<br /><br />Os líderes-lobos-cristãos<br /><br />1 Tes.2.5-7 A verdade é que jamais nos utilizamos de linguagem bajuladora, como bem sabeis, nem de artimanhas gananciosas. Deus é testemunha dessa verdade. Da mesma forma, nunca nos dedicamos a buscar honrarias, quer da vossa parte ou mesmo de outros. Muito embora, como apóstolo de Cristo, pudéssemos ter solicitado de vós, o nosso sustento, todavia, agimos entre vós com todo o desprendimento, como a mãe que acarinha os próprios filhos. Tem líderes religiosos que podem fazer das palavras acima, do Apóstolo Paulo, como sendo sua? Acho que pouquíssimos podem! É comum aqui no Brasil, quando está próximo o ano de eleições, alguns líderes religiosos, usarem de linguagem bajuladora e artimanhas gananciosas para conseguirem para proveito próprio ou do seu templo (igreja) “bênçãos” que bem poderia ser chamada de troca-de-favores (compra/venda de votos), manipulando os fiéis através das “revelações” e “mensagens” de Deus. <br /><br />A Bíblia diz que todo joelho se dobrará diante do SENHOR, e o que será, que tais líderes com esse perfil de lobo voraz, que coloca o seu interesse próprio e o da sua família acima do interesse do Reino, dirá ao SENHOR, pelas barganhas malditas que assolam a sua alma? Qual será a sua desculpa? Esses tais amam e buscam honrarias pelos seus empreendimentos religiosos através do “ambiente sagrado” onde tudo é puro e honesto, tornando os clientes da religião vulneráveis à manipulação e exploração. O Brasil é o país onde existem mais cristãos em todo o mundo. Entre evangélicos e católicos, o Brasil soma 85% da população. <br /><br />Com entender, que o maior país cristão do mundo é também o que mais cresce em corrupção? O problema está justamente na troca de valores, o apóstolo Paulo disse que “embora, como apóstolo de Cristo, pudéssemos ter solicitado de vós, o nosso sustento” e mesmo assim não o fez, é muito comum entre os líderes-lobos- cristãos, não somente cobrar da igreja altos salários (esses não podemos dizer que recebem prebenda), também recebem “ajudinhas” extras para os caixas 2, que geralmente ficam em cofres dentro do seu quarto. <br /><br />O Apóstolo Paulo agia para com a igreja de Tessalonicenses com todo desprendimento, como uma mãe que acarinha seu filho, ao contrário, os líderes-lobos- cristãos, agem da mesma forma como os filhos de Eli (1 Sm 2.29), que se permitiram engordar como glutões com as melhores partes de todas as ofertas feitas por Israel, o povo do SENHOR, a Yahweh, o Deus todo poderoso. Você ovelha de Jesus, cuide para que as artimanhas dos líderes-lobos-cristãos, não frutifique maldição na vida da sua comunidade.<br /><br />André Santana

Jesus : Dinheiro, “Drogas” e Alucinação
Enviado por alexandre em 06/12/2013 20:59:07

Era noite de um domingo comum e mais uma vez, eu esperava sair renovado do culto.

Sabia o que viria pela frente, pelas pregações baseadas na “visão” dos pastores nas últimas semanas: Uma “teologia da prosperidade” com uma “roupagem” “Light” e discreta, certamente pelas críticas dos últimos tempos, mas que crescia e ganhava vigor à medida da receptividade do público nas reuniões aumentava.

Contudo, eu ainda tinha esperanças de que o Espirito de Deus falasse através do Pastor…

Deus tem um compromisso com o seu povo, ainda que esse povo não queira dar ouvidos a ele…  Então, ele sempre tenta.

 

Naquela noite era o mesmo pregador das últimas reuniões. No dia anterior, um pastor convidado e que ao que tudo indicava, era um amigo que “compartilhava” da mesma “visão”,  fora radicalmente, em outra direção; Firme em sua fala, o pastor, de outra igreja, se reservou simplesmente a lembrar à igreja que pouco conhecia, de seu compromisso em ser como a igreja primitiva.

Silencio.

Não houve relutância ou discordância, mas apenas um silencio pouco comum.  Um silencio que denotava atenção por parte igreja, apesar de um “desconforto” aparente.

 

Ele continuou, lembrando o texto de Atos 2: 42 a 47:

“… E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.

E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo.

E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”.

 

Na pregação do domingo, o pregador voltara, quase que imperceptívelmente, falando a respeito da necessidade de nós os filhos de Deus, sermos “abençoados” financeiramente;  “Sem dúvidas”, segundo ele, era preciso que o mundo visse,  tudo o que indicasse uma prosperidade;  toda uma vida “próspera”…  Dai então, quisesse ser tão “abençoado” como o crente em sua vida de “vitórias”…

Confesso que minha vontade foi a de sair, já que eu não era mais que um simples espectador na nova condição em que a igreja me “colocara”.  No entanto tentei, apesar de sua fala me parecer sem razão, entender o porque de sua insistência.  Quis achar um motivo para a forma do que ele dizia, já que o conteúdo havia se tornado insipido .

Porém, não havia.

Era esta mesmo a sua fala?  Será que não tinha ouvido direito todas as suas ideias e não entendido sua visão?

Sei que você pode até conjecturar sobre uma série de argumentos, visando defender a tal prática e talvez, diga: “Ora, Como as pessoas verão e virão a Jesus se os olhares do mundo e sua cobiça infelizmente, são para o que é “material”??

 

E a única resposta que eu teria para você hoje, são as mesmas perguntas que naquele momento eu me fazia, enquanto o pastor continuava em seu discurso repetitivo:

“Será mesmo que a igreja primitiva havia conquistado sua popularidade entre as pessoas, por sua “riqueza” aparente?

Seria por talvez estarem tão “prósperos” financeiramente, a ponto de possuírem bens à vista de todos – dentro e fora de suas comunidades – , é  que os sorrisos lhes saiam pelos lábios e a graça lhes enchiam os olhos, tornando-os amáveis e simpáticos?

Será mesmo que o texto de Atos 2 falava de um contexto apenas histórico, de um momento único na história que, por contextos sociais não poderia ser aplicado hoje?

Seria uma utopia, pensar que o que o Espirito de Deus fazia naqueles dias, não era aliado ao contexto histórico, mas sim, visava e saciava o coração humano que é atemporal??”.

 

Tentava pensar, não na resposta que claramente, dizia não, à todas as perguntas, vinda diretamente do próprio contexto do livro de Atos e de toda a história de Jesus, mas sim, pensava em como tal negação ao evangelho se fortalecia e, por que  se fortalecia.

Continuei no culto, atento para ver até onde tudo aquilo, toda a insistência baseada em contextos pessoais de outros pastores ou em testemunhos diversos, colocando de lado toda a meta do coração de Deus, iria chegar…

A apenas um dia antes, uma exortação em que a maioria, apesar dos costumes, havia ouvido e no final, tinha começado a corresponder, estava o pastor, ditando a “cartilha do crente esperto”;  Firme e irredutível em suas próprias convicções.

Fui tomado por uma vontade de sair do culto em “sinal de protesto”, mas se a igreja já parecia novamente “render-se” às palavras macias que confortavam suas dúvidas, tampouco dariam falta de um membro…

Se não ouviam a voz do Espirito falando à igreja como fora previsto na palavra, certamente não se dariam conta, nem de minha ausência, nem dos muitos que terminam por largar suas igrejas pelo fato de, ao invés de serem alimentados em suas fraquezas, serem incitados a tomarem suas “doses” de um “remédio” que apesar de uma satisfação momentânea, terminava os destruindo por dentro.

Quem disse que os evangélicos não usam “drogas”??

Elas são vendidas livremente em troca de um conforto, de uma cobiça e terminam como todas a outras ilícitas, destruindo almas e indo contra todo o plano perfeito que Deus começou com Jesus em sua vida, em sua morte e em sua ressurreição.

 

O plano de Deus era, antes do céu, te fazer uma pessoa melhor.

Mas talvez você tenha preferido a “droga”.

 

Não sei o que aconteceu com o pastor depois daquele dia, mas, uma coisa eu lhe digo e talvez, você já tenha tido a mesma impressão:

À medida em que ele falava de suas convicções no púlpito,  se contradizia, quando citava alguns textos que usava na mesma pregação.  Apesar de “viciado” na tal “teologia” da prosperidade, ele repetia e ainda dizia: “Não sei porque estou falando isso…  Ia pregar outra coisa, mas terminei falando isso…”

Mesmo assim, a pregação se aproximava do fim e ele a terminou, “arrematando” com mais uma frase de “sub vitória”, levando à maior parte dos presentes ao delírio e não à rendição da noite anterior…

Sua “missão” fora cumprida.   Se fora na melhor da intenções , não sei… Deus o sabe… Mas não importa…  A intenção de Deus era a que deveria importar.

 

O que sei é que esta história triste de equívocos e perdas, tem se repetido na maior parte das igrejas…

Duvida?

Então preste atenção, examine-se, examine todas as coisas.  Conheça o verdadeiro desejo do coração de Deus.  Escolha o que é bom de verdade.

Afinal, você com toda certeza foi ensinado a se manter longe das “drogas”.

 

Você só as usa, se quiser.

 

 

Por Rogério Ribeiro.

Jesus : Você é Idólatra e não sabe. Idolatria Gospel, mais forte do que nunca!
Enviado por alexandre em 06/12/2013 20:55:57

Por Érica Pavão

É tão comum vermos pessoas idolatrando outras pessoas ou coisas, com ou sem consciência disto. A memória de alguém, um objeto, um ator famoso ou uma banda. Será que é natural do ser humano se apegar a qualquer coisa que não seja Deus? Os cristãos protestantes estão livres disso?

Quando falamos em idolatria, a primeira ideia que nos passa pela cabeça é o Catolicismo Apostólico Romano. “Eles adoram imagens de santos”, a maioria de nós fala. Na verdades, segundo os próprios católicos, eles não os adoram, só Deus é digno de adoração, os santos são venerados. Qual a diferença? Adorar significa prestar culto ater muito amor a e venerar ter estima respeitosa por; tratar com muito respeitoter em grande consideração. Mas sabemos que temos acesso a Deus por meio do sacrifício de Cristo e não precisamos de intercessores entre nós e o Pai (Romanos 5.1-12), e todo que pedimos, Ele nos ouve (Salmos 21.2; 32.6;86.6;116.1;130.2;140.6;143.1). Ora, se precisamos que alguém fale com Jesus para Ele falar com Deus, para que Jesus veio? A idolatria dentro do Catolicismo é forte e seria assunto para outro post já que este aqui tem outro objetivo.

A idolatria não é exclusividade dos católicos. Qualquer um que tome uma pessoa, um animal ou um objeto como sendo perfeito, imaculável, perfeito e a única razão de viver é idólatra. No ambiente evangélico (como foi deturpado o sentido desta palavra!), a idolatria é notada quando um pastor, ministro, apóstolo, ancião ou sei lá o que se torna mais importante que Deus. Se você vai à igreja só porque o fulano de tal opera milagres e pode te curar, é a ele que prestará culto. Se o cantor ciclano fez uma música nada a ver com a Bíblia e todo mundo diz que ele está errado, você o defende com unhas e dentes e não enxerga pelo menos a possibilidade de isso ser verdade, ele é seu ídolo. Um “evangelho” que tem mais bençãos que sacrifício não é o verdadeiro.

Muitos usam o nome de Deus para ganhar dinheiro, fama, reconhecimento. Já li grandes tele-pastores dizerem que “usar o dinheiro da Igreja para ajudar os pobres é desperdício de recursos. Isso é obrigação do Governo”, enquanto eles enriquecem como um empresário bem-sucedido. Os ídolos da música “góspi” só cantam se o cachê estiver pago, com camarim exclusivo, frutas selecionadas, água benta, Coca-Cola Light e nada de fritura (porque quem é gordinho não faz jejum) – essas exigências eu inventei, mas do jeito que anda, duvido se está totalmente errado. GUARDA-COSTAS??? O cantor que se diz cristão tem medo de morrer ou tá se achando a Whitney Houston. Não confia em Deus para guardá-lo, prefere um par de bruta-montes para segui-lo… como vai cantar a ONIPOTÊNCIA de Deus então (contraditório, não?)???. Amar ao próximo como a ele mesmo é piada, né! Ele pode ser rico, o outro… não deu o trízimo do salário mínimo que sustenta uma família de cinco pessoas, por isso que o outro está passando por dificuldades. Leia, reflita, estude, releia I Coríntios 9: “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada.” (vers. 16 e 17).

Se você curte o som daquela banda ou as pregações de tal pastor, faça algumas considerações:

  1. Quantas vezes ele lê ou cita (com referências) a Bíblia?
  2. Ele tem formação teológica de pelo menos quatro anos de estudos?
  3. Você está lá porque a música é boa, a pregação é abençoada ou porque precisa de Deus?
  4. Quantas pessoas estarão lá? Quantas apresentaram transformação verdadeira de vida após o evento?
  5. O que ele canta/prega condiz com a Bíblia? Você verificou na Bíblia?
  6. Eles se preocupam mais com o pagamento e equipamentos ou com o coração sujo e pecador do público?

O verdadeiro evangelho exige renúncia, arrependimento, reconhecimento da imoralidade que o ser humano carrega. NINGUÉM está livre de erros, nem o pastor da sua Igreja, nem o Thalles Roberto, nem o Barack Obama, nem o Papa e nem você ou eu. Uma pessoa pode sim ser instrumento de Deus na vida de muita gente, mas isso não significa que ela seja melhor que qualquer um ou mereça uma multidão atrás dela. TODOS pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3.23). O problema é que o ser humano tem a fé tão pequena que se não tiver algo palpável, concreto, visível para se apegar, parece estar perdido. Você não vai ver a pessoa de Deus, não vai tocá-lo com suas próprias mãos, não vai sentir a respiração dEle quando falar ao seu ouvido. FÉ, é assim que O vemos, ouvimos, sentimos, falamos com Ele. Nenhum ser humano é capaz de te levar aos pés redentores do Senhor. Podemos mostrar o caminho e a verdade, mas quem tem que ir até lá é você. Nenhuma pessoa, animal ou objeto pode te levar ao Céu, só Jesus.

Homens se achando Deus, homens achando que homens são Deus… Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis(Romanos 1.22 e 23).

Matéria de Érica Pavão para o Blog de Érica Pavão http://erikapatricya.wordpress.com/2013/08/16/idolatria-gospel/

Jesus : Entre a fé e o migué
Enviado por alexandre em 30/11/2013 01:01:05

A curta e desafortunada carreira no universo gospel legou-me algumas vivências interessantes e aprendizados profundos que me ajudaram a compor muito de minha teologia.

Observando o segmento, uma das primeiras coisas que aprendi foi que as bandas e ministérios que mais tocavam nas rádios evangélicas, não eram as que tinham o ‘vinho novo’ para compartilhar (como me disseram), mas sim, as que tinham condições financeiras para bancar sua publicidade, ou seja, a execução de suas músicas, o chamado jabá.

Com o tempo, aprendi que aquilo era uma prática execrável, mas não era só isso!

Vi que em nosso meio utilizava-se uma série de ferramentas, ligadas à propaganda, para que produtos e serviços chegassem ao conhecimento dos irmãos, com o objetivo de se alavancar e fechar bons negócios. Nada de errado nisso, não fosse a larga utilização do “migué” nas propagandas dos produtos cristãos.

Sério mesmo, eu achava que a rádio cristã tocava aquilo que era considerado bênção e que o sucesso de um ministro era proporcional ao nível de unção que Deus havia derramado sobre aquele vaso. Devia ter vergonha de escrever isso, mas não. Eu acho até engraçado.

Entendi que as ‘coisas’ são assim e que a comunicação dos tempos modernos se dá com o intuito de tornar algo atraente para que possa vender e cada um de nós deve ser capaz de diferenciar o falso do verdadeiro, em nós mesmos e nos outros.

Sim, é um sistema de mentiras e a Verdade deve ser revelada no interior de cada pessoa!

Imagine ‘qual não foi minha surpresa’ quando comecei a conhecer pessoalmente os artistas famosos do meio, concluindo que, de fato, o Photoshop faz verdadeiros milagres.

Não acreditava e ainda não acredito que filhos de Deus, cristãos, como representantes da Verdade que são, deveriam utilizar o “migué” em proporções tão descaradas, mas…

O universo virtual é outro meio no qual se pode pregar qualquer coisa que um monte de gente engole. Ali fica evidente o volume de personalidades fake que abarrotam a rede social em todas suas ramificações. Um monte de crente caiu na conversa da Irmã Zuleide, que na verdade é um cara, por exemplo.

Bandas, músicos, pensadores, pregadores e avivalistas são criados diariamente nessa esfera e do dia pra noite angariam milhares de seguidores no Twitter, Youtube, Facebook, Instagram…

Não há obra, não há feito, somente uma grande e poderosa estratégia de marketing, geralmente carregada de sofismas que transformam estupradores em pregadores cheios de poder, composições teologicamente fracas em verdades de grande sucesso, reverberadas em igrejas e programas de TV Brasil e mundo afora.

Jesus disse que com uma pequena fé poderíamos realizar grandes coisas e a igreja deste tempo nos ensina que com um pequeno “migué” também.

Afinal, o que é mais fácil: usar a fé ou o “migué”?

Ambos são admiráveis, pois removem montanhas. O primeiro transpõe barreiras e nos torna fortes o bastante para permanecer fiéis aos princípios, mesmo que estejamos fracos. Já o outro, melhora nossa imagem, nos fazendo ficar bem na foto mesmo que sejamos feios e incapazes.

Pelo Espírito devemos discernir o falso do verdadeiro, é fundamental isso.

Na Bíblia, as profecias nos exortam a não nos deixar enganar por quem quer que seja.

Talvez a banda mais tocada não seja a bênção que aparenta ser, nem a voz do cantor é verdadeira, tampouco aquele rosto imaculado das fotos do encarte do CD. Nos sites da internet, só se propaga o que colabora para aumentar as vendas… portanto, utilizem o dom que o Espírito concedeu à igreja para situações como estas: o discernimento.

Nele, poderemos enxergar as coisas da perspectiva do Senhor e decidir se queremos ou não ser enganados!

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."
Avatar de Rafael Reparador

Por

Pastor, músico, compositor, poeta, jornalista, produtor musical, blogueiro, twitteiro, facebookeiro, observador da igreja dos últimos dias à serviço de Cristo.

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