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Jesus : NÓS, JESUS E O PAI
Enviado por alexandre em 09/01/2016 02:29:37

NÓS, JESUS E O PAI

» Mons. Pedro Teixeira Cavalcante – teólogo

Mas, Jesus não apenas teve um relacionamento profundo com o Pai do céu, mas ensinou-nos a viver esse relacionamento, pois somos também seus filhos por ele, Jesus. É importante observar que, Jesus, muitas vezes, falando do seu relacionamento com Pai, aponta-nos como devemos ser e que devemos agir da mesma maneira. Em outras palavras, Jesus quer que tenhamos, como ele, um relacionamento com seu Pai, considerando-o nosso Pai. Jesus nos revelou o seu Pai e no-lo revelou como devemos tratá-lo: “...uma nova e total revelação de Deus Pai. Uma coisa é de fato dirigir todas as coisas a um domínio paterno de pertença com relação ao mundo e ao povo, e outra coisa é gerar um Filho em ordem de semelhança, no qual todos os homens se tornam filhos, isto é, participantes da mesma vida de intimidade e de amor. Jesus, o filho de Deus, será o grande revelador do Pai, porque somente ele o conhece e forma com ele uma unidade, mesmo na distinção de pessoa. (Jo 10,30)” Examinemos alguns exemplos.

Jesus apela para nossa fé pelas obras do Pai que ele realiza, criando um triângulo de ligação pela fé entre nós, ele e o Pai: “Se não faço as obras de meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, mesmo que não acrediteis em mim, crede nas obras, a fim de conhecerdes e conhecerdes sempre mais que o Pai está em mim e eu no Pai.” (Jo 10,38)

A conclusão é que um triângulo de fé e de amor se forma, quando alguém recebe o Filho, pois aceitá-lo é aceitar o Pai. Cristo é, pois, o intermediário entre nós e o Pai: “Quem crê em mim não é em mim que crê, mas em quem me enviou, e quem me vê aquele que me enviou.” (Jo 12,44-45) Se aceitamos, pois, o Pai, temos de aceitar também o Filho: “Credes em Deus, crede também em mim.” (Jo 131) Se aceitamos o Filho, aceitamos na mesma hora o Pai, porque ele é o único caminho ao Pai e a sua verdadeira revelação: “Ninguém vem ao Pai a não ser por mim. Se me conheceis, também conhecereis a meu Pai. Desde agora o conheceis e o vistes... Quem me viu, viu o Pai.” (Jo 14,6.9)

Mas, para o Pai, Jesus não é somente nosso intermediário na fé, mas também mediador na intercessão, na ajuda. Mais uma vez, por ele vamos ao Pai: “Em verdade, em verdade, vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai em meu nome, ele vo-la dará.” (Jo.16,23) Na verdade, Jesus é o único mediador entre nós e o Pai: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, um homem: Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos.” (1 Ti 2,5)

Jesus : A Palavra do dia: Reflita!
Enviado por alexandre em 13/11/2015 11:46:09

A Palavra do dia: Reflita!


Eclesiastes 3:1-8 "Tudo neste mundo tem o seu tempo; cada coisa tem a sua ocasião. Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derrubar e tempo de construir. Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar; tempo de chorar e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de afastar. Há tempo de procurar e tempo de perder; tempo de economizar e tempo de desperdiçar; tempo de rasgar e tempo de remendar; tempo de ficar calado e tempo de falar. Há tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz."

Em que tempo você esta?
Tenha fé!!!
Te desejo um excelente dia!

Jesus : Anticristo será muçulmano, afirmam estudiosos
Enviado por alexandre em 22/10/2015 01:16:20

Anticristo será muçulmano, afirmam estudiosos


Embora para os cristãos a Bíblia seja um livro que não envelhece nem muda, a sua interpretação (teologia) sempre foi influenciada por situações históricas. Durante o segundo e terceiro séculos depois de Cristo, muitos pais da igreja eram antissemitas em suas interpretações. Vários escritos comprovam isso, como os de Irineu (Heresias, vol. 302) e Hipólito (De Christo et Antichristo). Ambos ensinavam que o anticristo seria um judeu da tribo de Dã, segundo a interpretação de Jeremias 8: 15-16 e outras passagens do Antigo Testamento. Durante o período da Reforma protestante, Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes da Europa diziam que o papa era o Anticristo. Existe ainda um grupo minoritário, que defende que o anticristo não seria uma pessoa, mas um sentimento e que foi visto na história em figuras como os imperadores Nero e Vespasiano e também em Adolf Hitler. Se a identidade ainda é um mistério, sobre as características a maioria concorda. Mais recentemente, eruditos tem escrito livros tentando mostrar que o cenário histórico aponta para a vinda do anticristo dentre o Islã. Perry Stone estudou o assunto por mais de 30 anos. Ele vem afirmando em seus DVD e artigos que o Anticristo será um muçulmano. Autor de vários livros, Stone afirma que embora o entendimento tradicional é que o Anticristo seria um líder político/militar. Atualmente, existem no mundo cerca de 1,6 bilhão de muçulmanos e que eles nunca seguiriam um líder judeu ou cristão. Existem 52 nações cuja população é predominantemente islâmica e está na mão delas a maior parte da produção de petróleo do mundo.

O pastor Stone aponta para a estátua do capítulo 2 do Livro de Daniel. Lembra que os impérios representados têm paralelos com os animais listados no capítulo 7. Todos eles eram grandes opositores e/ou invadiram Israel. O último desses impérios seria o califado Otomano, que acabou após a primeira guerra mundial, mas tenta ressurgir pelas mãos dos jihadistas como Estado Islâmico. Um dos motivos para Perry Stone defender essa crença é um estudo profundo que fez da percepção que os muçulmanos possuem do Apocalipse. O mesmo pensa Joel Richardson, outro estudioso do assunto. Ele já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “The Islamic Antichrist” e “Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist”. De fato em nossos dias, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research. O Estado Islâmico já está marcando a data para a “guerra do fim do mundo”. Além disso, líderes muçulmanos têm anunciado a volta de Issa (Jesus) e a iminente chegada do Mahdi. Um ebook sobre o assunto está disponível em português e pode ser baixado aqui. Com informações de Charisma News [2]

Jesus : Que pecados nos impedem de comungar?
Enviado por alexandre em 13/10/2015 20:59:08


Ok, não posso ter pecado mortal. Mas o que fazer com os pecados veniais?

São Paulo expressou com contundência que nem todos estão em condições de receber a comunhão:

“Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação.” (1 Cor 11, 28-29)

Estas palavras destacam a gravidade do assunto, mas não proporcionam um critério claro sobre quando uma pessoa é digna e quando não é. Por isso, esta questão também foi submetida a debate.

Dá a impressão, no entanto, que os destinatários da carta – os coríntios – já tinham alguma ideia a respeito disso. Por isso, é importante ver as fontes conhecidas da vida da Igreja primitiva.

No final do século I ou começo do século II, foi escrita a chamada “Didaché” (ou “Doutrina dos Doze Apóstolos”), na qual se fala bastante da Eucaristia. Após indicar que o sacramento é somente para os batizados, acrescenta a seguinte frase: “Quem for santo, aceda; quem for menos, faça penitência”. Ainda que exija um esclarecimento posterior, este continua sendo um critério válido, à luz do qual se entende o que foi determinado.

Alguns podem objetar, e com razão: “Mas quem pode dizer que é santo?”. Livre de todo pecado, ninguém. Por isso, aproximar-se da comunhão deve ser penitencial, para purificar-nos ao máximo. O mais adequado é receber a comunhão quando já há uma comunhão da alma com o Senhor.

Mas há diversas situações, como também há diversos tipos de pecado. O pecado mortal rompe totalmente esta comunhão e, neste caso, a penitência requerida exige a recepção do sacramento da Penitência como condição prévia.

Por isso, o Código de Direito Canônico estabelece que, quem tiver consciência de estar em pecado grave, não celebre Missa (no caso de ser padre) nem comungue o Corpo do Senhor sem recorrer antes à confissão sacramental (n. 916).

Vale a pena esclarecer algo: não existe penitência verdadeira nem confissão válida sem propósito de emenda. Isso serve para entender por que algumas pessoas não podem receber a comunhão, já que vivem em uma situação habitual de pecado.

Mas ainda resta o pecado venial. Ninguém consegue escapar dele, e pretender estar livre de todo pecado venial é presunção.

Neste caso – quando se está em estado de graça, mas com pecados veniais –, a penitência é interior e está inclusa na liturgia. O pecado venial não impede a pessoa de comungar (pelo contrário: é alimento interior que dá forças para combatê-lo), mas, ao mesmo tempo, para participar dos sagrados mistérios, é preciso começar reconhecendo nossos pecados.

Isso é familiar para quem vai à missa com frequência, pois o ato penitencial faz parte da celebração (“Confesso a Deus todo-poderoso, e a vós, irmãos…”). Depois, a preparação imediata nos recorda que vamos comungar como convidados (“Felizes os convidados para a ceia do Senhor”) e que não somos dignos de receber Jesus (“Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada…”). De certa maneira, estas também são palavras de contrição.

É interessante observar que, mesmo na celebração da comunhão fora da santa missa, a liturgia é muito mais breve, mas inclui estas duas partes penitenciais, as mesmas. É importante recordar isso e renovar-nos na vivência da missa e de cada uma de suas partes!

Em resumo: para comungar, é preciso estar em graça de Deus. Mas, mesmo estando, nunca somos dignos de receber Jesus. Isso não é um obstáculo para comungar, mas a dignidade do sacramento exige que procuremos nos tornar o mais dignos possíveis.

Por:Aleteia

Jesus : Papa recorda aos fiéis: Deus jamais abandona os justos
Enviado por alexandre em 08/10/2015 18:50:41


Em homilia, Papa falou das pessoas cuja fé é colocada à prova, lembrando que, por mais que haja sofrimentos na vida, os justos não são esquecidos por Deus.

Na homilia desta quinta-feira, 8, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco falou sobre justos e ímpios. O Santo Padre enfatizou que Deus jamais abandona os justos; já aqueles que semeiam o mal são como desconhecidos, dos quais o céu não recorda o nome.

A reflexão de Francisco se concentrou no exemplo de tantas pessoas cuja fé convicta é colocada à prova pelos dramas da vida: qual é o proveito que se tira em guardar os mandamentos de Deus enquanto os soberbos progridem praticando o mal, desafiando a Deus e não sendo castigados?

“Quantas vezes vemos esta realidade em muitas pessoas más, em pessoas que fazem o mal e parece que na sua vida tudo vai bem: são felizes, têm tudo o que querem, não lhes falta nada. Por que Senhor? É um dos muitos porquês. Por que para aquele cara de pau que não liga para nada nem para Deus e nem para os outros, que é uma pessoa injusta e má, tudo corre bem em sua vida, tem tudo aquilo que quer e nós que queremos fazer o bem temos tantos problemas?”

A resposta a essas perguntas o Papa retira do Salmo do dia, que proclama: “bem-aventurado” o homem “que não entra no conselho dos ímpios” e que “encontra a sua alegria” na “lei do Senhor”. Francisco explicou que agora não se vê os frutos das pessoas que sofrem, assim como não se viam, na Sexta-Feira Santa e no Sábado Santo, os frutos do Filho de Deus.

“E o que o diz o Salmo sobre os ímpios, sobre aqueles que nós pensamos que vai tudo bem? ‘Não são assim os ímpios, mas são como a palha que o vento disperde. Porque o Senhor acompanha o caminho dos justos, enquanto o caminho dos ímpios perece”.

Como exemplo, Francisco citou a parábola evangélica de Lázaro, símbolo de uma miséria sem saída, e do homem que lhe negava até as migalhas que caíam de sua mesa. “O curioso daquele homem é que não se diz o nome. É somente um adjetivo: é um rico. Dos ímpios, no Livro da Memória de Deus, não há nome: é um ímpio, é um trapaceiro, é um explorador… Não tem nome, somente adjetivos. Ao invés, todos os que buscam caminhar na via do Senhor estarão com seu Filho, que tem o nome, Jesus Salvador. Mas um nome difícil de entender, inclusive inexplicável para a provação da cruz e por tudo aquilo que Ele sofreu por nós”.

Fonte: Canção Nova

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